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Débitos Indevidos
O colégio passou a debitar anualmente um custo de Building Fee "Taxa de Construção" no valor de 208€. É um abuso que uma escola privada cobre taxas sobre construção do edifício!
Faturação
Exmos Senhores, venho por este meio afirmar que eu sofri uma burla da Iberdrola, pois troquei o meu comercializador para a Iberdrola e por conta disso recebi duas cartas de rescição, uma da luz que foi 91,45€ e outra do gás que foi 92,53€ no nome do Senhor António José Pereira dos Santos, o seguinte numero de contribuinte é 185886639. Aqui também está o CUI que é o seguinte: PT1601000000306855XX.
Retirada indevida de valores à minha conta pela Liveceer. pt
Cordiais Saudações, Exmos. Senhores! Faço uma reclamação de um valor (24.99 €) retirado da minha conta de forma indevida pela Liveceer.pt (empresa criadora de currículos). Espero ser ajudado. Obrigado!
Cobrança abusiva
Exmos. Senhores, Venho por este meio solicitar o apoio da DECO Proteste relativamente a uma situação de cobrança que considero abusiva e desprovida da necessária transparência, envolvendo a MEO – Serviços de Comunicações e Multimédia, S.A. e a empresa Intrum Portugal, Lda. Encontro-me a ser alvo de insistentes tentativas de cobrança por parte da Intrum e da MEO relativamente a uma suposta dívida no valor aproximado de 178€, a qual contesto integralmente por falta de fundamento, inconsistência de valores e ausência de prova contratual. Apesar de já ter contestado formalmente esta alegada dívida por escrito, por mais do que uma vez, a Intrum e a ANACOM não responderam aos pedidos de esclarecimento e documentação que solicitei. Em concreto, continuo sem receber: 1. Cópia integral do alegado contrato celebrado (que nunca assinei nem vi). 2. Condições gerais e particulares aplicáveis à data; 3. Gravação da chamada de adesão com prova de que me foi informado as condições de contrato, como cancelar e perspectivas consequências. Importa ainda referir que: * O serviço em causa não foi utilizado; * Não me foi explicado qualquer procedimento de cancelamento no momento da adesão; * Procedi ao cancelamento do débito direto; * Continuei, ainda assim, a ser confrontada com cobranças; * Foram-me previamente mencionados valores completamente desproporcionais (na ordem dos 5.000€), sem qualquer explicação ou suporte documental; Não obstante a ausência de resposta e de prova documental, fui agora novamente notificada pela Intrum com uma comunicação de teor intimidatório, concedendo um prazo de 2 dias para pagamento e ameaçando com recurso a ação judicial, penhora de salário e bens, caso não proceda à liquidação do montante exigido. Considero esta atuação particularmente grave, na medida em que: * A dívida permanece formalmente contestada; * Não foi apresentada qualquer prova contratual; * Persistem contradições e omissões materiais; * Estão a ser utilizadas ameaças de natureza judicial sem prévio esclarecimento da legitimidade da dívida. Entendo que esta conduta poderá configurar uma prática abusiva de cobrança e uma violação dos deveres de informação, transparência e boa-fé no âmbito das relações de consumo. Solicito, assim, a vossa análise deste caso e apoio na defesa dos meus direitos enquanto consumidora, bem como orientação sobre os passos adequados a adotar perante esta situação. Se for necessário, gostaria de entrar com uma queixa jurídica. Com os melhores cumprimentos, Cláudia
Galp - Aumento injustificado e desproporcional de faturação após migração de sistema
Venho por este meio apresentar uma reclamação relativamente a sucessivas irregularidades na faturação de energia associada ao contrato em nome de Abilio Rodrigues Nº de Contrato AG-251013-3090309. Nos últimos meses tenho vindo a receber documentos com valores elevados e períodos de faturação inconsistentes, que não consigo compreender nem validar. Importa referir que estas situações começaram a ocorrer após a migração dos sistemas da Galp para uma nova plataforma unificada de contratação e faturação. Desde essa alteração, a qualidade e clareza da faturação pioraram significativamente. Da análise destes documentos, verificam-se várias situações preocupantes: - Existência de períodos de faturação sobrepostos - Emissão de documentos incorretos posteriormente anulados - Refaturação de períodos antigos vários meses depois - Emissão de uma fatura com valor elevado resultante da agregação de vários meses - Falta total de clareza e transparência na comunicação ao cliente Ainda que o valor total agregado possa eventualmente corresponder ao consumo real, a forma como a faturação foi processada é completamente desorganizada, pouco transparente e impossível de validar pelo cliente. Esta situação é inaceitável e gera total falta de confiança na faturação apresentada. Solicito, com caráter de urgência: - Um esclarecimento detalhado e cronológico de toda a faturação apresentada - A confirmação de que não houve qualquer duplicação de consumos - A correção imediata e final de quaisquer valores incorretamente faturados - A garantia de que a faturação futura será regular, mensal e transparente Adicionalmente, solicito que seja clarificado se estas irregularidades estão relacionadas com a recente migração de sistemas, e que medidas estão a ser tomadas para evitar a repetição desta situação.
Retirada de valor da Conta Bancária
Boa noite Venho por este meio comunicar que a Domestic and General Insurance é uma empresa fraudulenta que me debitou 10.99€ da conta sem autorização. Agora quero que me reembolsem por completo até ao fim do dia de amanhã e que me garantam que nunca mais iram cobrar nada da minha conta, caso contrário irei tomar as medidas legais necessárias para terminar por completo esta empresa.
O que fazer nesta situação?
Quando alterei a minha morada em 26 de fevereiro de 2026, foi criado um novo contrato para a nova morada e a instalação do equipamento foi agendada para 2 de março de 2026. Nem me apercebi que a NOS não tinha cancelado o contrato antigo. No dia da instalação do equipamento na nova morada, o técnico disse que o telhado estava molhado e que não podia fazer nada. Passou um mês e descobri no escritório da NOS que o meu contrato tinha sido cancelado. Estou a assinar apenas um contrato de telemóvel com internet ilimitada. Agora recebi uma fatura de internet, TV e da visita do técnico, mesmo sem ter internet em casa. Quando ligo, dizem que a fatura é referente à internet da morada antiga.
Divida não contraída
Ex.mo(s), Existe uma dívida lançada por vós que me aparecia no CRC e há um tempo atrás, talvez uns 4 ou 5 anos, contactei-vos sobre a mesma, pedindo esclarecimento. Não me souberam explicar que dívida era, qual a sua natureza, não tinham documentação assinada por mim e indicaram-me que a mesma iria ser removida. Para meu espanto, verifico que a mesma dívida, supostamente contraída em 2012, continua no meu mapa. Em 2012 eu estava desempregado e a estudar, pelo que é impossível eu ter contraído qualquer dívida com qualquer instituição financeira, de modos que pretendo que honrem o que me garantiram sobre a extinção desta dívida, caso contrário terei de fazer reclamação juntamente com o BdP.
Cobrança indevida da entidade Bancária
Na qualidade de cliente, venho por este meio, fazer mais uma tentativa para resolver a situação, e regularizar a cobrança indevida da entidade bancária NOVO BANCO. Na data de 25-01-2026 o banco depósitou pelo representante bancário, um cheque para saudar o valor da Hipoteca, do contrato número 000355428080, no qual de acordo com o extrato bancário, o cheque entrou e saiu da conta no dia seguinte, deixando um valor devedor de juros cobrado indevidamente. Uma vez que o cheque estava coberto e endereçado em nome do primeiro titular da conta acima mencionado, não existe justificação para a cobrança de juros. Já recorri inúmeras vezes ao balcão de Tomar, a pedido de resolução do problema, mas ainda sem efeito até a data. A situação já foi reportada ao Banco de Portugal, também para a gerência geral do próprio banco e ninguém resolve o problema. Pesso encarecidamente uma atenção especial, para este caso. Atenciosamente Janaina Bertucci de Souza
Reembolso
O meu marido, titular do contrato, faleceu em agosto de 2025. O referido contrato destinava-se ao usufruto do meu filho menor de idade, sendo o meu marido o único responsável pelo pagamento. Nessa mesma data (agosto de 2025), a nossa família deixou de residir em Portugal. Legalmente, o contrato extinguiu-se no momento do óbito por impossibilidade absoluta de prestação de serviço, no entanto, o Fitness UP Almada continuou a cobrar mensalidades indevidamente através de débitos diretos. No e-mail que enviei no dia 02 de março de 2026 para o serviço de apoio ao cliente, fui clara ao informar sobre o falecimento e ao solicitar o reembolso dos valores cobrados desde agosto de 2025. Além das mensalidades, a empresa chegou ao ponto de cobrar, em fevereiro de 2026, um valor de renovação de matrícula/manutenção anual de uma conta cujo titular já tinha falecido há 6 meses e sem qualquer autorização. Apesar de me terem indicado por e-mail que a situação seria tratada, a verdade é que até hoje não recebi qualquer reembolso.
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