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Conta bloqueada indevidamente
Boa tarde, Venho aqui reclamar porque já estou desesperado com esta situação. Há 7 dias Moey simplesmente bloqueio a minha conta e tirou-me o acesso a app sem nenhuma explicação. Estou todos os dias a reclamar junto ao apoio ao cliente e nunca teve nenhuma solução, parece que nem eles sabem o que se passa. Eu tenho o meu salário bloqueado e que não consigo me sustentar e nem a minha família. Tenho um bebé para alimentar e com isto não consigo fazer e nem consigo pagar a renda da minha casa, tendo assim problemas com o senhorio. Moey está a ser desumano comigo. Esta situação está a me dar muitos danos e subretudo morais. Eu preciso ter acesso à minha conta os mais rápido possível. Depois que tirar o meu dinheiro eu de certeza cancelo a conta e também não recomendo a ninguém este banco digital. Completamente horrível. Obrigado.
Conta bloqueada indevidamente
Boa tarde, Venho aqui reclamar porque já estou desesperado com esta situação. Há 7 dias Moey simplesmente bloqueio a minha conta e tirou-me o acesso a app sem nenhuma explicação. Estou todos os dias a reclamar junto ao apoio ao cliente e nunca teve nenhuma solução, parece que nem eles sabem o que se passa. Eu tenho o meu salário bloqueado e que não consigo me sustentar e nem a minha família. Tenho um bebé para alimentar e com isto não consigo fazer e nem consigo pagar a renda da minha casa, tendo assim problemas com o senhorio. Moey está a ser desumano comigo. Esta situação está a me dar muitos danos e subretudo morais. Eu preciso ter acesso à minha conta os mais rápido possível. Depois que tirar o meu dinheiro eu de certeza cancelo a conta e também não recomendo a ninguém este banco digital. Completamente horrível. Obrigado.
Acesso aos canais digitais
Desde o dia 17 de setembro eu tenho os canais digitais do Novo Banco bloqueados. Recebi um WhatsApp com uma tentativa de burla e desde então não tenho acesso. Entendo que foi por motivos de segurança esse bloqueio, mas já se passaram quase 2 meses. Já fui diversas vezes no banco, liguei na linha directa centenas de vezes e nada foi resolvido. Cada vez que ligo na linha directa demoro no mínimo 30 minutos para ter um atendimento, sem informação nenhuma por parte dos atendentes pois nem sabem o que está acontecendo com o meu acesso. Já fiz o reset de segurança no telemóvel com um técnico. Já fiz tudo o que disseram para fazer mas até hoje não resolveram meu problema. Todos hoje em dia sabem a falta que faz a aplicação no telemóvel e eu moro em aldeia, tenho que me deslocar para longe para ter acesso a um multibanco, o que dificulta ainda mais a minha situação. Não consigo nem consultar meu saldo do cartão de crédito e nem o montante de pagamento pois o multibanco não fornece essas informações, para conseguir isso tenho que me deslocar até o balcão e o mais próximo fica há 40km da minha casa. Mando e-mail semanais ao balcão de Évora questionando. Essa atitude do banco em relação ao meu problema é um verdadeiro descaso. Todos os meses pago a manutenção da conta e dívida que tenho em dia, nunca atrasei um dia se quer. Abri uma reclamação online no livro de reclamações e a resposta que obtive foi realmente algo inacreditável (segue em anexo). Um verdadeiro descaso comigo e com a situação que estou expondo e pedindo para ser resolvida o mais breve possível. Aguardo uma resolução do meu caso com extrema urgência. Obrigado. Cumprimentos.
debito 6,99€ da minha conta sem autorização.
Venho por este meio comunicar que a Domestic and General insurance é uma empresa fraudulenta que me debitou 6,99€ da minha conta sem autorização.
Conta Suspensa
Exmos Senhores do departamento da MILLENNIUM BCP, eu venho expor as minhas indignações por uma por não ter meios nenhum para reutilização da minha conta MILLENNIUM BCP. A minha conta encontra se suspensa ja meses, eu encontro me em um país aonde as taxas por chamadas rede fixas custam preços altísimos e tambem por não ter uma sucursal do mesmo banco aqui no meu país. Por não ter meios suficientes pra reabertura da minha conta, eu sofre descontos todos os meses através do meus estratos. Entretanto a busca da solução busquei utilizar chamadas fixa, na tentativa de solução de problemas a informação que recebe é que eu tenho que estar em portugal para dirigir me a uma sucursal para que possam analisar o meu casa. Triste por essa situação e por nao ter os meios suficientes para ir em portugal, eu venho solicitar ao Banco MILLENNIUM BCP para analisar o meu caso para uma resolução, porque todos os meses eu sofro descontos e la tenho dinheiro e nao só quero fazer o uso da minha conta. Agradeço pela atenção e aguardo a resposta.
Alteração de IBAN pela Wise – transferência não recebida e ausência de solução
No dia 17 de outubro de 2025, efetuei uma transferência de 100€ da minha conta Millennium BCP para a minha conta Wise. Até o momento, o valor não foi creditado. Após verificar o ocorrido, constatei que a Wise alterou o meu IBAN sem qualquer aviso prévio. Por não ter sido informada dessa alteração, realizei a transferência para o IBAN anterior, que sempre utilizei anteriormente sem qualquer problema. Entrei em contacto com o Millennium BCP, que confirmou que o dinheiro saiu da minha conta e foi transferido corretamente para o IBAN antigo da Wise. Fui informada de que, em situações normais, o montante deveria ter sido estornado automaticamente, o que não aconteceu. O banco explicou-me ainda que há um custo de 75€ para tentar solicitar o estorno manualmente, sem garantia de recuperação do valor. Procurei a Wise, mas até ao momento não obtive uma solução clara ou eficaz para recuperar o montante. Gostaria de saber se existe alguma conta ou titular associado ao IBAN antigo e se a empresa pode intervir para localizar e devolver o valor transferido. Esta situação causou-me grandes transtornos, uma vez que se tratava de dinheiro que eu precisava enviar com urgência para o Brasil. Sempre tive uma boa experiência com a Wise, mas considero inaceitável a alteração de IBAN sem qualquer comunicação ao cliente, especialmente quando isso resulta em perda de dinheiro e despesas adicionais. Solicito a intervenção da DECO Proteste para que a Wise assuma a responsabilidade pela falta de comunicação e me ajude a recuperar o valor transferido o mais rapidamente possível.
Bloqueio da conta
Bom dia venho por esse meio pedir ajuda uma vez que a moey infelizmente continua sempre a mesma coisa eu a três dias atrás tive um bloqueio na minha conta pela moey por um pedido de reembolso de um pagamento onde a pessoa que fez o pagamento enganou se é o valor veio até a minha conta contacto com o moey e a mesma informa me que se eu pagar no prazo de 72h a conta estaria desbloqueada para meu expanto contacto a ajuda da deco protesto e me é informado que é ilegal a moey ter feito esse tipo de bloqueio sem ordem judicial contacto com a moey e a resposta é sempre a mesma que eu tenho que aguardar que tenho que aguardar mas tenho que aguardar pq se eu já fiz o reembolso a pessoa em questão que não a conheço de parte nenhuma e mesmo assim a moey não me quer desbloquear a conta onde essa conta é para uso para receber a minha pensão de invalidez a pensão de alimentos da minha filha e o abono de família é para pagamento de despesas de medicação pedia a deco que me ajudasse por favor pois eu não sei mais o que fazer e a moey é sempre o mesmo tenho que aguardar tenho que aguardar e se for assim levo anos a espera. E mais ligamos uns dizem uma coisa depois ligamos novamente a versão já é outra a moey não tem capacidade de esclarecer as dúvidas e eu ultimamente só tenho tido problemas com esse banco
Conta bloqueada há 1 mês!
Exmos. Srs., Venho, por este meio, apresentar uma segunda reclamação conta o banco MOEY ( CAIXA CREDITO AGRÍCOLA), uma vez que a minha conta bancária se encontra encerrada há 1 mês e, apesar dos vários contactos que tenho feito, a resposta é sempre a mesma, que está a análise e entrarão em contacto quando tiverem alguma resposta. Ora encontro-me a aguardar há um mês sem qualquer resposta. Trata-se da minha conta principal e já tenho tido muitos transtornos, inclusive ter de desmarcar consultas da minha filha por não ter como as pagar. Também retiveram o valor que a segurança social pagou do abono dos meus filhos, apesar de lhes ter pedido para devolverem o valor à segurança social, para que depois esta procedesse ao débito noutra conta. É ilegal um banco reter prestações sociais. É uma violação dos meus direitos não saber a razão do bloqueio da conta e ficar sem quaisquer fundos.
Tiraram dinheiro da conta sem permissão
Bom dia vinha por este meio reclamar de um débito direto que me fizeram desta mesma imprensa no valor de 7.99, nunca contactei, nunca assinei nada simplesmente decidiram às 2.36 da manhã enquanto dormia tirarem me dinheiro da conta, enviei um email há empresa mas não sei se servirá de alguma coisa visto que já têm reclamações de há meses. Agradeço desde já toda a atenção dispensada, obrigada
Retenção indevida de saldo do cartão refeição Coverflex após cessação de contrato
Entidade reclamada: Coverflex, Lda. Emissão e gestão do cartão: Pecunpay – Pecunia Cards E.D.E., S.L.U. Empresa empregadora: InnoWave Technologies Consumidor: João Palma Exmos. Senhores, Apresento reclamação formal contra a Coverflex e a Pecunpay pela retenção indevida do saldo de €2.762,24 existente no meu cartão refeição Coverflex, após a cessação da minha relação laboral com a empresa InnoWave Technologies, em fevereiro de 2025. 🔹 1. Natureza do saldo – retribuição em espécie O saldo em causa resulta de remuneração em espécie (benefício social) atribuída pela minha entidade empregadora, integrando portanto retribuição nos termos dos artigos 258.º e 273.º do Código do Trabalho. Assim, o valor creditado constitui património do trabalhador, não podendo ser retido, apropriado ou revertido por terceiros (Coverflex ou Pecunpay) sem base legal ou consentimento expresso. O facto de o cartão ser emitido pela Pecunpay e gerido pela Coverflex não altera a titularidade material dos valores. A distinção entre “titular formal” (entidade que emite o cartão) e “beneficiário material” (trabalhador que recebe o benefício) é reconhecida na lei e jurisprudência nacional e europeia — tal como ocorre em cartões multibenefício, vales sociais ou outros instrumentos de pagamento de benefícios. 🔹 2. Falta de fundamento legal e enriquecimento sem causa A Coverflex alega que, após 180 dias da cessação da conta, o saldo “é utilizado para cobrir os custos do período sem encargos para a empresa e o colaborador”. Tal alegação carece de qualquer base legal, contratual ou documental que legitime essa compensação unilateral.. Nenhum Termo e Condição público ou cláusula contratual prevê que, após 180 dias, os valores creditados deixem de pertencer ao trabalhador. O que está previsto é apenas que o saldo “poderá ser usado durante 180 dias”, não que a propriedade do valor cessa ou se transfere. Tal prática configura enriquecimento sem causa, nos termos do artigo 473.º do Código Civil, e violação dos deveres de boa-fé e lealdade contratual (artigos 227.º e 762.º do Código Civil). Para além disso, a coverflex alega que o saldo “corresponde a moeda eletrónica de aceitação restrita, emitida pela Pecunpay nos termos do Decreto-Lei n.º 91/2018”. Contudo, este diploma não autoriza a apropriação do saldo por parte do emissor ou do intermediário. O artigo 8.º do DL 91/2018 impõe obrigações de salvaguarda de fundos de clientes, e não a possibilidade de retenção ou absorção dos mesmos após o termo de um contrato. Mesmo após cessar a relação com a entidade empregadora, o saldo representa moeda eletrónica já emitida, ou seja, fundos detidos em nome e por conta do beneficiário — e deve permanecer disponível ou reembolsável, salvo perda do direito por lei (o que não é o caso). Conclusão: A apropriação do saldo constitui enriquecimento sem causa, nos termos do artigo 473.º do Código Civil, dado que a Coverflex e/ou a Pecunpay retêm fundos de titularidade alheia sem contraprestação nem base normativa. Esta retenção viola ainda o princípio da boa-fé contratual (art. 227.º do Código Civil). 🔹 3. Responsabilidade e omissão de notificação válida A Coverflex afirma que a obrigação de notificar o trabalhador quanto ao prazo de 180 dias caberia à entidade empregadora (InnoWave). Contudo, sendo a Coverflex o prestador de serviços responsável pela gestão e interface direta com o utilizador, e dispondo dos meus dados pessoais (incluindo email pessoal), tinha o dever de diligência e transparência previsto nos artigos 312.º e 314.º do Código Civil, bem como no Decreto-Lei n.º 91/2018 (PSD2) que regula prestadores de serviços de pagamento. Não recebi qualquer notificação válida. A comunicação foi enviada para o email corporativo da InnoWave após o término da relação laboral, endereço ao qual já não tinha acesso, pelo que não houve notificação efetiva ao destinatário. 🔹 4. Situação atual – retenção injustificada de fundos A Coverflex e a Pecunpay admitem que o montante foi bloqueado (“solicitado o cancelamento do cartão”), o que significa que o dinheiro existe, apenas está retido administrativamente. Logo, não há perda técnica ou destruição de fundos, mas sim impossibilidade de acesso pelo verdadeiro titular, configurando retenção indevida de património. Além disso, o meu cartão Coverflex tem validade até 2026, pelo que não existe qualquer impossibilidade técnica que justifique o bloqueio do saldo. 🔹 5. Pedido Solicito à DECO que: Analise juridicamente a prática da Coverflex e da Pecunpay, que configura retenção e apropriação indevida de valores pertencentes a ex-trabalhadores; Promova a restituição integral do montante de €2.762,24, em dinheiro ou outro meio equivalente, reconhecendo o meu direito de propriedade sobre o saldo; Avalie a legalidade e transparência desta prática que poderá estar a afetar diversos consumidores/trabalhadores, violando princípios fundamentais do Código do Trabalho e do Código Civil. Fundamentação legal principal: Art. 258.º e 273.º do Código do Trabalho — retribuição em espécie Art. 227.º e 473.º do Código Civil — boa-fé contratual e enriquecimento sem causa Art. 312.º e 314.º do Código Civil — dever de informação e diligência Decreto-Lei n.º 91/2018 — prestadores de serviços de pagamento (PSD2) Com os melhores cumprimentos, João Palma
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