Reclamações públicas

Consulte todas as queixas publicadas na plataforma Reclamar e encontre solução para um problema semelhante, relacionado com produtos e serviços. Saiba mais
J. M.
02/12/2024

Debito em conta que desconheço a razao

Exmos. Senhores, Sou titular da conta Nº (283815 do banco Millenium BCP) e verifiquei que me tem sido cobradas comissóes no valor de 14.99euros, que desconheço a razão. Sendo que a referida comissão é indevida, reitero o meu pedido de estorno do valor cobrado. Aguardo a V/ rápida resposta. Cumprimentos.

Encerrada
E. G.
28/11/2024

Bloqueio conta bancaria

Boa tarde, estou entrando em contato por este meio para buscar uma solução, pois estou desesperada e não sei mais onde reclamar, o Banco Santander da Av. Boavista bloqueou minha conta bancária compartilhada com meu namorado há quase 3 meses e não me dizem o motivo. Reclame pelo livro virtual de reclamações, para o site do banco de Portugal, enviei uma carta ao banco central do Santander em Lisboa e não obtive resposta de qual é o problema com a minha conta. Preciso de ajuda, espero que possam fazê-lo. Desde já, muito obrigado.

Encerrada
A. M.
24/11/2024

Alteração de representantes

Exmos. Senhores, António Carlos Moreira Marcelino, cidadão nacional, com o número de identificação civil 07349084 9 ZX2 e com o número de identificação fiscal 114 657 718, representante eleito do Condomínio do prédio sito na avenida Dom Vicente Afonso Valente n.º 16, na avenida Dom Vicente Afonso Valente n.º 16, 2625 – 214 Póvoa de Santa Iria, com o número de identificação de pessoa coletiva 900 362 359 e com o código de atividade económica 68 322, titular das contas domiciliadas no Banco Montepio Geral, Caixa Económica Bancária, S.A., balcão Casal da Serra, das contas 252 10.001341 – 3 e 252 15.013189 – 1 conta à ordem e a prazo (FCR) respetivamente, venho por este meio reclamar junto de V. E.as, Banco Montepio do seguinte. A passagem de administração do ano civil de 2023 para 2024, que normalmente se tratava num dia e com a justificação da entrada em vigor em 10 de janeiro, da Lei 8/2022, passou a ser tratada em tempo indeterminado; 1. No passado dia treze de janeiro de 2024, realizou-se a Assembleia Geral Ordinária de Condóminos que no seu ponto número 3 foi eleita por maioria a administração constituída pelos condomínios António Carlos Moreira Marcelino e Marcelo Alonso Assis; 2. De acordo com o artigo 1432 n.º 9, as deliberações têm de ser comunicadas a todos os condóminos ausentes, no prazo de 30 dias; 3. Assim, em data que não sabemos precisar, mas posterior a 13/02 e antes de 29/02 de 2024 respetivamente, deslocamo-nos ao balcão do Montepio no Casal da Serra onde estão domiciliadas as suas constas do condomínio para tratar da passagem de administração; 4. Para nosso espanto, fomos informados que em virtude da nova Lei que entrou em vigor em 2022, só avia vaga para tratar desse assunto em 21 de outubro. Demonstramos de imediato junto da funcionaria pouco amigável que não estávamos de acordo; 5. Tentamos contacto presencial com o Montepio no MARL de lisboa. Em meados de maio e por correio eletrónico contactamos com diversos balcões na área de Lisboa tendo sido informados que este assunto tinha que ser tratado no balcão 252 Casal da Serra. Como é previsível lamentamos essa situação. 6. No dia 18 setembro, pelas 16:30 horas com a referência 3 812 094 recebemos uma mensagem com o seguinte “no seguimento do agendamento para atualização dos dados do condomínio, agradecemos o envio da ATA para pré validação”; 7. No passado dia 24 de setembro, pelas 15:35 horas enviamos a Ata n.º 81 em formato Word e pdf para a caixa de correio eletrónico (mg252@bancomontepio.pt) e disponibilizamos um contacto movel 919 227 033, de um dos administradores para mais facilmente tirar duvidas. Pelos vistos, os responsáveis por esta área de verificação de Atas, não teve qualquer dúvida, antes pelo contrário nada faz. 8. Em 2 de outubro, pelas 18:15 horas, reenviamos a Ata n.º 81, sem qualquer resposta. 9. Mais uma vez, em 6 de novembro, pelas 13:35 horas reenviamos pela segunda vez cópia da Ata n.º 81. 10. Durante todo este tempo fizemos todas as diligencias junto do balcão 252 balcão Casal da Serra, junto da linha de apoio telefónica do Montepio e a única resposta que recebemos foi TÊM QUE AGUARDAR, até hoje 24/11/2024. Não compreendemos esta espera, mas, compreendemos que para o Montepio ter elevados lucros tem que tratar assim os seus depositantes, ao abrigo da Lei 8/2022, ignoram os seus depositantes. Como não temos outra forma de resolver esta situação não nos resta outra alternativa que reclamar formalmente no livro de RECLAMAÇÕES. Ficamos mais uma vez pacientemente a aguardar uma resposta não só do Banco Montepio.

Encerrada
P. A.
24/11/2024

Conta encerrada

Exmos. Senhores, Ontem adicionei 500€ à minha conta Neteller (utilizador paulojorgegomesdealmeida@gmail.com) e sem qualquer motivo, encerraram a conta permanentemente, tendo eu ficado sem acesso ao meu dinheiro. Considero estar a ser vitima de um roubo e pretendo receber o meu dinheiro de volta. Tenho lido na web vários casos semelhantes pelo que estou preocupado em ter sido roubado, o que me deixa desconfortável em voltar a confiar nestas empresas do setor financeiro. Agradeço que transfiram os 500€ para a conta bancária associada à conta. Cumprimentos. Paulo Almeida

Resolvida
A. C.
19/11/2024

Venda casada para abertura de conta

Desejo cancelar o seguro de vida e que me seja devolvido os valores já pagos. Fui obrigada a aderir ao seguro para abrir a conta e isso se caracteriza venda casada. Já tentei entrar em contato com o suporte pela aplicação diversas vezes para que seja cancelado, o valor continua sendo debitado da minha conta e quero que seja extornado. Fiquei devendo ao banco pois fiquei desempregada e não tinha como pagar, recebi um valor em minha conta para comprar remedios e foi debitado pelo banco BPI para pagar este seguro vida. Quando abri a conta foi informado que era obrigatorio pagar este seguro pois não poderia abrir a conta sem o mesmo por conta das documentações que eu tinha na epoca e hoje descobri que isto não poderia ser feito e que náo é necessário e obrigátorio eu estar pagando por este seguro, no qual não me serviu de nada desde então.

Resolvida
R. D.
18/11/2024

Débito não autorizado em conta

Venho por este meio apresentar uma queixa contra uma empresa de seguros que é a Domestic & General Insurance PLC. Esta empresa aparece na descrição do movimento da minha conta bancária de forma fraudulenta. A mesma tem diversas reclamações no site, com a mesma forma de operação de ter acesso aos dados pessoais com encargos na conta bancarias, sem consentimento e autorização do titular. Por esse motivo peço a devolução do dinheiro descontado ilegalmente pela Domestic & General Insurance PLC. Mais ainda, se efetuar o cancelamento deste débito directo, quem me irá garantir que esta empresa não o fará novamente de forma ilegal? Sim ilegal, porque mais uma vez refiro que em qualquer circunstancia autorizei o débito por parte desta empresa. Obrigada,

Encerrada
B. S.
18/11/2024

Reclamação sobre o ActivoBank:

Exmos. Senhores, Sou titular da conta Nº (45547700144) e, conforme já tive oportunidade de vos dar conhecimento, verifiquei que me foi cobrada a comissão no valor de (82,28) euros. Sendo que a referida comissão é indevida, reitero o meu pedido de estorno do valor cobrado. Reclamação sobre o ActivoBank: Foi debitado duas vezes o valor de 82,28 euros. Um dos débitos foi direcionado ao cartão de crédito, mas o outro desapareceu e não sei para onde foi destinado. Além disso, no primeiro mês já houve uma cobrança indevida de "limite excedido" no cartão de crédito, no valor de 35 euros, mesmo sem eu ter ultrapassado o limite. Agora, com essa nova cobrança, pergunto: que juro abusivo é esse? A situação está completamente fora de controle. Exijo o estorno imediato de todos os valores cobrados indevidamente. Cumprimentos.

Encerrada
D. M.
12/11/2024

Débito direto indevido

Exmos. Senhores, Sou titular da conta Nº 00000000 e, conforme já tive oportunidade de vos dar conhecimento, verifiquei que me foi cobrado um débito direto no valor de 13,49euros, em 12/11/2024. Já não é a primeira transferência realizada sem qualquer permissão. Solicitei o estorno do mesmo nos termos do disposto no artigo 118.º Decreto-Lei n.º 91/2018, de 12 de novembro e ainda não procederam em conformidade. Caso seja necessário avançarei com uma queixa crime. Aguardo a V/ rápida resposta. Cumprimentos.

Encerrada
J. R.
06/11/2024

Não Pagamento de Pensão de Alimentos de Menor com Autismo

Exmos. Senhores, Esta reclamação surge na sequência de várias idas ao balcão para solicitar a execução da transferência mensal da pensão de alimentos da minha filha de 5 anos, que tem afetação do espetro autista. Conforme documento em anexo o Banco CTT foi devidamente notificado pelo Ministério Público / DCIAP para se proceder á transferência do montante de 400 euros a título de pensão de alimentos para a minha filha - esta instrução foi dada em Outubro de 2023 conforme documento em anexo. Apesar da minha insistência e reclamações junto do Balcão do Banco CTT das Paivas, a transferência respeitante ao mês de Outubro de 2024 ainda não foi executada e não me é dada qualquer perspetiva de prazo de resolução do tema. Passo várias horas na Agência referenciada á espera de ser atendido e no entanto não consigo que se faça a transferência para a minha filha nem tão pouco recebo qualquer informação de resolução. Preciso de ajuda urgente! - trata-se de pensão de alimentos de uma criança e que para além disso foi o Ministério Publico que instruiu que se fizesse da minha conta neste Banco que tem valores mais que suficientes para fazer face a esta operação recorrente durante vários meses. Agradeço e preciso da ajuda... É a minha Filha! Cumprimentos, João Ramos

Encerrada

Burla

Exmos. Senhores, Exmos. Senhores O meu nome é Carla de Sousa Araújo , cliente do Crédito Agrícola SA, venho apresentar a seguinte exposição e reclamação: No dia 3 de outubro do corrente ano 2024 fui vítima de uma burla. Com efeito, no dia 2 de outubro 2024 coloquei umas sapatilhas à venda na plataforma Markeplace. No dia seguinte, 3 de outubro 2024, recebi uma mensagem pelo Mensseger, proveniente de um perfil denominado de "Ariana" em que a mesma demonstrava interesse em adquirir as sapatilhas. Após diálogo com a compradora chegamos a um acordo para a realização da venda das sapatilhas, tendo confiado na mesma, uma vez que ela iria proceder ao pagamento através de uma transportadora conhecida GLS. Fui informada pela mesma que ia ser contactada pela empresa GLS a fim de combinar a entrega das sapatilhas e o respetivo pagamento. A compradora fazia o pagamento à transportadora e esta posteriormente a mim, o que me pareceu perfeitamente normal e fiável. Após terminar a conversa com a compradora recebi um email de confirmação com o respetivo pagamento pela alegada transportadora GLS mas, para receber o dinheiro teria de preencher os campos com os meus dados para eles procederem à transferência. Fui contactada pelo Whatsapp (suposto contacto da transportadora GLS) onde o sujeito que estaria a fazer-se passar por colaborador disse que teria de verificar se a minha conta bancária era verdadeira e que por isso, iria fazer uma transação fictícia. O sujeito inclusive "identificou-se" com um cartão de cidadão falso, assim como identidade de colaborador da empresa igualmente falso. Após diálogo com a suposta empresa GLS e desconfiando do que se estava a passar, consultei a minha conta bancária tendo percebido nesta altura que tinha um saldo contabilístico diferente do saldo disponível, o que me fez desconfiar. Assim, liguei de imediato para o balcão de Cabeceiras de Basto do Crédito Agrícola onde sou cliente, tendo o funcionário que me atendeu consultado a minha conta e informado que tinha um valor cativo de cerca de 569,98 euros. O funcionário daquela agência aconselhou-me a ligar para a linha direta para cancelar o cartão e apresentar queixa nas autoridades, o que de imediato fiz. Assim, no dia 03 de outubro de 2024, liguei para o apoio da linha direta e pedi o cancelamento do cartão, uma vez que estava a ser vítima de burla. De seguida, desloquei-me ao posto da GNR da minha residência, e apresentei uma participação criminal contra os autores da burla. Após apresentar a queixa- crime, nesse mesmo dia, 3 de outubro 2024, dirigi-me ao balcão do Crédito Agrícola, agência de Cabeceiras de Basto para falar com um dos funcionários e deixei cópia da queixa-crime para procederem ao cancelamento da transação, uma vez que o dinheiro se encontrava cativo. Além disso, o funcionário pediu-me que me apresentasse no dia seguinte 4 de outubro 2024 no balcão para poderem fazer a exposição junto do departamento jurídico do banco, o que fiz. No dia seguinte 4 de outubro de 2024, dirigi-me ao balcão de Cabeceiras de Basto e solicitei, uma vez mais, que fosse ordenado o cancelamento de transação do dinheiro, uma vez que tinha sido burlada, tendo apresentado o auto da denúncia. Deste modo, fiquei a aguardar, consultando todos os dias o saldo da minha conta e verificando que o dinheiro continuava cativo. Fiquei plenamente convicta que a transação não ia ocorrer, tendo confiado na V. Instituição, uma vez que tinha dado instruções precisas para cancelar a transação. Qual o meu espanto quando no dia 9 de outubro 2024, quase uma semana depois do ocorrido e de ter alertado o banco para o dinheiro não sair da minha conta, verifico que o banco autorizou a transação (imagem em anexo). Posto isto, dirigi-me ao balcão para questionar qual foi a decisão do departamento jurídico do banco tendo sido informada do seguinte: "Como a cliente forneceu todos os dados e autorizou a transação as leis do VISA não iam revogar o dinheiro. A cliente terá de aguardar com as autoridades a possibilidade de revogação do mesmo". Deste modo, venho manifestar o meu profundo desagrado com a postura adotada por parte da Instituição Crédito Agrícola, uma vez que não foram tomadas as medidas cautelares e necessárias para procederem ao cancelamento da transação, não obstante terem sido alertados, em tempo oportuno, de que eu tinha sido vítima de uma burla. Pelo exposto, venho expor em anexo a V. Exas, as duas respostas que posteriormente a provedoria do cliente do banco Crédito Agrícola deu ao pedido de restituição da quantia de 569.98€, quantia essa que fiquei desapossada, uma vez que alertei o banco e dei instruções precisas e fundamentadas, para procederem ao cancelamento da transação, sob pena de denunciar a presente situação junto de outras instâncias, designadamente, DECO, Provedor de Justiça, Banco de Portugal e comunicação social. Fico, pois, a aguardar as vossas breves e prezadas notícias numa possível ajuda/solução para este lamentável desfecho. Com os melhores cumprimentos. Carla Araújo

Encerrada

Precisa de ajuda?

Pode falar com um jurista. Para obter ajuda personalizada, contacte o serviço de informação

Contacte-nos

Os nossos juristas estão disponíveis nos dias úteis, das 9h às 18h.