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Débito direto indevido
Exmos. Senhores, Constatei hoje que tenho 2 movimentos de débito, de 12,99€ cada, na minha conta bancária, com o descritivo desta empresa, desconhecendo do que se trata e sem nunca ter tido contacto com a mesma. Com os melhores cumprimentos,
Penhora fraudulenta
Venho por este meio informar que abrir uma conta neste banco é uma fraude. Permitem penhorar a única conta bancária que tenho de forma a que não possa pagar nem os débitos diretos com conluio do banco. Nunca abram conta neste banco FRAUDULENTO. Fizeram uma penhora fraudulenta e o banco nem sequer avisa quem tem a conta e nem deixam qualquer dinheiro para pagar os débitos directos. NUNCA ABARM CONTA NESTE BANCO FRAUDULENTO.
Transferência bancária parada
Venho por este meio reclamar a ineficiência para a resolução de transferências. Estipulado o valor máximo de 1000€, sem ter informação de, e para alterar o montante tenho que esperar 8h para ter possibilidade de transferência. A qual ainda não houve primeiro contacto.
Pagamento reiterado indevido
Nos dias 23 (segunda-feira) e 24 (terça-feira) de março recorri a duas agências da Caixa Geral de Depósitos. Respetivamente, na Avenida da República, 2468, 4430-196 - V. N. de Gaia e na Avenida dos Aliados, 4000-295 - Porto. Como ambas as agências possuem caixas automáticas privativas para os seus depositantes que possuem cartão de débito, dirigi-me a cada uma das máquinas para realizar um levantamento em dinheiro, por volta das 11H00/11H30, em cada um dos dias, que exibiam um aviso de que estavam inoperacionais, pelo que tive de tirar uma senha para ser atendido numa caixa. Para meu espanto estavam em ambos os dias e àquela hora em manutenção, segundo informação de cada um dos funcionários. Esse meu espanto transformou-se em indignação quando tive de pagar pelo levantamento, em cada uma das vezes, 5,15 € (cinco euros e quinze cêntimos). Questiono-me se foi pura coincidência ou de facto se trata de uma prática informática administrativa habilidosa por parte da gestão da Caixa Geral de Depósitos para que o seu Resultado Líquido anual possa vir a ser aumentado no fim do ano económico corrente. Obrigado
Transferencias fraudulentas
Atualização urgente – Caso nº 146786660 – Transferências fraudulentas – Santander Totta Exmos. Senhores da DECO Proteste, Venho atualizar o meu caso com um elemento novo e muito relevante que demonstra falha de segurança do Banco Santander Totta. No próprio dia do roubo (01/03/2026), o banco enviou um Alerta de Segurança informando que um “Unrecognized device” (dispositivo não reconhecido) tinha acedido pela primeira vez à minha conta. Este alerta foi enviado exclusivamente para o meu Gmail, que só consultei horas ou dias depois, em meio ao caos causado pelo roubo (bloqueio de chip, aquisição de novo aparelho, registo de B.O., etc.). Ou seja: - O banco detectou o risco elevado no exato momento da fraude; - Porém, enviou o alerta para um canal secundário (Gmail), tornando-o totalmente ineficaz, pois o dispositivo principal (telemóvel roubado) estava nas mãos dos criminosos. Esta conduta configura clara falha de diligência e de sistema de segurança, pois o banco não adotou medidas proporcionais e eficazes (ex: bloqueio temporário da conta, alerta por SMS para número de backup, chamada telefónica automática ou verificação adicional). Reforço ainda que: - O Banco Bradesco já me reembolsou integralmente os valores defraudados no mesmo incidente, reconhecendo que roubo físico + acesso forçado não configura negligência grosseira. - O Santander Totta continua a negar o reembolso alegando “autenticação forte” e negligência grosseira, sem apresentar qualquer prova concreta que comprove que eu cedi voluntariamente credenciais ou OTP. Pedido à DECO Proteste: 1. Intervenção urgente junto ao Santander Totta para reversão da negação e reembolso imediato dos 14.800€ nos termos da PSD2. 2. Utilização deste novo elemento (Alerta de Segurança ineficaz) como prova de falha de segurança do banco. 3. Orientação sobre próximos passos (escalada ao BdP, tribunal, etc.) e eventual apoio jurídico. Anexo a este comentário: - Print do Alerta de Segurança “Unrecognized device” enviado no dia do roubo. - Cópia da resposta de negação do banco (ref. NS 119930026 / NS 159940026). - Comprovante de reembolso do Bradesco (se ainda não enviado). Agradeço análise prioritária e contacto rápido para atualizações. Com os melhores cumprimentos, Adriano Carlos Romano
Burla
Então não é que a Segurança Social é uma instituição de sonegadoras, aliás como todas em Portugal. Inventaram-me uma dívida há cerca de 3 anos, dívida que provei logo com extractos bancários e tudo o mais que não existia, mas uma vez inventada uma dívida, as senhoras da Segurança Social não dão cavaco a ninguém. Prosseguem para uma citação que nunca sabemos da existência, e depois iniciam um processo de penhora sem qualquer aviso, sem notificação de qualquer tribunal e sem sequer ligarem a tudo o que apresentamos como prova mais que justificada, tudo para terem reformas de mais de 5000 euros. As senhoras da segurança social nem sabem o que são direitos humanos, desde que se encham de dinheiro os outros que se lixem, e chamam-se segurança social. As senhoras da segurança social tem o ADN de ladras. Por isso é que as senhoras da segurança social quando vamos ao balcão dizem sempre que Portugal é um país extraordinário. Vão ter um futuro brilhante mas com todos os requintes. São todas parentes do Trump e do Putin. Não sabem que para onde vão o dinheiro não vale absolutamente nada. DEUS NUNCA ESQUECE NEM NUNCA PERDOA!!! DEUS NUNCA ESQUECE NEM NUNCA PERDOA!!! DEUS NUNCA ESQUECE NEM NUNCA PERDOA!!! É MAIS FÁCIL EXPLICAR ISTO A UMA PAREDE DO QUE ÀS SENHORAS DA SEGURANÇA SOCIAL!
Transferencias fraudulentas
Exmos. Senhores da DECO Proteste, Venho solicitar a vossa intervenção urgente e apoio jurídico em caso de fraude bancária não autorizada (PSD2) contra o Banco Santander Totta, S.A., com negação indevida de reembolso. Resumo dos fatos: - Em 28/02/2026, o meu telemóvel iPhone foi roubado desbloqueado em São Paulo (Brasil), em contexto de ameaça física (detalhado no B.O. policial brasileiro anexado). - O dispositivo permitiu acesso imediato à conta apesar de Face ID ativado (forçado na hora do roubo), resultando em transferências imediatas não consentidas no total de 14.800€ (detalhes: 8.000€, 6.400€, 400€). - Reportei o roubo e fraude imediatamente ao banco (SuperLinha/Atenção ao Cliente), procedendo ao bloqueio da conta e cartões. - Apresentei reclamação formal por email em 01/03/2026 (ref. NS 119930026), anexando B.O., prints das transações e cronologia. - Em 02/03/2026, recebi promessa de "seguimento imediato" (Carla Ribeiro), mas sem resposta substantiva. - Apresentei reclamação ao Banco de Portugal (referência PCB [insira se tiver]), aguardando análise. - no dia de hoje o Santander negou reembolso alegando autenticação forte (credenciais + Push OTP) e negligência grosseira minha (art. 115.º n.º 4 DL 91/2018), sem provar como terceiros obtiveram acesso (roubo físico + coerção explica OTP no meu telemóvel). Não houve reembolso provisório imediato (obrigatório PSD2 até 1º dia útil após notificação válida). Argumentos: - O ónus da prova da negligência grosseira é do banco (jurisprudência TR e BdP: roubo físico + autenticação forçada não é grosseira; PSD2 protege vítima salvo culpa escandalosa comprovada). - Falha de diligência do banco: não monitorou operações pós-reporte de roubo. - Histórico impecável como cliente há +10 anos (duas hipotecas, bom pagador) reforça ausência de negligência. - Valor total defraudado: 14.800€ (com possibilidade de extensão para outros danos). Pedido à DECO Proteste: 1. Intervenção imediata junto do Banco Santander Totta para reversão da negação e reembolso imediato/provisório do total (14.800€) nos termos PSD2. 2. Análise da resposta do banco e apoio na contestação (prova de negligência grosseira não apresentada). 3. Orientação sobre escalada (Livro de Reclamações, tribunal) e eventual referência a advogado parceiro que trabalhe com sucesso da causa. 4. Aconselhamento sobre direitos adicionais (danos morais, compensação por falha de segurança). Anexo: - B.O. policial brasileiro. - Emails trocados com o banco (incl. reclamação inicial e negação). - Referência da reclamação no Banco de Portugal. - Prints das transações fraudulentas. Agradeço análise urgente e contacto para esclarecimentos (5511-97684-0334] ou email Adrianovieiraromano@gmail.com). Com os melhores cumprimentos, Adriano Carlos Romano NIF 287 431 517
ALTERAÇÃO DA TIPOLOGIA DA CONTA
Ex. Mos Senhores, A 18/03/2026, e na qualidade de Procurador de uma pessoa com deficiência motora, com 80% de incapacidade, que se desloca em cadeira de rodas, dirigi-me ao Balcão da Caixa Geral de Depósitos de Vila Franca de Xira, para alterar a tipologia da conta à ordem para uma conta de "Serviços Mínimos Bancários", e foi-me exigido, que deixasse o original da Procuração, ou em alternativa, que entregasse uma cópia autenticada da mesma pela Notária. Esta situação já se arrasta desde o ano passado, quando tentei fazer a mesma coisa, e com a Procuração que possuía, não aceitaram, porque a mesma não fazia menção ao nº da conta, e não dizia expressamente, que eu tinha poderes para alterar a tipologia da conta, razão pela qual, foi efetuada uma nova Procuração a semana passada, tendo os elementos que estavam em falta. A pessoa que represento, teve que se deslocar ao Cartório Notarial de Vila Franca de Xira, num transporte próprio dos Bombeiros de Azambuja, teve que se pagar 48€ do transporte, mais os 49,82€ da nova procuração. Falei com a gerente do balcão, e a mesma disse-me que era uma norma interna do banco. Não se percebe estas situações, também não se percebe qual é a atuação do Banco de Portugal nestes casos, a verdade é que, os consumidores estão a ser lesados, manipulados, e obrigados a despender mais dinheiro só porque as instituições têm normas internas que se sobrepõem às do regulador. Se para uma pessoa em condições normais, esta já era uma situação inaceitável, para uma pessoa com deficiência motora e reformada por invalidez é ainda mais grave. Peço a vossa ajuda.
Fraude Bancária
Exmos. Senhores, Gostaria de expor uma situação em que fui vítima de fraude bancária em 04/11/2025, por meio da utilização abusiva dos dados do meu cartão bancário Visa Debit ****3100, do Banco CTT, para transações efetuadas a partir da minha conta (IBAN CONTA: PT50 0193 0000 11507000591 18), para as quais não efetuei qualquer tipo de validação e de solicitar a vossa ajuda e aconselhamento na resolução desta situação. Considero que as explicações dadas para o sucedido pelo Banco CTT não foram suficientes, assim como não foi disponibilizada pelo banco qualquer prova que evidencie a validação para as transações em causa, com os elementos de validação forte, efetuada por mim. A razão pela qual não vos enviei a reclamação mais cedo foi por desconhecimento da minha parte de que poderia reclamar também junto de vós e solicitar ajuda. Em anexo envio: - Declaração do registo na Polícia Judiciária; - Carta recebida pelo Banco CTT (de 17/11/2025) em resposta à reclamação efetuada ao balcão a 05/11/2026; - Carta enviada ao departamento de reclamações do BANCO CTT a 19/11/2025, com nova reclamação; - Email com confirmação de submissão de reclamação no Livro de Reclamações a 19/11/2025; - Resposta final do Banco CTT de 11/12/2025; Obrigada pela atenção. Cumprimentos, Inês Moço
Assunto: Reclamação formal – Irregularidades graves
Exmos. Senhores, Apresento reclamação formal relativamente à minha conta no Millennium bcp. Fui notificado de incumprimento, encontrando-me atualmente desempregado, situação já anteriormente comunicada sem qualquer apoio ou solução apresentada. É-me ainda imputado um crédito que alegadamente solicitei, porém não existe qualquer prova documental, contrato ou registo válido, tendo inclusive colaboradores do banco demonstrado desconhecimento sobre o mesmo, o que levanta sérias dúvidas quanto à sua legalidade e admite eventual atuação dolosa. Verificaram-se também movimentos não autorizados, incluindo transações que não reconheço, evidenciando falhas graves de segurança, apesar de situações anteriores semelhantes. Exijo: - Prova documental do alegado crédito; - Investigação das irregularidades e transações não autorizadas; - Anulação de quaisquer valores não comprovados. Na ausência de resposta fundamentada, recorrerei ao Banco de Portugal e aos meios judiciais, incluindo pedido de indemnização. Com os melhores cumprimentos, Francisco Daniel Ornelas Martins
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