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Reclamação de rebocagem do carro
Venho por este meio apresentar a minha reclamação relativamente à contratação dos serviços da empresa Parques Tejo. No passado dia 8 de setembro de 2016, após sair do trabalho, dirigi-me para o meu carro que estava estacionado no parquímetro 0332, zona vermelha, entidade Oeiras. Quando cheguei ao lugar onde tinha estacionado o carro pelas 9h desse dia, o carro tinha desaparecido. Perante tal situação e uma vez que tinha efectuado o pagamento da avença semanal no dia 7 de Setembro, liguei para o número do Parques Tejo para tentar perceber o sucedido. O senhor Nuno Soares informou-me que o carro tinha sido rebocado e que se encontrava no Parque de Estacionamento Subterrâneo do Centro Cívico de Carnaxide. Ao confirmar o pagamento da avença semanal efetuada na aplicação PaySimplex, descobri que ao alterar a matrícula do carro, tinha-me enganado numa das letras da mesma. Assim, o modelo registado era Renault e a matrícula era 68-90-TB e, no dia 8/09/2016, registei a matrícula 68-90-TV, modelo Renault. Uma vez que por um erro humano, uma das letras da matrícula estava enganada, o senhor Tiago Gonzaga não foi capaz de confirmar no seu sistema que a avença estava paga e consequentemente o parquímetro para o carro com matrícula 68-90-TB. Quando se regista na aplicação a matrícula do carro, é também obrigatório registar o modelo e o número do parquímetro mais próximo que se encontra do estacionamento. Por isso, acredito que com boa vontade, ter-se-ia evitado este mal-entendido, pois penso que não seja assim tão difícil ver a falha humana, que um simples telefonema teria resolvido sem transtornos. Devido a esta falha, o carro foi rebocado, sem aviso, e fui obrigado a pagar trinta euros da contraordenação, oitenta e cinco euros pela remoção paga no depósito e vinte euros de parqueamento, num total de 130 euros. Pelos factos expostos e uma vez que é possível ver no sistema informático da Empresa Parques Tejo que a avença semanal foi paga e nenhuma contraordenação foi executada, gostaria que me devolvessem o meu dinheiro.Uma carta igual a esta foi enviada para a ANSR juntamente com um formulário de defesa.
Queixa mediação na venda de um imóvel
Venho por este meio detalhar o motivo pelo qual fiz uma reclamação no livro na agencia Plano B em Odivelas, tratando-se de uma imobiliária esperei ser tratado e apoiado a todos os níveis na compra da habitação, mas não se verificou. Vi um imóvel com a Sra Conceição e gostei, mostrei o meu interesse, fiz a minha proposta e negociamos o valor. Fomos á agencia para formalizar a promessa de compra-venda na qual me tinha comprometido a pagar o sinal no valor de 10000€ que me foi impossibilitado depois de me dirigir a 3 bancos e estes terem problemas na emissão de cheques, para não me atrasar na hora marcada fui então realizar a promessa de compra-venda e avise sobre este problema, solucionando- o com duas opções poderiam aguardar para ir a outro banco perto da agencia imobiliária e assim tentar mais uma vez retirar o cheque ou eu sinalizava apenas com 2500€ sendo o valor máximo permitido para a transferência bancaria. Foi aceite a segunda opção e procedeu-se a leitura e assinatura da promessa, neste ato conheci a diretora da agencia, D Paula Lopes. Depois deste processo fui-me dirigindo a diversas instituições bancarias afim de conseguir as melhores condições de crédito, e assim que decidi qual a instituição a que me ia dirigir para formalizar o pedido, ainda não tinha quais quer documentos para o fazer. Solicitei então por email que me fossem enviados com brevidade, uma vez que tanto eu como os Srs vendedores tinha urgência. Foram-me então enviados documentos desatualizados e incorretos, pedi solenemente a retificação dos mesmos e foi então que o meu contacto passou a ser só com a diretora Paula e não com a mediadora Conceição, nos primeiros contactos para alem dos documentos desatualizados também me foi dada uma planta que em nada correspondia a realidade do imóvel que me prometera a comprar, por absurdo ate tinha um elevador dentro do imóvel, e apos a diretora me dizer que não havia outra planta era só aquela e unicamente aquela eu não concordei em entregar ao banco um documento que atempadamente sabia ser falso. Pedi aconselhamento na DECO, a jurista que me apoiou disse para pedir a emissão da planta atualizada e atribuir um prazo de 5dias posto isto o contrato de promessa compra-venda indicava que a vendedora tinha de retribuir em dobro o valor do sinal. Durante estes 5 dias troque emails com a diretora que enviou varias plantas não correspondendo nenhuma ao imóvel, chegando mesmo a enviar um esboço feito á mão, atitudes inadmissíveis para uma solução tao simples como emitir uma planta atual. Apos varias trocas de emails totalmente desagradáveis consegui a planta que ia de encontro ao que vi no imóvel. Procedia a entrega dos documentos no banco para se realizar a avaliação do imóvel e assim saber todas as condições de financiamento possíveis. Para a entrega destes documentos aguardei mais 20 dias pela emissão do certificado energético, documento necessário para a instituição bancária e que a D Paula insistia ser para já dispensável, significa que o imóvel estava venda, foi realizada a promessa compra-venda e o certificado ainda não tinha sido pedido, e só o foi após muita insistência da minha parte. Demorando 20 dias a chegar o certificado provisório para entrega no banco. A imobiliária deveria certificar-se que a habitação não se encontrava penhorada ou com dividas que fossem desagradáveis ao negocio, mas não o fez. Não sendo experiente nestes negócios, e sendo a primeira vez que fazia uma compra do género fui obrigado a contactar uma advogada para me certificar que compraria um imóvel sem quaisquer problemas associados a nível burocrático e também certificar-me sobre os meus direitos, nomeadamente ter acesso a uma planta atual. Tive o avalo positivo pela parte da advogada e assim prossegui. Passaram muitos dias e nunca mais fui contactado pela imobiliária, não sabia se a avaliação já tinha sido feita ou como ia o processo. Quando passados alguns dias recebo o feedback muito positivo do banco, ou seja, foi através do gestor de conta que tomei conhecimento que a avaliação já tinha sido realizada. Posto isto, obtive a aprovação do crédito habitação em condições favoráveis, era hora de formalizar o pedido. Quando o banco liga a dizer que precisam do certificado energético finalizado, pois o que tinha enviado era provisório. Tinham passado meses desde o inicio do processo e a imobiliária ainda não me tinha feito chegar o certificado energético final, documento obrigatório e imprescindível. Para mim, comprador, não deveria ter feito a promessa compra-venda sem ver este documento que me permite noção real da qualidade do ar e competência climatérica do imóvel, por uma questão de bom senso e facilitando todo o processo não exigi ver, nunca pensando que nem tinha sido emitido. Solicite então a diretora e esta demorou mais dois dias ate me entregar, atrasando consecutivamente o processo. Para além de que no mesmo certificado a área útil do imóvel era muito inferior á escrita no anuncio da venda, entreguei os documentos ao banco e pedi esclarecimentos sobre as áreas do imóvel e mais uma vez a D. Paula foi totalmente desagradável, arrogante e soberba. De facto o anuncio dizia que se trata de um imóvel com mais de 100m2 e na realidade pouco mas de 80m2 tinha (escrito no certificado energético onde permite total noção de área útil). Como comprador de um imóvel era interessado em saber as condições deste, mas a Sra Paula acha que o certificado energético é um documento simplesmente burocrático sem importância e prescindível para o negocio, opinião pessoal pouco profissional de uma diretora imobiliária. Durante todo o decorrer do processo as conversas com a diretora eram muito displicentes, diversas vezes fui contactado via telemóvel e a Sra Paula gritava comigo e faltava consecutivamente ao respeito, nunca fui tão mal tratado nem nunca ninguém me falou nos modos e no tom daquela Sra, para além disso foi promovendo consecutivamente o meu desentendimento com os então proprietários do imóvel, fazendo-lhe um parecer a meu respeito muito diferente da realidade. Decidi então cortar contactos telefónicos com a diretora da imobiliária uma vez que a Sra insistia em berrar comigo sempre que me ligava como se tivesse algum motivo ou fossem modos de lidar com os clientes. Esta Sra fez de tudo para ter o mínimo trabalho possível, recusando-se constantemente a entregar-me documentos imprescindíveis para o banco e faltando sempre documentos importantes, como por exemplo: identificação dos vendedores. Em acordo com a vendedora alguns eletrodoméstico e móveis iam ficar na habitação, na promessa compra-venda pedi que ficasse registado, a Sra. disse não ser necessário, isto porque lhe daria muito trabalho e partiríamos todo de um bom senso, aceitei, tal como apenas esta presente um dos proprietários do imóvel que também aceitei mas apos o contacto com a minha advogada fui aconselhado a que o mesmo ficasse registado, e passaram mais semanas até consegui a lista dos eletrodomésticos e moveis que ficavam na habitação. Sempre muita burocracia e complicação nos contactos com a imobiliária. Todos os posteriores emails trocados tinham o conhecimento da minha advogada, e sempre que a diretora do Plano B respondia tirava esse mesmo conhecimento, chegamos ao limite de pedir a Certidão de Casamento dos vendedores e a Sra Paula dizer que não era necessário, depois do gestor de conta ligar a pedir este documento imprescindível, fica notória a negligencia da diretora que constantemente decidia dar a sua opinião sobre o que era ou não necessário em vez de tratar dos documentos pedidos, lamentável tanta incompetência que atrasava consecutivamente todo o processo. Este documento a Sra. diretora recusou-se mesmo a entregar, porque em sua opinião não era necessário. Pois foi contatada pela advogada e também decidiu gritar e ofende-la, envergonhando-me com tanta sobranceria que tratou a advogada. Após mais um episodio lamentável e passados dois dias fez-me então chegar o documento que a advogada assim exigiu. E de igual modo indicar os moveis e eletrodomésticos que ficavam na habitação. Todo os documentos solicitados à imobiliária não foram tratados pela mesma mas sim a vendedora do imóvel que tinha de se deslocar e pagar os mesmos, sendo nulo o trabalho da imobiliária.Informo ainda que após todas estas situações só fui contactado pela Sra da mediação, D. Conceição para esta pedir um adiantamento do sinal de 10000€, quando todo o negocio já não tinha risco de realizar e eu me encontrava totalmente descontente com as atitudes. Não trazia nenhuma vantagem para mim e fui totalmente desaconselhado a faze-lo pela parte da advogada, pois o pedido de adiantamento só foi solicitado depois de todos os avalos positivos do banco, isto é quando se tinha certeza do empréstimo e sem qualquer risco (de devolução em dobro) para o vendedor. Para além de o pedido não vir minimamente justificado, queriam mais dinheiro na hora,” só porque sim”.Com toda a burocracia tartada chegou a hora de marcar a escritura, sempre a pedir brevidade em todo o processo. O banco para agilizar a marcação entrou em contacto com a vendedora não se mostrando esta de imediato disponível uma vez que tinha informado a Sra. Paula Lopes que se a escritura não desse antes do inicio de Agosto só tinha disponibilidade no fim do mês de Agosto, informação que não me foi transmitida. E saliento que o processo se atrasou cerca de um mês, ou mais por incompetência da imobiliária. Ficando novamente numa situação constrangedoras, uma vez que pedi brevidade no processo ao banco.O cumulo que me fez apresentar a devida reclamação foi no ato da escritura a Sra Paula não ter preparados os impostos que eu tinha de pagar, nomeadamente o IMT. Sendo da responsabilidade dela trazer toda a documentação para pagar e se realizar a escritura (isto é, entregar-me as respetivas entidade/referencia/montante antes de efetuar a leitura da escritura a fim de que todos os documentos estivessem preparados), ficando mais uma vez presente a incompetência associada à falta de carater da diretora da imobiliária, que ao aperceber-se que a escritura não se realizava sem esses documentos decidiu rir-se perante todos os presentes. Não sendo capaz de solucionar o problema e correndo o risco de pagar uma escritura não realizada e atrasada por total e incompreensível falta de ética desta Sra. Gentilmente tratou depois a Dra do notário de emitir os documentos, que perlongou muito a leitura e conclusão da escritura. Ficando notório mais uma vez, o modo como a D Paula brinca com o trabalho alheio.
Publicidade enganosa
Em 1 de Abril do corrente desloquei-me ao Body Concept pois tinham um placard na montra em que aparecia a Oceana Basilio e a Body Concept a informar Perca 6 Kl em 30 dias, com 24 tratamentos, por apenas 39,60€.Informaram-me que dava resultado, seriam feitos 3 tratamentos por sessão, só poderia fazer 2 sessões por semana o que levaria cerca de 1 mês.Fiz o mês de Abril mas não vi qualquer espécie de resultado. Dei autorização de débito bancário pois para aceder a este tratamento teria de o fazer durante 6 meses (nada disto constava no placard da montra).Não houve débitos em Maio e Junho (talvez por falta de provisão na conta) mas a verdade é que em início de Julho passado, após uma mensagem SMS da referida empresa para uma reavaliação que não foi feita na altura devida porque a esteticista estava com um problema qualquer (ao qual sou totalmente alheia) dirigi-me à clínica de estética e disse que não estava mais interessada no tratamento pois achava que não dava qualquer tipo de resultado e solicitei que não fizessem mais débitos bancários ao que me informaram que iriam fazer esse pedido (nem sei a quem).A simpatia das senhoras da referida clínica é realmente notória mas a verdade é que no passado dia 28 de Julho foi-me debitado 39,60€, quase um mês depois de ter pedido a anulação do tratamento.Não posso juntar as faturas nem nenhum documento pois nunca nada me entregaram.Darei o caso por encerrado se durante este mês de Agosto me forem creditados os 39,60€ deste mês de Julho (tendo já eu feito a desistência há cerca de 1 mês) e os 39,60€ de 1 de Abril devido à publicidade enganosa
Danos na pintura do veículo após lavagem
No dia 11/07/2016 deixei o meu carro no Centro de Lavagem Automóvel New Wash em Centro Comercial La Vie - Caldas da Rainha para lavagem completa c/ Cera.Após receber sms para levantar o carro, procedi ao pagamento em numerário sem receber a devida fatura. Sai do estabelecimento em direção a posto de combustivel, quando reparei que o verniz do tejadilho da viatura estava danificado. Dei volta ao carro e percebi que havia mais sitios do carro com verniz danificado.Situação que não se apresentava antes da lavagem.Retornei ao Centro de Lavagem automóvel New Wash em Centro Comercial La Vie - Caldas da Rainha, para questionar o que teria acontecido, no entanto a minha questão não foi bem aceite por parte do Sr Dilson, proprietário do franchising, que manteve discurso inadequado, afirmando não se responsabilizar pela situação, e negando participação ao seguro.Posto isto, apresentei reclamação escrita no Livro de Reclamações da empresa.
Inexistência de Senhas Prioritárias no Registo Automóvel
Hoje, dia 13 de Junho por volta das 14h dirigi-me ao serviço da Conservatória do Registo Predial de Oeiras para efetuar alteração da morada no documento de propriedade automóvel acompanhada da minha filha de 1 ano. Foi-me comunicado por uma funcionária no local que não havia qualquer prioridade para assuntos relacionados com alterações ao registo automóvel.Como não podia fazer nada de acordo com esta informação, retirei uma senha normal. Tinha 20 pessoas à minha frente. Uma vez que ia acompanhada da minha filha que ainda dorme sestas, usa fraldas, etc., não pude esperar tanto tempo para ser atendida ou para deixar uma reclamação no local e vim-me embora. Não me foi dada qualquer alternativa pela funcionária senão esperar.De acordo com o publicado no site da DECO: Segundo o Decreto-Lei nº 135/99, de 22 de abril, este direito (atendimento prioritário) é concedido a idosos, doentes, grávidas, pessoas com deficiência ou acompanhadas com crianças de colo ou casos específicos nos serviços públicos. Não entendo porque existe descriminação de acordo com o assunto que pretendemos resolver neste serviço público.Obrigada.
Encomenda perdida RU773520173GB
Ja nao e' a primeira vez que tenho problemas com as encomendas que envio do reino Unido para cabo Verde, que passam pelas maos da GLS. Os problemas acontecem sempre, inevitavelmente, com a GLS. Neste caso, como em tantos outros que fui tendo ao longo dos anos, enviei a encomenda RU773520173GB de Norwich, Reino Undo, no dia 1 de Junho, e esta foi dada como despachada para Portugal pelos sites nacionais e internacionais de tracking no dia 2 de Junho. Entretanto foi entrege a GLS, voltou para tras (?) e dia 8 de Junho saiu novamente do Reino Unido, tendo voltado a chegar as maos da GLS. Como eu ja disse, esta situacao acontece constantemente, nao me lembro de uma unica encomenda que eu tenha enviado para cabo Verde que nao tenha sofrido atrasos ao passar pelas maos da GLS. E nao adianta reclamar com ninguem, pois ja o fiz imensas vezes, ate perdi a conta, por telefone, por email, etc. De cada vez que lhes digo que ha atrasos com alguma encomenda, eles descartam-se da sua responsabilidade e dizem que a culpa e' da Royalmail no Reino Unido. Quando eu contacto a Royalmail eles tambem se descartam das responsabilidades e dizem que a culpa e' da GLS em Portugal. Ja tive encomendas que voltaram para tras, encomendas que demoraram dois meses ate chegar a Portugal (!) antes de seguir para Cabo Verde, enfim, os problemas sao mais que muitos, constantes, incompreensiveis, e as empresas recusam-se a cooperar e a resolver os problemas. Depois das encomendas sairem das maos da GLS (penso que passam para os CTT) e sairem de Portugal para Cabo Verde, deixam de haver problemas. Nunca tive problemas com qualquer encomenda no percurso Portugal - Cabo Verde (a segunda parte da viagem entre o Reino Unido e Cabo Verde). Os problemas acontecem sempre, todos, entre o Reino Unido e Portugal, e sao sempre culpa da GLS.Podem observar os movimentos da dita encomanda em varios sites: https://www.royalmail.com/track-your-itemhttps://gls-group.eu/PT/pt/gls-tracking?match=RU773520173GBhttp://www.ctt.pt/feapl_2/app/open/objectSearch/objectSearch.jspx?lang=defe o melhor de todos, um site internacional:http://www.trackitonline.ru/?service=trackSendo que este ultimo e' o unico que contem informacao detalhada sobre o estado da encomenda e que indica as voltas que a encomenda andou a dar entre Heathrow e Lisboa a conta da GLS.
Avaria no veículo aquirido
Eu, Ângelo Emanuel Pinto Cunha, venho por este meio apresentar a minha reclamação referente ao veículo Seat Ibiza, matrícula 08-LP-97, comprado na Filinto Mota (Guimarães) em Janeiro de 2015(usado).Em maio de 2015, entreguei o meu carro nas instalações em Guimarães, para verificação de anomalia: luz do filtro de partículas e do motor ligadas. Apesar de ter pedido, não tive acesso ao relatório da intervenção que foi feita, pois o Sr. Sérgio Carvalho(responsável automóveis usados) não autorizou a sua cedência!O que me transmitiram é que colocaram um filtro de partículas novo,não percebo o porquê da não cedência.Estão a esconder alguma coisa???Essa reparação não tem 2 anos de garantia de acordo com a lei?Em Fevereiro/16, a mesma anomalia apareceu. Contactei o Sr. Luís Fernandes (pessoa responsável pela venda do carro), que agendou uma reunião com o seu superior, Sr. Sérgio Carvalho. Este aceitou que o carro fosse entregue na Filinto Mota, para análise, apesar de, segundo ele, não estar abrangido pela garantia. Ficou acordado não ser feita qualquer intervenção com custos para mim, sem me contactarem primeiro.O carro foi entregue na Filinto Mota em Guimarães no dia 16/02/16. Foi verificado na Bosch em Braga (que pertence à Filinto Mota), que por sua vez o levou à SDA em Braga. Aí teve uma intervenção, com o aval da Filinto Mota. Estes passos foram sempre transmitidos pelo Sr. Luís Fernandes, que inclusive disse que pensava não haver custos, uma vez que não me tinham pedido autorização para fazer nada.No entanto, para poder levantar o meu carro no dia 26/02/16, tive que pagar 100€, sob pena de não o trazer se não o fizesse. O sr. Luís Fernandes, por ordem do Sr. Sérgio Carvalho, disse que a Filinto Mota pagava metade da fatura, mas o cliente tinha que pagar a outra metade. Apesar de não concordar, porque o carro tinha tido uma intervenção no ano anterior pela mesma anomalia e como reapareceu é sinal que não foi resolvida como deveria, a vontade de ter o assunto encerrado e o carro nas mãos fez com que cedesse e pagasse o valor.No dia 29/02/16 voltou a acender a luz do filtro de partículas. Contactei novamente o Sr. Luís Fernandes, que deu indicações para levar o carro à Filinto Mota. No dia 01/03/16 foi lá entregue. O carro voltou a ser levado para a SDA em Braga. No dia 11/03/16, fui buscá-lo à Filinto Mota. Passado 6 semanas a luz do filtro de partículas acendeu. Tentei fazer a regeneração na estrada, tal como me foi dito, mas como sempre não resultou. Poucos dias depois, a luz do motor também acendeu.Contactei o Sr. Luís Fernandes, que após falar com o seu superior, me disse para pegar na fatura da reparação e me dirigir à SDA em Braga, porque não poderiam fazer mais nada. Ora a fatura foi emitida à Filinto Mota, não a mim No entanto estão a esquecer que também temos uma fatura emitida pela Bosch nº 2.016/ 21.036.930 de 21/03/2016 se nos mandam ir a SDA por causa da garantia esta não terá??? A Filinto Mota não pode “lavar as mãos” deste assunto. É um problema que existe desde o ano de compra do carro e vocês são responsáveis pela forma de como ele me foi vendido. Não é um problema de desgaste, caso fosse já estaria resolvido…por isso, deve ser um problema muito mais grave,Quando a SDA não consegue resolver o problema imaginem a gravidade da situação... mas que tem que ser solucionado por vocês. O Sr. Sérgio Carvalho disse-me que esta venda já lhe estava a dar mais prejuízo que lucro. Imaginem para quem o comprou? Sinto-me roubado….Fiquei sem carro de todas as vezes que o entreguei à Filinto Mota, nem a decência de me emprestarem um carro tiveram. Em 2015 disseram que a garantia não cobria, em 2016 disseram que já não estava dentro de garantia…nem houve coerência na resposta!Se for possível gostaria que me facultassem todos os dados relativos com o contrato de compra e venda!Já apresentei queixa no vosso livro de reclamações( nº 22247352) no dia 16/05/2016, e o carro continua na mesma situação!
Carro rebocado no Sr Roubado
Venho por este meio solicitar o seguinte esclarecimento: Ontem dia 31/05 estacionei o meu carro , por volta das 06:30, ao lado do parque do Sr Roubado, onde já havia mais carros estacionados e sempre houve, quando chego à noite não tinha carro!!! Certo que nunca estacionei ali uma vez que temos o parque mas como ainda havia um lugar pensei que o poderia fazer. Pelos vistos não e verifiquei que é um local para cargas e descargas de tempos não superiores a 15 min... se é novo não sei. Só sei que chegar e não ter carro causou-me um transtorno tremendo na minha vida! Fui direta ao posto da polícia e foi quando me informaram que o meu carro estava no parque municipal D Dinis (qualquer coisa assim) e que teria que pagar por volta dos €90 e multa (??????????). Ontem já não consegui ir resolver esta situação mas hoje tenciono ir, apesar não ter possibilidades para pagar este prejuízo, mas o que eles têm a ver com isso!?!?!?! NADA!!! É o dinheiro mais fácil de ganhar!!!Nesta situação questiono: só tenho hipótese de pagar me dinheiro ou posso efetuar uma transferência bancária?Nota: hoje dia 01/06 às 06: 30 estavam no mesmo local uns 10 carros! Foram todos rebocados?! Se calhar deveria ter lá ficado sentada a averiguar a situação!obrigada
Pedido Declaração para levantamento período de carência
Pedi a anulação do seguro de saúde das minhas filhas à data de 1 Maio 2016 e pedi nessa altura uma declaração que indicasse as coberturas e capitais da apólice de ambas, bem como a data de anulação do seguro para que a multicare aceitasse o levantamento do período de carência. O primeiro pedido foi feito a 20 Abr via telefone e por escrito a 23 Abr. Até à data, enviaram-me os termos e condições, que já informei que não são suficientes, bem como o meu pedido de anulação, em vez de um comprovativo de anulação. O GNB seguros não responde aos meus pedidos incessantes e urgentes relatiovamente a esta situação e neste momento já estou com despesas dispendiosas e as minhas filhas continuam sem o período de carência levantado, por causa de uma declaração que não acedem a passar com a informação que solicitei em diversas situações. Neste momento, as minhas filhas estão a ser prejudicadas por não lhes poder prestar o melhor serviço de saúde possível, razão pela qual as coloquei num seguro de saúde.O call center que deveria dar seguimento aos assuntos solicitados, não resolve nada, nem parece dar seguimento aos pedidos.
Aproveitamento financeiro face à avaliação bancária do imóvel na Av. do Brasil nº 145
A minha queixa e a do meu marido recaí sobre a entidade Remax Latina, situada na Avenida Casal Ribeiro nº 12B. A situação é a seguinte: Foi feita uma proposta a um imóvel que a Remax Latina estava a comercializar na Avenida do Brasil, nº 145 de 270 000€. A proposta foi aceite sem reserva, com o acordo entre ambas as partes que, caso aparecesse propostas superiores, era-nos dado a prioridade de contrapropor ou de desistir da proposta. Da nossa parte, iniciou-se o processo junto ao banco para realizar o pedido de avaliação do imóvel. No dia 17 de Março somos contactados pelo banco para dar o contacto dos agentes imobilarios envolvidos para realizar a avaliação. Nesse mesmo dia, a Sra Carla Esteves (consultora imobiliária, representante da Remax Latina) envia um e-mail ao consultor imobiliário que nos estava a representar (Sr. Telmo Gomes, da Remax Radial) a mencionar que tinha recebido duas propostas superiores, sendo que o contrato de promessa compra e venda de uma delas iria realizar-se de imediato no dia 19 de Março. Posto este facto, decidimos não cobrir a proposta. Contudo, ficou o compromisso que caso as propostas não avançassem no decorrer desse fim de semana, a Srª Carla Esteves deveria contactar o Sr. Telmo Gomes a informar da situação, para que a nossa proposta pudesse permanecer. Como o mesmo não aconteceu, concluiu-se que a reserva do imóvel teria sido feita por outros clientes.Contudo, na segunda-feira, dia 21 de Março, a Srª Carla Esteves foi contactada pelo avaliador do banco Santander (relativamente ao nosso processo), para agendamento da Avaliação. A Srª Carla Esteves nunca comunicou ao seu colega Telmo Gomes, nem a nós enquanto clientes a informar do sucedido. Fomos informados da situação no dia 23 de Março de 2016, quando o Engenheiro responsável pela avalição liga ao Sr. Telmo Gomes por engano, chegando à conclusão que a avaliação do imóvel da Avenida do Brasil tinha sido feita.Após detectarmos a situação, a Srª Carla Esteves nada mais comunicou acerca do imóvel, aproveitando-se da avaliação para aumentar o valor de venda do imóvel no site da Remax por mais 9 mil euros.Posto isto, agendamos uma reunião com a Remax Latina, com a presença do Sr. Ricardo Fonseca (responsável), os clientes (eu e o meu marido) e o Sr. Telmo Gomes. A Srª Carla Esteves não compareceu. Foi pedido à Remax Latina que nos reembolsasse do valor da avaliação do imóvel por considerarmos que houve um aproveitamento financeiro da mesma instutuição ao qual nos foi negado.Deste forma, queremos apresentar queixa sobre esta entidade a fim de apurar responsabilidades.
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