Reclamações públicas
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Cobrança fraudulenta
Aluguer de viatura na sixt aeroporto Porto, no dia 11 de setembro. Registo de todos os danos do veiculo em fotos e video. Retorno no dia 12 de setembro. Na recepção não havia nenhum funcionário disponível para confirmar o estado no momento da entrega. No dia 13 de setembro é entregue um relatório por mail, com 4 danos e nivel de combustivel com os quais estou em completo desacordo. Tive o cuidado de ligar imediatamente para pedir defesa, não me foi disponibilizada nenhuma possibilidade nem por telefone nem fisicamente na sucursal. No dia 14 de setembro foi debitado um valor da minha conta bastante superior ao contratualizado e sem qualquer explicação. Peço por isso esclarecimentos e devolução do valor a cima do valor do contrato, pondo em questão a seriedade e legalidade do procedimento.
Pedido de apoio — padrão de encomendas danificadas/incompletas e recusa de reembolso
Exmos. Senhores, Venho solicitar o apoio da DECO relativamente a um conjunto de problemas recorrentes com a Uber Eats Portugal, Unipessoal, Lda. (NIF 516248022), que não tenho conseguido resolver diretamente com a empresa apesar de múltiplas tentativas. Caso 1: Encomenda de supermercado (Auchan) que chegou com um frasco de vidro de mel partido, contaminando todos os restantes produtos com vidro e mel. Os cogumelos incluídos apresentavam bolor e a manteiga de amendoim entregue não correspondia ao produto encomendado. Devido à contaminação e aos alimentos estragados, tive de deitar fora toda a encomenda. O estafeta reconheceu a falha do supermercado no acondicionamento e informou que seria enviada uma segunda encomenda gratuita, que nunca chegou. Contactei o apoio ao cliente mais de quatro vezes, tendo sido reembolsado apenas 10€ (preço do mel), sem reembolso do valor total nem qualquer explicação adicional. Caso 2: Apresentei reclamação sobre o Caso 1 através do Livro de Reclamações Eletrónico. A Uber Eats respondeu classificando a reclamação como "resolvida", o que não corresponde à realidade — nunca recebi reembolso adicional, resposta fundamentada ou qualquer resolução efetiva. Caso 3: Numa encomenda subsequente da Auchan, recebi apenas metade dos produtos encomendados, sem qualquer explicação para os produtos em falta. O apoio ao cliente recusou o reembolso, alegando apenas que a encomenda "não é elegível para reembolso", sem fundamentação. Atualmente também não consigo abrir novos pedidos de apoio na aplicação relativamente a este caso. Considero que, no seu conjunto, estes casos demonstram uma prática recorrente por parte da Uber Eats de entregas incompletas ou danificadas, recusa sistemática de reembolso adequado, e encerramento indevido de reclamações sem resolução real — o que me parece configurar uma prática comercial desleal. Solicito a mediação da DECO junto da Uber Eats Portugal para obter: O reembolso total da primeira encomenda (descontado o valor já reembolsado de 10€); O reembolso total da encomenda entregue apenas parcialmente; Uma resposta séria e fundamentada da empresa, em vez do encerramento automático de reclamações. Tenho documentação disponível (capturas de ecrã das conversas com o apoio ao cliente, fotografias dos produtos danificados, e a reclamação anterior no Livro de Reclamações) e posso enviá-la se necessário. Com os melhores cumprimentos, Anders Federico Bragee +351931623931 15/09/2026
Pedido de investigação urgente — Tesla ficou trancado após acidente grave com família a bordo
Exmo(a). Sr(a). Jornalista, Venho por este meio relatar um incidente grave que pode ser do interesse público, tendo em conta a atenção mediática recente sobre os puxadores/fechos das portas da Tesla na Europa. No dia 10.09.2026, sofri um acidente grave com o meu Tesla Model Y. Um veículo que circulava em sentido contrário invadiu a nossa faixa e colidiu lateralmente connosco com tal força que a roda traseira esquerda se soltou completamente, sendo o nosso carro projetado contra a berma. Por sorte, eu, a minha esposa e a nossa filha de 3 anos saímos praticamente ilesos, com apenas alguns arranhões. No entanto, quando o carro parou, tentámos sair imediatamente — e as portas não destrancaram. Tentei destrancar através do ecrã, coloquei o carro em Park e tentei novamente, sem sucesso. A minha esposa também tentou abrir a porta do lado do passageiro, que não tinha danos visíveis, sem conseguir. Ouvia-se um som semelhante a um silvo vindo do veículo, o que aumentou o pânico, com receio de incêndio ou explosão. Acabámos por conseguir sair através da bagageira, aberta através do ecrã central, afastando-nos rapidamente do veículo. Adicionalmente: Nenhum airbag disparou, nem sequer do lado do impacto. Não foi acionada qualquer chamada de emergência automática (eCall). O veículo foi rebocado para o Centro de Serviço Tesla no Porto. Contactei a Tesla Portugal através do canal oficial de apoio ao cliente a 11.09.2026, mas até agora não obtive qualquer resposta. Dada a gravidade do sucedido — e o facto de as portas não destrancarem ser um problema que já está a ser investigado por reguladores europeus noutros casos semelhantes — considero importante que este caso seja conhecido publicamente. Tenho fotografias, o relatório policial e disponibilidade para fornecer mais detalhes ou uma entrevista, caso seja do vosso interesse. Fico ao dispor para qualquer esclarecimento adicional. Com os melhores cumprimentos, Nikolaus Friedl Tel: 930641791 Email: friedl@webadvi.se Seixas (Caminha)
Chegamos ao hotel e não havia reserva
Efetuámos uma reserva de alojamento através da eDreams para o The Pearl Tróia, para o período de 14 a 18 de setembro de 2026, tendo efetuado o respetivo pagamento e recebido a confirmação da reserva por email. No dia 14 de setembro, chegámos ao hotel pelas 15h00, após uma viagem de aproximadamente 6 horas, e fomos informados de que não existia qualquer reserva em nosso nome no sistema do hotel. Contactámos imediatamente a eDreams e, apesar de termos contactado os seus serviços três vezes, fomos sucessivamente informados de que deveríamos aguardar. O hotel confirmou que não tinha recebido qualquer reserva da eDreams. Posteriormente, a própria eDreams reconheceu que a reserva existia e que a situação resultava de um erro da sua parte. Foi-nos garantido pela eDreams que a situação seria resolvida ainda nesse dia. No entanto, deixaram o escritório encerrar sem apresentar qualquer solução, pelo que ficámos sem alojamento para passar a noite, apesar de termos uma reserva confirmada e já paga. Consideramos esta situação extremamente grave, uma vez que ficámos sem um local onde dormir, longe da nossa residência, devido a um erro que a própria eDreams reconheceu como sendo da sua responsabilidade. Para além dos transtornos causados, fomos obrigados a lidar com uma situação de grande incerteza e sem qualquer apoio ou solução adequada por parte da empresa. Dispomos de confirmação da reserva, comprovativo de pagamento e registos dos contactos efetuados com a eDreams, incluindo a confirmação de que o problema resultou de um erro da própria empresa. Pretendemos que a DECO PROteste nos auxilie na defesa dos nossos direitos enquanto consumidores e na obtenção de uma solução por parte da eDreams, incluindo o ressarcimento das despesas e prejuízos causados pela falha na prestação do serviço, nomeadamente quaisquer custos que tenhamos tido de suportar para conseguir alojamento. Solicitamos ainda orientação sobre os nossos direitos e sobre os procedimentos que devemos adotar para exigir da eDreams a devida responsabilização pelo ocorrido. Anexado vai o comprovativo da confirmação de reserva por parte da Edreams, o comprovativo do pagamento e ainda um email que foi solicitado à receção do devido hotel confirmando que não tinham recebido qualquer tipo de reserva por parte da Edreams.
Atraso significativo na recepção de encomenda
Venho por este meio apresentar uma reclamação relativamente ao actual estado da minha encomenda que se encontra sem qualquer atualização desde o dia 02 de Setembro, no Centro Operacional de Lisboa. Na tentativa de obter esclarecimento sobre o atraso, contactei o apoio ao cliente através de formulário, no dia 10 de Setembro. Inicialmente, recebi uma resposta quase automatizada, contendo informação à qual tenho acesso a partir do meu próprio login na plataforma CTT. Retornei o e-mail pedindo mais esclarecimentos, e ajuda para localizar a encomenda e reencaminhá-la para o seu último destino – a minha posse – e sugeriram-me que fizesse o remetente, que está localizado na República Checa, abrir queixa. Ora, sendo que a encomenda se situa neste momento em solo português, nas mãos dos CTT em Portugal, envolver o remetente não irá solucionar o problema no prazo urgente. Retornei o e-mail e ainda aguardo resposta. Neste momento, a recepção da encomenda tornou-se urgente. Ela foi-me enviada com tempo suficiente para chegar à minha localização dentro do prazo que teria de chegar. Requiro, portanto, que a encomenda seja despachada nos próximos três dias úteis, até 5ª-feira, 17 de Setembro, bem como uma explicação para o atraso significativo nas actualizações e processamento da encomenda. Caso facilite, encontro-me disponível para levantar a encomenda junto do centro de processamento operacional dos CTT por forma a conseguir obtê-la dentro do prazo urgente. Para além da informação contraditória prestada, considero ainda inaceitável a forma como estou a ser ‘gerida’ pelo apoio ao cliente dos CTT, que parece mais importar-se em ‘despachar’ clientes do que de facto prestar apoio. Face ao exposto, solicito que me seja esclarecido o motivo concreto pelo qual a encomenda se encontra retida sem qualquer movimento há quase um mês, bem como a sua localização e situação atual dentro da rede dos CTT. Considero particularmente preocupante que, apesar das diversas tentativas de contacto realizadas ao longo deste período, não me tenha sido prestada qualquer informação nova ou esclarecimento efectivo. Agradeço, por isso, uma resposta célere e uma resolução urgente da situação, bem como uma explicação adequada para o atraso verificado e para a ausência de informação e acompanhamento por parte dos CTT durante este período.
Atraso significativo na recepção de encomenda
Venho por este meio apresentar uma reclamação relativamente ao actual estado da minha encomenda que se encontra sem qualquer atualização desde o dia 02 de Setembro, no Centro Operacional de Lisboa. Na tentativa de obter esclarecimento sobre o atraso, contactei o apoio ao cliente através de formulário, no dia 10 de Setembro. Inicialmente, recebi uma resposta quase automatizada, contendo informação à qual tenho acesso a partir do meu próprio login na plataforma CTT. Retornei o e-mail pedindo mais esclarecimentos, e ajuda para localizar a encomenda e reencaminhá-la para o seu último destino – a minha posse – e sugeriram-me que fizesse o remetente, que está localizado na República Checa, abrir queixa. Ora, sendo que a encomenda se situa neste momento em solo português, nas mãos dos CTT em Portugal, envolver o remetente não irá solucionar o problema no prazo urgente. Retornei o e-mail e ainda aguardo resposta. Neste momento, a recepção da encomenda tornou-se urgente. Ela foi-me enviada com tempo suficiente para chegar à minha localização dentro do prazo que teria de chegar. Requiro, portanto, que a encomenda seja despachada nos próximos três dias úteis, até 5ª-feira, 17 de Setembro, bem como uma explicação para o atraso significativo nas actualizações e processamento da encomenda. Caso facilite, encontro-me disponível para levantar a encomenda junto do centro de processamento operacional dos CTT por forma a conseguir obtê-la dentro do prazo urgente. Para além da informação contraditória prestada, considero ainda inaceitável a forma como estou a ser ‘gerida’ pelo apoio ao cliente dos CTT, que parece mais importar-se em ‘despachar’ clientes do que de facto prestar apoio. Face ao exposto, solicito que me seja esclarecido o motivo concreto pelo qual a encomenda se encontra retida sem qualquer movimento há quase um mês, bem como a sua localização e situação atual dentro da rede dos CTT. Considero particularmente preocupante que, apesar das diversas tentativas de contacto realizadas ao longo deste período, não me tenha sido prestada qualquer informação nova ou esclarecimento efectivo. Agradeço, por isso, uma resposta célere e uma resolução urgente da situação, bem como uma explicação adequada para o atraso verificado e para a ausência de informação e acompanhamento por parte dos CTT durante este período.
800 Gondomar NÃO CUMPRE HORÁRIO
O autocarro 800 sentido gondomar que supostamente passa no campo 24 de agosto pelas 8:03h e 8:13h falham constantemente. Durante esta semana ainda não houve nenhum em cumprimento de horário (14/09 e 15/09) levando a uma espera de mais de meia hora na paragem e ter de pagar ubers para o trabalho, que é altamente despendioso e não pode ser rotina! Quanto a estes incumprimentos nada é feito, já faço reclamações há mais de 1 ano e nada muda, alegam sempre que ou é transito ou que por motivos operacionais não são realizadas as viagens, o que é impossivel visto que falham quase todos os dias 2 autocarros seguidos. Deviam ser responsabilizados.
Cobrança e ativação do eDreams Prime após cancelamento do período experimental
Venho por este meio apresentar uma reclamação relativa a uma cobrança indevida associada à subscrição eDreams Prime. Aderi ao eDreams Prime através de um período experimental gratuito e, no dia 23/08/2026, procedi ao cancelamento da subscrição através do próprio site da eDreams, antes do início de qualquer período pago. O cancelamento ficou registado no site da eDreams, sendo-me apresentada a informação de que o meu Prime terminaria no dia 02/09/2026. Tenho um screenshot que comprova o cancelamento e a respetiva data de término. Apesar disso, no dia 08/09/2026, seis dias depois da data em que a própria eDreams indicava que o meu Prime terminaria, foi-me cobrado o valor de 10,99 € relativo ao eDreams Prime. Após esta cobrança, a minha conta passou ainda a indicar que a subscrição Prime continuará ativa até 2027. Não autorizei esta subscrição paga. Aderi através de um período experimental e cancelei expressamente a subscrição antes do início do período pago, tendo a própria eDreams confirmado que o serviço terminaria em 02/09/2026. Acresce que não recebi qualquer e-mail ou outra comunicação da eDreams a informar-me de uma renovação, da conversão do período experimental numa subscrição paga ou de que seria efetuada uma cobrança. Esta situação parece-me contrariar inclusivamente os próprios Termos e Condições do eDreams Prime. A cláusula 4.1.1 estabelece que, durante um Período Experimental, o cliente pode cancelar a renovação automática antes do início do Prazo Prime. A cláusula 5.1 estabelece que o Prazo Prime começa automaticamente caso o cliente NÃO CANCELE antes do fim do Período Experimental. No meu caso, o cancelamento foi efetuado em 23/08/2026 e a própria eDreams confirmou que o Prime terminaria em 02/09/2026. Não compreendo, portanto, com que fundamento foi posteriormente ativada uma subscrição paga e efetuada uma cobrança em 08/09/2026. Face ao exposto, solicito o reembolso integral dos 10,99 € cobrados indevidamente; o cancelamento imediato e definitivo da subscrição eDreams Prime que aparece agora ativa até 2027; e a confirmação por escrito de que não serão efetuadas novas cobranças relativas a este serviço. Caso a eDreams considere que a cobrança foi legítima, solicito que apresente prova da autorização que alegadamente dei para iniciar uma subscrição paga após ter cancelado o período experimental, bem como os registos relativos ao meu cancelamento de 23/08/2026. Junto como prova o screenshot do site da eDreams que confirma o cancelamento e indica 02/09/2026 como data de término do Prime, bem como comprovativo da cobrança de 10,99 € efetuada posteriormente. Solicito que esta situação seja regularizada com a maior brevidade possível, com o cancelamento definitivo da subscrição e o reembolso integral do valor cobrado. Com os melhores cumprimentos, Ricardo Bonito
Reclamação contra prática comercial abusiva, violação de deliberações de ata e cobrança indevida de
Venho por este meio apresentar queixa formal contra a empresa Faaz, na qualidade de proprietário da fração A do condomínio sito em Rua Quinta da Casa, nº 22QUINTA DA CASA, Bomsucesso, Aradas. Em assembleia realizada a 09/01/2026, foi deliberada uma quota extra para obras com vencimento a 30/03/2026. Ficou contratualmente definido em ata que, em caso de incumprimento, a administração estaria obrigada a emitir um aviso prévio dando 5 dias adicionais para pagamento, antes de aplicar qualquer penalização ou avançar para contencioso. Contudo, a administração agiu em total desrespeito pelas regras estabelecidas e pelos direitos do consumidor: No dia 26/03/2026, a empresa emitiu um documento oficial de cobrança estipulando, expressamente, uma nova Data Limite de Pagamento para 08/04/2026. O pagamento da referida quota foi por mim integralmente efetuado no dia 02/04/2026, ou seja, 6 dias antes do prazo oficial concedido pela própria empresa. Apesar de o pagamento ter sido feito dentro do prazo do documento emitido, a empresa ignorou as suas próprias instruções e as regras da ata (que exigiam o aviso prévio de 5 dias). Enviou o caso para uma sociedade de advogados e aplicou uma multa ilegal de 20%, acrescida de 40€ de supostos "honorários de gestão de cobrança extrajudicial". Esta atuação constitui uma prática comercial agressiva, abusiva e ilegal, assente na criação de pressões financeiras infundadas através de mandatários jurídicos para cobrar valores indevidos. Solicito a intervenção das entidades fiscalizadoras para a verificação dos procedimentos desta empresa e exijo a anulação imediata de todas as penalizações e custos associados a este processo indevido. Sem mais de momento, António Silva Fracção A Condomínio Rua Quinta da Casa, nº 22, QUINTA DA CASA
Publicidade enganosa
Na loja Feira dos Sofás da Batalha demonstrei interesse no colchão Molaflex Infinity Multi anunciado pelo preço base de 919,20 euros. Na altura estava publicitada uma campanha Sem IVA válida até 15/09, que colocaria o preço final em cerca de 747,30 euros. Após um período de férias regressei à loja no dia 12/09, ainda dentro do prazo da campanha, com intenção de adquirir o colchão. Para minha surpresa o preço tinha aumentado para 1149 euros. Apesar disso encontrava-se colocado em cima do colchão um panfleto da campanha Sem IVA. Questionei o funcionário que explicou que o preço tinha sido alterado pelo fornecedor e que a loja não tinha controlo sobre essa alteração. Ao questionar a aplicação da campanha informou-me que a mesma já não se aplicava ao colchão, tendo posteriormente removido o panfleto. Considero esta situação pouco transparente e lesiva da confiança do consumidor. A campanha estava publicitada como válida até 15/09 e regressei no dia 12/09 para efetuar a compra. No entanto deparei-me com um aumento significativo do preço e com a informação de que a campanha já não era aplicável apesar de a publicidade continuar junto ao produto. Por ter confiado nas condições apresentadas pela Feira dos Sofás não avancei com a compra noutra loja quando tive oportunidade. Manifesto o meu descontentamento e solicito uma explicação formal sobre esta situação e sobre as condições anunciadas ao consumidor.
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