Reclamações públicas
1. Envie a reclamação para a empresa
Siga o nosso passo a passo para fazer a sua queixa chegar à empresa.
2. Veja a resposta
Receberá uma notificação por e-mail quando a empresa responder à sua queixa. Para ler a resposta completa, basta ir à página "As Minhas Reclamações", disponível na sua área pessoal do site.
3. Não ficou satisfeito com a resposta? Ou a empresa não respondeu?
Entre em contacto connosco
Renovação do plano de saúde
Tenho o plano da medicare juntamente com a minha filha a quase um ano. Durante este tempo poucas foram as vezes que usei o plano e que usufrui dele e nessas poucas vezes nao fiquei satisfeita. Algumas vezes chamei o medico a domicílio e chegam aqui nao fazem nada, apenas me passam medicação da qual eu nem cheguei a comprar por medo. Terça feira, 28 de Novembro , a 16 dias de terminar o contrato liguei a medicare a dizer que nao quero renovar o serviço. A atendente nao me quis ouvir e este imenso tempo a falar dos benefícios do meu plano, tanto tentei me explicar e nao fui ouvida que acabei por desligar a chamada. Hoje dia 30 voltei a ligar para a medicare e disseram que a pessoa responsável pelo meu processo irá me contactar. Hoje essa tal pessoa ligou me e eu na esperança de conseguir resolver alguma coisa atendi e expliquei a situação, a pessoa teve 15 minutos comigo na chamada a falar dos benefícios do meu plano que eu repeti incansavelmente que já conhecia e nao me resolveu nada. Nao estou nada satisfeita com a Medicare e acho que nao devo ser obrigada a ficar mais um ano com o serviço que nap estou satisfeita, ainda mais se pedi o cancelamento antes de terminar.
Sem encomenda
Boa noite, venho por este meio efetuar uma reclamação do site Loja Saúde. Efetuei uma compra por mbway no dia 14 de outubro, no dia 20 de outubro recebi um email a informar do número da encomenda e que já se encontra a na transportadora. Hoje dia 30 de Outubro ainda não recebi a encomenda, enviei email pedidndo informações e não obtive nenhuma resposta e nos ctt da me erro ao pesquisar o código de seguimento da mesma. Gostava de saber como posso reaver o dinheiro da encomenda?! Já vi várias reclamações do mesmo site e não percebo como ainda não denunciaram o site para acabaram estas fraudes!! Agradecia alguma informação Obrigada Adriana Lima
Abuso poder por morte utente
Exmos Srs. Minha mãe esteve 3 anos e alguns meses aos cuidados desta instituição até vir a falecer no dia 9 de Outubro tendo sido realizado seu funeral no dia 12 Outubro. Como em todos os meses a mensalidade foi paga no inicio do mês e pedido o valor de divida à farmácia para que ficasse tudo regularizado embora dos 30 dias pagos na instituição nossa mãe acabou por usufruir de 9 dias. Contas feitas e tudo pago foi combinado com a Dra Carla, responsável Técnica que iriamos passar no dia 18 Outubro para recolher os seus pertences de forma a libertar seu lugar no quarto, foi-me transmitido pela Dra Carla que tudo se encontrava no quarto como mãe havia deixado antes de ir hospital...qual é nosso espanto e choque qd no dia 18 nos dirigimos à instituição e encontramos a cama da mãe já ocupada ( havendo vagas em outros quartos ) e os seus pertences retirados do roupeiro e quarto, encontrando-os a monte dentro de sacos em uma sala de reuniões num aspeto geral degradante, deprimente e não dignificante para com a familia que se encontra em periodo de luto. A falta de respeito para com a sua memoria e para connosco filhos foi demasiado evidente tendo-nos deixado chocados com tal tratamento e falta de sensibilidade por parte da direção dessa instituição. Nós familia não queremos saber quem foi o responsável pela atitude mas consideramos merecer um pedido de desculpa formal por escrito da parte instituição pela forma como acabou por ser tratada a memória de nossa mãe assim como pelo abuso ao mexerem nas coisas de nossa mãe sem nossa presença ou conhecimento. Sendo uma instituição de acolhimento de idosos deveria sua direcção ter outro procedimento menos abusivo em casos de morte dos utentes honrando os utentes e respeitando familia que afinal contribuem para seu funcionamento. Tendo a instituição sido contatada por mail sem obtermos resposta por parte da direcção nem a filha da proprietária que por vezes lá presta serviços se mostrou disponível para um entendimento/ esclarecimento considerando-se demasiado ocupada. Aguardaremos por um pedido de desculpas atrasado mas que reconhecerá o abuso de poder que foi cometido por vossa instituição. Cumprimentos
Encomenda recebida não corresponde ao que pedi nem que paguei
Quero reclamar que a encomenda feita e paga não corresponde ao que foi entregue. Pois foi pago e pedido um artigo no valor de 108€ e o que enviaram não tem nada a ver com a encomenda feita . Espero obter uma resposta com a maior brevidade possível.
Medicamentos prescritos de psiquiatria
Exmos Srs, Os psiquiatras do HGO prescreveram me medicamentos que me causaram a doença diabetes, aumento de peso e psoriase nas orelhas.
Reclamação Formal e Pedido de Reembolso Imediato
Mas será normal, que mesmo depois de 3 meses eu continue a ser ignorada pela empresa que não me reembolsa, por um produto pago que nunca cheguei a receber?? Esta situação representa uma clara violação dos meus direitos enquanto consumidora!! Passado este período, considero-me lesada e exijo o reembolso imediato do valor pago!!!!!!!!!!!!!! Só isso pelo amor de deus!!!! Ou temos de recorrer a justiça??? Que péssimo serviço!!!!!! maus prestadores públicos.!!!! Porque tratam os clientes dessa forma indiferente e maldosa? O dinheiro custa a ganhar, não podem destruir a moral do cliente quando são uns incumpridores!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Exame não realizado
Boa tarde exmos srs, No dia de hoje, dirigi-me na parte da manhã para realizar um exame de imagiologia, no hospital da luz de Lisboa. Tinha marcação agendada, confirmada por SMS + Chamada telefónica realizada no dia anterior, e ainda tinha a mesma em formato papel. Desloquei-me da minha zona de residência ( Setúbal) , para Lisboa, gastei gasóleo, paguei as devidas portagens. Cheguei lá, fiz a a devida admissão informaticamente à qual consta a data/hora de hoje, tudo correto. Retirei a devida senha, e dirigi-me ao respectivo administrativo, ao qual me diz que o exame não é hoje, mas sim amanhã. É inadmissível, porque encerrei o meu estabelecimento, pedi ao meu filho para faltar ao trabalho para me acompanhar e ainda tive as respetivas despesas, tudo inútil, e o hospital simplesmente não tem resposta. Não faz qualquer sentido. Obrigado.
Funcionamento e tratamento por parte de equipa médica
Carta de Reclamação Destinatário: Direção Clínica do Hospital de São João Serviço de Cirurgia Porto Assunto: Reclamação relativa ao internamento da utente Maria Celeste Ferreira Monteiro Silva [nr processo 16038025], cama 71, piso 6 Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação formal relativamente à forma como decorreu o internamento da minha mãe, Maria Celeste Ferreira Monteiro Silva, no vosso hospital, entre 2 de Outubro e 14 de outubro de 2025, no Serviço de Cirurgia. A minha mãe deu entrada no Serviço de Urgência no dia 30 de setembro cerca das 21h30. Obteve diagnóstico de Colecistite aguda cerca de 27h depois tendo de imediato indicação para internamento. Foi transferida para internamento cerca de 40 horas depois da entrada no serviço de urgência: cerca das 12h30, no dia 2 de outubro, após ter já iniciado a terapêutica adequada mas sem qualquer indicação para cirurgia. A médica que nos comunicou o diagnóstico foi clara quanto à improbabilidade de cirurgia com a vesícula naquelas condições. Ao final dessa mesma tarde em que sobe para o piso 6- dia 2 de Outubro- foi visitada por dois cirurgiões acompanhados de dois estudantes, que a informaram de que seria submetida a uma cirurgia nesse mesmo dia, assim que o bloco operatório estivesse disponível. Perante esta comunicação, e estando eu presente, questionei os médicos sobre vários pontos: a) o motivo de se optar pela cirurgia imediata, quando o processo clínico referia que a terapêutica antibiótica tinha sido iniciada nesse mesmo dia e que seria aguardada a sua evolução; b) a razão de se proceder à extração de uma vesícula inflamada em vez de aguardar melhoria clínica; c) o motivo de se considerar uma cirurgia de maior duração (cerca de quatro horas- segundo informação veiculada por eles mesmos) especialmente tratando-se de uma paciente de 80 anos; d) e, por fim, a ausência de parecer de cardiologia, essencial tendo em conta o historial cardíaco da doente. As minhas reservas quanto à realização de uma cirurgia dessa complexidade e duração foram desconsideradas tendo os dois cirurgiões interrompido a conversa já no corredor do piso 6 – longe da presença da paciente- por motivos de agenda. Foi então que um terceiro cirurgião, que acompanhou a conversa e permaneceu no corredor do piso, contactou o Serviço de Cardiologia e confirmou não existir parecer favorável para a realização de qualquer cirurgia nesse momento. Anestesia não foi sequer mencionada. Na mesma noite, esta informação foi confirmada à doente por uma médica que se deslocou à enfermaria. Não posso deixar de refletir sobre o que teria acontecido se eu não estivesse presente nesse momento decisivo. O cenário que presenciei — em que se preparava uma cirurgia de longa duração, em doente idosa e com historial cardíaco, sem parecer de cardiologia e sem tempo suficiente para avaliar a resposta à terapêutica iniciada — deixa-me profundamente inquieta. É legítimo perguntar quantas decisões semelhantes poderão ocorrer sem que alguém as questione. O papel das famílias, tantas vezes visto apenas como emocional, revela-se aqui essencial para garantir prudência, comunicação e segurança clínica. Foi apenas pela minha insistência, e pela intervenção sensata de um terceiro cirurgião, que se evitou uma cirurgia que poderia ter representado um risco sério e desnecessário para a vida da minha mãe. Durante os 14 dias seguintes, no piso 6, a minha mãe foi exemplarmente acompanhada por enfermeiras e auxiliares, cuja dedicação e profissionalismo merecem o meu mais profundo reconhecimento. Contudo, ao longo desse período, apesar dos meus inúmeros pedidos, não me foi possível falar com nenhum médico responsável pelo caso, dada a ausência de horários compatíveis com a minha vida laboral. No dia 14 de outubro, a minha mãe foi informada por um dos médicos da equipa, de que teria alta, (anteriormente tinha sido informada por outro médico de que levaria consigo um dreno clampeado, devendo deslocar-se semanalmente ao Centro de Saúde para vigilância. Tal situação não veio a concretizar-se, uma vez que o dreno afinal acabou por ser retirado no momento da saída. Nenhuma justificação lhe foi dada, por qualquer médico, sobre esta mudança de decisão). Apesar de lhe ter sido dito de manhã que apenas faltava a nota de alta, esta só veio a ser assinada após as 20h, depois de mais de 11 horas de espera. (De salientar que, depois dessa hora, não há possibilidade de levar o veículo de transporte pessoal até à porta para recolher a doente, pois a cancela do parque de estacionamento já se encontra encerrada e o funcionário ausente, obrigando os doentes a caminhar ao longo do parque até à via pública!) Durante todo esse tempo, a minha mãe, com 80 anos, permaneceu sentada numa cadeira de madeira, sem poder regressar à cama, já preparada para outro doente. A justificação apresentada foi que os médicos não podiam deslocar-se do bloco operatório (um piso abaixo) para proceder às altas de quatro ou cinco doentes que aguardavam desde as 8h30. A minha mãe não era a única. Por fim, quando a médica Dra. Paula Filipa Rebelo (n.º de cédula profissional [72088]) compareceu para assinar a alta, a minha mãe educadamente questionou-a sobre esta demora injustificável, tendo recebido a seguinte resposta, que passo a citar: “Estive a operar. Queira Deus que um dia não esteja a operá-la a si e tenha de a deixar para vir dar altas.” Esta afirmação (testemunhada pelas outras duas doentes presentes no quarto), além de inapropriada e ofensiva, demonstra falta de empatia, profissionalismo e respeito por uma doente idosa, que se encontrava exausta e fragilizada após duas semanas de internamento e 11h sentada numa cadeira. Tenho sérias dúvidas que a referida médica tivesse adotado este comportamento caso um familiar se encontrasse presente. Tal atitude gerou desconforto, ansiedade e perda de confiança, evidenciando a importância da presença de familiares para assegurar um tratamento digno e respeitador por partes dos médicos. É difícil de entender que, entre cirurgias, e com recurso a ajuda dos internos por exemplo, a alta não pudesse ter sido assinada. Assim, expresso o meu profundo desagrado pela forma como a comunicação entre equipa médica, doente e família foi gerida, bem como pelo tratamento desrespeitoso por parte da referida médica. Esta situação merece ser analisada internamente e talvez a implementação de algumas medidas simples possam evitar a repetição de episódios semelhantes: • Melhor coordenação entre os serviços médicos e de enfermagem (cujos serviços volto a enaltecer mas cujos profissionais se encontram impotentes tendo de aguardar a decisão médica), particularmente no momento da alta, de modo a evitar longas esperas injustificadas e situações de desconforto para doentes idosos; • Definição de horários ou canais de contacto com familiares, garantindo que estes possam obter informações clínicas atualizadas sem depender exclusivamente de momentos ocasionais de presença médica; • Uniformização e rigor na informação transmitida ao doente e à família, evitando mensagens contraditórias entre elementos da mesma equipa (como seja o exemplo que dei sobre indicações divergentes sobre a colocação ou retirada do dreno). Esta incoerência de informação médica e aparente desarticulação na comunicação entre a equipa, gera no doente e família, insegurança, ansiedade e perda de confiança num momento em que a serenidade é essencial para a recuperação; • Reforço da formação em comunicação clínica e empatia, para assegurar que todas as interações com os doentes e famílias decorrem num ambiente de respeito, humanidade e profissionalismo. Talvez estas formações possam ser ministradas por enfermeiros que demonstram possuir todas as competências para o fazer. Acredito que o Hospital de São João, instituição de referência nacional, valoriza a qualidade dos cuidados prestados e o respeito pelos seus utentes, pelo que confio que esta reclamação será tratada com a devida atenção e seriedade.
Aumento Mensalidade Plano e diferenca CUF e HLUZ
Bom dia!, Como Portugal não possui uma legislação especifica de sobre os seguros saúde, gostava de saber porque o seguro de saúde Médis tem diferentes percentuais de aumento entre seus segurados. Eu tenho uma apólice e minha esposa tem outra com meus filhos por quetões de IRS e verificamos ainda a apólice de uma amiga. Temos o seguro desde 2018 e os percentuais para cada pessoa tem sido muito diferentes. Quando chegamos em 2018 paragamos menos de 300 Euros para os 4. Hoje o valor e de cerca de 502, 11 Euros, muito acima da inflamação. Agora tivemos uma outra "surpresa" que gostariamos de saber sobre a legalidade da mesma, Os valore cobrados como copagamentos pelos exames nos hospitais CUF e H Luz estão quase dobrados. Temos uma apólice que nada fala sobre isso e que mostra valores diferentes da tabela que a Medis coloca na APP. Quem tem que negociar os valores e pagar mais a esses prestadores e a Medis e não o consumidor
Queimaduras depois depilaçao laser
⸻ No dia 07/08/2025, realizei uma sessão de depilação a laser na Clínica do Pêlo em Braga. Após o tratamento, sofri queimaduras visíveis nas pernas, devidamente documentadas com fotografias. No dia 13/08/2025, enviei um pedido formal de reembolso à clínica, mas até hoje não obtive qualquer resposta. As queimaduras mantiveram-se visíveis durante mais de 15 dias e as marcas ainda estão visíveis até à data de hoje, impossibilitando-me de usufruir plenamente das minhas férias, incluindo o uso de roupa curta e o acesso à piscina ou à praia. Fui ainda obrigada a aplicar cuidados diários, 2 a 3 vezes por dia, e a comprar produtos cosméticos específicos no valor de 40 €. Solicito, portanto, o reembolso total de 149 €, correspondente ao valor pago pela sessão e aos custos adicionais com os cuidados necessários. Junto em anexo fotografias, comprovativos de pagamento e cópia da carta enviada à clínica no dia 13/08/2025.
Precisa de ajuda?
Pode falar com um jurista. Para obter ajuda personalizada, contacte o serviço de informação
