Reclamações públicas

Consulte todas as queixas publicadas na plataforma Reclamar e encontre solução para um problema semelhante, relacionado com produtos e serviços. Saiba mais
F. A.
01/07/2026

Cobranças indevida

Venho reportar um problema que já ocorreu pela segunda vez com o serviço Gira. Na viagem com a bicicleta elétrica E1325, iniciada a 27 de junho de 2026 às 16:31, coloquei a bicicleta na doca corretamente e esta ficou bloqueada, como seria de esperar. No entanto, a viagem não terminou no sistema, tendo continuado até às 20:06 (03:35 de duração), resultando numa cobrança indevida de 7,00€. Anexo print do detalhe do percurso como comprovativo. Hoje, dia 1/07/2026, o mesmo problema voltou a acontecer: coloquei novamente a bicicleta na doca, esta ficou bloqueada corretamente, mas continuo a ter uma viagem ativa no sistema, que continua a decorrer e a gerar custos sem que eu esteja a utilizar a bicicleta. Esta é uma falha do sistema Gira e não um erro da minha parte, uma vez que a bicicleta foi devidamente devolvida e bloqueada na doca em ambas as ocasiões. Solicito: 1. O encerramento imediato da viagem atualmente ativa; 2. O reembolso dos 7,00€ cobrados indevidamente na viagem de 27 de junho; 3. Confirmação de que não serão cobrados valores adicionais pela viagem de hoje. Solicito uma resposta e resolução o mais breve possível.

Em curso
V. P.
01/07/2026

OBRA DE CASA BANHO

Data de Submissão: Junho de 2026 Reclamada: Leroy Merlin Portugal (Loja de Almada / Alfragide) Referências: Livro de Reclamações Eletrónico n.º ROR00000000045603881 Ticket de Suporte n.º 2147579 Assistência Técnica n.º 00037153 Objeto do Litígio Incumprimento contratual grave, abandono de obra de renovação residencial, venda de bens com defeito oculto (falta de conformidade), publicidade enganosa, e pedido de indemnização por danos patrimoniais e morais decorrentes de conduta negligente. Exposição dos Factos 1. No âmbito de um contrato de prestação de serviços para a renovação integral da minha casa de banho celebrado com a reclamada (Leroy Merlin), foi expressamente acordado e estipulado entre ambas as partes um prazo total de execução dos trabalhos de 3 (três) semanas. 2. Contudo, a execução contratual converteu-se numa conduta gravemente negligente que se arrasta injustificadamente há vários meses. A primeira equipa técnica subcontratada e enviada pela Leroy Merlin revelou-se totalmente inapta para as funções, tendo acabado por abandonar a obra a meio. Este ato deixou diversos trabalhos estruturais inacabados, manifestamente defeituosos e sem condições mínimas de utilização. Uma posterior segunda equipa foi introduzida para mitigar os erros herdados, mas não logrou obter sucesso na sua totalidade. Adicionalmente, fui forçada a realizar deslocações diárias e dispendiosas às superfícies comerciais de Almada e de Alfragide para suprir os constantes erros e trocas de materiais imputáveis exclusivamente à marca. 3. O resultado final da obra entregue apresenta desconformidades críticas e defeitos graves à luz do regime jurídico aplicável aos direitos dos consumidores (Decreto-Lei n.º 84/2021, de 18 de outubro), destacando-se os seguintes pontos: Materiais com defeito latente de fabrico (Falta de Conformidade): Diversos materiais instalados, incluindo torneiras, perfis e acessórios de acabamento, apresentam a respetiva tinta a descascar e a soltar-se com apenas escassos meses de uso corrente regular, demonstrando deficiente qualidade ou manuseamento incorreto. Publicidade Enganosa e Desconformidade do Bem: Foi-me comercializada e faturada uma cabine de duche especificamente dotada de tratamento anticalcário. Todavia, o vidro encontra-se integralmente manchado desde a primeira utilização, sendo impossível remover as referidas manchas mesmo com a aplicação rigorosa dos produtos indicados pela marca, o que configura um claro defeito de fabrico ou desconformidade com as características prometidas. Equipamentos defeituosos com risco de segurança: A tampa da sanita instalada encontra-se constantemente a soltar-se e a sair do eixo, subsistem fugas de água ativas e azulejos grosseiramente cortados. A entrega da obra nestas condições consubstancia uma negligência que gera um risco diário para a integridade física dos utilizadores. 4. Fator Agravante de Vulnerabilidade: Cumpre destacar com especial gravidade o impacto severo desta situação sobre a minha progenitora, uma idosa de 84 anos de idade que reside comigo. Devido ao atraso intolerável e ao subsequente abandono inicial da obra, a mesma ficou privada durante meses do acesso a condições elementares de higiene, dignidade e segurança, encontrando-se confinada a um piso superior cuja utilização de uma banheira alternativa representava um risco severo de queda e lesões. 5. Perante a total ausência de soluções voluntárias, vi-me compelida a registar uma reclamação formal na Plataforma Digital do Livro de Reclamações Eletrónico, sob o n.º ROR00000000045603881. Em sede de resposta oficial submetida na referida plataforma reguladora, a Reclamada alterou o estado do processo para "Respondida/Tratada", assumindo formalmente perante as autoridades que "já foi aberta a assistência técnica n.º 00037153 com vista à respetiva resolução". 6. Sucede que, decorrido mais de um mês sobre a prestação desta garantia jurídica e formal por parte da Leroy Merlin, a referida assistência técnica nunca foi executada. Nenhum técnico se deslocou à minha habitação para proceder às reparações e a empresa remeteu-se ao mais absoluto silêncio. A resposta introduzida no Livro de Reclamações serviu unicamente para eludir a fiscalização das entidades competentes, demonstrando manifesto abuso de direito e má-fé contratual. Pedidos Fundamentados Face ao exposto, requeiro a devida intervenção deste prestigiado para que a Reclamada seja legalmente condenada ao cumprimento dos seguintes pedidos: Execução Integral e Urgente da Assistência Técnica n.º 00037153: Proceder à reparação total, definitiva e sem encargos de todos os vícios enumerados (estancamento das fugas de água, substituição da tampa da sanita, substituição dos azulejos danificados e dos materiais cuja tinta se encontra a descascar, bem como a resolução definitiva do defeito estrutural do vidro da cabine de duche), etc. Reembolso de Valores: A restituição proporcional ou integral dos montantes liquidados a título de instalação e aquisição de materiais que se revelaram desconformes ou inutilizados. Indemnização por Danos Morais: A condenação da Reclamada no pagamento de uma compensação pecuniária por danos morais, psicológicos, monetários e transtornos graves na vida familiar, no valor de 5.000,00€ (cinco mil euros), considerando a natureza prolongada do dano e a extrema vulnerabilidade da idosa de 84 anos afetada. Termos em que pede e espera deferimento.

Em curso

Carro partido dentro da Mercedes

No dia 1 de julho de 2026, após contacto efetuado por correio eletrónico, a Mercedes Car Class informou que a viatura poderia ser levantada a partir das 15h00. Desloquei-me às instalações da oficina por volta das 17h00. Antes mesmo de entrar na receção, observei a viatura estacionada no exterior e constatei, de imediato, que o para-brisas apresentava uma rachadura de dimensão significativa, dano esse que não existia quando o veículo foi entregue. Entrei então na oficina e fui atendido pelo consultor Rafael, que me explicou os trabalhos efetuados relativamente ao sistema de ar-condicionado. De seguida, questionei-o sobre a origem da rachadura existente no para-brisas. O consultor afirmou desconhecer qualquer ocorrência relacionada com esse dano e contactou imediatamente o gerente da oficina, Sr. Paulo Loureiro. Após observar o veículo, o Sr. Paulo Loureiro afirmou estar surpreendido com a situação e declarou não saber como o dano teria ocorrido. Expliquei-lhe que a viatura havia sido entregue sem qualquer rachadura no vidro dianteiro e perguntei de que forma a Mercedes Car Classe pretendia resolver o problema. Em resposta, o Sr. Paulo Loureiro afirmou que, na sua opinião, o dano não seria da responsabilidade da oficina, alegando que poderia existir anteriormente uma pequena lasca (“pica”) no vidro e que, devido às temperaturas elevadas registadas nesse dia — cerca de 36 °C — essa alegada lasca teria evoluído naturalmente para uma rachadura. Acrescentou ainda que o funcionamento do ar-condicionado, ao projetar ar frio sobre um vidro aquecido, poderia ter provocado um choque térmico responsável pela fissura. No entanto, reconheceu igualmente que essa alegada lasca não foi identificada nem registada na inspeção realizada no momento da receção da viatura, apesar de o próprio ter conduzido o veículo antes da sua entrada na oficina. A primeira solução apresentada pelo Sr. Paulo Loureiro consistiu em sugerir que eu acionasse o meu seguro automóvel para substituir o para-brisas, comprometendo-se a Mercedes Car Class a suportar o valor da franquia. Recusei essa proposta por entender que a viatura se encontrava sob a guarda e responsabilidade da Mercedes Car Classe desde o momento da sua entrega, não sendo aceitável que um dano ocorrido nesse período fosse resolvido através do meu seguro. O Sr. Paulo Loureiro insistiu nessa solução, chegando mesmo a afirmar que, caso fosse necessário, pagaria pessoalmente a franquia do seguro. Mais uma vez recusei, por considerar que essa solução não salvaguardava os meus direitos nem reconhecia a responsabilidade da oficina pelos danos ocorridos. Após cerca de duas horas de conversa, o Sr. Paulo Loureiro fotografou o número de série do para-brisas e informou que iria contactar a direção da empresa. Cerca de vinte a trinta minutos depois regressou com uma nova proposta. Informou-me de que não existia disponível um para-brisas original Mercedes para a minha viatura e propôs a instalação de um vidro de qualidade equivalente, mas não original, com um custo aproximado de 600 €. Segundo essa proposta, a Mercedes Car Class suportaria 300 € do custo da substituição, ficando eu responsável pelo pagamento dos restantes 300 €. Recusei igualmente essa proposta, por considerar que a viatura deveria ser devolvida nas mesmas condições em que foi entregue e que qualquer dano ocorrido durante a permanência na oficina deveria ser integralmente assumido pela Mercedes Car Classe. O Sr. Paulo Loureiro recusou formalizar essa proposta por correio eletrónico, limitando-se a escrever a mesma, à mão, numa folha de papel, que assinou. Solicitei ainda cópia da documentação de receção da viatura, nomeadamente da ficha de inspeção efetuada no momento da entrega, documento no qual, segundo o procedimento habitual da oficina, são assinalados os danos pré-existentes da viatura e registadas fotografias que comprovam o seu estado no momento da receção. O Sr. Paulo Loureiro recusou igualmente facultar-me essa documentação, não me entregando qualquer cópia da ficha de receção nem das fotografias eventualmente recolhidas. Esta recusa assume especial relevância, uma vez que a Mercedes Car Class fundamentou a sua posição na alegada existência de uma lasca (“pica”) prévia no para-brisas, quando esse alegado dano nunca me foi demonstrado, não consta de qualquer documento que me tenha sido apresentado e o próprio Sr. Paulo Loureiro reconheceu que não podia confirmar a sua existência no momento da receção da viatura. Quanto à proposta de pagamento da franquia do meu seguro, essa nunca foi colocada por escrito, tendo sido apenas comunicada verbalmente. Perante a ausência de qualquer solução satisfatória, procedi apenas ao pagamento da reparação do sistema de ar-condicionado, levantei a viatura no estado em que me foi entregue e registei em vídeo a existência da rachadura no para-brisas e o estado geral do veículo no momento da entrega. Não aceitei nenhuma das propostas apresentadas pela Mercedes Car Classe Assim, é um facto que: A viatura foi entregue nas instalações da Mercedes Car Classe sem qualquer rachadura no para-brisas. O veículo permaneceu sob a guarda, vigilância e responsabilidade exclusiva da oficina durante todo o período da reparação. A viatura foi devolvida apresentando uma rachadura significativa no para-brisas. A oficina não consegue indicar quando, como ou em que circunstâncias ocorreu o dano. A alegada existência de uma lasca prévia nunca foi registada na ficha de receção da viatura nem comprovada por qualquer documento ou fotografia. Apesar disso, a Mercedes Car Classe recusou assumir integralmente os custos da reposição do veículo no estado em que lhe foi confiado. Considero, por isso, que a Mercedes Car Classe incumpriu o dever de guarda e conservação da viatura enquanto esta se encontrava à sua responsabilidade, motivo pelo qual pretendo ser integralmente ressarcido dos prejuízos sofridos, incluindo a substituição do para-brisas por um componente de qualidade equivalente ao originalmente instalado, sem qualquer encargo para mim.

Encerrada
H. M.
01/07/2026

Reclamação – Férias arruinadas devido às condições do hotel e pedido de indemnização

Venho, por este meio, apresentar uma reclamação formal relativamente à minha reserva efetuada através da iCliGo, devido às condições extremamente deficientes do hotel onde fiquei alojado, que arruinaram por completo as férias do meu grupo. A nossa viagem estava marcada para o período de 27/06/2026 a 04/07/2026, para um grupo de 2 pessoas. No entanto, devido às condições inaceitáveis encontradas no hotel, fomos obrigados a terminar as férias antecipadamente e regressar a Portugal no dia 30/06/2026, suportando integralmente o custo da compra de 2 novos bilhetes de avião. Ao longo da estadia verificaram-se os seguintes problemas: 1. Falta de higiene na zona de restauração Quando nos dirigimos ao restaurante para fazer as refeições, verificámos que os pratos disponíveis para utilização estavam extremamente sujos, com restos de comida dos hóspedes anteriores. Pedimos por três vezes a substituição dos pratos. • Na primeira vez, o funcionário limitou-se a limpar o prato com um guardanapo e voltou a entregá-lo. • Na segunda vez, simplesmente virou o prato ao contrário e voltou a colocá-lo na mesa, continuando sujo. • Na terceira vez, levou o prato para um canto, virou-o algumas vezes, pensando que não estávamos a observar, e trouxe-nos exatamente o mesmo prato, ainda sujo. Após assistirmos a este comportamento totalmente inaceitável por parte dos funcionários, nenhum dos elementos do grupo conseguiu continuar a comer naquele restaurante. 2. Más condições de higiene no quarto As condições de higiene dos quartos eram manifestamente deficientes. Sempre que abríamos a água da casa de banho, libertava-se um cheiro extremamente desagradável. Encontrámos ainda moscas mortas coladas à parede do quarto, demonstrando uma evidente falta de limpeza e manutenção. Além disso, encontrámos uma barata dentro do quarto, o que reforçou ainda mais as nossas preocupações relativamente às condições de higiene do hotel. No quarto n.º 128, a janela não fechava corretamente e a base de duche apresentava pedras soltas, representando igualmente uma deficiência ao nível da manutenção das instalações. Quando comuniquei ao gerente do hotel a existência da barata no quarto, esperando que a situação fosse tratada com a seriedade que merece, a resposta que recebi foi completamente desrespeitosa. Em vez de pedir desculpa ou procurar resolver o problema, o gerente perguntou-me: “Você não tem baratas em casa?” Esta resposta foi completamente inadequada, demonstrando falta de profissionalismo, de respeito pelos clientes e total desvalorização de um problema grave de higiene. Em vez de reconhecer a gravidade da situação e tomar medidas imediatas, o gerente optou por minimizar o sucedido, aumentando ainda mais a nossa insatisfação e a perda de confiança nas condições e na gestão do hotel. Por muito que não tenha tido esta intenção, foi o que a afirmação do gerente nos transpareceu. Ainda pediu desculpa mas não foi o suficiente para aceitarmos ficar em tão más condições 3. Poluição sonora Durante todas as noites da nossa estadia era possível ouvir música muito alta nos quartos até cerca das 02h00 da manhã, devido ao fraco isolamento acústico do hotel. Esta situação impediu-nos de descansar adequadamente e comprometeu totalmente o descanso durante as férias. 4. Pessoas do grupo adoeceram É importante referir que 3 dos 6 elementos do grupo adoeceram logo no primeiro dia após comerem no hotel, situação que aumentou ainda mais a preocupação relativamente às condições de higiene existentes. 5. Reclamação apresentada ao gerente Perante todos estes problemas, apresentámos uma reclamação diretamente ao gerente do hotel, explicando todas as situações anteriormente descritas. O mesmo ouviu a nossa reclamação e tomou as devidas diligências, para com os funcionários. 6. Novo incidente no restaurante ( dia seguinte à reclamação ) – Barata na zona de refeições No dia seguinte à conversa com o gerente, dirigimo-nos novamente ao restaurante para tomar o pequeno-almoço. Encontramos de novo os individuais sujos, voltamos a solicitar a troca dos mesmos, ao qual nos deram outros individuais usados e sujos na mesma. Pela terceira vez, e após o gerente da cozinha ver a atitude do funcionário, ordenou que fossem colocados novos individuais para todos os membros da mesa devidamente lavados. Após isto tudo, finalmente recebemos individuais limpos. Enquanto estávamos sentados à mesa, ainda sem terminar o pequeno almoço, passa nos pelos pés uma barata enorme. Fomos nós próprios que a matámos e chamámos imediatamente um funcionário para lhe mostrar o sucedido. Para nosso espanto, em vez de recolher a barata e tratar da situação de forma adequada, o funcionário começou simplesmente a empurrá-la com o pé em direção à cozinha. Este comportamento deixou-nos completamente enojados e destruiu qualquer confiança que ainda pudéssemos ter na higiene e segurança alimentar do hotel. Até vomitei na mesa devido à situação. Depois deste episódio, nenhum dos elementos do grupo conseguiu voltar a comer naquele restaurante. Acabando mais uma vez a ir comer ao McDonalds. 7. Regresso antecipado Perante a acumulação de todos estes acontecimentos — falta de higiene, presença de baratas e outros insetos, deficiência das instalações, ruído constante durante a noite, pessoas do grupo doentes e a forma negligente como todas as situações foram tratadas — deixámos de ter qualquer confiança no hotel. Apesar de a viagem estar programada até ao dia 04/07/2026, decidimos terminar as férias antecipadamente. Assim, comprámos, às nossas próprias custas, 2 novos bilhetes de avião para regressar a Portugal no dia 30/06/2026, tendo em conta que não havia nenhum voo mais cedo e que a nossa agência (icligo) não nos prestou um suporte eficaz em nenhum dos momentos em que lhes pedimos ajuda, suportando um custo adicional significativo, para além de perdermos praticamente as nossas férias que tínhamos pago, pois tivemos cá 3 dias, dos quais 2 foram passados a resolver problemas. Pedido Considero que os serviços prestados estiveram muito abaixo do que era expectável e do que foi contratado. O hotel não correspondeu minimamente aos padrões de higiene, segurança, conforto e qualidade que são exigíveis a um estabelecimento turístico comercializado por uma agência de viagens. Por esse motivo, exijo que a iCliGo assuma a sua responsabilidade enquanto entidade que comercializou este pacote de férias e proceda ao pagamento de uma indemnização adequada pelos seguintes prejuízos: • Férias completamente arruinadas; • Condições de higiene manifestamente inaceitáveis; • Presença de baratas e outros sinais evidentes de falta de limpeza; • Falta de descanso devido ao ruído constante; • Problemas de saúde sofridos por parte do grupo; • Custos suportados com a compra de 2 novos bilhetes de avião para regressar antecipadamente; • Perda dos dias de férias que não puderam ser usufruídos; • Stress, incómodo, ansiedade e transtornos causados por toda esta situação; • Custo dos 2 voos de volta de dia (04/07/2026) que não chegaram a ser usufruídos pois fomos obrigados a marcar os novos. Anexo a esta reclamação fotografias, vídeos, a reclamação apresentada no hotel, comprovativos da compra dos novos bilhetes de avião e toda a restante documentação comprovativa dos factos descritos. Exijo uma resposta célere e uma solução justa para esta situação. Caso não seja apresentada uma proposta adequada de resolução, reservo-me o direito de recorrer às entidades competentes para defesa dos meus direitos enquanto consumidor, incluindo a DECO Proteste, o Centro Europeu do Consumidor, o Livro de Reclamações Eletrónico e, se necessário, aos meios judiciais competentes. Com os melhores cumprimentos, Helena Maria Lopes Gomes Magalhães N.º da Reserva: 106209 Contacto: 935010470 E-mail: helenamagalhaes68@gmail.com

Encerrada
B. G.
01/07/2026
MEO

Atendimento telefónico

Exmos. Senhores O meu nome é B.G., e falo pela minha mãe F.G. no que toca a todos os assuntos relacionados com o serviço MEO, sendo inclusive, eu a realizar o pagamento mensal. Hoje, no dia 1 de Julho de 2026, ás 17:01, entrei em contacto para saber da disponibilidade de instalar 2 tomadas de sinal e fazer uma puxada do mesmo. Esperei 2 horas e meia para que me atendessem. Quando finalmente alguém me atendeu, identificou-se, e eu lamento imenso não ter percebido o nome, e indicou-me de pronto que o sistema estava em baixo e que eu tinha que aguardar. Aguardei cerca de 10 minutos até que a senhora retomou a chamada a dizer ''mas é um problema de internet?'' quando eu nem sequer tive hipótese de explicar a situação. Expliquei-lhe que não, e que apenas queria 2 tomadas de sinal em duas divisões distintas. Na presença de uma clara barreira linguística, a senhora atendedora disse que tal não existia, ao fim de 10 minutos e de explicar 5 vezes de forma diferente o que pretendia, ela afinal disse que existe o serviço e para aguardar. Quando voltou perguntou se eu queria fazer uma puxada de internet quando eu já lhe tinha especificado que era de televisão 5 vezes. Alertei para o facto de se ela não sabia que me passasse a alguém que soubesse do que eu estava a falar, mas ela não quis. Pediu para aguardar e eu aguardei. Voltou a dizer que afinal fazem o serviço de novo, que custa 50 euros o deslocamento do técnico. Perguntei se era 50 por tomada ou só por uma. Ela pediu-me para aguardar de novo. Salve-se que já vamos a 20 minutos de conversa e quase 3h de chamada, incluindo o tempo de espera. Quando voltou, informou-me que afinal não fazem o serviço de novo. Ora, tendo em conta que ainda hoje foram à minha vizinha fazer uma puxada do sinal, achei estranho. E dado a incoerência da conversa, exigi que a chamada fosse passada a um supervisor. Disseram-me que não dava. Exigi várias vezes, até me informarem que iriam dar o meu contacto à supervisora, e que a mesma iria entrar em contacto comigo de seguida. Isto foi ás 20 da noite do mesmo dia da ocorrência, momento em que decidi desligar a chamada e aguardar pelo contacto da supervisora. São neste momento x horas, e nada. Acreditando que não irá entrar em contacto comigo até amanhã, ou pelo menos esperando um bom senso nessa parte, faço já a reclamação. A falta de cuidado é inadmissível, dado que sou cliente desde a origem da MEO. A falta de coerência inaceitável! Como é que têm atendedores que não percebem quem fala português com eles, ou têm dificuldade nas terminologias, e que não sabem que serviços a MEO oferece ou não, sendo necessário a intervenção de um supervisor para explicar? Nunca fui tão mal atendida por parte da MEO, nem tão descartada. Como assim o supervisor não pode atender a chamada? Como assim tenho que esperar mais uma data de horas até ter a situação resolvida, depois de ter uma chamada com duração de 3h, entre o tempo de espera e o atendimento? Sou cliente, recorri ao apoio ao cliente, e não me senti minimamente apoiada. Senti-me descartada. Ah, salve-se que a senhora disse que precisava de contratar um profissional privado, e a responsabilidade de qualquer dano aos aparelhos recai sobre mim. Não me parece normal. Só queria usufruir do serviço, do qual eu pago quase 100 euros por mês, em mais zonas da casa. A minha mãe é doente oncológica e mal sai da cama ás vezes. Era para ela ter acesso a isso. E é isto que a MEO faz. Ao fim de 20 e tal anos de fidelização. É triste. Deixo isto público para todos verem a incompetência. Substituem cargos por inteligência artificial que não resolve nada, e os cargos que mantêm não têm formação suficiente ou não se esforçam o suficiente. Possivelmente devido ao baixo salário a que são sujeitos. Embora paguemos rios de ouro para termos um serviço que é fraquinho fraquinho.

Resolvida
C. L.
01/07/2026

DEBITO INDEVIDO EDREAMS 89,99

Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação relativamente a uma cobrança no valor de 89,99€, efetuada no dia 5 de junho de 2026, sem o meu consentimento ou autorização. Verifiquei que este montante foi retirado da minha conta/cartão sem que eu tivesse autorizado qualquer adesão, renovação ou pagamento que justificasse essa cobrança. Considero, por isso, que se trata de uma cobrança indevida. Solicito a análise urgente desta situação e a devolução integral do valor de 89,99€, bem como o envio de uma explicação detalhada sobre a origem desta cobrança e a alegada autorização que possa ter sido utilizada para a processar. Caso a situação não seja resolvida num prazo razoável, reservarei o direito de apresentar reclamação junto das entidades competentes para defesa dos consumidores. Aguardo a vossa resposta com a maior brevidade possível. Com os melhores cumprimentos, Carolina Lopes

Resolvida
S. S.
01/07/2026

Vários problemas

Adquiri uma máquina Jocel lavar loiça no dia24 a qual me foi entregue e instalada no dia 25/06. Quando segui escrupulosamente o manual de utilização para iniciar a primeira lavagem e após encher os depósitos de sal e abrilhantador imediatamente após iniciar a lavagem a maquina parou apresentando o erro E5. segundos após, reparei que tinha a cozinha completamente inundada. Verifiquei no Manual que esse erro significa Fuga de água/inundação. Contactei telefonicamente a Darty e informaram que não poderiam fazer nada por telefone apenas presencialmente. Dirigi-me a loja Darty Braga reportando a situação os quais pediram desculpa pelo incomodo apresentaram como opção devolução ou substituição e agendaram SUBSTITUIÇÃO da máquina para o dia 29/06 a qual aceitei pois apenas pretendo a resolução do problema e não a sua prorrogação. Verdade é que dia 29 ninguém apareceu, dirigi-me novamente a loja e ai já não apresentaram a possibilidade de devolução tão simplificada como no dia 26, já teriam que recolher a máquina e apenas quando o técnico confirmasse o diagnóstico ter-me-ia que dirigir novamente a loja para devolução do dinheiro. Voltei a marcar para dia 30 uma vez que me informaram que iriam nessa data, mais uma vez ninguém apareceu. Dirigi me novamente a Darty ( Braga) para aí pedir a recolha da máquina e a devolução do valor. Agendaram para dia 1/07 das 14h às 20h, mais uma vez ninguém apareceu nem entraram em contacto. Com todos estes atrasos já se passou quase 1 semana após a compra e continuo sem máquina e sem dinheiro. Gostaria de saber o que posso fazer, uma vez que preciso do € para adquirir outra máquina e com o passar dos dias está máquina uma vez que ainda está montada na minha cozinha , pode ficar danificada uma vez que tenho animais de estimação e não quero ficar com o prejuízo. Já fiz reclamação em loja , tenho o número da reclamação 37605249. Cumprimentos Sandra Silva

Encerrada
A. N.
01/07/2026

Telecomunicações Comunicações Eletrónicas / Internet / TV

Assunto: Venda enganosa, incumprimento contratual e recusa de aplicação de desconto por Atestado Multiusos (N.º Incidente: INC000185501988)Descrição da Reclamação:Sou titular do contrato NOS e possuo um pacote com TV, Net Fixa e 3 telemóveis com dados totalmente ilimitados, pelo qual pago a mensalidade de 68,99€.No momento da adesão, foi-me formalmente prometido por escrito, através de mensagem pela vossa gestora comercial Sara Sousa, que teria direito a um desconto de 30% sobre o valor do pacote mediante a apresentação do meu Atestado Médico de Incapacidade Multiuso (igual/superior a 60%). O texto da proposta comercial detalha os serviços ilimitados e refere textualmente: "30% desconto no valor mediante o atestado multiuso".Após vários meses de entraves e informações contraditórias dadas pelas linhas de apoio (alegando falsos prazos de carência de 3 e 6 meses para adiar o meu direito), submeti queixa no Livro de Reclamações Eletrónico (INC000185501988). Em resposta formal recebida por e-mail no dia 30 de junho, a NOS confirmou a receção do atestado, mas recusou por escrito a aplicação do desconto sob o pretexto de "incompatibilidade do tarifário" e alegando uma obrigatoriedade ilegal de o cliente ter de esperar 6 meses para beneficiar do apoio, ignorando por completo a proposta inicial da própria marca.Pedidos Formulados:Face à prova documental irrefutável que possuo e anexo a esta reclamação, exijo:O cumprimento forçado da proposta comercial escrita: aplicação do desconto de 30% sobre a mensalidade de 68,99€ (passando para cerca de 48,30€), mantendo rigorosamente os 3 cartões com dados ilimitados e à velocidade máxima.A devolução/crédito retroativo dos valores cobrados a mais desde o mês em que tentei entregar o atestado pela primeira vez.

Em curso
S. R.
01/07/2026

Painéis solares

Boa tarde , venho por este meio pedir a vossa ajuda neste assunto da EDP. No dia 30/04/2026, durante um contacto comercial com uma representante, foram-me dadas informações que influenciaram diretamente a minha decisão de aceitar o contrato. Em nenhum momento fui devidamente esclarecida de que, mesmo adquirindo uma bateria no futuro, a energia produzida e armazenada não ficaria totalmente sob minha gestão e utilização direta, o que considero essencial para tomar uma decisão informada enquanto consumidora. Foi-me transmitido que poderia adquirir posteriormente uma bateria para aumentar a autonomia energética da instalação, levando-me a acreditar que teria mais independência e aproveitamento da energia produzida. A instalação foi realizada no dia 11/05/2026. Apenas mais tarde percebi as condições reais do sistema contratado, constatando que informações fundamentais não me foram devidamente explicadas antes da assinatura do contrato. Sinto que foi omitida informação essencial ao consumidor e que faltou transparência contratual. Esta situação não foi resolvida e, além disso, indicaram-me que teria de pagar tendo sido prejudicada por informações incorretas. Quero também apresentar reclamação sobre um serviço de recolha de painéis agendado para o dia 19/06/2026 às 15h00. Para garantir a minha presença, tive de faltar ao trabalho, mas a equipa não compareceu à data e hora marcadas. Às 15h30, contactei o apoio ao cliente e informaram-me que iriam averiguar, mas não voltei a receber qualquer esclarecimento. Voltei a contactar os serviços às 17h45 e só aí me disseram que o serviço tinha sido reagendado para o dia 25/06/2026 às 09h00, sem qualquer comunicação prévia ou explicação para o reagendamento. Caso tivesse sido avisada, não teria tido de faltar ao trabalho nem sofria os prejuízos e transtornos causados. Considero esta situação uma grave falha de comunicação e de respeito pelos compromissos com os clientes. Solicito: 1. Uma explicação formal para a ausência da equipa no agendamento inicial; 2. Justificação para a falta de comunicação sobre o reagendamento; 3. Confirmação escrita do novo agendamento para o dia 25/06/2026 a partir das 18h00, pois só poderei estar presente a partir dessa hora e não vou faltar novamente ao meu trabalho; 4. A análise de eventual compensação pelos prejuízos e perda de tempo causados. Aguardo resposta por escrito dentro dos prazos legalmente previstos. Depois disto tudo ainda não tenho resposta a nada , nem para fazer a marcação do levantamento dos painéis , já tinha pedido para me ligarem depois das 18 horas que é quando tenho acesso ao telemóvel visto a minha empresa não autorizar telemóvel no horas laboral e ainda nada. Não tenho os painéis nem á um mês, pedi logo para serem retirados , pediram me dinheiro 216 € ao que fiz reclamação e nada , só disseram que tinha de pagar e pronto . Só quero ver a situação resolvida, se poderem ajudar agradeço imenso . Até hoje ainda não tenho uma única resposta da EDP .

Encerrada
S. S.
01/07/2026

Fraude edreams subscrição sem consentimento

Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação relativamente a uma cobrança no valor de 89,99€, efetuada no dia 30 de junho de 2026, sem o meu consentimento ou autorização. Verifiquei que este montante foi retirado da minha conta/cartão sem que eu tivesse autorizado qualquer adesão, renovação ou pagamento que justificasse essa cobrança. Considero, por isso, que se trata de uma cobrança indevida. Solicito a análise urgente desta situação e a devolução integral do valor de 89,99€, bem como o envio de uma explicação detalhada sobre a origem desta cobrança e a alegada autorização que possa ter sido utilizada para a processar. Caso a situação não seja resolvida num prazo razoável, reservarei o direito de apresentar reclamação junto das entidades competentes para defesa dos consumidores. Aguardo a vossa resposta com a maior brevidade possível. Com os melhores cumprimentos, Esperança Brigith Silva

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