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Encomenda não recebida
Boa tarde. Tenho uma encomenda feita no El corte inglês, com entrega acordada para dia 30 a tarde . Acontece que e dia 31, e ainda não recebi absolutamente nada. Pela segunda vez, tenho uma aviso no tracking, que a encomenda está a caminho, no entanto, esta ainda não chegou. Agradeço esclarecimentos, e já agora, que a encomenda esteja entregue. Obrigado gng 💔🥀🥀
Extravio de encomenda
Boa tarde! Venho por este meio reclamar sobre o extravio de encomenda, o meu pedido foi feito dia 26/02/2026 com o número 66751740, o mesmo encontra-se desaparecido do armazém da MRW, em contato com a transportadora ela me pediram 15 dias para investigar o que aconteceu, cá estou à espera dos 15 dias, espero que esse constrangimento venha a ser resolvido, quero somente ter a minha encomenda em minhas mãos ou o ressarcimento do valor para que eu possa comprar em outra loja, segue em anexo e-mails trocados tanto com a transportadora, quanto com a tradeinn. Estou desapontada com a demora de resolução, em vista que o pedido já tem 1 mês! Por favor resolvam o meu caso com brevidade,!
A roçadeira não coincide com o encomendado e apresenta avarias
Exmos. Senhores, Recebi hoje uma roçadeira que não coincide com a que encomendei, no valor de 79,95€, que paguei no ato da entrega. As duas baterias são de 21 V e não de 48 V , como combinado. Depois de as carregar, experimentei a roçadeira mas depois de ligada passado 1 minuto desliga pelo que está avariada. O kit também não vem completo. Já tentei várias vezes contactar a empresa mas não atendem, desligando de imediato o telefone. O que poderei fazer para devolver a encomenda? Como recebi hoje está dentro dos 14 dias para rescindir da compra. Obrigado. J L Cumprimentos.
Má orientação na compra
Exmos. Senhores. No passado dia 06/02/2026 desloquei-me ao Forum Almada, loja Auchan, no intuito de (além de outras comprar, adquirir um champô especifico ao meu couro cabeludo. Dirigi-me à loja e fui atendido por uma senhora (por sinal simpática) que disse que não deveria comprar champô de "Supermercado", mas sim para o meu problema especifico. Levou-me a uma secção e indicou-me dois tipos de champô da marca DUCRAY , explicando a dosagem e dias a aplicar. Paguei 48 euros pelos dois champôs, juntamente com um creme para a pele irritada, devido a esse problema. Fiz o tratamento durante as 3 semanas indicadas por ela (embora nas instruções estivesse somente duas semanas) o certo é que [para ser sincero] piorou ligeiramente, pois soltou mais a caspa e a comichão no couro cabeludo mantem-se. Chateado pois aguei quase 50 euros (quando ia na ideia de pagar 8 ou 9 por um champô normal dos que sempre usei) fiz reclamação online e dei 8 dia para a resposta. Responderam no ultimo dia, dizendo que a Politica do Grupo Auchan é não receber o artigo aberto devido a higiene (como querem que se teste o produto para saber se faz efeito ? Explicam-me ?) mas que também não faziam reembolso do dinheiro gasto e aconselharam-me a procurar um Dermatologista. Sinceramente , estou deveras triste com a atuação do Grupo Auchan. Descartar e destratar assim um cliente por causa de 30 e poucos euros ? Atendendo a que o outro artigo dá resultado e não fazia sentido estar a devolvê-lo. Dispuseram-se a perder um cliente por 30 euros ? Tiro-lhes o chapéu. Estão a ir pelo bom caminho. Grupo Auchan uma casa a evitar e relatar aos meus amigos como fui tratado para estarem alerta.
Acesso aos movimentos nao esta disponivel
Tenho uma empresa de transportes de pessoas e tenho de ter acesso sem restrições aos movimentos da Via Verde. Liguei para o apoio ao cliente hoje que disse que já faz 2 dias que essa funcionalidade nao esta disponivel devido a actualização informatica. Após eu ter pedido para ter acesso aos movimentos de Março disseram que poderiam fornecer com um custo adicional. Isto está totalmente errado, ter acesso aos movimentos é um direito que tenho e caso o sistema não esteja disponivel esse serviço deveria ser prestado sem qualquer custo adicional. Não existe consideração nenhuma com os clientes empresariais cujo negocio depende da Via verde. Mário Batista
Culpado por terem batido na viatura.
Aluguei viatura à empresa GOLDCAR. No decorrer do aluguer estava estacionado (parado) e outra viatura ao fazer marcha atrás embateu na alugada. Deu-se logo como culpado e preenchemos a declaração amigável. Informei logo a entidade que me disseram que nesse caso era só necessário a declaração amigável. Dirigi-me ao balção com a DAAA pelo que me disseram que tinha de assumir os danos causados por não ter feito seguro com eles. Que era responsável pela viatura. Sim, mas não consigo ser responsável pelos outros. Já me cobraram o valor que ficou bloqueado pelo combustível alegando: "...Informamos que o montante de 132,00€, que se encontrava previamente bloqueado, foi debitado e utilizado para cobrir parcialmente os danos identificados na viatura. Embora este valor estivesse inicialmente associado ao combustível, o mesmo foi aplicado para abater ao valor total dos danos, uma vez que já se encontrava retido....". Sendo um depósito de garantia de combustível e no checkout estava ok o combustível, a garantia foi cumprida e deveria ser reembolsado. Relativamente aos danos, não sendo culpado tenho de pagar os danos e eles ainda participam ao seguro para recebem da outra seguradora? Para que serve a declaração amigável de acidente se sendo ou não culpado os danos são sempre debitados? Nunca em momento algum no balcão de aluguer nos foi transmitida essa informação. Enviei relatório de acidente no prazo de 48h como solicitado e a informação de sinistro preenchida para claims@goldcar.com. Ainda aguardo resposta e o valor continua bloqueado no cartão...
Valores subtraídos indevidamente do cartão de crédito
Prezados senhores, Por esta via apresento uma denúncia contra a empresa Centauro - Rent a Car. No essencial, celebrei um contrato de aluguer de viatura com aquela entidade no dia 27.02.2026. Recebi a viatura naquele mesmo dia. Entre as condições contratuais como poderão ler no contrato que se junta como anexo, incluía o local de recepção da viatura, neste caso nas instalações da Centauro e local de entrega da mesma, neste caso optei em fazê-lo no Aeroporto Internacional Humberto Delgado no dia do meu regresso, até 8 horas da manhã. Constava ainda que no acto da entrega da viatura, o depósito de combustível da mesma devesse estar completamente atestado, uma vez que a viatura foi-me entregue com esta mesma condição. O custo total do aluguer da viatura ficou em EUR 320,29, descontados no dia 19.02.2026, data da reserva. Ocorre que a Centauro efectuou ainda um desconto à cabeça ao meu cartão de crédito, naquele mesmo dia (27.02.2026), no valor de EUR 212,00. Este valor segundo informações prestadas por um trabalhador daquela empresa, serviriam de garantia para cobertura de despesas como, i) combustível (EUR 112,00) caso a viatura fosse entregue sem que o depósito estivesse atestado e, ii) pagamento de portagens, para o caso de o condutor ter utilizado as vias verdes (EUR 100,00). Ocorre que a viatura foi entregue com o depósito totalmente atestado. Utilizei de facto algumas passagens pelas vias verdes e estimo que o custo destas passagens, não ascenda EUR 30,00. Portanto, desde o dia 16.03.2026 que tenho solicitado a devolução do remanescente do valor que me foi descontado, que a Centauro não se pronuncia sobre assunto. Outra nota que gostaria de incluir nesta denúncia, tem a ver com a crassa violação dos termos contratuais pela Centauro. Conforme os Exmos., senhores poderão ver no contrato partilhado, a entrega da viatura ocorreria no dia 16.03.2026, no Aeroporto Internacional Humberto Delgado, às 8 horas da manhã. Sucede no entanto, que a Centauro, unilateralmente alterou este acordo, definindo que a viatura devesse ser entregue nas suas instalações. O meu voo ocorreria na manhã do dia 16.03.2026 (9 horas). Ainda assim, com vista a gerir o conflito, optei pela paz e levei a viatura muito cedo às instalações da Centauro, naquele mesmo dia. Cheguei por volta das 6:10 da manhã. Nesta altura não havia qualquer trabalhador da Centauro para proceder com a recepção da mesma. Sentia-me muito angustiado, pois o chek-in para o meu voo fecharia às 7 horas. Quando eram aproximadamente 6:45 começaram a chegar os primeiros trabalhadores da Centauro. Solicitei que procedessem com a recepção da viatura e dos trabalhadores quem interagia recusou-se categoricamente, alegando que não era horário de expediente. Como depois da nossa chegada às instalações da Centauro, verifiquei um senhor que trabalha numa empresa que faz fronteira com a Centauro, procurei saber do mesmo se podia receber a viatura e proceder com a entrega à Centauro às 7 horas e aquele senhor concordou, acto de que nunca me esquecerei. Estando no aeroporto, antes da minha partida, quando eram aproximadamente 8 horas e alguns minutos, liguei para aquele senhor com vista a confirmar a entrega da viatura à Centauro e se houve alguma nota digna de realce, o mesmo informou-me que nada foi reportado. Prezados senhores, No dia 18.03.2026, verifiquei que a Centauro efectuou e novamente unilateralmente, outro desconto ao meu cartão de crédito. Desta vez no valor de EUR 190,00. Quando a questionei da razão para o efeito, foi-me informado que deveu-se as seguintes razões: i) por ter deixado a viatura num local inadequado (penalização de EUR 150,00) e, ii) por ter entregue a viatura fora de hora (penalização EUR 40,00). Formalizei o meu desencanto com aquela empresa e precisei de me posicionar. Fiz-lhes um email com o detalhe que acabo de partilhar com vossas Excias., e ainda adicionei que para além da Centauro violar escrupulosamente o contrato, eu no meu bom senso, levei a viatura às suas instalações. Acto contínuo, apelei ao trabalhador daquela empresa para receber a viatura (facto que pode ser confirmado pelo circuito de vídeo vigilância por volta das 6:30 em diante). Aquele trabalhador negou-se categoricamente em receber a viatura. Para não perder o voo, precisei de encontrar uma solução alternativa, que foia entrega àquele senhor. Todavia, certifiquei-me de a viatura estivesse num local seguro, ou seja, estacionei num parque de estacionamento bem de fronte à Centauro (detalhe que pode ser confirmado pelo circuito de vídeo vigilância). Ainda assim, fui abusadamente penalizado, mesmo diante da minha razão? Exigi que a Centauro devolvesse os valores indevidamente debitados do meu cartão de crédito. A Centauro retratou-se, porém, procedeu com a devolução de apenas EUR 150,00. À presente data, a Centauro não devolveu i) nem o valor do combustível (EUR 112,00), ii) nem o valor remanescente de portagens não usadas (pelos meus cálculos EUR 70,00), iii) nem o valor do que consideram de viatura entregue fora de hora (EUR 40,00). Num total de aproximadamente EUR 222,00. Pelo exposto, apelo por obséquio a V/ intervenção neste processo, com vista a reposição da legalidade. E lamentavelmente, fruto dos descontos indevidos efectuados pela Centauro, estou a pagar avultados valores ao meu Banco, porque não disponho de valores suficientes em conta para o pagamento da dívida com o cartão de crédito, devendo o custo adicional destas despesas (juros de mora), serem posteriormente da assumidos pela Centauro aquando do ressarcimento dos valores que me foram abusivamente surripiados. Manifesto completa disponibilidade para esclarecimentos adicionais à Excias. A minha intenção era anexar o histórico de toda a conversa que tenho vindo a estabelecer com a Centauro, para o V/ douto conhecimento e análise, porém, este canal de denúncias, permite anexar apenas um documento, tendo eu optado em partilhar apenas o contrato celebrado com a Centauro. Obs.: Junto da Centauro o processo foi registado com a seguinte informação: Centauro Rent a Car. Documentação do contrato PR26020118 [Ticket#812508354]
Professores racistas!
Apesar de já ter terminado o meu percurso nesta escola de condução há alguns meses não posso deixar de reportar esta situação que me aconteceu. Nesta escola de condução, há professores que não querem estar ali e isso nota-se, falo pelo que tive pelo menos. O meu professor estava constantemente a reclamar do seu trabalho, mas isso é o menos. Ultrapassou todos os limites quando começou a ter comportamentos racistas comigo. No inicio não tinha reparado muito nesses comportamentos, mas o facto é que o professor estava sempre aos gritos comigo, e sei que não fui a única porque sei de relatos de outras pessoas que também passaram por isso. Isso afetou-me bastante nas minhas aulas de condução, chegava a ter dores de barriga mesmo antes da aula começar de estar tão nervosa por já saber que ele ia gritar comigo. Mas o pior foi quando, antes do meu exame de condução, minutos antes, ele disse: “ Eu posso ser racista, tenho é de respeitar os outros”. E disse isto do nada, quando nem sequer deveria ser um assunto naquela situação e muito menos naquele dia e antes do exame. E é claro que acabei por chumbar no exame. Chumbei 3 vezes no código e 3 na condução e acho que não foi por acaso. Decidi falar sobre isto porque não quero que mais pessoas passem pelo mesmo, não aconselho esta escola de condução.
Práticas agressivas na venda de aparelho auditivo e recusa da resolução dentro do prazo legal
Quero reportar uma situação grave ocorrida com uma pessoa idosa da minha família, de 72 anos, diabética e vulnerável, relacionada com a venda forçada de um aparelho auditivo. No dia 21.03.2026, foi contactada por telefone para um alegado rastreio auditivo gratuito. Apesar de inicialmente recusar, acabou por aceitar devido à insistência, acreditando tratar-se de uma consulta legítima, tendo-lhe sido oferecido transporte de ida e volta. Foi então conduzida para uma tenda na zona de Santo António, ilha da Madeira, onde permaneceu das 11h00 às 15h00, sem que lhe fosse permitido regressar a casa apesar de o solicitar repetidamente. Durante esse período, estando sem comer e com problemas de saúde, foi sujeita a forte pressão psicológica para adquirir um aparelho auditivo com valor superior a 7000 EUR. Foram feitas afirmações alarmistas e enganosas, incluindo que, caso não adquirisse o equipamento, poderia ficar surda, desenvolver Alzheimer ou até ficar acamada. Após cerca de quatro horas sob pressão, acabou por assinar um contrato de crédito com a Credibom para possibilitar a compra do aparelho. No dia 24.03.2026, dentro do prazo legal de livre resolução, tentámos devolver o aparelho e cancelar o contrato na loja física da Madeira. A empresa dificultou o processo e recusou aceitar a devolução, alegando a falta de um acessório que nunca foi entregue. Com orientação da DECO, o equipamento foi enviado por correio registado para a sede, mas a empresa recusou recebê-lo, encontrando‑se a encomenda ainda nos CTT. Consideramos existir a prática de métodos comerciais desleais e agressivos, coação e aproveitamento da vulnerabilidade de uma pessoa idosa, que foi literalmente recolhida na sua própria casa para ser conduzida a este processo de venda. Solicito apoio para: Garantir a aceitação da devolução do equipamento; Assegurar o direito à resolução do contrato de crédito dentro do prazo legal; Apoiar os procedimentos necessários para responsabilização da empresa. Trata-se de uma situação que coloca em risco outros consumidores, especialmente pessoas idosas. O mais preocupante é que, após contacto com diversas entidades competentes, fomos informados de que situações semelhantes estão a acontecer frequentemente, todos os dias. A pergunta que deixo é: como é possível que isto esteja a acontecer repetidamente sem que sejam tomadas medidas eficazes? Quem presencia estas práticas e nada faz torna-se cúmplice destes esquemas.
Reclamação — Recusa Indevida de Reembolso
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar reclamação formal relativamente à recusa de reembolso de despesas médicas referentes a sessões de psicoterapia realizadas a 10/11/2025, 17/11/2025 e 24/11/2025, no valor total de 180€ (três sessões de 60€ cada). I. DOS FACTOS 1. O reclamante realizou três sessões de psicoterapia nas datas de 10/11/2025, 17/11/2025 e 24/11/2025, no valor de 60€ cada, totalizando 180€. 2. Ao tentar submeter o pedido de reembolso através da aplicação da ASISA/AdvanceCare, o reclamante deparou-se repetidamente com impedimentos técnicos que impossibilitavam o envio das despesas pela via digital. Esta situação foi reportada à ASISA em múltiplas ocasiões, tendo sido recusado um método alternativo de submissão. 3. O reclamante submeteu o pedido de reembolso em 12/12/2025, dentro do prazo de 90 dias contados da data da última despesa (24/11/2025), conforme exigido pelo artigo 22.º, n.º 4, alínea e) das Condições Gerais. 4. Em 15/12/2025, a ASISA recusou o pedido por alegada falta de informação, sem identificar qualquer prazo para entrega da mesma e sem qualquer comunicação escrita nesse sentido. 5. O reclamante procedeu à obtenção de novo relatório médico junto do prestador de saúde e resubmeteu toda a informação em 20/03/2026. 6. Em 24/03/2026, a ASISA recusou novamente o pedido, alegando que haviam decorrido mais de 90 dias desde a data das despesas. Adicionalmente, um colaborador da ASISA indicou por via telefónica que, a partir da primeira resposta da seguradora, contaria também um novo prazo de 90 dias para resubmissão de informação. II. DO DIREITO 1. O prazo de 90 dias previsto no artigo 22.º, n.º 4, alínea e) das Condições Gerais é contado exclusivamente a partir da data de realização do ato médico. O pedido inicial foi submetido em 12/12/2025, dentro desse prazo, tendo a obrigação contratual sido integralmente cumprida pelo reclamante. 2. As Condições Gerais não preveem, em nenhuma das suas cláusulas, qualquer prazo de resubmissão contado a partir de uma resposta da seguradora. A regra invocada verbalmente por um colaborador da ASISA carece de qualquer suporte contratual e não pode, por isso, ser oponível ao reclamante. 3. O artigo 26.º das Condições Gerais estabelece que as comunicações e notificações entre as partes devem revestir forma escrita e ser prestadas por qualquer meio de que fique registo duradouro. Uma instrução transmitida verbalmente por telefone não preenche este requisito e não produz efeitos contratuais. 4. Os impedimentos técnicos da aplicação, reportados pelo reclamante em diversas ocasiões e sem que tenha sido disponibilizado um método alternativo de submissão, constituem um obstáculo imputável à própria seguradora, não podendo o reclamante ser prejudicado por dificuldades que lhe são alheias. 5. Não seria conforme à boa-fé contratual que a seguradora beneficiasse da sua própria recusa, e dos obstáculos técnicos por si não resolvidos, para criar uma situação de incumprimento de prazo por parte do reclamante. III. DO PEDIDO Face ao exposto, vem o reclamante solicitar: 1. A revisão e deferimento do pedido de reembolso no valor de 180€, relativo às sessões de psicoterapia realizadas a 10/11/2025, 17/11/2025 e 24/11/2025; 2. A identificação, por escrito, da cláusula contratual concreta que suporta a regra dos 90 dias contados a partir da primeira resposta da seguradora, invocada em chamada telefónica; 3. Resposta escrita e fundamentada à presente reclamação no prazo de 20 dias, nos termos do artigo 28.º das Condições Gerais. O reclamante reserva-se no direito de, não sendo obtida resposta satisfatória, escalar a presente reclamação ao Provedor do Cliente e à Autoridade de Supervisão de Seguros e Fundos de Pensões (ASF).
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