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Dano no para-brisas no valor de 1165€
Durante o meu aluguer da caravana da empresa roadsufer, na viagem um pedra fez uma quebra no para-brisas. Devolvi a viatura com a noção de ter sido eu a causar o dano (ainda que acidental) e disposta a pagar o valor correspondente. Recebi uma fatura da roadsurfer de um pagamento de 1165,19€ pela substituição completa do vidro (399€ para a mão de obra). Contactei a CarGlass- empresa especializada em reparação/substituição de vidros, que me deram um orçamento de 129€. A empresa roadsurfer recusa-se a rever o valor e querem que pague o montante remanescente (têm 800€ da minha caução cativos). Parece-me um valor absurdo e desonesto, pelo que irei contactar todos os meios legais para que este valor seja revisto.
indemnização vergonhosa - Depressão kristin, Leonardo & Marta
Sou cliente de seguro multi-riscos, apólice MR72025515, com a Ocidental, empresa da AGEAS. Fui lesado com a tempestade Kristin e, dia 30/01/2026 reportei os meus estragos por email, conforme indicado pela agente presente no Estadio de Leiria, Dia 10/02 obtive um orçamento por uma empresa especializada para reparação dos danos sofridos, orçamento que enviei para a AGEAS e também submeto em anexo. Semanas passaram sem qualquer feedback, efetuei vários pedidos de esclarecimentos sem previsões. Dia 5 Março, sem qualquer aviso prévio, estando eu no meu local de trabalho a 70km de casa, recebo uma chamada do perito às 13h38, indicando que estaria a 10 minutos da minha casa, ainda assim pedi autorização de saída, perdendo meio dia de trabalho, desloquei-me à residência. O perito só tirou fotos, não comentou nada, mostrei os estragos, mostrei também o teto interior da minha casa que já tinha sido obrigado a reparar, adiantando o dinheiro, porque chovia e ventava relevantemente dentro de casa, reparação essa que estava no orçamento, e mostrei que os estragos que haviam sido reportados inicialmente no barracão foram agravados pelas depressões seguintes, com chuva intensa e vento, inumeras telhas esburacadas, partidas, rachadas, todas já aglomeradas num ponto para ser possível a verificação, fora o enorme monte de entulho de pedaços de telha, tijolo e remates de cimento. Para meu espanto e desagrado, dia 25/03/2026 recebo alerta de regularização, com um valor vergonhoso de nem 10% do valor de orçamento de reparação, com o agravante da ausência de menção dos danos interiores da casa que foram reportados e reparados antes da peritagem, visto que na peritagem demorou mais de um mês, sendo os valores totalmente irrealistas e descabidos para a realidade. No mesmo dia submeti uma reclamação por email, à qual aguardo uma resposta até hoje. É uma vergonha o tratamento que estão a dar aos clientes lesados e revela uma enorme incompetência da equipa de peritagem. Recapitulando: 1º Reportei por email no dia 30 Janeiro 2026 o inicio dos danos, onde inclusive tem uma foto forro do teto em madeira interior da casa caído. Nessa zona da casa começou a chover e a entrar imenso vento. O perito demorou 25 dias uteis a aparecer, prazo esse que está estipulado legalmente para resolução total e não para peritagem, a resolução foi no 39º dia util, completamente fora do prazo legal. Quando o perito foi à habituação, 35 dias após o reporte dos danos, OBVIAMENTE que já tinha de ter reparado o forro do teto interior da casa, não podia aguardar à chuva e ao vento por vossas excelências. Portanto têm a foto do dano reportado, têm o orçamento de reparação, o perito foi visitar já com a reparação, e não há lugar a indemnização referente a isso? 2º O telhado da garagem sofreu danos estruturais severos com a tempestade Kristin que foram agravados pelas depressões Leonardo e Marta que vieram a seguir, onde os danos foram agravados e, quando o perito visitou a casa, pôde ver vigas soltas, rachados, bambas, mais de 40 telhas partidas/rachadas/danificadas, e se não avaliou em condições trata-se de incompetência do mesmo, porque é a função dele. Resumindo: -A empresa não cumpriu prazos legais de resolução -Indicar que danos não foram causados pela tempestade é de uma incongruência enorme face a tudo o que se pode ver na zona. -O perito foi incompetente em cumprir prazos e a analisar danos. Venho por este meio requisitar o tratamento com celeridade, valores justos perante o acontecimento e os danos estabelecidos. Submeto o orçamento que foi feito por uma equipa especializada, em que deste orçamento a seguradora só achou por bem pagar 1.500€.
Sinal não devolvido - fraude
No dia 4 de abril, entreguei um sinal no valor de 500€ para reserva de uma viatura no concessionário Grupo Filinto Mota, após me ter sido transmitido pelo vendedor que o veículo apresentava apenas ocorrências menores, nomeadamente assistências em viagem e um episódio isolado de quebra de vidro. Posteriormente, tive conhecimento de que a viatura apresenta um histórico de múltiplos acidentes, incluindo um sinistro grave ocorrido em 2025, com danos significativos ao nível do compartimento do motor, informação essa que nunca me foi comunicada durante a negociação. Além disso, foram prestadas informações contraditórias relativamente à proveniência e histórico da viatura, o que levantou sérias dúvidas quanto à veracidade e transparência da informação fornecida ao consumidor. Importa ainda referir que, no momento da entrega do sinal, foi-me transmitido verbalmente que o valor seria devolvido caso não tivesse interesse em prosseguir com a compra após verificação da viatura. Após tomar conhecimento do verdadeiro histórico do carro, manifestei imediatamente a intenção de cancelar o negócio e solicitei a devolução do sinal. Desde então: * já enviei vários emails para o concessionário; * houve contacto através da minha advogada; * passaram mais de 10 dias ( após o envio do segundo e terceiro email) sem qualquer resposta formal por parte da chefia; visto esta situação já se prolongar desde o dia 4 de abril e o meu primeiro contacto via email ter sido realizado no dia 14 de abril. Considero inadmissível a ausência de resposta perante uma situação desta gravidade, especialmente tendo em conta a omissão de informação essencial para a decisão de compra e a falta de transparência demonstrada ao longo de todo o processo. Perdi totalmente a confiança no negócio e continuo apenas a solicitar a devolução do valor pago a título de sinal. Até ao momento, a empresa demonstra total falta de consideração pelo consumidor e ausência de vontade de resolução.
Débito não autorizado
Consultando o extrato mensal do meu cartão de debito Activo Banco dei conta de um débito não esperado, no valor de 18,00€, com data valor de 9 de Maio de 2026, referência nº 0900878710, feito em nome de web.privicompras.es. Ao pesquisar reparei num débito igual no dia 10 de abril 2026 Não subscrevi, pelo menos voluntária e conscientemente, qualquer “privilégio em compras” junto da entidade que efetuou o débito. Verifico não ser o único alvo deste tipo de débitos por parte daquela entidade e na sequência de compras feitas online. No meu caso, suspeito que a apropriação dos dados tenha origem em compras efetuadas pelo site https://Amazon.es/. Em conformidade, solicito apoio para ser ressarcido do montante debitado indevidamente, o cancelamento de qualquer subscrição existente junto da entidade reclamada e o aconselhamento que entendam adequado para obviar repetição de situações idênticas. Pela experiência dos outras pessoas que já tiveram feito a reclamação aproveito a informar que não tenho o número do cliente e que única referência deste débito que está disponível para mim é esta: 0900878710 CH que é o número de referência da operação de débito na minha conta, visível nos comprovativos anexados O débito foi efetuado em cartão de debito em nome de Maksym Myroniuk, nº 4351 *****2190. Agradeço que identifiquem a operação e procedam à devolução do montante indevidamente debitado duas vezes, bem como ao cancelamento de qualquer subscrição existente, obviando a adoção de outras medidas junto dos serviços de defesa do consumidor. Muito obrigado. Com os melhores cumprimentos, Maksym Myroniuk
Pagamento seguro não recebido
Estou há mais de 3 meses a reclamar com à Volkswagen para me pagarem pelos meses que estive doente de 26/01/2026 a 07/04/2026 porque tenho seguro proteção ao crédito através deles na companhia Cardif, já entreguei toda documentação pedida pelo seguro Cardif e agora só falta da parte da Volkswagen entregar um plano financeiro do meu crédito que os mesmos se recusam a mandar após vários pedidos meus eles enviam para mim em vez de enviarem para seguradora porque dizem que só entregam a mim e por sua vez a seguradora diz que não funciona assim eles Volkswagen é que tem que enviar diretamente para seguradora Cardif e não para mim que é o que eles estão a fazer já me enviaram 2 vezes para mim e dizem para eu reenviar para seguradora que não aceita. A seguradora diz que se fosse assim eu podia enviar um plano com qualquer valor que eles teriam que pagar que não faz sentido. Ando neste stress de empurra e não resolvem a minha situação o que é burla por mim nunca falhei com eles uma prestação não percebo o porquê então de pagar o seguro de proteção ao crédito. Volkswagen financial services contrato 4048580, e matrícula veículo BC-80-NO
Pedido de Cancelamento de Contrato Medcarie
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação formal relativamente ao serviço prestado pela empresa Medcare, bem como reiterar o meu pedido de cancelamento do contrato celebrado. Informo que solicitei o cancelamento do referido serviço após ter ficado desempregada, encontrando-me atualmente numa situação financeira que não me permite continuar a suportar os encargos associados ao plano contratado. Importa ainda referir que, desde essa altura, deixei de efetuar quaisquer pagamentos, precisamente por não possuir condições económicas para manter o serviço ativo. Acresce que, durante todo o período em que estive associada, o serviço nunca me trouxe qualquer utilidade prática ou benefício efetivo, não tendo recorrido nem usufruído de vantagens que justificassem a continuidade do contrato. Apesar do meu contacto para proceder ao cancelamento, a situação não foi devidamente regularizada até ao momento, o que considero insatisfatório e desadequado face às circunstâncias apresentadas.
Sinistro apresentado à Allianz que foi recusado pela seguradora
Exmos. Senhores, Venho solicitar apoio relativamente a um sinistro apresentado à Allianz que foi recusado pela seguradora. Considero que a decisão poderá não estar devidamente fundamentada e gostaria de obter análise e orientação sobre os meus direitos e possíveis formas de contestação. Foi feita uma pritagem (vidio-chamada) Onde nao da para ter uma preseçao rial do sinistro Em anexo seguem os documentos relevantes: apólice 190487/0 NIF 169475794 Agradeço o vosso contacto e indicação dos próximos passos. Com os melhores cumprimentos, Maria Madalena Jose marques Rodrigues
Encomenda não entregue
Venho apresentar reclamação contra a Tradeinn / Dressinn relativamente a uma encomenda que aparece no sistema como “disponível para levantamento”, mas que na realidade não se encontra no ponto de recolha indicado. Recebi vários e-mails a informar que a encomenda já estava disponível para levantamento através da transportadora SEUR, no entanto: * nunca recebi qualquer código de levantamento; * o tracking é incompleto e pouco claro; * desloquei-me pessoalmente ao ponto de recolha e fui informada de que a encomenda não se encontra lá. Apesar dos vários contatos efetuados, continuo apenas a receber respostas automáticas sem resolução concreta do problema. Considero inadmissível que uma encomenda seja dada como disponível para levantamento sem existir qualquer prova real de entrega ou código válido para recolha. Solicito: * prova efetiva de entrega da encomenda; OU * reembolso integral imediato do valor pago. Caso a situação não seja resolvida rapidamente, avançarei com reclamação junto das entidades competentes e pedido de chargeback através do meu banco por produto não entregue. Número da encomenda: 68354115 Data da encomenda: 2026-04-21 Valor pago: 38.48 EUR
Gasóleo contaminado com água
Enchi o depósito de gasóleo, na estação da Repsol, da Rua Júlio Diniz, 320 4050-318, no Porto: 44,7 litros; Bomba 4; no dia 13/04/2026, às 16.34. A seguir, iniciei viagem para Lisboa. Às 17:43, uma hora e um quarto depois, a viatura para subitamente e apareceu no tablier o sinal STOP. Estava na A17 (Vagos) ao Km 95. Accionei o ACP, do qual sou sócio e que confirma o sucedido, enviando reboque e táxi para transporte para Lisboa. A viatura é levada, do depósito de outras viaturas, de Mira, onde foi recolhida, para a oficina em 20.04.2026 ( SETE DIAS DEPOIS!!). Na oficina , a 22.04.2026, dois dias depois, é feito o diagnóstico de contaminação do gasóleo com água e feito o orçamento (6.095,75 Euros), já pagos. Fiquei sem viatura de substituição, apesar do seguro, durante 9 dias, pois me era exigido o diagnóstico e provável tempo de reparação, o que apenas sucedeu 10 dias depois do sucedido. Desloquei-me à oficina para ver o gasóleo retirado do depósito, praticamente cheio, e foi-me mostrado, onde pude verificar água residual, tendo obtido foto com o meu telemóvel. Desejo: 1. Que seja feita uma inspeção à gasolina desta estação (presença de água) 2. Saber se houve outras queixas semelhantes, no período que antecede aquele dia e após, até quatro dias (11-17.04.2026) 3. Obter uma compensação da REPSOL P.S. 1. Sempre me abasteci nos últimos dois anos na REPSOL, conforme posso comprovar pelas facturas associadas ao cartão LIDL. Nunca nada sucedeu 2. A viatura tinha sido aprovada em IPO obrigatório, recentemente. Tinha feito as revisões há menos de 6 meses. Sem qualquer problema mecânico na viagem , três dias antes, de Lisboa para o Porto, onde ficou parada até ao referido abastecimento. 3. Existem grandes obras do metro do Porto a menos de 50 metros da estação, o que poderá ter contribuído para eventuais infiltrações, por micro-ranhuras, nos depósitos subterrâneos.
Cancelamento/alteração plano
Venho por este meio apresentar reclamação formal contra a empresa Wildsmile relativamente ao contrato celebrado em 08/04/2026, associado a uma alegada fidelização de 12 meses. Aquando da adesão, efetuei o pagamento correspondente aos 3 primeiros meses do serviço. Posteriormente, comuniquei à empresa que não pretendia continuar com o plano nem renovar qualquer serviço após o término do período já pago , nem mesmo após os 12 meses. Em contacto realizado via WhatsApp, foi-me transmitido pela empresa que poderia simplesmente deixar de efetuar os pagamentos das restantes mensalidades e que, após os 3 meses pagos, o plano transitariam automaticamente para um plano “Basic”, gratuito e com serviços limitados, mantendo-se ativo até 08/07/2026. Perante esta informação, solicitei expressamente: * que fizessem a alteração do plano premium para o basic e após fim de contrato o cancelamento/cessação do serviço, * confirmação escrita por e-mail das condições comunicadas via WhatsApp. Contudo, recebi apenas um e-mail a informar que “não seria possível cancelar” o contrato, contradizendo diretamente a informação anteriormente prestada. Posteriormente, em contacto telefónico, foi-me dito que a empresa não poderia enviar por escrito a informação fornecida através do WhatsApp. Considero esta atuação grave, pouco transparente e lesiva dos direitos do consumidor, uma vez que: * existem informações contraditórias prestadas por diferentes canais de atendimento; * a empresa recusa formalizar por escrito a alteração do plano premium para o basic; * não existe clareza relativamente às consequências da minha intenção de não renovação e cessação do serviço; * tal comportamento pode configurar prática comercial pouco transparente perante o consumidor. Deste modo, solicito: * confirmação formal e escrita de que não existirão cobranças futuras adicionais; * confirmação da cessação do vínculo contratual após o período já liquidado; * esclarecimento completo sobre qualquer alegada permanência, penalização ou renovação automática; * garantia de que os meus dados e meios de pagamento não serão utilizados para futuras cobranças sem autorização expressa. Caso a situação não seja devidamente esclarecida e regularizada, reservo-me o direito de apresentar reclamação junto das entidades competentes de defesa do consumidor.
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