Reclamações públicas

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J. C.
21/09/2026

Encomenda não entregue

Assunto: Reclamação contra a Tradeinn – Encomenda não entregue, ausência de reembolso e recusa de resolução Venho solicitar a intervenção da DECO PROteste relativamente à encomenda nº 69866775, efetuada junto da Tradeinn/Waveinn em 10/06/2026, que nunca foi entregue. Dados da encomenda Comerciante: Tradeinn / Waveinn Nº da encomenda: 69866775 Data da compra: 10/06/2026 Código de rastreamento: CI019107114NL Transportadora: conforme indicado pela Tradeinn no processo de transporte Estado: não entregue Reembolso: não efetuado Cronologia 10/06/2026: encomenda realizada e paga. 19/06/2026: primeira data indicada para a entrega. 22/06/2026: a encomenda passou a constar como expedida. 26/06/2026: o rastreamento apresentou o estado “IN TRANSIT – EXPORTED”, indicando que a encomenda se encontrava em trânsito para o país de destino. 24/07/2026: o rastreamento passou a indicar “Retraso en la entrega”, com a informação “La mercancía no ha sido cargada y probablemente será entregada con retraso”. Durante este período entrei em contacto com a Tradeinn por diversas vezes, solicitando a localização da encomenda e uma solução para o problema. Também solicitei que fosse feita uma reclamação junto da transportadora e que, caso a encomenda não pudesse ser localizada e entregue, fosse efetuado o reembolso integral. Apesar das várias reclamações, a encomenda nunca foi entregue. Posteriormente, a Tradeinn informou que a transportadora teria rejeitado a reclamação por ter ultrapassado o prazo de 30 dias, procurando utilizar esse argumento para justificar a ausência de solução. Considero esta resposta particularmente problemática, uma vez que o consumidor não controla os procedimentos internos entre o vendedor e a transportadora nem pode ser responsabilizado pelo prazo utilizado pelo vendedor para apresentar uma reclamação junto da transportadora. Solicitei ainda à Tradeinn os dados e comprovativos das comunicações mantidas com a transportadora, nomeadamente: 1. Data em que a Tradeinn comunicou o desaparecimento ou atraso da encomenda à transportadora. 2. Cópia das comunicações entre Tradeinn e transportadora. 3. Identificação da transportadora responsável. 4. Resposta formal da transportadora. 5. Fundamentação concreta para a alegação de que o prazo de reclamação de 30 dias teria sido ultrapassado. 6. Explicação sobre as medidas tomadas pela Tradeinn para localizar e entregar a encomenda. Até ao momento, não recebi uma solução satisfatória, não recebi a encomenda e não fui reembolsado. Pedido de intervenção Solicito à DECO PROteste que intervenha junto da Tradeinn para que esta situação seja esclarecida e resolvida. Pretendo que a Tradeinn: 1. Comprove documentalmente a entrega da encomenda, caso alegue que esta foi efetivamente entregue; ou 2. Caso não consiga comprovar a entrega, proceda ao reembolso integral do valor pago pela encomenda. Solicito também que a Tradeinn apresente os comprovativos das comunicações efetuadas com a transportadora e explique qual o fundamento legal utilizado para considerar que o alegado prazo interno de 30 dias da transportadora elimina ou limita a responsabilidade do vendedor perante o consumidor. Tenho disponíveis para apresentar à DECO PROteste os comprovativos da encomenda e pagamento, o histórico completo do rastreamento e as comunicações mantidas com a Tradeinn. A encomenda foi paga, não foi entregue e, até ao momento, também não foi efetuado o respetivo reembolso. Solicito, por isso, o apoio da DECO PROteste na resolução deste litígio.

Encerrada
J. F.
20/09/2026

Fraude de Alojamento Inexistente

Efetuei, através da plataforma Booking.com, a reserva n.º 5768168662 para um alojamento destinado a dois adultos e uma criança, apelidado "T1 Av da Liberdade" e gerido pelo suposto anfitrião LX Apartments. No momento da reserva, foi-me solicitado, através da própria plataforma Booking.com, que introduzisse os dados do meu cartão bancário, informação que, segundo as condições apresentadas, permitiria ao proprietário efetuar uma eventual cobrança de pré-pagamento, caso necessário. Posteriormente, o proprietário do alojamento entrou em contacto comigo através do sistema de mensagens da Booking.com e também através do WhatsApp, solicitando que o pagamento da reserva fosse efetuado diretamente para o alojamento através de transferência bancária. Seguindo essas instruções, efetuei uma transferência bancária no valor de 124,50 € para o IBAN que me foi indicado pelo proprietário. O IBAN fornecido corresponde a uma conta bancária sediada no Luxemburgo. Possuo o respetivo comprovativo da transferência, bem como as comunicações mantidas com o alojamento. No próprio dia em que deveria ocorrer a estadia, fui novamente contactado pelo alojamento, desta vez através da Booking.com, sendo-me solicitado o pagamento adicional de uma caução no valor de 300 €, o qual fiz. Foi-me indicado que esse montante seria devolvido no dia seguinte, desde que, após a nossa saída, estivesse tudo em conformidade com o alojamento. Perante esta situação e antes de me dirigir ao local, solicitei ao proprietário que me confirmasse a morada correta do alojamento e as indicações necessárias para lhe aceder. Foi precisamente a partir desse momento que a situação se tornou particularmente preocupante. O proprietário deixou de responder às minhas mensagens e começou a desligar ou rejeitar as minhas chamadas, impossibilitando qualquer contacto. Apesar da ausência de resposta, desloquei-me à morada indicada na Booking.com. No local, deparei-me apenas com um portão, sem qualquer entrada identificável para o alojamento ou dispositivo onde fosse possível introduzir o código PIN que supostamente permitiria o acesso. Não consegui, portanto, localizar ou aceder ao alojamento reservado. A estadia nunca chegou a acontecer e nenhum serviço de alojamento me foi efetivamente prestado. A situação teve ainda consequências imediatas para o meu agregado naquele dia. Como tínhamos outros compromissos previamente marcados e já não dispúnhamos de tempo para procurar e aguardar pela confirmação de uma nova reserva, acabámos por ter de recorrer ao alojamento de um familiar, em condições pouco adequadas para os dois adultos e uma criança que constituíam o grupo. Perante o sucedido, entrei em contacto com o apoio ao cliente da Booking.com e expus detalhadamente a situação, incluindo o facto de o proprietário ter deixado de responder, de não termos conseguido aceder ao alojamento e de terem sido efetuados pagamentos diretamente para a conta indicada pelo mesmo. A Booking.com informou-me de que, uma vez que o pagamento tinha sido diretamente facilitado pelo alojamento, seria este o responsável pela devolução do dinheiro. Foi-me ainda indicado que, nestas situações, o prazo concedido para o reembolso seria de 15 dias úteis após a data do cancelamento. A Booking.com informou também que entraria em contacto com o alojamento para solicitar um comprovativo do reembolso e que, caso este não fosse efetuado dentro dos referidos 15 dias úteis, deveria voltar a contactá-los imediatamente para que fossem iniciados os seus procedimentos relativos a uma cobrança indevida. Entretanto, passaram mais de 15 dias desde a data em que a estadia deveria ter ocorrido, sem que o alojamento tenha procedido à devolução do dinheiro e sem que me tenha sido apresentado qualquer comprovativo de reembolso. Existe ainda um elemento adicional que agravou significativamente a minha preocupação: o alojamento deixou entretanto de estar disponível para reserva na Booking.com. Considerando este facto em conjunto com o comportamento do proprietário (pedido de pagamento por transferência bancária, posterior pedido de caução, interrupção de todas as comunicações quando solicitei a confirmação da morada e impossibilidade de aceder ao alegado alojamento) receio seriamente ter sido vítima de uma fraude. Voltei, por isso, a contactar a Booking.com, salientando que o prazo indicado pelo próprio apoio ao cliente já tinha decorrido e solicitando que fossem iniciados, com caráter de urgência, os procedimentos de cobrança indevida anteriormente mencionados. Expressei também a minha preocupação relativamente à demora na resolução do caso, uma vez que a passagem do tempo poderá dificultar uma eventual tentativa de recuperação dos fundos através do sistema bancário. Caso não seja possível resolver a situação através da Booking.com, poderei ter de apresentar uma participação formal às autoridades e solicitar ao meu banco que tente desencadear os mecanismos disponíveis para recuperação da transferência junto da instituição bancária beneficiária. Esta situação preocupa-me particularmente porque a transferência foi efetuada para uma conta bancária sediada no Luxemburgo, podendo a recuperação dos fundos implicar contacto entre diferentes instituições bancárias e eventualmente procedimentos adicionais. Considero especialmente grave que uma reserva realizada através da Booking.com tenha resultado nesta situação. Enquanto consumidor, utilizei uma plataforma internacional e reconhecida precisamente por esperar um determinado nível de segurança e confiança na intermediação entre os clientes e os alojamentos nela anunciados. Até ao momento, apesar dos vários contactos efetuados e de ter seguido as indicações transmitidas pelo apoio ao cliente da Booking.com, continuo sem usufruir do serviço que contratei e sem recuperar os montantes pagos. Disponho de documentação que permite comprovar os factos relatados, nomeadamente a confirmação da reserva efetuada através da Booking.com, as mensagens trocadas com o proprietário através da plataforma, as conversas mantidas através do WhatsApp, o comprovativo da transferência bancária, as comunicações relativas ao pedido de caução e as respostas recebidas do apoio ao cliente da Booking.com. Pretendo, através desta reclamação, obter apoio na recuperação integral dos montantes pagos e no apuramento das responsabilidades das entidades envolvidas, nomeadamente tendo em conta que a reserva e o contacto inicial com o alojamento ocorreram através da plataforma Booking.com.

Encerrada

Assédio a pacientes mulheres

Apesar de já ter escrito no livro de reclamações do Hospital e toda a equipa ter sido excecional, reitero aqui o evento criminoso que aconteceu no gabinete do dr. Martel no dia 19/09, que assediou a paciente pedindo beijos e forçando abraços. Trata por tu com uma proximidade que não é apropriada, insiste em beijar e abraçar. Já esta a queixa feita na polícia que foi ao seu gabinete confrontá-lo, - o homem não disse nem que sim nem que não e ainda perguntou de todas as pessoas que ele atendeu nesse dia, qual delas tinha sido. Ou seja, ele abusou de mais que uma mulher só naquela manhã. Em breve será aberto um inquérito e será feita a queixa na Ordem dos médicos. Não esquecer que este homem faz operações. Ou seja, se ele age assim com uma mulher consciente não quero imaginar esse homem na presença de uma mulher anestesiada. Este tipo de psicopatia não pode estar a acontecer num lugar que tem de ser seguro. Tem de ser feita justiça. Se souberem de mais casos, por favor não se calem.

Encerrada

Recusa de arranjo na garantia

Exmos senhores, no dia 10/12/2024 comprei um relógio para a minha companheira no LUGAR DA JÓIAS no Alegro Sintra, um RADIANT DAKOTA 2. Com o passar do tempo o relógio começou a apresentar umas pintas na parte traseira da caixa acabando mesmo por furar e até começar a fazer alergia a minha companheira. Fomos a loja onde foi mandado para a garantia, onde foi recusada a reparação com a seguinte resposta:" Danos apresentados na caixa são derivados do grau de intensidade de transpiração do utilizador." Quando comprei o relógio ninguém me informou que este modelo é para pessoas que não transpiram. A minha companheira por norma até só o usava nos fins de semana. Estando ainda na garantia, se a caixa se degradou e não foi por uso indevido devia ser arranjado pois a caixa tem a mesma garantia da máquina.

Resolvida Pedido de intervenção à DECO PROteste
A. M.
20/09/2026
Alma Vicentina

Página fraudulenta

Exmos. Senhores, Efetuei uma encomenda através do site almavicentina.pt de um macacão e de um conjunto de vestido + camisola de malha que, para além de levar mais de 1 mês a chegar, em nada tinha a ver com a imagem dos artigos no site. O site transmite a imagem de artigos de alta qualidade, invocando clientes como Kelly Bailey e José Condessa, com afirmações dos mesmos, mas que em nada correspondem à realidade, pois são imagens geradas por IA. Os preços dos vestidos rondam os €50 ou mais, quando na realidade, são de muito baixa qualidade, não custam mais de €10. Em lado algum o site da "marca" tem exposta a política de devoluções. Dado que quero devolver o vestido e a malha, e ser ressarcida do valor de €44,95, o valor que paguei pelos artigos, a marca diz que tenho de devolver para uma morada na China e arcar com as despesas. Considero isto inenarrável dado que ainda me dizem que têm no site a política de devoluções. Não têm. Dizem que me devolvem 30% do valor total numa outra encomenda a efetuar no site. Ora eu não tenho confiança nenhuma nas roupas da referida marca e não pretendo efetuar mais nenhuma encomenda. Quero o meu dinheiro devolvido e a morada em Portugal para onde devolver os artigos que me enviaram. Pretendo fazer ainda uma queixa na PJ porque considero isto crime de fraude. Cumprimentos.

Encerrada
M. M.
20/09/2026

Impossibilidade de utilizar aplicação na tv adquirida e recusa de reembolso

Exmos. Senhores, Adquiri uma TV Xiaomi 32" (modelo 2026) no dia 18/09/2026 com o objetivo de ver televisão através da APP Vodafone TV. Antes da compra, foi-nos garantido que se tratava de uma Smart TV compatível com essa aplicação e que o novo modelo estava ainda mais otimizado em relação ao de 2025. No entanto, ao ligar o equipamento, percebi que não é possível aceder à APP Vodafone TV neste modelo. Voltei imediatamente à loja para esclarecer a situação e, surpreendentemente, informaram-me que já tinham conhecimento deste problema e sugeriram que podia acionar a garantia, apesar de a TV não apresentar qualquer defeito técnico. Não aceitei esta resposta e pedi o reembolso ou a troca do equipamento, o que foi recusado pela loja. Ainda me sugeriram que vendesse o televisor a terceiros, o que considero uma resposta totalmente inadequada para uma loja. Insisti no meu pedido, mas novamente não aceitaram a devolução, recusando também o direito de rejeição por falta de conformidade logo no dia seguinte à compra. Registei reclamação no livro próprio e agora aguardo uma resolução, esperando o reembolso do valor pago ou a substituição por um produto que cumpra realmente a função pretendida. Toda esta situação foi um enorme transtorno e estou descontente com a postura inflexível e sem soluções apresentadas pela loja. Cumprimentos.

Encerrada
O. F.
20/09/2026

Ajuste de Pagamento para JOBB9AF56DC

Venho apresentar uma reclamação contra a plataforma Óscar e (routinedisplay S.A. ) relativamente ao serviço identificado na aplicação, por considerar indevida a cobrança efetuada e a penalização aplicada ao meu perfil. Aceitei, através da aplicação Óscar, um serviço de pintura de interiores numa habitação situada em Guimarães. De acordo com as condições apresentadas na própria aplicação, o serviço consistia exclusivamente na execução da pintura, sendo da responsabilidade do cliente fornecer/comprar a tinta, não estando a tinta incluída no meu serviço. Desloquei-me de São Mamede de Infesta (Porto) até Guimarães, percorrendo aproximadamente 55 km em cada sentido, utilizando a minha viatura de trabalho, além dos respetivos custos de combustível, portagens e pórticos. Ao chegar ao local, constatei que o cliente não tinha a tinta necessária para realizar o serviço. Expliquei-lhe que, conforme indicado na aplicação, a tinta deveria ser fornecida pelo cliente. Perante esta situação, o cliente decidiu cancelar o serviço através da própria aplicação. Apesar de eu ter cumprido a minha parte e ter realizado a deslocação, a Óscar aplicou uma penalização ao cliente e, simultaneamente, pretende cobrar-me 10 € e retirar-me pontos no ranking da plataforma. Considero esta situação injusta, uma vez que não tive qualquer responsabilidade pela impossibilidade de realização do serviço. Pelo contrário, tive despesas de deslocação que podem atingir cerca de 30 € e perdi tempo de trabalho. Solicito a revisão desta decisão, o cancelamento dos 10 € cobrados, a reposição dos pontos retirados e o reconhecimento dos custos de deslocação suportados por mim. Solicito ainda esclarecimento sobre os cerca de 125 € retidos pela Óscar relativamente a este cancelamento.

Resolvida

Peugeot E-2008 – falha recorrente no sistema de propulsão elétrica

Exmos. Senhores, Sou proprietário de um Peugeot E-2008 elétrico, com 127.568 km, que apresenta uma falha recorrente no sistema de propulsão elétrica. Quando o veículo aquece, começa a dar trancos durante a condução e chega a perder a propulsão. Tenho de desligar e ligar novamente para conseguir continuar. No painel aparece a mensagem: “Falha no sistema de propulsão elétrica! Pare o veículo, consulte o manual.” Nos últimos 4 meses já gastei mais de 2.000 € tentando resolver o problema. Já foram substituídos a bateria de 12 V, o conversor DC/DC e, muito recentemente, o compressor do ar condicionado. Apesar de todas estas intervenções, a mesma falha voltou a acontecer. Não pretendo continuar a substituir peças e assumir novos custos sem que seja identificada a verdadeira causa da avaria. Solicito à Peugeot Portugal que analise o histórico do veículo e das intervenções realizadas, identifique a causa da falha e apresente uma solução definitiva. Tenho fotografias da mensagem de erro e as faturas das intervenções realizadas. Solicito uma resposta por escrito, tendo em consideração os mais de 2.000 € já gastos e o facto de a mesma avaria continuar a ocorrer. Com os melhores cumprimentos.

Encerrada
A. V.
19/09/2026

publicidade enganosa e alojamento em desacordo com características essenciais pedido 992375873

Exmos. Senhores, Venho apresentar uma reclamação relativamente a uma reserva efetuada através da Booking.com, no valor aproximado de 500 € por duas noites, num alojamento em Portugal anunciado como “Sesimbra Cozy House BBQ & Terrace - MADA HOUSE’s”. A minha reclamação prende-se com uma discrepância grave entre as características apresentadas no anúncio e as condições efetivamente encontradas no alojamento, bem como com a forma como a Booking.com posteriormente tratou a minha reclamação. No momento da reserva, o alojamento era apresentado como “independente”, com “entrada privada” e “vistas para o jardim”. Estas características foram determinantes para a minha decisão de reservar e pagar o valor solicitado. No entanto, durante a estadia verificámos que: * o alojamento não funcionava, na realidade, como uma unidade completamente independente; * existia uma entrada partilhada com outras unidades; * vimos efetivamente hóspedes de outra unidade a atravessar o espaço correspondente ao nosso alojamento para terem acesso à sua unidade; * as vistas reais a partir dos quartos não correspondiam às “vistas para o jardim” apresentadas no anúncio, sendo visível o pátio de cimento pertencente a outra casa, com roupa estendida; * além disso, as fotografias que disponibilizei à Booking.com documentam diversas deficiências no estado de conservação do alojamento. Não considero que se trate de pequenos inconvenientes ou de uma questão meramente subjetiva. Estamos perante características essenciais do produto/serviço anunciado, que influenciaram diretamente a minha decisão de contratar e que não correspondiam à realidade encontrada. Por esse motivo, considero que existe, no mínimo, uma possível situação de publicidade ou informação enganosa ao consumidor, uma vez que as características apresentadas no anúncio criavam uma expectativa que não correspondia às condições efetivamente disponibilizadas. Importa ainda destacar a atuação posterior da Booking.com. Apresentei a reclamação à plataforma, fornecendo fotografias e documentação que demonstravam as discrepâncias. A Booking.com inicialmente informou-me de que o valor da compensação seria determinado através de um “algoritmo”, dando a entender que o montante resultava de um cálculo interno que a própria Booking não poderia alterar. Posteriormente, contudo, a explicação apresentada foi diferente: fui informado de que uma compensação superior aos 75 € concedidos dependeria da aprovação/consentimento da proprietária do alojamento. Considero estas explicações contraditórias e pouco satisfatórias. Na prática, a compensação atribuída corresponde a menos de 15% dos aproximadamente 500 € pagos, apesar de a própria Booking.com ter tido acesso às provas fotográficas e à descrição detalhada dos problemas. Considero também particularmente preocupante que, à data desta reclamação, a Booking.com continue a apresentar o alojamento com as mesmas características que considero incorretas ou potencialmente enganadoras, apesar de ter sido informada da situação e de ter recebido fotografias que documentam a discrepância. Ou seja, mesmo depois de ter conhecimento da reclamação e das provas apresentadas, as características essenciais continuam, aparentemente, a ser apresentadas aos consumidores da mesma forma. A estadia tinha ainda uma importância pessoal especial, pois fazia parte de uma viagem realizada após o nosso casamento e de uma visita à Europa com os meus pais. A experiência acabou por ser muito diferente daquela que entendíamos estar a contratar. Considero que os 75 € atribuídos são manifestamente insuficientes face aos aproximadamente 500 € pagos e à diferença substancial entre aquilo que foi anunciado e aquilo que efetivamente foi disponibilizado. Além do prejuízo decorrente da própria experiência, tenho investido uma quantidade significativa de tempo e esforço na apresentação da reclamação, na recolha e envio de provas, nas sucessivas comunicações com a Booking.com e no acompanhamento deste processo, sem que até ao momento tenha sido apresentada uma solução adequada. Por esse motivo, procuro uma revisão substancial da compensação atribuída, que tenha em consideração não apenas o valor pago pela estadia e a gravidade da discrepância, mas também o tempo e os recursos que tive de investir para tentar obter uma solução para uma situação que não provoquei. Solicito, por isso, a intervenção e orientação da DECO PROteste relativamente a esta situação e, nomeadamente: 1. Que seja analisada a possível existência de informação ou publicidade enganosa relativamente às características anunciadas do alojamento; 2. Que seja analisada a atuação da Booking.com enquanto plataforma que continua a disponibilizar e apresentar essas características aos consumidores, mesmo depois de ter sido informada da discrepância e de ter recebido documentação fotográfica; 3. Que seja revista a compensação atribuída, procurando obter uma compensação significativamente superior aos 75 € atualmente oferecidos, considerando o valor total pago, a gravidade da discrepância entre o serviço anunciado e o efetivamente recebido e o tempo e esforço investidos na resolução desta situação; 4. Que a Booking.com seja instada a esclarecer, de forma objetiva, os critérios utilizados para determinar os 75 € de compensação e as razões pelas quais inicialmente me foi indicada a existência de um “algoritmo” e posteriormente a necessidade de autorização da proprietária; 5. Que seja verificado se as informações atualmente apresentadas no anúncio foram corrigidas depois de a Booking.com ter recebido a minha reclamação e as respetivas provas. Disponho de fotografias, capturas do anúncio, comprovativo da reserva, comprovativo do pagamento e todo o histórico das comunicações mantidas com a Booking.com, que podem ser apresentados como documentação de suporte. Considero que a situação merece uma análise mais aprofundada, não apenas pelo prejuízo individual causado, mas também porque as mesmas informações potencialmente enganadoras poderão continuar a ser apresentadas a outros consumidores que efetuem uma reserva com base nessas características. Agradeço à DECO PROteste que analise o caso, me oriente quanto aos mecanismos disponíveis para defender os meus direitos enquanto consumidor e me auxilie, dentro das suas competências, na procura de uma compensação adequada e significativamente superior à atualmente atribuída pela Booking.com. Com os melhores cumprimentos, Antonio

Em curso
R. E.
19/09/2026

Reclamação formal — Impossibilidade de devolução e ausência de resposta

Venho, por este meio, apresentar uma reclamação formal relativamente à compra efetuada nesta loja. Após receber a encomenda, verifiquei que o fato não correspondia às minhas expectativas e, por esse motivo, decidi imediatamente proceder à sua devolução. No próprio dia em que recebi a encomenda, entrei em contacto com a loja, através de e-mail, solicitando instruções sobre como deveria efetuar a devolução das peças adquiridas. Desde então, foram trocados diversos e-mails, tendo eu insistido repetidamente para obter uma resposta concreta sobre o procedimento de devolução. Apesar das minhas várias tentativas de contacto, a loja deixou posteriormente de responder às minhas mensagens. Na última comunicação que recebi, foi-me apresentada apenas uma destas duas opções: receber um reembolso correspondente a apenas 20% do valor total pago ou proceder à devolução da encomenda num alegado “centro de distribuição internacional”. Perante esta última opção, solicitei expressamente que me indicassem onde se localizava esse centro de distribuição, de forma a poder efetuar a devolução. Até à presente data, não obtive qualquer resposta. Considero esta situação inadmissível. Desde o primeiro momento manifestei claramente a minha intenção de devolver a encomenda e procurei, de forma reiterada, obter da loja as instruções necessárias para o fazer. No entanto, continuo sem uma solução e sem o reembolso do valor pago.

Encerrada

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