Reclamações públicas

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F. G.
03/08/2026

Recusa de assistência para reparação de estore elétrico ao abrigo da apólice

Solicitei em 16/07/2026 assistência ao lar para reparação de estore elétrico ao abrigo da minha apólice MR8608428. Cancelaram/recusaram "por exclusão contratual" / "situação não coberta pela apólice". Segundo o operador, a minha apólice não cobre assistência ao lar para reparação de estores, apenas riscos elétricos. Pago 37,97€/ano por "Assistência Casa" com "trabalhos de reparação, inclui deslocação e 1h de mão-de-obra", "trabalhos de bricolagem, inclui deslocação e 2h de mão-de-obra", e "atendimento 24/7, com reparações feitas entre 8h e 20h dos dias úteis". Consta "trabalhos de reparação" e "bricolagem" e não consta nenhures não cobrir estores ou apenas cobrir riscos elétricos.

Em curso

Encomenda cancelada

No dia 02/08/2026 efetuei a compra online de uma câmara DJI Osmo Action 360 Standard Combo, pelo valor de 159,99 €, anunciado no site da Rádio Popular. O pagamento foi efetuado de imediato por MB Way e a encomenda n.º 26112120 ficou registada e aceite pelo sistema. No dia 03/08/2026 fui informado de que a encomenda tinha sido cancelada com fundamento num alegado "erro de marcação de preço". Embora o desconto fosse significativo, não considerei que o preço fosse manifestamente irrealista, uma vez que são frequentes campanhas promocionais no setor da eletrónica com descontos elevados. Como consumidor médio, não tinha motivos para concluir que se tratava de um erro e confiei na informação apresentada pela loja. Em consequência dessa confiança, adquiri acessórios específicos para esta câmara, suportando despesas que não teria efetuado se a Rádio Popular não tivesse anunciado o produto por aquele preço e aceite a encomenda. O cancelamento causou-me prejuízo e transtornos adicionais. Solicitei à Rádio Popular uma reapreciação da situação e uma fundamentação legal concreta para o cancelamento. Contudo, a empresa limitou-se a reiterar a decisão inicial, informando apenas que não podia ir ao encontro da minha pretensão e que o reembolso já tinha sido processado, sem responder aos argumentos apresentados nem demonstrar de forma concreta por que motivo considera que o preço anunciado constituía um erro manifesto. Assim, solicito a intervenção da DECO PROteste para analisar a legalidade do cancelamento da encomenda n.º 26112120, verificar se foram respeitados os meus direitos enquanto consumidor e promover uma solução adequada, incluindo, se legalmente aplicável, o cumprimento da venda nas condições anunciadas ou outra forma de reparação dos prejuízos sofridos.

Em curso
I. S.
03/08/2026

Extorsão nos serviços prestados

É inconcebível que uma empresa que teve 413 milhões de euros em lucro, que detém o monopólio das principais auto-estradas pagas em Portugal, que obrigue os clientes a entrar num sistema de subscrição mensal para a utilização dos serviços que vende. Uma empresa que deveria operar em benefício dos utilizadores das auto-estradas e cidades em Portugal, olha para os clientes como objectos de extorsão. É inadmissível que uma empresa como a Brisa detentora de 75% da Via Verde, tenha a liberdade para poder trancar os clientes num sistema em que ou pagam um valor de 24€ anuais para "alugar" um dispositivo, ou ficam restritos a um serviço único de auto-estrada. Devia ser ilegal uma empresa ser detentora de um quase monopólio de serviços alocados à mobilidade ou qualquer outro serviço para esse efeito, e não devia ser permitido o utilizador ter que ser obrigado a pagar uma subscrição para ter que usar um serviço como este. Entendo a facilidade que existe para muitas pessoas, poderem pagar mensalmente o identificador, em vez de um pagamento total à cabeça, razão pela qual a marca criou o sistema de aluguer há muitos anos, mas transformar uma facilidade num forma de extorquir ainda mais dinheiro aos clientes, obrigando-os a pagar o custo de um identificador (ou utilização de um serviço) 20x sobre o valor, indefinidamente, é absurdo e devia ser ilegal. Uma vergonha o que esta empresa tem a liberdade para fazer, é uma vergonha os governos que deveriam agir em protecção dos cidadãos, serem movidos pelos interesses dos accionistas.

Em curso

Encomenda nao recebida

No dia 02/08/2026 efetuei a compra online da câmara DJI Osmo Action 360 Standard Combo pelo preço de 160 €, valor que se encontrava anunciado no site da Rádio Popular. O pagamento foi aceite e a encomenda ficou registada com o n.º 26112432. No dia seguinte fui informada de que a encomenda tinha sido cancelada por alegado "erro de preço", tendo sido devolvido o valor pago. Não concordo com esta decisão, uma vez que o preço apresentado podia perfeitamente corresponder a uma campanha promocional e não era manifestamente irrealista para um consumidor. Considero que esta situação viola os meus direitos enquanto consumidora, uma vez que confiei no preço anunciado, efetuei o pagamento e a encomenda foi aceite pela empresa. Solicito que a Rádio Popular cumpra a venda nas condições anunciadas ou apresente uma fundamentação concreta e legalmente sustentada para o cancelamento. Caso contrário, peço a intervenção da entidade competente para apreciar a legalidade desta prática e determinar o cumprimento dos meus direitos enquanto consumidora.

Em curso
K. G.
03/08/2026

Produto de má qualidade

Fiz uma compra de uma cama por esse site, veio de material muito frágil, impossível de se usar, tentei a devolução no mesmo dia, ao qual me enrolam desde o dia 17,.perdi dois dias de folga em casa esperando e não vieram retirar, agorae enviam um.emial.dizendo que não devver.meu dinheiro pq passou dos 14 dias,.o telefone não atendem, não resolvem, fazem os clientes de parvos e não resolvem o problema, só quero a devolução eei dinheiro de volta

Resolvida
A. D.
03/08/2026

Denúncia: Abandono de Obra e Fraude/Roubo do Dinheiro Pago

Eu tinha um contrato com esta empresa para remodelar a minha casa. Tínhamos combinado que ele iria instalar uma cozinha nova, 2 casas de banho, piso radiante, ar condicionado, varanda, o chão da sala de estar, tubagens e cablagem novas por toda a casa e portas novas, incluindo a porta de entrada. Eu acordei todos os valores com antecedência e paguei o montante conforme o combinado. No entanto, o Senhor Macedo enganou-me e nunca terminou os trabalhos. Deixou-me sem nada terminado. Após meses de espera, continuava sem cozinha, casas de banho, água quente, piso radiante, ar condicionado, sem portas, absolutamente nada. Os trabalhos que já tinham sido realizados eram de má qualidade; por exemplo, o chão da sala foi mal colocado, pelo que não ficou nada nivelado. O Senhor Macedo fugiu com quase 30.000 euros que eu tinha pago e deixou de responder às minhas mensagens. Perdi inúmeras noites de sono e tive imensos problemas por causa disto. Até ao dia de hoje, não recebi o reembolso pelo trabalho que não foi feito.

Em curso
R. O.
02/08/2026

Bloqueio da conta injustamente no vinted.

Venho por este meio contestar da decisão por parte da Vinted. Publiquei um artigo autêntico original da marca Tom Ford, comprado em loja, sem qualquer dúvida da autenticidade do perfume. Mas após postar o item e comprovar autenticidade fui logo bloqueada para minha indignação, não tive nenhum incumprimento. Mas por engano da averiguação do Vinted fui bloqueada injustamente, alegando que o respectivo item Tom Ford não era original. Naturalmente quero recorrer da decisão porque foi erro do Vinted, considero não foi analisado bem, apesar de ter enviado fotos comprovam que é autêntico da marca. Nunca tive nenhum incumprimento, sempre respeitei as normas do site, vendendo sempre apenas artigos originais das marcas. Agradeço a vossa colaboração e ajuda para resolver esta situação, lamentavelmente estou a ser imensamente prejudicada, tinha vários artigos vendas pendentes outros vendidos e fiquei com a minha conta bloqueada, certamente por erro do Vinted. Atenciosamente Rosa Oliveira.

Encerrada
J. P.
02/08/2026

Falta de pagamento do valor acumulado

No dia 23 de Julho fiz uma compra no continente online cujo valor foi de 83,42€. Saldo acumulado foi de 8,31€. No dia 25 de Julho o dinheiro ainda não estava no meu saldo. Nesse mesmo dia, efectuei uma compra de 58,11€ sem utilizar nenhum saldo e devia acumular mais 5,80€ No dia 27 de Julho fiz uma compra na wells no valor de 44,06€ com um valor acumulado de 6,61€, valor utilizado novamente de 0€. Ou seja, nestas 3 compras devia ter um saldo de 8,31€ + 5,80€ + 6,61€ = 33,97€ No entanto o saldo que me aparece é de 2,35€! Não sei de onde vem esse valor que nada tem a ver com os 33,97€ que devia ter em saldo. Hoje, dia 2 de Agosto carreguei com 100€ e esse salto já está no meu cartão por isso calculo que esteja a haver um erro no sistema no continente que não me adicionou o saldo das compras realizadas. Gostava que resolvessem o problema o mais rápido possível.

Em curso
A. S.
02/08/2026

Artigo recebido nao foi o encomendado

Exmos. Senhores, Venho por este meio expor o problema com a compra online feita na vossa loja, Avanturis, pertencente a PC Componentes. Encontrei no marketplace da Worten um telemóvel Nothing Phone (2) 5g 512gb Ds / Cinzento / Grau Bc, por 87,69. Apesar de achar o preço muito barato, mesmo sabendo se tratar de um usado, como diz junto ao nome do equipamento (grau Bc, pelo menos eu achei que fosse), decidi avançar com a compra no dia 22 de Julho de 2026. Recebi no dia 24 uns Earbuds Nothing Ear ANC True Wireless Stereo, que não são de todo o artigo que pretendo adquirir. Apos varias tentativas de contacto com a Avanturis, a unoca solução que me dão foi a devolução do artigo errado. Sei que segundo a lei, tenho direito ao artigo que ainda hoje, dia 2 de Agosto de 2026, se encontra na mesma página do marketplace da Worten, pois nem sequer o mesmo foi corrigido. Como tal, pretendo receber o artigo ao qual procedi a encomenda. Mais indico que enviarem-me quase 40 emails em menos de 48 horas é considerado spam e uma falta de respeito para um cliente. Envio os prints de tudo o que em cima refiro. Cumprimentos

Em curso
A. C.
02/08/2026

Reclamação por negligência grave na reparação de portátil - Chip7 Vila Franca de Xira

Ex.mos Sres. da DECO, Venho por este meio expor uma situação de extrema gravidade, negligência técnica reiterada e conduta desrespeitosa por parte da loja de informática Chip7 com a morada, Rua Almeida Garrett Nº 78 2600-095 Vila Franca de Xira, relativa à reparação de um computador portátil MSI GE66 Raider 12UGS, pela qual paguei o valor de 215,00 € (com o número de fatura FT 01P2026/754, em anexo). 1. Resumo Cronológico e Negligência nos Prazos Meados de Maio de 2026: Entreguei o computador na referida loja devido a uma avaria no ecrã (painel LCD que não dava imagem e fazia o portátil desligar por proteção de hardware). O técnico informou que iria enviar o equipamento para um laboratório externo parceiro. Início de Junho de 2026: Após insistência da minha parte, foi-me apresentado e aprovado o orçamento de 215,00 € para a substituição do painel LCD. Inicio de Julho de 2026 (1.ª Tentativa de Entrega): Após mais de um mês desde a entrega inicial, fui informado de que o portátil estava reparado. Na loja, o equipamento vinha bloqueado pelo sistema de proteção BitLocker (decorrente de intervenções no hardware/energia), tendo fornecido a chave de desbloqueio para reinstalação do sistema operativo. Contudo, o ecrã instalado apresentava graves defeitos visuais (manchas e sombras escuras evidentes em fundos claros), falha admitida pela loja e documentada em fotografias enviadas pelo próprio técnico (cf. Anexo 1 e 2 – Fotos das manchas no LCD enviadas pelo técnico). O equipamento teve de voltar ao laboratório para nova substituição. Final de Julho de 2026 (2.ª Tentativa de Entrega e Descolamento do LCD): Após mais de dois meses de espera no total, recolhi o computador supostamente reparado. Cerca de 24 horas depois, ao abrir a tampa do portátil com o cuidado habitual, o painel LCD soltou-se integralmente da tampa e caiu-me para a mão (cf. Anexo 3 e 4 – Fotografias do LCD solto na mão). 2. Admissão de Negligência e Ameaças Abusivas do Prestador Ao regressar à loja pela 4.ª vez para reclamar do ecrã solto, o técnico admitiu expressamente a conduta negligente, proferindo a seguinte justificação verbal: "Esta fui eu, admito. Colei pouco o LCD porque pensei que ainda iria ser necessário voltar a retirá-lo." Perante a minha justa indignação pelo perigo de danos materializados e pelo atraso acumulado, o técnico adotou uma postura inadmissível à luz do Direito do Consumidor, afirmando que "o portátil já estava a dar mais prejuízo do que lucro" à loja e ameaçando que, na próxima ocorrência, iria "retirar o LCD novo, voltar a colocar o LCD avariado antigo e devolver o dinheiro para fechar o assunto". 3. Dano Técnico Secundário Causado pela Intervenção (Sem Controlo de Qualidade) Ao inspecionar devidamente o portátil em casa, constatei que a intervenção técnica causou um dano secundário no equipamento que não existia antes de o entregar na loja: Corrupção da BIOS / Tabela DMI (Perda de Identidade do Hardware): Durante os procedimentos de reinicialização da BIOS/formatação após o bloqueio do BitLocker, os técnicos apagaram acidentalmente a tabela DMI da motherboard. O número de série original do portátil aparece agora como FFFFFFFF e o modelo como Please change product name. Esta gralha técnica de firmware inutilizou o software oficial do fabricante (MSI Center), impedindo o controlo das ventoinhas e a gestão de perfis de energia do computador. 4. Pedido de Intervenção e Exigências É por demais evidente que o prestador de serviços violou os deveres de zelo, competência técnica e diligência, para além de ameaçar deixar o equipamento num estado pior do que foi entregue inicialmente (com a BIOS corrompida e o sistema de refrigeração sem qualquer verificação). Acresce ainda o facto de me ver agora obrigado a deslocar-me pela quinta vez à loja, desta feita para exigir a reposição dos dados de identificação da BIOS (Tabela DMI). É absolutamente inadmissível e desgastante que esta quinta visita seja motivada por mais um problema técnico causado exclusivamente pela própria intervenção da loja, evidenciando uma negligência contínua e uma total ausência de controlo de qualidade antes de darem as reparações como concluídas. Solicito, por isso, o apoio e mediação da DECO junto da loja Chip7 para exigir cumprimento das seguintes condições, ao abrigo da Garantia de Reparação: Fixação e montagem definitiva e segura do painel LCD e cabo eDP, sem defeitos visuais nem riscos de descolamento; Reposição gratuita dos dados da Tabela DMI na BIOS (Número de Série e Modelo corretos da MSI), obrigação estritamente decorrente do erro técnico na reinstalação efetuada pela loja; Verificação do aperto e montagem térmica do dissipador do processador, de forma a garantir que o computador é devolvido em plenas condições operacionais sem sobreaquecimento anómalo provocados pelo manuseamento do chassis; Alternativamente, em caso de manifesta incompetência ou recusa em reparar os danos causados, a devolução integral do valor pago (215,00 €) sem prejuízo de obrigar a loja a restabelecer a tabela DMI da BIOS que apagaram indevidamente. Junto em anexo toda a documentação probatória: Anexo 1 e 2: Fotografias enviadas pelo técnico com as manchas visíveis no LCD; Anexo 3 e 4: Fotografias do painel LCD descolado e solto após 24h da recolha; Anexo 4 e 5: Capturas de ecrã do sistema MSI Center/HWiNFO a evidenciar a perda de identificação da BIOS (Please change product name / FFFFFFFF) e o estrangulamento térmico. Anexo 6: Fatura/Recibo do pagamento dos 215,00 €; Agradeço desde já a vossa melhor atenção e orientação sobre os procedimentos legais a adotar. Com os melhores cumprimentos, André Correia

Em curso

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