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Devolução sem receber o dinheiro de volta
Exmos. Senhores, Realizei uma encomenda online (Nº Encomenda E0010MMYIF), que ficou disponível para levantamento no dia 21.12.2025, na loja Toys R Us & Prénatal Cascais: Estrada Nacional 9, Alcabideche, Alcabideche. No dia 22.12.2025, fui à loja para levantar a encomenda e a devolver no mesmo momento, pelo que o produto nem sequer saiu de trás das caixas de pagamento da loja. Podem ver o comprovativo da devolução na imagem em baixo. Segundo as condições da compra da Toysrus, teriam de devolver o dinheiro 14 dias após a devolução. Hoje é dia 22.01.2026 e eu continuo sem receber o meu dinheiro. Já enviei email, já liguei por 5 vezes para o atendimento ao cliente e a resposta é sempre a mesma, que não sabem quando vou ter o dinheiro na minha conta, apenas referem que passaram a questão para o departamento financeiro. Já admitiram que cometeram um erro via chamada telefónica, mas continuam sem o resolver. Não apresentam soluções, não dão prazo de resolução de um erro da toysrus, e eu continuo sem o meu dinheiro. A politica da toysrus supostamente cumpre os mais altos standards mas não cumpre nem os mínimos. Já efetuei uma reclamação na folha de reclamações da toysrus, já que não têm livro de reclamações online. Cumprimentos.
Intervenção técnica defeituosa - Fuga de Gás
Exmos. Senhores. Realizei uma reclamação no Livro de Reclamações On-Line sobre este problema que passo a explicar: "No âmbito do programa E-lar foi-me atribuído um voucher, com o qual adquiri uma placa de indução elétrica Samsung na Worten de Valongo. A instalação do equipamento foi organizada pela própria Worten e executada pela empresa por si indicada, “Sempreincontornável Unipessoal, Lda.” A intervenção ocorreu a 29/12/2025. Durante a intervenção, os técnicos dessa empresa procederam à desmontagem da placa antiga a gás e à desconexão da respetiva tubagem de gás natural. Ao tentarem instalar a nova placa elétrica, verificou-se que o equipamento se encontrava partido, situação que confirmei no local e que ficou registada na folha de serviço elaborada pelos próprios técnicos. Perante a impossibilidade de concluir a instalação, a mesma empresa voltou a montar a placa antiga e refez a ligação ao gás, abandonando a minha habitação pouco depois. Minutos após a saída dos técnicos, foi detetado um cheiro intenso a gás no interior da habitação, situação que se agravou ao longo da tarde. Perante a gravidade do ocorrido, procedi de imediato ao corte do fornecimento central de gás e contactei a Portgás. A deslocação técnica confirmou a existência de uma fuga significativa no troço de alimentação da placa, precisamente na zona intervencionada horas antes, tendo o fornecimento sido selado por razões de segurança. Esta situação, diretamente causada por uma intervenção tecnicamente deficiente, colocou em risco a segurança dos ocupantes da habitação, do edifício e de terceiros, tendo ainda ocorrido na véspera de Ano Novo, com prejuízos e transtornos acrescidos. A reparação foi posteriormente executada por uma empresa legalmente habilitada para trabalhos em instalações de gás, que confirmou a má execução da ligação anterior. Só após essa correção e a realização de uma inspeção extraordinária foi possível repor o fornecimento de gás. Em consequência direta desta atuação, tive de suportar custos com a reparação da fuga de gás e com a inspeção extraordinária, para além dos transtornos decorrentes da impossibilidade de utilização normal da habitação. Acresce que, após consulta da base de dados pública da DGEG, não encontrei a empresa “Sempreincontornável Unipessoal, Lda.” listada como entidade certificada para este tipo de trabalhos, facto que, a confirmar-se, reveste especial gravidade. Com base no regime legal aplicável à falta de conformidade na prestação de serviços e na responsabilidade civil, apresentei esta reclamação, solicitando o reembolso integral dos valores suportados, bem como uma compensação pelos danos e transtornos sofridos, e esclarecimentos escritos quanto à habilitação legal da empresa interveniente e às medidas que serão adotadas para evitar situações semelhantes." Hoje mesmo recebi a declaração de fecho da WORTEN completamente descabida assente em alegações totalmente falsas. Hoje mesmo fiz a seguinte nova reclamação pela mesma via: "No âmbito da reclamação com a ref. ROR00000000045475761, recebi da WORTEN (Processo n. WO-34654749) uma comunicação de encerramento baseada num relatório cujo conteúdo é manifestamente falso e em clara contradição com a documentação probatória que apresentei. É inadmissível que a WORTEN encerre o processo sem qualquer contacto prévio comigo, validando integralmente a versão da empresa instaladora, apesar de esta ser objetivamente desmentida pelos factos. Em síntese: 1. O corte e selagem do gás foram efetuados pela PORTGÁS, por razões de segurança, após cheiro intenso a gás surgido depois da intervenção defeituosa dos técnicos contratados pela WORTEN. Não solicitei qualquer corte. 2. O contacto da empresa “Sempreincontornável” ocorreu, mas as declarações que lhe são atribuídas no relatório da WORTEN são totalmente falsas. 3. O Termo de Responsabilidade da empresa reparadora (Doc. 3) é claro ao referir a reparação de uma fuga de gás na ligação da placa, situação grave resultante da intervenção inicial. Face ao exposto, solicito a reapreciação da decisão, por assentar em pressupostos falsos e revelar uma postura de desresponsabilização inaceitável por parte da WORTEN. Mais informo que irei desencadear igual reclamação junto dos serviços jurídicos da DECO." Em anexo envio os documentos probatórios. Jorge Fernandes
Cobrança abusivo de 45 dias de aviso prévio no cancelamento do plano
Desde o começo o serviço prestado pela TTF 24 foi péssimo. Não tem instrutores, praticamente temos que fazer sozinhos e buscar orientação para o treino na internet. Segundo, que embora gostem do dinheiro das mães, a política da academia impede que mães tenham imprevistos e circulem com os filhos dentro dos espaços da academia. Agora eles querem cobrar 45 dias de aviso prévio para o cancelamento do meu plano. Pedi o cancelamento dia 14 de janeiro e me informaram que ao invés de cancelar e finalizar a cobrança até o dia 13 do próximo mês, vão me cobrar mais 30 dias após o dia 1 do mês. Estou me mudando de cidade e querem que eu pague mais um mês INTEIRO sendo que já não estou usando há muito tempo! Um caso de cobrança abusiva, excessiva e sem cabimento. Se precisamos dar 30 dias de aviso prévio, esse aviso tem de contar a partir da data que pedimos e não a partir do próximo dia 01. Eu não autorizo o desconto da minha conta, o valor que excede 30 dias de aviso prévio, se descontarem vou buscar ajuda jurídica, pois isso é completamente INACEITÁVEL! Para além disso, estou desde o dia 19 tentando fazer uma reclamação oficial no livro de reclamações eletrónico e a funcionária que me atende está me dando um retorno péssimo, demorou 2 dias para confirmar se tinha livro de reclamações eletronico e agora não me responde qual nome ou identificação coloco lá para fazer a reclamação! Um verdadeiro absurdo. Abuso em cima de abuso, pouquíssimo suporte. E tem mais! A página no Google deles não permite que os clientes façam críticas.
Reembolso do meu dinheiro
Investi na Onencore 3350€, 450 através de Nib 1900 € por multibanco 800€ NIB e 200 por NIB. Geraram lucros de 10000€ sensivelmente, mas só o lucro de 7386,86 reembolsáveis. Tenho provas documentais emails. Sempre que pedi o reembolso alegaram sempre um problema ou o NIB ou era a conta bancária ou era exigir ter uma carteira de cripto para fazer a transferência. No portal fiz diversos pedidos levantamento do capital. Através de email respondiam que iria ser contatada por um representante da onencore. Assim fizeram passado muito tempo e começou os problemas acima descritos . Gostava de receber o meu capital que tanta falta me faz mas esta plataforma que pensei ser honesta revelou-se igualzinha a muitas outras que andam a burlar meia Europa. Melhores cumprimentos Maria Cruz Anexarei os documentos quando solicitados excedem os 3MB
Burla
Neste preciso momento estou a tratar de instalar em casa uma Wallbox para carro elétrico, e neste caso é requerida um nova baixada de eletricidade por parte da E-Redes para atingir o mesmo propósito, dado a instalação elética da casa não suportar a potência necessária. Para tal recorri aos serviços de um engenheiro devidamente credenciado, que conheci no site fixando.pt. Trata-se do Hiago Jordão Costa Gomes, membro efectivo da Ordem dos Engenheiros Região Sul com célula nº 91044. A sua empresa é FACILITTA - SERVICES. Morada: Rua da Liberdade, Nº 10 2590-217 Sobral de Monte Agraço NIF/NIPC: 518963187 Tel: +351 937 374 137 A negociação começou no dia 14/07/2025 e terminou dia 8 deste mês quando lhe paguei 2300€ por transferência bancária para dar início ao serviço, e desde então não recebi nenhuma explicação ao mesmo tempo que o Eng. Hiago Gomes não me responde no whatsapp e nem me atende o telemóvel. Em anexo seguem os Iban's de duas contas bancárias em nome de Hiago Gomes.
Exposição/Reclamação Bosch Car Service FlyPremium
Exmos. Senhores, Venho por este meio expor uma situação extremamente lamentável ocorrida numa oficina franchisada Bosch Car Service, concretamente Bosch Car Service Fly Premium, relacionada com a minha viatura Audi A4 (BM-02-TP), e solicitar a intervenção da Bosch Car Service a nível nacional para resolução definitiva do problema. 1. Enquadramento inicial No início do mês de dezembro solicitei um orçamento à referida oficina para a substituição da correia de distribuição, bomba de água e correia de acessórios da minha viatura. O orçamento apresentado, no valor de aproximadamente 900€, foi por mim aceite. No dia 22 de dezembro entreguei a viatura na oficina e no dia 23 de dezembro levantei-a após pagamento do serviço, aparentemente sem qualquer anomalia. 2. Primeira detecção de danos No dia 24 de dezembro, ao estacionar a viatura na minha garagem e observando-a de frente, verifiquei que o para-choques dianteiro se encontrava desalinhado e mal montado, situação que não existia aquando da entrega da viatura na oficina. Por se tratar de véspera de Natal e a oficina se encontrar encerrada, contactei a mesma no dia 26 de dezembro, tendo falado com o Sr. Tiago Miranda, a quem expus a situação e enviei fotografias comprovativas (que junto novamente a este e-mail). Foi-me pedido que levasse a viatura à oficina. 3. Tentativas de correção e agravamento dos danos Por me encontrar fora da cidade do Porto, a viatura foi entregue na oficina pela minha irmã. O Sr. Tiago Miranda reconheceu de imediato que o pára-choques estava mal montado, tendo a oficina ficado responsável pela correção. A viatura foi levantada no dia 28 de dezembro, porém, ao regressar e verificar pessoalmente, constatei que o problema persistia. No dia 30 de dezembro voltei a entregar a viatura. Nessa data, o Sr. Tiago Miranda voltou a reconhecer o erro, pediu desculpa e garantiu que a situação seria definitivamente corrigida, inclusive recorrendo a um chapeiro, de forma a deixar a viatura exatamente como se encontrava antes da entrada na oficina. 4. Novos danos provocados pela oficina Apenas no dia 6 de janeiro fui informado de que a viatura estaria pronta. Nessa data constatei que, apesar do alinhamento do para-choques estar corrigido: Os suportes laterais do para-choques estavam partidos, com fissuras evidentes, é de salientar que aquando da entrega da viatura na oficina a lateral estava com uma lacas inferior a 0,5cm, mas durante o seu levantamente na oficina verifiquei uma rachadela superior a 10cm; O plástico/verniz do para-choques apresentava danos visíveis, compatíveis com torção excessiva ou mau manuseamento. Estes danos não existiam anteriormente. A situação foi novamente reportada ao Sr. Tiago Miranda e ao Sr. Cardoso, que se apresentou como proprietário da Fly Premium Bosch Car Service. Ambos reconheceram o erro e garantiram nova retificação. 5. Danos adicionais – Óptica dianteira direita No dia 9 de janeiro, ao levantar novamente a viatura, verifiquei que: A pintura do para-choques estava mal polida, facto reconhecido pelo próprio Sr. Tiago Miranda(“não sei como o pintor não viu isto”); Os suportes do para-choques continuavam partidos; A óptica dianteira direita apresentava danos no plástico, claramente causados pelo processo de polimento (contacto da máquina com a óptica). Saliento que a óptica se encontrava em perfeitas condições quando a viatura deu entrada na oficina, sem qualquer marca, risco ou impacto, facto que consigo comprovar com registo fotográfico datado, igualmente em anexo. 6. Proposta apresentada pela oficina (inaceitável) O Sr. Cardoso propôs como “solução”: Oferecer um para-choques novo e pintado, mas recusando-se a montá-lo na viatura; Recusar qualquer responsabilidade pela óptica danificada. Esta proposta é manifestamente inaceitável, pois: Os danos causados não têm qualquer relação com o serviço contratado (correia de distribuição, bomba de água e correia de acessórios); Tratam-se de danos novos, provocados exclusivamente pela oficina; A viatura foi sucessivamente devolvida em pior estado do que aquele em que entrou. 7. Posição final Após contacto com a DECO, que me confirmou ter total razão, e após aconselhamento jurídico, informo que não aceito a entrega da viatura com danos causados pela oficina. A única solução aceitável é: Substituição do para-choques por um novo, corretamente pintado e alinhado; Substituição da óptica dianteira direita por uma óptica nova e original Audi, em perfeitas condições, tal como a existente aquando da entrada da viatura na oficina. Não se trata de um favor, mas sim da reposição integral do estado original da viatura, conforme obriga a lei e os princípios básicos de responsabilidade profissional. 8. Pedido de intervenção Na ausência de resolução, avançarei com os meios legais ao meu dispor. Com os melhores cumprimentos, Luís Nuno Figueiredo 935762116 BM-02-TP Anexos: - Registo fotográfico antes e após intervenções; - Fotografias dos danos na óptica e para-choques; - Digitalização reclamação apresentada na Oficina; - Digitalização fatura ( Kit Distribuição).
Manutenção indevida de contrato e cobrança abusiva
Exmos. Senhores, Venho, por este meio, apresentar reclamação formal contra a EDP – Energias de Portugal, pela atuação manifestamente abusiva e negligente relativamente ao meu contrato de fornecimento de energia e gás. No mês de junho de 2025, mudei de apartamento e dirigi-me à EDP com o objetivo de solicitar a alteração de morada do meu contrato, uma vez que eu possuía um pack que, segundo a própria EDP, poderia ser portado para a nova habitação. Contudo, a EDP não efetuou a portabilidade do pack para a nova morada, optando, de forma unilateral e sem o meu consentimento informado, por manter dois packs ativos: – um referente à morada antiga, onde já não resido; – outro referente à nova morada. Desde então, tenho vindo a pagar dois packs, sendo um deles totalmente desnecessário e sem qualquer utilidade, uma vez que não habito a morada antiga. Esta situação resulta exclusivamente de falha da EDP, que não executou corretamente a simples alteração de morada que solicitei. Já fui a loja da EDP, para reclamar que não faz nenhum sentido eu estar a pagar duas vezes se podia ser feito a portabilidade, sem resolução do problema. Para agravar ainda mais a situação, no dia 19 de janeiro de 2026, foi enviado um técnico à morada antiga para proceder a uma revisão do gás, algo que considero completamente absurdo, tendo em conta que: – eu já não moro nessa casa; – o serviço nunca deveria ter sido mantido ativo nessa morada; – continuo a ser cobrada por um serviço que não utilizo. Adicionalmente, fui informada de que o pack referente à morada antiga foi automaticamente renovado até dezembro de 2026, sem o meu consentimento e sem qualquer fundamento legítimo, prolongando ainda mais uma cobrança que considero abusiva. Mais grave ainda, tenho sido alvo de pressões e comunicações coercivas por parte da EDP quando não efetuo o pagamento desse pack indevido, o que configura uma situação de coação económica por um serviço que não pedi, não uso e não deveria existir mas na morada anterior. Em suma, a EDP: – falhou na execução da portabilidade do serviço para a nova morada; – manteve indevidamente um contrato ativo numa morada onde já não resido; – cobrou e continua a cobrar valores por um serviço não prestado; – renovou automaticamente um pack sem o meu consentimento mesmo sabendo que eu já não morava nesta residência; – enviou um técnico para uma revisão absurda numa morada inativa; – exerce pressão indevida para pagamento de um valor injusto. Considero esta situação uma prática abusiva, lesiva dos meus direitos enquanto consumidora e eticamente inaceitável. Solicito, por isso, a intervenção da DECO para: 1. Cancelamento imediato do pack referente à morada antiga; 2. Anulação da renovação automática até dezembro de 2026; 3. Restituição de todos os valores indevidamente cobrados desde junho de 2025; 4. Cessação de qualquer tentativa de cobrança coerciva; Fico a aguardar a vossa análise e apoio nesta matéria, que considero de extrema gravidade. Com os melhores cumprimentos, Palmira José Da Silva Solochi
Material com defeito de fabrico
Exmos. Senhores Recorri á empresa Pedro Granito, de entre várias empresas indicadas pela marca Cosentino, fabricante do material que pretendia adquirir, um tampo e forra para cozinha em silestone. Após a colocação, verifiquei que a forra tinha um defeito de fabrico bastante visível. Informei o fabricante que enviou um técnico para confirmar o problema. Enviei vários mails e com alguma demora na resposta, informaram que o parceiro/marmorista iria contactar-me. Passaram alguns meses, sem o marmorista entrar em contacto comigo para resolução do problema. Após muita insistência da minha parte foi então proposto a substituição do material, mas declinando suportar os custos inerentes a essa substituição (que incluía trabalho de marcenaria) alegando que não trabalhava em madeira!!. A outra hipótese era dar uma compensação, que estava muitíssimo abaixo do valor pago pelo material, visto ser um artigo bastante caro, e que foi adquirido e pago como se estivesse em perfeitas condições. Como declinei qualquer das hipóteses, o gerente/dono da empresa Pedro Granito, foi bastante inconveniente e mal educado, acusando-me de só querer dinheiro e não ser honesta. Esta empresa devia ter visto que o material estava com defeito antes de o vender ao cliente, o que demonstra falta de ética e profissionalismo. Pretendo que o marmorista seja responsabilizada pelo facto de ter vendido o material com defeito, que nem devia ter passado no controle de qualidade e estava á venda como se estivesse em perfeitas condições. Não demonstra qualquer tipo de interesse em assumir a responsabilidade, pelo contrario, comporta-se como se a culpa não seja deles e eu como lesada não tenha razão. A Pedro Granito mostrou-se irredutível e nunca mais entrou em contacto comigo para tentar uma resolução que minimizasse o prejuízo causado. A minha comunicação do defeito foi feita nos prazos, por isso pretendo o reembolso do valor pago.
Falha na encomenda
No dia 08/12/2025, efetuei uma encomenda online na Futebol Clube do Porto Store, tendo o pagamento sido devidamente concluído. Inicialmente ocorreu um erro no endereço de e-mail associado à encomenda, situação que foi prontamente corrigida, não tendo ficado qualquer pendência relacionada com esse assunto. Posteriormente, ao dirigir-me à loja física para levantamento da encomenda, fui informada de que não existia qualquer registo da mesma no sistema, motivo pelo qual me foi solicitado que regressasse noutro dia, num horário em que estivesse presente um responsável pelo site. No dia seguinte, voltei à loja e foi-me então comunicado que a encomenda não se encontrava disponível porque o artigo estaria retido na alfândega, sendo-me garantido que a reposição de stock ocorreria entre os dias 05 e 09 de janeiro. No entanto, no dia 10/01, ao deslocar-me novamente à loja para obter esclarecimentos, uma vez que o atendimento por e-mail e telefone é manifestamente deficiente, fui surpreendida com a informação de que a encomenda ainda não se encontrava disponível e que nem sequer tinham conhecimento da mesma para me prestar informações de como se encontrava o seu estado. Na semana seguinte, voltei a contactar a loja por e-mail, tendo-me sido assegurado que os artigos seriam recebidos e entregues durante essa semana. Até à data de hoje, 21/01, não recebi qualquer informação adicional, não me foi entregue o artigo, nem obtive resposta ao último e-mail enviado. Assim, já decorreu mais de um mês desde a data da compra, sem que o bem tenha sido entregue, o que configura um incumprimento contratual. Nos termos do Decreto-Lei n.º 24/2014, de 14 de fevereiro, nomeadamente do artigo 19.º, o fornecedor está obrigado a entregar os bens no prazo máximo de 30 dias, salvo acordo em contrário, o que não se verificou neste caso. Adicionalmente, considero que foram violados os deveres de informação clara, verdadeira e adequada ao consumidor, previstos no artigo 4.º do mesmo diploma, bem como os princípios da boa-fé contratual e da proteção dos legítimos interesses do consumidor, uma vez que, o mesmo artigo que encomendei embora teoricamente não exista stock já está disponível para compra no site do vendedor em questão. Importa ainda referir que não pretendo o reembolso do valor pago, mas sim a entrega do artigo adquirido, conforme é meu direito enquanto consumidora. A proposta de reembolso apresentada pela loja não resolve a situação criada pela falta de profissionalismo, desorganização interna e incumprimento reiterado das obrigações legais por parte do vendedor. Face ao exposto, solicito a intervenção da DECO PROteste no sentido de verem salvaguardados os meus direitos enquanto consumidora e de ser garantido o cumprimento do contrato celebrado. Obrigada!
Sacos do frango sem condições de uso
É inacreditável o pingo doce continuar com os sacos do frango finos como folhas de papel. Uma pessoa pega nos sacos e vai tudo parar ao chão e ao saco de compras sujando todos os restantes produtos. Estou grávida de 8 meses e valeu-me a ajuda das funcionárias para tentar limpar as minhas compras, bem como a caixa do supermercado, tendo que esperar de pé até ficarem minimamente decentes as compras do saco. Não sendo a primeira vez que passo por esta experiência, desta vez, venho demonstrar o meu descontentamento com isto e não voltarei a comprar frango no pingo doce. Os panados que não têm molho são colocados em caixas de plástico, o frango não entendo o porquê de não ser também colocado nesses mesmos recipientes.
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