Reclamações públicas

Consulte todas as queixas publicadas na plataforma Reclamar e encontre solução para um problema semelhante, relacionado com produtos e serviços. Saiba mais
M. G.
26/09/2026
Veraodostugas

Encomenda não recebida - burla

Em 20 de setembro de 2026, fiz uma compra de uma cadeira de baloiço, pelo valor de 21,72. O valor foi pago no momento através de Entidade e Referência multibanco. O nome que associa a esta entidade é ( SIMONE PEREIRA SIL). Categoria: saúde e beleza. Após pagamento, a confirmação por email foi para caixa de spam. Apartir daí, suspeitei logo que tinha sido vítima de burla. Enviei um email para empresa@veraodostugas.pt a saber o ponto de situação e deu email inválido ( mensagem não enviada). Nós últimos dias tenho recebido emails falsos em nome dos CTT a pedir para pagar uma taxa para que a encomenda seja liberada para envio. Como tal, não paguei nem mais um cêntimo. Neste momento nem encomenda nem dinheiro. Fui burlada! Alguém tem de deter esta pessoa!

Encerrada
L. M.
25/09/2026

Leon Bet – Violação Gravíssima de Termos e Condições, Exploração Predatória de Adição ao Jogo

Venho por este meio expor publicamente e reclamar da conduta estritamente predatória, abusiva e ilegal da operadora de jogo online Leon Bet (Jade Reef Ventures Corp.) e dos seus processadores de pagamentos intermediários (GR Finance Limited, GOLDEN RAIN FINANCE LIMITED e CAPITOLIO INC.). Esta plataforma violou de forma consciente todas as normas internacionais de Jogo Responsável e o seu próprio contrato, com o único objetivo de explorar financeiramente uma jogadora numa situação de extrema vulnerabilidade e dependência patológica severa.Sofro de um vício grave no jogo (Jogo Patológico) e encontro-me inscrita na lista de autoexclusão definitiva em Portugal. A Leon Bet tinha total conhecimento do meu histórico e da minha fragilidade psicológica, uma vez que já tinha bloqueado a minha conta por 6 meses no passado devido à minha patologia.Reconhecendo uma grave recaída, solicitei formalmente por escrito à operadora o encerramento permanente e definitivo da minha conta (ID de Utilizador: 76769126) em três ocasiões distintas: a 10 de agosto, 18 de agosto e 15 de setembro de 2026. Durante todo este período, devido ao meu estado compulsivo, permaneci ligada ao site quase 24 horas por dia.De acordo com a Secção 6.2 dos próprios Termos e Condições da Leon Bet, os pedidos de autoexclusão e fecho de conta por motivos de vício devem ser processados IMEDIATAMENTE e de forma irrevogável. No entanto, a operadora cometeu uma infração regulamentar gravíssima: utilizou artifícios informáticos para bloquear a minha ferramenta de autoexclusão automática no site e forçou-me a interagir com uma assistente de chat chamada Gabriela e com um "gestor de conta" chamado Josué (Tickets #QIVI-934858 e #EOZS-87052).A operadora Gabriela afirmou textualmente no chat: "Para que a autoexclusão se aplique, nao basta pedir, precisa confirmar depois (...) precisas de confirmar ao teu gestor".Este procedimento é completamente ilegal e abusivo. Perante as diretrizes globais de compliance, é absolutamente proibido dar "opções de escolha", contrapropostas ou períodos de reflexão a um adicto ao jogo confesso. Ao transformar um pedido de autoexclusão definitivo numa "restrição temporária de 24 horas" com reativação automática, a plataforma transferiu o ónus da sobriedade para uma pessoa doente e incapacitada mentalmente. Trata-se de uma armadilha corporativa predatória concebida para garantir que o cliente volte a jogar assim que o prazo expire. Para agravar a má-fé, no dia 10 de setembro de 2026, continuaram a enviar-me marketing promocional agressivo com bónus de torneios de slots, alimentando de forma criminosa a minha compulsão.Como consequência direta desta retenção predatória e da violação contratual da plataforma, a operadora aceitou indevidamente 129 depósitos após o meu primeiro pedido de socorro de 10 de agosto, resultando num enriquecimento sem causa de exatamente 12.204,00 €.CONDIÇÃO ATUAL DO PROCESSO E NOTA DE URGÊNCIA:Este caso já foi exposto publicamente no Portal da Queixa (Reclamação #162900926), onde conta atualmente com mais de 200 visualizações de consumidores, encontrando-se a empresa em silêncio e com o processo marcado como "Em tratamento".A denúncia formal já deu entrada na autoridade reguladora do Estado português (SRIJ - Serviço de Regulação e Inspeção de Jogos), que perante a gravidade dos factos e provas apresentadas já abriu um processo oficial para investigar as más práticas e a conduta ilegal da plataforma Leon Bet em território nacional.Foi igualmente enviada uma participação detalhada para a entidade reguladora internacional que emite a licença deles (Anjouan Gaming Authority), da qual aguardo resposta face ao silêncio corporativo absoluto demonstrado até ao momento pela operadora.Os meus bancos e instituições financeiras já foram alertados e encontram-se a investigar esta fraude e quebra de protocolo financeiro.Ao perceberem a gravidade das provas que reuni e a dimensão que o caso está a tomar, correram para bloquear o meu acesso à conta para tentar apagar o rasto do sistema, mantendo a recusa em devolver o meu dinheiro.Exijo que a Leon Bet assuma a responsabilidade pela falha catastrófica dos seus mecanismos de Jogo Responsável e proceda à restituição imediata e integral dos 12.204,00 €.

Encerrada
A. M.
25/09/2026

Fotografia da Pulseira com defeito

Assunto: Reclamação – Pulseiras personalizadas recebidas com defeitos Exmo. Senhores, Venho por este meio solicitar a intervenção da DECO relativamente a uma encomenda de pulseiras personalizadas que, apesar das várias tentativas de resolução junto do vendedor, continua a apresentar problemas. A encomenda foi efetuada no dia 31/08/2026 e recebida no dia 14/09/2026. Após a receção, verifiquei que uma das pulseiras apresentava a fotografia pouco nítida e com riscos no rosto. Na sequência desta situação, contactei o vendedor e procedi ao envio das pulseiras para análise. As mesmas foram recebidas pelo Fábio Costa, tendo-me sido indicado que seriam analisadas e se preciso corrigidas. No entanto, não recebi qualquer informação posterior sobre o resultado da análise ou sobre a intervenção realizada, para além da correção das foros dos dois cartões que reconheceram que vieram com as fotos erradas. No dia 25/09/2026, recebi novamente as pulseiras, após ter recebido o aviso de entrega dos CTT. Contudo, para minha surpresa, o problema não foi resolvido: uma das pulseiras apresenta a fotografia demasiado escura e a outra continua a apresentar um risco no rosto, e a fotos dos dois cartões continuam incorretas. Considero particularmente insatisfatório que, depois de ter comunicado o problema e enviado novamente as pulseiras para análise, o produto tenha sido devolvido sem que os defeitos tenham sido devidamente corrigidos. Tentei resolver a situação diretamente com o vendedor, mas, até ao momento, não foi apresentada uma solução satisfatória. Pretendo, por isso, solicitar a intervenção da DECO no sentido de me ser assegurada uma solução adequada para o problema, nomeadamente a substituição das pulseiras por produtos em conformidade com o que foi encomendado ou a devolução das pulseiras e o reembolso. Acrescento ainda que ao finalizar a compra não me foi emitida a fatura, somente o número de encomenda 82973. Junto, se necessário, fotografias que comprovam os defeitos apresentados pelas pulseiras, bem como os comprovativos relativos à encomenda e às comunicações efetuadas. Agradeço a atenção dispensada e aguardo a vossa orientação relativamente aos procedimentos a seguir.

Em curso
P. C.
25/09/2026

Cobrança indevida

Consultando o extrato mensal do meu cartão de crédito dei conta de um débito não esperado, no valor de 18,00€, com data valor de 24 de setembro de 2026, referência nº 090020260924, feito em nome deCACH PRIVICOMPRAS.es. Não subscrevi, pelo menos voluntária e conscientemente, qualquer “privilégio em compras” junto da entidade que efetuou o débito. Verifico não ser o único alvo deste tipo de débitos por parte daquela entidade e na sequência de compras feitas online. Em conformidade, solicito apoio para ser ressarcido do montante debitado indevidamente, o cancelamento de qualquer subscrição existente junto da entidade reclamada e o aconselhamento que entendam adequado para obviar repetição de situações idênticas. Muito obrigado. Com os melhores cumprimentos,

Resolvida

Assistencia em Viagem

Exmos Senhores, Tive problema com meu veiculo numa viagem a Beja e o carro precisou ser carregado para uma oficina em Leiria, meu local de residência temporária. Fui informado que a entrega poderia levar até 10 dias, sendo que o prazo legal seria 5 dias uteis, isso ocorreu no domingo dia 13/09, desde terça feira 22/09 a seguradora está informando que o carro está a caminho e deve chegar nesse dia, não chegou. Na quarta e quinta feira a mesma coisa. Hoje , sexta feira 25/09 informaram que o carro chegaria a oficina até o horário de almoço, são 18:22 e o carro não chegou. Foi concedido carro extra que a apólice oferece por 3 dias, depois pela demora consegui mais 2 dias, porém, embora o carro não foi entregue na oficina para ser consertado ainda, a seguradora não me atende com carro reserva mais. Diz que já atingi o limite contratual, mas eles também estouraram o limite contratual de entrega do carro. Estou a ter prejuízos com aluguel de carro, com dissabores com a companhia de seguros e com minha viagem de retorno das férias, pois moro no Brasil e teria viagem de volta marcada para 30/09, mas como posso viajar se nem sequer sei onde está meu carro? Estou sendo tratado com muita falta de profissionalismo e de respeito por parte da seguradora. Acredito que eles tenham processos e normas a seguir e não estão agindo como se tivessem. A negligencia é gritante. Preciso de ajuda para ter meus direitos respeitados. obrigado

Encerrada
C. B.
25/09/2026

Life and Music — Produto não entregue e reembolso em atraso há mais de 50 dias

Em 3 de julho de 2026, efetuei uma compra online na Life and Music, no valor de 113,00 €, relativa a um banco de piano Roland RPB 300 BK, pago integralmente através de MB WAY. No momento da compra, o produto era anunciado como disponível no prazo de 2 a 3 dias. Após o pagamento, a encomenda permaneceu com o estado «Pendente» e nunca foi entregue. Em 10 de julho, contactei a empresa por email, solicitando esclarecimentos sobre o estado da encomenda e uma previsão de entrega, sem obter qualquer resposta. Perante a ausência de entrega e de comunicação, em 4 de agosto comuniquei formalmente o cancelamento da encomenda e solicitei o reembolso integral dos 113,00 €. Em 17 de agosto, a empresa respondeu que havia solicitado ao distribuidor a devolução do dinheiro e garantiu que efetuaria o meu reembolso durante a semana seguinte, «sem falta». Contudo, o prazo indicado terminou sem que o pagamento fosse realizado. Em 26 de agosto, voltei a contactar a empresa, esclarecendo que a obrigação de me reembolsar era da loja com quem celebrei o contrato, independentemente dos prazos de restituição do respetivo distribuidor. Solicitei o pagamento até ao final do dia seguinte, sem resultado. Em 1 de setembro, através do Portal da Queixa, a empresa voltou a justificar o atraso com a necessidade de aguardar a devolução do dinheiro pelo fornecedor, indicando que este retomaria a atividade em 8 de setembro e que a situação seria resolvida posteriormente. Até à data, continuo sem receber o produto ou o reembolso, apesar de terem decorrido quase três meses desde a compra e mais de 50 dias desde o pedido formal de cancelamento. A situação foi objeto de reclamação no Portal da Queixa, com a referência n.º 160597026. Considero injustificável que a empresa continue a condicionar o meu reembolso à relação comercial que mantém com o seu fornecedor, transferindo para mim as consequências de uma situação à qual sou alheia. Face ao exposto, solicito a intervenção da DECO PROteste junto da Life and Music, com vista à resolução definitiva deste conflito e à restituição imediata dos 113,00 € pagos, sem novos adiamentos. Solicito ainda a análise do eventual direito às consequências indemnizatórias legalmente previstas pelo incumprimento do prazo de reembolso, atendendo ao período decorrido desde o cancelamento da encomenda. Disponho de todos os comprovativos da compra, pagamento e comunicações mantidas com a empresa.

Encerrada
L. C.
25/09/2026

Condução agressiva e inadequada

Assunto: RECLAMAÇÃO URGENTE — Condução extremamente perigosa e risco para a segurança dos passageiros | Viatura 93 | Viagem 99309 Exmos. Senhores, Venho apresentar uma reclamação formal e urgente relativamente à viagem da Rede Expressos com o código 99309, realizada no dia 24 de setembro de 2026, no percurso Lisboa (Sete Rios) – Faro, com partida por volta das 18h30, na viatura 93. Viajava com o meu filho, nos lugares 45 e 46, e considero importante comunicar formalmente o que aconteceu, uma vez que a condução praticada durante a viagem me causou receio pela nossa segurança e pela segurança dos restantes passageiros. Durante o percurso, o motorista apresentou, na minha perceção enquanto passageira, uma condução muito agressiva, com acelerações e manobras bruscas e velocidade que me pareceu excessiva para as circunstâncias. Num dos momentos da viagem, uma manobra foi particularmente assustadora: o autocarro apresentou uma movimentação extremamente brusca, chegando a parecer levantar/inclinar-se de forma anormal, provocando uma sensação real de instabilidade dentro da viatura. Para quem viajava no interior, foi uma situação que poderia ter tido consequências muito graves caso o veículo tivesse perdido o controlo. A situação não se limitou a esse momento. Já na aproximação a Faro, presenciei o motorista a ultrapassar outros veículos pela direita, mantendo uma velocidade elevada, comportamento que considerei particularmente preocupante num veículo de transporte coletivo com passageiros a bordo. Não estou a apresentar esta reclamação por uma questão de desconforto ou preferência pessoal relativamente à forma de conduzir. Estou a fazê-lo porque, enquanto passageira e mãe que viajava com o filho, senti que a margem de segurança estava a ser colocada em causa. Uma situação desta natureza merece, na minha opinião, uma averiguação séria e não apenas um registo administrativo da reclamação. Solicito expressamente que a Rede Expressos proceda à averiguação da viagem, incluindo, caso existam, a consulta dos registos de localização/velocidade da viatura, dados da viagem, eventuais sistemas de videovigilância e quaisquer outros elementos que permitam apurar objetivamente a condução praticada. Solicito ainda que a empresa verifique se existem outros elementos ou ocorrências associados à mesma viagem que possam contribuir para o apuramento dos factos. Peço que esta reclamação seja tratada com a devida gravidade, tendo em conta que estamos perante um serviço de transporte coletivo de passageiros, no qual a segurança deve constituir uma prioridade absoluta. Agradeço que me seja enviada uma resposta formal sobre o resultado da averiguação e as medidas tomadas na sequência desta ocorrência. Apresento esta reclamação com o objetivo de alertar a empresa para uma situação que considero suficientemente grave para merecer análise e acompanhamento, antes que uma situação semelhante possa resultar num acidente com consequências para passageiros ou terceiros. Com os melhores cumprimentos, [Nome] Passageira Viatura: 93 Lugares: 45 e 46 Código da viagem: 99309 Data: 24/09/2026 Percurso: Lisboa (Sete Rios) – Faro

Encerrada
P. O.
25/09/2026

Perda de comparticipação de medicamentos por registo RNU "desatualizado"

Exmos. Senhores, Venho dar-vos conhecimento de uma situação que, a julgar pelas notícias recentes, afeta muitos utentes, e pedir o vosso apoio na defesa dos direitos dos utentes do SNS. Situação Sou cidadã portuguesa, residente em Portugal, com Número Nacional de Utente e Cartão de Cidadão válido. Em 21-09-2026, na Farmácia A5 Oeiras, foi-me recusada a comparticipação de medicamentos prescritos, porque o meu registo no Registo Nacional de Utentes (RNU) está classificado como não atualizado e não utilizo o SNS há vários anos, por recorrer a cuidados privados. O meu registo tem a morada atualizada. O único elemento em falta parece ser a associação ao Cartão de Cidadão, um documento emitido pelo próprio Estado. A única forma de regularizar é presencial, num centro de saúde, o que implica perder horas de trabalho e ocupar atendimento num SNS já sobrecarregado. Problemas identificados Custo transferido para o cidadão: o Estado já detém os dados em falta. Segundo o Regulamento do RNU, os dados do Cartão de Cidadão passam automaticamente para o RNU. A falta de ligação entre sistemas públicos não deveria ter consequências para o utente. Ausência de alternativa digital: a Chave Móvel Digital é aceite como autenticação forte noutros serviços públicos, mas não está disponível para este procedimento. Contradição com o enquadramento da ERS: a Entidade Reguladora da Saúde afirma que todos os cidadãos portugueses são beneficiários do SNS, independentemente do tipo de registo no RNU. Penalização de uma opção legítima: recorrer ao setor privado não deveria fazer perder um direito associado ao SNS, que é financiado pelos impostos de todos. Impacto alargado: a Ordem dos Médicos e a Associação Nacional de Cuidados Continuados já alertaram publicamente para casos semelhantes, incluindo idosos, doentes crónicos e utentes institucionalizados. Pedido Intervenção junto da ACSS e do Ministério da Saúde para que seja criado um meio digital de atualização do registo e para que os registos sejam validados automaticamente com os dados do Cartão de Cidadão. Divulgação da situação aos consumidores, para que verifiquem o seu registo antes de serem surpreendidos na farmácia. Orientação sobre o reembolso dos valores de comparticipação suportados indevidamente. Informo que apresentei também queixa ao Provedor de Justiça.

Encerrada

Seguimento do caso DECO n.º 15348753 e do processo Peugeot n.º 04488341

No âmbito do caso DECO n.º 15348753 e do processo Peugeot n.º 04488341, informo que entreguei, no dia 16 de setembro de 2026, a minha viatura Peugeot 308, matrícula BG-59-NE, com o VIN VR3F4DGYTPY681116, na Peugeot Stellantis & You Sacavém, para diagnóstico e resolução da anomalia já anteriormente reportada. No dia 24 de setembro de 2026, contactei a oficina, tendo informado que estaria de férias entre 3 e 11 de outubro de 2026. Questionei, nessa ocasião, se seria possível concluir o diagnóstico e resolver a anomalia durante a semana anterior às minhas férias. Foi-me transmitido que, devido ao volume de viaturas a aguardar diagnóstico, não seria possível proceder à intervenção nesse período. A própria oficina sugeriu que levantasse a viatura e efetuasse um novo agendamento para outra data. Assim, procedi a novo agendamento para o dia 21 de outubro de 2026 pelas 10:00. Espero que, nesta ocasião, a viatura seja efetivamente diagnosticada e que a anomalia seja resolvida de forma definitiva, evitando novos adiamentos e os consequentes transtornos. Saliento que esta situação se tem prolongado sem que tenha sido apresentado um diagnóstico ou uma solução concreta. Solicito, por isso, o acompanhamento do processo pela DECO e uma intervenção efetiva da Peugeot Portugal Automóveis S.A., com indicação clara dos trabalhos a realizar, dos respetivos prazos e da solução prevista para a anomalia. Com os melhores cumprimentos, Vitor Madeira Anexo pdf com os mail's referentes a este assunto

Em curso

Problemas recorrentes com catalisador e falta de apoio do serviço pós-venda

Adquiri um Peugeot 208 1.2 Puretech novo em 2019. Em 2024, com pouco mais de 81.000 km, fui obrigada a substituir a correia de distribuição, devido a uma degradação precoce que já é reconhecida pela própria marca. Em abril de 2025, tive de substituir o catalisador depois de surgir o aviso de avaria do motor com o erro correspondente. Menos de um ano e meio depois, o mesmo problema voltou a acontecer, novamente com o erro P0420, o que significa que estou atualmente a circular com a luz do motor sempre ligada. Falei com várias empresas especializadas e fui informada de que esta situação é comum nestes modelos, por causa do alto consumo de óleo e do consequente acúmulo de resíduos no catalisador. Dizem-me até que é provável que volte a acontecer, tendo em conta a experiência que têm com estes carros. Contactei o apoio ao cliente da Peugeot, que me informou que teria de pagar um diagnóstico num reparador autorizado para confirmarem o erro e, só depois, analisarem o caso. Salientei que tinha um relatório Bosch Service com o erro registado e todos os históricos anteriores, mas disseram-me que esse relatório não era aceite. Mais grave ainda é que se concluírem que o problema 'não é deles', sou eu que tenho de pagar todos os serviços feitos na oficina, desde o momento em que o carro lá entra. Resumidamente, tanto a Peugeot como a Stellantis já admitem publicamente o erro na construção deste motor, ao ponto de terem alterado o óleo recomendado. No entanto, continuam a obrigar o consumidor a gastar dinheiro nos seus reparadores autorizados, quando sabem de onde vem o problema. Comprei um carro novo para estar tranquila, mas tenho de concordar com quem me alertou para a má reputação deste modelo. Não faz sentido trocar o catalisador ao fim de um ano e correr o risco de ter de o voltar a substituir pouco tempo depois. É revoltante ainda ter de pagar para que reconheçam um problema que já é conhecido. Sinto-me completamente desiludida com a postura da marca, que parece cada vez menos preocupada em reconhecer e resolver os erros cometidos.

Encerrada

Precisa de ajuda?

Pode falar com um jurista. Para obter ajuda personalizada, contacte o serviço de informação

Contacte-nos

Os nossos juristas estão disponíveis nos dias úteis, das 9h às 18h.