Reclamações públicas
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Cobrança indevida de 18€, em 2 meses
Após consultar os movimentos semanais da minha conta bancária, dei conta de um débito direto no valor de 18,00€, no dia 14 de maio de 2026, feito em nome de web.privicompras.es. Ao pesquisar melhor, reparei num débito igual no dia 14 de abril de 2026. Não subscrevi, voluntária e conscientemente, qualquer “privilégio em compras” junto da entidade que efetuou o débito. Após pesquisa, cheguei à conclusão de que não sou o único alvo deste tipo de débitos por parte daquela entidade e na sequência de compras feitas online. No meu caso, creio que a apropriação dos dados tenha origem em compras efetuadas pelo site “farma2go”. Desta forma, solicito apoio para ser ressarcido do montante debitado indevidamente em abril e maio, bem como o cancelamento de qualquer subscrição existente junto da entidade reclamada. Junto anexo os comprovativos de tais débitos diretos indevidos, para que possa ser ressarcida do valor dos 2 meses. Mariana Bastos
Encomenda não recebida
Efetuei uma encomenda no dia 01/05 (Encomenda n.º LS_35042), tendo o pagamento sido realizado no próprio dia. Foi-me indicado um prazo de entrega de 5 dias úteis. No entanto, após terem passado 7 dias úteis sem receber qualquer atualização sobre a encomenda, enviei um email no dia 12/05 a solicitar informações sobre o estado do pedido. Até à presente data, não obtive qualquer resposta por parte da empresa. Considero inadmissível a falta de comunicação e o incumprimento do prazo anunciado, especialmente quando o pagamento foi efetuado de imediato.
Recusa de cancelamento de apólice após transf. de Crédito Habitação e extinção de interesse seguro
Venho por este meio apresentar queixa contra a Victoria Seguros (Apólice Multirriscos n.º 25070070), pela recusa abusiva em proceder ao cancelamento da minha apólice e pelo desrespeito à legislação em vigor (DL 72/2008). No passado dia 13 de maio de 2026, realizei a escritura de transferência do meu Crédito Habitação do Abanca para o BPI. Como é obrigatório por lei e exigência bancária, contratei um novo seguro multirriscos para o imóvel, ocorrendo assim a extinção do interesse seguro do beneficiário hipotecário da apólice da Victoria Seguros. A seguradora, através de comunicação por e-mail, recusa-se a cancelar a apólice, alegando que a transferência de crédito não é motivo para a denúncia do contrato fora da data de renovação anual (1 de maio). Esta posição é juridicamente insustentável pelos seguintes pontos: Extinção do Interesse Seguro (Artigo 135.º do DL 72/2008): Uma vez liquidada a dívida junto do beneficiário hipotecário da Victoria, o contrato perde o seu objeto e interesse, conferindo ao tomador o direito à resolução. Proibição de Seguro Duplo (Artigo 128.º do DL 72/2008): O imóvel já se encontra coberto por outra apólice. A insistência da Victoria na manutenção do contrato força-me a uma situação de sobre-seguro irregular. Má-fé Contratual: Foi aceite o pagamento "pro-rata" referente aos primeiros 12 dias de maio até à data da escritura, o que demonstra que a seguradora tinha plena consciência de que a cobertura cessaria com a mudança de banco. A Victoria Seguros pretende forçar o pagamento de uma anuidade inteira (até maio de 2027) de um serviço que já não é prestado e cujo risco já não suporta. Solicito que a seguradora proceda ao cancelamento imediato com efeitos a 13/05/2026, confirmando que nada mais é devido.
Fraude
Boa tarde, No tik tok há um anúncio que é fraude relativamente a responder a um questionário da Puma e ganhar uma tshirt de Portugal. Depois de responder ao questionário remete para outro site para efetuar pagamento dos impostos e das taxas alfandegárias e depois se a pessoa quer cancelar, ainda fazem pagar mais uma taxa e avisam que depois somos reembolsados da totalidade do montante. Com isto, dia 15/5 fiquei sem 31,39 euros. No registo para quem se faz a transferência, fica gravado "compra linguapt 1416925/81" e "compra estudelab 1416925/82".
MAL FUNCIONAMENTO
Exmos. Senhores, comprei o baby thera matic, para preparar o leite do meu bebe de 2,5 meses. Utilizei por 15 dias, e observei que a dosagem feita manualmente e a preparada pela maquina está divergente, ou a maquina fazia muito concentrada ou muito diluida. Alem disse o equipamento apresenta falha e para de funcionar. O reservatorio do leite em pó é molhado pelo vapor da agua, que condensa e cria uma crosta de leite resultando em erro do equipamento. Estive em contato com o vendedor por formulario proprio e enviei um filme relatando o problema, não tive resposta. Depois de alguns dias, consegui com muito custo fazer contato telefonico, fui atendido de forma protocolar, sem a minima vontade de resolver o meu problema. Observei que há varias reclamações similares do site do Amazon. Quero devolver o equipamento e receber o valor pago de volta, não tenho a minima segurança de utilizar o equipamento, que pode prejudicar a saude do meu bebe que teve colicas forte durante a utilização. Sabemos que é normal, colicas em bebes mas a intensidade diminui muito após pararmos de utilizar o equipamento. Cumprimentos.
Publicidade enganosa/devoluções e reembolsos falsos/ faturas falsas
Comprei duas almofadas na empresa dormax.pt em 08/03/2026. Além da entrega ter demorado mais tempo do que o site indica, não fiquei satisfeita com as almofadas. No dia 03/04/2026, reclamei explicando que o suporte para o pescoço não é eficaz conforme descrito tendo mesmo provocado imensas dores de cabeça na noite que se experimentou uma das almofadas. Expliquei as minhas razões na reclamação e informei que além da fraca qualidade das almofadas, considerei que faziam publicidade enganosa, já que o apoio dos braços é totalmente ineficaz, inútil e inexistente quando colocamos fronhas nas almofadas. Solicitei o reembolso total do valor pago e devolução das 2 almofadas, possibilidades que a empresa oferece no seu site. Após envio de fotografias das almofadas, a empresa aceitou a devolução das mesmas propondo um reembolso de 20% do valor ou devolução das almofadas com reembolso de 100%, mas a morada para a devolução é na CHINA! Em local nenhum do site este pormenor é mencionado! Novamente senti que estava perante publicidade enganosa, pois no site dormax.pt existem várias marcas PORTUGUESAS que (supostamente) recomendam a Dormax, têm testemunhos de vários (supostos) médicos PORTUGUESES e ainda informam que a devolução é sem complicações, mas omitem a complicação/despesa/obrigação de devolver para a CHINA! Comecei a desconfiar da empresa e solicitei o envio da fatura comercial, pedido ignorado algumas vezes. Quando finalmente enviaram uma fatura, verifiquei que a mesma não é válida em Portugal pois não tem número, nem NIF, nem valor, nem IVA, nem é emitida por programa certificado da AT. No entanto, consta nesse documento a morada Rua Augusta, Lisboa, 1100 Lisboa, Portugal. Informei que a fatura não era legal e que iria fazer queixa e também que iria devolver as almofadas na morada Rua Augusta, ao que a empresa respondeu que não se responsabilizaria por isso. Voltei a pedir por alternativas de moradas para a devolução das almofadas (em Portugal ou Espanha), mas a alternativa foi sempre o reembolso dos 20% Quando finalmente aceitei esse reembolso, por cansaço na discussão com a empresa, simplesmente deixaram de me responder. Já enviei vários emails a perguntar o ponto de situação, mas nunca é respondido nem o reembolso efetuado. Além de tudo isto, também não dispõe de livro de reclamações eletrónico.
Avarias no motopropulsor
No dia 6 de Maio de 2025 adquiri a viatura Ford Kuga com a matrícula BQ 93 US. A 10 de Outubro 2025, 3 de Janeiro de 2026 e 22 de Janeiro de 2026 a viatura parou, com indicação do alerta avaria no grupo motopropulsor potência reduzida, a 27 de Fevereiro de 2026 voltou a avisar da seguinte avaria Luz avisadora de avaria regulamentar, enquanto estava na oficina para reparação, todas as vezes a viatura foi encaminhada para a oficina da Ford - Gesmo em Eiras, Coimbra. A 10 de Abril de 2026, ao consultar a aplicação, verificou-se a existência de um alerta de Recall. Após verificação deste último alerta foi contactada a oficina de venda da viatura, exposta a situação requerendo a resolução do contrato de imediato, sendo enviado email por email e carta registada com aviso de receção no dia 13 de Abril de 2026. No espaço de dez meses fiquei sem a sua viatura três vezes, acarretando vários prejuízos, nomeadamente perda de dias no emprego, com risco de despedimento, pagamento de um crédito automóvel do qual não estou a usufruir na sua plenitude. Ora, perante a lei e de acordo com a jurisprudência em vigor, o consumidor não é obrigado a aceitar as reparações infinitas, pelo vim a requerer a resolução imediata do contrato e a devolução do valor pago na integra. Na data de hoje não tenho qualquer resolução do caso em apreço. O veículo foi comprado com o intuito da minha esposa levar as nossas filhas, menores de idade para a escola. Nós últimos 4 meses a minha esposa tem de utilizar outro carro por medo e receio de ter algum ataque de ansiedade sempre e quando tem de transportar as nossas filhas menores de idade, com receio que o veículo pare. Foi exposto a situação á gesmobility e á Ford, o quais afirmam que das 3 vezes que foi a oficina, foram feitas actualização de software e que o problema ficou resolvido. O que não é verdade visto que o veículo voltou a parar novamente em andamento. Recentemente verifiquei na aplicação da Ford que o meu carro está a ser chamado para a oficina (recall) exatamente pelo mesmo problema acima referido. Foi feito um pedido de resolução de contrato e devolução do valor pago, o qual foi prontamente rejeitado pela Ford, afrimando que o veículo tem garantia e todas as reparações são abrangidas pela mesma.
Renovação abusiva e recusa de cancelamento de plano de saúde – Medicare
Venho por este meio solicitar a vossa intervenção e apoio jurídico na mediação de um conflito comercial com a empresa Medicare (plano de saúde privado), motivado por uma prática comercial abusiva e recusa de cancelamento de contrato.Os factos são os seguintes:Sou/Fui titular do plano de saúde da Medicare com o número de contrato/apólice 45100276347.No dia 12/5, manifestei formalmente por escrito, via e-mail, a minha total e inequívoca vontade de rescindir e cancelar o referido contrato, não pretendendo usufruir mais dos serviços.Sem prejuízo do meu pedido de cancelamento, a Medicare procedeu à renovação automática do meu contrato por mais um período anual completo de 12 meses, alegando a falta de cumprimento de um prazo de pré-aviso de 30 dias.Mais informo que a Medicare não cumpriu o seu dever de informação, transparência e boa-fé, uma vez que não enviou qualquer notificação prévia (seja por e-mail, carta ou SMS) a alertar para a iminência da renovação automática, impossibilitando-me de reagir atempadamente.Considero inadmissível e desproporcional a exigência do pagamento de uma anuidade inteira por um serviço que já solicitei cancelar e que recuso liminarmente usufruir. Esta imposição de um novo período de fidelização sem aviso prévio viola as regras da boa-fé contratual e a legislação de defesa do consumidor (Decreto-Lei n.º 446/85 sobre Cláusulas Contratuais Gerais).Como medida de proteção, já procedi ao cancelamento da autorização de débito direto (SDD) no meu banco.Face à insistência da Medicare em exigir valores indevidos e à recusa em processar o cancelamento imediato, peço o vosso auxílio e intervenção junto da marca para que o contrato seja considerado definitivamente extinto com efeitos à data do meu primeiro pedido de cancelamento, sem qualquer penalização ou custos adicionais.
Incompetência
Boa tarde. Isto é cópia da reclamação que fiz no portal da queixa no dia 8 de Abril. Reclamação essa que até á data não recebi qualquer resposta. Todo o texto e períodos de espera são á data de 8 de Abril de 2026. A minha inscrição na escola de condução faz 3 anos no próximo dia 11 de Junho. "Capa IMT Logotipo IMT IMT Institutos Públicos Fale connosco Reclamar Reclamações Sobre Notícias Esta reclamação é sua, poderá alterar o estado, editá-la ou enviar uma resposta. IMT - Incompetência Em tratamento Saúl José Madeira Roberto Saúl Roberto apresentou a reclamação 8 de abril 2026 Eu Saúl Roberto, reclamo por estar inscrito numa escola de condução há 2 anos e 10 meses, tive licença de aprendizagem logo uma semana após a inscrição, a mesma emitida pelo IMT de Faro, passado 2 anos, em Junho de 2025 pedi uma renovação da licença por estar a caducar, foi novamente emitida nova licença e fiz marcação de exame teórico, aí começam os problemas, foi-me dada a data de 2 de setembro de 2025 como data de exame teórico, 3/4 dias antes ligaram a dizer que como eu estou a tirar a carta pela 2ª vez o exame não poderia ser em Portimão e então teriam de marcar novamente mas para Faro. O que me fez espera mais 15 dias. Aprovado no exame teórico faço marcação de exame prático logo no dia seguinte, 17 de setembro de 2025, esperei até meio do mês de Fevereiro pela data, 4 de Março, o que não se admite 5 meses e meio de espera, para pior dia 24 de Fevereiro ligam-me a dizer que o exame não o poderei fazer porque o IMT pede o meu exame psicológico, coisa que eu não fazia qualquer ideia que era necessário, e que esse exame tem que ser marcado em Faro, tem um custo de 60€ e tem que ser feito em Lisboa. Fui marcar o mesmo no dia 25 de Fevereiro e hoje dia 8 de Abril continuo á espera de data para o exame assim como resposta aos mails enviados pela escola de condução. Isto está a prejudicar-me em muitos aspectos e quero resolução imediata, visto o IMT ser o responsável por esta situação pois nem a licença de aprendizagem poderia emitir sendo esse exame obrigatório e com esta situação me estar a prejudicar, quero resolução e irei pedir indemnização por todos os incómodos e damos causados por esta razão. Caso seja necessário cópias dos documentos é só solicitar, tenho todos e mais alguns."
Problema con el reembolso
Dia 17/4 tentei fazer troca de um artigo da Feversave e recebi um email a dizer "Erro de etiqueta ". Neste seguimento, dia 20, mandaram email para eu devolver para a morada deles por minha conta. Fi-lo no dia seguinte. No fia 24/4 mandaram email a dizer que não podiam fazer a troca pretendida porque o artigo escolhido estava esgotado (confirmei no site e NÃO estava). No mesmo dia 24/4 referem que tenho o pagamento da devolução pendente (que relembro fiz à minha conta como mandaram) se quiser receber o novo artigo para clicar no link que abre uma pagina a dizer "something went wrong". Mandei vários emails, pedi apoio no chat do site, escrevi no instagram e até hoje não tenho qualquer resposta nem nenhum artigo nem o dinheiro.
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