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Devolução e Reembolso
Exmos. Senhores Responsáveis pela marca Diana Lisboa, Venho por este meio apresentar uma reclamação formal relativa à encomenda nº #20280 efetuada no vosso website no dia 11/07 e recebida na minha morada no dia 27/07. Após a receção do artigo, verifiquei que o mesmo não corresponde minimamente à qualidade do anunciado. Como tal, decidi exercer o meu direito de livre resolução do contrato (direito de devolução), salvaguardado pelo Artigo 10.º do Decreto-Lei n.º 24/2014, que prevê o prazo legal de 14 dias seguidos para desistir da compra. Pretendo o reembolso total, pelo facto de os artigos (vestido e jaqueta) não corresponder minimamente às imagens, no que diz respeito ao material e à qualidade dos acabamentos. É uma peça de qualidade muito inferior, que não se ajusta nem ao preço publicitado. Reclamei em vários sítios, como é referido na vossa Política de Reembolso, e obtive uma resposta automática. Não me foram enviados os dados para proceder à devolução. Caso não obtenha uma resposta célere e uma resolução para este problema nas próximas 48 horas, farei avançar esta queixa junto das entidades supervisoras competentes (ASAE e Centro de Arbitragem de Conflitos de Consumo) e darei início ao processo de chargeback (reversão do pagamento) junto da minha entidade bancária por incumprimento comercial.
Alojamento sujo
Venho apresentar uma reclamação relativa a uma reserva feita na Booking.com para o alojamento Casa do Baco, com estadia prevista entre 06/09/2026 e 11/09/2026. Quando cheguei ao local, fiquei chocada com a falta de condições de higiene. A casa de banho estava suja, os edredons e almofadas não tinham o nível mínimo de limpeza esperado, o chão apresentava sujidade e havia pó acumulado por toda a casa. Até a piscina estava suja e não reunia condições para ser utilizada em segurança. Tenho fotografias que comprovam todas estas situações. Acredito que a plataforma Booking.com deve assumir a sua responsabilidade enquanto intermediária, protegendo os clientes de alojamentos claramente abaixo do que é anunciado. Já entrei em contacto com a Booking.com a reportar o problema, até agora não me deram uma resposta. Tendo em conta a gravidade das condições e o desconforto vivido, solicito o reembolso total do valor pago pela reserva, pois o alojamento não corresponde minimamente ao que seria aceitável. Peço também que a Booking.com investigue este alojamento de forma séria e tome as devidas medidas. Informo que abandonei o estabelecimento antes do término dia 07/09/2026 da minha reserva, devido às condições inadequadas encontradas no alojamento, já referidas na reclamação feita. Perante esta situação, não me foi possível permanecer no alojamento e tive de sair antes do prazo inicialmente previsto. Informo ainda que apresentei uma reclamação formal no Livro de Reclamações, devido às condições encontradas. Solicito que toda esta informação seja registada na minha reclamação e que a Booking analise a situação, tendo em consideração que abandonei o alojamento por este motivo. Face às condições apresentadas e ao facto de não ter podido usufruir da estadia conforme contratado, solicito o reembolso total do valor pago pela reserva. Aguardo uma resolução da situação com a maior brevidade possível.
Esclarecimento possível coação
Rua engenheiro Duarte Pacheco n14 Lousã Vim por este meio apresentar uma reclamação e solicitar o devido esclarecimento relativo à conduta de um indivíduo que se identificou verbalmente como funcionário da E-REDES, sob o nome Ricardo Mota. Resumo dos Factos: Abordagens sem Identificação Formal: O referido indivíduo dirigiu-se à nossa residência, no endereço acima indicado em Lousã, em duas ocasiões distintas, fazendo ameaças verbais relativas ao corte do fornecimento de eletricidade e à aplicação de multas no valor de milhares de euros porque estávamos a carregar nossa moto eletrica por uma extensão vinda de dentro de casa, uma vez que não possuímos garagem na residência. Datas, Horários e Perturbação do Descanso: A primeira abordagem ocorreu no dia 17/09/2026. A segunda abordagem ocorreu no dia 25/09/2026, por volta das 11h00 da manhã. Destaco que nessa semana eu me encontrava a cumprir turno noturno de trabalho, chegando a casa por volta das 08h30 para descansar. A abordagem abusiva à nossa porta interrompeu e prejudicou gravemente o meu período de descanso essencial entre jornadas de trabalho. Ausência de Protocolo, Identificação e Ameaças ao Senhorio: Em nenhuma das abordagens o indivíduo apresentou credencial, crachá, documento formal ou notificação por escrito da E-REDES. Na primeira abordagem, apresentava-se em trajes civis e de bicicleta; na segunda (no dia 25/09/2026), deslocou-se numa carrinha com o logotipo da empresa, contudo sem farda ou identificação pessoal visível. Foi também nesta visita do dia 25/09 que a mesma ameaça de corte de energia e de aplicação de multas superiores a mil euros foi estendida e dirigida ao nosso senhorio. Ficou evidente o uso do nome e da imagem da E-REDES para exercer coação e intimidação pessoal na nossa porta e junto do nosso senhorio. Fundamentação e Solicitação de Esclarecimentos: Nos termos da lei e dos regulamentos do setor elétrico, o corte de fornecimento ou a aplicação de sanções financeiras obedecem a procedimentos formais estritos, notificações prévias por escrito e prazos legais, não podendo ser utilizados por colaboradores como instrumento de coação ou intimidação interpessoal. Face ao exposto, solicitamos à E-REDES que apure urgentemente: Se existe algum processo formal, administrativo, técnico ou de fiscalização aberto pela E-REDES relativamente à nossa morada ou ao nosso contrato de energia que tenha originado a deslocação deste indivíduo; Se o Sr. Ricardo Mota é efetivamente colaborador ou prestador de serviços autorizado da E-REDES; Se existia alguma ordem de serviço, agendamento interno ou instrução superior para a realização dessas abordagens na nossa morada nas referidas datas; Quais as medidas disciplinares e legais que a E-REDES adotará perante os atos de intimidação, perturbação do sossego. Aguardamos uma resposta formal por esta via.
Nike: sem canal de e-mail funcional para exercer a garantia
Exmos. Senhores, Comprei uma mochila na Nike.com (Portugal) que apresentou um defeito. Quis tratar do assunto por escrito, por e-mail. - 25/09/2026: enviei a reclamação com fotos para serviceinfo.eu@nike.com, o endereço que a própria Nike indica na página de dados da empresa. Resposta: o apoio por e-mail não está disponível em Portugal. - 26/09/2026: o primeiro chat foi terminado pelo agente sem qualquer resposta. No segundo chat fui remetido para um formulário online com campos obrigatórios, incluindo telefone. - Depois do formulário, a Nike pediu-me por e-mail informações que já constavam do formulário. A minha resposta a esse e-mail foi rejeitada: "This Is an Unmonitored Mailbox". Apresentei também reclamação no Livro de Reclamações Eletrónico. O e-mail é o meio normal de comunicação escrita. Chat, telefone e formulários podem existir como canais adicionais, mas não devem ser a única via para um consumidor exercer os seus direitos. Peço à Nike que disponibilize um endereço de e-mail em que as mensagens dos clientes sejam lidas e respondidas. Com os melhores cumprimentos
Induzir o consumidor ao erro
Em dezembro de 2022 estava andando na frente do mercado do bolhão no Porto quando uma menina me abordou dizendo que me oferecia uma limpeza de pele grátis na clínica em que trabalhava. Eu fiz a marcação e fui à clínica, enfim como já foi relatado aqui por outras consumidoras a venda por produtos e equipamentos é agressivo, no fim acabei assinando um contrato que a própria blooming skin coloca. O que não sabia que isso estava atrelado a um crédito no banco Credibom onde no contrato do crédito, que depois de 3 anos que tive acesso ao contrato deste financiamento, os juros era de 1.100 % ao mês, ou seja , na clínica me informaram que haveria um parcelamento por 4 anos sem juros. No fim fui à clínica poucos meses porque além de nos manipular a comprar os equipamentos com um financiamento absurdo, todos os produtos que precisa usar com este equipamento são pagos ainda. Se eu assino um contrato de 4000 € pelo menos os produtos devem estar incluso sempre. Ou seja por 4 anos tive este crédito absurdo para pagar, que no fim o próprio crédito deste banco que cobra juros absurdo aumentou para 6 anos de pagamento. Acredito que este CREDIBOM ( que de bom não tem nada ) tem um esquema com esta empresa para enganar as pessoas. Óbvio que nenhuma pessoa vai nesta financiadora pegar um crédito com juros de 1.100% ao mês, a ideia é fazer um esquema atrelado a uma clínica de estética para manipular as pessoas a fazer dívidas enormes em equipamento e produtos que são enganadores. Cadê as autoridades para fiscalizar isso?? E as pessoas idosas que estão sendo enganadas ??? E a empresa ainda em funcionamento com a mesma burla de “limpeza de pele grátis”. Que sirva isso de alerta para as pessoas . NÃO ACEITEM NENHUMA LIMPEZA DE PELE GRÁTIS DESSA CLÍNICA!!
Incumprimento do prazo legal de garantia (30 dias) – RMA 4100157832
Exmos. Senhores do Gabinete Jurídico e Contencioso da DECO Proteste,Venho por este meio solicitar a vossa intermediação e apoio jurídico no âmbito de um litígio de consumo com o comerciante PCDIGA - Comércio de Informática, S.A., respeitante ao computador portátil ASUS TUF Gaming A16 (RMA n.º 4100157832). 1. Enquadramento e Cronologia dos Factos: 28/08/2026: O equipamento foi entregue nas instalações da PCDIGA para reparação ao abrigo da garantia legal de 3 anos (Decreto-Lei n.º 84/2021). 09/09/2026: A PCDIGA apresentou um orçamento injustificado no valor de 1.134,54 € (com indicação de cobrança de taxa de rejeição de 77,86 €), alegando "danos por líquidos/oxidação". 09/09/2026 e 10/09/2026: Submeti contestações técnicas fundamentadas refutando categoricamente a tese de dano induzido por mim. 10/09/2026: A PCDIGA informou por e-mail que o processo ficaria em "standby a aguardar novo parecer do reparador oficial" (ASUS/Ename). 27/09/2026: Esgota-se impreterivelmente o prazo máximo e imperativo de 30 dias de calendário previsto no Artigo 18.º do DL n.º 84/2021 para a reposição da conformidade do bem. 2. Prejuízo Pessoal e Necessidade Urgente do Equipamento: Encontro-me há um mês totalmente privado do meu único computador de trabalho e uso pessoal, situação que está a causar-me sérios prejuízos diários e constrangimentos profissionais e pessoais. A retenção indevida do equipamento por parte da loja ultrapassou todos os limites do razoável, tornando indispensável a rápida resolução deste impasse. 3. Documentação e Prova Anexa: Anexo a esta Reclamação a totalidade dos ficheiros comprovativos do processo: Histórico Completo de E-mails: Onde consta a data de abertura do RMA, as minhas contestações técnicas e a confirmação por escrito de que a PCDIGA colocou unilateralmente o processo em "standby". Guia de RMA: Comprovativo de entrega do bem nas instalações da PCDIGA a 28/08/2026. Relatório Fotográfico da PCDIGA/Ename: Imagens que comprovam a ausência de oxidação (zinabre) e a integridade do equipamento. 4. Fundamentação Técnica: Conforme demonstrado nas fotografias anexas enviadas pelo próprio reparador: Marcadores de Humidade (LCI) Intactos: Os selos de contacto com líquidos permanecem brancos, comprovando que o portátil nunca esteve exposto a fluidos. Ausência de Corrosão (Zinabre): A placa-mãe apresenta-se limpa, com pistas de cobre brilhantes e sem qualquer oxidação verde/azulada característica de derrame de água ou bebidas. Defeito de Fabrico Interno: O resíduo pontual na zona do circuito VRM decorre da degradação/migração do composto térmico de fábrica/fluxo de solda após sobreaquecimento/curto-circuito elétrico interno, e não de agentes externos. 5. Incumprimento Definitivo do Prazo Legal dos 30 Dias: A decisão unilateral da PCDIGA de manter o processo em "standby" é uma mera gestão interna do vendedor que não possui enquadramento legal para suspender a contagem do prazo imperativo e contínuo de 30 dias de calendário (Artigo 18.º do DL n.º 84/2021). Pretenção: Decorrido o prazo legal sem a devida reparação ou devolução do bem, extinguiu-se a faculdade de reparação do comerciante. Face à urgência da minha situação e ao incumprimento da lei, exijo a imediata substituição do portátil por um equipamento novo em stock (igual ou de características técnicas equivalentes/superiores) para levantamento imediato. Solicito a intervenção da DECO junto da PCDIGA para forçar o cumprimento da lei e a entrega da nova unidade com a máxima urgência. Com os melhores cumprimentos, Flávio Gonçalves Souza Tel.: 931 787 380 RMA: 4100157832
Pedido de apoio/mediação – Problema com telemóvel na garantia (NOS)
Olá, Deco PROTESTE,Preciso da vossa ajuda para resolver um problema com um telemóvel comprado na NOS há cerca de 1,5 anos. O equipamento começou a apresentar várias anomalias graves: aquece muito, desliga-se sozinho e bloqueia/congela constantemente. Levei o telemóvel à NOS para acionar a garantia. Foi para o centro de assistência técnica, onde apenas reinstalaram o sistema operativo (formataram) e devolveram o telemóvel dizendo que estava resolvido e que não detetaram mais nenhum problema. No entanto, apenas 2 a 3 dias depois de o reconfigurar, voltou a dar exatamente os mesmos problemas. Regressei à loja da NOS e a única solução que me dão é voltar a enviar o telemóvel para a garantia para ser formatado novamente. Não é razoável nem aceitável andar constantemente a ficar sem telemóvel e a formatar/configurar o aparelho sem que o problema seja resolvido de vez. Gostava da vossa mediação junto da NOS para exigir a substituição do telemóvel por um novo ou a devolução do valor pago. Tenho comigo a fatura de compra e a guia do relatório técnico da reparação anterior. Fico a aguardar as vossas indicações sobre como proceder. Cumprimentos
Informação enganosa sobre produtos
Caríssimos, Venho denunciar a marca de frutos secos Frutorra, pela publicidade / informação enganosa que deliberadamente dá aos consumidores. Nas embalagens dos seus produtos, em torno da indicação do produto (por ex: Pistácio, Amêndoa, Caju), encontram-se repetidas menções a Portugal. A palavra "Portugal", o slogan “Naturalmente Portuguesa!”, e "Máxima qualidade e frescura!" dentro de um mapa de Portugal. Tudo isto leva a crer que se trata de uma empresa portuguesa e a comercializar produtos 'naturais' portugueses. No entanto, apenas no verso, de forma muito discreta, se encontra a informação da origem do produto ("origem: EUA", no caso do pistácio) Na verdade, dos mais de 40 produtos diferentes que comercializa, apenas dois são produzidos em Portugal (embalagens específicas de amêndoa e de noz) A esmagadora maioria dos produtos são importados de países a dezenas de milhares de quilómetros de distância, com práticas de agricultura industrial de larga escala, com uso intensivo de maquinaria e produtos químicos, e com uma pegada ambiental enorme associada ao transporte. Trata-se de informação deliberadamente enganosa, com vista a seduzir os consumidores que querem legitimamente produtos "naturais", e apoiar a economia e a produção nacional. Mais, a empresa nem sequer é portuguesa: foi adquirida em 2018 por uma multinacional espanhola (Gefusa). E, ironicamente, só depois disso lançou a nova imagem “Naturalmente Portuguesa!” Por fim, a empresa não está registada no livro de reclamaões online, como é seu dever legal. A empresa deve assumir a sua responsabilidade por dar informação enganosa, e entregar uma parte dos seus lucros assim obtidos a pequenas cooperativas agrícolas nacionais (que realmente são "naturalmente portuguesas") Deve retirar essas referências a Portugal, e deve passar a disponibilizar claramente a origem dos seus produtos. Essa transparência permitirá aos consumidores fazer escolhas informadas. Ou então passar a preferir maioritariamente produtos produzidos em Portugal (amêndoa, pistácio, amendoim, noz e vários outros podem ser produzidos cá), apoiando a produção nacional, mesmo que isso implique reduzir as suas margens de lucro para evitar um enorme aumento do preço dos seus produtos.
Renovacao de Plano Indevida
Prezados senhores, comprei online, uma passagem AMS/VIE em 14/09, sob reserva n. 25649854691. Tal meu espanto quando, hoje, 26/09, recebi uma notificacao de débito em minha conta corrente de 90 EUROS por SUPOSTA renovacao de plano Prime, o qual NAO SOLICITEI. Quero o reembolso imediato. Já cancelei no site da Edreams, "meu plano Prime".
Código de homologação não enviado
Exmos. Senhores, Venho por este meio demonstrar a minha frustração pois ainda não me enviaram o código de homologação de um veiculo que importei e já passaram 3 semanas. Aguardo, Pedro Freitas
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