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Fiz conta na Intch.org por engano e não reembolsaram
Em 21/07/2026, foi-me cobrado 12,99 por uma subscrição Premium na Intch (compra online) . A subscrição já está cancelada, mas a empresa recusa devolver o dinheiro, invocando a política de “não reembolso”. Ao abrigo do Decreto-Lei n.º 24/2014 e da Diretiva 2011/83/UE, tenho direito de livre resolução nos 14 dias em contratos celebrados à distância. Uma cláusula contratual não pode anular esse direito. Já envie alguns mails a empresa a falar sobre esse direito e continuam alegar que os termos que assinei são superiores a lei. Por isso venho por este meio expor esta empresa neste sentido, para terem cuidado e se possivel tentarem perceber como pode ser resolvida esta situação.
Encomenda EXPRESSO em espera.
Exmos. Senhores, Estou a redigir esta reclamação para relatar uma situação relacionada com a exportação de um produto para fora da UE, a qual apresenta informações contraditórias e inconsistentes. Para esclarecer, comprei um computador e acessórios de um fabricante chinês, e o equipamento apresentou diversos problemas de funcionamento. A primeira tentativa de reparação, agendada para 27 de Fevereiro de 2026, ocorreu conforme esperado, sem contratempos e com a agilidade desejada. O estafeta recebeu apenas dois documentos referentes ao envio que incluíam informações da DHL e uma fatura pro forma emitida anteriormente pelo fornecedor. No entanto, após o equipamento ter retornado da reparação e depois de alguns meses de uso, voltou a apresentar falhas. Na segunda tentativa de reparação, surgiram os problemas com a DHL. A recolha foi marcada para o dia 19 de Maio de 2026 e, assim como na primeira vez, entreguei ao estafeta os mesmos dois documentos e uma fatura pro forma fornecida novamente pelo fabricante. No dia 22 de Maio, fui informado de que faltava um documento, especificamente nomeado de "DECLARAÇÃO DE VALOR." Entrei em contato com a DHL Express e, sem obter resposta, fui redirecionado para o serviço de exportação da DHL, onde esperei mais de 30 minutos até ser atendido. Eles explicaram que este documento era exigido "sempre" que um equipamento fosse exportado fora da UE, sendo necessário para que pudesse retornar sem taxas alfandegárias em caso de reparação. Entreguei o documento e tudo correu bem com o segundo envio, apesar de um atraso na entrega de vários dias. Infelizmente, o equipamento voltou para mim com a reparação mal realizada e a única solução era reenviá-lo para reparação. Nesta terceira tentativa, a situação com a DHL tornou-se ainda mais complicada, uma vez que a recolha foi solicitada no dia 10 de Julho. Contactei imediatamente a DHL para agendar uma data para a recolha e confirmar a documentação necessária, tendo um colaborador me garantido que apenas os dois documentos referentes ao envio e a fatura pro forma eram suficientes. Reforcei a pergunta, dado que anteriormente tinha sido necessário outro documento, e foi-me novamente confirmado que eram apenas os três documentos mencionados. Contudo, no dia 16 de Julho de 2026, a encomenda encontrava-se em espera, sem que tivesse recebido qualquer informação. Novamente entrei em contato com a DHL Express e fui transferido para o departamento de exportações da DHL. Desta vez, esperei mais de 45 minutos até ser informado de que o documento "DECLARAÇÃO DE VALOR" era realmente necessário, uma vez que se tratava de uma exportação fora da UE. Entreguei o documento menos de uma hora depois, mas no dia 17/07/2026 recebi um email da DHL solicitando mais documentos. No dia 20/07/2026, voltei a contactar a DHL, informando que não iria aguardar novamente por 45 minutos, como no caso anterior. O colaborador entendeu a situação e fez o possível, solicitando um retorno de chamada dos colegas das exportações para o mesmo dia. O retorno foi cumprido e, após várias explicações, foi confirmado que os documentos não seriam necessários nesta situação e que a ordem de exportação seria dada imediatamente. Dois dias depois, verifiquei que a minha encomenda continuava em "Espera", conforme informado pelo sistema da própria DHL. Retornei a contatar a DHL Express, onde fui informado de que nada poderiam fazer ou informar, apenas os colegas do departamento de exportações poderiam ajudar. Informei mais uma vez sobre o problema da espera, e a colaboradora respondeu que a culpa não era deles e que nada poderiam fazer. Então, eu pago um serviço expresso (que não está a ser cumprido) e o cliente ainda é responsabilizado pelo atraso do atendimento? Novamente contactei a DHL Exportações e mais uma vez esperei mais de 40 minutos até ser atendido. A colaboradora foi prestativa e explicou que a demora era devido a um campo que não estava preenchido na Declaração de Valor, algo que nunca me foi informado anteriormente por nenhum outro colaborador. Considerando que o documento era exatamente o mesmo utilizado no segundo envio, apenas com uma data diferente, não consigo entender o que se passa com o serviço de exportação da DHL, por que às vezes os documentos são obrigatórios, outras vezes não, e em algumas situações dão problemas e em outras não. Não aceitei a cobrança do valor expresso, uma vez que o serviço não foi cumprido e ainda perdi mais de 2 horas do meu tempo de trabalho. Portanto, solicito o reembolso total do valor do expresso, mesmo considerando o tempo que perdi. Cumprimentos.
nao consigo cancelar contrato MEO
Tive muitos problemas com a MEO ao longo do último ano. Sempre que há obras na minha rua, como a instalação de internet para outras pessoas, o resto da rua fica sem internet durante dias. Somos obrigados a ligar para solicitar reparações e depois esperar 3 a 4 dias para que um técnico venha. Precisamos de estar em casa para que a reparação seja feita. Isso aconteceu quatro vezes no último ano. A MEO nunca assumiu a responsabilidade por isso, mesmo sendo um problema que envolve várias empresas. Já informei a MEO que precisam de se coordenar com a NOS e a Vodafone para resolver o problema da confusão de fios na nossa rua. Nunca fizeram nada. Também apresentei queixa na câmara municipal de Olhão. Nada foi resolvido. Enquanto estive fora de Portugal, perdi o acesso às minhas câmaras de segurança porque a internet foi cortada. Tentei ligar para o serviço MEO dos EUA. A ligação caía constantemente. Gastei mais de 70 dólares em chamadas interurbanas para tentar voltar a ligar a minha internet enquanto estava fora, para que a tivesse quando regressasse. Além disso, muitas vezes ao longo do último ano, a internet simplesmente deixava de funcionar ou ficava extremamente lenta. Por fim, mudei para a Starlink devido a todos estes problemas. Tentei cancelar o meu contrato na segunda-feira, dia 13 de julho, e o assistente foi muito pouco prestável. Sou cliente da MEO há 5 anos e ele disse que ainda precisaria de pagar 155 euros para cancelar. Disse que isso era inaceitável, pois estava a cancelar APENAS por causa do mau serviço. Disse que iria esperar e fazer uma reclamação. Ele disse que não podia fazer nada. Assim, hoje, dois dias depois de ter ligado para a MEO para cancelar, a MEO ligou-me a fazer uma oferta para que eu permanecesse, isentando a taxa de cancelamento e oferecendo-me um plano de telemóvel melhor. Infelizmente, já é tarde demais, pois mudei para a NOS há dois dias. A total incompetência e a falta de vontade de ajudar um cliente antigo são inaceitáveis. Ontem, estive quase uma hora ao telefone com um assistente da MEO a tentar cancelar o meu contrato. Continuou a tentar vender-me novas promoções, mesmo eu tendo deixado claro que não as queria. Mesmo assim, manteve-me na linha durante todo este tempo, até que disse que eu precisava de cancelar online e que não o podia fazer. Assim, tentei cancelar online e é IMPOSSÍVEL. Depois, disseram-me que precisava de enviar uma carta. Uma carta!!! Em que século estamos? Uma carta em papel que provavelmente dirão que nunca receberam. Esta empresa é uma aberração em termos de serviço ao cliente.
Meta/Facebook retém 297 € da minha conta de anúncios há mais de um mês
No dia 01/06, efectuei um carregamento de saldo no valor de 395 € na minha conta de anúncios da Meta/Facebook, que utilizo profissionalmente para campanhas publicitárias da minha actividade comercial. Até 09/06, gastei aproximadamente 98 €. Nesse dia, a minha conta de anúncios foi bloqueada por alegada violação das regras da plataforma. Até ao momento, não me explicaram claramente qual foi a regra supostamente infringida, nem me foi dada qualquer justificação concreta para o bloqueio. Desde essa data, ficaram 297 € retidos na minha conta de anúncios. Após mais de uma semana a tentar resolver a situação com o apoio da Meta, informaram-me que deveria aguardar 30 dias para que o valor fosse devolvido. Esse prazo já passou e o dinheiro continua sem ser devolvido. Desde então, tenho tentado várias vezes contactar o apoio ao cliente e apresentar novas reclamações, mas não obtenho qualquer solução. O único apoio disponível é através de um chat, onde por vezes me dizem que o dinheiro será devolvido, noutras alturas não me conseguem garantir nada. Hoje fui informada que a minha conta estaria supostamente activa, mas continua bloqueada, não consigo criar novas campanhas e continuo sem recuperar os 297 € que me pertencem. Esta situação está a causar-me sérios prejuízos profissionais e financeiros, pois dependo da publicidade paga no Facebook/Instagram para a minha actividade comercial. Já tentei resolver tudo directamente com a Meta, sem qualquer sucesso. Venho por este meio solicitar publicamente a imediata devolução dos 297 € retidos na minha conta de anúncios e uma explicação clara sobre o bloqueio da mesma. Caso a situação não seja resolvida, irei apresentar reclamação nas entidades competentes e avaliar recorrer aos mecanismos legais disponíveis para recuperar o valor em causa e proteger os meus direitos. Aguardo uma resolução urgente.
Voucher oferta não recebido
Na sequência da minha contratação do pacote de TV+NET+Voz feita no dia 23 de Junho à empresa MEO, foi-me indicado por telefone (cuja chamada está gravada e que a MEO pode ouvir) que teria a oferta de dois vouchers para gastar na loja MEO online: um no valor de 35€ e outro de 150€ (além da oferta das mensalidades mais baratas, adesão a uma plataforma de streaming de forma gratuita, etc), tendo sido essa a razão que me levou a optar pela MEO comparativamente à concorrência. Acontece que após a visita do técnico de dia 27 de Junho para a instalação do serviço, recebi no dia 29 por SMS a oferta do voucher dos 35€, mas não o dos 150€. Entrei em contacto por chamada com o apoio ao cliente já no dia 3 de Julho (uma vez que continuava sem o voucher), que me confirmou que teria direito a esse voucher de 150€ além das outras ofertas e que iam corrigir a situação nos próximos dias (essa chamada mais uma vez encontra-se gravada), tendo eu recebido um SMS nesse dia a indicar: "Estamos a analisar o seu pedido que registamos com o nº 3-980443881052. Prevemo dar uma resposta à situação apresentada dentro de 10 dia(s).". Hoje, dia 20 de Julho (quase um mês depois!), continuo a aguardar a receção do voucher dos 150€ para poder proceder à compra de um eletrodoméstico, oferta essa que continua em vigor para novos contratos no site MEO, tendo sido esse o motivo diferenciador para a contratação do serviço com esta empresa. Voltei a contactar hoje o apoio ao cliente que me indicou que não podiam fazer nada, "que o assunto está em tratamento", e não havia mais nada a acrescentar. Apenas quero receber aquilo que me prometeram por duas vezes que tinha direito (uma na contratação e outra no 1º contacto com o apoio ao cliente), havendo provas pelas chamadas gravadas do que foi dito pelos assistentes da MEO, caso contrário teria optado pela concorrência.
Renovação automática abusiva da NOS Seguridade e recusa de cancelamento
Venho expor a minha total indignação com a forma como a NOS tratou o meu pedido de cancelamento do serviço NOS Seguridade. Durante toda a vigência do contrato cumpri rigorosamente todas as minhas obrigações. Paguei todas as mensalidades dentro do prazo, nunca existiu qualquer incumprimento da minha parte e, entretanto, deixei de necessitar deste serviço. O contrato termina a 27 de julho. É completamente incompreensível que, por ter contactado a NOS apenas dois dias após o prazo de pré-aviso, me seja negado o direito de cancelar um contrato que ainda nem sequer terminou e que seja automaticamente renovado por mais um período. Quando liguei para cancelar, fui informada de que, caso insistisse no cancelamento, teria de pagar uma penalização de cerca de 500 €. Considero esta situação totalmente desproporcional e abusiva. Estamos a falar de uma cliente que sempre cumpriu com todas as suas obrigações, que nunca falhou um pagamento e que apenas pretende terminar um contrato no final da sua vigência, por já não necessitar do serviço. Em vez de existir qualquer abertura para resolver a situação de forma razoável, a única resposta foi a imposição de uma renovação automática e de uma penalização elevadíssima. Na minha opinião, este tipo de atuação demonstra uma total falta de consideração pelos clientes e serve apenas para os prender a contratos que já não pretendem manter. Solicito que a NOS reavalie imediatamente esta situação e proceda ao cancelamento do contrato no seu termo, a 27 de julho, sem qualquer penalização ou renovação automática. Caso esta situação não seja resolvida de forma amigável, irei apresentar reclamação junto das entidades competentes e ponderar recorrer aos meios judiciais para defesa dos meus direitos, por considerar que esta situação merece uma análise jurídica quanto à sua legalidade e proporcionalidade. Espero que a NOS reveja a sua posição e opte por uma solução justa, evitando um litígio que poderia ser facilmente evitado.
Suspensão de serviço sem aviso
RECLAMAÇÃO POR SUSPENSÃO ILEGAL DE SERVIÇO E FACTURAÇÃO ABUSIVA Arnaldo Miguel Vidigal Pais das Neves, titular do contrato n.º 1270006696 (Rio Maior), vem deduzir reclamação formal contra a MEO e a actuação do operador Lenilseon Santos XID15516 (Proc. n.º 3 - 976565951751). Nos meses de Março e Junho de 2026, a MEO executou suspensões ilícitas de serviço em zona abrangida por declaração de calamidade, em violação do Art. 12.º do Dec.-Lei n.º 40-A/2026. Adicionalmente, o corte de junho foi executado com total ausência de pré-aviso escrito, em violação do Art. 128.º da Lei das Comunicações Eletrónicas (LCE).
Publicidade enganosa e atrasos no envio
Exmos. Senhores No dia 10/06/2026, o meu filho efetuou uma encomenda no website da Futhub (Encomenda #9437), motivado por uma promoção amplamente divulgada no próprio website e nas redes sociais, identificada como promoção "Mystery Box - Camisolas de Jogo" ("Todas as encomendas recebem uma Mystery Box aleatória EXTRA Grátis E CROMOS do MUNDIAL de 2026! Ou seja: LEVA 2 PAGA 1 + CROMOS GRÁTIS!") sendo expressamente indicado que "Esta box contém uma camisola de futebol oficial de um clube aleatório em qualquer parte do mundo — com etiquetas incluídas." A Mystery Box inclui: Uma camisola de futebol de alta qualidade e 100% autêntica, de épocas recentes Um cartão informativo com mais detalhes sobre o clube" Além disso o site informa que a entrega seria feita em 48h. Contudo, e após o envio de várias mensagens, a encomenda chegou apenas no dia 13/07, contendo apenas uma camisola e um par de meias de um clube inglês na "Mistery Box extra" que continha no seu exterior a seguinte informação “ Esta é a tua Mistery box extra, será que vai ser de camisolas de jogo atuais, vintage ou mesmo de camisolas de treino, casacos ou cachecóis? Abre e descobre!”, sendo que em lado algum fazia referência a meias. Esta conduta configura, publicidade enganosa, nos termos do Decreto-Lei n.º 330/90, de 23 de outubro, uma vez que a informação veiculada é suscetível de induzir o consumidor em erro quanto às condições essenciais da promoção, influenciando a sua decisão de compra. Nestes termos, a loja deverá responder por responsabilidade civil, pelos prejuízos causados ao consumidor, decorrentes do incumprimento da oferta promocional tal como publicitada e aceite no momento da celebração do contrato. Solicito, assim, a regularização imediata da situação, através do envio da segunda camisola conforme anunciado, ou, em alternativa, a restituição do valor correspondente, sem prejuízo de outros direitos que me assistem enquanto consumidor. Mais informo que foi enviado email com pedido de esclarecimento, sem qualquer resposta, para além de ter sido apagada a denúncia que fiz nas redes sociais da própria página. Aguardo uma resolução célere e adequada da presente reclamação. Cumprimentos.
Serviço mal prestado
Exmos. Senhores. Venho por este meio apresentar uma reclamação pelo péssimo atendimento no dia 17 de julho de 2026 entre as 18h e 19h15. Como já sou cliente da DIGI, recomendei a uma senhora idosa, que tem um serviço da MEO, mas que desde de março que está sem serviço, então a ideia era cancelar o serviço da MEO e pedir um novo cartão móvel ilimitado da DIGI, ficava a pagar menos e fazia a portabilidade do número que já tinha. Tudo parecia simples, se não fosse o atendimento da DIGI. Como a senhora teve um ABC e não se percebe bem a fala, por isso eu tive de falar em nome dela. Para novas adesões atendeu-me Paulo Silva, primeiro pediu para falar com a senhora idosa, quando a senhora falou, claro não percebeu nada o que ela disse, o que ele fez? colocou a chamada em pausa, esperei, até que tive de desligar a chamada. Voltei novamente a ligar para a DIGI, quem me atendeu passou novamente para a linha de novas adesões, novamente o Paulo Silva, expliquei a situação que era amigo da senhora idosa e como ela não se expressa bem, porque o ABC que lhe deu apanhou a fala, então eu estaria a falar por ela, o que fez o Paulo Silva? colocou novamente a chamada em pausa, estive a ouvir musica durante algum tempo, até que desliguei a chamada. Pela terceira vez liguei para a DIGI. Agora perguntei se só tinham uma pessoa a atender para novas adesões, disseram que não, então lá me passaram a chamada esperando que agora fosse outra pessoa a atender. Novamente o Paulo Silva, mas assim que ele percebeu a minha voz de forma imediata colocou a chamada em pausa, já não estive para estar a ouvir mais música e desisti. É incompreensível como a DIGI contrata funcionários que não tem a mínima empatia para quem está do outro lado da linha. Se a DIGI se interessar em obter mais informações minhas, pode me contactar porque tem o meu e-mail e contacto de telefone. Cumprimentos. Rui Marques
UZO
Há mais de um mês que tento transferir o meu número da Vodafone para a uzo. Na primeira chamada ficou tudo combinado e enviaram-me o cartão. Começaram a pedir-me o cartão de cidadão, depois disseram que já estava tudo bem. Subitamente, surgiu uma fatura de 7€ para pagar, que acabei por pagar sem ter utilizado o serviço. Mais tarde, voltaram a pedir documentos, que enviei no dia 9/7/26. Recebi resposta a dizer que não conseguiam avançar e que já passou o prazo. Após várias reclamações, recebi um email de resposta a indicar que os documentos estavam fora do prazo. Não entendo como é possível, se os enviei no dia 9/7/26 e o meu cartão de cidadão só expira em 2028. Só posso considerar esta situação como fruto de incompetência. Exijo a anulação deste cartão, mas estão a complicar o processo. Tentei anular pelo aplicativo e não me deixam. Por telefone também só complicam ainda mais. Não pretendo voltar a pagar por algo que não uso, ainda por cima quando o erro não foi meu. Considero esta situação vergonhosa! Quero o reembolso dos 7€, porque não usei o serviço. Espero que esta situação seja resolvida rapidamente e que revejam os documentos antes de enviar emails sem sentido. Não quero mais o cartão associado ao meu número 923237068
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