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Lufhtansa com atendimento abaixo da mediocridade
Hoje me dirigi ao balcão de atendimento para clarificação do procedimento pertinente ao transporte de um cão (já possuo a reserva) e ao ser atendido 13h35 pelo funcionário Hugo Pereira no aeroporto do Porto, percebi o quanto eles são insatisfeitos em trabalhar na Lufthansa pela postura do mesmo. Má vontade, falta de cortesia, falta de prontidão em querer auxiliar e servir o cliente é algo que não por acaso está mencionado em outros portais que é a experiência padrão do cliente de vocês. Não é meu objetivo acusar o funcionário que é apenas fruto (provavelmente) de uma politica de trabalho usurpadora e uma cultura organizacional fraca. Meu franco objeto é deixar aqui mencionado minha experiência para que isso influencie os possíveis clientes da Lufthansa e se miraculosamente isso fizer sentido, que a direção da empresa reveja sua mentalidade.
Cobrança indevida
Venho por meio desta apresentar reclamação contra a companhia aérea Wizz Air, em razão de uma cobrança indevida e de um atendimento extremamente inadequado ocorrido no momento do embarque. Informo que a bagagem de mão já havia sido devidamente paga no momento da compra da passagem. No entanto, no momento do embarque, fui informada de forma ríspida e com falta de educação por uma funcionária da companhia de que a bagagem deveria ser despachada. Diante dessa informação, solicitei realizar o despacho da bagagem naquele momento, o que foi recusado pela funcionária, apesar de a companhia estar despachando bagagens de outros passageiros, inclusive durante o próprio embarque. Tentei compreender a situação e solicitar uma explicação, porém a funcionária passou a gritar comigo em frente aos demais passageiros, sem fornecer esclarecimentos adequados e sem demonstrar qualquer disposição para resolver o problema. Fui então coagida a pagar uma taxa adicional de 75 euros para poder embarcar com uma bagagem de mão que já havia sido paga anteriormente, sob pena de não poder seguir viagem. Considero a cobrança indevida e o tratamento recebido abusivo e desrespeitoso. Solicito, portanto, o reembolso integral do valor de 75 euros cobrado indevidamente, bem como o devido reconhecimento de que a bagagem já se encontrava paga.
Serviços
Pinto Lopes Viagens Eu sou vossa cliente, seguramente há 2/3 anos, tendo efetuado 15 viagens. Como podem comprovar, ao momento não tive qualquer manifestação relativamente a cada uma dessas viagens, na realidade elas tendo tido algumas anomalias que decorreram em termos aceitáveis. Sendo certo que eu viajo sozinha e tenho fracos conhecimentos de outras línguas para além do português, apresenta-se-me como fundamental viajar na companhia de um/a guia turístico/a português/a, esta tem sido a razão para a compra de viagens de grupo na vossa agência. Acontece que, na última viagem que fiz, acima indicada, fui surpreendida por uma guia (teoricamente assim chamada), de nome Marisa Paulo Mouta, que desempenhou muito mal as suas funções, dado que, durante toda a viagem a sua postura foi em tudo muito idêntica à de qualquer outro participante na viagem, em rigor só se diferenciou pela rudez e agressividade com que interagia com os outros elementos. A Marisa nada sabia acerca do percurso da viagem, tinha alguma dificuldade em contar os elementos do grupo, falhou várias vezes com as horas aprazadas, respondeu agressivamente e com má educação a várias pessoas do grupo. Por último, ao ter negligenciado o facto de que foi avisada, que um dos elementos do grupo perdeu o passaporte, pois não se dignou a sair do avião e prestar auxílio à pessoa, elucidando-a que podia no local onde deu conta da falta do passaporte, embarcar, pois a sua entrada em Lisboa seria permitida mesmo sem passaporte. Pelo exposto, sou forçada a deixar de viajar com a vossa agência, isto porque deixei de ter segurança e confiança no desempenho das funções que me levam a contratar os vossos serviços.
Reembolso total
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação formal contra a empresa Skydive Maia devido ao incumprimento reiterado na prestação de serviço e à retenção indevida de montantes pagos. 1. Descrição dos Factos: Em novembro de 2023, adquiri um voucher para um salto de paraquedas (Voucher n.º ............ ) com a intenção de o oferecer ao meu marido no natal. O pagamento foi realizado na totalidade no valor de 129,99 €. Desde a data da compra, o salto foi agendado em diversas ocasiões. No entanto, a empresa procedeu sempre ao cancelamento e adiamento das marcações, justificando-se sistematicamente com "manutenção dos equipamentos". Devido ao arrastar desta situação há mais de dois anos e à impossibilidade de realização do serviço por motivos unicamente imputáveis à empresa, a validade do voucher chegou a ser prolongada pela Skydive Maia. Contudo, mesmo com esse prolongamento, o serviço nunca foi concretizado. 2. Falta de Comunicação: Atualmente, a empresa encontra-se incontactável. Todas as minhas tentativas de contacto telefónico não são atendidas e os emails enviados não obtêm resposta. 3. Pedido de Reembolso Ignorado: Já solicitei formalmente, via email, a devolução do valor pago, uma vez que a empresa demonstrou total incapacidade para prestar o serviço contratado. Até à data, não recebi o reembolso nem qualquer justificação. 4. Resolução Pretendida: Considerando a quebra de confiança e o incumprimento contratual definitivo por parte da Skydive Maia, informo que já não tenho interesse no reagendamento do serviço. Exijo a restituição imediata do valor total pago (129,99 €), a ser efetuada pelo mesmo meio de pagamento utilizado na compra. Caso tal não seja possível por motivos técnicos, aguardo o vosso contacto urgente para vos facultar os dados necessários para a transferência bancária. Aguardo a vossa intervenção célere para a resolução deste litígio. Com os melhores cumprimentos, Tânia Mendes
Alojamento Precario
Reservei no site da Booking.com um alojamento em Lisboa do dia 23/12/2025 ate 25/12/2025, pelas fotos na plataforma estava em perfeitas condições de uso e com a limpeza em dias, chegando ao local fiz o checkin as 18:00 e quando entramos ao alojamento, era totalmente inadequado ao uso, estava Eu, Minha esposa e sua Mae de 65 anos e nossa filha de 10 anos. local cheirava mal, com muita sujisidade, mofos nas paredes e paredes se desfazendo de humidade, casa de banho impraticavel com muito bolor, peças soltas e sujeiras. Tentei contato com a plataforma e a Ana me atendeu e disse que não poderia fazer o cancelamento com a devolução de taxa, so com o valor de 20% devido ao acontecido, e a intermediação tinha que ser com o Anfitriao do alojamento, que o mesmo não respondeu e não efetuou a devoluação. Tenho fotos do estado do imovel, que tinha ate resto de comida em um prato dentro do microondas. Alojamento chama-se The Tram 18 Space codigo de confirmação 5678.948.451. Anfitriao se apresentou antes do checkin como Pedro Oliveira Reis +351 914 227 278. https://www.booking.com/hotel/pt/the-tram-18-space-lisboa1.pt-pt.html?aid=356980&label=gog235jc-10CAsouwFCGXRoZS10cmFtLTE4LXNwYWNlLWxpc2JvYTFIH1gDaLsBiAEBmAEzuAEXyAEM2AED6AEB-AEBiAIBqAIBuAKCqbbKBsACAdICJGY2OGNiMjA1LTE2YTEtNGZlYS05MGYwLTY3Zjg4NmFiNzZiMtgCAeACAQ&sid=7e8fbdfb1be04b8083c7eacf39c444b1&dest_id=-2167973&dest_type=city&dist=0&group_adults=2&group_children=0&hapos=1&hpos=1&no_rooms=1&req_adults=2&req_children=0&room1=A%2CA&sb_price_type=total&sr_order=popularity&srepoch=1766691995&srpvid=19cc812d17d61d136872beccbe096583&type=total&ucfs=1&
Cobrança indevida reiterada por bagagem de mão – reserva XKI1KM
Após ter tomado conhecimento da prática abusiva ao cobrar mala de mão, e, especificamente, após conhecimento da jurisprudência do Tribunal de Justiça da União Europeia, tive consciência de que os meus direitos do consumidor já foram lesados pela Wizzair ao terem-me obrigado a pagar pela mala de cabine num voo realizado a 15 de maio de 2025, com reserva XKI1KM. Esta cobrança ocorreu em total contradição com a jurisprudência do Tribunal de Justiça da União Europeia. Já apresentei uma reclamação contra a Wizzair por uma prática similar em Novembro deste ano, o que demonstra que a prática não é isolada, mas sim sistemática. A mala em causa: - era bagagem de mão padrão; - cumpria critérios razoáveis de dimensão e peso; - não colocava qualquer risco de segurança ou operacional. Ainda assim, foi exigido pagamento adicional, sob pena de recusa de embarque, o que configura coação comercial e uma clara violação dos direitos do passageiro enquanto consumidor europeu. Solicito, por isso, que este segundo caso seja igualmente considerado, com vista ao reembolso do valor indevidamente cobrado, bem como à avaliação global desta prática por parte da Wizz Air.
Cobrança indevida de bagagem de mão – violação da jurisprudência do Tribunal de Justiça da UE
Venho por este meio apresentar reclamação contra a companhia aérea Wizz Air, por uma cobrança indevida e abusiva relacionada com bagagem de mão, situação que considero enquadrar-se plenamente na jurisprudência já firmada pelo Tribunal de Justiça da União Europeia (TJUE) sobre esta matéria. No voo W6 6220, realizado em 8 de novembro de 2025, adquiri antecipadamente 10 kg de bagagem pelo valor de 29,90 €, com o objetivo de transportar uma pequena mala de cabine (trolley), de dimensões e peso compatíveis com o transporte em cabina. No momento do embarque, fui surpreendido com a exigência de pagamento adicional de 72 €, sob o argumento de que a mala adquirida era para ser despachada para o porão. O peso total da bagagem não excedia os 10 kg já pagos. Apesar disso, fui obrigado a pagar novamente, resultando num total de 101,90 € por um único volume de bagagem que após cobrança acabei por levar na cabina como mala de mão. Considero esta prática particularmente grave, pois: - fui cobrado duas vezes pelo mesmo serviço (transporte de 10 kg); - a distinção feita pela companhia entre “peso adquirido” e “formato da mala” é artificial e abusiva; - após o embarque, verifiquei que existia espaço disponível na cabine, inexistindo qualquer justificação operacional. - Tendo agora conhecimento da jurisprudência do Tribunal de Justiça da União Europeia, nomeadamente do entendimento segundo o qual a bagagem de mão razoável constitui parte integrante do transporte de passageiros e não pode ser objeto de cobrança adicional, desde que respeite critérios razoáveis de peso e dimensão, entendo ter pago 10 kg duas vezes, ambas de forma indevida ( 101,90 € ). A prática adotada pela Wizz Air contraria claramente este princípio, bem como os direitos básicos do consumidor. Apresentei reclamação diretamente à companhia aérea, que se limitou a responder de forma evasiva, citando regras aplicáveis apenas ao item pessoal gratuito e recusando reavaliar o caso, afirmando apenas que a sua “posição se mantém”. Atendendo ao exposto, solicito o apoio da DECO PROteste, quer no enquadramento deste caso como prática comercial abusiva, quer na eventual integração em ações coletivas ou iniciativas já em curso relativas à cobrança indevida de bagagem de mão por companhias aéreas. Anexo os comprovativos relevantes (recibos, cartão de embarque e comunicações trocadas com a companhia). Com os melhores cumprimentos, Paulo
Reclamación por cobro no autorizado de suscripción Prime de eDreams
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação em relação à subscrição Prime da eDreams, a qual foi ativada e cobrada de forma não autorizada. A cobrança foi efetuada sem o meu consentimento claro, e considero que as práticas comerciais da empresa não estão de acordo com os direitos dos consumidores, conforme previsto na Lei de Defesa do Consumidor (Lei n.º 24/96). Detalhes do caso: Nome da conta: Jadany Piedrahita Henao Endereço de e-mail: piedrahitahenaojadany@gmail.com Data da cobrança: 19/12/25 Valor cobrado: 89,99 A subscrição Prime foi ativada sem o meu consentimento explícito, através de estratégias de marketing enganosas, onde a informação fornecida sobre os termos e condições não foi clara e transparente. Em nenhum momento fui informada de forma adequada sobre os custos associados e sobre as condições de renovação automática. Solicito o seguinte: O reembolso total do valor cobrado pela subscrição Prime. Confirmação por escrito de que não serão efetuadas novas cobranças em minha conta. Suspensão imediata de qualquer renovação automática associada à subscrição Prime.
Reclamação por não recebimento do depósito na locadora de veículos
Alugámos um carro na Magic Islands entre 21 e 24 de novembro de 2025, mas ainda não recebemos o nosso depósito de volta. Já ligámos várias vezes e enviámos muitos e-mails, mas recebemos sempre a mesma resposta, que o depósito será devolvido em breve. Esperamos receber o depósito de volta em breve.
Discriminação
Eu, Cláudia Marisa Fiel Apolinário, venho por este meio apresentar reclamação formal contra o Hotel Lisbon Travel Park relativamente a factos ocorridos entre 5 e 10 de dezembro, decorrentes da reserva n.º VelTeios6897Trav, efetuada a 17 de novembro às 12:03h da manhã, através do website oficial do hotel e confirmada também por via telefónica à mesma hora, referente a um quarto de mobilidade reduzida, devidamente adaptado a cadeira de rodas e com casa de banho acessível com duche. A reserva foi realizada expressamente em função da grave condição de saúde da minha filha, que possui 64% de incapacidade, encontra-se em fase pós-operatória de uma cirurgia à anca, não consegue andar nem sentar autonomamente e depende totalmente de mim para todas as atividades, necessitando de condições específicas e adequadas de alojamento para garantir a sua segurança, higiene, mobilidade e integridade física. Após efetuar o pagamento de um depósito de 85€ no ato da reserva, desloquei-me ao hotel no dia 1 de dezembro, segunda-feira, por volta das 20h, para confirmar presencialmente todos os detalhes da reserva e proceder à alteração da primeira noite de 4 para dia 5 de dezembro, tendo sido informada de que tudo estava correto e assegurado, bem como de que seria efetuada a devolução do valor correspondente à noite de 4 de dezembro, o que até à presente data, não aconteceu. No entanto, no dia 5 de dezembro, sexta-feira, por volta das 20h, aquando da nossa chegada para check-in, a minha filha tinha acabado de ter alta hospitalar, encontrava-se fragilizada e em condição clínica extremamente delicada, fui informada de forma surpreendente e completamente inaceitável que o quarto que me estava destinado, o de mobilidade reduzida, não estava disponível, apesar de ter sido reservado com um mês de antecedência e requerido por razões médicas e confirmado reiteradamente pelo próprio hotel. Face à minha perplexidade, necessidade e preocupação imediata, o funcionário, o Sr. Kaique, limitou-se a apresentar um pedido de desculpa e a virar-me as costas, deixando-nos totalmente desamparadas e sugerindo implicitamente que procurássemos soluções noutro lugar com uma atitude profundamente desrespeitosa perante uma pessoa com mobilidade condicionada e dependente, cujas necessidades eram não apenas legítimas, mas clinicamente indiscutíveis. Esta conduta, para além de constituir uma violação objetiva das obrigações contratuais do hotel, representa uma falta de humanidade, de sensibilidade e de respeito para com uma pessoa em vulnerabilidade extrema, configurando um tratamento claramente discriminatório baseado na condição de incapacidade da minha filha. Após exigir esclarecimentos e a tentativa de contacto com o diretor, Sr. Luis Cabrita, que se recusou a aparecer e comunicar que iria chamar as autoridades policiais competentes, o hotel atribuiu um quarto provisório, completamente inadequado e inseguro para o estado de saúde da minha filha. Esta falha colocou em risco a sua saúde e bem-estar, agravando o quadro clínico que exigia precisamente condições que o hotel tinha garantido anteriormente. Só no dia seguinte é que foi disponibilizado o quarto adaptado inicialmente reservado, confirmando que a falha não se deveu a impossibilidade estrutural, mas sim a má gestão, negligência e falta de responsabilidade. No dia 9 de dezembro, após vários dias sem qualquer comunicação ou pedido de desculpa institucional, consegui finalmente reunir-me com a direção do hotel, o Sr. Luis Cabrita, cuja postura foi surpreendentemente arrogante, prepotente e isenta de qualquer empatia ou reconhecimento dos factos, assumindo uma postura desrespeitosa relativamente à incapacidade da minha filha e ao sofrimento causado. Em vez de procurar solução, esclarecimento ou reparação, demonstrou uma postura depreciativa que reforça a perceção de discriminação instaurada em todo este processo. Os factos relatados não configuram unicamente um incumprimento grave das obrigações contratuais, mas principalmente um desrespeito absoluto pela igualdade, pelo direito das pessoas com mobilidade reduzida e uma violação dos deveres legais aplicáveis aos estabelecimentos hoteleiros, nomeadamente no que se refere à acessibilidade, segurança, respeito pela dignidade humana e atendimento não discriminatório. A conduta observada não só provocou um profundo desgaste físico e emocional a mim e à minha filha num momento já de grande fragilidade, como demonstrou uma total ausência de preparo, responsabilidade e sensibilidade na prestação de um serviço essencial para pessoas com mobilidade reduzida. Face ao exposto, solicito às entidades competentes a apreciação rigorosa destes factos, a responsabilização do estabelecimento pelas falhas e práticas discriminatórias verificadas e a implementação das medidas necessárias para que situações de igual gravidade não voltem a ocorrer com outro cliente, especialmente com pessoas em situação de incapacidade ou vulnerabilidade.
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