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Encomenda chegou com defeito
Exmos Senhores, Comprei este aparelho ar condicionado on-line, com entrega a domicílio, visto que não tenho carro ou outro transporte para viajar até outra cidade, onde se encontra a Leroy Merlin mais próxima de mim. O produto chegou apresentando defeitos de fábrica já no primeiro uso. No modo refrigeração, vaza água por baixo do aparelho, onde imagino que deve estar o reservatório de água. O reservatório não estava cheio, pois o ar condicionado estava ligado a poucos minutos e, mesmo assim, tentei esvaziá-lo para ter a certeza, e não tinha água nenhuma dentro. Desliguei e liguei de novo algumas vezes e o mesmo ocorreu. A assistência técnica a domicílio me foi negada, e instruído que eu me direcionasse até a loja mais próxima com o produto. Aí que está o problema. Se eu comprei o produto com entrega é porque justamente não consigo me dirigir até uma loja com este aparelho pesado. E se o produto já veio com defeito de fábrica, deveria ser responsabilidade de vocês assumir este erro, desde o início do atendimento, que envolve também o transporte do mesmo. Não posso aceitar que a melhor solução que podem me oferecer pra um erro vosso, seja que eu tenha que me dirigir até outra cidade não sei de que maneira com isto. Aguardo resposta o mais breve possível. Obrigada
LuxMatic: incumprimento grave de contrato e ausência de resposta após pagamento
Bom dia, Em Fevereiro de 2025, celebrei um contrato com o Sr. João Silva, responsável pela LuxMatic, para o fornecimento e instalação de um portão automático para um armazém situado em Rua Heróis do Ultramar, 25, 2530-066 Lourinhã. No âmbito desse contrato, efetuei o pagamento de 50% do valor total acordado, a título de adiantamento, por transferência bancária. O prazo de execução acordado foi de 3 semanas. No entanto, já decorreu mais de um ano sem que o serviço tenha sido prestado. Ao longo deste período, entrei em contacto diversas vezes com o Sr. João Silva, por telefone e mensagens, tendo sido sucessivamente informado de que a instalação seria realizada “dentro de duas semanas”, o que nunca se verificou. Atualmente, o Sr. João Silva deixou de responder a chamadas, mensagens e contactos, não apresentando qualquer solução para a situação. Até à presente data, o portão não foi fornecido nem instalado. Face ao incumprimento prolongado e reiterado, enviei entretanto uma interpelação formal para cumprimento, concedendo um prazo final para execução do contrato. Caso não se verifique o cumprimento dentro desse prazo, avançarei com a resolução do contrato e exigirei a devolução integral do montante pago, acrescido de juros legais e eventual indemnização por danos causados. Pretendo, com a presente reclamação, alertar para esta situação e solicitar a intervenção no sentido de obter a resolução do problema. Possuo documentação comprovativa, incluindo contrato, comprovativo de pagamento e registos de comunicações. Dados da entidade: LuxMatic (João Silva) Morada: Estrada da Bica, 18, Pregança do Mar 2530-762 Santa Bárbara, Lourinhã
Débitos indevidos
Exmos. Senhores, No passado dia 24 de março de 2026 detetei um débito de 24,00 € no meu cartão de débito para a vossa entidade Ppro payment services SA Luxembougo. Mais tarde, a 2 de abril de 2026, detetei outro débito de 143,40 €. Não efetuei qualquer comprar com esses valores e nas referidas datas que justifiquem estes débitos. Não tenho qualquer fatura, apenas os movimentos da minha conta com débito para a vossa entidade Já contactei o meu banco e iniciei o pedido para o processo de burla. Cumprimentos.
Recusa na aplicação da política de igualação de preços
A Worten publicita de forma constante que “igualamos o preço”, mas na prática essa política não é cumprida de forma transparente nem consistente. Tentei adquirir a coluna Marshall Willen II (Black & Brass), que se encontra à venda na Worten por 99,99€. O mesmo produto está disponível por cerca de 83€ na Amazon (vendido pela própria Amazon) e, mais relevante ainda, por 82,99€ na Darty, concorrente direta em Portugal. Apesar disso, a Worten recusou igualar o preço, alegando uma possível venda com prejuízo ao abrigo do Decreto-Lei n.º 166/2013. No entanto, não foi apresentada qualquer prova concreta dessa alegação, nem faz sentido quando um concorrente direto pratica um preço inferior no mesmo mercado. Esta situação demonstra que a campanha “igualamos o preço” pode ser enganadora, criando expectativas nos consumidores que depois não são cumpridas, dependendo de critérios pouco claros. Considero esta prática abusiva e lesiva para o consumidor, e solicito esclarecimentos claros sobre os critérios reais desta política, bem como a sua aplicação coerente. Caso contrário, trata-se apenas de uma estratégia de marketing sem correspondência prática.
Cobrança de mensalidade sem utilização do alojamento e recusa de reembolso
Venho por este meio apresentar reclamação relativamente a um contrato de alojamento celebrado com a residência Micampus Alta de Lisboa. Após a entrada no alojamento, fui obrigada a proceder ao check-out poucos dias depois, por motivos pessoais, não tendo chegado a pernoitar no mesmo. Apesar disso, foi-me cobrado o valor integral do mês de março, tendo sido recusada qualquer devolução, com base apenas em “diretivas internas”, sem fundamentação concreta. Saliento que atuei sempre de boa fé, tendo inclusive colaborado na procura de interessados para substituição do contrato, com o objetivo de minimizar qualquer prejuízo para a entidade. Para além da questão contratual, importa referir que as condições do alojamento não correspondiam ao expectável nem ao anunciado, o que contribuiu para a decisão de não permanecer. Em particular: – Existência de odores intensos nas áreas comuns, indicando ventilação insuficiente – Sistema de ar condicionado difícil ou impossível de desligar, gerando desconforto térmico significativo – Janelas com abertura limitada, reduzindo a ventilação natural – Espaço anunciado como “estúdio” com dimensões muito reduzidas, mais próximo de um quarto do que de um estúdio autónomo – Isolamento acústico insuficiente – Falta de equipamentos básicos (nomeadamente forno), com limitações de espaço para utilização funcional da área de cozinha – Acesso pouco intuitivo a áreas comuns (ex.: lavandaria localizada em zona de garagem) – Necessidade de procedimentos adicionais para utilização de equipamentos comuns Adicionalmente, a comunicação com a entidade foi pouco eficaz, tendo existido falta de resposta a vários contactos por email e ausência de tentativa de resolução equilibrada da situação. Considero que a combinação destes fatores configura uma prestação de serviço abaixo do expectável e uma prática contratual desproporcional, tendo em conta a não utilização do alojamento. Solicito, assim, a análise da situação e apoio na defesa dos meus direitos enquanto consumidora, nomeadamente no que respeita à devolução do valor pago relativo ao mês de março ou o proporcional entre a data de check-in e a de check-out em que efectivamente o quarto não esteve disponível para outrém.
Reembolso não recebido
Exmos. Senhores, Efetuei uma compra na Sweeek e, no dia 31 de janeiro, solicitei a devolução da encomenda. Apesar de algum atraso na resposta por parte da empresa, a recolha foi efetuada pela transportadora no dia 19 de fevereiro. Desde essa data até ao presente, a situação permanece sem resolução. A transportadora já entrou em contacto comigo por cinco vezes para proceder a uma nova recolha da mesma encomenda, apesar de esta já ter sido recolhida anteriormente. Paralelamente, ainda não recebi qualquer reembolso. Tenho vindo a trocar diversos emails com a empresa, cujo feedback tem sido sempre no sentido de que o caso está a ser analisado. No último contacto, foi-me indicado o seguinte: “Pedimos desculpa por todos os transtornos causados. Demorámos a responder porque estamos a investigar o caso junto da empresa de transportes, uma vez que esta afirma não ter efetuado a recolha e, no nosso sistema, não temos qualquer registo da entrada do produto. Solicitamos-lhe, por favor, um pouco mais de tempo para podermos verificar todas as informações e apresentar-lhe a melhor solução o mais rapidamente possível.” No entanto, já decorreram cerca de dois meses desde a recolha da encomenda, sem qualquer resolução ou reembolso. Importa referir que, nos termos da legislação europeia aplicável (Diretiva dos Direitos dos Consumidores), o reembolso deve ser efetuado no prazo máximo de 14 dias após a devolução do produto. Adicionalmente, já apresentei queixa no Portal da Queixa e tentei recorrer ao Livro de Reclamações online, verificando, porém, que a empresa não se encontra registada nessa plataforma. Em anexo, seguem as várias trocas de emails mantidas com a empresa. Obrigada, Filipa Sousa
Reclamação por falha grave de assistência e ausência de resolução em garantia – televisor Philips
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação relativa à aquisição de um televisor da marca Philips, com 165 cm, adquirido no dia 26 de abril de 2024, número de série FZ2A2402043707, em nome de Branca Pinho, na loja Fnac. No início do mês de dezembro de 2025, o equipamento passou a apresentar uma anomalia grave, exibindo apenas um ecrã com código de cores ao ser ligado, ficando totalmente inoperacional. No dia 02/12/2025 foi aberto um pedido de assistência junto do apoio técnico da Philips. Contudo, após este contacto inicial, verificaram-se sucessivos atrasos e ausência de resposta eficaz. Voltei a contactar no dia 09/12/2025 e novamente no dia 17/12/2025, sem que tivesse sido apresentada qualquer solução concreta. Posteriormente, foi-me sugerido realizar procedimentos técnicos por minha conta, nomeadamente a instalação de software para tentativa de reparação, o que não resolveu a situação. No dia 30/12/2025, fui informado, após contactar por conta própria, de que o processo seria encaminhado para recolha do equipamento por assistência técnica, tendo o caso sido dado como encerrado nessa fase. A partir desse momento, a situação agravou-se significativamente. Em fevereiro de 2026, fui contactado via WhatsApp por números não identificados, com linguagem pouco profissional, erros evidentes e sem qualquer validação clara de associação à Philips, o que levantou fundadas suspeitas de fraude. Apenas posteriormente, após contacto direto com a marca, me foi confirmado que esses contactos eram legítimos, situação que considero inaceitável e lesiva da confiança do consumidor. Adicionalmente, foram feitas propostas de substituição por modelos diferentes, sem qualquer formalização adequada, mantendo-se uma comunicação inconsistente, confusa e pouco transparente. Até à presente data, 13/04/2026, não foi efetuada qualquer recolha do equipamento. Perante a ausência de resolução, manifestei a intenção de optar por crédito em vez de substituição. No entanto, ao deslocar-me à Fnac, fui informado de que tal não seria possível enquanto o equipamento não fosse recolhido pela Philips, evidenciando uma clara falha de articulação entre as duas entidades. Mais recentemente, no dia 13/04/2026, em novo contacto telefónico com o apoio da Philips, fui alvo de um atendimento inadequado e desrespeitoso. Após solicitar escalonamento para um superior, foi-me proferida a seguinte afirmação: “se não quer desligar, vamos ficar aqui até junho”, o que considero absolutamente inadmissível. Face ao exposto, considero que o produto apresenta falta de conformidade ao abrigo da legislação aplicável, que o prazo de resolução ultrapassou largamente o razoável e que o serviço prestado foi negligente, desorganizado e desrespeitoso para com o consumidor. Assim, solicito a resolução imediata do processo, o reembolso integral ou atribuição de crédito utilizável de forma imediata e, adicionalmente, a devida compensação pelos transtornos causados. A presente situação prolonga-se há mais de quatro meses sem qualquer resolução efetiva, demonstrando uma total ausência de eficiência e respeito pelo cliente. Tanto a Philips como a Fnac evidenciaram uma preocupante falta de coordenação e orientação ao consumidor, comprometendo seriamente a confiança nas referidas entidades. Apresento esta reclamação com o objetivo de obter uma resolução célere, justa e definitiva. Com os melhores cumprimentos, Gustavo Pinho
Transferência em processamento
Boa tarde, venho por este meio demonstrar o meu descontentamento. O meu irmão fez me uma transferência através do mbway no valor de 600€ e o mesmo saiu da conta do mesmo e não dá entrada na minha conta.. está sempre com a informação de processamento . Já fiz reclamação em ambos os bancos e dizem que é o MBWAY que têm que dar tratamento visto que está tudo em conformidade. Já liguei 3 vezes a linha de apoio ao MBWAY e só sabem dizer que está a ser analisado com o número de pedido Cas-3350491-G6d5s4, sem prazo de resolução. O meu irmão fez outros transferências via mbway para mim (967072183) num valor de 1€ , 5€ ,46.05€ e eu recebi só aquele valor não dá entrada na minha conta. Estou muito descontente e sem resposta. Depois de toda esta situação não pretendo nunca mais usar esta Aplicação do MBWAY.
Burla/falsificação
Exmos. Senhores/Senhoras data 13/04/2026 Estou com 42 artigos falsificados que comprei da Vented. Como eu sei se são falsificados. Coloquei os artigos que comprei na Vented, em outros sites e logo depois tive muitos problemas. Os sites falaram que os artigos não eram autênticos. Eu nem acreditei, que choque!!. Então, comecei colocar os artigos na Vented, já que eu comprei da Vented, mas fiquei muito chocado, a própria Vented falou que os artigos que queria colocar eram falsificados!!! e também fui bloqueado 4 vezes por diferentes artigos. Não tem como ver se o artigo é falsificado, não existe botão artigos falsificados, só tem um botão ( tenho um problema),não sou especialista, os especialistas são a Vented. A Vented diz que não Vented somos muito rigorosos quanto a réplicas e falsificação, então como foi que eu comprei as artigos falsificados?? Ainda tenho os 42 artigos em minha casa e gastei +- 600 euros de artigos réplicas e falsificações da Vented. Tentei contar a minha situação á Vented, mas eles falaram que não podiam fazer nada. Tentei umas 8 vezes contar a minha situação, pois não fizeram nada e também me acusaram de falsificação de artigos, mas os artigos foram comprados da Vented. Ainda tenho todos or artigos em casa, e tenho o histórico das compras da Vented. Preciso a sua ajuda. Obrigado/a
Mudança de casa
Exmos. Senhores, Santiago de Riba UL, 13 de abril. Solicitei a mudança do meu pacote Meo casa com internet e tv para meu nove endereço Travessa da Conceição 67, em Santiago de Riba UL no dia 02/04 e a empresa Meo me disse por sms no dia 07/04 que precisará reforçar a rede para fornecer o serviço de internet fixa na minha nova casa, e que irá entrar em contato em 30 dias para agendar uma nova instalação, se não há estrutura não quero continuar com o serviço e quero que seja cancelado sem custos adicionais. estou tentando falar no atendimento, porem não me atendem. Cumprimentos. Eduardo E Pereira
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