Reclamações públicas

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Garantia Não assumida

Exmos Senhores, No seguimento da resposta apresentada pelo stand, a qual insiste que a garantia legal não abrange os danos exteriores como arranhões, novamente, se reitera que tal reparação nunca foi solicitada. Assim, nunca foi o stand contactado com vista à reparação dos danos estéticos da viatura, mas sim a um problema de mecânica, relacionado com o motor do mesmo, visto que o carro não funciona. Por outro lado, quanto aos alegados danos de motor causados por mim, igualmente tal não tem qualquer fundo de verdade, pois não coloquei a viatura a “trabalhar de empurrão”, muito pelo contrário, quando avariou contactei a assistência em viagem que a transportou até oficina mecânica, sendo que após o diagnóstico a mesma foi novamente transportada por reboque até à oficina da confiança do stand, na qual permanece até hoje. Depois, adquiri a viatura em causa através do recurso a crédito bancário, financiamento esse que implica o pagamento mensal de uma prestação de valor significativo para mim, o qual representa um grande investimento, sendo que não tenho a possibilidade de adquirir outra viatura, o que me tem causado enormes transtornos, para me conseguir deslocar para o trabalho. Assim, tendo adquirido uma viatura com grande esforço financeiro e atenta a necessidade de utilização da mesma, não iria ter algum comportamento desleixado que pudesse colocar em causa uma avaria com a gravidade da existente. Mais ainda, veja-se o curto tempo de utilização da viatura, desde a data da compra até à data da avaria. Quanto aos danos exteriores que tanto são mencionados, os mesmos ocorreram em virtude do carro ter sido aparcado na via publica, durante a noite e tal ter sucedido, não por qualquer conduta imprópria, embora tal não esteja aqui em causa. Depois, sempre se diga, que mesmo na eventualidade de seguirmos o alegado pelo stand, que a viatura foi colocada a “trabalhar de empurrão”, então tal é uma indicação clara que a mesma teve uma avaria mecânica a qual está abrangida pela garantia legal. Mas como já se disse, o aqui associado não teve esse comportamento e se tal existiu, não foi na sua posse. A verdade é que a poder alegar-se, sem qualquer fundamento, que a garantia legal fica excluída em virtude da viatura ser colocada a “trabalhar de empurrão”, então está aqui encontrada uma escapatória para que após a venda de carros usados não haja qualquer responsabilidade por parte do vendedor na reparação de avarias mecânicas. Esta desculpa vem sendo alegada sem ser apresentado qualquer relatório que comprove isso mesmo. Assim, a viatura continua à guarda da oficina de confiança do stand, onde o mesmo deu a indicação de onde deveria ser entregue. Pelo que, deverá este promover junto da respectiva marca, BMW, por uma análise detalhada para identificação da avaria, causas, efeitos, tempo em que ocorreu (quilometragem)…

Encerrada
C. S.
21/09/2025
M&M – Administração de Condomínios, Lda

Falta de execução de obras aprovadas – Condomínio Quinta da Agrinha (C040)

Descrição da situação: Sou condómina do Condomínio Quinta da Agrinha (C040), gerido pela empresa M&M Administração de Condomínios, Lda (Martins Condomínios). Em 29 de junho de 2023, foi aprovado em Assembleia de Condóminos o orçamento para obras a realizar pelo empreiteiro A M Duarte, incluindo a reparação das caleiras do edifício, conforme relatório técnico que identificava a origem dos problemas de infiltrações. Desde essa data, tenho contactado regularmente a administração do condomínio, mas nunca recebi uma informação clara sobre a calendarização da obra. Em 30 de abril de 2025, recebi comunicação da administradora (Aveiro Condomínios, em nome da M&M) confirmando que as caleiras ainda não tinham sido executadas, mas que seriam agendadas “em breve”. No entanto, até hoje a obra continua por realizar. A situação agravou-se em julho de 2025, quando ficou evidente que a cobertura das caleiras se encontra completamente degradada, deixando o edifício sem proteção contra a chuva. Desde então, tenho enviado múltiplos pedidos de urgência e de reunião com a direção da Martins Condomínios, sem qualquer resposta. Neste momento, existem infiltrações graves no interior do prédio (fotos em anexo), com risco de danos estruturais e de salubridade para os condóminos. Pedido: Solicito a intervenção da DECO no sentido de exigir à M&M Administração de Condomínios, Lda: A apresentação imediata de um plano de execução das obras aprovadas, com data concreta de início; A adoção de medidas urgentes de mitigação dos riscos até à conclusão da obra; O cumprimento do dever de informação e de resposta aos condóminos. Considero inaceitável que, mais de dois anos após a aprovação da obra, e apesar das minhas inúmeras tentativas de contacto, a empresa continue sem dar qualquer resposta ou solução ao problema. Anexos: Fotografias das infiltrações interiores; Fotografias do estado atual da cobertura das caleiras; Comunicação recebida em 30/04/2025; Atas das Assembleias de Condóminos de 23/05/2023 e 29/06/2023 (se disponíveis).

Encerrada
G. D.
21/09/2025

burla na campanha

venho por este meio NOTIFICAR V. Exas. relativamente à encomenda, efetuada ontem através da aplicação TEMU. 1) Factos Antes da conclusão da compra, a vossa aplicação exibiu expressamente a promoção: “Finalize a compra para receber dinheiro por 110€” (prints anexos — Print-1 e Print-2). Procedi ao pagamento no valor de 11,29 €, através do método Apple Pay, e a encomenda foi confirmada. Após a compra, a TEMU recusou aplicar a promoção publicitada, não concedendo o montante prometido. 2) Enquadramento jurídico Tal conduta configura prática comercial enganosa, proibida pela Diretiva 2005/29/CE (Unfair Commercial Practices Directive) e pelo Decreto-Lei n.º 57/2008, que transpõe essa diretiva para o ordenamento jurídico português. Viola igualmente o dever de informação pré-contratual previsto na Diretiva 2011/83/UE (Direitos dos Consumidores) e no ordenamento jurídico português, na medida em que omitiu ou não esclareceu devidamente condições essenciais da promoção. Acresce que, nos termos do Código da Publicidade (Decreto-Lei n.º 330/90), presume-se a inexatidão da publicidade quando o anunciante não consegue provar a veracidade das alegações. 3) Pedido Pelo exposto, REQUEIRO que, no prazo máximo de 14 dias a contar da receção desta notificação, a TEMU: Aplique de imediato a promoção anunciada, creditando o valor de 110 € na minha conta/encomenda; ou, em alternativa, Proceda ao reembolso integral do montante pago (11,29 €) e à compensação pelos danos e custos suportados. 4) Advertência Em caso de incumprimento, darei início às seguintes medidas: Reclamação junto da Direção-Geral do Consumidor (DGC) e da DECO PROTESTE; Registo no Livro de Reclamações Eletrónico; Apresentação de queixa na Plataforma Europeia de Resolução de Litígios (ODR); Pedido de contestação/chargeback junto da minha entidade bancária; Avaliação de responsabilidade civil e eventual recurso às instâncias judiciais competentes. Anexos: Print-1 (promoção “Finalize a compra para receber dinheiro por 110€”); Print-2 (confirmação e método de pagamento);

Encerrada
F. P.
21/09/2025

Pedido de reembolso integral de 89,99€ referente a subscrição não autorizada

Exmos. Senhores, Venho, por este meio, apresentar a minha reclamação relativamente à cobrança indevida de 89,99€ referente a uma subscrição do serviço Prime, que nunca solicitei, aceitei ou autorizei. No dia 20 de setembro de 2025, verifiquei o débito desse valor na minha conta bancária sem qualquer aviso prévio ou consentimento da minha parte. De acordo com o que me informaram quando entrei em contacto telefónico com o vosso suporte, alegaram que teria recebido um e-mail no dia 5 informando da subscrição. No entanto, não recebi qualquer e-mail nem dei o meu consentimento expresso para a adesão ao serviço Prime, porque caso eu recebesse eu teria cancelado na hora, porque não é algo que eu vá utilizar ou que seja do meu interesse. Já contactei o vosso apoio ao cliente em duas ocasiões, e apenas me foi oferecido um reembolso parcial, o que considero inaceitável uma vez que a cobrança foi totalmente indevida. Assim, exijo o reembolso integral dos 89,99€ para a minha conta bancária, caso contrário avançarei com denúncia junto das entidades competentes, é inaceitável que não avisem, mintam sobre emails enviados que nunca foram recebidos, e só quererem devolver 45€ por algo que eu não aceitei!

Resolvida
C. L.
20/09/2025

Reembolso da taxa reserva 250€

Exmos Senhores boa noite. A Tesla Stand Corte Inglês colaboradores Francisco Ferreira e Rita Mendes disseram sempre que era reembolsado da taxa de reserva de 250€ caso não obtivesse financiamento do BPI e CA Auto Bank e outras financeiras, agora dizem que não tenho direito a reembolso. Considero que fui burlado, acho que devo reclamar, a Tesla não tem o direito de enganar os Clientes é motivo das autoridades intervirem, porque é considerado burla, informação falsa e enganosa, é crime da parte dos vossos colaboradores sendo a Tesla responsável. Gostaria de comunicar que fui enganado pela Tesla paguei a taxa de 250€ e não me deram o recibo do pagamento e a informação dos vossos colaboradores Sr.Francisco Ferreira e Rita Mendes no Stand Tesla do Corte inglês foi sempre, que seria sempre reembolsado da taxa de reserva de 250€ caso não obtivesse financiamento da parte das financeiras. Tenho testemunha Sra Da Maria Helena Esteves Simões Ferreira NIF 107730065 telemóvel 960495482 morada Rua da Fé 34 1.Esq 1150-142 Lisboa, foi esta Sra que me emprestou o dinheiro na presença do vosso colaborador Francisco Ferreira Stand Tesla Corte Inglês Lisboa eu disse a esse Sr. que não dispunha do valor e para saber se tinha financiamento o Sr.Francisco Ferreira disse que tinha pagar uma taxa de 250€ e que seria sempre reembolsado caso não obtivesse financiamento. Agradeço a vossa atenção, espero que o valor seja devolvido porque me sinto enganado pelos vossos colaboradores e tenho provas e emails recebidos dos vossos colaboradores que seria sempre reembolsado do pagamento da taxa de reserva no valor de 250€ caso não obtivesse financiamento da parte da banca para a viatura Tesla Model 3 Long Range. Dados da Empresa: Auto Taxis Baça Lda NIF: 500456917 Carlos Manuel Lucas Telemóvel 912363031 Telemóvel 936367413 Representante Legal e Gerente da Empresa. Aguardo o reembolso que tenho direito e é justo que o façam. Agradeço a vossa atenção Carlos Manuel Lucas Telemóvel 912363031 Telemóvel 936367413

Resolvida
D. S.
20/09/2025

Protese Dentária Partida/Perdida

Venho por este meio apresentar a minha profunda insatisfação relativamente ao tratamento dado ao meu avô, Cândido Augusto Rodrigues, que deu entrada nas urgências deste hospital no dia 12 de setembro. O meu avô foi internado com as suas próteses dentárias completas, das quais dependia para se alimentar. No entanto, após a sua transferência para o internamento, verificámos que as próteses já não se encontravam com ele. Apenas lhe restava a prótese superior, que ainda por cima estava danificada, e a inferior desapareceu por completo. Perante a nossa estranheza pelo facto de lhe estarem a dar apenas alimentos em forma de papa, questionámos as enfermeiras, que nos informaram de que o utente não tinha trazido as próteses completas. Tal não corresponde à verdade, pois sabemos que o meu avô deu entrada com elas. Tudo indica que as mesmas se perderam durante os cuidados prestados (na higiene ou noutro procedimento). O meu avô tem 84 anos, encontra-se debilitado e depende das próteses para se alimentar de forma digna e saudável. Agora vê-se forçado a ingerir apenas papas, o que agrava não só a sua fragilidade física, mas também o seu bem-estar psicológico e emocional. É doloroso ver um idoso nesta situação, privado de uma necessidade tão básica como comer, devido a um descuido que não foi da sua responsabilidade. Acresce ainda que o meu avô não tem condições de saúde para realizar novas próteses nem capacidade financeira para suportar esse custo, que sabemos ser bastante elevado. Importa referir que as mesmas foram feitas no Hospital Lusíadas Almada, que possui todos os registos e exames necessários. Perante isto, exijo que seja encontrada uma solução imediata, seja através do reembolso integral ou da comparticipação total das novas próteses dentárias. Considero inadmissível que um hospital deixe um idoso de 84 anos nesta situação tão desumana e humilhante. Aguardo uma resposta célere e uma resolução justa.

Encerrada
C. A.
20/09/2025

Aproveitam se da fragilidade das pessoas

Boa tarde, venho desta forma comunicar / apresentar reclamação sobre o meu descontentamento e da minha família com o serviço prestado pela empresa, agência funerária Servilusa, nomeadamente a sucursal da Buraca,Rua Luís de Camões NR 27 2610-105 Amadora. O caso foi o seguinte, ao dia de ontem 19/09/2025 por volta das 10:30h foi comunicado á minha família por parte do Lar onde estava em internamento a minha avó, o seu falecimento. Esta notícia foi dada a minha mãe,filha da falecida ,que naturalmente entrou em choque sem conseguir reagir imediatamente aos passos seguintes. Minutos depois, por incrível que pareça, já estava a minha mãe a ser contactada por alguém da empresa supra citada, a oferecerem os seus serviços e a disponibilizarem que uma colaboradora se deslocasse ao domicílio da minha mãe para fazer orçamento e tratar dos pormenores. A minha mãe aceitou, e no momento que esta colaboradora chegou ao domicílio, já me encontrava lá. Foi apresentado á minha mãe um orçamento escrito e foi-lhe pedido que assinasse, no mesmo momento o meu irmão questionou o valor avultado e disse que iamos ver outras hipóteses, tendo em conta estarmos ainda em choque com a triste notícia. A colaboradora abandonou o local com o orçamento assinado e no espaço de dez minutos falámos com uma agência e conseguimos um valor mais baixo, ligamos para a colaboradora, que mais uma vez refiro, tinha saído á pouco mais de dez minutos e cancelamos o serviço. Foi-nos dito por ela que só seria necessário ir á agência, na morada supra citada, buscar a roupa que a minha avó iria vestir no seu funeral. Assim fizemos, e na agência voltamos a confirmar com outra colega que nos deu as vestes, se estava tudo cancelado e ok, e esta referiu que sim. Dirigimos-nos a nova agência funerária e tratamos de tudo. Foi-nos solicitada a certidão de óbito. Como este documento foi enviado para o lar pelo médico legista, contactámos o lar e depois de muita burocracia foi-nos dito que quem tinha a certidão seria a funerária Servilusa. A minha mãe utilizou o contacto da primeira chamada que recebeu, e falou com o sr Vítor. Este foi bastante arrogante e mal educado, disse que não podíamos ter cancelado o serviço, que as coisas não se fazem assim, que existia um documento assinado, e que poderia ter sido discutido o preço sendo que o caso era esse (como se de uma compra de feira se tratasse) . Volto a citar que somos uma família de luto neste momento,e que considero estes comportamentos terrorismo emocional. O sr Vítor despede- se desta chamada com um boa sorte daqui para frente. Não percebemos o ironismo, mas breve percebemos o porquê dessa frase. O lar continuava sem nos facultar a certidão de óbito dizendo que tinha de ser o Sr Vítor a dar este documento,e o sr Vítor recusou-nos a nós o envio e proibiu toda a sua equipa de nos atender mais o telefone. Fomos obrigados a telefonar de um número diferente para o lar, e só depois de ameaçar-mos chamar a polícia, estes enviaram a certidão. Espero sinceramente que esta reclamação seja ouvida em alto e bom som e que sejam articuladas as diligências necessárias para que outras famílias em dor de luto, não passem por situações similares. Sendo que o que escrevi foi toda uma situação resumida,pois houve muitos levantar de voz, muitos nervos e muitos desligares de telefone na cara no decorrer desta situação. Uma falta de educação absurda

Resolvida
J. M.
20/09/2025

Reclamação por cobrança indevida — MEO / Ophelos

Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar reclamação contra a empresa MEO – Serviços de Comunicações e Multimédia, S.A., na sequência de uma cobrança indevida no valor de €334,20, agora externalizada à empresa Ophelos. Esta cobrança surge após a rescisão contratual por justa causa, devidamente aceite pela MEO, com base na declaração de desemprego emitida pelo IEFP, conforme solicitado pelos seus serviços de apoio ao cliente. A rescisão foi concluída, os equipamentos foram devolvidos, e foi-me garantido que não haveria qualquer penalização. A emissão posterior de uma fatura contradiz o que foi acordado e viola o disposto no Decreto-Lei n.º 24/2014, bem como as orientações da ANACOM, que estipulam que não pode haver penalização quando existe justa causa devidamente comprovada. Importa ainda referir que, apesar de me encontrar em situação de desemprego de longa duração, o meu agregado familiar sofreu uma alteração significativa no inicio do ano, com o nascimento do meu quarto filho, o que agrava substancialmente a minha condição económica e reforça a necessidade de proteção legal e social neste contexto. A tentativa de cobrança por parte da empresa Ophelos representa uma forma de pressão indevida, agravada pela externalização de um valor que nunca deveria ter sido reclamado. Solicito à DECO PROteste que intervenha junto da MEO e da Ophelos, exigindo: A anulação imediata da cobrança; A confirmação por escrito de que não existe qualquer valor em dívida; A cessação de qualquer contacto ou tentativa de cobrança por parte de terceiros. Anexo cópia da carta recebida da Ophelos, bem como os documentos comprovativos da rescisão contratual por justa causa e da alteração do agregado familiar. Com os melhores cumprimentos, J,M

Encerrada

presesnte oferta

Exmos. Senhores, Boa tarde, no dia 15 de Abril de 2025, recebi um email da SEASIDE com um vale de desconto de 5€ na compra de um produto. Dirigi-me a loja da “fábrica do cobre em Rio Tinto”. No momento de pagar o produto, disseram que não tinham o número do produto (sapatilhas) em stock e, pediram para ir á loja do “Arrábida Shopping”. Assim o fiz: Já na loja do Arrábida Shopping ao efetuar o pagamento, o desconto não entrava em sistema; Disse o colaborador. Fui informado de que podia comprar para não perder a promoção e depois seria ressarcido do valor. Paguei o produto e contatei a loja da fábrica do cobre em Rio Tinto, para regularizar a situação. Como não me davam resposta, pedi um email por escrito com o fundamento da situação, ao qual me disseram (como anexo): “Boa tarde Segue a informação apos analise da sua situação pela parte do departamento correspondido Obrigado Após análise, o cliente foi criado no próprio dia de aniversario. Segundo as nossas regras terá de ser com 24h pelo menos de antecedência. Criação da conta cartão 15 Abr 2024 01:00” Ora se a inscrição foi feita em 2024 como se pode ver nos documentos, onde está a incongruência? Até a data ainda não obtive o dito presente! Atentamente, obrigado.

Encerrada

Caixa de chocolates com bombons cheios de larvas

Exmos. Senhores, Comprei uma caixa de bombons Lacta sonho de valsa e ouro branco no supermercado Auchan do Ubbo ontem dia 19/09/2025, abri a caixa hoje dia 20/09/2025 quando abri o chocolate estava cheia de vermes além de ter um inseto junto, uma verdadeira nojeira, acho inadmissível comercializar produtos assim, a caixa não está vencida. Imagina se fosse uma criança a comer e não se apercebeu. Espero que vocês tomem alguma atitude em relação a isso. Não consegui adivinhar o vídeo, mas tem uma fotografia. Cumprimentos.

Resolvida

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