Reclamações públicas
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Reclamação arranjo da caldeira
Contactei esta empresa, porque tenho a minha caldeira a perder água. Vieram no dia seguinte, após o contato e não conseguiram arranjá-la, porque era necessária uma peça, cobraram-me 86,10 euros (30 pela deslocação, sendo a empresa a 2 kms de minha casa e 40 de mão de obra) e a caldeira ficou pior. Tentaram vender-me uma caldeira nova, mas eu disse que não estava interessada e ficaram de me dar o valor da peça no dia seguinte, o dia da vinda cá a casa foi no dia 29/12, esperei até dia 11/01 liguei para a empresa não sabiam de nada, ficaram de me ligar no dia seguinte, mas não o fizeram. Dia 14/1 liguei a reclamar e ligaram-me no dia seguinte a dizer que a peça custaria 262 Euros mais a mão de obra. Até hoje continuo com a caldeira a perder água, tendo que ter a torneira de segurança fechada, porque ficou francamente pior após a manipulação do técnico.
Problema com Garantia automóvel Mapfre
Boa tarde,Venho por este meio reclamar pelos seguintes motivos,eu tenho uma garantia que foi feita a quando da compra da minha viatura em Janeiro de 2014 com a companhia de seguros Mapfre Warranty na qual de venderam uma extensão de garantia automóvel por 108 meses com a cobertura more.dados estes dois anos nada se passou mas ,no passado dia 17 de Janeiro de 2016 tive uma avaria na qual me acendeu a luz de falta de óleo no motor efectuei a minha paragem verifiquei o óleo que estava a nível tudo como deve ser parei a viatura chamei o reboque na qual a minha viatura com a marca Audi A4 S-line de 06/2008 foi para a marca neste caso na Caetano Sport na Adroana/Cascais foi feita toda a documentação de recepção da viatura e com a participação de que avaria seria da bomba de óleo do motor. Pois então participei no dia seguinte dia 18 de Janeiro a mapfre na qual foi marcada uma peritagem para verificar o que se tinha dado com a carrinha era mesmo da bomba de óleo como os profissionais da Audi teriam me dito.A peritagem foi feita no passado dia 10/02/2016 cujo me foi enviado um email a dizer que foi feita a peritagem com sucesso mas que lamentavam ter de informar que não poderiam proceder ao pagamento dos danos porque a peça que originou a falha ou dano da viatura era uma peça não coberta por eles neste caso passo a explicar.a peça em questão trata se do veio de accionamento da bomba de óleo que esta dentro da bomba de óleo peça que no contrato esta coberta pela cobertura More na qual eu estou inserido.e essa dita peça não é vendida avulso nem muito menos é um componente aparte é uma componente da bomba de óleo peça que segundo a escritura no manual de garantia esta coberta pela Mapfre Warranty.tal como o resto dos componentes que se danificaram.tentei por duas vezes contactar a mapfre a segunda tentativa atenderam o telefone na qual negaram quaisquer acordos feitos por mim citando que como a peça é uma peça de desgaste que esta no interior da bomba de óleo não é assegurada por eles Mapfre,ou seja se for a bomba de óleo é pago juntamente com o veio de accionamento da bomba se for só o veio que neste caso foi só isso não pagaram a mesma isso é ridículo porque no perfeito juízo nenhum consumidor com o seu veiculo andara todas as semanas a abrir o motor para verificar se o veio que esta dentro da peça coberta esta danificado ou não e voltar a montar o motor e andar.peço a vossa compreensão e ajuda.Com os Melhores Cumprimentos,Ricardo Moreira
eu escrevi me e nao recebi a oferta
eu escrevi me para receber um telemovel e nada a pessoa mete o nib e tudo e nada entao voçes axem que isto é gente seria? uma pessoa nao pode conviar em ninguem já entao vou disistir disto
pagamento de divida
boa tarde,Sou portadora de 2 cartoes de crédito,um da Unibanco e outro do Barclays,ambos estao bloqueados já há algum tempo.Eu entrei em acordo com ambas as entidas para o pagamento mensal dum montante,no caso do Unbanco,120€ e no caso do Barclays 160€,o que acontece é que o valor da dívida nao desde,muito pelo contrário,aumenta com os juros e esta situaçao arrasta-se há bastante tempo e parece me que alimento uma situaçao sem fim,deixo aqui alguns exemplos:Unibanco em Julho de 2014 a divida era de 5.016,31€,eu já estava a pagar 120€ mensalmente e,ao dia de hoje a divida é de 5.084,07€.NO caso do Barclays,em Março de 2013 a divida era de 14.833,66€ e ao dia de hoje é de 15.382,29€,no Barclays pago todos os meses 160€.Esta situaçao é insustentável,desde que tenho os cartoes que faço pagamentos,nalguns meses no passado tive alguns atrasos,mas também tive alturas em que paguei a totalidade da divida,o que vejo agora é que faço pagamentos e nunca abato a divida de ambos os cartoes.Neste momento gostaria de pedir um emprestimo ao meu banco para pagar uma só mensalidade destas despesas e nao osso porque a situaçao do cartao Unibanco está registada como renegociado e o banco nao aprova o crédito para pagar isto.A verdade é que me sinto defraudada porque efectuo pagamentos e nao vejo melhoras na situaçao.Agradeço o vosso apoio para melhorar esta stuaçao.Cumprimentos,Ana Variz
Valores indevidos junto Central de Responsabilidades de Crédito do Banco de Portugal
-29.06.2004 -celebrei com o então Interbanco, SA (actualmente Banco Santander Consumer Portugal, SA) um Contrato De Financiamento para Aquisição a Crédito (Nº 2004.021629.01) de uma viatura ligeira de mercadorias (ficheiro em anexo).-Dezembro de 2014 - liquidei integralmente o referido contrato (ficheiro em anexo).-Janeiro de 2016 – após consulta de Central de Responsabilidades de Crédito do Banco de Portugal (BSCP) apercebo-me da existência de valores vencidos comunicados pelo Banco Santander Consumer Portugal, SA.-07 Janeiro de 2016 – envio email ao Banco Santander Consumer Portugal SA solicitando esclarecimentos (ficheiro em anexo).-13 de Janeiro de 2016 – o BSCP informa-me que tais valores se referem ao contrato de seguro automóvel subscrito com a Império Bonança Companhia de Seguros SA (Apólice:AU15010500), tendo como objeto a “viatura locada” e que se mantinha em vigor. Os valores dizem respeito ao período após Dezembro de 2014.O referido contrato de seguro estava associado ao contrato de financiamento acima referido e que se encontra liquidado desde dezembro de 2014.A cláusula décima primeira do contrato é bastante clara: ” O cliente obriga-se a subscrever,…, até ao termo do contrato as apólices de seguro a que está obrigado por força da lei, comprometendo-se ao integral e pontual pagamento dos prémios”.Assim torna-se evidente que a minha obrigação de subscrição do referido seguro terminou em Dezembro de 2014. Acrescento que, durante este período- de dezembro 2014 até à data- nunca recebi qualquer documentação (carta verde, avisos de pagamento…) relativo a esse seguro. O próprio veículo foi vendido em Junho de 2015.13.01.2016 – envio novo email ao BSCP solicitando a anulação do registo dos valores junto do Banco de Portugal e o envio de declaração de inexistência de dívida. Lamentavelmente e até à data não só não obtive qualquer resposta por parte do BSCP como o valor registado no Banco de Portugal aumentou.
Burla Keyclub
No dia 22 de maio de 2007 ligaram-me a disser que tinha ganho um prémio, seria um fim de semana, apenas tinha de me deslocar a um hotel da zona. Assim o fiz, depois de passar várias horas numa sala foi me oferecido um produto do qual podia desistir a qualquer momento e o valor pago seria devolvido. Depois de pagar durante algum tempo fiquei com problemas financeiros e enviei uma carta a cancelar o contrato (fevereiro 2009). Passados alguns meses comecei a receber cartas com valores para pagar ás quais não respondi. Recebi outro valor para pagar que era de umas anuidades de um cartão do qual não tinha conhecimento. Já me fizeram várias penhoras no ordenado mas depois fiquei desempregado, quando voltei a ter emprego voltaram a penhorar, actualmente só tenho part-time.Agora recebo telefonemas de advogados que exigem que lhes pague a dívida. Propuseram-me um acordo onde pagaria 1500€ e mensalmente 100€ até perfazer cerca de 6000€. O problema é que não tenho o valor é não é justo pagar por um produto do qual não usufrui .
Carro com avaria confirmada pela oficina Opel e não reparam o carro dentro da garantia
Opel Corsa E 1.0 Turbo 115cv 2015/Março84-PR-73Processo SRNO:489214-1184797848:OPEL CORSA 84-PR-73O carro fez 1 ano em Março tem apenas 10800 quilómetros,foi comprado na Opel/Santogal, e desde que o tenho tenho notado 2 situações realmente fora do normal e as oficinas Opel não sabem o motivo do carro fazer isto , nunca tive direito a um carro de substituição e preciso do carro para o meu dia a dia e é sempre uma chatice ir á marca o carro estar lá 2 dias e vir na mesma e o carro tem garantia de fábrica .Primeira situação se eu acelerar a fundo ou mais bruscamente da 3 mudança para cima o carro engasga-se e parece que faz poço e perde força,e ouve-se uns barulhos metálicos estranhos,uns estalinhos,por vezes nem faço ultrapassagens pois tenho medo o carro ás 3.000 mil rotações devia responder muito bem e não fazer barulhos metálicos.Segunda situação quando passo da 4 mudança apenas na 4 mudança , para ponto morto em baixas velocidades a caixa de velocidades arranha.O meu carro já estave 2 vezes na Opel/Santogal de Loures casal São roque e já viram o problema mas dizem eles que não tem solução para isso e que tem de ser a Opel Portugal a tratar disso , já troquei mais de 10 e-mails com a Opel e só arrastam o caso e o meu carro que tem garantia de fábrica está avariado e nada é feito.Das 2 vezes que o meu carro teve na oficina não me deram carro de substituição e andei a pagar táxis para nem sequer terem mexido no meu carro.Inclusive na página oficial de facebook da Opel já encontrei mais 3 pessoas com um carro igual e com os mesmos problemas e a Opel nada lhes fez também .
Problema com cancelamento de encomenda
No passado dia 2 de Maio, realizei uma encomenda, com o número 400019376 (anexo 1), correspondente a um relógio Tommy Hilfiger Calan 1791087, pelo valor de 114,50€. O relógio está ainda à venda no seguinte link: http://www.luxo24.com/relogios-tommy-hilfiger-quartzo-calan-relogio-para-homem-1791087.htmlEstava descrito no site que o relógio estava disponível (anexo 2), como se pode ver no arquivo enviado em anexo. Consultando o tempo de envio normal no site, percebi que não seria superior a 3 dias (anexo 3). Fiz a encomenda, paguei-a com mbnet e, no dia seguinte, dia 3 de Maio, recebo um e-mail a informar que o produto encomendado fazia parte de uma campanha promocional e que o prazo para expedição era de 21 dias após a data da encomenda (anexo 4). Manifestei o meu desagrado e pedi imediatamente o cancelamento da encomenda. Obtive resposta no mesmo dia, tentando que trocasse o meu artigo por outro que estivesse disponível para envio imediato, o que recusei, pedindo o reembolso. Obtive nova resposta, dizendo que então o reembolso seria feito via PayPal, quando o pagamento foi feito via MBnet. Esclareci que não tinha PayPal e que queria o reembolso na mesma forma de pagamento. Até hoje, ainda não o obtive. A encomenda aparece no site como cancelada (anexo 5), mas não fui reembolsada nem voltei a ser contactada pela empresa.Ora, em primeiro lugar, parece-me que este site é enganoso. Se um produto está disponível e não é referido em lado algum que o tempo de expedição é de 21 dias, parece-me que se baseiam na desonestidade de informação perante o cliente. Em segundo lugar, cancelaram a encomenda, a meu pedido, e nunca mais me devolveram o dinheiro.
Cobrança indevida de chamadas fixas Internacionais
Venho por este meio apresentar a minha reclamação relativamente a uma factura da MEO FT A/621576068. O valor total que foi já retirado da minha conta por débito directo foi de 94.94 ¤ sendo que 40,955 ¤ são relativos a 2 chamadas Internacionais indevidamente registadas. As chamadas foram efectuadas para a Áustria após as 21h00 tendo assim nenhum custo, algo que eu e o meu conjugue fazemos já há 3 anos, sabemos perfeitamente que só após as 21h00 é que nos comunicamos nos períodos que que eu faço viagens para fora em trabalho. As chamadas foram registadas pela MEO no dia 26 pelas 20h08 e no dia 27 pelas 20h06 salvo o erro, pois ainda não nos foi facultado uma descrição detalhada das chamadas, contudo, temos registos do What¿s App que provam o contrário. Pode ver-se no extracto das conversas que às 20:47 do dia 16/03/16 ainda falamos via What¿s App o mesmo se passa no dia 17/03/16 às 21:07 uma das partes pede ao outro para ligar. Estes dados não foram alterados e se necessário apresentaremos a conta do What¿s App, na aplicação é impossível alterar o conteúdo das mensagens enviadas por isso a prova é irrefutável. Após vários contactos com a MEO todos em vão registamos uma reclamação no livro de reclamações com o número 21681851. Após reclamação foi-nos informado que para a MEO não aceita as provas no what¿s app. Na loja da MEO foi-nos dito que poderia haver uma maneira que era aceder aos registos do router, pois estes estão sempre correctos mesmo que haja uma anomalia na facturação, o que por si só já indica que pode existir anomalias no registo das chamadas. No dia 13-05-2016 às 17h12, entramos em contacto com o apoio técnico da MEO, chamada gravada e atendida por ¿Tiago Arantes¿ esta também em vão pois os registos do router já não estavam disponíveis, no próprio dia o router fez um reset a todos os registos. Para maior incoerência após contactarmos a MEO no dia 06/Maio 2016 às 13:50 a operadora de nome Isabel Santos referiu que as chamadas Internacionais foram feitas no dia 26 e 28 e quando nos deslocamos a uma loja para fazer uma reclamação no Livro de reclamações e exigir a factura detalhada, afinal já não foi nos dias 26 e 28 mas sim 26 e 27. Essa chamada foi gravada pela MEO. Ainda nos ligaram carregados de arrogância por termos feito uma reclamação no livro de reclamações numa loja da MEO atitude esta que está nos nossos direitos, informando que ficariam então à espera de provas, perguntamo-nos que provas se a MEO não aceita o What's app como prova??? O que queremos? justiça, que seja reposto o valor cobrado indevidamente os 40.955 como prioridade, termos direito a uma rescisão por justa causa, (pois o nosso contrato só acaba em Março de 2017) como secundário.
Reclamação_avaria no período de garantia
No final de Março foram efectuados contactos com os serviços assistência técnica da LG de forma a solicitar a reparação de uma avaria no televisor LED LG 43UF690V que adquirido à Rádio Popular em Novembro de 2015. Tratava-se de uma avaria na entrada HDMI 1 do televisor, que não funcionava.A reparação aconteceu no final do mês de Março, poucos dias depois do nosso contacto, tendo as peças em causa sido substituídas sem qualquer problema.Aproximadamente duas semanas depois o televisor voltou a avariar. Foi feito um segundo contacto com a assistência técnica. Poucos dias depois, o técnico deslocou-se à nossa habitação, mas desta feita informou-nos que se tratava do mesmo problema, pelo que não poderia ser incluído na garantia. Informou-nos também que provavelmente esta avaria seria provocada por uma descarga eléctrica. Pedimos confirmação inequívoca dessa informação por escrito de forma sermos ressarcidos das despesas inerentes à reparação. No entanto estranhamos ser o mesmo problema pois a nesta segunda avaria o televisor nem sequer ligava. Optamos pela reparação imediata uma vez que segundo o técnico, caso optássemos pela reparação à posteriori teríamos o acréscimo dos custos de deslocação e mão-de-obra. Efectuamos o pagamento, deixando para depois os esclarecimentos devidos.Posteriormente, através de contacto via e-mail com o centro de informação ao consumidor, mostramos o nosso desagrado relativamente à situação e voltamos a ser informados de que a avaria teria sido provavelmente (sublinhe-se) causada por um aparelho externo - possível descarga via hdmi.Note-se que não houve qualquer confirmação inequívoca de qual a real causa das avarias o que nos deixou de mãos atadas para reclamar junto de outra entidade.Voltamos a questionar via e-mail qual o motivo de os custos de uma avaria que não conseguem confirmar a causa serem-nos imputados mais ainda quando seguramente não se tratou de má utilização ou dano provocado por nós, consumidores.Neste momento podemos afirmar que temos receio em utilizar a televisão e diariamente desligamos todos os cabos, o que é no mínimo ridículo e difere totalmente do uso habitual feito a este tipo de equipamento.No meio de todo este desagradável processo não procuramos culpados mas sim soluções, cientes de que a haver responsáveis, nós não o somos certamente.Após termos sido privados do uso de um equipamento de uma marca conceituada e após ter-nos sido imputado um custo avultado para reparação de uma avaria à qual somos completamente alheios, com a agravante de se tratar de um equipamento em plena garantia, julgamos ser compreensível este sentimento de perda de confiança no aparelho, na marca e na garantias. Sentimo-nos verdadeiramente injustiçados.
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