Reclamações públicas
1. Envie a reclamação para a empresa
Siga o nosso passo a passo para fazer a sua queixa chegar à empresa.
2. Veja a resposta
Receberá uma notificação por e-mail quando a empresa responder à sua queixa. Para ler a resposta completa, basta ir à página "As Minhas Reclamações", disponível na sua área pessoal do site.
3. Não ficou satisfeito com a resposta? Ou a empresa não respondeu?
Entre em contacto connosco
Burla
Exmºs Senhores,Venho por este meio, expor uma situação que ocorreu comigo hoje, e passo a explicar.Eu e o meu noivo estamos à procura de locais para casar, e como tal o site casamentos.pt é o local ideal para procurarmos fornecedores, para podermos começar a organizar o mesmo.Chamou-me particularmente à atenção uma quinta chamada Quinta do David, uma vez que a mesma tinha um bom espaço, uma decoração bonita, e um preço bastante acessível (min 25 euros por pessoa), visto isso, solicitei através do site casamentos.pt informações sobre a quinta, visto existir apenas uma ementa disponível, e um único preço para a mesma.Visto ter alguma urgência na procura de quinta, decidi ligar hoje de manhã, para poder entender melhor os preços por eles praticados, qual não é o meu espanto quando em chamada, a Senhora que me atendeu através do nº 936322518, explica-me que para conhecermos mais pormenores acerca da quinta, teremos que fazer uma visita à mesma, indicando também que não iria enviar os menus através de email, pois não faz parte do procedimento deles.Solicitei portanto, o preço do menú mínimo para confirmar que se tratava do mesmo preço por eles colocado no site casamentos.pt, ao que a Srª me responde que o preço mínimo da ementa de casamentos será de 60 euros por pessoa e o máximo rondará os 80 e poucos, e que a ementa dos 25 euros é apenas para jantares de empresas.A minha questão é: As empresas vão procurar no casamentos.pt fornecedores para jantares de grupo?Claramente que isto é uma falta de respeito pelo consumidor! Obviamente mostrei a minha insatisfação em relação a esta mesma situação, uma vez que os preços (por eles) colocados no site, não são os que efectivamente são por eles praticados, e isto leva-me a pensar até onde é que “exploram” o consumidor?Eu própria posso responder a esta questão! Até onde o consumidor deixar! De acordo com o decreto lei 330/90 , existe uma violação do respeito pelo consumidor nomeadamente em relação ao principio da veracidade, publicidade enganosa, e principio do respeito pelos direitos do consumidor.
Burla
Comprei bilhetes online neste site, de bom aspeto, para o Meo Marés Vivas. Desde logo que reparei em algo estranho: não era possível anular a compra, mas sim colocar os bilhetes comprados à venda para outras pessoas mos comprarem. Decidi investigar sobre o site e suas críticas. Deparei me com comentários positivos falsos e comentários reais em que se queixam do não envio dos bilhetes e burla.
PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS
QUANDO A MINHA FILHA FRQUENTAVA O 9º ANO PREENCHI UNS TESTES DE DIAGNOSTICO COM A TOTAL CONVENIÊNCIA DA ESCOLA... NO FIM DE ANO LETIVO FUI CHAMADA Á ESCOLA PARA UMA REUNIAO... COMO A MH FILHA TINHA MUITAS DIFICULDADES E ME FUI APRESENTADO UM PACOTE MUITO CONVINCENTE POR 89,90 € POR MÊS, ACEITEI. AO FIM DE UM ANO DE FREQUENCIA O QUE APRENDEU FOI ZERO. NUMA REUNIAO Q ENTRETANTO TIVE COM UMA DAS FORMADORAS NEM SEQUER TINHA CONHECIMENTO QUE A MH FILHA ERA DISLEXICA!!!! O DESCONTENTAMENTO ERA TOTAL E COMO PRECISEI PROCURAR OUTRAS SOLUÇÕES NAO HAVIA TEMPO PARA TUDO. INFORMEI QUE ELA DEIXARIA DE FREQUENTAR A FORMAÇÃO DE DEIXEI DE FAZER OS PAGAMENTOS. NUNCA ME FOI DITO QUE TINHA QUALQUER CONTRATO NEM TENHO EM MINHA POSSE QUALQUER COPIA DE CONTRATO QUE TENHA ASSINADO. AGORA QUASE UM ANO DEPOIS RECEBO CARTAS REGISTADAS A EXIGIR PAGAMENTO DE UM CONTRATO QUE NEM SABIA QUE TINHA E PARA PAGAR 2,600€
Desbloqueio gratuito de um telemóvel
No seguimento do término do meu contrato com a Vodafone, no qual existia um iPhone 6 pago a prestações e um contrato de tarifário Red, ambos com a duração de 2 anos, dei início ao pedido de desbloqueio gratuito em vigor conforme Decreto-Lei n.º 56/2010, de 1 de Junho, o qual estabelece que [é] proibida a cobrança de qualquer contrapartida pela prestação do serviço de desbloqueamento dos equipamentos referidos no artigo anterior, findo o período de fidelização contratual. Da mesma forma, o site da Vodafone estabelece o seguinte no que diz respeito a este assunto: Na sequência da publicação do Decreto-Lei n.º 56/2010, a 01 de Junho de 2010, que estabelece regras de desbloqueio de telemóveis comprados com compromisso de permanência, publicamos abaixo as regras de desbloqueio dos equipamentos bloqueados à Vodafone Portugal. Quando o equipamento é vendido com compromisso de permanência, o custo do desbloqueio depende do tempo decorrido desde o início deste compromisso, sendo calculado da seguinte forma: (…) Após término do contrato, Gratuito”.Ora, em nenhum campo a Vodafone limita as “condições de desbloqueio” essenciais para que o desbloqueio do telefone seja efectuado de forma gratuita. Após várias trocas de telefonemas com a Vodafone, foi-me exigido o pagamento de 25% do valor do equipamento à data da compra, valor este que perfaz 180€, uma vez que o meu contrato de permanência findo no passado mês de Junho, e pelo qual nunca me foi possível sair da Vodafone sem prejuízo de existir um pagamento extra por não cumprir com o contrato em causa (entenda-se, contrato de permanência durante 24 meses). A Vodafone não prestou quaisquer esclarecimentos adicionais defendendo estar de acordo com a Lei uma vez que apenas os telemóveis comprados através do Clube Viva poderão beneficiar deste desbloqueio gratuito. Ou seja, todos os outros contratos de permanência que existam, e para os quais deveria ser efectuado o desbloqueio gratuito, não beneficiam do desbloqueio gratuito. Neste sentido, a prática efectuada pela Vodafone não se encontra de acordo com a Lei supra mencionada uma vez que devem ser beneficiados todos os contratos de permanência.
Burla neste ginásio.
No passado dia 27 e Junho, desloquei-me ás instalações do ginásio Factor Físico de nome comercial Fit One para iniciar e usufruir de serviços de saúde e bem-estar daquele espaço.Ao fazer a inscrição, junto do que julguei, sem questionar, serem profissionais sérios e de excelência, fui comercialmente aliciado e incentivado a fazer o pagamento de um trimestre de serviços no valor de 95,21€ beneficiando assim da vantagem comercial do Não Débito Direto em que se recusaram colocar o meu NIF.Realizei unicamente 2 treinos em 2 deslocações que fiz ás instalações onde me inscrevi.Na 3ª deslocação, para o meu 3º treino no dia 3 de Julho, fui informado por uma nova funcionaria de nome Raquel, que eu não podia realizar treino por não estar inscrito naquela empresa (nova por sinal, de nome elite4u) como se estivesse a visitar pela 1ª vez. A mesma funcionária disse, à data, que havia cerca de 50 queixas semelhantes. A página da antiga gerência no Facebook foi eliminada, o telemóvel que consta na factura vai para o voicemail e não há mais nenhum tipo de resposta, nem forma de contacto possível. Fui ainda aliciado com uma nova proposta comercial da nova empresa se tomasse nova decisão por impulso (descontos na inscrição, cartão, seguro, debito directo), que naturalmente recusei.Efetuei queixa na semana passada à arbitragem de consumo contudo não obtive qualquer resposta até agora.
O contencioso da NOS exige pagamento de divida de 2015.
Boa noite. Chamo-me Daniela, e estou aqui para tentar resolver uma divida que o meu companheiro tem.Em 2015, aderimos ao serviço de telecomunicações e tv com a empresa NOS. A pessoa que estava a morar na casa onde o serviço foi instalado deixou de poder pagar pois ficou desempregada. No final, o contrato acabou por ser cancelado por falta de pagamento, não cancelamos antes de isto ter acontecido pois na altura já tinham passado 6 meses, que é o tempo que dápara proceder ao cancelamento de contrato, então a empresa não aceitou o pedido de cancelamento do mesmo. Há cerca de um ano, o contencioso da NOS entrou em contacto, enviando uma carta para casa, a dizer que estávamos quase com uma dívida de 1000€. Parte dela foi causada pelo cancelamento do contrato por falta de pagamento e a outra parte foi pelos serviços que não foram pagos devido à situação de desemprego. Em maio de 2017 foram feitos dois acordos, pagar todos os meses 52€ de uma divida e 48€ da outra, com a duração de mais ou menos um ano.Foi também dito que se uma das dividas não fosse paga ao mesmo tempo, o valor da dívida aumentaria. Atualmente, recebemos mensagens por parte do contencioso da NOS com ameaças de levar o processo a tribunal, pois o contrato não está válido, embora tenha sido feito tudo exatamente como foi combinado com o contencioso (incluíndo envio por correio do contrato de dívida devidamente assinado, posteriormente recebido por mail, só que disseram que não estava autenticado pelo notário, quando não falaram disso, para além de que sóenviaram um dos dois contratos). Em vez de reenviarem o contrato para poder autenticar o documentado, não o enviaram e mais uma vez, chegaram ameaças a avisar que o processo seria enviado a tribunal.Para além de que estamos a pagar a divida desde Maio de 2017, e as ameaças de levar a tribunal continuam. Dito isto tudo, quero referir também que antes de ter este acordo , já tinha feito um anteriormente com a NOS, mas disseram que não tinham provas de pagamento, e que o contrato havia sido cancelado, embora já tivesse sido pago 150€ desse acordo mensal.
Selo do contador Danificado
Recebi nota por utilização ilícita de energia - Atuação no equipamento de contagem - contador desselado.Não sei de que falam, pelos visto o contador não teria selo. De momento o contador é outro. Se tinha selo ou não, não sei. Há mais de 25 anos que ali moro e o contador está aberto para a escada comum (tem porta que qualquer pessoal pode abrir, assim como todos os outros contadores ali existentes). A EDP quer que eu pague 302.14€ acusando-me de desselar o contado, com base em quê? Ainda no final do ano mudei da EDP universal para a edp comercial. Agora aplicam-me uma coima anual? Uma vez que não fiz nada do que sou acusado, o que tenho de fazer para não pagar o que não fiz, embora a EDP me acuse? (qualquer pessoa o pode ter feito,porque não o técnico que assinou o auto de vistoria ou outra pessoa?)O que me acontece se não pagar este documento que recebi? (A EDP pode acusar e cortar a luz se eu não pagar o que a EDP quer?)
Problema com marcação das aulas de condução
Boa tarde, Venho por este meio expor a minha indignação referente ao serviço prestado pela Escola de Condução A Desportiva, de Soares dos Reis. A minha licença de aprendizagem caduca no dia 5 de Agosto de 2017. No dia 5 de Maio de 2017, dirigi-me à escola, requerendo a marcação do exame de código e das 32 aulas práticas que a lei exige para a categoria B (demonstrando disponibilidade imediata para realizar as aulas, sem qualquer restrição de horários). No entanto, só no dia 01/06/2017, depois de insistir com a escola, obtive a marcação de apenas 8 aulas teóricas, com a professora Sofia Manuela Moreira Alão, para as seguintes datas: 01/06/2017 às 11h e 12h 02/06/2017 às17h 08/06/2017 às 10h 12/06/2017 às 10h 13/06/2017 às 10h 16/06/2017 às 10h e 11h. No entanto, somente tive as primeiras 2 aulas de condução (marcadas para dia 01/06/2017), porque as restantes foram canceladas. Dirigi-me novamente à escola e voltei a insistir pela marcação das aulas, uma vez que o tempo da minha licença se aproximava cada vez mais do fim. A escola remarcou então as restantes 6 aulas de condução, com o professor Manuel Firmiano Lopes Pereira, para os dias: 22/06/2017 às 10h 23/06/2017 às 10h 26/06/2017 às 10h 27/06/2017 às 11h e 12h 28/06/2017 às 18h. Após a oitava aula de condução, dirigi-me à escola para marcação do exame de condução, tendo realizado o mesmo no dia 05/07/2017, com resultado positivo. Voltei então à escola para marcar as restantes aulas de condução a que tenho direito mas disseram que era necessário esperar que o ACP envia-se novamente a licença de aprendizagem até à escola e que só ai poderiam voltar a marcar aulas. Entretanto no dia 11 de Julho voltei a telefonar à escola e referiram que ainda não podiam marcar as aulas de condução, mas que quando marcassem eu iria receber uma mensagem no meu telemóvel. Esperei até dia 17 de Julho, desloquei-me novamente à escola e perguntei pela marcação das restantes aulas de condução. Fui então novamente informada que o ACP ainda não teria enviado a licença de aprendizagem e que ainda não tinha aulas marcadas. O funcionário da escola disse que seria então necessário realizar a renovação da licença para marcarem mais aulas de condução e que era melhor ir ao médico da escola no dia a seguir (não referiu nenhum preço). Fui então ao médico da escola (no dia 19/07/2017) e depois de ter o certificado voltei novamente à escola para me marcarem as aulas. Foi ai que o senhor funcionário da escola referiu que não podia marcar aulas agora e que teria mesmo que renovar a licença de aprendizagem, mas para isso teria que pagar a quantidade de 165 euros. Eu referi que o meu objetivo nunca tinha sido renovar a licença, mas sim fazer as aulas nos 3 meses disponíveis (de Maio a Agosto) para então realizar o exame de condução, dai ter pedido desde Maio a marcação das mesmas. Mas o funcionário disse que não tinha horários para me marcar todas as aulas de condução que queria e que existiam mais alunos que estavam à espera das aulas. Não é correto ser responsabilizada pela falta de disponibilidade da escola em dar as aulas práticas estipuladas no contrato, porque se pago o serviço tenho direito a recebe-lo. Mostrei sempre disponibilidade e vontade em realizar as aulas, mas a escola não me deu as condições e agora pretendem que eu pague uma renovação da licença de aprendizagem para poder receber as aulas que estou a tentar marcar desde Maio?! De Maio até Agosto teria tido a oportunidade de ter as 32 aulas práticas estipuladas, se a escola me tivesse prestado o serviço a que se comprometeu aquando da minha inscrição na escola. Mas em contrapartida, só tive direito a ter 8 aulas de condução e agora um pedido de pagamento de mais 165 euros para poder receber as restantes aulas. Acho isto inadmissível. Para além disso, já me informei e há mais estudantes da escola na mesma situação, prestes a caducar a licença, não por falta de vontade, mas porque a escola demora meses (sim, meses!), para marcar uma ou outra aula de condução. Como tal, hoje, dia 20/07/2017, dirigi-me novamente à escola de condução às 11h e pedi para me resolverem a situação e me marcarem as aulas em falta. Contudo, o funcionário continua a dizer que não há horário disponível para marcar as aulas e que a culpa não é da escola. Desta forma, pedi o livro de reclamações, só que o funcionário disse que desde a semana passada que já não há livro de reclamações, que as queixas são feitas somente de forma online, imprimiu uma folha e disse para enviar a reclamação que queria para os emails constantes na folha. Ora, os emails são somente os da direção da própria escola A Desportiva, mas o meu objetivo não era realizar uma queixa somente a nível da escola. Voltei a perguntar pelo livro e repetiu que era tudo online agora. Como estranhei, liguei para a polícia de Vila Nova de Gaia, a qual me disse que nenhum estabelecimento pode negar o livro de reclamações a um cliente e que iriam deslocar-se até à escola. Esperei pela polícia, mas só chegaram às 13h10 aproximadamente e a escola já tinha encerrado para almoço, pelo que os agentes somente executaram o registo e pediram-me para ir novamente à tarde à escola para pedir novamente o livro de reclamações. Assim, às 14h30 do dia 20/07/2017 fui novamente à escola, pedi para falar com a Direção da escola (mas informaram que me teria de deslocar até à escola do Porto para o fazer ou enviar email) e exigi novamente o livro de reclamações, mas o funcionário voltou a salientar que era tudo online. Insisti e perguntei se não tinha nenhuma versão em papel e o mesmo disse que não. Liguei então novamente à policia, que veio comigo à escola. Perante a polícia, o funcionário deu-me o livro de reclamação (que há uma hora atrás não existia), pelo que pude finalmente realizar a queixa no mesmo, com o nº 23808354. Em suma, desta forma demonstro aqui o meu desagrado pela forma como a escola A Desportiva me tem tratado. Pretendo que a escola se responsabilize por não me marcar as aulas de condução que pedi desde Maio e se negar a marcar até ao fim do tempo da minha licença de aprendizagem. A única solução que me deram é renovar a licença, mas isso tem o custo de 165 euros e recuso-me a pagar mais pela incompetência da escola em se organizar e proporcionar o serviço que paguei. Aguardo uma resposta. Desde já agradeço a atenção prestada.Com os melhores cumprimentos, Stephanie Fernanda da Costa Alvarado (cartão cidadão nº 14376861, NIF nº 266130763, Licença de Aprendizagem nº 40 15.217 0145/B)
Remodelação de WC - pedido de reparação devido a infiltração
Em 15.11.2016, pedi a verificação urgente da base de duche instalada através de empresa parceira da Leroy Merlin, loja onde comprei todos os materiais necessários para a obra e que procedeu a todos os contactos com essa tal empresa (com quem eles trabalham sempre, aparentemente).O teor do pedido, enviado por e-mail à empresa executora da obra, c/c da Leroy, foi o seguinte: No decurso de mês de julho de 2015, a vossa empresa, parceira da Leroy Merlin (através da qual estabeleci relação comercial convosco), executou uma remodelação no WC do meu apartamento, conforme consta da Fatura/Recibo N.º A2275, emitida em 2015-07-17. No final das obras, estando tudo aparentemente funcional, informaram-me que na eventualidade de alguma ocorrência ou anomalia, que estaria garantida as respetivas reparações. Nessa fase, não tinha ainda vizinhos no apartamento de baixo, que entretanto foi vendido. O proprietário comunicou-me recentemente uma infiltração no teto do seu WC, que fui verificar (ver fotos em anexo). Apesar de ser leigo na matéria, a infiltração ocupa exatamente o espaço do caminho de água da base de duche para a caixa de água. O vizinho pede, compreensivelmente, urgência na determinação e correção da causa e dos danos que lhe foram causados. Nesta conformidade, solicito que me contactem com a máxima urgência possível para agendarmos visita, para a necessária reparação.. Enviei em anexo fotos da infiltração. O técnico da empresa fez visita ao apartamento do vizinho e depois ao meu, nas quais não utilizou qualquer aparelho, não se dignando sequer a verificar peças, canalizações, massas, etc. Garantiu que a situação seria resolvida e pediu testes e verificações adicionais, a executar por nós nos dias seguintes o que fizemos. Tentei sem êxito que me atendesse o telefone durante uma semana, acabando por reclamar por e-mail à Leroy, em 16.12.2016, neste termos: Após visita de avaliação do técnico da empresa (sr. Ricardo), este forneceu-me o seu contacto de telemóvel para lhe comunicar de forma expedita os resultados de um teste de água que pediu para fazer. Estou a tentar ligar-lhe há mais de uma semana e nunca atendeu as chamadas, nem devolveu. Ontem enviei sms e até ao momento nenhum contacto. É lamentável esta situação... Aguardo intervenção rápida para resolução deste impasse.Passados vários meses sem qualquer contacto, voltei a ligar ao tal sr. Ricardo, que me atendeu o telefone (já se devia ter esquecido do número), sem no entanto me dar qualquer indicação sobre a execução ou não das reparações. No início deste verão, acabei por me deslocar presencialmente aos serviços de apoio ao cliente da Leroy Merlin de Matosinhos, que contactaram a empresa em causa, uma vez que nem sequer tinham ainda o relatório da visita. De qualquer forma, a minha deslocação foi infrutífera, porque se comprometeram a resolver o impasse numa semana e nada aconteceu.Fui uma segunda vez à loja de Matosinhos, reclamei das falhas persistentes na resolução do meu problema, comprometeram-se novamente a resolver a situação, e mais uma vez o silêncio total de todos.
Queimadura após sessão de depilação a laser - Clínica Pêlo da Parede
No mês de Maio de 2017 fui realizar a 8 sessão de depilação a laser na Clínica do Pêlo na Parede.Durante a sessão alertei a Técnica que estava a realizar o tratamento que me tinha queimado na zona genital. A Técnica disse-me que era a sensação normal do laser ao que eu respondi que nas outras sessões nunca tinha sentido algo assim. Passados poucos segundos comecei a sentir um ardor e dor enorme na zona em que me tinha queixado e alertei a técnica, esta disse que poderia ser uma zona com mais pêlo, aplicou biafine e continuou a sessão. Eu confiei nas palavras da técnica e esperei que passasse.A sessão acabou e ao longo desse dia tive dores fortes e ardor na zona em questão, coloquei biafine como foi aconselhado e foi ai que reparei que para além da zona que me doía, tinha a zona genital e das virilhas toda queimada. Dessa forma entrei em contacto com a clínica e depois dirigi-me lá pessoalmente e não me conseguiram explicar o porquê disto ter acontecido.Por causa dessas queimaduras na pele, não consegui ir trabalhar, isto porque trabalho numa piscina e com a pele naquele estado não conseguia andar nem vestir-me, e muito menos poderia entrar dentro de água.Desde o dia da reclamação, a clínica do pêlo não se dignou a dar qualquer tipo de resposta e até hoje estou à espera de um contacto.
Precisa de ajuda?
Pode falar com um jurista. Para obter ajuda personalizada, contacte o serviço de informação
