Reclamações públicas

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A. C.
03/08/2015

Falha no envio UFCD 6569

Em 19-06-2014 foram pagos 3 manuais (6569, 6572 e 4213). Foram entregues os manuais 6572 e 4213 mas UFCD 6569 não estava disponível para entrega.Informanuais sugeriu devolução do dinheiro ou escolher outro manual. Optei por devolução do dinheiro, forneci NIB. Em 18/11/2014 voltei ao contacto, pois não foi feita devolução do dinheiro nem envio de manual, situação que se arrasta até hoje. Não foi emitida qualquer fatura desta transação

Encerrada

Danos causados nas jantes do automóvel

Em 24/07/2015, desloquei-me ao centro auto do E.Leclerc, no Entroncamento, a fim de substituir quatro pneus na minha viatura 67-AI-20. Durante o serviço, o funcionário que executava o mesmo, comentou que estava a ser dificil retirar os pneus usados, das respetivas jantes, pois parecia que estavam colados e já eram precisas três pessoas. Perante o comentário, solicitei ao senhor que fizesse o maximo cuidado, pois as jantes eram de liga leve e por isso, poderiam ficar danificadas, tendo o mesmo dito para eu ficar descançado que tal não aconteceria. Curioso com a situação, aproximei-me da minha viatura que se encontrava no elevador, já com dois pneus substituidos e as respetivas rodas montadas e verifiquei que as jantes se econtravam danificadas com mossas, com indicios de ter sido colocado uma alavanca entre o pneu e a jante, forçando a mesma e partindo o rebordo das jantes. Posto isto chamei de imediato o funcionário que se encontrava a montar o 3º pneu, alertei-o para a situação, tendo o mesmo dito que as jantes já se encontravam danificas só que não se via porque os pneus anteriores tinham proteção de jante e escondiam esses danos. Não convencido com argumento, verifiquei e chamei a atenção dos funcionários que se encontravam no local (3 ou 4, não posso confirmar) que a 4ª jante, ainda com o pneu usado, se encontrava em perfeitas condições, assim como todas as outras, tendo sido comentado por um dos funcionários, que por acaso esta até entava em bom estado. Preplexo com a situação e bastamte nervoso, afastei-me para o exterior da oficina, ficando a minha esposa a observar a substituição do 4º pneu, tendo ela ouvido alguns comentários de um funcionário, que roçam a má educação, falta de profissionalismo e de formação e verificado e confirmado aquilo que eu suspeitava. Aplicaram uma alavanca metálica entre o pneu e a jante a fim de criar espaço para intoduzir a máquina, forçaram a mesma, esta saltou e danificou a jante. Posto isto os funcionários, na presença de um elemento, que me pareceu ser seu superior hierarquico, continuaram a retirar o pneu usado e quando este estava fora da jante chamaram-me para me mostrar que aquela jante também estava danifida, tendo justificado, mais uma vez, que os pneus usados eram diferentes dos que estavam a ser montados, pois tinham uma saliencia de proteção para as jantes não roçarem nos passeios nem noutros obstáculos.Perante a situação e alguns argumentos de ambas as partes, decidi deslocar-me à receção, onde sugeri a recolocação de um pneu usado, a fim de confirmar se realmenta o pneu escondia ou não os danos visiveis nas jantes. Pelo responsável pelos serviços gerais, foi-me dito que não podia fazer isso porque podia danificar um pneu novo e além disso, também não tinha tempo para executar esse pedido. Perante a recusa, prontifiquei-me a, caso fosse realizada a troca do pneu e se confirmasse que o mesmo escondia os danos da jante, a pagar o tempo dispendido bem como eventuais estragos nalgum pneu novo, o que de novo foi negado pelo responsável.Perante a situação não tive outra alternativa senão apresentar reclamação por escrito (nº21327880).Para que fique claro, os pneus em causa são Runflatt, os substituidos eram de origem e nunca nenhuma jante nem pneus foram desmontados, senão nesta data..

Encerrada
L. M.
29/07/2015

Recusa na devolução de Impressora

Comprei uma impressora HP DJ 1010, depois de seguir o processo de instalação da impressora ( colocação de tinteiros+cabo+Software) verifiquei que a impressora não imprime em folhas A5. Desloquei me á loja Worten da Venda Nova em Sesimbra devolver a impressora. Não aceitam a devolução da impressora porque os tinteiros tinham sido abertos e eu perguntei como se faz a instalação de uma impressora sem colocar os tinteiros...fiz uma reclamação por escrito e estou á espera da resposta.

Resolvida
A. C.
16/07/2015

Serviço de atendimento

Eu deixei usar os serviços de rodoviária de Lisboa, por causa da ignorância e arrogância de motoristas, que só se preocupem com eles próprios, nunca abrem as portas às pessoas que pedem e que ficam horas à espera de autocarros, que por norma parece têm medo de andar sós e chegam dois ou três autocarros ao mesmo tempo. Em caso de a pessoa precisar fazer troca de um autocarro para outro, o outro motorista nunca vai dar tolerância às pessoas que chegam atrasados, por culpa do motorista que se calhar ficou na conversa com o amigo e saiu mais tarde da paragem. Eu - gravida já estava a porta de autocarro e o motorista achou que não vale a pena abrir a porta que eu poderei com 35ºC de calor passar mais uma hora à espera do 2º autocarro, durante a gravidez aconteceu pelo menos três vezes. Ou então quando a minha mãe com o bebe de um ano ao colo, a noite viu o autocarro a passar e mandou parar, porque sabia que não ia conseguir subir até paragem a tempo (ao pé de metro Odivelas tem várias paragens) e motorista mostrou que a paragem é lá em cima, só pode ser lá - são muito certos. Os motoristas nunca olham para o espelho, param sempre no meio da estrada e os carros não conseguem passar, e depois arrancam se olhar se está alguém ao lado - são donos de estrada. Os autocarros são velhos, sem ar condicionado, em comparação com carris não tem nada a ver. Os preços são elevadíssimos para aquele serviço que prestam! P:S.Já duas vezes assisti a situação em que o motorista era por pouco que ia atravessar a pessoa porque não tomou cuidado e não olhou para onde ia, por isso aquilo que aconteceu hoje é uma consequência de trabalho que a Rodoviária faz e a qualidade de serviço péssimo. Espero bem que as Autoridades retiram a licença ou passam para quem sabe gerir os recursos humanos e prestar um serviço de qualidade.

Encerrada
A. C.
08/07/2015

Garantia Motherboard (componentes PC)

Comprei no dia 1 de Junho uma Motherboard MSI na loja PC DIGA Leiria, passados 20 dias de uso o componente deixou de funcionar por completo. Após a avaria, o PC foi levado a uma loja para aferir qual o problema, onde eu assisti a todo o processo e me disseram que a motherboard estava inutilizável. Enviei a motherboard para RMA (onde enviam o componente para o fabricante e ele arranja ou substitui o producto) e foi-me dito que a etiqueta com número de série da motherboard, foi removida - deixando-me assim sem hipótese de re-haver o meu dinheiro ou um producto em boas condições. É bastante fácil neste processo, receber a motherboard e retirar a etiqueta culpando posteriormente o cliente - estou sem alternativas, preciso de ajuda.

Encerrada
J. P.
06/07/2015

Problema com nota de débito da edp

Recebi na primeira semana de Julho uma nota de débito n°10564560613 de 01 de junho de 2015 no valor de 31,73€ referente a um corte/religacao (fatura n° 20152638426) não efectuado. Essa nota de débito contém o período de facturação de 2014-12-23 a 2015-01-23 e os valores da leitura são referentes a essa data. Dirigi-me ao agente da EDP na Póvoa de Varzim no qual fui atendida por uma assistente muito malcriada que não soube me explicar que está nota de débito se devia a um corte/religacao não efectuado. Simplesmente disse-me que se tratava de um acerto da tarifa social. Como já referi anteriormente esse corte/religacao não foi efectuado e só passado meses é que me foi comunicado. Por esse motivo recuso-me a pagar essa nota de débito.

Resolvida
A. C.
03/07/2015

Cancelamento de serviço Comfort HOme

No dia 16 de Junho de 2016 enviei uma carta registada com AR para a Galpon a solicitar o cancelamento do serviço Comfort Home.No dia 19 de Junho recepcionei o seguinte e-mail:Estimada Cliente, Recebemos e agradecemos o seu contacto de dia 16 de junho de 2016, referente ao seu pedido de cancelamento do serviço Comfort, o qual mereceu a nossa melhor atenção. No seguimento do seu pedido, permita-nos informar que o cancelamento do serviço Comfort envolverá a atualização da campanha que atualmente tem em vigor com descontos acrescidos, para uma campanha simples com menos vantagens: · Desconto atual com serviço Comfort: 25% de desconto sobre a potência contratada da eletricidade· Desconto sem serviço Comfort: 5% de desconto sobre a potência contratada da eletricidade. Informamos ainda que o cancelamento do serviço Comfort antes do fim do período de vigência do contrato (12 meses) implica a regularização dos valores correspondentes ao número de meses que restam para a sua anuidade, conforme consta no contrato. A denúncia deverá ser efetuada com 60 dias de antecedência do final do período contratual, por escrito (e-mail, carta ou fax). Após análise destas informações, e mantendo a intenção de cancelamento do serviço Comfort, pedimos o favor de nos contactar de forma a confirmar essa indicação e assim concluirmos o seu pedido. Encontramo-nos disponíveis para qualquer questão ou esclarecimento adicional que necessite, por e-mail para galpon@galpenergia.com ou para a Linha de Atendimento Comercial pelo nº 808 50 30 30 (dias úteis das 9h às 21h) Obrigado pela sua atenção. Com os melhores cumprimentos. Luís GuerreiroGalp OnNo mesmo dia enviei o seguinte e-mail:Exmo. Senhor Luís Guerreiro,Agradeço a pronta resposta, uma vez que a minha experiência com a Galpon, em termos de prazos de respostas não tem sido boa.Informo que o prazo de denúncia do contrato, incluindo quaisquer dos seus serviços, que anexo a este e-mail e que tem a data de 31/07/2014, alude no seu artigo 2.1 a uma antecedência de 30 dias, pelo que não entendo a que se refere quando abaixo no seu e-mail refere que há um prazo de 60 dias que terei de respeitar para denunciar o serviço Comfort Home. Em nenhuma parte deste contrato figura um prazo de 60 dias, pelo que agradeço que respeitem as condições contratuais do contrato que assinei.Neste momento, apenas, pretendo cancelar o serviço Comfort Home, que me foi impingido (desculpe a expressão) na altura da sua contratualização e NUNCA me foi referido em momento algum um prazo de 60 dias de denúncia. Caso insistam em não cumprir o acordado, informo que irei também mudar de comercializador de energia de todos os meus contratos convosco.Desta missiva, estou a dar conhecimento ao Senhor Secretário de Estado da Energia e à Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos, que agradeço se pronunciem relativamente à minha reclamação.Lamento ter de, mais uma vez, incomodar o Senhor Secretário de Estado com este tipo de assuntos, mas sinceramente não consigo aceitar viver num país onde o acesso à energia, que é considerado um bem fundamental, tem sido regulamentado desta forma e deixado aos interesses das empresas e não dos cidadãos.Agradeço a atenção e fico a aguardar feedback.Este e-mail foi enviado com o conhecimento do Senhor Secretário de Estado da Energia e da ERSE e em anexo foi enviado, também, o respectivo contrato.No dia 27 de Junho voltei a reencaminhar para a Galp o e-mail, com o conhecimento de todos os identificados acima.Não tendo recepcionado qualquer resposta, voltei a reencaminhar o e-mail no dia 01 de Julho e continuo sem ter qualquer resposta.

Resolvida
A. M.
01/01/0001

Reembolso da Taxa YQ

Após os atentados de 10 de Outubro do corrente ano, decidi cancelar uma deslocação à Turquia para a qual detinha uma passagem aérea não reembolsável da TAP Portugal. O cancelamento foi feito via contact center da TAP no dia 11 de Outubro. No mesmo dia recebi confirmação do cancelamento e encaminhamento do meu pedido de reembolso para o respetivo departamento. A 19 de Novembro recebi no meu cartão de crédito um reembolso no valor de 52.15 EUR que correspondem à devolução das taxas PT, YP e TR. Não foi devolvida a taxa XP, que se sabe ser não reembolsável por se tratar de uma taxa de serviço de emissão do bilhete. No entanto, também não foi devolvida a taxa YQ (taxa de combustível) no valor de 108 EUR. Ora, em local nenhum durante o processo de reserva do bilhete nem no próprio bilhete diz que esta taxa não é reembolsável. Fui sempre corretamente informado que a tarifa e apenas a tarifa (no valor de 244 EUR) era não reembolsável. Depreende-se que o valor das taxas não utilizadas, com exceção da taxa de emissão do bilhete, sejam devolvidas. Faz sentido que se o cliente não utilizou os aeroportos nem viajou não pague por um serviço não utilizado. Da mesma forma, não faz sentido que seja cobrada uma taxa de combustível ao cliente que não viajou e atempadamente avisou a companhia aérea de que não iria viajar dando a oportunidade à companhia de ocupar este lugar com outro cliente que pagou com certeza a respetiva taxa de combustível. Desta forma sinto-me lesado e penso que o cliente deverá ser sempre esclarecido de todas as regras da sua tarifa e taxas no momento da compra. Especialmente se existirem regras camufladas como é o caso da não devolução da taxa de combustível.

Encerrada
A. C.
01/01/0001

Sinistro dentro das instalaçoes Pingo Doce - Braga Parque

José António Gomes Moreira PaisSócio nr.1641515-81Rua da Capela 8 – Nogueiró4715-407 BRAGA Braga, 21 de Novembro de 2015Exmos Srs.No dia 25 de Agosto de 2015, a minha mulher Maria do Pilar dos Santos Ribeiro moreira Pais, pelas 11H30 – meio dia, andando a fazer compras no Pingo Doce do Braga Parque em Braga, escorregou, e torceu o pé direito numa zona que apesar de não estar assinalada é muito escorregadia. Acrescento que já varias vezes antes a minha mulher teria participado no apoio ao cliente que tivessem em atenção aos produtos que usam na limpeza pois o chão mesmo depois de seco fica muito escorregadio.Ao passar pela caixa e perante a cara de sofrimento da minha mulher a funcionaria perguntou o que se tinha passado e após relatar os factos , aconselhou a minha mulher a fazer a participação da ocorrência no balcão do apoio ao cliente, o que foi feito de seguida.Nessa tarde, e por não se sentir bem levei-a à urgência do Hospital Privado de Braga, onde depois de radiografada lhe foi diagnosticado fractura do maléolo peronial direito e de seguida engessada desde o pé até ao Joelho. Como apesar disso não se sentir bem e não conseguir andar com canadianas, fomos dois dias depois à consulta com o nosso ortopedista habitual no Hospital da CUF no Porto Dr. João Santos Carvalho. Confirmado o diagnostico, e após se constactar que a minha mulher não consegue andar com as canadianas, o ortopedista receitou-lhe uma espécie de “bota ortopédica”, que compramos numa loja da especialidade no Porto, e ainda nesse dia retirou-lhe o gesso e colocou-lhe meias elásticas e a referida “bota ortopédica”O Pingo doce contactou a minha mulher e informaram-na para apresentar todas as despesas à seguradora/mediadora SABSEG em Braga.Apresentei pessoalmente as despesas havidas até ao momento na Sabseg, D. Daniela bem como uma declaração médica atestando que a minha mulher estava incapacitada para toda e qualquer tarefa doméstica, a saber limpezas cozinhar, passar a ferro etc, deveria estar em repouso absoluto pelo menos durante um mês.À medida que iam aparecendo mais despesas quer medicas e medicamentosas quer de refeições “take away” lavandaria etc fui entregando à Sabseg, ficando sempre em minha posse com cópias devidamente assinadas como recebidas pela D. Daniela da Sabseg.Passando uns tempos que não posso precisar, as despesas médicas começaram a ser pagas pelo Pingo Doce. Após questionar a D. Daniela, fui informado que o Pingo doce assume de imediato os custos médicos e medicamentosos, ao mesmo tempo que a Companhia de seguros do Pingo doce abre um processo de sinistro para averiguar se há ou não lugar a imputar responsabilidades do sinistro ao Pingo Doce, para pagamento das restantes despesas.Cerca de um mês depois do sinistro e em nova consulta com o ortopedista Dr. João Santos Carvalho da CUF, retirou-lhe a “bota ortopédica” tendo contudo mantido a obrigatoriedade de repouso e incapacidade para as referidas tarefas domesticas até às doze semanas.Hoje dia 21 de Novembro de 2015 e apesar de múltiplos contactos com a Sabseg, a Companhia de seguros ainda não assumiu qualquer responsabilidade e bem assim o pagamento das despesas.Pelos motivos expostos venho por este meio solicitar o vosso apoio jurídico para a resolução deste sinistro com a maior brevidade possível.Nota. Tenho em minha posse copias de todos os documentos e facturas acima referido que se assim o entenderem vos enviarei.Melhores cumprimentosJosé António Pais

Encerrada

garantia

Exmos. Senhores, (DESCREVER SITUAÇÃO) Cumprimentos.

Encerrada

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