Reclamações públicas

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A. C.
10/09/2019

Conta Wizink: Não Amortiza a Dívida

Exmos Senhores, O meu nome é Carla Alexandra Pires Monteiro, tenho conta Wizink desde 2015, aproximadamente, e desde então que tenho pago as mensalidades regularmente. Acontece que no início ainda utilizei o cartão, e como era o único cartão de crédito que possuía, acabava para utilizar em algumas compras online, etc.. O problema começa a surgir quando a utilização é maior, à qual cobram juros que quase ultrapassam o valor da própria dívida, então o cliente fica a pagar um valor extremamente alto e só amortece um valor muito reduzido da divida. A wizink, por duas vezes me enganou, aliciando-me para passar dinheiro da conta wizink para a conta à ordem de modo a reduzir a mensalidade e os juros! MENTIRA! Pois, eu passei, acreditando no que disseram, passei dinheiro para a conta à ordem e depois voltei a devolver/repor o dinheiro à conta wizink. Conclusão: Não usei o dinheiro, mas contrai uma divida ainda maior, porque ficou em credito em linha, então tenho dois credito em linha dos quais pago juros, e ainda a divida da conta cartão da qual tambem pago juros! a minha mensalidade subiu de cerca dos 100 euros para os 165 euros, dos quais cerca de 70 euros são JUROS! só sei que estou a pagar ha meses/anos o cartão, já não utilizo o cartao e a dívida simplesmente se mantém!!Já tentei reclamar junto da empresa e o que me disseram foi quando fiz a transferência da conta cartão para a conta a ordem que devia ter transferido para a referencia e entidade do credito em linha para abater, e avisar isso antes não??? Desta forma, estou a desesperar, pois pago uma mensalidade altíssima, de algo que ja nem utilizo, onde não reduz praticamente em nada a minha dívida. Peço especial atenção e ajuda para este caso,Obrigada!Carla Monteiro

Encerrada

Reembolso negado

No dia 11 de agosto de 2019 dei entrada num hospital na Tailândia. Após diagnóstico foi-me informado o preço do tratamento e questionaram-me se tinha seguro, uma vez que aquele hospital tinha acordos com seguradoras e havia a possibilidade de não ter de pagar nada no momento.Uma vez que não viajo com a apólice, peguei no meu cartão Multicare e liguei para os números que se encontram no verso de forma a saber se me cobriam o tratamento. A chamada realizou-se por volta das 10h30 /11h. No inicio ouve-se que a chamada irá ser gravada por questões de segurança e controlo de qualidade, como de costume.Após informar da situação a colaboradora que nos atendeu forneceu-nos o código da Multicare que é introduzido no sistema dos hospitais, e caso tivessem acordo não seria necessário pagar a totalidade. Acontece que após o fornecimento do meu número de cliente e após a colaboradora ter acesso à apólice, informou-me que o meu seguro funcionava exclusivamente em Regime de prestação de Reembolso uma vez que me encontrava no estrangeiro.Questionei então se iria ter direito a reembolso uma vez que só avançaria com o tratamento na totalidade caso tivesse reembolso de pelo menos parte do valor de um total de 300 euros.A colaboradora garantiu-me que eu tinha direito ao reembolso de metade do valor.Como era domingo ela não podia efetivar no momento o pedido de reembolso, uma vez que a multicare não funciona na totalidade aos domingos, e disse-me que ainda assim, iria enviar o pedido e que quando eu ligasse no dia a seguir, este iria ser iniciado.Avancei com o tratamento de 300 euros porque foi me dito, por uma colaboradora da Multicare que ERA REEMBOLSADO. Isto, novamente, após ter consultado e analisado a minha apólice que tem EXTENSÃO AO ESTRANGEIRO, e como tal, direito a 50 por cento de reembolso.Dia 13 de agosto, às 17h21 contactou-se a multicare para se iniciar o processo de reembolso.Para meu espanto a colaboradora disse Peço imensa desculpa, mas afinal não tem direito a reembolso.Como argumento disse-me que eu só tinha direito a reembolso caso tivesse realizado o tratamento num hospital da rede multicare e que tinha direito a 8 consultas nessa mesma rede. Acontece que a rede Multicare existe APENAS em PORTUGAL, e eu encontrava-me na TAILÂNDIA. Uma vez que me encontrava na Tailândia e o meu seguro tem extensão ao estrangeiro eu tive de pagar na totalidade e depois sim, teria direito a 50 por cento do Reembolso (em anexo encontra-se a apólice onde refere estas mesmas condições).Referi que me encontrava na Tailândia e que uma colaboradora me tinha confirmado que poderia avançar com o tratamento porque tinha direito a reembolso. A senhora voltou a referir que não tinha direito porque não tinha sido num hospital da rede Multicare (que não existe fora de Portugal). O processo seguiu então para o Contencioso e desde então não me disseram mais nada.No dia 3 de Setembro dirigi-me à Caixa Geral de Depósitos para saber o ponto da situação e perceber realmente se me tinha sido vendido o seguro adequado para o estrangeiro. Confirmado mais uma vez que tinha direito ao reembolso, a colaboradora da CGD ligou para a Multicare para saber como estava o processo.A colaboradora da Multicare, Sara Gaito, prontamente disse que ao domingo é um Call Center que trabalha para a Multicare que atende e portanto não há registo de chamadas e não é credível o que é dito. Eu não escolho adoecer ao Domingo. Eu ligo para o contacto que está no cartão e não tenho de desconfiar da veracidade das coisas que me são ditas uma vez que estou a contactar as pessoas indicadas. Independentemente se é uma empresa que trabalha para a Multicare ao domingo ou não, essa mesma empresa tem acesso ao sistema, tem acesso à minha apólice, e eu quando ligo para o número que me é apresentado no cartão, não estou a ligar para uma empresa ALHEIA, estou a ligar para a MULTICARE.Ou seja, assumiu uma postura de defesa e de negação sem sequer ter verificado a minha apólice e mesmo tendo apresentado as provas de como tinha sido gravado. Após verificar a situação, disse-nos que o caso estava a ser analisado. Encontro-me em Portugal desde o final de Agosto, o que significa que já não preciso do seguro para o estrangeiro, e mesmo assim estou a pagar a mensalidade de Setembro para que este processo se resolva. Pedia que resolvessem a situação e reembolsassem as facturas.

Encerrada
C. M.
08/09/2019

Anulação do seguro automovel

Exºs.Senhores,Na sequência das V. cartas, datadas de 22 e de 23 de agosto de 2019, referente à apólice 9001978728, comunicando a anulação da mesma, eu e a minha esposa, vimos reclamar pelo seguinte:1 - Na carta de 22 de agosto, aludem a gravidade dos resultados verificados sem os especificar ou discriminar.2 - Na mesma carta referem ao abrigo das condições gerais da apólice, também, sem as especificar.3 - Na carta de 23 de agosto, em que enviam o certificado de tarifação, usam uma redação incorrecta, pois comunicam O seu seguro automovel terminou em 03/10/2019, demonstrando falta de rigor na comunicação com os Clientes.4 - Perplexidade com a atuação da seguradora, porquanto promove uma apólice com cobertura vulgo contra todos os riscos que quando acionada, no caso por atos de vandalismo, é consequentemente anulada, demonstrando falta de seriedade e desrespeito pelos Clientes.Face ao exposto exigimos esclarecimentos e a revogação da anulação.Aproveitamos para comunicar por esta via e nesta data, 9 de setembro de 2019, que face à decisão inesperada, pouco justifacada e sem ética profissional, sentimo-nos no direito de solicitar a marcação urgente de peritagem para reparação de pequenos danos, nomeadamente, de pintura.Ficando a aguardar a devida resposta, apresentamos os nossos melhores cumprimentos.Carlos e Carla MesquitaTm: 917819471c_mesquita@sapo.pt

Encerrada
F. T.
07/09/2019

Reforço de PPR

Venho por este meio efetuar uma reclamação sobre de um PPR Capital Garantido que subscrevi junto do Santander Totta. Pretendia efetuar um reforço e foi-me dada a indicação por email por parte da instituição que o produto tinha sido descontinuado e que, por esse motivo, não me era permitido fazer reforços uma vez que já só aceitavam as entregas periódicas. Sendo este um produto de longa duração, como é que passado um ano de o ter adquirido me é dada a indicação de que não posso fazer mais nada com ele... A minha gestora de conta entra em contacto telefónico comigo posteriormente e a única solução apresentada é que poderia subscrever um novo PPR, porque poderia ter quantos quisesse. A continuar assim chego à idade da reforma com uns quantos PPR!No meu entender, mesmo o produto sendo descontinuado, deveria ser garantido aos clientes a possibilidade de poder efetuar reforços pontuais, uma vez que essa é um dos pontos apresentados aquando da subscrição do produto. Neste momento tenho um produto completamente obsoleto, uma vez que não posso fazer mais nada com ele ... Tenho 28 anos e é no mínimo irónico poder manter um produto até aos meus 60 anos sem lhe poder fazer mais nada. Nem o valor das entregas periódicas poderá ser alterado, uma vez que me deram a indicação de que aceitam as entregas periódicas nos termos das instruções que os clientes tenham dado até à data em que o produto foi descontinuado.

Encerrada

nao comparticipam os meus tratamentos nem respondem as queixas apresentadas

tenho o seguro desde 07-2017. foi me diagnosticado uma hérnia com discopatia degenerativa em Agosto de 2017.fiz vários exames médicos para comprovar a doença e estive em 3 neurocirurgião diferentes para me tentar tratar. todas as consultas e exames foram realizados com o cartão da Multicare. foi me marcada 3 cirurgias com pedido á Multicare. 1- Outubro de 2017 2- Janeiro de 2018 3 - Junho de 2018.na primeira disseram que estava no período de carência para tratamentos de ambulatório. depois enviam me um email a dizer que o período de carençia termina em Janeiro e para pedir ao medico para fazer o novo pedido para a realização do acto cirúrgico. em Janeiro foi pedido o acto cirúrgico e eles recusam pois dizem que o email não era verdadeiro ou que tinha sido um engano ao enviar. e que só em Junho podia ser operado. tenho uma chamada gravada com a Multicare a dizerem me que a cirurgia estava aprovada mas que precisava da assinatura da direcção por causa dos valores da mesma. eles negam tudo. terceira cirurgia começam a alegar que existe um relatório do medico que diz que o meu problema existia desde Julho de 2017, ou seja agora alegam que é uma pré existente, já pedi por varias vezes os relatórios todos enviados pelos médicos á companhia de seguros e eles recusam se a dar apenas me mostram o tal relatório enganado pelo medico, visto o mesmo medico dr. Leonel Cardeira do hospital clínico do SAMS enviou pelo menos 3 a 4 relatórios. com isto tudo continuo a pagar o seguro e agora recusam se a pagar me os tratamentos que anda a fazer de fisioterapia, nem os exames complementares de diagnostico me pagam ( tac e RM) pois dizem que não me pagam exames por causa da pré existente. fiz fisioterapia antes de ser operado desde de 16-5-2018 a 24-09-2018 sempre pagos por mim. foi operado finalmente em Junho de 2019 no hospital publico de São José e tenho que fazer fisioterapia de reabilitação e a Multicare continua a recusar pagar me os tratamentos.já apresentei varias reclamações junto da Multicare e recusam se a responder. não dizem me nada nem querem saber.tenho os documentos todos que comprovam tudo isto que acabo de escrever. tenho os e mails todos tenho a chamada gravada e prova das chamadas feitas para a Multicare ultima inclusive no inicio do mês de Julho em que apresentei uma reclamação mas o funcionário ou não escreveu e simplesmente apagou a minha reclamação.agradeço a vossa ajuda a tratar deste assunto . já não sei a quem recorrer.

Encerrada
F. F.
05/09/2019

Problema com entupimento de esgoto

No dia 12/08/2019 foi participado à Ocidental ocorrênciaem habitação segurada por seguro multirrisco habitação erecheio com a apólice nº MR81375673 da qual éproprietária a Srª Ana Luísa Antunes Carvalho NIFnº229408710, da qual recebeu da parte da seguradora resposta negativa quando à responsabilidade de pagar os danos mencionando : Reportamo-nos à exposição apresentada por V.Exa. relativamente ao sinistro em referência, a qualfoi objeto da devida atenção não obstante a demora nesta resposta que, lamentamos pelo transtornodecorrente.Após a requerida e necessária reapreciação, constatámos que V.Exa. não reconhece a conclusãotransmitida nem nos apresentou novos argumentos susceptíveis de justificarem a alteração dadecisão oportunamente comunicada, ou seja, não demonstra que tenha sido apurada alguma causaque tenha enquadramento no âmbito e termos tipificados nas garantias da Apólice.Mais, informamos que conforme Condições Gerais da Apólice, a cobertura Danos por Águacausados por canalizações e aparelhos ligados à rede de distribuição, apenas é acionada quandoexistem danos provocados pela água, situação que não ocorreu conforme o nosso prestadorconstatou à data da peritagem, assim como a pode constatar na parte II cláusula 32.a 23 Pesquisa eReparação por Avarias, apenas é acionada desde que se verifique uma situação de riscoindemnizável por Danos por Água causados por Canalizações e Aparelhos ligados à Rede deDistribuição.apresentados para a reparação da ocorrência.Depois de analisar as Condições gerais da Ocidental eseguradas/contactadas, verificou-se o seguinte:Conforme as condições gerais contratadas e abaixodescritas pela própria seguradora, verifica-se que conformea a) do nº4 o entupimento de esgotos de águas pluviais darede interior da habitação, provocadas por causas alheiasao proprietário, que neste caso foi formação de calcáriopela água pública fornecida e consequente acumulação dedetritos, encontra-se coberta da apólice, bem como apesquisa e reparação para por termino ao dano existenteconforme expressa a c) do mesmo artigo.Analisando posteriormente o Artº4º Exclusões porDANOS POR ÁGUA CAUSADOS POR CANALIZAÇÕES EAPARELHOS LIGADOS À REDE DE DISTRIBUIÇÃOVerificamos que nenhum dos pontos mencionados econtemplado na Ocorrência comunicada.Abaixo vem descrito as informações dadas pela própriaOcidental, para esclarecimento do acima mencionado.Por todos os factos apresentados, gostaria de ter umesclarecimento ao despacho proferido pela companhia,pois como é obvio, o tipo de dano mencionado, não poderiapermanecer na habitação, até que a segurado se digna-sea mandar o perito para análise e posteriormente sercoordenada a sua reparação.Como o dano tinha de ser parado e era neste casoaproximadamente 20h00 e a linha de apoio aos sinistros daOcidental apenas funciona entre as 09h e as19h, conformeinformação prestada pela linha de apoio aos clientes, areparação da ocorrência comunicada no dia 12 de agostoteve de ser feita de imediato conforme se pode constatarna fatura e folha de obra que foi enviada a seguradora.Face a toda a informação acima mencionada, constactei que as coberturas apenas poderão ser acionadas se houver dano causado pela água.A minha questão real é se uma vez que fui obrigado a parar a avaria/fuga de água, impedindo assim a continuidade do dano que não chegou a haver, se não poderei reaver uma parte das despesas inerentes a reparação/desentupimento do ramal de escoamento de águas sanitárias, Pois se não poderei reaver estas despesas então conclui-se que as companhias de seguros, neste caso de seguro multiriscos habitação, só cobrem despesas após o dano e nunca despesas para prevenir o dano, certo.Esta situação enquadra-se em muito outras que possam haver tais como fugas de água, pois mesmo não havendo danos e tendo-se prevenido de danos maiores, substituido o material danificado/ impedindo a continuidade da ocorrência a seguradora nunca será responsavel pera sua reparação, correcto. AtentamenteFrancisco Fialho

Encerrada
S. F.
03/09/2019

Fwd: PARTICIPAÇÃO SINISTRO POR BAIXA PROLONGADA - CRÉDITO CETELEM 48070641369006

Participação enviada à Cardif (seguro protecção crédito pessoal Cetelem) dia 18/8, por baixa prolongada relativa a doença oncológica.Todos os documentos não enviados por mail foram enviados por carta em correio urgente.Após vários contatos telefónicos para a Cetelem e a Cardif não têm resposta.A prestação de Setembro foi debitada.

Encerrada
B. M.
03/09/2019

Dívida da Meo

Boa tarde.No 28 de Agosto recebi uma sms da Intrum sem indicação pessoal tal como nome ou NIF para cobrança da vossa empresa que para meu espanto a dizer que eu tenho uma dívida de 400 e tal € de Serviços Meo. Relembro, que do sucedido já passaram alguns anos vistos tarmos a falar de um suposto contrato meu de 2010, devem consultar o Nº. 10 da LEI n.º 12/2008 a qual diz que: O direito ao recebimento do preços do serviços prestados prescreve no prazo de seis meses após a sua prestação.Passados não sei quantos anos é que me informam que tenho um débito ?Nunca recebi carta alguma da vossa parte, nem dos Serviços Meo a informar que existia tal débito .Assim, e uma vez que essas tais dividas remonta não sei à quantos anos atrás , considero as mesmas prescritas/caducadas conforme o Decreto-Lei n.º 23/96, de 26 de Julho que aqui transcrevo.Artigo 10.º Prescrição e caducidade 1 - O direito ao recebimento do preço do serviço prestado prescreve no prazo de seis meses após a sua prestação.2 - Se, por qualquer motivo, incluindo o erro do prestador do serviço, tiver sido paga importância inferior à que corresponde ao consumo efectuado, o direito do prestador ao recebimento da diferença caduca dentro de seis meses após aquele pagamento.3 - A exigência de pagamento por serviços prestados é comunicada ao utente, por escrito, com uma antecedência mínima de 10 dias úteis relativamente à data-limite fixada para efectuar o pagamento.4 - O prazo para a propositura da acção ou da injunção pelo prestador de serviços é de seis meses, contados após a prestação do serviço ou do pagamento inicial, consoante os casos, sendo que nunca chegou tal ofício ás minhas mãos .Vou apresentar queixa aqui e assim como na Intrum, pois o único contato que recebi foram apenas dessa entidade e como acima eu referi da vossa parte da MEO nunca me foi chegado nada nem contacto nem qualquer tipo de carta.Face ao exposto, agradeço confirmação por escrito da anulação da dívida reclamada.Aguardo feedback,Melhores cumprimentos

Encerrada

entrega da casa

Whitestar Asset Solutions Após venda judicial e a entrega do imóvel por ordem da agente de execução , sei o valor da venda da casa mas nao sei o que aconteceu ao dinheiro da venda após varias tentativas de contactar a Whitestar Asset Solutions nunca consegui saber o que foi feito do dinheiro da venda do imóvel,o único documento que tenho e da agente de execução a informar que a casa tinha sido vendida num leilão e que tinha de entregar as chaves assim o fiz.....a agente de execução sempre me disse que após a entrega da chave iria ser informado o que seria feito ao dinheiro da venda....a entrega da chave foi feita dia 3 de Junho de 2019 após varias tentativas nunca tive resposta por parte da Whitestar Asset Solutions....sempre que ligo respondem que a pessoa que esta entregue ao processo nao pode me atender....pedem o meu numero de telefone a dizer que ligam de volta e nunca o fizeram....agora já nao tenho casa e fiquei sem saber que dividas foram pagas com o dinheiro da venda da casa....no banco onde tinha o credito so me dizem que já nao devo nada....a agente de execução sempre me disse que assim que fosse feito a escritura da venda judicial as minhas dividas das finanças era liquidadas tal nao aconteceu.....preciso de organizar a minha vida e nao sei o que foi feito do dinheiro da venda da casa.....fui pressionado e ameaçado para fazer a entrega do imóvel pois caso nao entregasse a chaves vinham arrombar a porta acompanhados pela policia.....após o ter feito a agente de execução passou me a dizer que o trabalho dela estava feito e que nao tinha informação o que tinha acontecido ao dinheiro da venda da casa.....em anexo envio a carta da agente de execução a informar da venda do imóvel e do valor .....a minha reclamao e saber o que foi feito do dinheiro da venda imóvel e que dividas foram pagas e a quem .....atentamente Pedro Correia

Encerrada
A. N.
31/08/2019

Fraude com cartão de crédito

Boa tarde,Detectei, a 30/08/2019, um movimento fraudulento do meu cartão de crédito com a indicação da seguinte entidade VIATORTRIPADVISOR UK 7 Soho Square, no montante de €419,00. Face a esta situação contactei o Serviço Caixa Direta, no mesmo dia, para proceder ao cancelamento do cartão de crédito. Foi-me informado que foi aberto um processo de fraude e que deverei aguardar um contacto da CGD a informar do desenvolvimento do mesmo. Não obstante devo proceder ao pagamento do montante e, caso me seja reconhecida razão, posteriormente o mesmo será creditado na minha conta. Entretanto também tentei contactar a empresa Viator, via facebook, pois a mesma não dispõe de outro meio de contacto no site oficial. Foi-me respondido que tenho que ligar para um call-center e me facultado uma série de números internacionais dos países onde têm, presumo eu, representação. Não liguei pois não faço ideia como proceder neste caso.Contactei também o site https://www.hsjohnson.com/, onde realizei a última transação com o cartão de crédito e inseri o número do mesmo. A empresa refere nunca ter tido uma situação semelhante de apropriação dos dados do cartão de crédito.Hoje contactei novamente a CGD e pedir o Nº do processo de fraude, tendo me sido dito que não é necessário um número pois quando contacto o Serviço Caixa Direta e faço a autenticação já me conseguem 'identificar'. De todo o modo fico apreensiva por não ter um comprovativo de todo este processo, considerando a delicadeza do assunto e o prejuízo que causou.Andreia Nóbrega

Resolvida

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