Reclamações públicas

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M. D.
08/09/2020

sms abusivo a reclamar valor em dívida do processo nº 40091926

Venho, por este meio, comunicar a Vossas Excelências que tenho recebido, quer por sms quer por contacto telefónico, pedidos de liquidação de dívida à empresa PH ENERGIA LDA, no valor de 29,50 €, relativa a consumos havidos há mais de 6 meses. Esta dívida está a ser cobrada pela empresa GESTIFATURA, que não sei quem é.

Resolvida
E. D.
07/09/2020

Pagamentos multibanco - entidade 11893

Venho, por este meio, comunicar a V. Exas, que no passado dia 21 de Agosto de 2020, recebi um contacto para um negócio de venda da minha semana de timeshare no hotel Vila Galé Atlântico.Após este contacto, foram enviados 3 pedidos de pagamento multibanco, através da entidade 11893 (mais tarde, através de uma pesquisa, descobri que está associada a burlas). Estes pagamentos serviriam para desbloquear todo o processo e pagar as comissões à empresa e parceiros.Passado uns dias, ao aperceber-me que era um esquema de burla, fui fazer queixa na PSP, na qual, estão expressamente mencionadas as entidades e referências dos pagamentos que efectuei e que são da responsabilidade das empresas HPME e HIPAY.Segue em anexo, a queixa registada junto da PSP e todos os outros dados necessários para me reembolsarem o valor pretendido.Junto informo, que também foi feita uma queixa no Portal da Queixa e caso o reembolso não aconteça nos próximos dias, uma queixa ao Banco de Portugal (visto que o banco HPME é supervisionado por esta entidade), seguir-se-à.Agradeço uma resposta da vossa parte com a maior brevidade possível, no sentido de resolver esta questão.

Resolvida
I. C.
05/09/2020

Problema com pedido de crédito

Boa tarde. Venho por este meio reclamar relativamente àquilo que aconteceu no dia de ontem. No domingo, dia 30 de Agosto, eu dirigi-me ao IKEA de Loures para fazer o cartão de crédito. Levei toda a documentação necessária, o colaborador não me disse que nenhum dos papéis era inválido, e o crédito foi aceite, pelas palavras do colaborador. Em adição, ele mostrou-me o resultado no iPad. No dia 3 de Setembro, acreditando que o crédito tinha sido aceite, eu saí do trabalho, de um serviço de urgência, e dirigi-me então ao IKEA para poder fazer compras. Três horas depois de lá ter chegado, e de ter feito tudo o que precisava, dirigi-me às caixas para pagar, ficando lá algum tempo à espera. Dez minutos antes de ser atendida, recebo um email vosso, a dizer que por invalidez de um documentos que eu entreguei, o comprovativo de morada, o meu cartão estava suspenso. Sem saber o que fazer, ainda tentei pagar, e imediatamente foi recusado. Foi nesse momento que liguei para a vossa linha de apoio ao cliente, e o colaborador disse que o cartão estava suspenso por falta desse documento. Ele não me soube dar uma solução, não me soube sequer dizer há quanto tempo o cartão estava suspenso, porque isto não pode ter sido naqueles dez minutos que o cartão foi suspenso. Portanto, aqui as minhas questões são várias. 1. Quando é que o cartão foi suspenso? 2. Como é que a formação de colaboradores que fazem os vossos créditos não os ensina que quando fazemos o crédito ele não fica aceite, mas que fica, isso sim, como proposto? Porque o colaborador disse que foi aceite, não que ficou pendente, como me informaram posteriormente por email, mas sim ACEITE, mostrando-me no seu iPAD. 3. Como é que me suspendem o cartão sem me informar previamente? Simplesmente suspendem, e depois então é que me informam. 4. Para que serve a linha de apoio ao cliente se eles não conseguem dar informação sobre o que se está a passar? (Uma das perguntas que fiz ao colaborador foi há quanto tempo estaria o cartão suspenso, e ele não foi capaz de me informar sobre isso). Agradeço resposta rápida a esta situação. Cordialmente, Inês Campos

Resolvida

Hefesto SA - possivel burla

Boa Tarde,O meu nome é Maria Celeste, e sou a vossa associada nº1205296-71.Venho por este meio participar uma situação que aconteceu e que está a decorrer neste momento com a minha filha, que faz parte do meu agregado familiar.Vou então detalhar e explicar a situação:A minha filha, sensivelmente há 2 ou 3 meses tentou contrair um crédito com uma entidade credora e que no qual lhe foi recusado.Ao telefonar para lá para saber a razão da qual não tinha sido aceite, explicaram-lhe que não podia porque tinham por parte do Banco de Portugal um incumprimento.Ao saber dessa informação a minha filha foi ao site do Banco de Portugal para fazer o download do mapa de responsabilidades e deparou-se com uma entidade credora nova e valores da qual não tinha conhecimento da sua existência, intitulada de Hefesto, SA ( mesma morada da Whitestar ).Posto isto resolveu ligar para essa empresa no dia 22 de Junho de 2020 onde lhe antedeu uma Sra. Ana Machado, que na qual foi pedido o esclarecimento do que se passava e explicação do porquê da divida em questão.Após alguns minutos de conversa onde foi fornecido o email da minha filha para fins de envio do comprovativo para saber de que divida se tratava, a Sra. Ana Machado foi arrogante, rude e incompreensível sobre a situação e confirmou que iria fornecer o documento no qual comprovaria a culpa/divida da minha filha.Esta Sra. afirmou que foi um agente de execução á morada Rua Keil do Amaral, Lisboa no ano de 2004 para falar com a minha filha. Tendo em conta que vivo nesta morada desde 2010 ( tenho comprovativos do contrato da IRU ), sendo assim impossibilitando a veracidade desta informação.Cintando o que a Sra. disse ao telefone á minha filha, ( eu não sei com quem estou a falar e quando as pessoas não querem pagar tendem a desmentir a verdade ), afirmando a minha filha que até foi num tom ameaçador.Não conseguindo resolver a situação e ainda não ter recebido qualquer email por parte da empresa, ligou no dia 08 de Julho de 2020 a ver se conseguia falar com uma colega diferente. Onde desta vez atendeu uma Sra. Soraia Cardoso onde já mais receptível, calma e compreensível com a situação.Então a Sra. Soraia Cardoso explicou-me que tinha contraído uma divida num valor de +/- 1300€ e que não tinha autorização por parte da sua superior para poder enviar qualquer documento a comprovar o mesmo, e na qual a minha filha disse-lhe que ia recorrer á DECO uma vez que já tinha visto no portal que havia muitas queixas semelhantes a esta sobre a mesma empresa.Posto isto, gostaria de saber se havia possibilidade de esclarecer esta situação GRAVE, uma vez que esta empresa nunca em caso algum tentou abordar a minha filha sobre este assunto antes e decidiu informar o banco da divida por auto recriação.Peço desculpa pelo incómodo.Agradeceria resposta breve.Obrigado Celeste Gomes

Encerrada
A. Z.
04/09/2020

Alteração do regime de Crédito á Habitação.

Venho por este meio submeter á minha reclamação/queixa na qualidade de associado da Deco contra o Novo Banco por não cumprir com a atual Lei em vigor no que diz respeito ao Crédito Habitação regime de deficientes.Eu sou portador de Atestado Médico de Incapacidade Multiusos com o grau de 60%,o qual me garante a alteração do meu actual regime do Crédito Habitação para o regime acima descrito,além de todos os outros direitos e/ou benefícios previstos na Lei para o meu caso.Acontece que após inúmeras tentativas de pedido desta alteração junto do banco aqui directamente no Funchal e após o meu gestor de conta me ter confirmado presencialmente que de facto eu tenho todo o direito legal de beneficiar deste regime e o banco é obrigado a proceder á referida alteração desde a data em que o referido atestado me foi entregue,aprovado e assinado.Até este preciso minuto em que escrevo este email,o Novo Banco nunca procedeu á alteração do meu Crédito Habitação e continua a me cobrar a totalidade da prestação mensal como se o Atestado simplesmente não existisse.Neste sentido,venho solicitar á vossa ajuda na resolução deste importante assunto na medida em que toda esta situação têm forte impacto no meu orçamento familiar com a agravante da atual conjuntura económica em que vivemos devido á pandemia.Agradeço desde já toda a vossa estimada atenção relativamente ao meu caso e estou totalmente disponível para qualquer dúvida ou esclarecimento que possa surgir.

Encerrada
H. M.
04/09/2020

Atraso vestoria obra

Assunto: Vestoria em obra não efetuadaNIF: 200988204Exmos. Senhores,Contraí em Junho 2020 um crédito à habitação contratado ao banco Montepio, do qual consta a entre outras condições a necessidade de adiantamento por parte do contraente de 50.000 Euros investidos na obra para libertação da primeira tranche do empréstimo, sendo a mesma liberta após avaliação do banco. Para cumprir com o investimento de 50.000 euros, dado que não possuiamos a totalidade dos recursos necessários em depósito à ordem (possuiamos parte a prazo com juros a vencer em Novembro) sugeriu o banco a hipoteca destes depósitos através de um outro empréstimo pessoal destinado a cobrir o investimento inicial que seria depois liquidado após o pagamento da primeira tranche do empréstimo. Fomos informados de que as inspeções deveriam ser solicitadas com 2 dias de antecedência sendo as tranches libertadas entre avaliação e libertação do capital no prazo máximo de 1 semana. Nesse sentido, e após o capital investido em obra superior a 50.000 euros solicitámos a vestoria no dia 17 de Agosto. Porém até ao dia de hoje a inspeção não foi efetuada, o banco não disponibiliza informação de quando será efetuada e no entretanto continuamos a pagar o empréstimo pessoal sem saber quando será a referida inspeção efetuada estando assim reféns do banco e sujeitos a custos pessoais (a favor do banco) e sem qualquer possibilidade de alterar a situação. De referir que nos serão cobrados 150 euros pela referida vestoria apesar dos atrasos e prejuizos causados. De referir que o banco já assumiu (verbalmente) terem existido erros no processo, e que a referida vestoria nunca deu entrada em processo de distribuição para qualquer avaliador apesar de durante 3 semanas nos terem mentido constantemente de que o processo já teria dado entrada.Adicionalmente a obra parou por falta de capital obrigando-me já a ter pago 3 dias de trabalho ao empreiteiro (450 euros dia) sem que este tivesse materiais de construção para trabalhar uma vez que não estava previsto que a obra parasse e o empreiteiro não tinha previsto a paragem da obra e nem possuia outro trabalho onde colocar os colaboradores. Adicionalmente encontra-se a desmobilizar da nossa obra para iniciar uma outra, sendo que após o início desta nova moradia somente regressará à nossa após a conclusão desta nova obra o que levará no mínimo 6 meses. Dado que temos o apartamento onde residimos já alugado a partir de Dezembro estamos neste momento reféns do banco, sujeitos ao pagamento de um empréstimo mais caro e a prejuizos pessoais incáculáveis nomeadamente a necessidade de arrendamento de uma casa em Dezembro, a inerente mudança de mobilia e o impacto familiar numa criança de 3 anos e os riscos agravados destas mudanças em cenário de pandemia. Após reclamação presencial ao balcão (por 6 vezes) o gerente do balcão Montepio de Alcobaça recusou levar o caso a instâncias superiores, recusou fornecer quaisquer dados que nos permitissem reclamar junto dos seus superiores e não forneceu quaisquer informações que vislumbrassem um término da presente situação desresponsabilizando-se do caso. Pelo presente solicitamos a vossa ajuda para desbloquear a situação nomeadamente que sejamos ressarcidos de quaisquer despesas inerentes ao crédito pessoal, ao atraso da obra e respetivos danos causados pela ineficiencia, inoperancia e falta de zelo do banco. Com os melhores cumprimentos,Henrique Tinta Mateus917345231henriquetintamateus@gmail.com

Encerrada
R. S.
04/09/2020

Cobrança não autorizada

Bom dia,Consta em meu extrato bancario alguns descontos no valor de €6.49 com a seguinte identificação:DD PT95105503 Domestic + Gene PT / D / RDL 5306563Gostaria de saber qual é o motivo desse valor, já que eu desconheço essa informação.Tentei contato direto pelo email suporteclientes@domesticandgeneral.com e o mesmo retornou com a mensagem de destinario inexistente

Resolvida
A. C.
01/09/2020

Crédito

Boa tarde,Venho reclamar sobre a empresa Bps Finance.È um empresa que trabalha com empréstimos/créditos.Foi dito cerca de um mês atrás que o crédito tinha sido aprovado o qual foi pedido os meus documentos, que enviei por mail mas nunca chegaram, sendo que enviei via email, mais o valor de 97 euros para taxas administrativas.Hoje, dia 1 de setembro, informaram, após várias tentativas de comunicação ao longo de Agosto, que afinal não podiam dar o crédito, o qual eu questionei sobre os documentos e o valor das taxas.Disseram que os documentos seriam automaticamente eliminados no sistema e que o valor não podia ser devolvido, o qual questionei que se não vai ser realizado o contrato e o empréstimo que esse valor, 97 euros, deveriam ser devolvidos. A resposta foi que não é possível.A minha questão é porque ? visto que nada foi feito, porque não devolvem o valor de taxas administrativas quando não há uma realização do que foi falado. A colaboradora com quem falei, após eu ter dito esta afirmação, disse-me para enviar um email com esta informação.Na realidade eles nunca respondem ou dizem nada em concreto e preciso de uma solução face a isto. O que posso fazer para que essa empresa me devolva esse valor ?Obrigada

Encerrada
C. C.
31/08/2020

Fraude Banco Bic

Exmos.Srs.Efectuei um crédito pme empresa em Abril de 2019 para a empresa Branco Genuíno NIF 513397272 da qual era proprietária. No mês seguinte, Maio de 2019 houve a oportunidade de vender a empresa à contabilista da mesma e nesse mesmo mês fizemos a cedência de quotas, acordando que o valor do crédito ficava disponível na empresa e a nova gerência e eu acordamos pedir a substituição dos avalistas. Pedido que foi feito e aprovado pelo Eurobic e pela Garval. Conforme mails trocadas entre mim e o banco. Em Agosto de 2019, o Eurobic confirma que a nova gerência entregou no balcão toda a documentação assinada para pedir a substituição dos avalistas. Entretanto eu contacto o banco afim de saber em que situação estava o processo, ao que me informam que faltava unicamente a entrega da declaração de não divida da segurança social. A declaração da SS foi enviada no dia 15/10/2019 para o Eurobic para o gerente do balcão da Marinha Grande, que no mesmo dia responde que iria então enviar o documento para concluir o processo. Tarefa esta que não executou em conivência com a nova gerência, visto ser amigo pessoal da nova sócia. Continuei como avalista, apesar de ser toda a documentação entregue no banco. Tenho todos os emails trocados com o banco que confirma esta situação. Passado dois meses, em Dezembro 2019 a nova gerência pediu a insolvência e abriu nova empresa da mesma área transferindo os clientes para a Futuro Jubilante NIF 515818356. O pedido de insolvência é dulose, o processo está entregue ao tribunal. Neste momento estou eu em incumprimento perante o banco de portugal com uma dívida que não é minha, visto o funcionário do banco não ter tratado da conclusão do processo, para ajudar a cometer uma burla. Já foram feitas várias reclamações ao Banco desde Março de 2020 e pedido a exoneração dos avais e até agora o Banco limita-se a responder o processo está em análise, ao mesmo tempo que enviou o processo para execução, sem nunca me dar resposta. Foi enviado para o banco todos os emails e comunicações que atestam a aprovação do banco e da garval em como aceitam a passagem de avais e que confirmam ter toda a documentação necessária em ser poder para concluir a passagem dos avais. O gerente do balcão da Marinha Grande cometeu uma fraude deliberadamente e em consciência e está neste momento a prejudicar.me gravemente a mim e à minha família, pelo que nos impede de efetuar qualquer crédito ou simplesmente utilizar um cartão de crédito, ou outro. Em Março de 2020 enviou o meu advogado uma carta a pedir a exoneração dos avais, à qual nunca obtivemos resposta. Efectuei desde então várias reclamações e até agora o banco nunca deu uma resposta conclusiva, a não ser processo está em análise Denúncio esta fraude praticada pelo Banco Bic e aconselho a nenhum cliente solicitar qualquer tipo de crédito junto desta instituição de crédito correndo o risco de ser lesado a qualquer momento. Este colaborador não pode continuar a exercer um cargo numa instituição bancária e a burlar clientes. Os responsáveis pela fraude têm de ser punidos. Toda esta situação foi também já foi denunciada às entidades competentes. Obrigada

Encerrada
E. P.
31/08/2020

Não aceitam sinistro com uma apólice contra todos os riscos, isto é danos próprios.

Sou cliente da Caravela Seguros e títular da Apólice 90.00881201, supostamente contra todos os riscos incluíndo danos próprios, contudo há dois anos que tento reportar um sinistro que não sei a origem e que identifiquei como dano próprio e a companhia não aceita tendo levantado inúmeras limitações estando eu à espera de uma resposta desde abril.Este sinistro data de 2019, ano em que tive um furto com danos na porta do pendura e fui aconselhada pela mediadora a não reportar o dano. Embora tenha explicado a situação ao perito de modo a incluir o dano do lado direito junto à porta ele não reportou o sinistro e o mesmo não foi considerado. Este ano, durante o estado de emergência, em que tive o carro parado cerca de um mês, uma viatura bateu-me no lado direito (o estacionamento na minha rua é efetuado à esquerda), e partiu-me o espelho retrovisor, o pisca do lado direito do carro (pendura) e fez vários riscos em cima da roda, no lado onde tinha já este dano desde 2019 que tive de reportar porque está a ganhar ferrugem pois trata-se de uma amolgadela de 2019. Tentei reportar o sinistro sem data porque quem me bateu fugiu e eu nao sei quando nem exactamente o que aconteceu e solicitei a inclusão deste dano uma vez que tenho uma apólice que supostamente cobre danos próprios contra o pagamento de uma franquia que tenciono assumir. Contudo, mais uma vez a seguradora não aceitou o dano bem como tem atrasado deliberadamente o processo impedindo -me de efetuar a inspeção ao veículo pois o meu pisca e espelho retrovisor está partido, e desta forma e não consigo aprovação do veículo.Assim sendo, e na qualidade de vossa associada, venho solicitar a vossa intervenção e apoio jurídico neste processo, pendente desde abril, o que me parece totalmente inadmissivel e que terei de resolver até Setembro, prazo limite para efetuar a minha inspeção.Aproveito ainda para referir que, no ano passado a mesma seguradora deixou-me sem vidro do carro durante um mês, sujeita a ter a viatura roubada novamente, porque demorou mais de 3 semanas viabilizar um arranjo necessário e urgente porque fui vitima de um furto deviadamente atestado por um auto da PSP.Solicito a reparação do dano ou o retrocesso da anuidade do seguro porque efetivamente este seguro não me protege. E se não posso incluir danos próprios contra o pagamento de uma franquia acordada também nao se trata de um seguro contra todos os riscos.

Encerrada

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