Reclamações públicas
1. Envie a reclamação para a empresa
Siga o nosso passo a passo para fazer a sua queixa chegar à empresa.
2. Veja a resposta
Receberá uma notificação por e-mail quando a empresa responder à sua queixa. Para ler a resposta completa, basta ir à página "As Minhas Reclamações", disponível na sua área pessoal do site.
3. Não ficou satisfeito com a resposta? Ou a empresa não respondeu?
Entre em contacto connosco
Medicare
Exmos. Senhores, Venho por este meio manifestar o meu desagrado relativamente ao contacto efetuado por esta empresa, no qual é alegada a existência de uma dívida para com a Medicare, a qual considero ilegal e infundada. Esclareço que nunca existiu da minha parte qualquer confirmação por escrito relativamente à adesão ao serviço, nem tão pouco à sua renovação. Nestes termos, invoco o disposto no Decreto-Lei n.º 24/2014, de 14 de fevereiro, nomeadamente o artigo 5.º, n.º 7, que transpõe a Diretiva n.º 2011/83/UE do Parlamento Europeu e do Conselho, de 25 de outubro de 2011, relativo aos direitos dos consumidores, o qual estabelece que: “Quando o contrato for celebrado por telefone, o consumidor só fica vinculado depois de assinar a oferta ou enviar o seu consentimento escrito ao fornecedor de bens ou prestador de serviços.” Não tendo sido prestado qualquer consentimento escrito da minha parte, não existe vínculo contratual válido, sendo juridicamente irrelevante a mera receção do cartão. Assim, exijo que a alegada dívida seja considerada sem efeito, bem como a cessação imediata de quaisquer contactos futuros relacionados com este assunto. Com os melhores cumprimentos,
Reclamação contra Administração do Condomínio (Loja do Condomínio Carregado)
Exmos. Senhores da DECO PROTeste, Venho apresentar reclamação formal contra a administração do condomínio do prédio sito na Rua da Cevadeira n.º 29, Castanheira do Ribatejo (concelho de Vila Franca de Xira), gerido pela Loja do Condomínio Carregado , pela grave omissão na manutenção das partes comuns, violando o regime da propriedade horizontal (arts. 1421.º, 1424.º e 1436.º do Código Civil, com reforço pela Lei n.º 57/X/2025). Desde o verão de 2025 comuniquei ao condomínio rachas nas paredes e sinais de humidade/infiltrações, mas nada foi resolvido apesar de várias assembleias de condóminos. Alegam falta de fundos, mas isso não exonera a obrigação legal de conservação das partes comuns (telhado com telhas em falta, algerozes entupidos com dejetos de pombos). Com as chuvas recentes, a situação agravou-se dramaticamente: Infiltrações constantes com pingos de água na sala, quarto e casa de banho da minha fração (3 Frente); Paredes com humidade extrema, bolor visível e pintura (branco) a cair/descolar; Telhado em risco iminente de abate, conforme indícios visíveis e relatos do vizinho do andar superior (fração alagada, inviabilizando a vivenda normal); Prejuízos à saúde (humidade e bolor prejudiciais às vias respiratórias, risco de alergias/problemas respiratórios); Despesa extraordinária suportada por mim: compra de desumidificador para mitigar danos. Esta negligência constitui responsabilidade civil (art. 483.º CC) e incumprimento das funções do administrador. Já enviei notificação formal ao administrador por carta/email , sem resposta/ação. Solicito à DECO PROTeste: Mediação urgente junto da administração do condomínio para exigir vistoria pericial ao telhado, reparação imediata das partes comuns (obras de conservação urgentes, mesmo com rateio extraordinário) e estancamento das infiltrações; Apoio para reembolso dos meus danos (desumidificador + futuros custos/peritagem/indemnização por danos morais e à saúde); Orientação para vias judiciais se necessário (Julgados de Paz ou tribunal cível), incluindo possibilidade de obras por conta própria com reembolso (art. 1427.º CC); Pressão para que o condomínio convoque assembleia extraordinária e resolva o problema em prazo curto (ex.: 15 dias). Dados da fração: 3 Frente, Rua da Cevadeira n.º 29, Castanheira do Ribatejo. Agradeço a vossa intervenção urgente, pois a situação coloca em risco a habitabilidade e segurança do edifício. Com os melhores cumprimentos, João Marques
Cancelamento da encomenda por parte da Worten
Caros, Em abril de 2025, adquirimos mobiliário para cozinha na Worten na loja do Allegro Sintra, no total doze mil, novecentos e setenta e oito euros e setenta e cinco cêntimos. No final do ano de 2025, fomos informados que a Worten iria fechar a área de projetos de cozinha, no dia 06.01 recebemos um e-mail a informar que Worten tinha devolvido o dinheiro ao Universo StorePay. Desde dessa altura tentamos contactar o Universo StorePay para sermos informados de quando nos seria devolvido o valor já pago, foi nos dito que teríamos de aguardar 10 dias úteis. Infelizmente, o Universo StorePay não consegue dar mais informações por telefone, por email já foram apresentadas reclamações e estas também sem qualquer resposta até agora. O que devemos fazer?
burla
ALERTA PÚBLICO — ESQUEMA INTERNACIONAL DE FRAUDE FINANCEIRA (Portugal, Espanha, França, Luxemburgo, Lituânia, Reino Unido) Este alerta foi preparado para ajudar outras vítimas a reconhecer o mesmo tipo de fraude. ⚠️ Resumo do Esquema Trata-se de uma fraude internacional altamente organizada, envolvendo: transferência de dinheiro para IBANs de Espanha, França, Luxemburgo e Lituânia uso de emails falsos a imitar bancos e entidades reguladoras criação de documentos falsificados (CSSF, Sinosure, Blockchain.com, advogados, seguros de transação) manipulação emocional prolongada (“pig butch”) pressão psicológica ameaças de impostos, taxas, congelamentos, verificações AML pedidos de pagamento recorrentes, sempre “urgentes” O objetivo é esgotar financeiramente a vítima ao longo de meses. 🧩 Como os criminosos contactam e manipulam a vítima Criam uma relação de confiança prolongada (dias ou meses). Enviam acessos falsos a plataformas de criptomoedas. Mostram “lucros falsos” para incentivar novos depósitos. Criam documentos credíveis mas falsos: seguros internacionais garantias de bancos cartas de reguladores instruções de pagamento Obter cada vez mais dinheiro através de novas “taxas”, “seguros”, “verificações”, “auditorias”, etc. No final, desaparecem. Este padrão já se repete em dezenas de países. 📧 EMAILS FRAUDULENTOS ENVOLVIDOS Estes emails NÃO pertencem às entidades reais que dizem representar: info@wise.online (fraude — NÃO pertence à WISE) report@wise.com (imitado — usado para validar a fraude) legal@regulationoffice.info (entidade falsa) megan@refundblockchain.org (falso “departamento de reembolsos”) peter.cast@fr-limited.com (falso advogado) support@refund-blockchain.com insurance@sinosure-llc.com (falso) Se recebeu emails destes domínios, pare imediatamente. 🏦 IBANs E BANCOS ENVOLVIDOS NA FRAUDE (LISTA COMPLETA — útil para deteção automática por bancos e para outras vítimas) 🇱🇺 LUXEMBURGO — BANKING CIRCLE SA LU234080000058990846 🇪🇸 ESPANHA Bankinter / CaixaBank / LaCaixa / BKBKESMMXXX ES39 0128 0787 7401 0005 4153 — INCK INTEGRAL S.L ES76 2100 3300 2122 0014 8685 — AKRI COMMERCE S.L 🇫🇷 FRANÇA FR76 3003 8303 0000 0389 6405 527 — HB HYGIENE (via Finom Payments) FR76 3003 8303 0000 0598 4748 210 — AFCC OCCITANNIE 🇱🇹 LITUÂNIA — SATCHLEPAY UAB LT05 3930 0220 2104 4832 32 LT05 3930 0220 2104 48XX Beneficiários usados: Quantitic Metal Limited Storage & Clean Group Xprastice Clean Group Todos estes IBANs foram usados para lavagem internacional de capitais obtidos por fraude. 📑 Documentos Falsificados usados pelos criminosos Os suspeitos fabricam documentos com aspeto profissional: CSSF (Luxemburgo) — FAKE Sinosure LLC Insurance — FAKE Blockchain LTD Luxembourg — FAKE, empresa inexistente desde 2021 Transfer Tax Forms Letters of Guarantee Reimbursement Certificates Insurance Activation Forms Nenhuma destas instituições enviou ou reconhece estes documentos. 🧠 Sinais de Alerta para Reconhecer a Fraude Se ocorrer qualquer um destes pontos, é muito provável que seja burla: Pedem pagamentos sucessivos para “desbloquear” fundos Dizem que “tem de pagar até hoje / até amanhã” Mencionam auditorias AML, impostos, taxas de seguro Pedem transferências internacionais para IBANs de empresas desconhecidas Dizem que só poderá recuperar o dinheiro “após mais uma taxa” Enviam documentos com brasões e selos falsos Ninguém permite chamadas de vídeo Plataformas mostram “lucros” impossíveis Dizem para não falar com banco/família/polícia 🛑 Se está atualmente numa situação semelhante: Pare imediatamente todos os pagamentos. Contacte o seu banco e peça bloqueio urgente e alerta AML. Guarde todas as provas: emails, IBANs, chamadas, PDFs. Denuncie à Polícia Judiciária (Portugal): https://queixaselectronicas.pj.pt Denuncie aos reguladores dos países envolvidos.
Descumprimento de trabalho
Venho através desta inforda minha grande indignação cotra a empresa administradora de condomínio liderdominio lda. com a forma com a qual está me tratando. Tenho um problema no meu recuperador de calor que no qual eu e minha esposa estamos sempre há ligar para pedir que os mesmos envia uma pessoa responsável para ir solucionar o problema, já perdi a conta de quantas ligações eu fiz e quantas promessas forá dada dizendo que resolveria o problema, infelizmente agora nem minhas ligações me atende , tão pouco retorna a mesma , me sinto refém desta empresa, pois nem uma outra empresa pode fazer este tipo de serviço, tendo em vista que para fazer o serviço tem que acionar o morador do apartamento de cima
Reembolso do meu dinheiro
Investi na Onencore 3350€, 450 através de Nib 1900 € por multibanco 800€ NIB e 200 por NIB. Geraram lucros de 10000€ sensivelmente, mas só o lucro de 7386,86 reembolsáveis. Tenho provas documentais emails. Sempre que pedi o reembolso alegaram sempre um problema ou o NIB ou era a conta bancária ou era exigir ter uma carteira de cripto para fazer a transferência. No portal fiz diversos pedidos levantamento do capital. Através de email respondiam que iria ser contatada por um representante da onencore. Assim fizeram passado muito tempo e começou os problemas acima descritos . Gostava de receber o meu capital que tanta falta me faz mas esta plataforma que pensei ser honesta revelou-se igualzinha a muitas outras que andam a burlar meia Europa. Melhores cumprimentos Maria Cruz Anexarei os documentos quando solicitados excedem os 3MB
Desvalorização do Estado de Saúde
Entidade reclamada: Instituto da Segurança Social, I.P. Serviço: Junta Médica / Verificação de Incapacidade para o Trabalho Local: Sede Segurança Social de Setúbal Data: 21/01/2026 No dia 21 de Janeiro do presente ano de 2026, fui submetido a uma segunda junta médica para verificação de incapacidade temporária para o trabalho, no âmbito do meu processo na Segurança Social. Sou portador de Tiroidite de Hashimoto com sintomas agravados, depressão crónica e insónias, condições clinicamente documentadas, sendo acompanhado por médico psiquiatra, com relatórios médicos, análises, medicação e restantes comprovativos entregues no dia da junta. Durante o atendimento, senti que os médicos presentes desvalorizaram e menosprezaram a minha condição física e mental, ignorando a documentação clínica apresentada e o parecer do médico assistente. O tratamento foi feito como se eu não apresentasse qualquer limitação, apesar de me encontrar inapto para exercer a minha atividade profissional (cozinheiro), que é de elevado nível de stress, incompatível com o meu estado de saúde atual. Após a verificação, foi ainda anulado o meu subsídio por Situação de Incapacidade Temporária para o Trabalho, decisão que considero injusta, desproporcionada e tomada sem a devida consideração do meu quadro clínico real. Esta situação causou-me grande impacto emocional e agravamento do meu estado de saúde, sentindo-me desrespeitado enquanto utente do Serviço Nacional de Segurança Social.
Dívida não exigível
Exmos. Senhores, A minha esposa, M. N., tem vindo desde julho de 2024 a ser contatada por esta empresa com a alegação da existência de uma dívida infundada para com a Medicare datada de 2021. A minha esposa contatou telefonicamente a Medicare a saber dos seus planos de saúde, em data que não pode precisar mas antes de 2018. Foi-lhe enviado um cartão, mas o mesmo nunca foi utilizado e por indicação da Medicare foi destruído, pois não existiu interesse na contratualização do seguro, não se tendo verificado da sua parte qualquer confirmação por escrito relativamente à adesão ao serviço, não existindo assim qualquer vinculação conforme legalmente se encontra previsto e não relevando para o caso a receção do cartão para além de não ter sido utilizado. Por email já foi transmitido à Indebt o não reconhecimento desta divida e também foi contatada a Medicare que confirmou que o assunto estava encerrado e que não desse importância às comunicações recebidas. Assim, solicita-se que a alegada dívida seja considerada sem efeito, bem como a cessação de todos e quaisquer contactos futuros relacionados com este assunto. Atentamente J. S. (associado da DECO) em nome de M. N.
Serviços Digitais a Melhorar
Exmºs Senhores Acabo de regressar a casa após uma tentativa falhada de actualização dos meus dados de identificação como V. cliente com uma conta Aforro. Convencido de que estava a agir bem, muni-me da cópia impressa do meu extracto de conta aforro de 1 deste mês, onde constam a minha morada, o nº da minha conta de aforro, o nº. do meu BI/CC e o NIB da minha conta bancária. Quando me chamaram exibi o dito extracto e o meu CC e quando esperava que a funcionária dos CTT cá da terra me dissesse que estava tudo bem ela pediu-me a comprovação de que sou aposentado. Como tenho a "app" da CGA mostrei-lhe o cartão, mas isso não servia porque era necessário imprimir o cartão para que ela o digitalizasse a fim de vo-lo enviar electronicamente. E como o site da CGA só permite a impressão, não me foi possível partilhar aquela informação. Ainda tentei usar a "app" Gov.pt, mas, como não a uso todos os dias, não me lembrei da minha chave móvel digital e também por aí se goraram os meus intentos. Ora bem, sendo que estamos no âmbito de aplicações directamente dependentes do Governo (e quase que exclusivamente do Ministério das Finanças), por que não estabelecer (como acontece com as Conservatórias e Notários) um mecanismo automático de identificação? Por exemplo: eu não necessito de mostrar o meu cartão de antigo combatente para usufruir dos benefícios que lhe estão associados porque esse cartão de identificação está já registado no SNS. Se o meu cartão de identificação de aposentado da CGA também constar no IGCP poupa-se imenso trabalho e tem-se máxima eficiência. Com os meus melhores cumprimentos Francisco Silva
Cancelamento da adesao
No dia, 17/01/2026, fui abordado por dois colaborador da UNIBANCO, e com o intuito de ajudar a ganhar uma comissão e como seria apenas preencher um formulário de requerimento de informação acerca do cartão de crédito UNIBANCO, que podia depois cancelar qualquer contacto com a instituição, assim o fiz. Percebi que pretendiam todos os meus dados, solicitaram o IBAN, o cartão de cidadão e outras informações pessoais. Percebi posteriormente, através de um e-mail enviado pelo Unibanco, que usaram a minha assinatura do cartão de cidadão para assinar digitalmente a documentação/contrato sem o meu consentimento. Não me foram apresentados quaisquer documentos ou quaisquer cópias dos documentos assinados, uma vez que, não assinei nada e nem me foram apresentados documentos de normas e regulamentações do cartão/conta nesse momento, de forma a os poder consultar para verificar as condições e tomar uma decisão final referente ao cartão/conta da UNIBANCO. Violaram a ficha de informação normalizada como demonstra na página 14 do contrato, assinalaram que me foi previamente entregue a ficha de informação normalizada, o qual é mentira. Além disso, foi ainda fotografado o meu cartão de cidadão sem me solicitarem qualquer tipo de consentimento e segundo o artigo 5°, nº2, que regula o cartão de cidadão, é interdita a reprodução do cartão de cidadão por qualquer meio sem o consentimento do titular, o que torna este ato ilegal. Solicito que dentro dos 14 dias estipulados na Carta de Aceitação/Banco de Portugal, que cancelem o contrato e que não seja dada continuidade a este processo, pois não dei qualquer consentimento para tal e tenho livre direito de o revogar num prazo de 14 dias após receção do contrato. Não autorizo que seja realizada qualquer tipo de crédito/débito direto da minha conta bancária para a UNIBANCO ou da UNIBANCO para a minha conta bancária. O representante aldrabou informações pessoais como situação laboral e outras informações que este considerou irrelevantes para o processo, além de que a informação fornecida por este não foi clara omitindo informações essenciais para proveito próprio. Existe também um adiantamento de numerário a crédito de 250€, o qual não dei qualquer tipo de consentimento, nem a informação me foi dada pelo representante que isso fosse acontecer, uma vez que este mencionou que, nada aconteceria sem que a minha autorização fosse dada posteriormente ao recebimento da restante informação que ficou de me ser entregue, e sem nunca ter mencionado que estaria a criar um cartão de crédito naquele momento e que o meu cartão de cidadão estaria a ser usado para assinar documentos, documentos estes que não me foram apresentados nem devidamente esclarecidos. Solicito o encerramento definitivo da minha conta e a cessação de qualquer tipo de vínculo com a UNIBANCO. Ao abrigo do Regulamento Geral sobre a Proteção de Dados (RGPD), assistem-me os direitos de eliminação dos meus dados pessoais (art.º 17.º) e de oposição ao seu tratamento (art.º 21.º). O não cumprimento destes pedidos constitui uma violação das obrigações legais em matéria de proteção de dados. Desta forma, peço o cancelamento total e imediato de qualquer conta ou relação contratual existente em meu nome com a UNIBANCO, bem como a eliminação integral dos meus dados pessoais de todas as bases de dados e sistemas da vossa instituição. Solicito igualmente que me seja enviada confirmação escrita por e-mail/carta, de que o referido cancelamento da conta/contrato/débito/crédito e a eliminação de dados foram devidamente efetuados, em conformidade com a legislação aplicável.
Precisa de ajuda?
Pode falar com um jurista. Para obter ajuda personalizada, contacte o serviço de informação
