Reclamações públicas

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D. B.
14/04/2026

Troca de produto

Excelentíssimos senhores, no passado dia 3, fiz uma compra de dois equipamentos (relógios smartwatch Samsung) na Worten de Oeiras. Por desconhecimento meu e falta de esclarecimento e informação da parte do colaborador da loja sobre as características técnicas, eventuais incompatibilidades e, política de devoluções da loja, acabei por levar os equipamentos que não correspondiam ás minhas expectativas (os relógios só funcionam na sua plenitude se ligados ao telemóvel da mesma marca, Samsung). Só em casa, ao fazer a leitura do QR Code da aplicação presente na caixa percebi, a incompatibilidade com o meu telemóvel (iPhone). No mesmo dia, desloquei-me à Worten para fazer a troca (curiosamente até seria por outro equipamento mais caro), expliquei a situação aos responsáveis de loja que demostrando uma falta de sensatez, recusaram a troca apoiando-se na sua política de devoluções, não lhes permitindo efectivar a troca. Nota: a caixa do relógio estava selada. Era uma troca, não uma devolução. O colaborador que me atendeu no acto da compra, foi irresponsável e negligente pela forma como omitiu informação relevante do equipamento e que o mesmo, não era passível de devolução ou troca.

Em curso

Corrente de distribuição

Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação relativa ao processo de recall da corrente de distribuição da minha viatura Peugeot 308. No passado dia 24 de março de 2026, fui informado da necessidade de substituição da corrente de distribuição ao abrigo de uma ação de recall. Na mesma ocasião, foi-me indicado um prazo estimado de 15 dias para a chegada da peça necessária à intervenção. Contudo, até à presente data, esse prazo já foi largamente ultrapassado, sem que tenha sido efetuado qualquer contacto proativo por parte do concessionário ou da marca, nem apresentada uma nova previsão concreta para a resolução do problema. Importa salientar que me foi recomendado que a viatura fosse imobilizada, o que me coloca numa situação particularmente delicada, uma vez que dependo diariamente do veículo para tarefas essenciais, nomeadamente o transporte de uma criança para a escola. Apesar das várias tentativas de contacto da minha parte para obter esclarecimentos e um prazo definido para a reparação, não obtive qualquer resposta satisfatória. Face ao exposto, solicito: A indicação urgente de uma data concreta para a chegada da peça e realização da reparação;  Esclarecimentos sobre os motivos do incumprimento do prazo inicialmente indicado. Considero esta situação inadmissível, tanto pela falta de cumprimento de prazos como pela ausência de comunicação adequada ao cliente. Agradeço a vossa intervenção no sentido de assegurar uma resolução célere desta situação. Com os melhores cumprimentos, Dayanne Macedo

Resolvida
A. M.
14/04/2026

Impossível realizar devolução

Exmos Senhores, venho por este meio enviar reclamação à cerca de uma encomenda realizada no site Diana Lisboa. Deste modo, realizei a encomenda no dia 10/03/2026, encomenda à qual lhe foi atribuída o número #15251, tendo a mesma sido entregue a 25/03/2026. Um dia depois, ou seja dia 26/03/2026, tendo tido tempo para verificar a encomenda e experimentar o artigo que tinha comprado, neste caso um vestido, decidi entrar em contacto com o email que os próprios apresentam no site como sendo o contacto direto para solicitar a devolução dos artigos: info@dianalisboa.com. Ora, um dia após o envio do pedido de devolução e reembolso da encomenda, recebo um email diretamente do serviço de envio do Gmail (Mail Delivery Subsystem) em como é impossível realizar o envio do meu email. Esta situação aconteceu 3 vezes, isto é, 3 dias seguidos, uma vez que o próprio sistema realiza 3 tentativas de envio do email. Passados os 3 dias, sou notificada em como é realmente impossível realizar o envio do meu email. Deparando-me com esta situação, pensando que poderia haver algum problema com o email indicado no site Diana Lisboa, tentei procurar outro email para o qual pudesse reencaminhar o meu pedido de devolução e ser melhor sucedida em termos de obtenção de resposta. Assim sendo, reencaminhei o meu pedido para o outro contacto mencionado no site Diana Lisboa: dianalisboashop@gmail.com. Efetivamente, obtive resposta em como o meu pedido seria reencaminhado para o departamento de devoluções, mas até agora não obtive qualquer outra resposta ou informação de como proceder à devolução do meu artigo. Em suma, além da falta de resposta e resolução dos pedidos realizados por email, a qualidade da roupa é muito fraca e enganosa, sendo o artigo enviado muito diferente daquilo que é apresentado no site. A estes problemas se junta a devolução e o pagamento do custo de devolução que já foi solicitado a várias pessoas das quais as queixas se apresentam neste portal igualmente. Nota-se que este site se baseia totalmente na falta de qualidade dos artigos e burla que se apresenta no processo de devolução e reembolso, sendo que a indicação de 30 dias para solicitar a devolução e reembolso são um pretexto para este tipo de comportamento, em que a resposta ao pedido não chega dentro desse prazo estipulado e as pessoas se vêem obrigadas a ficar com o artigo que não gostam e sem reaver o dinheiro. Solicito assim ajuda às entidades competentes na resolução deste problema (devolução e reembolso do valor da minha encomenda) e o desmantelamento deste site que continua a atuar e a burlar as pessoas diariamente sem sofrer qualquer tipo de consequências.

Encerrada
A. C.
14/04/2026

Produto defeituoso (sofá-cama)

Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação formal relativamente ao sofá-cama adquirido na empresa Homy Casa a 08-11-2025 e entregue a 21-11-2025 ( Encomenda n.º 149158). O referido produto apresentou defeito grave (quebra) após apenas 2 meses de utilização normal, o que demonstra claramente uma falta de conformidade com o esperado. Realizamos alguns contatos por telefone, até que o suporte ao cliente informou que deveríamos abrir a solicitação por e-mail. Após contacto com a empresa por e-mail a 20-02-2026, foi enviado um técnico para avaliação ( em 24-02-2026), porém até à presente data não foi dada qualquer resposta ou solução ao problema, o que considero inaceitável. De acordo com a legislação em vigor (garantia de bens de consumo), venho por este meio exigir uma resolução imediata da situação, nomeadamente: A substituição do sofá por um novo em perfeitas condições, OU O reembolso total do valor pago Aguardo resposta com carácter de urgência. Com os melhores cumprimentos,

Resolvida Pedido de intervenção à DECO PROteste
A. G.
13/04/2026

Deficientes serviços de manutenção

SITUAÇÃO: Tenho um Hyundai Santa Fé PHEV, BS-28-TF, uma viatura de topo de gama, adquirida na Caetano Lisboa, com menos de 1 ano. A viatura é bonita e apelativa (na minha opinião), espaçosa, com bastantes ajudas à condução e confortável. No entanto, estou profundamente arrependido de a ter comprado. Primeiro porque, embora seja um 4x4 não pode sequer sair do alcatrão para estradas de terra (onde qualquer outra viatura 4x2 normalíssima anda), especialmente se estiver de chuva, sem que se acendam no painel todos os avisos existentes, vermelhos, laranjas e outros. Explicação da oficina: os sensores podem ficar obstruídos pela sujidade! Segundo, e principalmente, porque a assistência da Caetano Lisboa é péssima, mesmo inaceitável e inqualificável. Senão vejamos: • Dia 20Fevereiro – Fiz uma curta paragem no Porto e quando reiniciei a marcha o ecrã do sistema de info-entretenimento apresentava-se totalmente preto e nunca mais voltou a funcionar desde então; • Dia 23Fevereiro – Como estava em viagem, dirigi-me ao concessionário da Hyundai em Braga, M. Costas. Após cerca de 2 horas, informaram-me que não tinham conseguido reparar a viatura e que, muito possivelmente, teria de levar um ecrã novo; • Dia 26Fev – Enviei um email ao concessionário Caetano em Lisboa (onde a viatura foi comprada) a informar da situação e a solicitar a marcação de assistência, urgente, a partir de 09Março, data do meu regresso de viagem; • Dia 09Mar (quase duas semanas depois) – Nunca recebi resposta ao meu email, nem sequer a acusar recepção. Assim, resolvi telefonar para o concessionário a expor a situação e pedir assistência urgente ao veículo. Apesar da urgência da situação só me foi marcada a assistência para dia 16Março. • Dia 16Março – Inexplicavelmente, a viatura ficou um dia inteiro nas oficinas da Caetano em Lisboa (resido a cerca de 140Km) para chegarem exactamente à mesma conclusão que o concessionário de Braga tinha concluído em apenas 2 horas, e sobre a qual a Caetano Lisboa já estava informada documentalmente: tinham de substituir o ecrã, o qual não havia em stock! • Dia 17 de Março - reclamei, no Livro de Reclamações Online à entidade reguladora do sector (ASAE) com conhecimento à Caetano Lisboa. • Dia 01Abril (duas semanas depois) – Recebi, como resposta à minha reclamação, a informação de que a peça (ecrã) tinha sido pedido à fábrica; • Dia 13Abril (mais duas semanas) – Recebi um telefonema da Caetano Lisboa a informar que a peça tinha, finalmente, chegado, mas que só me podiam colocar o novo ecrã em 30Abril… daí a mais de duas semanas. CONCLUSÃO: • O chamado ecrã de info-entretenimento, tal como o nome indica, para além do “entretenimento” contém o som e rigorosamente todas as definições do veículo, ajudas á condução, trocas de utilizador, GPS , avisos de anomalias e outros; • Estou desde 20Fevereiro (e supostamente estarei até 30Abril), a usar a viatura com muitas restrições, ou sejam, mais de 2 meses!; • É um mau pronúncio, que sendo uma viatura de topo de gama com menos de 1 ano, esteja já com problemas tão graves que impeçam o seu uso pleno por tempo tão prolongado; • A Caetano Lisboa, descartou qualquer responsabilidade em toda esta situação, não tendo sequer atendido à urgência do assunto e, por duas vezes consecutivas, relegando-me para a normal lista de espera da oficina; • De nada serviu fazer uma reclamação às entidades competentes;

Encerrada
M. C.
13/04/2026

Recusa na aplicação da política de igualação de preços

A Worten publicita de forma constante que “igualamos o preço”, mas na prática essa política não é cumprida de forma transparente nem consistente. Tentei adquirir a coluna Marshall Willen II (Black & Brass), que se encontra à venda na Worten por 99,99€. O mesmo produto está disponível por cerca de 83€ na Amazon (vendido pela própria Amazon) e, mais relevante ainda, por 82,99€ na Darty, concorrente direta em Portugal. Apesar disso, a Worten recusou igualar o preço, alegando uma possível venda com prejuízo ao abrigo do Decreto-Lei n.º 166/2013. No entanto, não foi apresentada qualquer prova concreta dessa alegação, nem faz sentido quando um concorrente direto pratica um preço inferior no mesmo mercado. Esta situação demonstra que a campanha “igualamos o preço” pode ser enganadora, criando expectativas nos consumidores que depois não são cumpridas, dependendo de critérios pouco claros. Considero esta prática abusiva e lesiva para o consumidor, e solicito esclarecimentos claros sobre os critérios reais desta política, bem como a sua aplicação coerente. Caso contrário, trata-se apenas de uma estratégia de marketing sem correspondência prática.

Encerrada
F. S.
13/04/2026

Reembolso não recebido

Exmos. Senhores, Efetuei uma compra na Sweeek e, no dia 31 de janeiro, solicitei a devolução da encomenda. Apesar de algum atraso na resposta por parte da empresa, a recolha foi efetuada pela transportadora no dia 19 de fevereiro. Desde essa data até ao presente, a situação permanece sem resolução. A transportadora já entrou em contacto comigo por cinco vezes para proceder a uma nova recolha da mesma encomenda, apesar de esta já ter sido recolhida anteriormente. Paralelamente, ainda não recebi qualquer reembolso. Tenho vindo a trocar diversos emails com a empresa, cujo feedback tem sido sempre no sentido de que o caso está a ser analisado. No último contacto, foi-me indicado o seguinte: “Pedimos desculpa por todos os transtornos causados. Demorámos a responder porque estamos a investigar o caso junto da empresa de transportes, uma vez que esta afirma não ter efetuado a recolha e, no nosso sistema, não temos qualquer registo da entrada do produto. Solicitamos-lhe, por favor, um pouco mais de tempo para podermos verificar todas as informações e apresentar-lhe a melhor solução o mais rapidamente possível.” No entanto, já decorreram cerca de dois meses desde a recolha da encomenda, sem qualquer resolução ou reembolso. Importa referir que, nos termos da legislação europeia aplicável (Diretiva dos Direitos dos Consumidores), o reembolso deve ser efetuado no prazo máximo de 14 dias após a devolução do produto. Adicionalmente, já apresentei queixa no Portal da Queixa e tentei recorrer ao Livro de Reclamações online, verificando, porém, que a empresa não se encontra registada nessa plataforma. Em anexo, seguem as várias trocas de emails mantidas com a empresa. Obrigada, Filipa Sousa

Encerrada
G. P.
13/04/2026

Reclamação por falha grave de assistência e ausência de resolução em garantia – televisor Philips

Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação relativa à aquisição de um televisor da marca Philips, com 165 cm, adquirido no dia 26 de abril de 2024, número de série FZ2A2402043707, em nome de Branca Pinho, na loja Fnac. No início do mês de dezembro de 2025, o equipamento passou a apresentar uma anomalia grave, exibindo apenas um ecrã com código de cores ao ser ligado, ficando totalmente inoperacional. No dia 02/12/2025 foi aberto um pedido de assistência junto do apoio técnico da Philips. Contudo, após este contacto inicial, verificaram-se sucessivos atrasos e ausência de resposta eficaz. Voltei a contactar no dia 09/12/2025 e novamente no dia 17/12/2025, sem que tivesse sido apresentada qualquer solução concreta. Posteriormente, foi-me sugerido realizar procedimentos técnicos por minha conta, nomeadamente a instalação de software para tentativa de reparação, o que não resolveu a situação. No dia 30/12/2025, fui informado, após contactar por conta própria, de que o processo seria encaminhado para recolha do equipamento por assistência técnica, tendo o caso sido dado como encerrado nessa fase. A partir desse momento, a situação agravou-se significativamente. Em fevereiro de 2026, fui contactado via WhatsApp por números não identificados, com linguagem pouco profissional, erros evidentes e sem qualquer validação clara de associação à Philips, o que levantou fundadas suspeitas de fraude. Apenas posteriormente, após contacto direto com a marca, me foi confirmado que esses contactos eram legítimos, situação que considero inaceitável e lesiva da confiança do consumidor. Adicionalmente, foram feitas propostas de substituição por modelos diferentes, sem qualquer formalização adequada, mantendo-se uma comunicação inconsistente, confusa e pouco transparente. Até à presente data, 13/04/2026, não foi efetuada qualquer recolha do equipamento. Perante a ausência de resolução, manifestei a intenção de optar por crédito em vez de substituição. No entanto, ao deslocar-me à Fnac, fui informado de que tal não seria possível enquanto o equipamento não fosse recolhido pela Philips, evidenciando uma clara falha de articulação entre as duas entidades. Mais recentemente, no dia 13/04/2026, em novo contacto telefónico com o apoio da Philips, fui alvo de um atendimento inadequado e desrespeitoso. Após solicitar escalonamento para um superior, foi-me proferida a seguinte afirmação: “se não quer desligar, vamos ficar aqui até junho”, o que considero absolutamente inadmissível. Face ao exposto, considero que o produto apresenta falta de conformidade ao abrigo da legislação aplicável, que o prazo de resolução ultrapassou largamente o razoável e que o serviço prestado foi negligente, desorganizado e desrespeitoso para com o consumidor. Assim, solicito a resolução imediata do processo, o reembolso integral ou atribuição de crédito utilizável de forma imediata e, adicionalmente, a devida compensação pelos transtornos causados. A presente situação prolonga-se há mais de quatro meses sem qualquer resolução efetiva, demonstrando uma total ausência de eficiência e respeito pelo cliente. Tanto a Philips como a Fnac evidenciaram uma preocupante falta de coordenação e orientação ao consumidor, comprometendo seriamente a confiança nas referidas entidades. Apresento esta reclamação com o objetivo de obter uma resolução célere, justa e definitiva. Com os melhores cumprimentos, Gustavo Pinho

Encerrada
A. M.
13/04/2026

Burla/falsificação

Exmos. Senhores/Senhoras data 13/04/2026 Estou com 42 artigos falsificados que comprei da Vented. Como eu sei se são falsificados. Coloquei os artigos que comprei na Vented, em outros sites e logo depois tive muitos problemas. Os sites falaram que os artigos não eram autênticos. Eu nem acreditei, que choque!!. Então, comecei colocar os artigos na Vented, já que eu comprei da Vented, mas fiquei muito chocado, a própria Vented falou que os artigos que queria colocar eram falsificados!!! e também fui bloqueado 4 vezes por diferentes artigos. Não tem como ver se o artigo é falsificado, não existe botão artigos falsificados, só tem um botão ( tenho um problema),não sou especialista, os especialistas são a Vented. A Vented diz que não Vented somos muito rigorosos quanto a réplicas e falsificação, então como foi que eu comprei as artigos falsificados?? Ainda tenho os 42 artigos em minha casa e gastei +- 600 euros de artigos réplicas e falsificações da Vented. Tentei contar a minha situação á Vented, mas eles falaram que não podiam fazer nada. Tentei umas 8 vezes contar a minha situação, pois não fizeram nada e também me acusaram de falsificação de artigos, mas os artigos foram comprados da Vented. Ainda tenho todos or artigos em casa, e tenho o histórico das compras da Vented. Preciso a sua ajuda. Obrigado/a

Encerrada

Defeito Veículo

Exmo. Sr. / Exma. Sra., Eu, Josué Monteiro, venho por este meio apresentar uma reclamação formal relativamente à viatura da minha propriedade, identificada pelos seguintes dados: Dados da Viatura: • Marca e Modelo: Peugeot 308 – 208 Active 1.2 VTi 82 CV M5 5P • Matrícula: AN-72-SN • VIN: VR3FPHNSTNY504402 • Data de aquisição: fevereiro de 2022 (viatura nova, 0 km) • Concessionário responsável: Caetano Gamobar Motors, SA – Centro de Sintra Desde a aquisição da viatura, a mesma tem sido submetida a todas as revisões periódicas obrigatórias na rede oficial da marca, demonstrando a minha total conformidade com as condições de garantia exigidas. Cronologia das anomalias e intervenções relevantes: 1. Anomalia na câmara de estacionamento e sistema de radar (2023 — resolvida): A viatura apresentou uma falha no sistema de câmara de estacionamento e radar dianteiro, tendo sido sujeita a intervenção de substituição e calibração, conforme Ordem de Serviço XOJ/2702/2023. Embora a situação tenha ficado resolvida, importa salientar que, durante esse período, a viatura esteve imobilizada por várias semanas, sem que a marca disponibilizasse qualquer veículo de substituição. Este padrão de recusa sistemática de viatura de substituição repetiria em todas as ocorrências subsequentes. 2. Consumo excessivo de óleo — primeira ocorrência (agosto/setembro de 2024): A revisão periódica foi efetuada a 19 de agosto de 2024 (81.641 km — OS XOJ/1804/2024). Apenas cerca de um mês após essa revisão, a 30 de setembro de 2024, e com aproximadamente 85.226 km, acendeu-se a luz de aviso de falta de óleo. O veículo foi imediatamente levado à oficina, onde foi diagnosticado consumo excessivo de óleo, tendo sido aplicada a TSB B1BW013Y00. O cliente foi informado de que deveria regressar ao fim de 1.000 km para controlo, dado que a viatura havia necessitado de reposição de 1 litro de óleo. 3. Controlo de óleo aos 1.000 km — anomalia persistente (dezembro de 2024): A 6 de dezembro de 2024 (90.002 km — OS XOJ/2753/2024), o veículo regressou à oficina para o controlo de óleo acordado, mantendo-se o diagnóstico de consumo excessivo. A 20 de dezembro de 2024 (91.093 km — OS XOJ/2881/2024), realizou-se novo controlo, sem resolução do problema. 4. Nova ocorrência de consumo excessivo de óleo com aviso de falta de óleo (janeiro de 2026): A 27 de janeiro de 2026 (94.787 km — OS XOJ/202/2025), o veículo acionou novamente o aviso de falta de óleo, confirmando que a anomalia nunca havia sido corrigida. A 11 de fevereiro de 2026 (95.866 km — OS XOJ/317/2025), realizou-se o 2.º controlo dos 1.000 km, com o mesmo diagnóstico de consumo excessivo persistente. Uma vez mais, o veículo ficou várias semanas imobilizado, sem qualquer solução e sem viatura de substituição disponibilizada pela marca. 5. Revisão anual de 2025 (abril de 2025): A revisão anual realizada a 16 de abril de 2025 (100.490 km — OS XOJ/866/2025-2) incluiu, entre outros trabalhos, a substituição da correia de distribuição, filtro de pólen, correia dos acessórios, escova de para-brisas e kit correia, com um custo total de 944,53 €. Saliente-se que esta revisão foi realizada na rede oficial, mantendo todas as condições de garantia. 6. Imobilização prolongada do veículo desde 3 de março de 2026 — situação atual: A 3 de março de 2026, com 113.819 km (OS XOJ/484/2026-1), o veículo foi novamente entregue na oficina com aviso de consumo excessivo de óleo (luz de pressão do óleo acesa). Desde essa data — há mais de cinco semanas — o veículo permanece imobilizado na oficina, sem qualquer resolução nem prazo comunicado. A marca recusou, uma vez mais, disponibilizar viatura de substituição, alegando indisponibilidade. Enviei três (3) e-mails à oficina a solicitar informação sobre o estado da reparação, sem que tenha obtido qualquer resposta. Durante todo este tempo, continuo a suportar a mensalidade do financiamento do veículo, sem poder dele usufruir, o que constitui um prejuízo financeiro direto e continuado. Fundamentos da presente reclamação: Face ao exposto, considero que o veículo apresenta um defeito grave de fabrico que se mantém por resolver há mais de ano e meio, nomeadamente o consumo excessivo e anómalo de óleo, não obstante as múltiplas intervenções efetuadas pelos serviços técnicos da marca. Esta anomalia manifesta-se de forma recorrente, com acionamento repetido do aviso de falta de óleo, e nunca foi objeto de solução definitiva. Acresce que, ao longo de todo este período, fui obrigado a deslocar-me inúmeras vezes à oficina, ficando sem viatura durante semanas seguidas, sem que a marca alguma vez disponibilizasse um veículo de substituição. Neste momento, encontro-me sem carro desde 3 de março de 2026, continuando a suportar a mensalidade do financiamento do veículo — sem qualquer contrapartida —, o que representa um prejuízo financeiro real, direto e continuado. Invoco os direitos que me assistem ao abrigo do Decreto-Lei n.º 67/2003, de 8 de abril (com as alterações introduzidas pelo Decreto-Lei n.º 84/2008, de 21 de maio), relativo às garantias na venda de bens de consumo, bem como da Diretiva (UE) 2019/771, transposta para a ordem jurídica portuguesa, que consagra o direito do consumidor à reparação ou substituição do bem, à redução do preço ou à resolução do contrato, em caso de falta de conformidade. Acresce que a ausência reiterada de disponibilização de viatura de substituição, em situações de imobilização prolongada por causas imputáveis a defeitos do veículo, consubstancia um incumprimento dos deveres de assistência a que a marca se encontra vinculada. Solicito, em consequência: 1. Resolução urgente e definitiva do defeito de consumo excessivo de óleo que afeta o veículo desde setembro de 2024, com comunicação escrita do diagnóstico técnico completo e das medidas adotadas; 2. Disponibilização imediata de viatura de substituição enquanto o meu veículo se encontrar imobilizado para reparação, dada a recusa sistemática e reiterada que tem sido oposta pela marca em todas as ocorrências anteriores; 3. Resposta escrita, clara e fundamentada, sobre o diagnóstico atual, o plano de reparação e o prazo estimado para a devolução da viatura; 4. Em alternativa, e caso não seja possível resolver as anomalias em prazo razoável, a substituição da viatura por outra em condições adequadas, ou a resolução do contrato de compra e venda com reembolso do valor pago; 5. Ressarcimento dos prejuízos financeiros sofridos, nomeadamente as mensalidades do financiamento pagas durante os períodos em que o veículo esteve imobilizado na oficina por defeito, sem possibilidade de utilização, bem como quaisquer outras despesas decorrentes da imobilização prolongada. Aguardo resposta no prazo máximo de 10 (dez) dias úteis a contar da receção da presente comunicação, findo o qual me reservo o direito de apresentar queixa junto da DECO – Associação Portuguesa para a Defesa do Consumidor, do Centro de Arbitragem de Conflitos de Consumo e demais entidades competentes, bem como de acionar os meios judiciais adequados. Com os melhores cumprimentos, Josué Monteiro Proprietário da viatura AN-72-SN Lisboa, 13 de abril de 2026

Encerrada

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