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Ultima Tentativa Diferente tomada de Posição. AC-03-FX
ÚLTIMA NOTIFICAÇÃO - Pedido de Indemnização Viatura AC-08-FX - Prazo limite: Segunda-feira Exmos. Senhores, A vossa última comunicação, que nada acrescenta nem resolve, apenas confirma a vossa estratégia de evitar assumir a responsabilidade pelos danos causados. Não aceito essa postura como resposta. Face ao exposto e ao meu pedido de indemnização anteriormente detalhado, esta é a minha posição final: Reitero a exigência da compensação pelos 70 dias de privação de uso, danos emergentes e danos morais, conforme fundamentado legalmente. Dou um prazo limite até à próxima segunda-feira, dia 6 de julho de 2026, para que a Volvo Portugal apresente uma solução concreta e satisfatória para o pagamento dos valores em causa. Findo este prazo, dou como esgotada qualquer tentativa de resolução amigável. Informo que a petição para o processo de ressarcimento nos Julgados de Paz já se encontra em preparação, onde será peticionado não apenas o valor dos danos, mas também a condenação nas custas processuais e juros de mora. Não haverá mais trocas de e-mails sobre esta matéria após o prazo estabelecido. A próxima comunicação que receberem será através das entidades judiciais competentes. Aguardo uma posição final, clara e definitiva até à data indicada.
Recusa de reembolso de artigo devolvido
Exmos. Senhores, Apresento esta reclamação contra a SHEIN por recusa do reembolso de um artigo que foi efetivamente devolvido. Efetuei uma devolução de vários artigos da mesma encomenda, tendo apenas sido recusado o reembolso de um artigo. A SHEIN informa que esse artigo não foi recebido nem verificado no armazém, apesar de eu o ter devolvido juntamente com os restantes artigos. Contactei o apoio ao cliente por diversas vezes e solicitei que o caso fosse revisto e investigado. No entanto, limitaram-se a informar que não podem proceder ao reembolso, sem resolver a situação. Considero que não posso ser prejudicada por um eventual erro interno da empresa na receção ou verificação da devolução. Solicito a intervenção da DECO para que este caso seja analisado e para que a SHEIN proceda ao reembolso do valor em falta.
Entrega equipamento com defeitos e atraso na devolução do valor
Encomendei uma máquina de lavar loiça Bolero Aguazero 6210 Dark D, que recebi a 03/06/2026. No dia 06/06/2026, quando a ia instalar, ao desempacotar reparei que a parte superior da máquina vinha solta. Ao verificar a tampa, constatei que tinha vários encaixes partidos e descolados, além disso, a porta apresentava alguns riscos. Enviei um email para a Cecotec com fotografias e no dia 08/06 entrei em contacto telefónico. Disseram-me que iriam recolher o equipamento danificado e enviar um novo até ao final dessa semana. Fiquei com um número de caso atribuído. Continuei a ligar regularmente para saber a evolução do processo, mas sem qualquer desenvolvimento. Só no dia 18/06, depois de voltar a ligar para o apoio ao cliente, informaram-me que afinal não havia stock e que iriam proceder à devolução do valor pago e à recolha do equipamento. Desde então, tenho contactado quase todos os dias e a resposta é sempre a mesma: que abrem uma reclamação para o departamento responsável, prometendo resposta em 48 horas. O problema mantém-se por resolver. Nunca é a Cecotec a contactar-me, sou sempre eu a procurar saber o que se passa, e a resposta repete-se sempre. É frustrante ter recebido um produto danificado, ter reclamado dentro do prazo legal de 14 dias, nunca ter conseguido usar o equipamento e ficar sem dinheiro, sem produto e sem qualquer previsão de resolução. Não devia ser assim tão complicado ou demorado pedir a recolha e a devolução do valor pago.
Produto defeituoso com reparação malsucedida
Exmos. Senhores, Comprei 2 ar condicionados portáteis KUNFT de Worten 22/06/2025. Funcionaram durante todo o verão passado. Este verão, um dos AC's não está funcionar com erro P1 depois uma hora do ar frio. Liguei Worten Resolve 09/06/2026. Arranjaram um técnico que veio 15/06/2026. O meu marido estava em casa para receber o técnico mas ele não fala bem português. O técnico diz que esta máquina só pode funcionar com o tubo para esvaziar a água de parte desumidificador (que nos não usamos). O meu marido diz que não, outra máquina funciona completamente perfeito sem este tubo mas o técnico diz que é assim. Diz que esta resolvido. Quando chegou a casa, liguei e depois de uma hora, erro P1. Liguei o técnico e a empresa NAIPE D'IDEIAS mas ninguém atendeu. Próximo dia, liguei mais uma vez, a senhora no telefone diz que a problema está resolvido. Está máquina temos que esvaziar a água cada hora. Claro não pode ser assim, para eu acordar cada hora durante a noite para fazer isso. A água está encher nos dois partes, desumidificador e ar condicionado. A senhora do NAIPE D'IDEIAS diz que eu tenho que abrir novo processo come Worten. Liguei Worten, 16/06/2026 mas ninguém atendeu e eles voltarem a ligar dia 17/06/2026. Eles dizem a mesma coisa, para abrir novo processo, e dizia que eu tenho que esperar mais 4 dias úteis para o técnico entrar em contato comigo. Até dia 23/06/2026, ninguém entram em contato pois liguei mais uma vez. Worten diz que o processo está fechado mas não recebi nada informações sobre isso. Voltei abrir um novo processo dia 23/06/2026 e tenho que esperar MAIS 4 dias úteis desde desta dia. Até agora, não tive nenhum contacto desta empresa. Foi ao Worten segunda-feira 28/06/2026. Eles ponham MUITO URGENTE e temos que esperar. Voltei ontem e a mesma coisa. Agora coloquei o ar condicionado portátil em cima da secretária da minha filha, com um tubo a sair tanto do desumidificador como do ar condicionado para esvaziar a água para um caixote do lixo bem grande. Isto não é aceitável. Eu não era obrigado por lei a aceitar a segunda reparação e agora dizem que o prazo de 30 dias começa a 23/06/2026. Deveriam substituir a máquina, que comprámos precisamente para o tempo quente, que obviamente está a fazer agora. De acordo com o Artigo 15.º do Decreto-Lei n.º 84/2021, uma vez que a primeira tentativa de reparação falhou e o defeito persiste, eu não sou obrigado a aceitar uma segunda assistência técnica ou um novo processo. Além disso, ter de esvaziar a água manualmente a cada hora constitui um grave inconveniente para o consumidor. Por lei, exijo a substituição imediata por um aparelho novo ou a resolução do contrato com o reembolso do meu dinheiro. Escrevi no Livro de Reclamações da loja ontem, anexo prova. Também tenho videos a gravar a máquina durante uma hora para mostrar o erro. Cumprimentos. Liam David Gould
Tela do televisor vazado 30 minutos levamos de volta não trocaram
Boa noite, Comprei um televisor no dia 01/07/2026 na loja Rádio Popular em Mafra. Na loja, até testaram o aparelho, mas tiveram alguma dificuldade em voltar a colocá-lo na caixa. O vendedor ajudou-nos a pôr o televisor no carro. Viemos para casa, que fica a cerca de 300 metros da loja, sempre com muito cuidado, porque sabemos o valor de um televisor de 58 polegadas da marca HISENSE. Chegámos a casa, abrimos e instalámos o televisor. Assim que ligámos, deparámo-nos com um problema: o ecrã apresentava um vazamento. Voltámos imediatamente à loja, cerca de 30 minutos depois da compra, para resolver a situação. No entanto, disseram-nos que, como não fizemos seguro, não podiam ajudar nem trocar o equipamento. A caixa estava totalmente fechada, com esferovite e papel cartão e sem qualquer dano externo. O televisor não tinha qualquer amassado ou sinal de queda, apenas o problema no ecrã logo ao ligar. Sinto que a qualidade do aparelho deixou muito a desejar e a loja não demonstrou preocupação ou interesse em ajudar-nos. Já realizámos várias compras nesta loja, como, por exemplo, uma máquina de lavar loiça, que também tivemos de ir buscar porque, pela entrega, nunca mais nos traziam o equipamento. Sinto-me indignada com a falta de apoio ao cliente nesta situação e peço, por favor, que nos ajudem a encontrar uma solução.
Atendimento incorreto e recusa de devolução imediata de produto avariado
Gostaria de apresentar uma reclamação relativa ao Rúben Maia, que trabalha na Worten Maia Shopping. Ele atendeu-me mais do que uma vez e, sempre que o fazia, encaminhava-me para outra pessoa noutro departamento, para evitar o trabalho. Mas da última vez foi completamente indelicado e inventou regras que não existem na política da Worten. Tinha comprado um produto vendido pela Worten, recebi-o a 30 de junho e voltei à loja no dia seguinte, 1 de julho, para o devolver. Ele alegou que eu tinha de o mostrar ao Worten Resolve para provar que não estava a funcionar; fui ao Resolve, esperei muito tempo para ser atendida e, depois, o responsável verificou e confirmou que o produto estava avariado. No entanto, o Rúben Maia insistiu que eu tinha de sair naquele momento e voltar dentro de 48 horas, porque essas eram as regras da política de devoluções da Worten. Curiosamente, três dias antes disso ter acontecido, também tinha uma televisão avariada que devolvi à mesma loja e outros funcionários simpáticos ajudaram-me imediatamente e aceitaram o meu produto naquele mesmo momento. Não tive de esperar 48 horas por este chamado procedimento de devolução da Worten. Quando lhe disse isso, ele respondeu que era impossível que tal tivesse acontecido. Pedi-lhe que me mostrasse a regra das 48 horas tal como constava em qualquer documento; ele não a conseguiu encontrar e limitou-se a tornar-se ainda mais agressivo, insistindo que estava certo e que eu, enquanto cliente, não tinha o direito de devolver um produto naquele momento. Foi completamente indelicado comigo e não conhece os direitos dos clientes no que diz respeito à política de devoluções. É uma daquelas pessoas que evita sempre o trabalho, cria atrasos e complica os processos para os clientes. É por causa dele que, muito provavelmente, não voltarei a utilizar a Worten, enquanto todos os outros funcionários daquela loja são tão simpáticos, prestáveis e compreensivos.
Carro partido dentro da Mercedes
No dia 1 de julho de 2026, após contacto efetuado por correio eletrónico, a Mercedes Car Class informou que a viatura poderia ser levantada a partir das 15h00. Desloquei-me às instalações da oficina por volta das 17h00. Antes mesmo de entrar na receção, observei a viatura estacionada no exterior e constatei, de imediato, que o para-brisas apresentava uma rachadura de dimensão significativa, dano esse que não existia quando o veículo foi entregue. Entrei então na oficina e fui atendido pelo consultor Rafael, que me explicou os trabalhos efetuados relativamente ao sistema de ar-condicionado. De seguida, questionei-o sobre a origem da rachadura existente no para-brisas. O consultor afirmou desconhecer qualquer ocorrência relacionada com esse dano e contactou imediatamente o gerente da oficina, Sr. Paulo Loureiro. Após observar o veículo, o Sr. Paulo Loureiro afirmou estar surpreendido com a situação e declarou não saber como o dano teria ocorrido. Expliquei-lhe que a viatura havia sido entregue sem qualquer rachadura no vidro dianteiro e perguntei de que forma a Mercedes Car Classe pretendia resolver o problema. Em resposta, o Sr. Paulo Loureiro afirmou que, na sua opinião, o dano não seria da responsabilidade da oficina, alegando que poderia existir anteriormente uma pequena lasca (“pica”) no vidro e que, devido às temperaturas elevadas registadas nesse dia — cerca de 36 °C — essa alegada lasca teria evoluído naturalmente para uma rachadura. Acrescentou ainda que o funcionamento do ar-condicionado, ao projetar ar frio sobre um vidro aquecido, poderia ter provocado um choque térmico responsável pela fissura. No entanto, reconheceu igualmente que essa alegada lasca não foi identificada nem registada na inspeção realizada no momento da receção da viatura, apesar de o próprio ter conduzido o veículo antes da sua entrada na oficina. A primeira solução apresentada pelo Sr. Paulo Loureiro consistiu em sugerir que eu acionasse o meu seguro automóvel para substituir o para-brisas, comprometendo-se a Mercedes Car Class a suportar o valor da franquia. Recusei essa proposta por entender que a viatura se encontrava sob a guarda e responsabilidade da Mercedes Car Classe desde o momento da sua entrega, não sendo aceitável que um dano ocorrido nesse período fosse resolvido através do meu seguro. O Sr. Paulo Loureiro insistiu nessa solução, chegando mesmo a afirmar que, caso fosse necessário, pagaria pessoalmente a franquia do seguro. Mais uma vez recusei, por considerar que essa solução não salvaguardava os meus direitos nem reconhecia a responsabilidade da oficina pelos danos ocorridos. Após cerca de duas horas de conversa, o Sr. Paulo Loureiro fotografou o número de série do para-brisas e informou que iria contactar a direção da empresa. Cerca de vinte a trinta minutos depois regressou com uma nova proposta. Informou-me de que não existia disponível um para-brisas original Mercedes para a minha viatura e propôs a instalação de um vidro de qualidade equivalente, mas não original, com um custo aproximado de 600 €. Segundo essa proposta, a Mercedes Car Class suportaria 300 € do custo da substituição, ficando eu responsável pelo pagamento dos restantes 300 €. Recusei igualmente essa proposta, por considerar que a viatura deveria ser devolvida nas mesmas condições em que foi entregue e que qualquer dano ocorrido durante a permanência na oficina deveria ser integralmente assumido pela Mercedes Car Classe. O Sr. Paulo Loureiro recusou formalizar essa proposta por correio eletrónico, limitando-se a escrever a mesma, à mão, numa folha de papel, que assinou. Solicitei ainda cópia da documentação de receção da viatura, nomeadamente da ficha de inspeção efetuada no momento da entrega, documento no qual, segundo o procedimento habitual da oficina, são assinalados os danos pré-existentes da viatura e registadas fotografias que comprovam o seu estado no momento da receção. O Sr. Paulo Loureiro recusou igualmente facultar-me essa documentação, não me entregando qualquer cópia da ficha de receção nem das fotografias eventualmente recolhidas. Esta recusa assume especial relevância, uma vez que a Mercedes Car Class fundamentou a sua posição na alegada existência de uma lasca (“pica”) prévia no para-brisas, quando esse alegado dano nunca me foi demonstrado, não consta de qualquer documento que me tenha sido apresentado e o próprio Sr. Paulo Loureiro reconheceu que não podia confirmar a sua existência no momento da receção da viatura. Quanto à proposta de pagamento da franquia do meu seguro, essa nunca foi colocada por escrito, tendo sido apenas comunicada verbalmente. Perante a ausência de qualquer solução satisfatória, procedi apenas ao pagamento da reparação do sistema de ar-condicionado, levantei a viatura no estado em que me foi entregue e registei em vídeo a existência da rachadura no para-brisas e o estado geral do veículo no momento da entrega. Não aceitei nenhuma das propostas apresentadas pela Mercedes Car Classe Assim, é um facto que: A viatura foi entregue nas instalações da Mercedes Car Classe sem qualquer rachadura no para-brisas. O veículo permaneceu sob a guarda, vigilância e responsabilidade exclusiva da oficina durante todo o período da reparação. A viatura foi devolvida apresentando uma rachadura significativa no para-brisas. A oficina não consegue indicar quando, como ou em que circunstâncias ocorreu o dano. A alegada existência de uma lasca prévia nunca foi registada na ficha de receção da viatura nem comprovada por qualquer documento ou fotografia. Apesar disso, a Mercedes Car Classe recusou assumir integralmente os custos da reposição do veículo no estado em que lhe foi confiado. Considero, por isso, que a Mercedes Car Classe incumpriu o dever de guarda e conservação da viatura enquanto esta se encontrava à sua responsabilidade, motivo pelo qual pretendo ser integralmente ressarcido dos prejuízos sofridos, incluindo a substituição do para-brisas por um componente de qualidade equivalente ao originalmente instalado, sem qualquer encargo para mim.
Montagem com defeito
Boa Tarde, fiz uma reclamação na linha da worten ao qual já é a segunda vez que dizem para aguardar o contato e uma delas tive mais de 1 hora ao tele ate hoje nem devolvem nem resolvem o problema. Foi comprado um aparelho de exaustor e pago a montagem com a wortem, o mesmo foi realizado e pago, o tecnico que montou voltou para vir buscar as ferramentas 3 dias depois e fez um teste ao qual verificou que havia problema com o aparelho não chupava o ar, ligámos para a worten e funcionou tudo bem com o fornecedor que me fez chegar um novo e nem sequer levantou o anterior, mas entretanto e este é o problema, desde ai os contactos com a worten para a montagem do exaustor dá em nada, dizem que vão resolver vao falar com o tecnico e ja passou mais de 1 mes , tenho um exaustor montado mas com defeito e uma caixa no hall de entrada e a worten nao resolve nada. Agradeço a resolução e montagem do novo aparelho
Artigo vendido cancelado
Venho apresentar uma reclamação contra a Vinted devido à forma como foi gerido um litígio relativo a uma venda realizada na plataforma. O comprador apresentou uma reclamação alegando que o artigo recebido tinha um tamanho diferente do anunciado. Em resposta, forneci à Vinted várias provas que demonstravam claramente que o artigo enviado correspondia exatamente ao tamanho indicado no anúncio, incluindo fotografias da etiqueta do fabricante e do próprio artigo. Apesar das provas apresentadas, a Vinted decidiu a favor do comprador e aprovou a reclamação. Solicitei diversas revisões da decisão e pedi esclarecimentos sobre quais os elementos que demonstravam que o artigo não correspondia ao anúncio. No entanto, nunca me foi apresentada qualquer prova objetiva que contrariasse a documentação que forneci. Posteriormente, a plataforma informou-me de que deveria solicitar a devolução do artigo dentro de um determinado prazo. O processo terminou com o cancelamento da transação, o reembolso integral do comprador e a permanência do artigo na posse deste. Como consequência desta decisão, fiquei simultaneamente sem o artigo vendido e sem o valor da venda, sofrendo um prejuízo económico total. Considero particularmente grave o facto de a reclamação se basear num alegado tamanho incorreto, quando apresentei provas suficientes de que o tamanho anunciado estava correto. Entendo que a atuação da Vinted foi desproporcional e carece de fundamentação adequada, uma vez que nunca foi demonstrado que o artigo enviado era diferente do anunciado, nem me foi apresentada uma justificação clara para uma decisão que resultou na perda simultânea do bem e do respetivo valor. Solicito a intervenção da DECO Proteste para analisar esta situação e auxiliar na defesa dos meus direitos enquanto utilizador da plataforma. Disponibilizo toda a documentação relevante, incluindo o anúncio original, fotografias do artigo e da etiqueta, mensagens trocadas com o comprador e todas as comunicações da Vinted relativas ao processo.
Recusa de aplicação do Direito de Rejeição (Decreto-Lei n.º 84/2021).
Exmos. Senhores, Descrição: Adquiri o produto no dia 22/06/2026 (Fatura n.º20260575602/012484). O artigo manifestou uma avaria logo após a primeira utilização. Estando dentro do prazo legal de 30 dias após a compra, desloquei-me à loja Leroy Merlin das Caldas da Rainha no dia 30/06/2026 para exercer o meu "Direito de Rejeição" previsto no Artigo 15.º do DL n.º 84/2021, exigindo a substituição imediata ou o reembolso. A loja recusou e pretende forçar o envio para reparação contra a minha vontade, o que viola frontalmente a legislação de defesa do consumidor em vigor. Exijo a resolução imediata do contrato através do reembolso do valor pago. Cumprimentos.
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