Reclamações públicas

Consulte todas as queixas publicadas na plataforma Reclamar e encontre solução para um problema semelhante, relacionado com produtos e serviços. Saiba mais
J. P.
04/06/2026

Multa Estacionamento

Boa tarde, Hoje, dia 4 de junho de 2026, feriado do Corpo de Deus, às 13:48, estacionei na zona da Praia da Torre (Oeiras) e, como tem sido habitual, utilizei a aplicação Oeiras Move para efetuar o pagamento do estacionamento. O estacionamento foi ativado, dando como hora de início as 9:00 do dia 5 de junho e final as 11:00 do dia 5 de junho (2 horas grátis por ser morador em Oeiras), pelo que assumi, que hoje não se pagava estacionamento. Neste momento ainda não cancelei o estacionamento, pelo que, sexta-feira de manhã podem confirmar a hora de início e de final. Quando cheguei ao carro, por volta das 18:30, tinha uma multa passada às 14:34, pelo fiscal nº176 (Elvis Moreno) com o nº da denúncia 50741/2026 com a indicação "Estacionou em zona de estacionamento de duração limitada, sem efetuar o respetivo pagamento. Liguei para o nº de telefone 215 990 000, e a pessoa que atendeu sugeriu que efetuasse a reclamação por escrito. De seguida, dirigi-me à instalação da Oeiras Move na Praia da Torre e indicaram-me que houve mais ocorrências semelhantes, pois a aplicação Oeiras Move tem um erro e assume que o estacionamento de hoje (talvez por ser feriado) é grátis. Dado eu ter efetuado as diligências necessárias e suficientes para efetuar o devido pagamento (envio print screen da aplicação na hora de início e de final), entendo que a) não me deve ser imputada a responsabilidade e muito menos a multa b) este erro da aplicação deve ser corrigido com urgência de forma a evitar que mais situações semelhantes voltem a ocorrer Fica a aguardar a confirmação do cancelamento da multa e a resolução rápida do erro do software.

Em curso
J. A.
04/06/2026
Quarto com Requinte Unipessoal lda

Encomenda mobiliario incompleta

Exmos, Senhores Venho por este meio reclamar encomenda de mobiliario quarto foi entregue incompleta pela firma "Quarto com Requinte Unipessoal, lda com morada Povoa de Varzim. No dia 13 de fevereiro 2026 efetuei uma compra com o Sr. Sergio Oliveira, mobiliario de quarto que incluia 1 cama; 1 comoda;1 camiseiro; 2 mesinhas cabeceira e 1 espelho redondo, cujo custo total combinado foi de 1.700,00€ e dei de sinal no mesmo dia 850,00€. No dia 28 de fevereiro 2026 vieram fazer a entrega e montagem do moveis na minha residencia, quando a montagem estava a ficar pronta foi informado que não trouxeram o camiseiro porque não estava pronto mas que ia ser entregue durante a semana seguinte. Esta informação foi dada pelo Sr Sergio que no mesmo telefonema solicitou o pagamento do restante valor ( 850,00€) em que eu acabei por efetuar ao confiar nas palavras que entregava sem falta na semana seguinte. Acontece que passou varias semanas e o camiseiro não foi entregue de varios telefones e mensagens chegamos ao acordo de me devolver os 300€ que era o valor do camiseiro, que chegou ao ponto de agora não me atente o telefone o loja fisica encontra-se encerrada. Eu quero que ele me entregue o camiseiro ou me devolva os 300€. Os melhores cumprimento. Jorge Alves

Em curso
M. L.
04/06/2026

Troca e/ou devolução não aceite

Foi efectuada uma encomenda no dia 2 de junho de 2026 e relizado o paamento do valor total do mesmo. No dia seguinte o produto chegou (apoio de braço pediátrico) mas o tamanho não era adequado e não foi apresentada nenhuma solução adequada à criança. Recusaram-se a devolver o dinheiro ou a dar um vale para gastar noutra altura. Foram compradas umas sandálias no dobro do valor, mas chegando a casa apercebi-me de que as mesmas tinham aspecto de usadas e que não eram suficientemente confortáveis. Dirigi-me à loja para trocar, mas a troca e/ou a devolução foi recusada. Não apresentaram qualquer alternativa.

Em curso

Tablet com defeito

Venho por este meio solicitar ajuda na resolução de um problema com um tablet adquirido no Auchan no dia 01-06-2026 e ter oferecido o mesmo a minha filha no dia 03-06-2026 o tablet está sempre a se desligar sozinho e não consegue fazer uso do mesmo, dirigi me ao Auchan hoje 04-06-2026 e expôs o problema os mesmos dizem me que não trocam nem fazem devolução o tablet está a funcionar a menos de 24h e o problema persiste, comprei o mesmo pois preciso para ela puder trabalhar e agora não me resolvem o problema sendo que eu não tenho culpa o tablet foi comprado a 3 dias e só ontem e que foi aberto sempre foi usado com película com capa não têm nada de estragado, agradecia que me ajudassem a resolver este problema pois faz falta para trabalhar.

Em curso
E. O.
04/06/2026

RECLAMAÇÃO PINGO DOCE

Reclamar por obrigarem as pessoas a comprar charcutaria, sem a cortar na hora, obrigando a adquirir em embalagem de plástico a vulgar "covette". Quando exigem ao consumidor que pague os sacos plásticos... Apelo a todos que se neguem a comprar desta forma! Porque: Incoerência Ambiental: Sublinhe a contradição entre a política de redução de plástico descartável (como a cobrança de sacos e eliminação de utensílios de plástico de utilização única) e a imposição de embalagens plásticas na charcutaria. Combate ao Desperdício Alimentar: Ao não cortarem na hora a quantidade exata que o cliente pede, as superfícies comerciais estão a fomentar o desperdício, obrigando à compra de porções estandardizadas. Direito à Escolha e Informação: O consumidor tem o direito de escolher o modo de apresentação do produto, especialmente quando o serviço de corte sempre fez parte da especificidade daquela secção.

Em curso
H. D.
04/06/2026
Car Judge

Cobrança de serviço não prestado

Fiz um pedido ao serviço CarJudge de informação sobre um veículo: https://carjudge.com Foi-me pedido um pagamento único de 2.90 eur, o que fiz com o meu cartão visa DECO Unicre. Recebi imediatamente o relatório, que estava bastante incompleto. Passados alguns dias, aparece um movimento no meu cartão visa de 29.95 eur, para o mesmo serviço CarJudge. Em momento algum dei mais dados que o meu nº cartão de crédito, não subscrevi nenhum serviço, nem me registei no site. Por isso mesmo, não recebi por forma alguma mais informação para além do relatório já referido. Esta empresa está a tentar cobrar um serviço NÃO subscrito. Não tenho nenhum número de cliente nem qq relação comercial com esta empresa. Apenas indiquei o meu número de cartão de crédito e agora estou a ser cobrado indevidamente.

Em curso
D. D.
04/06/2026

Sofá com defeitos graves que impedem a segurança do artigo!

Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar reclamação por sofá com defeitos graves de fabrico e falta de conformidade. Os defeitos foram comunicados e a reparação foi recusada por mim desde o primeiro dia útil após a entrega. A empresa foi pedindo fotografias, vídeos e outros elementos de prova (elementos esses que foram enviados via email), mas manteve a insistência na reparação/visita técnica, apesar da minha recusa desde o início e da reclamação formalizada no Livro de Reclamações em 14/05. Trata-se de um sofá que não apresenta condições de segurança, tendo ocorrido incidentes com crianças, pelo que a situação é especialmente grave. Solicito a devolução do valor pago. Com os melhores cumprimentos, Dina Domingues

Em curso

Reclamação Formal contra Drive On Holidays – Cobrança abusiva de dano em para-brisas e recusa de apr

Exmo.(a) Sr.(a) Jurista da DECO PROteste, O meu nome é Maria Albuquerque, sou vossa associada com as quotas totalmente em dia, e venho por este meio solicitar a vossa urgente intervenção jurídica e mediação num litígio grave com a empresa Drive On Holidays - Comércio e Aluguer de Veículos Lda. Fui cliente cumpridora e regular desta operadora durante dois anos e meio. Contudo, no momento da entrega da viatura (Renault Clio, matrícula 01-RB-12), foi-me imputado o valor desproporcional e abusivo de 593,78 € devido a uma micro-picada provocada por uma pedra no para-brisas. Por necessitar de reaver os meus restantes fundos, o pagamento foi efetuado sob protesto. Contestei imediatamente a situação por via eletrónica, uma vez que o dano é perfeitamente reparável por injeção de resina (cujo valor médio de mercado ronda os 60 €). Adicionalmente, o vidro instalado na viatura nem sequer correspondia ao original da marca do construtor. Em resposta, a gerência da empresa afirmou por escrito que o valor cobrado correspondia ao "efetivamente gasto pela empresa para a reparação/substituição do vidro danificado", comprometendo-se a enviar a respetiva fatura emitida pela entidade responsável. Contudo, o documento que me foi enviado (Processo O_17-4945220220) NÃO constitui uma fatura fiscal. Trata-se unicamente de um documento de circulação interna, intitulado "Ordem de Reparação e Recondicionamento", extraído do software informático OKI3360, onde consta apenas a menção "Tabela de Danos". Instada repetidamente a apresentar a fatura fiscal real e o respetivo recibo de quitação da oficina externa com a matrícula do carro, a empresa recusou-se categoricamente a fazê-lo. Invocou um infundado "segredo confidencial" para ocultar o custo real da intervenção e declarou o processo encerrado de forma estritamente unilateral. Existe, por isso, uma forte e legítima suspeita de que a viatura em causa não foi submetida a qualquer substituição de vidro, continuando a circular com o mesmo dano (configurando uma prática de dupla cobrança comercialmente abusiva e evasão às regras de transparência fiscal). Como associada da DECO, exijo que o vosso departamento jurídico tome conta do processo para: Exigir junto da Drive On Holidays a apresentação imediata da fatura fiscal legal que comprove o custo real alegadamente suportado; Na ausência do documento fiscal legítimo, exigir o estorno imediato e integral do valor cobrado em excesso; Encaminhar esta denúncia de recusa de emissão de fatura e falta de transparência às entidades reguladoras competentes, nomeadamente a ASAE e a Autoridade Tributária. Agradeço antecipadamente a vossa atenção e aguardo as vossas instruções jurídicas para o envio de toda a documentação de suporte que tenho em meu poder. Melhores cumprimentos, Maria Albuquerque

Em curso
M. R.
04/06/2026
Hotel Pestana D.Joao II Alvor

Falhas graves no Hotel Pestana D JoaoII no Alvor

Este Hotel não tem qualidade e praticam preços absolutamente exorbitantes. Em Maio2026 fiz uma reserva e deparei-me com várias falhas indamissiveis para um Hotel como este que cobra mais de 200 euros por noite, com quartos de 14m2. Levei o tempo a reclamar e nem pude descansar. vou colocar por tópicos. 1- queriam cobrar um valor mais elevado na estadia logo no check-in afirmando que se tratava de um "donativo"- Dá para imaginar??? claro que recusei! Já me tinham tentado cobrar no bar 5 euros de gorjeta. um escândalo! 2- os lençóis estavam manchados de sangue. pedimos imediatamente mudança dos mesmos. 3- o ar condicionado não funcionava 4- depois fazia um ruído horrível que nem se conseguia descansar. 5- o telefone não funcionava completamente avariado e nada fizeram. 6- a varanda estava com um pedaço da parede partida e o parapeito de madeira está degradassímio. sem manutenção alguma. uma vergonha para um hotel que se diz de 4 estrelas mas que oferece um serviço de duas. Reclamei junto do director, que nada fez. E nem sequer se dignou a reembolsar -me pelo facto de eu não ter fetiomais nada se não reclamar o tempo todo.

Em curso

Reclamação de consumo: Hotel Solar do Requeijo

Venho solicitar o vosso apoio na resolução de um litígio de consumo com o estabelecimento abaixo designado, que até à data não respondeu à minha reclamação. Hotel Solar do Requeijo Lugar de Requeijo, Giela, Arcos de Valdevez NIF 508 269 822 Na estadia de 9 para 10 de maio de 2026 (reserva n.º 304/HSR), pela qual paguei 163,00 €, o quarto foi entregue sem a devida limpeza e preparação: ausência de gel de banho, roupa interior de um hóspede anterior e a presença de um inseto (escolopendra) na casa de banho. Verifiquei ainda que a casa de banho inundava durante o duche. Reportei as falhas no checkout; a receção não foi verificar o quarto e o hotel comprometeu-se a resolver a reclamação no prazo legal. Apresentei reclamação no Livro de Reclamações (ref. 32492029, em 10/5/2026) e, decorridos os 15 dias úteis, não obtive qualquer resposta. Recusei um voucher que me foi proposto, por preferir a restituição do valor pago. Solicito orientação e, se possível, apoio na mediação do conflito, pretendendo a restituição dos 163,00 € e uma compensação pelos transtornos. Informo que apresentei também o caso ao CIMAAL (centro de arbitragem competente), à ASAE e ao Turismo de Portugal. Disponho de vídeo, fotografia, fatura e cópia da reclamação, que envio a pedido. Agradeço a vossa ajuda.

Em curso

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