Reclamações públicas

Consulte todas as queixas publicadas na plataforma Reclamar e encontre solução para um problema semelhante, relacionado com produtos e serviços. Saiba mais
P. F.
19/10/2026
Stand Toti Motors - Barcelinhos

Burla na venda da viatura

Exmo.(s) Senhor(es), Venho por este meio apresentar uma reclamação formal, com caráter de máxima urgência, contra o Stand Toti Motors (Barcelos) e o seu responsável, o Sr. Rodolfo Figueiredo, por crimes de burla, falsificação de documentos, ocultação dolosa de defeitos graves com risco para a segurança rodoviária e quebra integral de contrato. A gravidade dos factos estende-se ao longo da seguinte cronologia: 1. Procura e Garantias Iniciais: Encontrando-me à procura de uma viatura o mais económica possível (a GPL), localizei online um anúncio de um Dacia Sandero no Stand Toti Motors. O Sr. Rodolfo Figueiredo garantiu-me verbalmente que o carro se encontrava em ótimo estado e com poucos quilómetros. Face a isto, avancei com o financiamento intermediado pelo próprio stand. 2. Promessas de Revisão e Entrega: O vendedor comprometeu-se a entregar a viatura na minha morada com revisão feita, pintura nova, 4 pneus novos, bateria nova, discos e pastilhas de travão novos. Assegurou-me ainda a inclusão de um contrato de garantia de 24 meses com a empresa IWS. 3. Primeiras Fraudes Contratuais: Antes da entrega, foi-me enviada a foto do contrato com a matrícula errada (desvalorizada pelo vendedor por mensagem). Aquando da entrega formal (12 de janeiro de 2025), o veículo apresentava mais de 90.000 km, apesar de o contrato estipular expressamente 88.000 km, constituindo uma clara falsificação de dados. 4. Defeitos Ocultos Graves e Negligência: Logo nas primeiras utilizações detetei problemas graves que colocaram a minha segurança em risco: • Ruído intenso no habitáculo por falta oculta dos forros interiores das portas, o que fazia com que acumulasse uma quantidade massiva de água no interior das mesmas. O vendedor admitiu que o carro era usado pela sua própria esposa, provando que conhecia e ocultou este defeito estrutural grave. • Discos de travão totalmente gastos (que o vendedor falsamente alegou ter trocado). • Bateria inadequada para o sistema "start & stop" (colocada por ser mais barata), deixando-me apeada várias vezes. • Pneus usados e não novos: Um dos pneus dianteiros rebentou em circulação. Fui informada por especialistas que os pneus eram usados, tinham sido rodados de trás para a frente e, incrivelmente, um deles estava montado ao contrário (a face interna virada para fora), pondo a minha vida em risco. • Luz de avaria no painel cujo erro foi apenas "apagado" na oficina, sem diagnóstico. 1. Danos Patrimoniais e Destruição do Motor: Recentemente, ao dar à chave num parque de estacionamento, a corrente do motor partiu-se, destruindo por completo o motor do veículo. O carro encontra-se totalmente imobilizado. 2. Descoberta de Fraude com a Garantia e Histórico Oculto: Perante o colapso do motor, contactei a empresa de garantia IWS. Para meu absoluto espanto, fui informada de que o Sr. Rodolfo Figueiredo me entregou o livro de garantia, mas NUNCA EFETUOU O PAGAMENTO DA MESMA, deixando-me totalmente desprotegida e sem a cobertura que paguei no financiamento. Adicionalmente, requeri um relatório de histórico independente da viatura, onde descobri que o veículo tem 3 registos em 3 países diferentes, não tem qualquer registo de revisões desde que foi adquirido pelo stand e foi REPROVADO numa inspeção técnica (IPO) em 2024. 3. Constrangimentos Financeiros Incomportáveis: Por motivos de saúde graves, não me foi possível reagir judicialmente mais cedo perante as primeiras mentiras. Neste momento, a viatura imobilizada obriga-me a recorrer a um carro de aluguer que me custa 550 euros por mês. Face aos meus humildes rendimentos e despesas fixas, esta situação tornou-se financeira e psicologicamente insustentável. 4. Recusa de Acordo Amigável e Litígio Judicial: Numa última tentativa de resolução extrajudicial, propus ao Sr. Rodolfo Figueiredo o reembolso do valor já pago pela viatura, acrescido dos custos pelos prejuízos causados, num valor global de 5.000 (cinco mil) euros imediatos. O vendedor recusou colaborar e, adotando uma postura cínica para ganhar tempo, exige-me agora comprovativos de revisões — sabendo perfeitamente que omitiu o histórico fraudulento do veículo e que a responsabilidade legal é inteiramente sua. Face à total ausência de idoneidade e recusa de acordo, não vejo qualquer tentativa de negociação amigável. A manter-se assim, o caso será avançado para as instâncias judiciais competentes. Informo que disponho de um vasto acervo de provas documentais, incluindo o histórico completo de mensagens escritas (SMS e WhatsApp) trocadas com o Sr. Rodolfo Figueiredo, registos fotográficos detalhados de todas as desconformidades e avarias do veículo, bem como múltiplas testemunhas que presenciaram os factos e os constrangimentos causados. Na ação judicial, além do valor total do negócio e dos danos patrimoniais acumulados (incluindo o custo mensal do carro de aluguer de 550€), irei peticionar uma indemnização por danos morais e pelo grave agravamento do meu estado de saúde resultante do stress intolerável a que fui submetida por esta burla. Sem outro assunto. Cordiais cumprimentos, Paula Faria

Em curso
T. P.
19/10/2026

Desonestidade e falta de consideração pelos clientes. Agosto de 2026

A falta de consideração da Odisseias para com os seus clientes é inconcebível. Desde final de Agosto 2026 que estamos a contactar para sermos ressarcidos do valor pago a mais por uma noite de alojamento mais jantar (que não pudemos usufruir porque tinha sido encaminhado para sabe-se lá onde). E assim ficamos. Não se atende o cliente quando o cliente precisa, não se dão respostas claras ao cliente, inventam-se razões para não aceitar a reclamação do cliente, e finalmente corta-se a comunicação com o cliente porque já não têm mais ideias para inventar. E como não gostam de receber mensagens de reclamação o melhor é dizer que não farão novos acompanhamentos por e-mail (mensagem recebida em 15/10/2026) relativamente ao tema. E pronto! Ficamos assim. O cliente fica prejudicado, e eles remetem-se ao silencio. Nunca mais!!! e espero que as restantes pessoas pensem bem onde se vão meter.

Em curso
C. C.
19/10/2026

Conta Bloqueada

Exmos. Senhores, 2026/10/19 Eu como empresário individual na área do comercio e sendo já de longa data cliente do Santander, tendo vários serviços como TPA, empréstimos pessoais entre outros, sempre com contas certas. Estando neste momento com a conta bloqueada desde janeiro 2026, na qual tive que pagar vários meses serviços sem usar e entrou alguns pagamentos de clientes, tendo também um crédito pessoal a decorrer, em que tive que abrir uma conta interna para cumprir os meus compromissos, tendo que todos os meses dar indicação ao banco para fazer o pagamento, dificultando assim fazer esta operação. Não tendo acesso ao saldo da minha conta causou me imensos transtornos, nos pagamentos a fornecedores e a outras despesas mensais, tendo que decorrer a familiares. Referente as transferências recebidas, não sube a razão do pedido destas mesmas pelas pessoas em causa. Tendo contactado por chamadas, sms e WhatApp mas sem resposta das mesmas. Fiz feito uma queixa na GNR. Alguma questão é favor contactar. Cumprimentos.

Em curso
P. F.
19/10/2026
Savills

Elevadores do edifício Green Park — problemas há mais de dois anos

Reclamo da gestão pela Savills dos quatro elevadores do edifício Green Park, na Avenida dos Combatentes, em Lisboa. Há mais de dois anos que os elevadores raramente funcionam todos em condições. As filas de trabalhadores e visitantes das várias empresas ultrapassam os 20 metros, contornam o hall e, por vezes, chegam ao exterior. As indicações de manutenção afixadas são ilegíveis. Trata-se de uma infraestrutura indispensável, cuja manutenção e gestão são manifestamente insuficientes. Após paragens entre andares, há vários meses atrás, há agora estas falhas de serviço. Solicito uma intervenção urgente e duradoura, a reposição de informação legível e uma resposta escrita com prazos concretos de resolução.

Em curso
N. C.
19/10/2026

Reclamação contra Norauto Portugal – Alteração abusiva de regulamento de campanha promocional

Exmos. Senhores da DECO, ​Vem por este meio solicitar a vossa intervenção e apoio no âmbito de um litígio de consumo com a empresa Norauto Portugal, relativo à recusa injustificada da aplicação de uma campanha publicitária e posterior alteração unilateral das condições da mesma. ​1. Descrição dos Factos ​No passado dia 13 de outubro de 2026, desloquei-me à loja física da Norauto Carcavelos com o intuito de adquirir um pneu para scooter (Pneu Scooter PIRELLI ANGEL SCOOTER 120/70 - 14 55P TL, Ref. Norauto: 2166074) e acionar a promoção em vigor "Reembolsamos 10× a Diferença em pneus" (válida de 1 a 31 de outubro de 2026). ​Na loja, a aplicação da promoção foi-me recusada verbalmente com o argumento informal de que a campanha não abrangia pneus de motociclos/scooters. ​Na mesma data, consultei o regulamento oficial publicado no site da Norauto, onde a regra estabelecia textualmente: ​"Reembolsamos 10x a diferença se encontrar um pneu novo e com a mesma dimensão comparável com o nosso mais barato, noutra loja!" À data da deslocação e do meu pedido, não existia no regulamento público qualquer exclusão ou restrição relativa a pneus de motociclos/scooters. ​Apresentei prova do preço do mesmo pneu num concorrente (Autodoc: 55,49 € vs. Norauto: 58,28 €), cabendo a aplicação de um desconto direto de 27,90 € (2,79\ € \times 10), perfazendo o valor final de 30,38 €. ​Em face da recusa na loja, remeti uma exposição formal por e-mail para o Serviço de Apoio ao Cliente da Norauto, anexando os comprovativos de preço e o printscreen do regulamento em vigor à data dos factos. ​2. Resposta da Norauto e Alteração Posterior do Regulamento ​No dia 19 de outubro de 2026, recebi a resposta do Apoio ao Cliente da Norauto a indeferir o meu pedido, alegando que a campanha "não é válida em pneus de moto", anexando uma imagem do regulamento do site. ​Ao verificar o site oficial da Norauto após a receção da resposta, constatei que as condições da campanha foram alteradas à posteridade (após a minha reclamação) para passar a incluir explicitamente a exclusão de pneus de moto. ​3. Fundamentação Legal / Violação dos Direitos do Consumidor ​Considero que a conduta da Norauto configura: ​Prática Comercial Enganosa (Dec.-Lei n.º 57/2008, de 26 de março): Ao publicitar uma condição geral sem restrições de categoria de veículo e recusar a sua aplicação no ato de compra. ​Alteração Unilateral e A posteriori de Regulamento Promocional: A alteração das regras de uma campanha em curso não pode ter efeitos retroativos para privar o consumidor de um direito adquirido ao abrigo do regulamento publicitado e em vigor na data em que solicitou a compra. ​4. Pedido ​Face ao exposto, solicito o apoio da DECO no sentido de intervir junto da Norauto Portugal para que seja garantida a aplicação do desconto publicitado à data dos factos (13/10/2026), autorizando a aquisição do pneu em causa pelo valor final recalculado de 30,38 €. ​Junto em anexo: ​Cópia do e-mail enviado à Norauto no dia 13/10/2026 e respetivos anexos (comprovativo de preços e regulamento original). ​Cópia da resposta da Norauto enviada a 19/10/2026. ​Imagem comprovativa das alterações introduzidas posteriormente no site da Norauto. ​Com os melhores cumprimentos, Nuno Candeias

Encerrada

Dinheiro retido

Quero apresentar queixa,pois fui burlada por um site que utilisa a imagem de Amazon. Inscrevi me para fazer artesanato em casa para ganhar um dinheiro extra,pois os fins de mês são complicados. Depois de varias trocas de mensagens fui convidada a entrar numa plataforma para dar gostos em certos produtos. No inicio pagaram logo,mas depois vem a minha burrice. Começaram a pedir dinheiro por transferência com retornos com lucro. Chegou uma altura que tinha que ser feito em 2 artigos mas não referiram que era o mesmo. Acabei por perder muito dinheiro, porque no momento de levantar inventaram mil e uma desculpas para que não consiga recuperar o meu dinheiro. Aliás pedem mais. Estou furiosa contra mim mesma. Quero o meu dinheiro de volta.

Em curso
N. B.
19/10/2026

Cobrança de serviços e componentes não autorizados

No dia 14/10/2026 efetuei uma reserva online para a realização de uma Revisão Intermédia com filtro de óleo na loja Norauto Rio Tinto, agendada para o dia 17/10/2026 às 14h00, pelo valor promocional de 84,50€, com pagamento na loja. Esta reserva encontra-se devidamente confirmada pela Norauto. No dia 17/10/2026 apresentei-me na oficina para entregar a viatura. Durante o processo de receção foi-me solicitado que rubricasse um documento eletrónico, tendo questionado a colaboradora sobre o conteúdo do mesmo, uma vez que apenas tinha acesso ao campo de assinatura. Foi-me informado que a assinatura servia apenas para formalizar a entrega da chave da viatura. Confiando nessa informação, procedi à assinatura. Poucos minutos depois recebi por email a Ordem de Reparação n.º 1313 com um valor total previsto de 203,46€, muito superior ao valor da reserva efetuada. Ao verificar o documento constatei que incluía diversos serviços e componentes adicionais que nunca solicitei nem autorizei previamente, nomeadamente montagem de filtro de ar, montagem de filtro de habitáculo, opção ecorevisão gasolina, opção ecorevisão gasóleo, filtro de habitáculo e filtro de ar. Face a esta situação, regressei imediatamente à loja para solicitar esclarecimentos. Foi-me comunicado que a informação constante da ordem de reparação era meramente para efeitos de reserva dos filtors e que não deveria preocupar-me, pois esses custos não seriam considerados na faturação final. Posteriormente fui contactado telefonicamente durante a intervenção e foi-me proposta a realização de uma descarbonização do motor e a substituição do líquido de refrigeração. Questionei expressamente qual seria o valor total a pagar e, com base na informação transmitida, autorizei apenas estes serviços adicionais. Contudo, no momento do pagamento final, verifiquei que continuavam a ser cobrados componentes que nunca solicitei nem autorizei, nomeadamente o filtro de habitáculo e o filtro de ar, sob o argumento de que constavam da ordem de reparação previamente assinada. Recordo que essa assinatura foi obtida sem que me tivesse sido facultada a consulta do documento e após me ter sido transmitido que se destinava apenas à entrega da viatura. Além disso, quando questionei o conteúdo da ordem de reparação, fui informado de que se tratava de um erro e que tais custos não seriam aplicados. Considero esta situação extremamente grave e lesiva dos direitos do consumidor. Um cliente não pode ser induzido a assinar um documento sem conhecimento efetivo do seu conteúdo e posteriormente ser responsabilizado por serviços ou materiais que nunca solicitou nem autorizou de forma esclarecida. Adicionalmente, solicitei a aplicação do desconto 5% associado à meu cartão Endenred tendo sido informado de que o mesmo já estaria refletido na fatura. Contudo, após análise dos valores cobrados, fiquei com sérias dúvidas quanto à efetiva aplicação desse desconto, motivo pelo qual solicito igualmente a verificação desta situação. Solicito a análise desta reclamação, o esclarecimento formal dos factos descritos, a revisão dos valores cobrados indevidamente e a adoção de medidas para evitar que situações semelhantes voltem a ocorrer com outros clientes. A perda de confiança resultante deste episódio é total, pelo que considero o atendimento e os procedimentos adotados pela Norauto Rio Tinto manifestamente inadequados e contrários aos princípios de transparência e boa-fé que devem pautar a relação com os consumidores.

Em curso
P. L.
19/10/2026

Pedido deu erro mas pagamento foi aceite

No dia 17/09 fiz um pedido na glovo na wells, o pedido deu erro nao foi registado, contudo pagamento mbway foi aceite e pago e descontado na minha conta de imediato, nao houve devolução, como deveria ter aconteciso de imediato.fiz pedido segunda vez e esse sim pedido foi registado, pago e entregue.ha mais de 1 mes que peço o meu dinheiro cobrado indevidamente 57,33 eur e estao sempre a responder o mesmo, que o valor está cativo pelo banco, quando ja foi confirmado varias vezes e enviei comprovativos de tal...e nao ha meio de resolverem situação ha mais de 1 mes.

Em curso
L. B.
18/10/2026

Não reembolsada

Fiz uma compra, umas botas, de cerca de 32€, não eram de todo do meu agrado, então decidi devolver e não fui reembolsada! enviei alguns pedidos de ajuda e de atualização e não recebi! é incrível como uma loja consegue ter tantas críticas e 0 elogios

Em curso
C. A.
18/10/2026

Cobrança de €20,91 pelo serviço Via Verde e ausência de resposta

Venho apresentar uma reclamação contra a OK Mobility pela cobrança de €20,91 pelo serviço Via Verde e pela forma como fui tratado no momento do levantamento da viatura. No dia 3 de outubro, levantei a viatura reservada através da Booking, por aproximadamente €38. No balcão, informei que não pretendia utilizar a Via Verde, mas o funcionário afirmou que “é lei em Portugal, ou paga ou não consegue levantar a viatura”. Senti-me desrespeitado e coagido a pagar, pois a alternativa apresentada era ficar sem a viatura que já tinha reservado. Foi-me sugerido que contactasse a Booking, tendo o funcionário referido que me poderia facultar o contacto naquele momento. Informei que entraria em contacto posteriormente e acabei por pagar os €20,91 para conseguir levantar o veículo. No dia 4 de outubro, apresentei uma reclamação diretamente à OK Mobility, tendo recebido a confirmação de registo com o número de processo 1387088. Apesar disso, não obtive resposta. No dia 17 de outubro, aquando da entrega da viatura, foi-me simplesmente comunicado que não teria direito a reembolso, sem que a situação tivesse sido devidamente esclarecida. Entretanto, contactei a Booking e recebi do respetivo atendimento informação sobre as condições da reserva, que junto em anexo, bem como os comprovativos da comunicação. Junto também a confirmação da reclamação apresentada à OK Mobility. Verifiquei ainda que existem relatos no Portal da Queixa de clientes que afirmam ter obtido o reembolso após reclamarem, inclusive perante dificuldades de comunicação com a empresa. Considero inaceitável que uma cobrança adicional, superior a metade do preço inicial do aluguer, não estivesse claramente indicada no meu voucher e me fosse imposta no balcão sob a condição de não poder levantar a viatura caso não pagasse. Solicito a análise desta situação e o reembolso dos €20,91, bem como o esclarecimento sobre a falta de resposta à minha reclamação e a ausência de informação transparente antes da contratação. Pretendo que esta situação seja devidamente analisada, não apenas pelo valor cobrado, mas também pela forma como o cliente foi colocado perante uma decisão sem alternativa real. Com os melhores cumprimentos.

Em curso

Precisa de ajuda?

Pode falar com um jurista. Para obter ajuda personalizada, contacte o serviço de informação

Contacte-nos

Os nossos juristas estão disponíveis nos dias úteis, das 9h às 18h.