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Abuso de pessoa idosa - venda abusiva
Apresento uma reclamação formal relativamente às práticas comerciais adotadas pela empresa Audição Activa das lojas de Faro e Moscavide, envolvendo os meus pais, nomeadamente o meu pai, que já não se encontra totalmente capaz de avaliar situações de marketing agressivo, sendo, por isso, facilmente influenciável. No dia 31/08/2024, o meu pai deslocou-se à loja de Faro, uma vez que a minha mãe tinha perdido um dos aparelhos auditivos. Como ainda possuía um aparelho antigo, pretendeu adaptá-lo, por considerar que a minha mãe perdia frequentemente estes dispositivos. Foi-lhe indicado que a reparação teria um custo de 300€, valor com o qual concordou. No entanto, sem que se apercebesse, foi celebrado um novo contrato de crédito no valor de 2.995€, relativo a um aparelho novo, quando o meu pai acreditava estar apenas a autorizar a reparação do aparelho antigo pelo valor inicialmente indicado. Posteriormente, em 08/02/2025, o meu pai deslocou-se à loja de Moscavide, por considerar que estava a pagar um valor excessivo e não compreender o motivo. O especialista que o atendeu confirmou que, de facto, os encargos eram elevados e informou que iria ajudar, referindo, porém, que a minha mãe teria de utilizar um aparelho num ouvido onde não tem audição, sendo que este não pode receber qualquer aparelho segundo indicação do médico otorrinolaringologista. Foi-lhe então proposta uma “consolidação dos créditos”, ficando a pagar uma única prestação mensal de 84€, situação que, mais uma vez, não lhe foi devidamente esclarecida, tendo resultado na manutenção de três créditos ativos associados à Audição Activa. Isto é, tinha um crédito, queixou-se de um segundo feito por abuso e acrescentaram um terceiro. De um passou a três, num total de 211 euros mensais atualmente. Entretanto, por motivos de saúde, a minha mãe foi internada num lar de idosos, cujos encargos mensais são de 1.300€, sendo a sua reforma apenas suficiente para cobrir esse valor. Ao ser efetuado o débito mensal do lar, o pagamento foi recusado por falta de fundos, situação que me levou a analisar os movimentos bancários e a identificar os três créditos em causa. Considero que o meu pai foi vítima de práticas abusivas e falta de transparência contratual, com aproveitamento da sua condição de maior vulnerabilidade. Solicitei à empresa, assim, a análise urgente desta situação e a resolução dos contratos indevidamente celebrados. O meu pedido não recebeu resposta favorável. A empresa declinou a responsabilidade.
Danos por picos de potência
Exmos. Senhores, Venho por este meio solicitar, ajuda para o seguinte caso: Em 29 de Julho de 2025, o PT que me fornece electrici-dade, ardeu e provocou uma descarga, que estima pró-ximo dos 400V. Em minha casa danificaram-se a maq. roupa, maq. do café, exaustor, automatismo do prtão, video porteiro, micro ondas, 2 TV, microinversores dos paineis solares, entre outros. Participei à E-REDES, que me indicou que eu deveria so-correr-me de um técnico para verificar o que estava da-nificado e fosse passível de reparação. Após esta fase, enviaram um técnico, para verificação dos mesmos. Mais tarde propuseram-me o pagamento dos avari-ados e reparados (automat. portão, video portº e maq. café) e o pagamento dos totalmente avariados em cerca de 800 euros, tendo recusado este último, pois só a maq. roupa custa mais 400 euros, e declinaram resposabilidade na reparação dos paineis solares, ale-gando que se cumprissem as normas da Dir.G.Energia e Geologia -IEC 60664-1 e IEC 60109-1,não teriam si-do afectados. (estes m.inversores não foram objecto de qualquer vistoria pela E-Redes). O pagamento dos avariados e a substiuição dos equi-pamentos foi efectuada em 29 de Dezembo e 8 de Janeiro. Quanto aos paineis reclamei para o Provedor do Cli-ente, informando que o certificado dos paineis foi enviado ao Fundo Ambiental, para comparticipação. Esta entidade deu-me razão mas a E-Redes continuou a não concrdar. Estou sem produzir energia e a minha conta da luz du-plicou, além do periodo que estive sem equipamentos, em que tive de socorrer-me de terceiros. Mas como se não bastasse, em 9 de Dezembro, o mes-mo PT voltou a rebentar e outro electrodomésticos avariaram (maq. louça, video potº, ar condicionado, a-quecedores, automatismo do portão, regulador dos paineis de aquecimento das águas, etc.), não sendo mais porque não estavam instalados, pois foram fornecidos a 29 de Dezembro e após a reclação foi so-licitado pela E-Redes o mesmo procedimento (recorrer a um técnico para verificar as avarias). Será que eles fazem tudo à sua maneira e nós temos que nos desenrascar. Desculpem o incómodo, mas precisava de desabafar (DESCREVER SITUAÇÃO) Cumprimentos.
Apoio ao Cliente
No dia 16/12/2025 fiz a encomenda #1775"Joana | Casaco feminino com gola alta, Preto / 2XL", no valor de 39, 95€, com a indicação de confirmação no dia 16 do mesmo mês. Neste mesmo dia recebi um email a informar-me sobre a receção do pagamento. No dia 19, tenh uma indicação que a encomenda vinha a caminho. Entretanto, os dias passaram e não recebi nenhuma encomenda, pelo que comecei a insistir com o envio de emails a solicitar informações sobre o atraso na entrega. No dia 10 de janeiro recebi um email, que transcrevo: "Caro P*M*, Lamentamos a demora na nossa resposta. Tivemos um problema técnico com o nosso sistema de e-mail que impediu a receção das suas mensagens anteriores. Em relação à sua encomenda #1775, compreendemos o seu descontentamento. Em vez de procedermos à devolução, gostaríamos de lhe propor uma alternativa: oferecemos um desconto de 25% numa próxima compra na nossa loja. Por favor, informe-nos se esta solução lhe interessa ou se pretende prosseguir com os detalhes para a devolução. Melhores cumprimentos, Inês Braga" De imediato respondi, dizendo que não me interessava este desconto e que queria prosseguir com os detalhes para a devolução. Contudo, até ao momento, não recebi qualquer indicação da sra. Inês Braga, o que me leva a suspeitar de site pouco fiável e enganoso. desta forma, faço a reclamação quanto a esta situação.
Encomenda não recebida
Solicitei á Glovo o serviço de irem ao pingo doce infante santo buscar uma série de artigos comestíveis no dia 10 janeiro às 12h, no valor de 43€ a qual nunca me foi entregue, tentando falar com apoio ao cliente e não conseguindo fiz a minha queixa a qual estava já na app da Globo está como: Entregue jan. 10, 2026 | 12:02 ID DO PEDIDO: 101536920653 Os artigos nunca foram entregues nem fui reembolsado nem me deram esclarecimento só no dia seguinte numa mensagem no ajuda enviaram pois numa mensagem que se dignaram responder dizem que é elegível continuo a aguardar indicações ou satisfação porque receberam o meu dinheiro através de mbway e não comunicam nada ao cliente nem compras nem dinheiro - Elisabete correia
Bloqueio abusivo de acesso
Após aderir ao ginásio, foi-me confirmado verbalmente, antes da assinatura do contrato, que poderia praticar calistenia e treino com peso corporal, não tendo sido mencionada qualquer restrição quanto a exercícios, pinos ou uso de magnésio. Essas alegadas proibições só surgiram depois de eu já ser cliente pagante, não constando de forma clara no contrato. Posteriormente, fui abordado de forma repetida por uma pessoa não identificada como colaborador, em tom inadequado, criando um ambiente de assédio e desconforto. Na sequência de uma reclamação que apresentei, o ginásio bloqueou unilateralmente o meu acesso às instalações, apesar de ter mensalidades pagas e contrato em vigor, impedindo-me de usufruir de um serviço já pago. Este bloqueio ocorreu à entrada do ginásio, perante outros clientes, expondo-me a constrangimento público e afetando a minha reputação. Adicionalmente, fui pressionado a remover um comentário que publiquei no Google, baseado na minha experiência real enquanto cliente, o que considero uma tentativa grave de intimidação e limitação da liberdade de expressão. Considero esta atuação abusiva, desproporcionada e contrária à boa-fé contratual, reservando-me o direito de recorrer às entidades competentes caso estas práticas persistam. Miguel Costa
Não reembolso de pagamento de encomenda
Exmos. Senhores, Em 03 de Janeiro de 2026 adquiri uma máquina de secar roupa, da marca MSR SAMSUNG COND.9K.B.C-DV90DG52A0AEEP, pelo valor de 490,50 euros, com a taxa para entrega urgente incluída, para ser mais rápido e por fazer muita falta para poder começar a utiliza-la. O pagamento foi efetuado de imediato, conforme comprovativo de pagamento que está na minha posse, tendo sido acordado com o vendedor que a entrega seria efetuada até ao dia 07 de dezembro de 2026, contudo, a máquina não foi entregue, e, no dia 08 de Janeiro de 2026, recebi uma mensagem a informar que não estava disponível, por rutura de stock. Foram-me então propostas duas opções, escolher outro produto ou pedir o reembolso, pelo que nesse mesmo dia, respondi que optava pelo reembolso e enviei o IBAN para esse efeito, já que estava muito desagradado com atuação da empresa KIBO, pois emitiram um pagamento sem que o produto estivesse disponível e também porque nunca me atenderam nas linhas de apoio disponibilizadas, email e telefone, para solucionar o problema. Decidi fazer a presente reclamação, porque até hoje, dia 13 de Janeiro de 2026, ainda não recebi o reembolso do montante pago e acho que já excedeu o tempo mais que razoável para esse efeito. Cumprimentos.
Eupago - Intermediação de pagamentos para operador de jogo online não licenciado
Boa tarde, Venho por este meio apresentar uma reclamação formal relativamente a operações de pagamento recentemente efetuadas através da vossa entidade para um casino online que, entretanto, vim a confirmar operar de forma ilegal em Portugal, sem licença válida do Serviço de Regulação e Inspeção de Jogos (SRIJ), apresentando ainda indícios de práticas fraudulentas, nomeadamente a não liquidação de ganhos aos utilizadores. Reconheço o meu erro inicial ao assumir que a referida plataforma seria legal e devidamente autorizada a operar em território nacional. Contudo, considero particularmente grave que uma entidade de pagamento regulada e supervisionada pelo Banco de Portugal permita a intermediação de transações financeiras com operadores de jogo online que não se encontram legalmente licenciados em Portugal. Importa salientar que, de acordo com o enquadramento legal aplicável: Regime Jurídico dos Jogos e Apostas Online (RJO) O Decreto-Lei n.º 66/2015 estabelece que apenas operadores de jogo detentores de licença válida emitida pelo SRIJ podem oferecer legalmente serviços de jogo online em Portugal, impondo mecanismos que visam impedir a facilitação de pagamentos a entidades não licenciadas. Regime Jurídico dos Serviços de Pagamento (RJSP) Nos termos do Decreto-Lei n.º 91/2018, as entidades intermediárias de pagamento estão sujeitas à supervisão do Banco de Portugal e obrigadas a cumprir rigorosos deveres de diligência, compliance e prevenção de atividades ilícitas, incluindo a verificação da legalidade das entidades com as quais intermedeiam pagamentos. Neste contexto, solicito os devidos esclarecimentos relativamente a: As razões que permitiram a intermediação de pagamentos para uma plataforma não licenciada pelo SRIJ; As medidas que poderão ser adotadas para analisar a gestão das minhas transferências efetuadas para esta entidade fraudulenta, através da vossa intermediação, bem como para a eventual reposição dos valores transferidos; O meu objetivo é resolver esta situação de forma célere e adequada, através do devido esclarecimento e análise das operações realizadas. Caso não seja apresentada uma resposta fundamentada no prazo legal aplicável, reservo-me o direito de avançar com queixa formal, bem como junto do Banco de Portugal, nomeadamente através do formulário oficial de reclamações disponível nos seus canais institucionais. Aguardo a vossa resposta. Com os melhores cumprimentos,
SOLICITAÇÃO DE FATURA COM NIF
COMO NÃO ME RESPONDEM NA RECLAMAÇÃO INICIAL, FAÇO OUTRA...ATÉ ME RESOLVEREM O PROBLEMA!!! RECLAMAÇÃO INICIAL: Boa tarde, Venho por este meio reclamar um pedido de fatura feito à Easyjet a 9/11/25. Fiz a compra do voo, solicitei fatura. Veio com os dados errados e estou desde então a solicitar a correção da mesma com os dados corretos. É lamentável que não respondam/resolvam nem por email, nem no chat, nem através do webform. O erro foi da Easyjet. Ter a fatura é um direito que tenho e gostava de perceber como reclamar esse direito. Obrigada. Rita Serejo Número da fatura: EJIN374291821 ACRESCENTO OS DADOS QUE NECESITO DE TER NA FATURA, QUE FOREM SOLICITADOS E ATÉ AGORA NÃO FORAM TIDOS EM CONTA: Laboratórios Azevedos - Indústria Farmacêutica S.A. NIF: 507474287 Estrada da Quinta, 148, Manique de Baixo, 2645-436 Alcabideche, Portugal
Encomenda danificada
Exmos. Senhores, Venho apresentar reclamação contra a Primor Perfumarias. No dia 12 de janeiro, recebi uma encomenda em más condições, tendo um dos produtos chegado totalmente partido. Contactei o apoio ao cliente de imediato, mas até ao momento. ão obtive qualquer resposta, nem solução apresentada. Cumprimentos.
Chapa de fabricante
Exmos Senhores, boa tarde, reclamo o custo da chamada placa do fabricante do meu veículo Renault Clio, que não é mais que um autocolante. O mesmo está ilegível e numa oficina da Renault indicam que terei que encomendar, fazer o pagamento antecipado de 250 euros e esperar cerca de 3 meses. Acho um abuso e um roubo. Afinal a "chapa" é um autocolante, será feito de ouro? Aguardo resolução e resposta. Cumprimentos, Maria João Jorge
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