Reclamações públicas

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V. B.
08/11/2018

Alteração de nome de passageiro

Comprei um bilhete de ia e volta pa minha filha TERESA DE OLIVEIRA BENEVIDES, conforme poderá confirmar com o n. de reserva UTM9QV.Fizemos a compra online com o meu registo no site da Ryanair. O voo está marcado para dia 28-12-2018 ida ( Lisboa /Ponta Delgada) e regresso ( Ponta Delgada/ Lisboa) para dia 06-01-2019) Temos a certeza absoluta ( eu e minha esposa) que colocamos o nome da minha filha certo, como sendo a titular/passageiro do bilhete.... CONFIAMOS no site da ryanair.... e não viemos a verificar o itinerário de voo nas 24 horas seguintes. Dias depois ( minha filha TERESA) veio a verificar o intenerário e então para nossa surpresa, verificamos que o titular/passageiro da passagem era eu ( Vitor Benevides) e nao em nome de minha filha TERESA.Fomos à Loja Ryanair junto do aeroporto de Ponta Delgada e foram-nos exigido 160 euros para alterar nome. Reparem, os restantes dados de identificação do passageiro ( minha filha) estão certos, isto claro aquando da reserva inicial, concretamente a data de nascimento e o n. do cartão de cidadão, ou seja, temos a certeza que fizemos a reserva corretamente, ocorreu sim, UM ERRO NO SITE DA RYANAIR. A par disto, eu estou na ilha de São Miguel ( Ponta Delgada - Açores) e minha filha está na cidade de Lisboa, logo, nunca poderia ter feito de propósito a passagem em meu nome, já que estou cá na ilha e nunca poderia usufruir dela. Julgo da mais elementar justiça que me alterem o nome do titular da passagem ( ou seja o nome do passageiro) sem quaisquer custos, pois o erro, com total certeza nao foi nosso, até porque, como já referi, os restantes dados de identificação do passageiro ( minha filha) estão certos, concretamente a data de nascimento e o cartão de cidadão.Aguardo. Vitor Benevides

Encerrada

Problema com Rescisão de Contrato

Em Fevereiro de 2018, a minha mãe, Larysa Slidenko assinou contrato de um ano com o Solinca do Vasco da Gama.O problema hoje é que a minha mãe se encontra severamente incapacitada a nível motor e não se justifica que a inscrição no ginásio se mantenha ativa.Após várias consultas ao médico e vários exames, foi verificado que a minha mãe se encontra com severos problemas na coluna, com vários pressões em diferentes sítios na coluna, passando por discos e vertebras. A minha mãe mal consegue estar em pé ou se mexer sem gritar de dor - uma operação está para breve.Como tal, tentei entrar em contacto várias vezes com o Solinca para cancelar o contrato da minha mãe, sendo a última vez no dia 22-10-2018 onde enviei o relatório da Ressonância Magnética passada pela Dra. Lia Neto.No entanto, o Solinca parece querer prender a minha mãe ao contrato, não aceitando o relatório médico (onde claramente expressa todos os problemas da minha mãe) e exige um Atestado Médico. O que acontece é que os médicos consideram não ser necessário passar um atestado, uma vez que o relatório médico deveria ser o suficiente.Estou extremamente desagradada pela situação. Já não basta a minha mãe estar a sofrer como também estar a ser obrigada a pagar por um serviço que não vai usufruir e deveria conseguir cancelar. Gostaria de ajuda para saber como agir.

Encerrada
D. C.
26/10/2018

empresa nega-se a cancelar/reembolso do valor de compra

MOTIVOSA Viagogo nega-se a cumprir a lei portuguesa do consumidor e a permitir que 2h depois da compra este tenha o direito de pedir o cancelamento da mesma e o subseqüente reembolso. Tenho direito, ao abrigo da lei a 14 dias seguidos de trocar ou entregar o produto comprado e receber o devido reembolso sem justificações.2. A VIAGOGO cobra o dinheiro aos clientes ou compradores sem garantia de receção do produto em causa. A Viagogo tirou livremente 262,77€ da minha conta apenas se responsabilizando em entregar o produto/bilhetes uma semana antes do evento. Comprei um produto que não tenho garantias de receber e, se receber será após 8 meses. Sem nenhuma fatura ou recibo de compra válido.3. A Viagogo comete o crime de especulação, vendendo os preços a mais de 50% acima do preço praticado pelos vendedores oficiais. Sendo que paguei mais 30 € por bilhete que teria comprado se fosse num revendedor oficial e não tendo o produto em mão depois da compra.4. A Viagogo vende bilhetes falsos. A Viagogo não garante ao comprador estar a comprar um bilhete oficial para o evento. A Viagogo não garante a veracidade do seu produto e não tem políticas de devolução e reembolso se este for falso. A Viagogo não se responsabiliza pelo produto que vende.CONSEQUÊNCIASCorro o risco de perder 262,77 € o que significa que fui roubada.Tentei contactar a Viagogo 2H após ter percebido o que se estava a passar (2h após a compra) obtendo sempre as mesmas respostas:Não cancelamos compras nem fazemos reembolsos.Apenas entregamos os bilhetes 1 semana antes do concerto.

Encerrada

Má conduta por parte do maisgym

Em meados de julho por motivos pessoais cancelei o débito direto do ginásio maisgym. Em setembro recebo uma chamada de uma funcionária do ginásio a dizer que tinha de regularizar a minha inscrição. Disponibilizei-me a marcar uma reunião com ela para resolver este assunto. Supostamente a reunião ia ficar marcada para quarta-feira da semana seguinte, sendo que até terça-feira iam entrar em contato comigo para confirmar a mesma. Fiquei a aguardar e até hoje não obtive nenhum contacto. Qual não é a minha surpresa quando recebo uma mensagem (a 16 de outubro) da Facilis-Gestão de cobranças a informar-me que tenho uma dívida no valor de 131,36€. Gostaria desde já de manifestar o meu desagrado para com esta demonstração de incompetência e falta de profissionalismo, tendo em conta que se o ginásio me tivesse efetivamente contactado, eu teria resolvido a situação da melhor maneira possível. Desta forma, acredito que o maisgym, enquanto meu prestador de serviços supostamente competente, tinha a obrigação, primeiramente, de tentar regularizar a situação diretamente comigo, e em segundo lugar, de me comunicar que o caso iria ser passado para uma empresa de cobranças.

Resolvida
A. S.
17/10/2018

publicidade selvagem

Recebi um sms desta empresa com o seguinte texto : Noite de Familia no Teatro Politeama. 5a e 6afeira, 18 e 19/10 às 21h30 c/Marina Mota e Joao Baiao. 40% de desconto p/bilhete. Ligue ja: 213405700 Stop:969036.Nunca dei o meu contacto a este empresa e considero esta publicidade sem qualquer sentido uma vez que resido a 400km de Lisboa.

Resolvida
A. C.
12/10/2018

Gotogate não faculta Factura para Reembolso da viagem -SATA

Comprei uma passagem de ida e volta de Lisboa- Ponta Delgada em setembro deste ano. Por ser residente dos Açores tenho direito ao subsidio social de mobilidade, que muito resumidamente faz com que qualquer compra de passagens superiores a 135€ será reembolsado o remanescente do valor superior a este montante. Existem alguns documentos a apresentar de modo a obter este reembolso. Ticket eletrónico Factura descriminada com o nosso NIF, taxas pagas e descriminação dessas taxas, numero de pedido etc.Deparei-me com a situação que o site www.gotoGate.pt nunca nos pede o NIF durante a compra que efectuamos, porém esta prática não é nova.Na altura de pedir uma factura detalhada esta nunca nos é fornecida. Apenas um recibo dos dados do voo, com valor pago total sem descriminação dos valores pagos em taxas.Ao ligar para a empresa ( não existe call center em portugal, o que só torna esta questão mais dificil de tratar) esta não se mostra disposta a fazer qualquer factura detalhada, não havendo qualquer menção a quem comprou os Bilhetes, nem NIF ( não existe qualquer comprovativo que fui eu ou outra pessoa que comprou aqueles bilhetes).Por não haver estes dados na factura os CTT não me deixam fazer o reembolso, ora por incompetencia dos mesmos, ora por incompetencia de uma empresa a trabalhar em Portugal que não passa facturas aos seus clientes, acto que considero fraudulento.

Encerrada
P. M.
10/10/2018

Problemas com as Reservas

Comprei, em fevereiro, um pack de talões de 9 noites por 32€, em estadias em hotéis selecionados à empresa Lugar ao Sol. Foi um colega de trabalho que me enviou por Instant Messenger que me disse que depois haveria lugar a mais algumas despesas de alimentação, mas que ficaria em conta.Como se pode ver no site da empresa http://www.lugaraosol.pt/hoteis são alguns hotéis com preços mais ou menos atrativos mas que não vendem em época alta ou datas festivas ou que obrigam a vender 3 dias ao fim de semana. Digamos que os preços ficariam, geralmente, ao mesmo preço duma compra normal, mas com uma refeição incluída (sem bebidas).Digo “os preços ficariam” porque foi-me impossível até à data fazer qualquer reserva. Numa primeira tentativa com dois hotéis disse ao que ia, ou seja, disse que queria reservar com o programa “Lugar ao Sol” e prontamente me disseram que não tinham vagas, isto terá sido em abril. Como na zona não havia mais hotéis de interesse pelo programa acabei por fazer uma compra normal noutro hotel na zona pretendida. Mais recentemente, em setembro, tentei reservar para dois hotéis de Trás-os-Montes, mas desta vez não disse ao que ia, ou seja, perguntei por vaga para quarto, ao que ambos me disseram que tinham disponibilidade para as datas pretendidas, mas quando referi que era para utilizar o pack talões “Lugar ao Sol” aí já não podiam reservar. O Hotel Convento Balsamão disse que estavam a rever o acordo com a empresa e que até lá não podiam aceitar reservas. O Grande Hotel Dom Dinis disse que para talonário não porque tinha um número limitado para o “Lugar ao Sol” e que já tinham vendido tudo, mas se quisesse podia fazer a reserva, mas sem o talonário.Solicitei o reembolso do valor pago à empresa, por total inutilidade do programa, ao que me responderam que “O reembolso só é possível ser feito nos primeiros 14 dias apos a compra segundo as normas legais em vigor.” e que iam apurar o que se terá passado.Em relação ao Hotel Balsamão, não apuraram nada e que no Hotel Dom Dinis “Na data pretendida, havia a reserva de 3 grupos que esgotava o restaurante. Ora como o nosso programa exige fazer a refeição no hotel já não haveria condições pra prestar um serviço de qualidade e rápido. Daí, o hotel ter disponibilizado a venda direta do quarto mas sem refeição ou seja, fora do âmbito dos talonários. Nestes casos, é importante sugerir outras datas porque pontualmente o hotel ou restaurante pode estar lotado.”, primeiro esta é outra versão de desculpa um pouco mais sofisticada, depois os hotéis só querem vender quando mais lhes convém e isso torna o sistema totalmente inútil. Então se não vendem quando posso e vendem quando não posso. É inútil.Respondi da seguinte forma, mas não obtive mais resposta: “Não foi essa informação que me foi transmitida como já vos tinha informado anteriormente. Relativamente ao Convento Balsamão, qual será a desculpa? A informação que me foi dada foi que o acordo ainda estava a ser revisto.Assim parece que os hotéis arranjarão sempre uma boa desculpa para não vender pelo talonário. Se as datas disponíveis não forem aquelas que tenho disponíveis para estadia e forem as da conveniência do hotel, nesse caso os talões não me servem de nada e por isso insisto no reembolso da importância paga por inutilidade dos talões.O reembolso no prazo dos 14 dias é válido por qualquer motivo e sem qualquer justificação, o chamado prazo de reflexão.Já se o bem em questão se revelar defeituoso ou não tiver a aparência ou funcionar como anunciado, um comerciante tem a obrigação de reparar ou substituir o bem adquirido ou de oferecer uma redução do preço ou o reembolso ao consumidor. Segundo a lei europeia.”

Resolvida
P. C.
27/09/2018

atraso no voo, perda de conexão

Caro senhor(a),No voo UX1156, dia 16 de setembro, à partida de Lisboa, o avião teve uma pane mecânica/eletrica, já na corrida para a descolagem. O avião foi rebocado para o terminal, pois não podia nem se movimentar sozinho.A empresa escolheu não nos desembarcar portanto ficamos dentro do avião por 3 horas sem nem água e informação.A chegada a Madri, meu voo UX3449, para Paris, já havia partido.Caso tivesse voltado ao terminal em Lisboa, poderiam ter me alocado num outro voo, seja para Madri, seja para meu destino final, porém foi escolha da empresa não fazer.Fui realocado num outro voo, para outro aeroporto, em outra companhia, para a manhã do dia seguinte.Era previsto chegar no aeroporto CDG dia 16 de setembro as 22:20, cheguei em ORY dia 17 às 9:20.Mostrei em Madri que havia um voo mais cedo, para CDG, mas não quiseram me colocar nesse voo.Como consequência, tive que pegar um uber para ir ao escritório e cheguei atrasado.Caso tivesse chegado na vespera, ou mesmo no voo anterior, teria pego o transporte publico, portanto esse foi um gasto desnecessário.Ao colocar-me numa outra empresa aérea, as milhas do voo não foram creditadas.Tive que dormir uma noite em Madri, e acordar antes das 5 da manhã para pegar o voo seguinte.As regras europeias 261/2004 são claras, mas a empresa não quer assumir a resposabilidade.Portanto não vejo outra forma que não seja procurar ajuda.

Encerrada

NÃO DEVOLUÇÃO DE CAUÇÃO DE COMBUSTIVEL

ESTA EMPRESA NÃO É DIGNA DE OPERAR NO MERCADO!No dia 1 de agosto levantei uma viatura, que tinha alugado e pago (via internet) à Rentalcar, no aeroporto de Las Palmas, Canárias -Espanha. Devido a informações menos abonatórias e problemas que li serem habituais surgirem com a GOLDCAR fiz, no escritório do aeroporto, um seguro opcional Mega Relax Cover tendo pago para além do aluguer e seguros que já tinha pago à Rentalcar, mais 243,27 euros, estando incluindo neste valor 114 euros respeitantes a uma caução para o combustível que a viatura levava (Full/Full) tendo sido informada pelo funcionário que a devolveriam na entrega da viatura, desde que a entregasse também com o depósito cheio. No dia 10, entreguei a viatura com o depósito cheio e perguntei como é que era para me devolverem os 114 euros da caução de combustível. Aí começaram os problemas... só devolveriam o valor 2 ou 3 dias depois e o valor seria creditado na conta do cartão. Perguntei se não me davam um documento de receção em ordem da viatura, tendo sido informada que não. Mas que estava tudo bem e o dinheiro (114 euros) iria ser-me devolvido por crédito na conta do cartão.Passados vários dias e não vendo o crédito dos 114 euros efetuado, contactei a Goldcar que me disse que não me tinham devolvido a caução porque eu não tinha entregue a viatura abastecida , (o que era falso), e que ainda me tinham cobrado, no cartão de crédito em 15 de agosto, mais 113,72 euros. Esta situação tirou-me imediatamente do sério e reclamei, enviando para info@goldcar.com, o documento de abastecimento nas bombas do aeroporto de Las Palmas (abastecimento de 45,09 litros de Gasolina sem chumbo no dia 10 de agosto pelas 13 horas e 46 minutos), provando que a viatura tinha sido totalmente abastecida próximo da hora de entrega e a 300 metros do ponto de entrega. Acabaram por me dar razão e, no dia 21 de agosto, devolveram-me na conta do cartão , os 113, 72 euros que me tinham abusivamente sacado a mais. Quanto ao valor de 114 euros da caução...nada ! Reclamei e disseram-me que já tinham devolvido o dinheiro. Expliquei-lhes pacientemente que me tinham devolvido o que tinham tirado a mais mas que a caução inicial de combustível , não havia ainda sido devolvida.E têm andado nisto, a empurrar de uns para os outros. Entretanto disseram-me para reclamar a situação para info@goldcar.com, o que fiz em 5 de setembro, não tendo ainda recebido qualquer resposta e hoje, dia 24, disseram-me por telefone que não tinham acesso ao processo e que deveria esperar resposta !Estou nisto há 2 meses. Para além de um aluguer de viatura por 9 dias passar de 104,99 euros para 234,54 euros ainda me fazem passar por todo este circo armado em que me tentam de toda a forma e feitio sacar mais algum usando para isso mentiras (afirmaram que tinha entregue a viatura por abastecer) até, já depois de assumir que tal efetivamente era falso, me reterem a caução de 114 euros cobrada inicialmente, para o caso de não entregar o carro abastecido.GOLDCAR nunca mais !

Encerrada
S. L.
19/09/2018

Pedido de fatura à Gotogate

No dia 6 de fevereiro efetuei uma reserva de viagem de ida e volta para os Açores tendo como ponto de partida a Madeira. A reserva contemplava passagem para mim e restante família. A companhia adquiriu bilhetes à Sata | Azores airlines e a viagem aos Açores decorreu sem qualquer intercorrência. A Gotogate enviou-me um mail de confirmação com todos os dados das passagens e do pagamento das mesmas.Após a viagem, como residente na Madeira e sabendo que tenho direito a reembolso das passagens dirigi-me aos CTT para levantar o reembolso, levando uma folha impressa do mail de confirmação do pagamento à Gotogate com os dados completos das viagens (inclui passageiros, preço das viagens e taxas e encargos com cada passageiro), cartões de cidadão e cotos da viagem. No balcão dos CTT foi me informado que apesar da folha impressa do mail da Gotogate conter todos os dados necessários, esta não era uma fatura. Pedi fatura à SATA, mas tal como eles referiram não foi a eles que efetuei o pagamento, mas sim a Gotogate, por isso contactei a Gotogate por mail e a resposta que me deram foi que eles não são obrigados a passar faturas porque regem-se por outras leis. Assim não posso receber o reembolso e esta reserva foi feita para 6 passageiros. Na mesma situação encontra-se a minha irmã que também fez 1 reserva para mais 3 passageiros

Resolvida

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