Reclamações públicas

Consulte todas as queixas publicadas na plataforma Reclamar e encontre solução para um problema semelhante, relacionado com produtos e serviços. Saiba mais
A. M.
17/06/2026

Impossibilidade de Viajar devido a Doença

Venho por este meio apresentar uma reclamação formal contra a companhia aérea Wizz Air (Wizz Air Hungary Ltd.), devido à recusa injustificada de reembolso/voucher de um bilhete de avião por motivos de força maior (doença/lesão grave impeditiva de viajar). Contexto dos Factos: No dia 03/03/2026, sofri um grave incidente médico em Andorra (Grandvalira), que resultou numa lesão severa que me impossibilitou totalmente de caminhar, impossibilitando-me, por conseguinte, de viajar e de aceder ao aeroporto para embarcar no voo operado pela Wizz Air. O Motivo da Reclamação: Após submeter o pedido de reembolso acompanhado dos respetivos comprovativos médicos, a Wizz Air rejeitou o pedido com a justificação de que o incidente ocorreu num local diferente do aeroporto de partida e que, por isso, não afetou diretamente a operação do voo ou o itinerário. Considero esta decisão flagrantemente abusiva e desumana. A incapacidade física absoluta de caminhar de um passageiro constitui um impedimento direto, de força maior, à execução de qualquer viagem. O local geográfico onde a lesão ocorreu é irrelevante para aferir a incapacidade médica do passageiro na data do voo. Cumpre ainda destacar que outras operadoras de aviação civil associadas a esta mesma viagem (como a EasyJet) agiram em total conformidade com as boas práticas do setor e com os direitos do consumidor, tendo efetuado o reembolso imediato após a análise do meu estado de saúde. Pedido: Solicito a intervenção para que a transportadora seja compelida a rever a sua posição, agindo com a responsabilidade social e legal exigível, e proceda ao reembolso integral/voucher do valor pago pelo bilhete, face à manifesta impossibilidade física de viajar à data do voo.

Encerrada
A. M.
17/06/2026

Reembolso por Motivo de Doença

Venho por este meio apresentar uma reclamação formal contra a companhia aérea Wizz Air (Wizz Air Hungary Ltd.), devido à recusa injustificada de reembolso de um bilhete de avião por motivos de força maior (doença/lesão grave impeditiva de viajar). Contexto dos Factos: No dia 03/03/2026, sofri um grave incidente médico em Andorra (Grandvalira), que resultou numa lesão severa que me impossibilitou totalmente de caminhar, impossibilitando-me, por conseguinte, de viajar e de aceder ao aeroporto para embarcar no voo operado pela Wizz Air. O Motivo da Reclamação: Após submeter o pedido de reembolso acompanhado dos respetivos comprovativos médicos, a Wizz Air rejeitou o pedido com a justificação de que o incidente ocorreu num local diferente do aeroporto de partida e que, por isso, não afetou diretamente a operação do voo ou o itinerário. Considero esta decisão flagrantemente abusiva e desumana. A incapacidade física absoluta de caminhar de um passageiro constitui um impedimento direto, de força maior, à execução de qualquer viagem. O local geográfico onde a lesão ocorreu é irrelevante para aferir a incapacidade médica do passageiro na data do voo. Cumpre ainda destacar que outras operadoras de aviação civil associadas a esta mesma viagem (como a EasyJet) agiram em total conformidade com as boas práticas do setor e com os direitos do consumidor, tendo efetuado o reembolso imediato após a análise do meu estado de saúde. Pedido: Solicito a intervenção para que a transportadora seja compelida a rever a sua posição, agindo com a responsabilidade social e legal exigível, e proceda ao reembolso integral do valor pago pelo bilhete, face à manifesta impossibilidade física de viajar à data do voo.

Encerrada
D. M.
16/06/2026

Pagamento de bagagem de mao

Em barqueiro no voo de Amsterdam para Lisboa em voo HV5959 em 16 Jun 2026 e tive que pagar pela mala que cumpria todos os padrões inclusive peso permitidos e não concordo com tal procedimento.

Encerrada
M. M.
16/06/2026

Reclamação – Cobrança de duas subscrições eDreams Prime anuais e ausência de aviso de renovação

Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação relativamente às cobranças efetuadas referentes a subscrições eDreams Prime anual associadas aos meus endereços de email. De acordo com a informação prestada hoje, dia 16/06, pela vossa linha de apoio ao cliente, foi identificada uma cobrança no valor de 79,99 €, efetuada em 11 de junho, associada ao endereço de email mjmestre28@hotmail.com, referente à subscrição eDreams Prime anual, alegadamente criada em 2021. Foi igualmente identificada uma segunda cobrança no valor de 89,99 €, associada ao endereço de email mjmestre28@gmail.com, referente também a uma subscrição eDreams Prime anual, alegadamente criada em 2025. Importa referir que esta situação já tinha sido anteriormente objeto de reclamação em 2025. Na sequência dessa reclamação, foi-me atribuída uma “oferta” no valor de 90 €. Após essa situação, através da aplicação eDreams instalada no meu telemóvel, ativei a opção de alerta disponibilizada para que fosse enviado um email de aviso com antecedência de um mês relativamente à renovação da subscrição, permitindo assim tomar uma decisão atempada sobre a continuidade do serviço. Contudo, esse aviso não foi recebido no endereço de email associado (mjmestre28@gmail.com), tendo ocorrido novamente a renovação automática e a respetiva cobrança, sem que tivesse tido conhecimento prévio da renovação e possibilidade de proceder ao cancelamento atempadamente. Face ao exposto, solicito a verificação detalhada desta situação, nomeadamente: a confirmação da existência e origem das duas subscrições eDreams Prime associadas aos dois endereços de email; a indicação dos registos de adesão, autorizações e condições de renovação aplicadas a cada uma; a confirmação do motivo pelo qual o alerta configurado através da aplicação não resultou no envio do respetivo aviso; o cancelamento imediato de qualquer subscrição que não corresponda a uma autorização válida; o reembolso dos valores cobrados referentes às renovações que não deveriam ter ocorrido, nomeadamente os montantes de 79,99 € e 89,99 €, conforme conclusão da vossa análise. Solicito ainda uma resposta formal por escrito para o endereço mjmestre28@gmail.com, com a resolução da reclamação e indicação das medidas tomadas para evitar novas cobranças nestas circunstâncias. Informo que esta reclamação é igualmente enviada em conhecimento à DECO – Associação Portuguesa para a Defesa do Consumidor, bem como às entidades competentes de defesa do consumidor, nomeadamente através dos meios oficiais disponíveis, caso não seja apresentada uma solução adequada. Aguardo uma resposta com a maior brevidade possível. Com os melhores cumprimentos, Maria José Mestre

Resolvida
J. P.
16/06/2026

Perda de alojamento

Boa tarde Fiz a compra na Porto Santo Line do Lido de um pacote com viatura e alojamento em hotel (torre praia) no dia 28/05, para viajar no dia 12/06 a 14/06. Entretanto, infelizmente o meu filho ficou internado na madrugada do dia 06/06 e eu nesse mesmo dia antes da hora de almoço contactei a Porto Santo Line, falei com a Sr.ª Jéssica a alertar que não iriamos conseguir viajar e pretendia alterar a viagem. A colaboradora informou que as viagens ficavam em aberto até ao fim do ano mas que a estadia no hotel ficava perdido por completo pelo fato de não termos feito um aviso prévio de 15 dias e que para marcar novo hotel teria um custo de 186€ por noite! Eu voltei vezes sem conta a referir que o meu filho tinha ficado internado e sendo algo imprevisível não tinha como avisar antes, mas a colaboradora só respondeu que eram as regras. Entretanto tentei também entrar em contato com o hotel ao qual respondem que são as regras da Porto Santo Line e que nada poderiam fazer. Na quinta feira (dia 11/06) voltei a contatar no sentido de entender as marcações da viagem, falei com a Sr.ª Joana e as respostas eram as mesmas: perdia a estadia no hotel. Entretanto fiz uma reclamação por email à Porto Santo Line sobre o valor da estadia e nada fizeram, voltei a ligar para marcar as viagens e a Sr.ª Joana disse que só poderiam marcar as viagens novamente se eu desse como sem efeito a reclamação da estadia. Eu referi que uma coisa não tinha nada haver com outra, eram situações isoladas mas a Sr.ª Joana referiu que só conseguia avançar se eu respondesse ao email com a razão da reclamação ficar sem efeito. Tive de o fazer para conseguir voltar a marcar viagens para a data que eu queria. A meio disto eu ainda referi que não queria o dinheiro de volta, apenas que fizessem o ajuste de valores para nova estadia e eu assumia o restante valor a pagar visto nós termos só viagem para julho. Entretanto isto gerou uma revolta pois eram situações isoladas e a Porto Santo Line está sem razão alguma e em momento algum tentaram sequer ver alguma solução, apenas limitavam a dizer: "são as regras". É importante salientar que as colaboradoras em momento algum foram rudes, pelo contrário foram simpáticas e sensíveis à razão pela qual eu não estaria a viajar. Referi também que tinha todos os documentos comprovativos do internamento e que poderia facilitar para comprovar a veracidade das palavras. Solicito, neste modo, uma melhor resolução de forma a que não perca a estadia

Resolvida
P. L.
15/06/2026

Multa abusiva

Aluguei um veículo por 5 dias, e fui perguntado se iria sair do país, como não tinha essa intenção respondi negativamente (ficaria em Vila Real de Santo Antônio), poucas horas após retirar o veículo recebi um contato da minha cunhada que havia um cancelamento de um casal em um excelente hotel em Islantila (Andaluzia), como ficava apenas a 30 km. do meu destino original aceitei, não lembrei da pergunta da empresa do veículo sobre sair do país, e fui surpreendido com uma cobrança de 320 € de multa por essa "infração". Poderiam me posicionar se esse valor é devido e seu valor abusivo ?

Encerrada
A. N.
15/06/2026

Pedido recebido de outra pessoa

No passado dia 13 de junho recebi um pedido pela uber eats que não era o meu. O saco onde vinha o pedido não vinha identificado nem vinha com recibo impresso e anexado ao saco como vem sempre. Quando fiz reclamação pela app o o apoio ao cliente insistia que o pedido que recebi que correspondia ao que pedi o que era mentira. Agora, passados dois dias, dizem que já passou o tempo para reembolso do pedido. Quero o reembolso e fazer reclamação sobre o apoio ao cliente. Envio em anexo a comida que recebi, o meu recibo e também fotografias do que eu pedi (mas que não recebi).

Encerrada
M. F.
14/06/2026

Cobrança indevida e prática comercial agressiva pela Tangerine Rent

Categoria Consumo → Serviços → Rent-a-car / Aluguer de automóveis No dia 11/06/2026, ao levantar um veículo reservado através do Booking (serviço de aluguer de carros), na locadora Tangerine - Rua Professor Henrique de Barros, 12,, fui alvo de práticas comerciais abusivas e potencial venda casada. Antes da viagem, contratei e paguei um Seguro de Proteção Total através do Booking, emitido pela Zurich Insurance Europe AG, com cobertura até 20.000€, incluindo danos ao veículo, janelas, rodas, espelhos, fechaduras, reboque, combustível errado e perda de chaves. Toda a documentação confirma que não é necessário contratar qualquer seguro adicional da locadora. Ao chegar à Tangerine, fui confrontado com: - Exigência de caução superior a 4.000€, mesmo eu tendo seguro total. - Recusa em aceitar os dados do meu cartão AMEX internacional, alegando que só aceitariam o cartão físico. - Recusa em aceitar o cartão da minha companheira, mesmo sendo possível alterar o condutor. - Alegações falsas de que o seguro do Booking não cobre pequenos danos sem boletim de ocorrência policial. - Coação comercial, afirmando que sem contratar um seguro adicional eu não poderia levantar o veículo. - Cobrança de um seguro adicional no valor total de 447,72€, pago em dois cartões (223,86€ no meu cartão e 223,86€ no cartão da minha companheira). A conduta da Tangerine configura: - Prática comercial agressiva (DL 57/2008) - Venda casada, proibida pelo Código do Consumidor - Violação do dever de informação - Imposição de serviço não solicitado - Aproveitamento da vulnerabilidade do consumidor Solicito: - Reembolso integral dos 447,72€ cobrados indevidamente - Mediação da DECO - Avaliação de infrações ao Código do Consumidor - Abertura de processo contra a empresa, se aplicável - Anexo comprovativos, documentos do seguro e recibos. Pretensão do Consumidor - Reembolso integral de 447,72€ e intervenção da DECO para cessar práticas abusivas. Dados adicionais - Local do incidente: Tangerine - Rua Professor Henrique de Barros, 12 (próximo ao Aeroporto de Lisboa) Data: 11/06/2026 Valor cobrado indevidamente: 447,72€

Encerrada
M. F.
14/06/2026

Falha de informação e falta de fiscalização do seguro vendido pelo Booking / Rentalcars

Contratei através do Booking um Seguro de Proteção Total / Full Protection Insurance, emitido pela Zurich Insurance Europe AG, com cobertura até 20.000€, incluindo danos ao veículo, janelas, rodas, espelhos, fechaduras, reboque, combustível errado e perda de chaves. O Booking afirma claramente que qualquer valor cobrado pela locadora será reembolsado e que o cliente pode recusar seguros adicionais oferecidos no balcão. No entanto, ao levantar o veículo na locadora Tangerine (Rua Professor Henrique de Barros, 12, próxima ao Aeroporto de Lisboa), fui informado de que: - O seguro do Booking não seria aceite pela locadora. - O seguro do Booking não cobriria pequenos danos sem boletim policial, o que é falso segundo a documentação oficial. - Eu seria obrigado a contratar um seguro adicional da Tangerine, sob pena de não receber o veículo. - Fui forçado a pagar 447,72€ por um seguro adicional, apesar de já ter pago ao Booking o seguro total. O Booking: - Vendeu um seguro que não foi respeitado pela locadora parceira - Não fiscaliza as práticas das locadoras que utiliza - Coloca o consumidor numa situação de dependência e prejuízo - Não garante a execução do serviço que comercializa Solicito: - Mediação da DECO - Reembolso integral dos 447,72€ - Avaliação da conduta do Booking enquanto intermediário - Abertura de processo, se aplicável - Anexo documentos do seguro, comprovativos de pagamento e comunicação relevante. Pretensão do Consumidor - Reembolso integral de 447,72€ e intervenção da DECO para garantir o cumprimento das condições do seguro vendido. Dados adicionais - Intermediário: Booking.com / Rentalcars.com Data do incidente: 11/06/2026 Valor do prejuízo: 447,72€

Encerrada
C. L.
14/06/2026

Serviço não prestado

Aluguei um carro pela carjet 12 dias, tinha duas opções de aluguer com caução de 1400,00€ em cartão de crédito ou pagamento do dobro do valor com seguro contra todos os riscos, optei e paguei no imediato com seguro, até porque não tenho cartão de crédito. Quando fui levantar o carro a Berent, não me deixaram levantar o carro porque tinha de deixar caução de cartão de crédito, expliquei que tinha optado por pagar o seguro contra todos os riscos, não deram alternativa como cartão MB.e recusaram se a ver o que eu tinha comprado á carjet dava 2 opções. Não quiseram saber, só sei que paguei o serviço com seguro e não usufrui do carro e nem só seguro, pelo que já que não me prestaram serviço nenhum, solicito a devolução do dinheiro que paguei

Encerrada

Precisa de ajuda?

Pode falar com um jurista. Para obter ajuda personalizada, contacte o serviço de informação

Contacte-nos

Os nossos juristas estão disponíveis nos dias úteis, das 9h às 18h.