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Informação incorreta para a escritura
Devido a informação deficiente por parte do ABANCA, o processo de transferência de crédito foi interrompido por causa de um cheque que deveria ter sido emitido em nosso nome, e não em nome do ABANCA, o que foi contrário à informação originalmente prestada por este. Só às 16h do dia anterior à escritura (marcada para as 10h) é que nos deram a informação correta.Em virtude disto, não foi possível realizar a escritura e incorremos num custo de 20,00€, que vimos por este meio reclamar e pedir a sua restituição. Este custo refere-se à emissão de um novo cheque por parte do Cofre de Previdência, isto é, a instituição para a qual será transferido o crédito à habitação.
rescição do seguro multirriscos
NIF: 234497602Exmos. Senhores, Venho por este meio informar, que em Março fiz alteração de banco no que toca ao empréstimo habitação, passando bo banco Eurobic para o banco Santander. Quando foi pedido o distrate no Euribic foi logo pedido tambem o cancelamento dos seguros de vida e multirriscos. Passados alguns diz recebi um email do Eurobic a informar que o seguro de vida já tinha sido cancelado, mas em relação ao seguro multirriscos teria que enviar um email para a seguradora Victoria a pedir o cancelamento do mesmo, visto que sou obrigada a ter o mesmo seguro no outro banco para o qual fiz novo crédito habitação. A resposta da seguradora Victoria foi que só podem anular este seguro quando for a renovação que será no dia 1/01/2024. Tento eu já o mesmo seguro no outro banco por ser obrigada devido ao spred, haverá alguma hipotese de anular este seguro na Victoria para não ter 2 seguros ao mesmo tempo para o mesmo imovel?Cumprimentos cordiaisPaula Mendonça
Conta bloqueada, falta de comunicação
Bom dia,Hoje dia segundo de Maio completa seis dias desde que abri a conta no Santander, cinco dias que tenho ter acesso a conta em questão e sem obtenção de qualquer informação relacionada a mesma.O seguro que sou “obrigado” a pagar encontra-se ATIVO, a conta em questão, tal qual enviei €160,00 e certamente meu ordenado, até o dia de hoje às 11:00AM do dia 02/05/2023 encontra-se inativa, ou bloqueada, e isto me causa enorme desconforto, algo que poderia ser evitado caso a comunicação entre Banco/Cliente fosse estabelecida já no dia da abertura de conta.1 A conta não aparece no mapa de contas do Banco de Portugal2 Não me foi informado em momento nenhum durante a abertura de conta no balcão que eu teria de esperar DIAS para acessar a conta e então o dinheiro que é MEU.3 O seguro atrelado à conta encontra-se ativo, o que é bem estranho4 O registro de IBAN perante minha entidade patronal já foi feito, implicando que o pagamento do meu ordenado deve ter sido feito para a conta em questão, como se trata do meu ordenado, ainda não tenho acesso ao mesmo, privando toda e qualquer possibilidade de pagamento das minhas contas.5 A comunicação pontual do banco para com o cliente é quase inexistente, isso quando se trata de um erro cometido pelo banco ou pelos seus funcionários, caso eu estivesse devendo o banco, tenho certeza que seriam rápidos para entrar em contato comigo.6 Não importa se durante estes dias houve um fim de semana e/ou feriado, a comunicação de que a conta levaria DIAS para estar ativa (se é que será aberta) deveria ter sido feita no dia da abertura da mesma, que foi feita de forma presencial. Caso tivesse sido comunicado que a validação da conta levaria trilhões de dias, eu aguardaria pacientemente e não teria domiciliado meu ordenado para a conta em questão.7 Está situação é absurda e inaceitável, hoje mesmo vou enviar para minha advogada todas as provas que tenho que demonstram minha urgência em obter uma posição sobre o estado da conta, e a completa falta de resposta por parte do balcão responsável pela conta em questão. Este tipo de situação é inaceitável, e não vou tolerar essas irresponsabilidades uma vez sendo cliente do banco, existem regras profissionais que devem ser seguidas, eu como cliente não causo nenhum tipo de situação desagradável ao banco e exijo o mesmo tipo de comportamento do banco para comigo.Em relação ao meu ordenado, vocês tem noção da dor de cabeça que isso vai me causar caso seja devolvido para a conta da empresa, essa situação vai se estender por dias e dias, afinal vou ter que provar que não recebi o ordenado, esperar dias para que a empresa faça o pagamento do ordenado novamente e enfim poder recebê-lo para pagar minhas contas.A conta em questão está ativa ou não ? Vou ter que fazer o que mais para obter uma resposta concreta deste banco?Att,Morvan Patrick Dos Santos.NIF 299 033 503Telemóvel 939 525 393
Titulos de capital - Caixa de Crédito Agrícola
Venho desta forma apresentar a minha reclamação relativamente aos títulos de capital no valor de 500€ que tenho no banco Caixa de Crédito Agrícola, capital este que após diversas tentativas o banco não devolve.Aquando da contratação de um crédito pesdoal, fui informado que de deveria fazer um depósito e que o mesmo me seria devolvido quando o crédito fosse pago na totalidade, condição que já se verificou. Todos os outros condicionalismos também já se verificam, como por exemplo ser associada há mais de 3 anos.O Crédito Agrícola respondeu por escrito referindo que não poderia proceder ao reembolso dos títulos de capital porque isto implica uma redução do capital social e depende dos condicionalismos do Decreto-Lei 24/91 de 11/01, na redacção do Decreto-Lei 142/2009 de 16 de Junho.Assim sendo, considero que o banco está a fazer uma interpretação parcial deste decreto pelo que discordo que não seja legalmente possível proceder ao reembolso.Deste modo, pretendo que o valor que tenho em títulos de capital no valor de 500€ me seja reembolsado.
Prestação crédito habitação
Exm. Senhores, aquando a subida das taxas de juro no crédito habitação, a banco referenciado anteriormente, no aumento da prestação mensal, no valor amortizado baixou significativamente além da subida conjunta dos juros.Como o meu crédito é a seis meses, sofreu este mês a segunda subida. E o mesmo aconteceu com valores ainda mais significativos. Passo a descriminar os valoresAntes da subida da taxa, Pagava 172€,33€ prestação de capitalImp selo 0,12€Prestação comissão 2,90€Prestação de juros 19,15€Com a primeira subida da taxa passou Prestação capital 128,56€Prestação imposto selo0,12€Prestação de comissão 2,90€Prestação juros 119,75€Com o segunda subida Prestação capital 100,67€Prestação imposto selo 0,12€Prestação comissão 2,90€Prestação de juros 200,64€Com isto o aumento da minha prestação subiu bastante em função que além da subida o valor amortizado mensalmente desceu muito Gostaria de saber se isso é legal Muito obrigado
Caixa crédito agrícola de Coruche trata os clientes como lixo
Venho por este meio reclamar a imensa vergonha e falta de respeito, falta de vontade e arrogância ao cliente, que tive e tenho de aguentar pela caixa crédito agrícola de Coruche. Tentei encerrar a conta e pedi informações como fazer por email. Ninguém respondeu por semanas. Escrevi no livro de reclamações e até receber uma palavra foi uma luta. Disseram que tinha de me apresentar com os documentos no banco em Coruche para encerrar a conta. Eu como não tive perto, pedi para encerramento por carta e como funcionava. Zero resposta. Mais 3-4 queixas no livro de reclamações recebi uma carta a dizer que a conta ia ser encerrada em dois meses, sem explicação, nem mais nem menos. Fiz algumas perguntas por e-mail para esclarecimentos como agora afinal já era possível o encerramento da conta do nada, zero resposta. Todas as e-mails são lidas, porque recebo a confirmação e eu como cliente sou ignorado. Fiz várias perguntas sobre o encerramento e ninguém fala para mim. Recebi hoje mais uma carta registada de Coruche que já não me têm nada a dizer ou a acrescentar o que está na carta. Acho este comportamento uma vergonha para este banco que anda a destruir o nome e a reputação da caixa crédito agrícola em geral. Ninguém merece ser tratado como lixo! Pode parecer duro, mas é mesmo assim que eu como cliente me sinto tratado, como lixo. Mesmo assim vou lutar peloeu direito de ser informado em condições e ter opter o direito de responderem aos e-mails dos clientes. Não me vou calar ou rebaixar pela caixa crédito de Coruche. Não sei qual o ódio que têm pelos clientes ou falta de noção daquilo que andam a fazer. Nunca me algo similar. Por favor de respeitarem os clientes.
Cobranca de mensalidade apos cessação de contrato
Contrato de seguro de saúde foi cancelado a 6 de Abril. Foi-me cobrada fatura para o mês de Maio. Após contacto com apoio ao cliente foi-me dito que o débito directo é reponsabilidade minha e vão continuar a cobrar o valor mensal. Tenho de contactar o banco para anular o débito directo e contestar o pagamento que me foi cobrado indevidamente ou fico a arder com 6,33 que a seguradora não se responsabiliza.
Venda forçada Chubb/MEO
No último dia 30/04 fiz a compra de um telemóvel na MEO, sai da loja com o mesmo em mãos, fiz todos os pagamentos devidos e até aí tudo bem. Logo depois recebi um e-mail e achei que fosse apenas uma confirmação.Hoje, 02/05, para a minha surpresa abro o e-mail e vejo que me foi feito um seguro pela Chubb/MEO de 14,99 mensais, que não foi solicitado e nenhum momento durante o atendimento foi citado (tenho outras duas testemunhas que estavam comigo o tempo todo durante a compra)Tentei ligar agora para MEO para reclamar dessa venda forçada e cancelar o seguro, mas a MEO não quis fazer o cancelamento de um serviço que me foi imputado sem o meu conhecimento e sem a minha autorização, que após passar 16 minutos numa ligação, ainda precisaria ligar para um outro número para tentar cancelar o serviço, onde provavelmente vai ser a mesma palhaçada de ficar vários minutos, senão horas para cancelar algo que nem aceitei.Quero o cancelamento já desse deserviço que me foi prestado, não tenho obrigação nenhuma de cancelar algo que nem solicitei.
Cobrança indevida de prestação do crédito à habitação
Ao abrigo da legislação em vigor, iniciei no passado mês de Março o resgate de um PPR para liquidação de prestações de crédito à habitação. Este é um processo exclusivamente intermediado seguradora detém o PPR, a Lusitania Vida, e a instituição bancária onde o crédito à habitação, no caso, a Caixa Geral de Depósitos. A única fase em que a pessoa titular do crédito e do PPR intervém é logo no início, por via de um pedido de declaração ao banco dirigida à Entidade Gestora do PPR, com os valores e dados para pagamento. Todos os pedidos referidos têm prazos, que foram escrupulosamente cumpridos por mim nos meses de março e abril. Com efeito, remeti sempre à seguradora a referida declaração assinada pela CGD com a antecedência mínima de 15 dias relativamente à data do vencimento da prestação. O mesmo não se pode dizer da CGD, que, desde logo, não cumpriu o prazo máximo de 5 dias contados da data de entrega do pedido de declaração, tendo-me devolvido a declaração assinada sempre com atraso.Depois, e é aqui que reside a gravidade da situação, após pagamento da prestação comprovado pela seguradora, com o dinheiro do meu PPR, a CGD debitou-me o valor no dia do vencimento da prestação, 16 de março.Esta situação deixou-me perplexa, uma vez que não coloquei a possibilidade de não haver comunicação entre a seguradora e o banco, e que numa operação cujo propósito é aliviar os meus encargos mensais, tenha sido retirado do meu património o montante da prestação em dobro.A partir daqui teve início um penoso processo de contacto com a CGD, quem for cliente do banco saberá que é um processo arcaico e moroso. Neste processo, falei com trabalhadores que não estavam minimamente a par dos trâmites do processo de resgate do PPR para pagamento da prestação da casa. Isto é grave, tendo havido inclusivamente uma trabalhadora que afirmou com toda a certeza e propriedade que a transferência do PPR não era feita diretamente para o banco, mas para a conta do/a cliente, pelo que era impossível que o valor do PPR me tivesse sido retirado em dobro.Entre a cobrança indevida da prestação e a restituição do valor na conta, teve uma passaram-se 6 dias. Para mim, 1 dia já seria demasiado. O dinheiro foi debitado no dia 16, e só a 22 me foi novamente creditado na conta. Mas o pior estava por vir.Este é um processo que tem de ser repetido todos os meses, pelo que em abril voltei a pedir a declaração à CGD, e novamente, quando a recebi assinada pela CGD, remeti-a à Lusitania Vida com mais de 15 dias de antecedência. Para minha total e absoluta incredulidade, a prestação foi-me novamente debitada pela CGD, desta vez a 17 de abril (porque dia 16 foi fim de semana). Isto resultou em novo pesadelo de contactos com o banco, cuja conduta tem sido absolutamente lamentável neste processo.Resultado: hoje, dia 2 de maio, 15 dias volvidos desde o débito da prestação na minha conta, o dinheiro não me foi ainda devolvido. Isto é inaceitável, pelo que não me resta alternativa a apresentar uma reclamação em todas as plataformas disponíveis para o efeito.Numa fase de particulares dificuldades e privações, ironicamente concomitante com a apresentação de lucros recorde por parte das entidades bancárias, este tipo de situações são desumanas e reveladoras de uma absoluta incompetência da CGD para a gestão destes processos. Continuo, assim, a aguardar a restituição do valor indevidamente cobrado no passado dia 17 de abril. E que esta tenha sido a última vez que isto acontece, porque irei continuar a pedir o resgate nos próximos meses.
Pagamento indevido
Venho por este meio comunicar vossas Exas que, após verificação dos movimentos da minha conta bancária, notei que estou a fazer um pagamento mensal desde Junho do ano passado cuja descrição apresenta a página www.budgetscoop.com, que pelas minhas contas totaliza já o valor de 901,45€, sem que eu tenha qualquer registo feito nessa página. Gostaria de saber como é possível este tipo de coisas acontecerem e gostaria de receber o meu dinheiro de volta.
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