Reclamações públicas

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B. C.
31/05/2023

Problema com o Crédito Habitação

Apresento, por este meio, uma reclamação em relação ao meu pedido de renegociação do crédito habitação e à falta de ação por parte do Banco Santander perante esta situação.Em Novembro de 2022, quando soubemos do aumento da prestação da casa de 430,69€ para 637,06€, entrámos em contacto com o banco, dirigindo-nos ao balcão da Reboleira, para saber quais as condições para fazer uma renegociação do contrato a fim de saber se poderíamos aliviar um pouco a nossa situação. Fomos aconselhados a não fazer, pois apenas nos foram apresentadas as consequências do nosso pedido.Ainda durante o mês de Março voltámos a dirigir-nos ao balcão da Reboleira para pedir uma renegociação do contrato, visto que estávamos numa situação delicada devido à quebra de rendimentos por parte da minha esposa, ficando a receber pouco mais de 50%, por ter que cuidar do nosso filho que se encontra com uma doença crónica transitória, deixando-nos com uma taxa de esforço para 45%. Nesse momento, foi-nos proposto a redução so spread para 0,85%, algo que dias mais tarde já só seria possível se a minha esposa adicionasse o valor da licença que está a receber à nossa conta Santander. Caso contrário, já só baixariam o spread para 0,95%, uma descida de pouco mais de 20 euros. A renegociação das prestações relativas ao crédito ficou marcada para quando saísse a actualização dos valores das prestações mensais, que aconteceu em Maio. No entanto, o gestor entregou-nos logo, na nossa visita ao balcão, o formulário que ficou preenchido com a nossa proposta de renegociação para entregar-mos depois da baixa do spread e quando fosse altura de fazer o pedido. O valor mensal que propusemos na nossa proposta era de 550€, valor que, com o acrescento dos outros valores a pagar mensalmente ao banco, chegaria aos 620€. É importante referir que, na nossa ida ao banco entregámos todos os documentos necessários à renegociação do contrato, onde se incluíam os nossos recibos de ordenado e o comprovativo da licença da minha esposa e dos valores que ela estava a receber.No passado dia 17 de Maio recebemos o email com a actualização do valor das prestações do crédito habitação, que se iria fixar nos 767,47€, valores que já tinha mencionado no início deste email. No dia 18, a minha esposa entrou em contacto com o nosso gestor que lhe apresentou por telefone uma proposta na qual, num prazo de 6 ou 12 meses, iríamos apenas estar a pagar os juros, mas que o valor do capital não pago durante esse período teria de ser pago no período imediatamente a seguir. Segundo o gestor, a partir do mês de Junho, com os valores atualizados da prestação, o valor do capital seria de apenas 130 (valor aproximado), pelo que a proposta não significava nenhuma ajuda para nós, visto que iríamos estar a pagar ainda mais ao banco do que já estávamos, uma vez que o aumento atual ronda os 160 euros. Nesse mesmo dia, ela dirigiu-se ao balcão e recusou, em nome dos dois, a proposta, pois esta não era justa uma vez que nos iria sobrecarregar nos 6 ou 12 meses seguintes à ajuda e também pelos motivos que disse na frase anterior. Foi-lhe então apresentada a proposta que nós fizemos em Março, de pagar 550€ por mês, à qual o gestor adicionou apenas a data, visto que ela já estava preenchida há quase 2 meses. Segundo o nosso gestor, a proposta iria com a informação de que o pedido tinha sido feito devido à doença de um filho e que esta seria aceite de certeza pois quem iria analisar ia ser sensível à situação. Apesar da proposta ter a duração de 5 anos, ficou a garantia de que, assim que a minha esposa retomasse os seus rendimentos normais, voltaríamos ao banco para voltar a aumentar os valores da nossa prestação, pois esta é uma situação temporária.Foi aí que, finalmente, foi accionado o PARI. No entanto, poucos dias depois, recebemos uma carta em casa a informar da extinção da nossa integração no PARI.No dia 29 de Maio voltámos ao balcão da Reboleira para esclarecer o conteúdo da carta e perceber o que se passava. Fomos atendidos por um Agente Santander que analisou a nossa situação e informou-nos de que o pedido foi recusado pois nós não conseguíamos pagar o valor sugerido. A justificação do agente foi que os dados são colocados num computador que diz que sim ou que não. Perguntei ao agente do balcão qual seria, então, o valor que o computador diz que nós conseguimos pagar e ele diz que não sabia, que tínhamos de ser nós a enviar propostas à espera de uma resposta positiva e ainda nos deu como impossível a resolução do nosso caso, apresentando como quase única alternativa vender a minha casa ou então trabalhar mais. Porque é que tenho de ser eu a fazer proposta atrás de proposta à espera que apareça uma resposta positiva em vez de ser alguém responsável por analisar o processo a apresentar um valor?Uma vez que é o dever do banco acionar o PARI e que havia a informação sobre os nossos rendimentos e o risco de incumprimento perante os aumentos das prestações e da nossa taxa de esforço, porque é que foi preciso a nossa insistência para acionar o programa e porque é que este foi extinto sem que o banco nos apresentasse uma única proposta oficial? Visto que é o dever do banco acompanhar todos os seus clientes com créditos e apresentar propostas nos casos cuja taxa de esforço passe os 36% (e relembro que a nossa já passa dos 50%) exijo uma explicação para o PARI não ter sido acionado mais cedo e também do porquê para o banco não nos querer ajudar, perante uma situação que é provisória e delicada.Acredito que os responsáveis do Banco Santander conheçam o Decreto-Lei n.º 80-A/2022, de 25 de Novembro e que neste momento estão em incumprimento da Lei para comigo e, talvez, com outros portugueses na mesma situação, uma vez que a lei obriga a que sejam apresentadas propostas de renegociação em casos de risco de incumprimento, considerados a partir dos 36% de taxa de esforço.É inadmíssível a forma como estamos a ser tratados pelo Santander.

Encerrada
M. B.
31/05/2023

cetelem

venho por este meio faser uma reclamaçao da cetelem eu e o meu marido em 2017 compramos um carro a creditos a cetelem e o valor da prestaçao era 310.41 hoje a prestataço ja esta em 336,02 isto nao e normal nunca nos foi dito sobre este almento agradeço uma resposta isac santos mariana biscaia 31-05-2023

Resolvida
J. C.
31/05/2023

Falta de indicação de referências para pagamento do total em dívida

Boa tarde,O meu nome é Jorge Coutinho, e possuo um cartão de crédito do Wizink há já algum tempo, do qual vou amortizando os valores em dívida.Tendo contactado o Wizink na passada segunda feira, dia 29/05/2023, para solicitar a indicação de entidade e referência para pagamento do total em dívida, foi-me dito que a minha conta se encontrava bloqueada pelo saldo. Questionada a assistente sobre o que isto significava não me soube explicar.Referi que esta situação era inadmissível, que não tinha interesse sequer em usar o cartão e que o que pretendia era liquidar e que erra impossível o Wizink se recusar a me facultar dados para liquidação, no entanto estando a acumular juros.Esta assistente, assim como outras antes, são bastante inúteis, não sabendo explicar o que se passa apenas prestando a informação de que vão reportar a situação e serei contactado.Ora estamos ao dia 31, passaram 2 dias e nada me disseram ou resolveram.Preciso da ajuda urgente uma vez que me quero libertar de uma vez por todas destes exploradores que tentam por todas as vias dificultar o pronto pagamento.Se estivesse alguma prestação em dívida, não faltavam chamadas a cobrar, como quero liquidar estão a protelar a situação com o intuito de se verem com mais juros a render!!!Cumprimentos,Jorge Coutinho

Resolvida
G. S.
31/05/2023

Débito Indevido - Compra No Estrangeiro

Venho por meio desta, informar que no dia 31/05/2023 foi descontado de minha conta um total de 60,02 €, c o descritivo Compra no Estrangeiro, entretanto eu não realizei compra em nenhum estabelecimento diferente do meu habitual, tão pouco autorizei este débito. Peço que resolvam esta questão.

Resolvida

cobrança de dois seguros de saude durante meio ano

Assunto: cobrança incorreta N.º de cliente: 3116293 e 9861220Após dois meses do nascimento do meu filho por FIV eu dirigi-me a agência da fidelidade de cascais da av Valbom e fui atendida pela Isabel, uma senhora muito simpática . Eu queria apenas juntar o meu filho ao seguro de saude que ja tinha, dirigi me a uma agencia porque achei que seria mais seguro, uma mãe que não dorme pode cometer erros. Expliquei que já tinha um seguro e queria apenas juntar o bebé .A Isabel prontamente me explicou que teríamos de anular o antigo e fazer um novo com os dois . Acabei por sair da agencia com um seguro mais caro e mais dois , uma para cada cão. Não sendo o suficiente, após uns meses percebi que o primeiro seguro nunca tinha sido anulado, estando eu a pagar 5 seguros 2 para mim.Quando fui falar com a Isabel a resposta foi ainda bem , é porque não precisa, se não ja tinha reparado.Procedido a anulação , o dinheiro não pode ser devolvido porque segundo eles eu fiz uso da apólice em alguma clinica que não atualizou , (se eles tivessem anulado não teria sido possível ), ao que a Isabel me responde não se chateie. Meus senhores , são 300€, não quero ser mal educada , mas nem um pedido de desculpa tive direito. Usaram o meu puerpério para me engrupir , levaram me a fazer 4 seguros quando o que queria era adicionar o meu bebé e agora ficam com 300€ porque sim? Elisa Gomes

Resolvida

Atraso na resolução

Tinha o meu carro estacionado no parque do Continente de Evora quando um outro veículo que ia estacionar embateu no meu carro. Preenchemos declaração amigável,o outro condutor admitiu a culpa, no entanto a Fidelidade que é a minha companhia, já fez peritagem, já fez até averiguação e a situação continua por resolver. Tenho o carro por arranjar sem ter culpa alguma do sucedido.Apólice: 754004542Peço apenas que seja dada ordem de reparação ao meu carro.

Resolvida
A. M.
30/05/2023

Burla na internet

Fui burlado no site da plus5tr, investimentos online, fiz um registo no mesmo depositei 250 euros iniciais , ligaram ni dia seguinte para me fornecer uma password, e que no dia seguinte iria ser contado pelo gestor de investimento, o que aconteceu, apos alguma conversa este convenceu me a investir em bitcoins com valor 7,000€ , e no final da semana ligou a dizer que ja podia tirar lucros e algum monante , mas que tinha que depositar na minha conta um valor semelhante ao valor que ia sacar, por motivos de logistica . Assim o fiz e depositei 5.000€. ligaram no dia seguinte para entao procedemos ao levantamento de cerca de 7000€ a meu pedido, contudo , e confiando aceitei a transacao na app do banco, pensando que seria um credito, mas a verdade e que retiraram mais cerca 6500€, ficando eu sem o meu dinheiro todo e mais quando voltei a tentar entrar no site plustr5 com o meu email e password diz que o email ja nao existia , envia emails para a plus5tr mas ate hoje nada e nao consegui mais aceder a minha contaPor isso um alerta para todos , cuidado com este site , que facilmente pode ser burlado.

Encerrada
D. S.
30/05/2023

Não Posso Cancelar o seguro após 30 dias !

Tentei cancelar o seguro efetuado na loja da MEO ao adquirir um IPhone e fui informado pelo vendedor que o seguro era 30 dias gratuito e depois eu poderia cancelar quando eu quiser, mas hoje a atendente da CHUBB disse que não pode ser cancelado e que tenho que ficar com o produto por um ano e pagando os 14.99 por mês … não está certo, fui informado erroneamente por um vendedor que acho não estar qualificado para vender o seguro junto com o produto… quero saber como vai ser resolvido o problema.

Resolvida
P. L.
30/05/2023

Comissão bancária

Venho por este meio informar v exas que, as comissões bancárias são mais uma forma de retirar dinheiro aos clientes. Tenho um crédito à habitação feito em 2019, no Novo Banco, tendo está mesma instituição processado todos os meses a comissão de gestão de crédito. Isto é inadmissível visto já pagarmos bastante em juros e cumprirmos com a nossa obrigação. Mas isto chega ao cúmulo, de os bancos retirarem a comissão mesmo tendo só 2,90 € na conta. Resumindo, deixam nos a zero , sem se importar se as pessoa têm depoentes a seu cargo. É uma vergonha a falta de senso destes grupos económicos, que só olhão para o lucro.Achei que devia expor está situação que deve acontecer com milhares de pessoas.

Encerrada
R. S.
30/05/2023

Fraude cartão Universo

Bom dia, venho deste modo reclamar da não resolução de um problema de fraude que sofri com o cartão de crédito Universo. Ontem o meu cartão foi associado por terceiros a uma conta apple pay e segundos após essa associação foram-me retirados valores avultados (1400 EUR) da minha conta em 4 movimentos para cartões revolut e Binance. Após a associação entrei em contacto com o apoio ao cliente da rede Universo com vista a bloquear os movimentos que na altura se encontravam cativos e ao bloqueio do cartão de crédito para que não fossem feitos mais movimentos, foi-me indicado que esta informação seria passada ao departamento de fraudes e que seria contactado em duas horas, de seguida fiz denuncia no posto da policia judiciária. Não cheguei a ser contactado durante o dia de ontem (29/05) por isso hoje (dia 30/05) retomei o contacto com o apoio ao cliente da rede universo de modo a saber da resolução do processo, estes indicaram-me que não tinham mais informações e que deveria aguardar pelo contacto de resolução do process. Fui contactado uma hora mais tarde por email em que é indicado que aquelas 4 transações são movimentos feitos pela apple pay e que assim dão o processo como resolvido, voltei a entrar em contacto com o apoio ao cliente da rede universo que me indicou que o processo já estava resolvido e por isso não poderia reclamar do mesmo quando a resolução dada pela rede universo nada tinha a ver com o real problema que seria o bloquear das tranações com vista a recuperação do dinheiro retirado. Neste momento encontro-me com o processo como resolvido na rede universo mas sem resolução na verdade, pretendendo a restituição do valor retirado através desta fraude visto ter entrado em contacto com a rede minutos após o ataque ter sido feito e numa altura em que os movimento ainda se encontravam como cativos.

Encerrada

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