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ikea a grande mentira
Fui chefe de Logistica alguns anos em Alfragide e fizeram de tudo para que eu saisse e que a Ikea ficasse bem . Ikea nao tem valores, sabota o trabalho das pessoas e a direcao e horrivel. Tudo o que leio da Ikea e um facto mesmo que desmintam.
Serviço de atendimento
Exmo(a) Sr(a) No dia 15/7/26 efetuei uma marcação on-line para a revisão de uma Skoda Scala (BC-03-LG) na empresa M. & Costas em Braga. De entre as várias datas disponibilizadas pelo site escolhi a de sexta feira, vinte e quatro de julho pelas oito horas e trinta minutos. Nesse mesmo dia recebi de volta a confirmação dos dados submetidos com uma nota informando que: “A nossa equipa irá analisar a disponibilidade e entrar em contacto consigo para confirmar ou propor uma alternativa”. Fiquei, então, aguardando que a data da revisão fosse, ou não, confirmada. Como tal não aconteceu, no dia anterior à referida data tentei entrar através de contacto telefónico com a empresa. Tentei várias vezes, mas depois de mais de vinte minutos de espera em cada uma das tentativas tive que desistir, arriscando deslocar-me a Braga sem qualquer tipo de confirmação. Informo que, em maio deste mesmo ano, tive uma experiência semelhante em que não me foi dada resposta a uma questão levantada e o telefone, sistematicamente, não era atendido. Assim no dia vinte e quatro pelas oito horas e trinta minutos encontrava-me nas oficinas da empresa na rua de S. Vítor e, logo que a entrada foi franqueada, fui atendido por uma funcionária que, no mínimo, precisa de frequentar ações de formação em relações públicas tal o nível de agressividade com que fazia perguntas e respondia ao cliente. Com modos a roçar a má educação, a única resposta que dava às questões que lhe colocava, eram: “tem de aguardar! TEM DE AGUARDAR!”. Enquanto tentava dialogar com a referida funcionária uma outra cliente abordou-nos e, sem que ninguém o tivesse solicitado, referiu ter sido vítima da mesma situação o que indicia um padrão de comportamento, pouco recomendável, por parte da empresa. Acresce que a “zelosa” colaboradora não conseguiu explicar-me por que motivo uma marcação de serviço que tem uma data limite (escolhida nas datas disponibilizadas por vós) não é confirmada ou rejeitada pelo menos até ao dia anterior à deadline. Não acontecendo isso, a marcação on-line é uma perfeita falácia. Acabei por vir embora suportando o custo de uma deslocação inútil e sem fazer a revisão do veículo porque os serviços que deveriam funcionar com um mínimo de competência e profissionalismo, pura e simplesmente, não funcionaram. Espero que esta reclamação contribua para que o serviço de atendimento da M. & Costas em Braga seja profundamente alterado para bem do bom nome da empresa e, fundamentalmente, do serviço prestado aos clientes. Grato pela atenção, subscrevo-me Fernando Campos Veloso P.S.1 Darei conhecimento desta reclamação a todas as entidades ligadas aos direitos de consumo. P.S.2 Ao reclamar para o, apoio.cliente@mcostas.pt, a resposta recebi foi: " Endereço não encontrado. A sua mensagem não foi entregue a apoio.cliente@mcostas.pt porque não foi possível encontrar o endereço ou receber correio."
Débito e Subscrição Não autorizados
Deixei de usar os serviços desta entidade em fevereiro por resolução da minha parte. estive ausente sem comunicações dos próprios desde janeiro de 2026, agora de repente aparece um débito na minha conta de renovação da subscrição ainda por cima com um recibo em que 3/4 respondem a consulta de nutrição ( serviço que usei apenas por 3 meses por estar a ser seguido por uma nutricionista, certamente será para benefícios fiscais dos próprios) ) e quando apresentei a reclamação informaram que cancelaram a subscrição a partir de outubro, ou seja, este período continua ativo e sem direito a reembolso.
Falta de informação via telefone ou telemóvel da não inclusão da cobertura Choque, colisão e capotam
Exmos. Senhores, No passado dia 18 e 19 de junho de 2026 apresentei uma reclamação relativa à minha apólice de seguro automóvel, à qual, até à presente data, não obtive qualquer resposta (Refª nº 16653206 e Refª nº 16652763). N.º da Apólice: **********04 Matrícula: **********07 Venho, assim, reiterar formalmente a minha reclamação. Na sequência do acidente que sofri, fui informado pelo mediador de seguros de que a minha apólice não incluía a cobertura de choque, colisão e capotamento, motivo pelo qual o sinistro não poderia ser regularizado ao abrigo dos danos próprios. Esta informação causou-me enorme surpresa, pois sempre tive a convicção de que possuía um seguro com cobertura de danos próprios ("contra todos os riscos"). Em nenhum momento me foi explicado, quer verbalmente, que a minha apólice não incluía aquela cobertura essencial. Todo o processo de contratação e renovação foi tratado por correio eletrónico, nunca tendo recebido qualquer contacto telefónico, explicação personalizada ou alerta para a inexistência da cobertura de choque, colisão e capotamento ou para qualquer alteração relevante das garantias contratadas. Entendo que existiu uma clara violação dos deveres de informação e esclarecimento que impendem sobre o mediador de seguros e sobre a seguradora, impedindo-me de tomar uma decisão consciente e devidamente informada relativamente ao contrato de seguro. Caso tivesse sido devidamente informado da inexistência desta cobertura, teria optado por contratar uma apólice que efetivamente garantisse os danos decorrentes de choque, colisão e capotamento. Informo que solicitei ao atual mediador, que procedesse à alteração das minhas condições contratuais, que incluíssem choque, capotamento e colisão, atos de vandalismo assim como viatura de substituição em caso de acidente. Esta apólice irá iniciar a partir do dia 01 de Agosto até ao fim da minha apólice (03/04/2027). Solicito, por isso: Uma resposta fundamentada à reclamação apresentada em 18 e 19 de junho de 2026; O envio de toda a documentação que comprove que fui devidamente informado via telefone, da inexistência da cobertura de choque, colisão e capotamento, bem como de qualquer alteração das coberturas da minha apólice; A identificação da data, forma e conteúdo dessa alegada informação, caso entendam que a mesma foi prestada; A reapreciação da situação, atendendo ao incumprimento dos deveres de informação e aconselhamento. Informo que a minha viatura, na falta de resposta da vossa parte, dei indicação à minha oficina habitual, para proceder à reparação, pois necessito da viatura para o meu dia a dia. Não tendo sequer direito à viatura de substituição, uma vez que esta não está incluída na apólice, tive de proceder ao aluguer de uma viatura por 28 dias, causando-me como é óbvio, danos financeiros e não só. Aguardo uma resposta escrita com a maior brevidade. Com os melhores cumprimentos, JP
Falta de informação via telefone ou telemóvel da não inclusão da cobertura Choque, colisão e capotam
Exmos Senhores, Venho por este meio solicitar a vossa ajuda no seguinte. No passado dia 18 de Junho de 2026, sofri um acidente sozinho, em que não reparei que ao fazer a curva estava em cima de uma coluna de sustentação das coberturas do parque de estacionamento do supermercado Mercadona de Fânzeres. Eu, como sempre desejei ter sempre o carro segurado com danos próprios, e uma vez que estou a pagar pelo seguro, a quantia anual de 434 euros, sempre pensei que o meu seguro tinha a cobertura choque, colisão e capotamento. Ao entrar em contato com o meu mediador da seguradora, diz-me de imediato que o meu seguro não cobre o acidente que sofri. É evidente que recebi no meu e-mail e também no WhatsApp as condições do seguro. A questão é que confiei no mediador, pensando sempre que a cobertura atrás estava incluída no meu seguro. Senti-me enganado e fui mal informado, uma vez que as condições do seguro foram sempre tratadas via e-mail e WhatsApp. Nunca mas nunca houve um telefonema da parte do mediador, a alertar-me para o fato. Tanto é que solicitei junto do mediador, um acrescento da cobertura choque, colisão e capotamento a juntar ao meu atual seguro, pagando mais 196 euros, com viatura de substituição, caso accionar o seguro. Pretendo que seja ressarcido de todos os valores pagos até ao momento pela minha companhia ou mediador, da reparação, do aluguer de uma viatura e também dos gastos com a Uber. Daí solicitar a vossa intervenção, Com os melhores cumprimentos, JP
Reclamação contra Uber Eats Portugal – Incumprimento de Serviço e Recusa de Reembolso
Olá, boa tarde, Preciso da vossa ajuda para resolver um problema com a Uber Eats. No dia 23 de julho fiz um pedido no Burger King de Castelo Branco através da aplicação da Uber Eats. Paguei 8,21 € por MB Way, mas a comida nunca me foi entregue. Tentei resolver a situação de todas as formas: Liguei para o Burger King de Castelo Branco, mas disseram-me que não podiam fazer nada e que a culpa era da Uber Eats. Falei com o suporte da Uber Eats no chat da app e recusaram-se a devolver o meu dinheiro, dizendo exatamente o oposto: que a culpa era do restaurante por ter estafetas próprios. O estafeta também alega que me contactou, o que não é verdade. Fiquei sem a comida e sem o dinheiro. Paguei à Uber Eats pela aplicação deles, por isso acho inaceitável que lavem as mãos e fiquem com os meus 8,21 €. Agradeço se me puderem ajudar a exigir o reembolso deste valor. Junto envio os comprovativos do pagamento, recibo, registo das chamadas para o restaurante
UAb recusa bolsa PRR por lapso formal corrigível
Fiquei verdadeiramente perplexo com a forma como a Universidade Aberta conduziu o processo de atribuição da Bolsa de Incentivo do Projeto UAb Impulso2025, financiado pelo Plano de Recuperação e Resiliência (PRR). Após concluir uma microcredencial com 19 valores, fui informado pela própria Universidade de que reunia as condições para beneficiar da bolsa e fui convidado a apresentar a documentação necessária. Cumpri integralmente o prazo de candidatura e enviei todos os documentos solicitados. Mais do que isso, pedi expressamente aos serviços que verificassem se a documentação estava correta e completa, precisamente para evitar qualquer problema. Fiquei verdadeiramente perplexo com a forma como a Universidade Aberta conduziu o processo de atribuição da Bolsa de Incentivo do Projeto UAb Impulso2025, financiado pelo Plano de Recuperação e Resiliência (PRR). Após concluir uma microcredencial com 19 valores, fui informado pela própria Universidade de que reunia as condições para beneficiar da bolsa e fui convidado a apresentar a documentação necessária. Cumpri integralmente o prazo de candidatura e enviei todos os documentos solicitados. Mais do que isso, pedi expressamente aos serviços que verificassem se a documentação estava correta e completa, precisamente para evitar qualquer problema. Apesar de ainda faltarem vários dias para terminar o prazo de entrega das candidaturas, ninguém me informou da existência de qualquer irregularidade. A Universidade manteve silêncio. Só depois de terminado o prazo fui informado de que a candidatura tinha sido excluída porque, alegadamente, faltava a digitalização da página do verso do formulário onde constava a assinatura. Ou seja, existiu tempo para alertar o candidato e permitir a correção da situação, mas a Universidade optou por nada dizer enquanto o prazo decorria, invocando essa deficiência apenas quando já era impossível corrigi-la. Acresce que a Universidade conhecia perfeitamente a minha identidade, possui todo o meu histórico académico, todos os meus dados administrativos e toda a restante documentação exigida. Nunca esteve em causa a autenticidade da candidatura nem o cumprimento dos requisitos materiais para atribuição da bolsa. O mais preocupante é que o regulamento do Projeto UAb Impulso2025 não prevê que uma situação desta natureza determine automaticamente a exclusão da candidatura. Também verifico que a própria Universidade não cumpriu integralmente o regulamento ao enviar a comunicação inicial apenas para o endereço de correio eletrónico pessoal, quando o regulamento prevê a utilização do endereço institucional. Perante esta decisão apresentei um pedido de reconsideração, expondo os fundamentos jurídicos e solicitando a reapreciação da candidatura. A resposta recebida limitou-se a afirmar que a responsabilidade era do candidato e que os documentos eram necessários para auditoria do PRR, sem responder à questão essencial: Porque razão não fui alertado durante o prazo de candidatura, quando bastaria um simples email para corrigir uma irregularidade meramente formal? Mais grave ainda, uma reclamação posteriormente apresentada através da plataforma SITCON deixou de estar visível no histórico dessa plataforma, situação cuja origem continuo sem conseguir compreender. Estamos a falar de um programa financiado por fundos públicos destinado a incentivar a qualificação dos estudantes. No entanto, neste caso, um estudante que cumpria todos os requisitos materiais, concluiu a formação com elevada classificação e entregou a documentação dentro do prazo acabou excluído por um lapso formal que poderia ter sido resolvido em poucos minutos caso os serviços tivessem atuado com diligência. A Administração Pública deve servir os cidadãos com legalidade, proporcionalidade, boa-fé e colaboração, e não transformar pequenas irregularidades sanáveis em motivos de exclusão quando estas não colocam em causa a autenticidade da candidatura nem prejudicam o interesse público. Apresento esta reclamação para que a Universidade Aberta esclareça publicamente este procedimento, reavalie a decisão tomada e adote práticas mais transparentes, proporcionais e conformes com os princípios da boa administração. Gostaria igualmente de saber se existem outros estudantes que tenham sido excluídos por motivos semelhantes, pois considero importante perceber se este foi um caso isolado ou se revela uma prática administrativa recorrente.
Desconto não efetuado
No passado dia 17, fiz um abastecimento num posto Moeve e paguei com o cartão de crédito Wizink Moeve, esperando usufruir do desconto de 16 cêntimos por litro, tal como é publicitado. No entanto, apesar das várias tentativas dos operadores, não conseguiram aplicar o desconto. Ficaram com o meu contacto para me darem uma resposta, mas até hoje ninguém me contactou. Adicionalmente, enviei uma exposição escrita para o apoio ao cliente e continuo sem qualquer resposta. É lamentável esta falta de acompanhamento e resolução da situação.
Anuncio errado na enviaram segunda unidade
No dia [20/06/26], efetuei a compra de um conjunto anunciado como "2 espreguiçadeiras" através do marketplace da Brico Depôt (Encomenda N.º 2000118986-A), tendo o pagamento correspondente sido devidamente processado e faturado.Aquando da entrega, verifiquei que apenas foi enviada 1 unidade. Ao contactar os vossos serviços, foi-me indicado que a situação se deveu a um "erro no anúncio" e que a segunda unidade não seria enviada.Venho por este meio rejeitar formalmente essa justificação. De acordo com a legislação de defesa do consumidor, a proposta contratual constante no anúncio vincula o operador económico. O erro de inserção de conteúdos ou preços na plataforma é um risco gerido pelo comerciante e não pode ser imputado ao consumidor após a celebração e pagamento do contrato.Como tal, exijo:O envio imediato da segunda espreguiçadeira em falta, sem qualquer custo adicional, cumprindo integralmente o contrato celebrado.Caso mantenham a recusa, informo que avançarei com uma queixa formal no Livro de Reclamações Eletrónico contra ambas as entidades por publicidade enganosa e incumprimento contratual, bem como junto da DECO e do Centro de Arbitragem de Conflitos de Consumo
Reclamação – Máquina de Depósito de Embalagens (Programa Volta) – Continente Seia
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação relativamente a uma situação ocorrida no Continente de Seia. No dia 24 de julho de 2026, por volta das 10h30, dirigimo-nos à máquina do programa Volta para efetuar o depósito de várias embalagens. Quando o valor acumulado atingiu 9,20 €, a máquina bloqueou inesperadamente, impossibilitando a emissão do talão com o respetivo valor. De imediato tentámos entrar em contacto com o apoio ao cliente, mas sem qualquer sucesso. Perante essa situação, acabámos por abandonar o local, uma vez que não nos foi possível resolver o problema. No dia seguinte, regressámos ao Continente de Seia e solicitámos ajuda no balcão de atendimento. No entanto, fomos informados de que, por já ter passado o fecho do dia anterior, não era possível fazer qualquer verificação ou recuperação do valor, alegando que já não tinham acesso à informação. Consideramos esta situação completamente inaceitável. Depositámos as embalagens de boa-fé e, devido a uma avaria da máquina, ficámos sem as embalagens e sem o respetivo valor de 9,20 €, sem que nos tenha sido apresentada qualquer solução. Solicitamos, por isso, que esta situação seja analisada com a maior brevidade possível e que nos seja devolvido o valor correspondente ao depósito efetuado. Aguardamos uma resposta e uma resolução célere para este problema. Com os melhores cumprimentos,
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