Reclamações públicas

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A. C.
25/08/2026

Publicade Enganosa

No dia 25 de agosto, dirigi-me à loja situada no Sintra Retail Park onde adquiri duas mesas de cabeceira que estavam indicadas como estando em promoção (tenho fotos como prova) com a designação 'Broby mesa de cabeceira', ao preço de 27,50€ cada, ou seja, 50% do valor habitual. Após efetuar o pagamento, verifiquei que o desconto não tinha sido aplicado. Questionei uma funcionária sobre a situação, que por sua vez chamou uma colega que se identificou como responsável pela loja. Perguntei o nome e respondeu que era Beatriz. A explicação que me foi dada limitou-se a dizer que o preço era 54,99€ cada, sem apresentar argumentos ou justificações. Recusaram-se a aplicar o desconto que estava assinalado, apesar de o cliente ter direito a que os preços promocionais sejam respeitados. Senti que esta situação é publicidade enganosa. Apresentei reclamação diretamente na loja, assim como à ASAE e à Deco. Lamento que, enquanto cliente há vários anos (inclusive noutra loja), a responsável não tenha resolvido a situação e até tenha incentivado a apresentação de reclamação. Peço que sejam cumpridas as regras relativas à afixação e aplicação de preços promocionais.

Em curso
M. V.
25/08/2026

Pedido de um aparelho novo em virtude das avarias recorrentes e intervenções ineficazes

Venho, por este meio, apresentar uma reclamação relativamente ao frigorífico da marca Whirlpool, modelo W7X82O OX, nº de série 362421015021, adquirido no estabelecimento «Casa Rosita», no dia 7 de setembro de 2024. O referido aparelho apresenta uma avaria que compromete a sua função essencial, uma vez que deixa de refrescar. Esta situação arrasta-se desde maio, uma fase em que a sua utilização não é apenas essencial, mas também indispensável. Quando avariou pela primeira vez, dirigi-me à loja onde o comprei e o vendedor aconselhou-me a desligar o mesmo durante 48 horas e voltar a ligar. Assim procedi. Pareceu resultar, mas passado 3 dias voltou a não refrescar. Dirigi-me novamente à loja e foi acionada a assistência a 28 de maio. Não sei precisar a data da primeira visita do técnico. Como tinha o frigorífico ligado à tomada, apesar de estar desligado, este não lhe mexeu, receando provocar um dano ainda maior ao aparelho. Aguardei o reagendamento de nova visita que ocorreu a 11 de junho. A intervenção efetuada foi desentupir o esgoto e alinhar os pés para traz. Funcionou durante 3 dias. Voltei a acionar a assistência. Não sei precisar a data da 3ª visita do técnico, uma vez que este não deixou relatório. Diagnosticou que o problema era no «térmico» e que teria que substituir a peça que, presumidamente, demoraria uma semana a chegar. Aguardei novamente o contacto da assistência para reagendar a intervenção. Passado 3 semanas, por pressão minha, reagendaram para o dia 10 de agosto. O técnico substituiu o «térmico» e o frigorífico funcionou apenas 2 dias. Acionada a assistência, comunicaram que só há disponibilidade para o dia 1 de setembro. Considerando que se trata de uma avaria recorrente, que persiste apesar das tentativas de reparação, considero que as intervenções realizadas não conseguiram repor de forma eficaz e duradoura a conformidade do aparelho e acarretaram prejuízos devido ao descongelamento dos alimentos e à não refrigeração. Nos termos do Decreto-Lei nº 84/2021, de 18 de outubro, o consumidor tem direito à reposição da conformidade do bem, nomeadamente através da reparação ou substituição, e a lei contempla expressamente as situações em que a falta de conformidade reaparece, apesar de uma tentativa de reparação. Face à reincidência da mesma avaria após as reparações e tendo em consideração os transtornos causados pela impossibilidade de utilizar normalmente um eletrodoméstico de primeira necessidade, essencial à conservação de alimentos, solicito a substituição do frigorífico por um aparelho novo e conforme, sem quaisquer custos para mim. Não considero adequada uma nova reparação, uma vez que já foram realizadas duas intervenções sem que o problema tenha sido solucionado de forma eficaz, definitiva e em tempo útil. Caso o pedido de substituição seja recusado, solicito que essa recusa me seja comunicada por escrito e devidamente fundamentada, indicando concretamente as razões legais e técnicas que sustentam a recusa, bem como a solução que será proposta para a reposição definitiva da conformidade do aparelho. Com os melhores cumprimentos: Maria Umbelina Vieira Gonçalves

Encerrada

Serviço pós-venda

Venho apresentar uma reclamação relativa a um esquentador Gralux FQ 12 V NOX D-BUT, adquirido em 12 de fevereiro de 2026 na Rádio Popular de Setúbal, juntamente com o respetivo serviço de instalação, no valor de 80,00 €. Desde a instalação, o equipamento nunca funcionou corretamente. Após contacto com a loja, um técnico da Rádio Popular confirmou que a instalação se encontrava em conformidade, atribuindo a avaria ao próprio aparelho e encaminhando o processo para a assistência técnica da marca. Ao longo dos meses foram efetuadas várias tentativas de resolução. Em 24 de julho de 2026, um técnico da SERVITIS, assistência técnica da Gralux, confirmou que o problema se encontrava no equipamento, tendo elaborado um relatório para envio à fábrica. No entanto, após diversos contactos, fui informada por diferentes entidades que o processo teria sido encaminhado entre a fábrica e a loja, sem que fosse apresentada qualquer solução concreta. Em 15 de agosto de 2026, desloquei-me à Rádio Popular de Setúbal, onde me informaram não existir qualquer atualização sobre o processo. Até à presente data, 18 de agosto de 2026, continuo sem o equipamento a funcionar corretamente e sem qualquer proposta de reparação definitiva, substituição ou reembolso. Considero esta situação inaceitável, dado terem decorrido mais de seis meses desde a compra sem resolução do problema, encontrando-se os meus direitos enquanto consumidor comprometidos. Assim, solicito a intervenção da DECO para me auxiliar na defesa dos meus direitos e promover uma resolução célere desta situação. Com os melhores cumprimentos, Pedro Cordeiro

Encerrada

Avaria no produto

Exmos. Senhores, Venho apresentar uma reclamação relativa a um esquentador Gralux FQ 12 V NOX D-BUT, adquirido em 12 de fevereiro de 2026 na Rádio Popular de Setúbal, juntamente com o respetivo serviço de instalação, no valor de 80,00 €. Desde a instalação, o equipamento nunca funcionou corretamente. Após contacto com a loja, um técnico da Rádio Popular confirmou que a instalação se encontrava em conformidade, atribuindo a avaria ao próprio aparelho e encaminhando o processo para a assistência técnica da marca. Ao longo dos meses foram efetuadas várias tentativas de resolução. Em 24 de julho de 2026, um técnico da SERVITIS, assistência técnica da Gralux, confirmou que o problema se encontrava no equipamento, tendo elaborado um relatório para envio à fábrica. No entanto, após diversos contactos, fui informada por diferentes entidades que o processo teria sido encaminhado entre a fábrica e a loja, sem que fosse apresentada qualquer solução concreta. Em 15 de agosto de 2026, desloquei-me à Rádio Popular de Setúbal, onde me informaram não existir qualquer atualização sobre o processo. Até à presente data, 18 de agosto de 2026, continuo sem o equipamento a funcionar corretamente e sem qualquer proposta de reparação definitiva, substituição ou reembolso. Considero esta situação inaceitável, dado terem decorrido mais de seis meses desde a compra sem resolução do problema, encontrando-se os meus direitos enquanto consumidor comprometidos. Assim, solicito a intervenção da DECO para me auxiliar na defesa dos meus direitos e promover uma resolução célere desta situação. Com os melhores cumprimentos, Pedro Cordeiro

Encerrada
S. G.
25/08/2026

Reembolso

Venho por este meio apresentar uma reclamação relativamente à compra de uma janela efetuada junto da empresa. No momento da compra foi-me indicado um determinado prazo para a entrega da janela. Posteriormente, fui contactado pela empresa, tendo-me sido comunicado que a entrega seria adiada por mais 60 dias. Perante este novo prazo, informei a empresa de que não aceitava o adiamento e solicitei o cancelamento da compra e a devolução integral do valor que já tinha pago. No entanto, até à presente data, o valor pago ainda não me foi devolvido. Para além disso, apesar de ter efetuado o pagamento, a empresa também não me disponibilizou a respetiva fatura ou documento comprovativo da compra. Considero esta situação inadmissível, uma vez que não foi cumprido o prazo inicialmente acordado e, depois de ter recusado expressamente o novo prazo de entrega e solicitado a devolução do dinheiro, continuo sem receber o valor pago. Solicito, assim, a resolução imediata da situação, nomeadamente: A devolução integral do valor que paguei; O envio da respetiva fatura/recibo referente ao pagamento efetuado; Uma resposta por escrito relativamente ao motivo pelo qual o reembolso ainda não foi efetuado. Caso a situação não seja resolvida de imediato, irei recorrer às entidades competentes para defesa dos meus direitos enquanto consumidor. Aguardo a regularização da situação com a maior brevidade possível.

Encerrada
A. S.
25/08/2026

Fui enganado!

Fui enganado! Comprei um conjunto de bancos de cozinha e apenas me enviaram um. Em resposta à minha reclamação, inicialmente disseram que só comprei um banco, tal como mostrava a imagem. Contudo, o anúncio é inequívoco no título diz “Conjunto de bancos” e na descrição está escrito por extenso “Conjunto de 2 bancos”. Mais tarde, admitiram que haveria um erro com o anúncio, mas a solução que me deram foi comprar um novo banco e que me ofereciam os portes de entrega. Caso eu quisesse devolver, teria que pagar os portes. Enganaram-se e o prejuízo seria sempre meu. Considero uma burla e um mau serviço pós-venda.

Encerrada
M. V.
24/08/2026

Saída do cinema para mobilidade reduzida

Na 5.ª feira, dia 13/8/2026, fui ao Cascaishopping. Desloco-me apenas em cadeira de rodas e, como tal, estacionei numa área reservada indicada, no r/ch. Sem ter programado, decidi ir ao cinema ver um filme que começava às 20h e terminava por volta das 23h. Quando saí do exterior da zona dos cinemas, no (1.º piso), estavam várias zonas impedidas por baias, estando os elevadores para o r/chão também vedados por baias. A única saída possível seria apenas pelo 1-º piso. Vendo-me perdida sem saber o que fazer uma empregada do cinema rapidamente se dispôs a auxiliar indo procurar um segurança. Entretanto um outro segurança apareceu e expliquei-lhe a situação que me indicou um colega junto às baias e acrescentando que tinha que encerrar as televisões. Dirigi-me então às baias, encontrando pelo caminho a empregada do cinema que retornava e encontrara um segurança junto às ditas baias mas que este não podia sair do seu posto e lhe indicara um outro colega que deveria andar também por ali por perto a fazer ronda (penso que fosse com quem eu tinha falado pois não havia ali mais ninguém). Ou seja, um remeteu para o outro e vice-versa e nenhum se dignou sequer a chamar alguém pelo intercomunicador de modo a resolver a situação. Apenas a empregada do cinema falou com a encarregada que rapidamente ligou para a central de segurança e resolveu a situação, aparecendo mais tarde um 3.º segurança que, então aí, diligentemente me acompanhou até à viatura. Mas apenas graças às empregadas do cinema prontas a resolver aquela situação constrangedora. Todos tínhamos vontade de ir para casa, seguramente. Eu também! Mesmo o problema tendo ficado resolvido, não fosse a cuidadosa atenção e rápida intervenção das empregadas do cinema, via-me ali dum lado para o outro, perdida, sem saber o que fazer. Posteriormente explicaram-me que, quando se trata de filmes que acabam tarde, as viaturas deverão ficar estacionadas no 1º piso. Mas essa informação não é divulgada e ninguém adivinha. Mais – nem toda a gente tem viatura própria e muitas pessoas com deficiência que conheço e algumas são frequentadoras do Cascaishopping ficam sem acesso. Ou terão que passar todas pela mesma situação? Porque se esquecem de saídas também para pessoas com mobilidade reduzida? Agradecesse-se a vossa melhor atenção para este tipo de situações. Com os melhores cumprimentos: F.V.

Em curso
R. C.
24/08/2026

Profissionalismo

Dia 24 de Agosto de 2026, entre as 09.20 e 09.45 horas, fui fazer umas compras no Aldi situado na Avª de Badajoz 1, 2450-284 Nazaré. Quando cheguei à fila da única caixa aberta para fazer o pagamento, deparei-me com 9 pessoas à minha frente e mais 3 atrás de mim. Ouvi um sinal emitido pelo caixa e pensei, boa vai ser depressa vão abrir outra caixa. Passado 2 a 3 minutos de espera, chega o apoio chamado ao qual foi dito que já nao era preciso. Enganei-me, afinal o apoio era para outro fim. Como a associada se foi embora eu disse ao Sr. António Gerardo, o caixa de serviço, " desculpe, pode pedir apoio para abrir outra caixa se faz favor? " Resposta "Aqui quem decide se é preciso abrir outra caixa ou não, sou eu. A Srª aqui não manda nada." Tudo bem, não estava a mandar, estava a fazer um pedido porque o tempo de espera já estava a exceder o direito de atendimento com qualidade, eficiência e respeito ao consumidor. A rudez e a falta de educação ali mostrada pelo Sr, António Gerardo, precisa de ser polida. O Aldi na Nazaré, precisa de maior supervisão à forma como trata os seus clientes e à higiene/organização dentro e fora do estabelecimento. Também permitem a presença de indigentes com e sem animais (nada contra essas pessoas ou animais), à entrada do estabelecimento, mas o lixo e os pelos dos animais acumulado na área e nos carrinhos das compras torna-se um problema para a saúde pública.

Encerrada
R. G.
24/08/2026

Defeito no Veiculo

Bom dia, Venho por este meio apresentar, novamente, uma reclamação relativa ao veículo Nissan Leaf, matrícula AL‑68‑LS. Após a primeira reclamação e da tentativa inicial de reparação, mantivemos contacto com o vosso serviço pós‑venda para agendar uma nova intervenção. No entanto, até à presente data não houve qualquer resolução. A pessoa responsável pelo processo entrou de férias sem concluir o assunto nem o encaminhar para outro colaborador, deixando‑nos completamente sem acompanhamento. Recordo que o defeito foi identificado no dia seguinte ao levantamento do veículo no stand, situação já reportada anteriormente. Disponibilizámo‑nos para que o veículo fosse reparado por duas vezes e, adicionalmente, propusemos a substituição do mesmo. Nenhuma destas soluções teve seguimento por parte da vossa empresa, sendo que o único prejudicado nesta situação sou eu, que continuo sem veículo funcional e a suportar uma prestação mensal. Assim, informo que no dia 28 de agosto irei proceder à entrega do veículo no vosso stand de Sacavém e apresentarei uma reclamação formal. Como já é do vosso conhecimento, tenho uma advogada a acompanhar este caso e, na ausência de uma resolução imediata e adequada, avançaremos para processo judicial. Tentámos, desde o início, resolver esta situação de forma cordial e benéfica para ambas as partes. Contudo, não houve demonstração de interesse da vossa parte em solucionar o problema, e não podemos continuar sem veículo e com encargos associados. Aguardo o vosso contacto urgente. Com os melhores cumprimentos, Ruben

Em curso
T. D.
24/08/2026

Sem instalação

A data inicialmente prevista para a entrega e instalação, os funcionários/motoristas limitaram-se a entregar e deixar os eletrodomésticos no local, abandonando o local sem proceder à instalação contratada. Posteriormente, foi efetuado um reagendamento. Contudo, na nova data, o motorista alegou que não se encontrava ninguém em casa, o que não corresponde à verdade. Havia efetivamente pessoas em casa e disponíveis para receber os técnicos e permitir a realização do serviço. Esta situação é particularmente grave, uma vez que, além de o serviço de instalação não ter sido realizado inicialmente, foi posteriormente apresentada uma justificação que não corresponde à realidade, impedindo novamente a resolução do problema. Hoje completam-se 7 dias desde o início das minhas tentativas para resolver esta situação, sem que a Worten tenha conseguido apresentar uma solução efetiva ou uma nova data concreta para a instalação. A situação já me está a causar prejuízos financeiros e transtornos significativos, uma vez que, devido à impossibilidade de utilizar o eletrodoméstico, nomeadamente a máquina de lavar roupa, tivemos de recorrer a serviços de lavandaria/lavar roupa fora de casa, suportando despesas que não teríamos tido se o serviço contratado tivesse sido corretamente prestado. Não considero que a simples colocação dos eletrodomésticos dentro da minha residência corresponda ao cumprimento integral da obrigação contratada, uma vez que a instalação fazia parte do serviço adquirido. Face ao exposto, solicito formalmente: Uma explicação formal sobre o motivo pelo qual foi registado que não se encontrava ninguém em casa, quando tal informação não corresponde à realidade; Fiz duas reclamações no Livro de Reclamações, da loja Worten Matosinhos estou ainda a espera de entrarem em contato para falar sobre o ocorrido.

Resolvida

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