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Reclamação: Práticas de "Reduflação", Aumento Desproporcional de Preços e Incoerência Ética da Marca
Exmos. Senhores, Venho por este meio manifestar o meu profundo descontentamento e indignação relativamente às recentes práticas comerciais e de marketing da Prozis, marca da qual fui cliente habitual durante bastante tempo. O motivo desta reclamação prende-se com uma clara falta de respeito pelo consumidor, assente em três pontos fundamentais: 1. Prática de Reduflação (Menos quantidade pelo triplo do preço): Como consumidor atento, é impossível ignorar a estratégia de redução de embalagens mascarada de "atualização". A vossa proteína isolada (100% Real Whey Isolate), que anteriormente era vendida no formato padrão de 1 kg (1000g) por valores a rondar os 30€, passou agora a ser comercializada numa embalagem reduzida de 907g por um preço absurdo de cerca de 70€. Isto traduz-se numa perda real de doses por embalagem aliada a uma subida de preço que duplica (e em muitos casos triplica) o custo por grama de proteína. Embora o mercado livre permita a flutuação de preços, esta discrepância é abusiva e lesiva para o orçamento de qualquer cliente fiel. 2. A Ilusão dos Cupões de Desconto: A estratégia de manter preços base inflacionados e absurdamente altos para depois tentar "suavizar" o impacto com cupões de desconto de influenciadores (de 10% ou 15%) deixou de fazer sentido. Trata-se de uma ilusão de poupança que já não convence o consumidor informado. Mesmo com descontos aplicados, o valor final continua a ser proibitivo e desfasado da realidade do mercado europeu. 3. Incoerência Ética e Marketing de Influência: Enquanto marca que se posiciona no mercado sob a bandeira da "saúde, bem-estar, desporto e vida saudável", considero inaceitável e contraditório o vosso atual painel de patrocínios. A Prozis opta por financiar e associar o seu nome a influenciadores digitais cuja principal atividade e fonte de receita é a promoção de casinos online ilegais, apostas de alto risco e esquemas duvidosos que destroem vidas e promovem o vício. A promoção de jogos de sorte e azar ilegais choca diretamente com os valores de saúde e ética desportiva que a marca diz defender. Torna-se claro que, para a Prozis, o alcance mediático e o lucro rápido estão acima de qualquer responsabilidade social e moral. Como consumidor, recuso-me a continuar a financiar esta máquina de marketing agressiva que dita a subida de preço dos meus suplementos para pagar contratos de publicidade a figuras com este perfil ético. Por estes motivos, informo que decidi cessar de imediato as minhas compras na vossa plataforma e migrar para marcas concorrentes que respeitam a carteira dos clientes e mantêm uma postura ética e transparente no mercado. Subir preços sem controle e dar patrocínio a pessoas que promovem jogos de casinos ilegais só faz perder clientes. Não sou eu que vou continuar a comprar para a prozis pagar a esses criminosos. Deixem de dar patrocínios a essas pessoas e reduzam os preços. Há mais marcar no mercado. Sem outro assunto de momento
Máquina com defeito e não dão solução
Exmos. Senhores, Venho apresentar reclamação contra a CREAT relativamente ao tratamento dado a uma avaria ocorrida numa lavadora de alta pressão adquirida há cerca de um ano e ainda abrangida pela garantia legal. O equipamento teve uma utilização extremamente reduzida, tendo sido usado apenas duas vezes desde a sua aquisição. Após essas duas utilizações, deixou de fornecer a pressão para a qual foi concebido, tornando-se inadequado à sua utilização normal. Perante a avaria, contactei a assistência da CREAT e enviei toda a documentação solicitada, incluindo fotografias e vídeos demonstrativos do problema. Posteriormente, o equipamento foi recolhido para reparação ao abrigo da garantia. Após a devolução da máquina, verifiquei que o problema inicial não tinha sido resolvido e que, adicionalmente, o equipamento regressou em piores condições do que aquelas em que foi enviado. Sempre que a lavadora é ligada à água e colocada em funcionamento, um dos tubos desprende-se, impossibilitando a sua utilização e comprometendo inclusivamente a segurança da operação. Disponho de vídeos que comprovam esta situação. Apesar de ter comunicado imediatamente esta nova ocorrência à CREAT, a resposta recebida, após vários dias de espera, consistiu novamente num pedido de envio de vídeos para avaliação remota da situação, numa tentativa de resolver o problema através de instruções à distância. Não aceito nem considero razoável que me seja solicitado realizar qualquer intervenção técnica ou tentativa de reparação. Não possuo formação técnica para o efeito e a responsabilidade pela reposição da conformidade do bem cabe exclusivamente ao vendedor e aos respetivos serviços de assistência técnica. Importa ainda referir que, contrariamente ao que foi alegado pela empresa, nunca me foi formalmente apresentada qualquer proposta de substituição do equipamento. Ao longo deste processo tenho assistido a sucessivos pedidos de informação já anteriormente disponibilizada, atrasos injustificados nas respostas e à ausência de uma solução efetiva para um produto que continua sem funcionar corretamente e cuja reparação efetuada ao abrigo da garantia se revelou manifestamente ineficaz. Nos termos do Decreto-Lei n.º 84/2021, de 18 de outubro, o consumidor tem direito à reposição da conformidade do bem através da reparação ou substituição, sem encargos, dentro de um prazo razoável e sem grave inconveniente. Considero que estas obrigações não estão a ser cumpridas. Desde a primeira avaria, encontro-me privada da utilização de um equipamento que adquiri e paguei integralmente, vendo o processo prolongar-se sem que seja apresentada uma solução adequada e definitiva. Face ao exposto, solicito a intervenção da CREAT para resolver imediatamente esta situação, através da substituição do equipamento por uma unidade nova e em perfeitas condições de funcionamento ou, em alternativa, através de uma reparação efetiva que elimine definitivamente todas as anomalias existentes, sem qualquer custo para mim. Acrescento que estou a realizar obras em casa e tive de pedir emprestado um equipamento semelhante para poder realizar os trabalhos necessários. Lamento profundamente a forma como este processo tem sido conduzido e considero que o serviço de assistência pós-venda prestado pela CREAT não corresponde aos padrões de diligência, boa-fé e respeito pelos direitos dos consumidores legalmente exigíveis. Cumprimentos.
Publicidade enganosa
Exmos senhores Venho por este meio expor uma situação que me incomoda e que não devia ser válida. Eis que há menos de um ano (setembro de 2025) comprei um roupeiro no site da Worten por 89.99€. Na altura, supostamente, estava com um óptimo desconto. Atualmente preciso comprar outro igual e qual não é o meu espanto quando está com o valor de 149€ e dizem ter um desconto de 51%!!! Claramente que inflacionaram o preço inicial para depois fazerem este brilharete a que chamo de publicidade enganosa! Claramente que não estão a ser corretos. Gostava de ter o vosso parecer uma vez que são a nossa salvaguarda de valores e de justiça no que toca aos direitos dos consumidores. Junto anexo fotos que comprovam a minha argumentação. Grata pela atenção, Com os melhores cumprimentos. MB
Demora na reparação
Exmos. Srs. No dia 15/6/2026, conduzindo o meu veículo de matrícla NF 15 NZ, para evitar uma colisão com veículo, que circulando em sentido contrário, efetuava uma ultrapassagem perigosa, derrapei na berma, tendo colidido com um contentor de lixo, da qual resultaram danos na frente direita do veículo e na porta traseira do lado direito. Acionei os danos próprios do meu seguro. A companhia marcou uma peritagem na reparadora Autovar, embora eu tenha pedido na participação que a mesma fosse feita no concessionário Litocar, em Santa Maria da Feira. O perito não compareceu, pedindo que a garagem enviasse as fotografias dos danos. Foram aceites tendo dado a peritagem como definitiva. Mais gtgarde disse que queria ver o carro e a companhia marcou nova peritagem, na mesma garagem, para dia 30 de junho. Compareceu uma senhora para fazer a peritagem. Viu o carro, falou com a garagem, mas não falou comigo. Quando ela ia a sair, perguntei se demorava, com ar arrogante, disse que não sabia, que não dependia dela. Dois dias depois, a responsável pela garagem informoi, via telefone, que não tinham capacidade para reparar a viatura porque era um carro eletrico. Coisa etranha. Não recusaram o seviço de início e também reparam carros eletricos da marca que representam, a Renault... Que a companhia ia entrar em contaco para marcar nova reparação na oficina que eu indicasse. Até hoje, não houve qualquer contacto. já enviei várias mensagens a pedir informação sobre o processoo e não respondem. Venho solicitar a vossa intervenção para apoio nesta demanda. O carro anda, mas, legalmmente, não devia circular. Augusto Joaquim de Oliveira Sócio n.º 4489875-36
Conta bloqueada
Exmos. Senhores, Enviei uns ténis através da plataforma e o comprador afirmou que eram falsos. No entanto, comprei-os diretamente na loja da Nike e enviei todos os comprovativos possíveis: recibo, comprovativo de compra na minha conta da Nike, várias fotos do produto, comprovativo do débito na minha conta bancária e ainda dois certificados de autenticação feitos em aplicações especializadas (CheckCheck e Poizon). Apesar de ter enviado toda esta informação, recebi uma mensagem a referir que não enviei nada, bloquearam-me a conta e fiquei sem receber os 45€ da venda. Já deixei várias mensagens há 45 dias sobre esta situação e até agora continuo sem resposta. Acho o serviço de apoio ao cliente deles inadmissível. Cumprimentos.
Atualização de Software
Transcrevo mail enviado ao Centro de Apoio ao Cliente Peugeot Boa tarde, Sou proprietário de um Peugeot 308 SW Plug-in Hybrid GT, com o VIN VR3F4DGYTPY681116 e matrícula BG-59-NE. Há cerca de quatro meses que tento instalar a atualização de software do sistema de infotainment, atualmente na versão NHW.1.26.80.7. Sempre que a atualização OTA é disponibilizada para "Melhorar o desempenho", o processo inicia-se normalmente, mas interrompe-se sistematicamente aos 5%, apresentando a mensagem "Instalação falhada". Antes de recorrer à rede de assistência Peugeot, efetuei diversas tentativas para resolver o problema, nomeadamente: • Reposição das definições do sistema para os valores de fábrica; • Reinício do sistema e da viatura; • Novas tentativas de instalação da atualização OTA. Apesar destas ações, a atualização continua a falhar exatamente no mesmo ponto. No passado dia 2 de julho, desloquei-me à oficina MCoutinho – Parque das Nações. Através da consulta do histórico da viatura, um colaborador confirmou que existiam pelo menos três tentativas de atualização falhadas registadas no sistema. No final desse dia, a viatura foi-me entregue com a indicação de que a atualização teria sido concluída com sucesso. Contudo, ao verificar a versão do software, constatei que o sistema permanecia na versão NHW.1.26.80.7. Questionei a situação e fui informado de que a nova versão poderia demorar até 24 horas a ser apresentada no sistema. Após uma semana de verificações diárias, a versão manteve-se inalterada. N o dia 9 de julho, pelas 08h00, voltei a deslocar-me à mesma oficina para reportar a situação. Pelas 11h13, fui informado telefonicamente de que, por indisponibilidade de técnicos, não seria possível efetuar a intervenção, tendo sido reagendada para o dia 14 de julho. Hoje, 14 de julho, fui novamente contactado pela oficina, tendo sido informado de que não conseguiram efetuar a atualização, acrescentando que, mesmo após contacto com os serviços técnicos da Peugeot, também não foi possível resolver a situação. Face ao exposto, contactei o Apoio ao Cliente Peugeot, onde foi aberta a incidência n.º 04267956. Manifesto a minha profunda insatisfação com esta situação, sobretudo porque: • o problema persiste há vários meses; • a rede de assistência não conseguiu resolver a anomalia; • nem sequer foi apresentada uma explicação técnica concreta para a impossibilidade de atualização. Solicito, por isso, que este caso seja encaminhado para uma entidade técnica competente da Peugeot, com capacidade para analisar e resolver definitivamente esta anomalia. S olicito ainda que seja estabelecido contacto comigo, com a maior brevidade possível, para: • esclarecer a origem do problema; • indicar quais as diligências que irão ser efetuadas; • e apresentar uma solução definitiva para esta situação. Agradeço a melhor atenção e fico a aguardar um contacto célere. Com os melhores cumprimentos, Vitor Madeira 918 836 390
Não consegui comprar nada
Exmos, Senhores, Venho por meio deste exprimir minha enorme insatisfação com esta loja. Estive por duas vezes na loja física de Vila Nova de Gaia para comprar móveis para o meu apartamento. Pretendia comprar sofá, mesa, cadeiras, móvel de TV e aparador. No entanto, saí sem comprar nada, pois não havia atendentes para nos entender, eu precisei pedir ajuda no caixa para ter informações sobre os produtos que eu queria, o qual solicitou um atendente para ajudar e simplesmente não tivemos ajuda. O caixa ainda falou que não sabia informar sobre as condições de venda que haviam no site para membros ConfoClub. Tentei então comprar pelo site. Nenhuma promoção funcionava e o prazo de entrega era para mais de 65 dias e levantamento para mais de 150. No site falava que havia um cupom de 20 euros para comprar acima de 500 euros, o qual não funcionou. Também havia uma condição de 15% de desconto em mesas e cadeiras eram na condição 2x1. No entanto, não há explicações de como utilizar este desconto, visto que não há nada sobre isso no site, apenas o anúncio e em loja ninguém sabe informar. Então, não consegui comprar absolutamente nada. Não indico a ninguém.
Impossibilidade na rescisão do contrato com a Culligan Portugal
Reclamação contra faturação abusiva (Contrato 990281933) e cobrança indevida via Intrum Exmos. Senhores, Apresento formalmente esta reclamação contra a Culligan Portugal, na sequência do envio infundado de cobranças relativas a anuidades dos anos de 2025 e 2026, as quais foram agora indevidamente encaminhadas para a empresa de assessoria financeira/cobranças Intrum. • No ano de 2023, comuniquei por via telefónica a rescisão do contrato de prestação de serviços. • Apesar da rescisão comunicada, a Culligan emitiu faturas referentes a anuidades de 2025 e 2026, alegando uma suposta falta de formalização por escrito e uma vigência contratual até 2027. • Rejeito categoricamente a validade destas faturas. A tentativa de cobrar anuidades por serviços não prestados e após a comunicação de rescisão configura uma prática comercial abusiva. Face ao exposto, exijo: • Anulação imediata de todas as faturas e valores cobrados após o ano de 2023 (nomeadamente as anuidades de 2025 e 2026); • Encerramento definitivo da conta de cliente, com emissão de declaração de ausência de dívidas; • Instrução imediata por parte da Culligan à Intrum para que cesse todo e qualquer contacto ou processo de cobrança associado ao meu nome, uma vez que o valor é formalmente contestado e juridicamente inexistente.
Produto com bolor
Adquiri uma pizza marca Chabrior no dia 9 de Maio e, no dia seguinte ao abrir a embalagem, verifiquei que apresentava bolor, apesar de se encontrar dentro do prazo de validade e de ter sido conservada de acordo com as indicações do fabricante. Contactei o Intermarché por e-mail para reportar a situação, enviando fotografias e todas as informações solicitadas. Contudo, não obtive qualquer resposta. Apenas após apresentar uma reclamação fui contactada, tendo-me sido informado que deveria ter deslocado o produto à loja no prazo de 48 horas. No entanto, nunca fui informada da existência desse prazo. Se essa informação não me foi transmitida, como poderia saber que existia essa obrigação? Considero esta justificação inaceitável. Em primeiro lugar, porque comuniquei a ocorrência de imediato, aguardando uma resposta que nunca chegou. Em segundo lugar, porque, caso o Intermarché tivesse respondido atempadamente ao meu contacto inicial, teria tido oportunidade de seguir todas as instruções que considerasse necessárias, incluindo a eventual apresentação do produto na loja. Enquanto consumidora, considero inaceitável que um alimento nestas condições chegue ao mercado, colocando em causa a confiança na marca e a segurança alimentar. Mais grave ainda é verificar que uma situação desta natureza foi desvalorizada e que a responsabilidade acabou por ser transferida para a consumidora, apesar de esta ter comunicado o problema de forma imediata e colaborado desde o primeiro momento. O objetivo desta reclamação não é apenas obter a compensação a que considero ter direito, mas também alertar para a necessidade de investigar o sucedido e de melhorar a forma como são tratadas as reclamações relacionadas com potenciais não conformidades em produtos alimentares. Espero que a empresa reavalie este caso, apresente uma resposta mais transparente e assuma um verdadeiro compromisso com a qualidade, a segurança dos seus produtos e o respeito pelos direitos dos consumidores.
Dupla cobrança por erro técnico na app Moeve e ausência de reembolso (Processo CAS-5245606-G3P9D8)
No dia 23 de maio, desloquei-me ao posto de abastecimento Moeve Lançada para abastecer o meu veículo. Tentei efetuar o pagamento através da aplicação móvel da Moeve. A aplicação cativou o valor, mas apresentou um erro técnico no final, indicando que a operação tinha falhado. Devido a este erro da app, fui instruído a dirigir-me à caixa do posto, onde efetuei o pagamento do valor total do combustível, que foi de 63,06 €. No entanto, a aplicação debitou indevidamente o valor de 60,16 € da minha conta bancária. O talão físico que possuo comprova matematicamente que se trata do mesmo e único abastecimento: o custo total foi de 63,06 €, do qual foram descontados 2,90 € em saldo GOW de forma automática pelo sistema, restando exatamente os 60,16 € que a app cobrou por engano. Ou seja, paguei 63,06 € na caixa e 60,16 € na app pelo mesmo serviço. Contactei o Apoio ao Cliente da Moeve, que abriu o processo Nº CAS-5245606-G3P9D8 (CST: 05320000206). A equipa solicitou o meu IBAN por e-mail para processar a devolução. Forneci os dados bancários imediatamente, mas desde então a marca deixou de responder aos meus contactos e o reembolso nunca foi realizado. É inaceitável que a Moeve retenha indevidamente o dinheiro de um cliente devido a uma falha exclusiva do seu sistema de pagamento e corte a comunicação. Exijo a devolução imediata do valor de 60,16 €.
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