Reclamações públicas

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P. A.
30/04/2019

Mau atendimento e qualidade de produto

Os problemas com esta clínica mantém-se sem resolução a vista, relativamente a reclamação anterior ainda não nos foi dada qualquer resposta.No entanto os problemas mantém-se desta vez com a qualidade do produto, implantes provisórios partem-se pela segunda vez, desta ultima cliente tinha consulta de manutenção marcada a mais de um mes, a qual foi desmarcada no dia antes por volta das 19h.Cliente com implantes partidos que provocam dor e ferida na boca, dificuldade a falar e a comer.Clinica não da solução

Encerrada
M. P.
10/04/2019

Reembolso

Aderi pela internet a uma avaliação dental com desconto na Swiss Dental Services. Recebi a confirmação da consulta de avaliação oral para o dia 31/07/2018 pelas 11h na clínica Dra Arlete Santos em Faro.Quando la cheguei, vi que de clínica, pouco tinha, pois fui parar a um apartamento ao qual fui atendida por uma gestora chamada Florbela Pereira.Depois de preenchermos a minha ficha de cliente, fui atendida por um medico dentista que após a sua consulta, fui depois passada novamente para a gestora que explicou que tratamento queriam me fazer e que tinha que pagar de entrada 1900 euros e após todos os procedimentos teria que pagar mais 4700 euros.Tinha que pagar na hora os 1900 euros, que foi o que eu fiz, para que o processo andasse, senão não andavam com o processo.Marcaram a consulta para o dia 28/8/2018 em Portimão e quando la cheguei, eles nem sabiam que eu la ia e nem tinham o meu processo. Nesse dia, depois a sra Florbela Pereira apareceu, ela deu instruções para que me fizessem um raio x e o Doutor disse que eu tinha que fazer analises clínicas.Apresentei as analises e diziam que tinha diabetes, logo foi-me comunicado que já não me podiam operar e continuar o processo, então sugeriram que tinha que tratar os meus valores dos diabetes.Tal não tem sido possível, o que dai, como já não me é possível continuar o processo, pedi o reembolso em janeiro no dia 16, com envio das analises a comprovar a minha situação clínica. Responderam que iam mandar para a direcção para averiguação e ate hoje continuo à espera.Foram muito exigentes no inicio para receberem os 1900 euros, mas para devolverem, tem sido muito desleixados.Já tenho queixa feita no portal da queixa há quase 2 meses e nada de resposta como podem comprovar: https://portaldaqueixa.com/brands/swiss-dental-services/complaints/swiss-dental-services-devolucao-do-dinheiro-1-26340819Estou desesperada, só quero o meu dinheiro como me foi prometido.

Encerrada
C. S.
08/04/2019

Cancelamento de fidelização por motivos de saúde

Venho por este meio solicitar a V.Exas o cancelamento do meu contrato de fidelização por motivos de saúde, conforme documentos já previamente enviados e justificados por médico. Tenho sido submetida a várias cirurgias,, as quais foram-vos sempre comunicadas antecipadamente e devidamente comprovadas. Tenho realizado longas sessões de fisioterapia também como é do vosso conhecimento, e já não frequento o ginásio por motivos de saúde desde Outubro de 2018. Nos finais de Fevereiro de 2018 também fiquei impossibilitada de o fazer pois fui submetida a cirurgia e a longo tempo de recuperação. Assim, é após inúmeros contactos já realizados, solicito que me cancelem o contrato de fidelização sem qualquer penalização, e que me sejam repostos todos os valores já pagos desde Outubro de 2018, os quais não foram usufruídos em ginásio conforme anteriormente referido. Lamento a forma como estão a tratar deste assunto, não se vislumbrando qualquer decisão favorável, atendendo ao já exposto. Informo também que na altura da inscrição em Janeiro de 2018, não me foi facultado qualquer cópia do contrato conforme solicitado por mim, tendo só há cerca de um mês o recebido pois voltei a fazer o pedido do mesmo. Dado isto não me foi sequer dado a conhecer as condições contratuais e nem sequer me foi proposto a realização de um seguro que pudesse de alguma forma salvaguardar situações como estas, visto que na cópia que me enviaram agora, só há possibilidade de cancelamento com a morte da pessoa. Como não me parece justa esta vossa decisão, até porque me parece que existe alguma falta de vontade, na resolução do mesmo, visto eu ter contactado a Cofidis que é quem recebe a mensalidade, e V. Exas. terem que ficaram desagradados com a situação, o que não compreendo, pois parece-me legitimo que ligue a quem cobra as mensalidades tentar perceber como devia proceder, visto o ginásio ser intermediário da Cofidis, na realização do crédito. Como a Cofidis vosso pagou a totalidade dos 24 meses de fidelização, a única solução é a devolução por parte do ginásio destes valores, e que V. Exas. não têm intenção de o fazer, segundo a Cofidis, só posso crer que haja de facto falta de vontade da vossa parte. A situação em que me encontro é-me completamente alheia, pois ninguém consegue prever problemas de saúde. Aguardo mais uma vez a vossa melhor atenção para este assunto. Atentamente Carla Silva

Encerrada
J. G.
04/04/2019

Problema no holmes place

Venho, por este meio, comunicar à instituição Holmes place Coimbra, a minha insatisfação pela forma como fui tratado e como lidaram com a minha saída da mesma.Primeiramente, a meu ver, quero enunciar que a qualidade das instalações de ano para ano estão a degradar-se e o preço a aumentar. Mais uma vez a meu ver, Há cada vez mais máquinas avariadas e as que não estão avariadas estão pouco cuidadas na piscina, para além da tinta do teto que dá para a mesma se encontrar a sair, somos brindados em muitos períodos da tarde com água fria, já no ginásio na zona das máquinas muitas vezes está extremamente calor nessa zona referida muitas vezes também o teto se encontra a pingar água, situação que as vezes demora dias a desaparecer.Perante estas situações referidas decidi retirar-me de sócio.Apesar de ter algumas aulas de piscina por fazer, aulas essas que no total custaram 780 euros ou perto disso, sendo apenas 15 aulas de 1 hora, transmiti ao holmes place Coimbra a minha vontade de não as fazer nem treinar mais nessa instituição e com isto não ter de pagar a mensalidade seguinte de 54€ que o holmes place Coimbra me obriga a pagar pela política de ser necessário avisar 30 dias antes de me desvincular mesmo tendo acabado de pagar a mensalidade deste mês dia um e ter saído dia três e ainda ter aulas pendentes que não irei fazer.Pedido esse que me foi recusado na receção onde, no meu entender, não fui respeitado pela forma arrogante como me responderam.Gostaria de saber se há possibilidade de me ser resolvido esta situação.Muito obrigadoCumprimentos

Encerrada

Produtos Tóxicos

Venho por este meio comunicar a V.Exas que fui acompanhada pela V. empresa DIETA a 3 PASSOS ao longo de 34 consultas desde o dia 23/10/2017 até ao dia 21/01/2019 (1 ano e 4 meses com consultas semanais). No período entre a primeira consulta e o dia 15/11/2018 tomei, diariamente, entre outros prescritos para toma diária, 30ml de drenante dissolvido em 1,5l de água, alternando entre o Cell 1 e o Dren, produtos vendidos pela V. empresa, como poderão verificar no meu perfil. No dia 15/11/2018 dei entrada nas urgências do hospital São José, Lisboa, onde me foi diagnosticada uma infeção renal e intoxicação do fígado que, pudemos concluir (eu e os médicos que me acompanharam) ter sido provocada pela toma dos produtos da Dieta 3 Passos que têm, na sua composição, chá verde processado que, segundo estudos pode, efectivamente, provocar a intoxicação do fígado. Por este motivo (infeção renal e intoxicação do fígado) estive internada durante 5 dias no Hospital dos Capuchos (alta no dia 20/11/2018).No dia 10/12/2018, levei as análises para a consulta de nutrição referindo que tinha deixado de tomar os drenantes e os outros produtos aconselhados, pois tinham sido a causa da intoxicação. No dia 21/01/2019 voltei à consulta de nutrição com novas análises (conforme combinado) onde se podia comprovar que os valores tinham voltado aos parâmetros normais. Acontece que a conclusão sobre a relação direta entre a toma dos produtos e a intoxicação, foi desprezada pela nutricionista que então me acompanhava (ao longo de 16 meses fui acompanhada por duas nutricionistas).O desprezo por estes resultados deixou-me deveras preocupada pela impressão que me deixou de que a saúde não estava em primeiro lugar relativamente aos resultados obtidos na perda de peso. A resposta que me foi dada é que não havia indicação de efeitos secundários em estudos feitos, não sendo o meu caso de considerar como alerta. De novembro a janeiro o meu caso terá sido comentado entre colegas mas não reportado ao Laboratório. Perante a minha indignação, foi-me dito que o ia fazer então, mas até hoje não obtive qualquer contacto da V. empresa.Inclusivamente, chamei a atenção que não era correto que, ao longo de todo o tempo de dieta e de toma de produtos, não me tenham pedido análises intermédias e que, pelo menos isso, deviam ter feito para acautelar situações de maior risco. Como resposta obtive silêncio e um sorriso.Dada a displicência com que vi o meu caso tratado, venho por este meio reportar o acontecido e chamar a atenção para que, eventualmente, a minha queixa se possa vir a juntar a outras que tenham ou possam ainda vir a surgir. Pretendo com esta queixa, prevenir situações semelhantes.Sem outro assunto,Atentamente,Filipa Assis

Encerrada

Condições indignas das instalações do Centro de Saúde

No dia 11 de Fevereiro dirigi-me à Unidade de Saúde Familiar da Ramada para solicitar baixa médica por me encontrar gravemente doente e fui informada pela funcionária que o facto de não ter médico de família atribuído, teria que me dirigir ao Centro de Saúde de Odivelas, extensão UCSP Odivelas (antigo CATUS). Quando cheguei ao local, fiquei chocada com as condições do espaço. Um buraco pequeno, mal arejado, com poucas cadeiras, com cerca de 50 pessoas amontoadas, apertadas e a respirarem umas em cima das outras. Um local perfeito, para sair ainda mais doente, digno de terceiro mundo. Pelo facto do buraco estar completamente lotado, tive que ficar uma hora e meia na rua, de pé, ao frio, a aguardar que chamassem a minha senha. Tive a sorte, no meio daquele caos, quando a funcionária da receção chamou a minha senha, ter percebido a gravidade do meu estado de saúde e ter sido atendida pelo médico. Neste dia fiquei a perceber que para além de não ter direito, até ao momento, a um medico de família, ainda sou tratada como uma cidadã de segunda, sendo atirada para um local bem mais longe da minha zona de residência (a minha Freguesia é a Ramada) e sem quaisquer condições de segurança e de dignidade para uma pessoa doente. Apresentei reclamação no site da Direção Geral de Saúde e expus também esta situação por e-mail à Câmara Municipal de Odivelas.

Encerrada
A. C.
18/12/2018

Completa humilhação e falta de respeito

Por já ter tido anteriormente uma consulta no Hospital da Luz de Coimbra, enquanto ainda era Idealmed, e ter ficado bastante satisfeita, decidi marcar uma consulta de Otorrinolaringologia para hoje dia 18 de Dezembro para tratar um problema que já tenho há vários anos. Quando fui chamada para a consulta com o Dr. Rui Cortesão, mesmo antes de o mesmo me ouvir e perceber quais eram as minhas queixas, sentou-me na cadeira de observação, e após observar o meu nariz, garganta e ouvidos, que eram o problema, decidiu aspirar o ouvido direito. O técnico Renato Moreira (que nem pertence ao Hospital, tendo apenas vindo como acompanhante do médico) encontrava-se a registar no computador tudo o que médico dizia. Mesmo sem ninguém me perguntar, comecei a dizer o porquê da consulta, que sofria muito do ouvido esquerdo, e que após muita pesquisa achava ter a doença VPPB por os sintomas baterem todos certo. Mal digo o nome da doença (Vertigem Posicional Paroxística Benigna) o técnico Renato Moreira solta uma gargalhada estridente, não sei o motivo, se pronunciei mal ou qualquer outro motivo. Olhei de imediato para o técnico e o médico perguntou-me está tudo bem?. Considero que o técnico foi extremamente mal-educado, pois senti-me humilhada e constrangida, com vontade de me ir embora. De seguida, levam-me para uma sala para fazer mais exames e quando todos se ausentaram, conversei com a pessoa que me acompanhava e cheguei à conclusão que não podia dar continuidade àquilo e fui-me embora. Escrevi no livro de reclamações e paguei apenas 17€ pela observação e limpeza dos ouvidos, porque considerei que este trabalho foi, de facto, efetuado. Em relação à consulta (A consulta médica é o tempo em que o paciente está com o profissional num espaço determinado (o consultório ou o domicílio de quem sofre do problema de saúde), enquanto o doutor dá o seu parecer e recomenda os passos a seguir (receitando medicação, mandando fazer exames específicos, etc.)) considero que esta não foi feita e, portanto, não a paguei. O que aconteceu foi uma simples limpeza de ouvidos e foi isso que eu paguei. Passado umas horas, recebo um telefonema do Hospital da Luz de Coimbra com ameaças para que o valor da consulta seja pago e que se não for vai para contencioso pois o médico considera que houve consulta. Desejo ver esta situação resolvida e que haja respeito pelo utente que paga para ser bem atendido!

Encerrada

Médis - Má informação e incompetência

A minha reclamação prende-se com a qualidade dos serviços da Médis para com a minha mulher, de cuja apólice de seguro eu sou titular.Dia 7/12/2018, na clínica CUF Cascais, tendo-lhe sido pedida uma endoscopia por parte da médica gastroenterologista, a minha mulher perguntou na recepção quais seriam os valores a pagar (com e sem anestesia).Apenas souberam dizer os valores de tabela, afirmando desconhecer qual seria a comparticipação da Médis e que tal informação só poderia ser dada pela seguradora. Ainda nesse dia, a minha mulher ligou para o número de apoio da seguradora, onde, de início, o operador não queria dar valores, com a desculpa de que «não sabia quais os preços praticados pela CUF Cascais».Após alguma insistência, lá adiantou que o valor máximo de uma endoscopia com anestesia seria de 180 euros, dos quais a minha mulher teria que pagar apenas 10% (o que daria uma quantia de 18 euros).O operador fez uma pausa para confirmar a questão da franquia e sublinhou que, como a franquia já estava paga, a minha mulher só teria que pagar 10% dos 180 euros.Dia 10/12/2018, a minha mulher foi fazer a endoscopia com anestesia, no valor de 180 euros, uma vez que tinha sido informada que só pagaria 10% dessa quantia. Caso assim não fosse, teria optado pela endoscopia sem anestesia (no valor de 70 euros).Feito o exame, a senhora da recepção informa a minha mulher de que terá que pagar um total de 318 euros, uma vez que o plafond tinha esgotado, acrescentando que só o valor da sedação era de 200 euros.De imediato, a minha mulher ligou de novo para os serviços da Médis, tendo obtido como única resposta: «apresente uma reclamação por e-mail».A nossa grande questão: por que razão não foi a minha mulher informada pelo operador telefónico de que já não tinha plafond?Estando ele na posse de todos os dados relativos ao seguro da minha mulher, tendo até confirmado a questão da franquia, como se justifica que não a tenha informado de imediato que ela teria que fazer o exame sem qualquer comparticipação por parte da Médis, uma vez que o plafond estava esgotado?Era da inteira responsabilidade da Médis informar a minha mulher relativamente a essa situação, pois se tal tivesse acontecido (como seria natural e expectável) ela teria optado por fazer a endoscopia sem anestesia, no valor de 70 euros, em vez de fazer um exame muito mais caro com sedação.Ao ligar-se para a linha de apoio da Médis, pode ouvir-se que «para sua segurança esta chamada será gravada».Sendo assim, basta escutar a gravação de todas as conversas envolvendo a minha mulher para se perceber que ela não foi informada convenientemente e de uma forma clara. Este facto originou uma despesa que apenas aconteceu por manifesta incompetência por parte da Médis.

Resolvida
B. C.
09/11/2018

problemas com a consulta

venho por este meio fazer uma queixa contra a Bel-Diagnostico e Dr. Fernando Galrão ( otorrinolaringologia) devido ao atraso numa consulta e desrespeito para com o paciente...ando a ser acompanhado pelo Dr. Galrão, pois tenho um furo no timpano, após um ano de varias consultas decidiu que tinha que ser operado, depois dos exames feitos era só marcar a cirurgia mas decidiu marcar uma consulta, quase 1 mês após os exames feitos, para o dia 7 de Novembro ás 17h...cheguei um pouco mais cedo, disseram-me logo que estava atrasado, que tinha 3 pessoas á frente, passado 45 mn entra uma quarta pessoa, ainda esperei um pouco pois podia ser algo rapido mas ás 18h ainda la estava...1 hora de espera e consulta nada, a falta de respeito pelos atrasos e ainda passar pessoas á frente ( calculo amiguinhos ) fiquei sem consulta e sem cirurgia, nao posso confiar num medico assim...

Encerrada
S. F.
01/09/2018

Rescisão do contrato

Plano de saúde Medicare platinium, número 000773777, pretendo realizar a rescisão do contrato dado ao facto de não estar satisfeita com o vosso serviço, bem como não precisar do vosso serviço cuja principal razão é passar a ter um seguro de saúde pela minha entidade patronal. Todavia, só agora estou a proceder à rescisão porque sempre fiquei com a ideia de que podia rescindir a qualquer momento, bastando realizar por carta registada e aviso de recepção. Porém, enviei um email a explicar a situação quando foi respondido que tinha que o fazer no mês antes do cumprimento do primeiro ano de contrato, a meu ver e segundo a lei, não é possível obrigar à fidelização, bem como devendo ser obrigatório informar o cliente se pretende dar continuidade ao contrato. Pois bem, segundo a cláusula n 10, do vosso contrato, é possível sim proceder ao termo do período subsequente (10.1), assim como caducará caso não proceda ao pagamento (10.2). Assim sendo, irei enviar carta de rescisão registada e proceder ao impedimento de débito directo. A vossa empresa deve ser bem mais clara com os clientes. Susana Figueiredo.

Encerrada

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