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não reembolso por motivo de doença grave
O meu nome é Andrea Silva. Estou a contactar vos após apresentação de uma reclamação junto da TAP e da EasyJet. Durante o mês de Fevereiro sofri, e ainda sofro, de uma doença súbita e uma baixa medica durante um período que abrangia o meu dia do voo e que me impossibilitou de voar. Estou com uma doença ocular que condicionou a minha visão, uma uveíte grave, e junto envio o comprovativo medico da minha incapacidade de trabalho (baixa medica) assim como uma declaração médica onde consta a minha impossibilidade de realizar voos e um relatório médico que refere o mesmo.Quando contactei ambas as companhias aéreas expondo a situação, foi me solicitado declarações médica que prontamente enviei, e após uma análise foi me transmitido, via telefone, que não procediam a qualquer reembolso nem a emissão de bilhetes voucher visto que, na opinião deles, não se trataria de uma doença grave. Para além da incorrecção na consideração desta doença ser ou não grave (uma vez que claramente não há qualquer consideração pelo cliente que se encontra numa situação de quase perda de visão) e tendo apresentado declarações médicas (profissionais efectivamente competentes para fazer uma avaliação médica) que declaram a impossibilidade de voar, empresas com essa dimensão e reputação deixam muito a desejar no que respeita ao tratamento do cliente em alturas de doença!
Não comparencia num voo de ida anula automaticamente o regresso
Após contacto através do Facebook/Messenger, Contact Center e ida ao Balcão de Atendimento no Aeroporto de Lisboa da TAP Air Portugal, fiz uma reclamação no dia 27/4/2018 através do Fale Connosco, antes de partir para meios litigiosos.O meu nome é Rita Baião, tenho a reserva RWHSKN (realizada a 22 de janeiro) para uma viagem de ida e volta de 4-6 de Maio para Barcelona a partir de Lisboa.Por desejo de cancelar APENAS o voo de IDA (4 maio) mas desejo de manter o de regresso a 6 de Maio, contactei o Messenger onde me foi dito que, de acordo com as Condições Gerais de Transporte, o não comparecimento no voo de ida levaria automaticamente ao cancelamento do voo de regresso. Após leitura atenta das Condições Gerais de Transporte, vejo que estando a avisar previamente do cancelamento do voo de ida, o regresso estaria salvaguardado (ponto 5.6). Foi-me dito que a tarifa Discount não permite o cancelamento do voo de ida e manutenção do regresso porque isso constitui uma alteração, não sendo a tarifa Discount passível da mesma. Gostaria que considerassem que não estou em quebra de contrato visto que não estou a pedir alteração de nenhum voo, seja data, hora ou serviços extra, apenas a avisar que não vou comparecer no voo de ida, dando oportunidade de recolocar em venda o meu lugar e, por isso, peço que reconsiderem o cancelamento do meu voo de regresso que, reitero, está pago.O desejo em manter boas relações e continuar a prestar serviços de qualidade a uma cliente por parte da TAP devia merecer a melhor atenção, justamente por que não estou em incumprimento e o prejuízo em não utilizar o voo de ida é unicamente meu.Grata pela vossa melhor atenção e disponibilidade.
Reembolso de voo por motivos de força maior (doença)
Tinha uma viagem marcada para esta terça-feira (24 de abril), para Helsínquia, com a TAP (com regresso a 30 de abril). O número da reserva: JRMR4V.Esta sexta-feira o meu pai foi operado de urgência. Descobriram um tumor no intestino que desconfiam ser maligno. Aguardamos ainda a análise, mas fomos avisamos para nos prepararmos para o pior. Imagine o quão difícil está a ser para a nossa família lidar com esta situação inesperada. A situação é complexa e sensível, e não há condições para viajar quando temos passado os dias no hospital a acompanhar a recuperação do meu pai. Quando ele vier para casa ainda vai ser preciso mais apoio. Portanto, estou mesmo impossibilitada de sair do país.Telefonei para a TAP, e informaram-me que, uma vez que marquei o meu voo em tarifa discount, não poderia obter reembolso. Mesmo perante esta situação, que está completamente fora do meu controlo e que não podia prever que acontecesse. Apenas podia cancelar/pedir reembolso online (ao qual procedi, com a referência ROR21679408421), mas informaram-me que apenas iria receber taxas com um valor de cerca de 18 euros, quando paguei um total de 209.60 euros por ambos os voos.Considero completamente inadmissível que a TAP ignore situações de força maiores como estas. São doenças graves, fora do nosso controlo, e obviamente que não podemos prever que estas coisas vão acontecer aos nossos familiares mais próximos.Gostaria que me ajudassem a obter um reembolso total, ou outra solução adequada, uma vez que sinto que os serviços da TAP não foram prestáveis, nem compreensíveis, perante uma situação que está completamente fora do meu controlo. É mesmo inadmissível que a TAP tenha tamanha falta de consideração e sensibilidade pelos seus clientes.
Bilhetes por e-mail.
ede expresso e me foi enviada à factura electrónica e um bilhete estrôncio contendo o número da reserva e também o número dos bilhetes, feita te o meu ponte de embarque e mostrei o único documento que havia recebido por e-mail pelo compra do brilhe, e o motorista me disse que o e-mail que eu recebi não era bilhete, fui de boleia até Sete rios para não perder o autocarro, fui até o guiche e mostrei o e-mail que eu avia recebido que confia o número da reserva e a senho me disse para ir até a máquina vermelha e por o número da reserva para imprimir o bilhete, o bilhete foi impresso e segui viagem.Na volta para lisboa eu fui até o balcão novamente e solicitei a impressão do bilhete de regresso para casa, a senhora me pedi-o o número da reserva e eu passei o número para ele e ela me disso que não poderia imprimir o bilhete pois o número da reserva já havia sido utilizado anteriormente e ela me aconcelhou a comprar outro bilhete de regresso a casa. Fui até ao motorista da empresa e mostrei o e-mail e o mesmo me disse que aquele e-mail não era bilhete mesmo estando escrito no título, “bilhete electrónico” tive mesmo que comprar outro bilhete extra para voltar para casa. Isso é uma falta de respeito pra com o cliente. Estou muitíssimo insatisfeito com os serviços prestamos pela Rede expresso. Enviei um e-mail a empresa na sexta feira e na segunda feira me respondendo com outra confirmação de compra com fatura, com o mesmo e-mail que já haviam enviado depois da compra.Eu preciso que vocês me devolvam o dinheiro do bilhete do Centro sul para sete rios, do bilhete de Viseu até sete rios e de sete rios até Almada centro sul.
Pedido de indemnização
Em 09abr2018 a TAP air Portugal cancelou o voo TP1681 com destino ao Funchal, com hora prevista de saída às 13:30h inviabilizando o início de um período de férias (09abr a 16abr2018) que tinha planeado em setembro de 2017 e para a qual já tinha adquirido passagem de volta na TAP para 16abr, alugado carro na Rentalcars e estadia no Pestana Palms.O referido voo, com sáida prevista para as 13:30h, foi inicialmente atrasado para as 14.30h com a informação de falta de tripulação de cabine e posteriormente efetivamente cancelado com o argumento de mau tempo.Cancelado o voo, fui informado para me dirigir o balcão de apoio ao cliente, o qual realizai e que após de três horas na fila fui atendido por uma colaboradora da TAP informando que não haveria voo, e que só me disponibilizariam novo voo em 13abr2018, o que recusei pois inviabilizava todas as minhas férias.Face ao acontecido, solicitei à mesma colaboradora para que fosse ressarcido dos gastos já suportados (voos, estadia e aluguer de carro) pois a responsabilidade era da TAP pois ao não garantir o voo de ida, inviabilizou todo o planeamento posterior por mim efetuado, a qual me respondeu que que me deveria ligar à linha de reservas da TAP, para cancelamento das reservas de voo e ressarcimento dos mesmos. Indignado escrevi no livro de reclamações do qual tenho duplicado e que pretendo enviar para a ANAC.Contactada telefonicamente a TAP(linha de reservas), esta informou que só devolveriam os gastos do voo de ida e das taxas aeroportuárias do voo de regresso e que os outros custos teriam de ser suportados por mim, o que não aceitei, dando origem a esta reclamação, pois considero que a responsabilidade de toda a situação é da companhia aérea TAP, por não ter garantido o serviço para a qual se tinha comprometido,.
Informações erradas dadas pelo balcão de atendimento ao cliente
No passado dia 08/04/2018 o meu voo Lisboa-Funchal (EZY7607) foi cancelado por motivos de ordem operacional, pelo que nos disseram um tripulante terá adoecido. Dirigi-me ao balcão de atendimento da Easyjet no aeroporto de Lisboa para perceber quais seriam as minhas opções.Ao balcão foi-me dito pela funcionária da Portway que poderia fazer o reagendamento da viagem para dia 16 (não tinham nenhum voo disponível mais cedo) e que se eu conseguisse um voo mais cedo noutra companhia poderia cancelar esse reagendamento e pedir o reembolso. Achei estranho por isso perguntei várias vezes se ela tinha a certeza da informação que me estava a dar, ao que a funcionária me respondeu sem hesitação que tinha a certeza absoluta. Fiz o reagendamento.No dia seguinte consegui uma reserva mais cedo noutra companhia, pelo que liguei para a linha de apoio ao cliente da Easyjet para tentar cancelar o reagendamento e pedir o reembolso. Ao telefone foi-me dito que, por eu ter aceite o reagendamento, a Easyjet já não poderia fazer o reembolso da viagem. Expliquei várias vezes que tinha sido a funcionária do balcão de atendimento ao cliente que me tinha prestado esta informação, pelos vistos incorrecta, ao que me foi dito que a Easyjet não se responsabiliza pelas informações dadas pela Portway e que teria de pedir responsabilidades à Portway. Dirigi-me novamente ao balcão de atendimento ao cliente no aeroporto de Lisboa a explicar a situação, ao que a Portway me disse que não podia fazer nada porque teria de ser a Easyjet a cancelar o reagendamento.Várias questões gravíssimas se passam aqui pelo que passo a enumerá-las:1º Como é que uma companhia como a Easyjet cancela um voo porque UM tripulante adoece?2º Como é que uma companhia como a Easyjet, só consegue fazer reagendamento de voo UMA semana depois da data do voo original?3º Como é que uma companhia como a Easyjet não se responsabiliza pela informação e pela qualidade do serviço que é prestado por uma empresa que é sua representante no serviço de atendimento ao cliente?4º Como é que uma empresa que é contratada pela Easyjet presta informações erradas aos clientes e ninguém é responsável por isso?5º Como é que é possível que eu tenha gasto 2 telefonemas, 2 idas ao balcão de atendimento ao cliente, tenha pago uma viagem EXTRA noutra companhia sem que ninguém seja responsável por isso?6º Como é possível que tenha sido EU a intermediária entre a Portway e a Easyjet para explicar esta situação. Tive de ser eu a ligar para a linha de apoio ao cliente em frente à funcionária da Portway porque ninguém se responsabiliza por nada!
troca da carta de condução estrangeiro
Gostaria de fazer a troca da minha carta de condução brasileira para portuguesa, já tendo ido duas vezes ao IMT de Leiria e não esta sendo possível, pois os funcionários exigem um documento com minha morada fornecida pelo SEF ( sendo que este documento exigido, fica retido no SEF quando buscamos nosso titulo de residência definitivo). Alem de que, na lei do próprio IMT( lei 40/2106 de 29 de julho e lei 37/2014 de 10 marco ) e no site consta que basta entregar um documento comprovativo da residência em território nacional ( no meu caso tentei apresentar O comprovativo de morada da junta de freguesia, apresentado em outros órgãos públicos e aceites).
Fecho da Porta de Embarque 15 minutos antes do voo
Venho por este meio reclamar junto da TAP ter fechado no dia 2-04-18 a porta de embarque do voo TP646, 15 minutos antes das 7 horas (hora de saída do voo para Bruxelas)É incompreensível da parte da TAP que sabendo de todo o atraso que existia na zona de controlo fechem a porta de embarque 15 minutos antes, eram 6 horas eu e a minha família estávamos a passar na zona de validação de Bilhetes. Amadorismo e completa falta de profissionalismo e sensibilidade para os V/ passageiros.
1 ação Brisa por vender desde 2015
Possuo uma ação Brisa desde 2013, tendo desconhecido que a empresa Brisa tinha passado por um processo em que todas as ações tinham de ser vendidas a empresa Braga holding se quisesse me ver “livre” da ação. Pelos vistos os srs. da Braga holding não pretendem comprar as antigas ações da Brisa. O que me deixa com uma ação na minha carteira de bolsa. Impedindo esta mesma carteira o fecho da conta com o banco Santander totta. O qual se recusa a encerrar a conta e continua a pedir dinheiro pela carteira de ações em aberto todo este tempo. Liguei /enviei inúmeros e-mails ao branco, Braga holding, banco Portugal a solicitar ajuda nesta situação e até à data nada... é triste que este sistema atual não ache uma solução para este meu problema. Relembro que estamos em Abril de 2018 e até a data a ação ainda se encontra assignada a minha carteira de bolsa do banco Santander totta. Tendo interesse em fechar a conta desde 2015...
SERVIÇOS DE URBANISMO DA CÂMARA MUNICIPAL DE SINTRA - P1898/2017
Não cumprimento dos prazos previstos na Legislação em vigor (REGIME JURÍDICO DA URBANIZAÇÃO E EDIFICAÇÃO) sobre decisão de Informação Prévia de obra edificação, demolição e outras operações urbanísticas, referente ao processo P1898/2017 e requerimento R5799/2017 em nome do signatário.Em virtude de me encontrar em casa arrendada (contrato de dois anos) com graves problemas de humidade e a minha mulher se encontrar grávida do meu segundo filho, o contacto por um tempo excessivo dos bolores existentes poderá causar problemas de saúde à minha mulher, feto e filho de 6 anosForam efectuadas reuniões, reclamação por e-mail para a Divisão de Gestão e Licenciamento AUGI – DGLA e elaborada reclamação em Livro de Reclamações dos Serviços de Urbanismo de Sintra.
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