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ATRASOS CP COMBOIOS
Venho por este meio comunicar a V. Excelências que no dia 31 de Dezembro comprei um bilhete para Braga que continha uma viagem no comboio CP regional dia 1 de Janeiro às 18:14 até ao entroncamento e no entroncamento um intercidades para Braga que partia as 20:30 horas. O que aconteceu, no meu caso específico foi que no comboio regional foi me informado que como o comboio estava atrasado o intercidades não esperava pelos viajantes do regional. Pelo que o revisor me informou que ia mudar para um comboio alfa que partia do entroncamento às 20:55 portanto 25 minutos mais tarde do que o comboio que eu era suposto apanhar. Nisto mal eu chego à estação do entroncamento, já quase de novo em cima da hora de partida, entrei para o alfa que me foi mandado. Nenhuma das paragens. Nenhuma das paragens tinha Braga como destino. Nisto eu tento ver outros comboios que me levassem a Braga em outras paragens. Percebi que SE o alfa não se atrasasse talvez conseguisse sair no Porto Campanhã e apanhar o urbano para o meu destino escolhido e PAGO. O alfa este que também já estava atrasado. Obviamente quando cheguei ao Porto já o urbano tinha partido e vi-me na obrigação de continuar no alfa vendo o risco de ficar retida no Porto sozinha até ao próximo comboio à 00:50. Portanto eu paguei um bilhete para um destino que por CULPA DA CP não consegui ir. Tive que ir até Guimarães e de lá pedir um táxi para Braga. Pagando como sabem, imenso. Acho isto inadmissível. Um péssimo péssimo profissionalismo. E a CP tem obrigatoriamente de se responsabilizar por este sucedido. Reclamo o meu dinheiro de volta pelo transtorno e dinheiro a mais que paguei
Falha no carregamento passe Navegante Família
Exmos Senhores:Venho pelo presente insistir na reclamação apresentada em 29 de outubro de 2019 através de vosso site e que até ao momento não tive resposta.No passado dia 30 de setembro estive com a minha esposa na estação CP Entrecampos - Lisboa para carregarmos o passe navegante metropolitano família. Apresentámos para carregamento o passe da minha esposa, que foi a requerente do passe família, e depois o meu.O cartão da minha esposa tem o nº 002 002759537 e o meu cartão tem o nº 002 002550186.Há uns dias demos conta de débito de valor de trasnportes na nossa conta bancária.Hoje registámo-nos na portal Lisboa Viva e demos conta que a origem dos movimentos terá como motivo o facto de o operador da CP não ter ativado o título no cartão da minha esposa, pelo que desde o início do mês está ser debitada por cada viagem que faz. É uma falha muito desagradável e que tanto quanto nos apercebemos originou um débito superior a 50 euros.Vimos assim solicitar correção dos débitos que apenas ocorreram por falha do operador que fez o carregamento do passe e que não ativou o título no 1º cartão que lhe apresentámos e que utilizou para fazer a identificação dos títulos e cobrança do valor mensal.Devo referir que a falha do operador apenas foi detetada agora por causa do débito em conta do valor de transportes que por não ter qualquer explicação nos obrigou a registar no portal para verificação de movimentos. Na utilização, a coexistência com o sistema Viva Go, ao não impedir o uso do cartão, não permitiu perceber a situação. Trata-se de uma situação extremamente desagradável que decorre exclusivamente do atual modo de carregamento manual por operador.Ao dispor para esclarecer qualquer questãoCumprimentosDomingos Gonçalves
Reembolso Bilhetes CP 21/12
Bom dia no passado dia 21/12 tinha a viagem comprada para fazer porto - lisboa no Alfa pendular das 9h40 da manha com a minha filha. Quando cheguei a estação foi-me informado que o comboio se encontrava cancelado e que o reembolso deveria ser feito online.Já tentei várias vezes fazer o reembolso online mas onde se faz???? não o vejo nem informam! o Chat nem respondem mas finalmente hoje aparece alguém que me diz que deveria ter pedido o mesmo ate dia 31/12! Ninguem me informou disto e eu quero o meu reembolso. Afinal a CP tem um APP para que se nem comunica com os seus Clientes???? Agradeço que me informem como posso pedir o meu reembolso e quanto tempo por lei eu tenho para o fazer.
Caaro fechado parque estacionamento
Venho por este meio expor o seguinte, ontem dia 31-12-2019 por volta das 23H46, entrei com o meu carro no parque de estacionamento da placegar em Cascais , como faço todos os anos com a família afim de ir ver o fogo de artificio na muralha na passagem de ano. Quando por voltas da 00H12 do novo ano volta para ir buscar o meu carro bem como outras pessoas, de paramo-nos com o parque fechado totalmente sem qualquer segurança e com impossibilidade de retirar-mos os nossos carros para voltar-mos para casa. Diversas tentativas foram feitas para o telefone que consta no placa.Dessas famílias que deixaram os respectivos carros no parque , encontrava-se pessoas deficientes, pessoas com bebés de colo e sem saberem o fazer. Eu tinha a minha carteira dentro o carro e as minhas chaves de casa. A minha solução foi ligar para o meu irmão me vir buscar e dormir com a família em casa dele. Hoje de manhã voltei ao parque para ir buscar o meu carro e falar com alguém responsável o que não consegui telefonicamente nem presencialmente pois não estava ninguém no atendimento, bem como o livro de reclamações não estava disponível em virtude de não se encontrar ninguém. Como entrei com via verde saí da mesma forma. Porém o que me leva a fazer esta reclamação é que ouve um aproveitamento desta empresa em primeiro lugar conforme conta no site da mesmo (Placegar Gestão de Estacionamentos________________________________________Endereço: Av. Marginal 8648B, 2750-427 CascaisHorário: Aberto · Fecha à(s) 18:00Este horário pode mudar no seguinte feriado: Ano Novo )Paguei 14,25 € , tive que dormir em casa do meu irmão com a família, porque como todos os anos o parque nessa noite e conforme previsto pela empresa fica aberta até á 01H00, mais nesse caso quando foi 23H45 não deixavam entrar nenhum carro visto que iam fechar às 24H00. Aqui está a meu ver a má fé destes senhores. Aguardo uma resposta a esta minha reclamação, bem como a factura do que paguei com o respectivo número de contribuinte. Carlos Pires
Atrasos e cancelamento de voo e insuficiente assistência
Venho por este meio apresentar uma reclamação à Easyjet pelos atrasos e cancelamento do voo no qual estava previsto viajar, bem como da insuficiente assistência depois do cancelamento do voo. Passo a descrever a situação: Tinha um voo marcado para o dia 23/12/2019 às 18:20h de Lisboa para Amesterdão (número de reserva K14R3QD, número do voo EJU7663). Após ter realizado todos os procedimentos necessários para poder viajar cheguei à sala de embarque onde aguardei. Passado algum tempo verifiquei que no quadro informativo o voo estava atrasado para as 18:50h. Por volta das 18:30h estava na fila para a porta de embarque número 201, anunciaram ao altifalante que o voo onde deveria ter voado estava atrasado por tempo indeterminado. Passado pouco tempo informaram novamente ao altifalante que o avião tinha sido desviado para Faro.Após mais uma espera de cerca de uma hora e quinze minutos, cerca das 19:45h fomos informados para nos dirigirmos o mais breve possível, novamente para a porta de embarque número 201. Entrei para o autocarro onde estivemos algum tempo à espera, convencida que ia apanhar o avião, mas qual não foi o meu espanto e dos restantes passageiros quando uma funcionária do aeroporto nos encaminhou até à zona da recolha da bagagem e disse que íamos para um hotel, isto cerca das 20:25h. As pessoas perguntaram porque é que íamos para um hotel e porque é que nos tinham levado para o terminal 1, ao que a funcionária nos disse que o voo tinha sido cancelado. Gerou-se alguma confusão e indignação pelo facto de não termos sido informados dessa situação. A referida funcionária disse que quem tinha a aplicação da Easyjet conseguia ver o cancelamento do voo, o que causou novamente indignação porque nem todas as pessoas tinham a aplicação. A funcionária informou que íamos ter um voo no dia seguinte às 12:10h.Após termos as bagagens aguardámos por um autocarro que nos levou ao hotel Corinthia. Ao fazer o check-in na receção do hotel, perguntei como seria feito o transporte no dia seguinte para o aeroporto. A funcionária disse que não sabia, e que normalmente quando recebem essa informação transmitem-na aos hóspedes no dia seguinte. Perguntei se tínhamos direito ao jantar, visto que já passava das 21:30h ao que me foi dito que só tinha direito ao pequeno-almoço. Considero esta situação lamentável, visto que desde as 15:45h aproximadamente que estava no aeroporto para viajar no voo da Easyjet, sendo já hora do jantar. Devido aos atrasos nos voos, à sobrelotação da sala de embarque e ao cancelamento do voo, o cansaço físico e emocional era bastante.No dia 24 de dezembro pelas 07:40h aproximadamente liguei para a receção do hotel, para saber a que horas tinha o transporte para o aeroporto, ao que a funcionária disse que o transporte era por conta própria. Assim, pedi a um familiar para me levar ao aeroporto.Quando lá cheguei desloquei-me ao balcão da Easyjet para questionar se não deveria ter tido direito ao jantar no dia anterior e ao transporte do hotel para o aeroporto. A funcionária fez um telefonema e disse-me que deveria ter tido direito a ambas as coisas. Na sala de embarque tive conhecimento através de outros passageiros que estavam no hotel, que tinham tido transporte. Considero toda a situação atrás descrita lamentável, o que provocou em mim um grande descontentamento. Expus esta situação à DECO e a pessoa com quem falei disse-me para apresentar uma reclamação no aeroporto, no livro de reclamações da Easyjet, e enviar também um e-mail a descrever a situação e a pedir para ser ressarcida de todos os prejuízos inerentes a esta situação.Assim sendo envio este e-mail para descrever a situação. Quando regressar a Portugal vou ao aeroporto fazer a reclamação no respetivo livro, conforme me foi indicado.Agradeço a atenção e fico a aguardar uma resposta da vossa parte.Com os melhores cumprimentos,Maria da Conceição Guilherme Marques dos Santos
Declaração para subsidio de mobilidade
Veio por este meio reclamar que o numero do voo de ida do Funchal para lisboa nao se encontra correto na respetiva declaracao.depois de cerce de 6 contactos telefonicos e me informarem que iam resolver a situacao continuo a espera. O voo de ida foi Tp1698 de dia 06/12 e o de regresso o tp 1691 de 09/12.Aguardo resposta em breve
bagagem perdida
No dia 20 de Dezembro de 2019, no voo Lisboa - Horta, na companhia azores airlines, chegámos ao nosso destino onde fomos informados que uma parte da bagagem não tinha vindo no avião. Fui dos lesados, apresentei queixa ainda no aeroporto onde me informaram que receberia a bagagem no dia seguinte. Entretanto passado 2 dias tentei contactar a compainha, no qual não obtive resposta. Passado 4 dias, um familiar meu foi inteirar-se da situação no qual respondem que não têm informação da localização da bagagem. Passados 6 dias não me deram qualquer outro tipo de informação, no qual continuo sem bagagem e sem roupa, no qual tive que gastar do meu dinheiro para comprá-la bem como produtos de higiene pessoal, no qual acho justo ser indemnizado pelos danos causados
Condução Insegura Motorista Autocarro
Venho por este meio demonstrar o meu desagrado com o serviço prestado pela Rede Expressos.No passado dia 20 (Sexta Feira) utilizei os serviços da Rede Expressos para me deslocar de Lisboa Oriente até Coimbra. No autocarro 70, que partiu às 18h30 de Lisboa Oriente (Número do Bilhete: 2101485493). Durante esta viagem senti-me insegura durante quase todo o percurso devido às atitudes tomadas pelo senhor motorista. Este senhor utilizou o seu telemóvel (sem sistema de mãos livres) durante diversos momentos da viagem, por períodos longos de tempo, descuidando assim a atenção devida à condução. Além de utilizar o telemóvel, o motorista deslocou-se sempre em velocidades elevadas, fazendo repetidas ultrapassagens desnecessárias, com reclamações e sinais de luzes para os condutores que seguiam à sua frente com maior precaução. Recordo que esta viagem foi realizada de noite, com ventos e chuva muito intensos devido à Depressão Elsa, pelo que estes comportamentos se tornam ainda mais graves e demonstram uma grande falta de respeito para com os passageiros do autocarro que seguia esgotado.Não voltarei a utilizar os serviços da Rede Expressos pois temo que estas situações se voltem a repetir e não me sinto de todo segura a viajar com motoristas como este. Peço-vos que chamem a atenção deste senhor, percebam se esta situação é recorrente e invistam na formação cívica dos vossos colaboradores, para que situações como esta não se repitam.Os melhores cumprimentos,Ana Cartaxo
Detritos na auto-estrada A1 - Acidente
Venho por este meio, solicitar indemnização junto da Brisa em virtude de no passado dia 28 de novembro, ter sido vitima num sinistro na auto-estrada A1, ao km 244,90, quando me deparei com detritos na via, o que provocou rebentamento de um pneu e outros estragos diversos em toda a frente da minha viatura.No seguimento desta ocorrência, efectuei no portal da Via Verde, uma reclamação que esta semana foi respondido pela mesma, dizendo não serem responsáveis pelo sucedido.Futuramente posso enviar mais dados da minha reclamação e respectiva resposta.Fico aguardar os vossos comentários.CumprimentosJorge Pedrosa
Sequestrada por seguranças privados num autocarro da Rodoviária de Lisboa
Na última quarta-feira, 11 de Dezembro de 2019, fiquei presa, contra a minha vontade, num autocarro da carreira 313 da Rodoviária de Lisboa, “refém” dos desmandos de uma dupla de fiscais, pertencente à empresa de segurança privada Strong Charon.Para além de ter sido obrigada a permanecer na viatura depois de o motorista a ter encostado à beira da estrada por ordem dos funcionários da Charon, fui desviada da minha rota, sem direito uma única palavra de esclarecimento.O sequestro aconteceu quando o autocarro L167 regressava ao Campo Grande, ponto de onde partira às 11h30.Tudo começou com uma infracção: duas passageiras, uma delas com uma criança de colo, foram apanhadas a viajar sem título de transporte.Apesar de as incumpridoras se terem prontificado a pagar a viagem, reconhecendo a infracção, a arrogância e intransigência dos fiscais acabou por precipitar os acontecimentos que se seguiram.Ao contrário do que parece ser a prática nestas ocasiões - em que os passageiros são convidados a abandonar o transporte na companhia dos fiscais e, já no exterior, multados -, neste caso o autocarro interrompeu a marcha e um dos funcionários da Charon saiu enquanto o outro permaneceu no comando.Igualmente contra as expectativas dos mas de 20 passageiros que seguiam viagem, o autocarro continuou parado, encostado a uma berma improvisada, algures em Camarate.Tudo isto sem que uma única palavra tenha sido dirigida aos utentes.Aliás, durante o tempo em que a viatura permaneceu parada, as portas ficaram trancadas, não tendo sido permitido a ninguém sair daquela situação absurda.Nem perante os protestos dos passageiros - que foram pedindo informações e alertando para os prejuízos profissionais e pessoais daquele atraso -, houve um esforço para esclarecer a situação.Só por pura dedução foi possível concluir que o fiscal saíra do autocarro em busca de apoio policial.Convém acrescentar que em nenhum momento as passageiras sem bilhete representaram uma ameaça à integridade física dos presentes. Mais: conforme já mencionado, uma delas levava uma criança ao colo.Ainda assim, o segurança, que nem sequer estava sozinho, resolveu deixar todos trancados no autocarro para ir atrás de um agente da PSP.Do interior do autocarro, foi possível observar o fiscal desaparecer porta adentro de uma superfície comercial, para minutos depois reaparecer à entrada da mesma, já na companhia do polícia.Como o fiscal regressou ao autocarro sozinho, por segundos deduzi que o assunto seria solucionado sem intervenção policial.Puro engano. Não satisfeitos por obrigarem os passageiros a permanecer fechados e parados num autocarro que, àquela hora, já deveria estar quase no destino, os seguranças ordenaram ao motorista que seguisse viagem no sentido oposto.Ou seja, em vez de retomar a marcha em direcção ao Campo Grande, a viatura deu meia volta para a direcção contrária.Mais uma vez, nenhuma palavra foi dirigida aos passageiros, forçados a seguir no autocarro contra a sua vontade.Pior: quando os utentes confrontaram os fiscais e o motorista, reivindicando os seus direitos, nomeadamente o de saberem para onde estavam a ser conduzidos e, até, o de escolherem sair do autocarro, foram tratados de forma rude.O sequestro terminou apenas na esquadra de Camarate, onde os fiscais saíram com as passageiras apanhadas em infracção.Nessa altura os ânimos estavam no pico da exaltação, centrados no papel do motorista, acusado de ter compactuado com o abuso de autoridade dos seguranças da Charon.Luís Filipe Bogalho, motorista número 82818, garantiu que também agiu contra a sua vontade, acrescentando que até sugeriu aos fiscais que cobrassem mais do que um bilhete a cada uma das passageiras infractoras como forma de punição. O funcionário da Rodoviária de Lisboa adiantou ainda que está obrigado, pela empresa de transportes, a cumprir ordens da equipa de segurança.E os passageiros que pagam o seu título de transporte? Também têm de ficar à mercê dos fiscais? Como se não bastassem todos os excessos, nem sequer foi possível identificar os seguranças a partir do crachá, visto que os nomes não constavam do mesmo. No seu lugar estava apenas um número, imperceptível sem a colaboração dos visados.Será a medida da impunidade?
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