Reclamações públicas
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Cobrança indevida
Venho por meio desta apresentar reclamação contra a companhia aérea Wizz Air, em razão de uma cobrança indevida e de um atendimento extremamente inadequado ocorrido no momento do embarque. Informo que a bagagem de mão já havia sido devidamente paga no momento da compra da passagem. No entanto, no momento do embarque, fui informada de forma ríspida e com falta de educação por uma funcionária da companhia de que a bagagem deveria ser despachada. Diante dessa informação, solicitei realizar o despacho da bagagem naquele momento, o que foi recusado pela funcionária, apesar de a companhia estar despachando bagagens de outros passageiros, inclusive durante o próprio embarque. Tentei compreender a situação e solicitar uma explicação, porém a funcionária passou a gritar comigo em frente aos demais passageiros, sem fornecer esclarecimentos adequados e sem demonstrar qualquer disposição para resolver o problema. Fui então coagida a pagar uma taxa adicional de 75 euros para poder embarcar com uma bagagem de mão que já havia sido paga anteriormente, sob pena de não poder seguir viagem. Considero a cobrança indevida e o tratamento recebido abusivo e desrespeitoso. Solicito, portanto, o reembolso integral do valor de 75 euros cobrado indevidamente, bem como o devido reconhecimento de que a bagagem já se encontrava paga.
Publicidade enganosa – oferta “12 meses de ginásio grátis”
Venho por este meio apresentar reclamação contra a empresa Fitness UP, Lda, por publicidade potencialmente enganosa. Recebi uma SMS promocional com a mensagem: “Até 5/01 junta-te à Tribo UP com 12 MESES DE GINÁSIO GRÁTIS”, o que leva um consumidor médio a entender que o primeiro ano de ginásio é gratuito. No entanto, ao avançar com a adesão no site, verifica-se que a oferta corresponde apenas ao 2.º ano gratuito, sendo obrigatório o pagamento integral do 1.º ano, ficando o consumidor vinculado a um contrato de 24 meses. Considero que a comunicação comercial é ambígua e suscetível de induzir em erro quanto às condições essenciais da oferta, nomeadamente o preço e a duração do contrato. Solicito a análise desta situação por possível violação das regras relativas à publicidade enganosa.
Seguro saúde.
Em Janeiro do ano passado celebrei contrato com esta prestadora de seguros. À data, a minha esposa encontrava-se já há cerca de dois anos em tratamento com vista a engravidar, sendo este um tema que vínhamos a planear com grande antecedência e responsabilidade. Um dos critérios absolutamente determinantes para a mudança de seguradora foi o facto de, no seguro então proposto, não existir período de carência para parto, quando é prática comum no mercado existir uma carência de um ano. Nesse ponto específico, a seguradora cumpriu o que foi transmitido. Fui contactado pela seguradora no âmbito da transferência da apólice associada à empresa onde trabalho. Atenta a sensibilidade do tema e conhecendo práticas recorrentes noutros seguros de saúde — onde frequentemente se promete uma coisa e se entrega outra —, preparei uma lista exaustiva de questões, que coloquei de forma clara durante a conversa com a prestadora. Entre as informações mais relevantes, destaco os valores de comparticipação do seguro para parto por cesariana, tendo-me sido expressamente indicado que a cobertura corresponderia a 50% do valor do parto. Com base nessa informação, procedi à adesão do seguro para a minha esposa, com um prémio mensal de 38,26 euros. O meu seguro é integralmente suportado pela empresa. O tempo passou, e felizmente alcançámos o nosso objectivo. O nascimento do nosso bebé está previsto para 07/02/2026. Contudo, ao contactar hoje, 19/12/2025, pelas 10h50, a MGEN, com o intuito de dar início aos procedimentos e obter esclarecimentos, uma vez que temos consulta médica agendada para organização da cirurgia e demais formalidades, fui surpreendido com a informação de que o valor máximo comparticipado pelo seguro seria de apenas 1.500 euros, o que representa cerca de 38,66% do valor total do parto, e não os 50% que me foram indicados aquando da contratação. A minha indignação foi, naturalmente, inevitável. Neste momento, somos confrontados, de forma urgente e inesperada, com a necessidade de suportar um montante adicional de 2.380 euros. É difícil descrever o impacto que esta situação teve. Todo o nosso planeamento, o ânimo para as festas de fim de ano e a alegria associada à iminente chegada do nosso filho ficaram seriamente abalados. Espero sinceramente que a empresa demonstre o compromisso e a responsabilidade de honrar aquilo que foi acordado e transmitido no momento da adesão. Ainda que possa ter ocorrido alguma falha de informação por parte da seguradora, o que está em causa é um planeamento familiar de dois anos, um parto e uma cirurgia cesariana — algo que não consigo aceitar com leviandade. Esta situação causa-me profunda indignação, frustração e revolta. Solicito, assim, a vossa intervenção, sensibilidade e celeridade para que este assunto seja resolvido da melhor forma possível para ambas as partes. Até ao momento, não tínhamos qualquer razão de queixa e gostaria de continuar a confiar nesta seguradora. Contudo, um seguro de saúde — e especialmente nesta fase, em que teremos um bebé que dependerá fortemente deste apoio — tem de ser fiável, transparente e consistente. Não é aceitável existir informação contraditória ou insuficiente. Aguardo uma resposta urgente, tendo em conta a proximidade da data do parto e a necessidade de cumprimento atempado de todos os procedimentos e envio de documentação exigidos para viabilizar o mesmo. Com os melhores cumprimentos,
Serviços
Pinto Lopes Viagens Eu sou vossa cliente, seguramente há 2/3 anos, tendo efetuado 15 viagens. Como podem comprovar, ao momento não tive qualquer manifestação relativamente a cada uma dessas viagens, na realidade elas tendo tido algumas anomalias que decorreram em termos aceitáveis. Sendo certo que eu viajo sozinha e tenho fracos conhecimentos de outras línguas para além do português, apresenta-se-me como fundamental viajar na companhia de um/a guia turístico/a português/a, esta tem sido a razão para a compra de viagens de grupo na vossa agência. Acontece que, na última viagem que fiz, acima indicada, fui surpreendida por uma guia (teoricamente assim chamada), de nome Marisa Paulo Mouta, que desempenhou muito mal as suas funções, dado que, durante toda a viagem a sua postura foi em tudo muito idêntica à de qualquer outro participante na viagem, em rigor só se diferenciou pela rudez e agressividade com que interagia com os outros elementos. A Marisa nada sabia acerca do percurso da viagem, tinha alguma dificuldade em contar os elementos do grupo, falhou várias vezes com as horas aprazadas, respondeu agressivamente e com má educação a várias pessoas do grupo. Por último, ao ter negligenciado o facto de que foi avisada, que um dos elementos do grupo perdeu o passaporte, pois não se dignou a sair do avião e prestar auxílio à pessoa, elucidando-a que podia no local onde deu conta da falta do passaporte, embarcar, pois a sua entrada em Lisboa seria permitida mesmo sem passaporte. Pelo exposto, sou forçada a deixar de viajar com a vossa agência, isto porque deixei de ter segurança e confiança no desempenho das funções que me levam a contratar os vossos serviços.
Incumprimento de horários
Exmos Senhores De acordo com o rastreamento da encomenda com o número de envio 00691I585807, esta encontrava-se pendente de ser recebida no destino (07100 Beja) a 16-12-2025 e em Beja a 19-12-2025, 08h38min. No dia 23-12-2025, o responsável pela distribuição encontrava-se em Moura (destino final da entrega), mas sem a encomenda. Liguei para o escritório em Beja às 10h52 desse dia, tendo sido informada de que a encomenda não havia sido expedida, mas que podia ser levantada diretamente. Desloquei-me de propósito a Beja e efetuei três tentativas de contacto no caminho para relembrar que ia levantar a encomenda (11h44, 11h45 e 11h51). Cheguei ao local às 12h25 e não se encontrava ninguém no escritório que tem horário de encerramento afixado na porta às 12h30. Tenho dois registos de tentativa de contacto à porta (12h26 e 12h27) e esperei até às 12h40 para verificar se alguém saía. Fiz cerca de 110 km, não tive a encomenda na noite de Natal e ainda tive de comprar outro presente e devolver aquele com um custo de 3,95€.
Encomenda não recebida!Burlaram o meu dinheiro
Saudações! no dia 19/11/2025 fiz uma encomenda de um sofá, quis usar o método do Klarna acabei fazendo errado e usei o método de pagar na entrega. Tentei ligar para o apoio cliente deles, sem sucesso! A informação que me foi dada na caixa de correio é que eles não tem linha telefônica,Apenas escrevendo no WhatsApp Pedi o cancelamento da encomenda expliquei e pedi o reembolso 26,90€ O apoio cliente respondeu que em dias estará resolvido! É o site já está bom para voltar tentar usando o Klarna Assim o fiz deu certo me foi cobrado o valor e deu certo a segunda vez que foi no dia 24/11/2025! Passei toda semana escrevendo para o apoio cliente escrevendo que não recebi o reembolso dos 26,90€ ainda! E comentei com eles que não consigo seguir a minha encomenda com o número de rastreio O apoio cliente disse que a encomenda está ainda no norte a caminho do Sul que responsável por entregar em Lisboa! Hoje 26/12/2025 não recebi o reembolso Não recebi o sofá. Na live do Nunu tentei expressar oque estava se passar fui bloqueada nos comentários’ Fui burlada pela Webmoveis. Quer um conselho não recomendo essa empresa é tudo fraude💔😪
Encomenda incompleta
Boa tarde, O meu nome é Beatriz Pereira, apesar de já ter feito reclamação diretamente à empresa New Balance via email, por várias tentativas, não me ajudaram em nada nem tomaram responsabilidade nenhuma do erro, venho por este meio apresentar uma reclamação à DecoProteste de forma a ganhar visibilidade sobre este assunto e quem sabe, receber algum tipo de ajuda. Fiz a minha encomenda efetuada através do site oficial da New Balance, composta por 4 pares de sapatilhas, enviada para Rua Adriano Correia de Oliveira n.º 1, Bom Sucesso, 2615-282 Alverca, apesar de morar nos Açores, não fazem envios para cá portanto enviei para casa de uma familiar. A encomenda foi expedida pela transportadora UPS, que alegou ter tentado a entrega sem sucesso — o que não corresponde à verdade, uma vez que a destinatária (a minha tia) se encontrava em casa à hora indicada e nenhuma tentativa de entrega foi feita. Posteriormente, fui informada de que a encomenda seria entregue num ponto de recolha, onde foi levantada. A minha surpresa foi quando, ao abrir a caixa, a minha tia constatou qque apenas dois pares de sapatilhas estavam presentes, em vez dos quatro pares pagos. A caixa encontrava-se em perfeitas condições, sem sinais de violação, conforme confirmado pelo centro de recolha da UPS, o que exclui qualquer hipótese de furto durante o transporte. Gostaria ainda de salientar que, conforme consta na etiqueta da UPS anexada, o peso total da encomenda é de 3,10 kg. Tendo em conta o peso médio dos modelos adquiridos (New Balance 9060, 327 e 530), o peso total de quatro pares seria aproximadamente 3,6 kg a 3,7 kg. Esta diferença de peso comprova de forma objetiva que a encomenda não continha todos os artigos no momento da expedição, demonstrando que o erro ocorreu na fase de preparação/envio e não durante o transporte. Relembrei à empresa que, de acordo com o Decreto-Lei n.º 24/2014, relativo a contratos celebrados à distância, a responsabilidade pela entrega correta e completa dos bens recai sobre o vendedor até ao momento em que o consumidor toma posse dos mesmos, neste caso, a própria New Balance Portugal. Solicitei uma resolução imediata desta situação, através do envio dos dois pares de sapatilhas em falta ou do reembolso integral correspondente. A resposta que obtive por parte deles foi sempre culpando a transportadora e não assumindo qualquer erro por parte deles. Estamos a falar de uma encomenda no valor total de 464€ , na qual me enviaram dois pares de valor total de 144€. Um dos dois pares de sapatilhas enviados vinha com um defeito, e quando a reclamação por esse defeito os mesmos ofereceram um desconto de 10% na compra de outro par, mas por razões óbvias não irei fazer mais nenhuma compra nesta empresa. Para além de ser um stress ter que fazer uma compra para enviar para casas de familiares por não entregarem diretamente nos Açores que obviamente fazem parte de Portugal, depois desta experiência não pretendo gastar mais um cêntimo com eles. Agradeço desde já a vossa atenção, Beatriz Pereira
Cancelar o contrato
Assunto: Impossibilidade de cancelamento de contrato e prestação de serviço inadequada Venho por este meio em nome da minha empresa Grandeza e Amplitude Unipessoal lda, apresentar a minha reclamação contra a empresa Construdata21, pelo facto de me sentir lesado e injustamente vinculado a um contrato que não tenho, de todo, condições de manter. A empresa vendeu-me um serviço com a promessa de facilitar contactos com empresas da área da construção, no entanto, após a adesão, verifiquei que não existe qualquer garantia de contactos concretos, contratos fechados ou retorno efetivo, tratando-se apenas de uma plataforma de acesso a supostas oportunidades, sem resultados práticos comprovados. Importa ainda referir que a minha empresa ainda não se encontra a faturar, situação que foi comunicada, o que torna financeiramente impossível suportar os encargos deste serviço. Mesmo assim, quando solicitei o cancelamento do contrato, recebi uma resposta por email a informar que estou obrigado a manter o contrato por um período mínimo de 1 ano, sem qualquer abertura para resolução amigável. Considero esta posição desproporcional, abusiva e lesiva, uma vez que: O serviço não apresenta resultados concretos; A minha situação financeira atual impede o pagamento; Não foi devidamente esclarecido, no momento da contratação, o impacto real da cláusula de fidelização; O contrato acaba por colocar todo o risco do serviço exclusivamente sobre o cliente. Desta forma, solicito novamente o cancelamento imediato do contrato sem penalizações, por inexistência de condições financeiras, falta de benefício real do serviço e por me sentir induzido a contratar algo que não corresponde às expectativas criadas na venda. Espero que esta situação seja analisada com seriedade e justiça, evitando a necessidade de avançar para outros meios legais.
Reembolso total
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação formal contra a empresa Skydive Maia devido ao incumprimento reiterado na prestação de serviço e à retenção indevida de montantes pagos. 1. Descrição dos Factos: Em novembro de 2023, adquiri um voucher para um salto de paraquedas (Voucher n.º ............ ) com a intenção de o oferecer ao meu marido no natal. O pagamento foi realizado na totalidade no valor de 129,99 €. Desde a data da compra, o salto foi agendado em diversas ocasiões. No entanto, a empresa procedeu sempre ao cancelamento e adiamento das marcações, justificando-se sistematicamente com "manutenção dos equipamentos". Devido ao arrastar desta situação há mais de dois anos e à impossibilidade de realização do serviço por motivos unicamente imputáveis à empresa, a validade do voucher chegou a ser prolongada pela Skydive Maia. Contudo, mesmo com esse prolongamento, o serviço nunca foi concretizado. 2. Falta de Comunicação: Atualmente, a empresa encontra-se incontactável. Todas as minhas tentativas de contacto telefónico não são atendidas e os emails enviados não obtêm resposta. 3. Pedido de Reembolso Ignorado: Já solicitei formalmente, via email, a devolução do valor pago, uma vez que a empresa demonstrou total incapacidade para prestar o serviço contratado. Até à data, não recebi o reembolso nem qualquer justificação. 4. Resolução Pretendida: Considerando a quebra de confiança e o incumprimento contratual definitivo por parte da Skydive Maia, informo que já não tenho interesse no reagendamento do serviço. Exijo a restituição imediata do valor total pago (129,99 €), a ser efetuada pelo mesmo meio de pagamento utilizado na compra. Caso tal não seja possível por motivos técnicos, aguardo o vosso contacto urgente para vos facultar os dados necessários para a transferência bancária. Aguardo a vossa intervenção célere para a resolução deste litígio. Com os melhores cumprimentos, Tânia Mendes
Cancelamento e reembolso
Fiz uma reserva na uniplaces, onde aparece que o valor só será debitado após o aceite da reserva, fiquei aguardando e minha reserva foi cancelada e o valor simplesmente ficou bloqueado pela uniplaces, mandei vários emails para o suporte e eles simplesmente não entram em contato para resolver, agora preciso fazer um arrendamento e estou com mais de 1000 € bloqueados, minha estadia já está finalizando e não consigo arrendar em outro lugar por que a empresa não devolve o valor, falei com um agente da uniplaces e fui informada que quando a reserva é cancelada o valor só é devolvido após 5 dias úteis, e se eu precisar arrendar nesse tempo sou obrigada a arrendar pela plataforma da própria uniplaces, onde não tem nenhum imóvel que corresponde as minhas necessidades, solicito o desbloqueio do valor urgentemente
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