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Problema com a fidelização do ginásio Gaia Sport Center
Inscrevi-me no ginásio Gaia Sport Center em fevereiro de 2020 e aderi pela fidelização de 6 meses com prazo final em julho de 2020. Ao aceitar a fidelização imposta pela Gaia Sport Center, informei, desde o início, que em agosto não estaria mais em portugal por conta de um estágio que faria em outro país, inclusive já tenho passagem comprada. Após o término da fidelização estipulada em contrato, fui ao ginásio no dia 11/08/2020 rescindir minha matrícula, no entanto, fui informada que o período de fidelização tinha sido estendido até outubro por conta do tempo que o ginásio ficou fechado devido à pandemia do COVID-19, mas nada disso foi avisado ou acordado comigo previamente. Não posso ser penalizada por algo que não está sob meu controle, a minha obrigação era cumprir a fidelização, e assim foi feito corretamente.
Cancelamento do plano de saúde com a sorriso mais
Venho, por este meio comunicar a V Exmas da Sorriso mais, o meu total desagrado com o serviço prestado, recebi uma chamada da vossa colaborada muito, em que me explicou o vosso plano é em momento algum falou de fidelização e que supostamente ia receber os documentos só para ler e ver se queria ou não, passado esse tempo liguei logo para dizer que não queria, mas no entanto já estava a descontar a mensalidade e que o plano já estava no processo de fidelização, ou seja durante todo este período estou a pagar por algo que não usuflui e de todas as vezes que queria usar não dava por causa de tais protocolos que não havia, deste modo quero cancelar por algo que fui totalmente enganada.
Problema com factura serviço saúde
Fui submetida a uma cirurgia no Hospital Lusíadas em Lisboa em 6 de Maio de 2020 para qual me enviaram uma Previsão de Encargos no valor de 8260 €, valor que paguei antecipadamente no dia da cirurgia.Na semana seguinte enviaram-me uma fatura em que o valor total dos custo inerentes à cirurgia seria de 9376,82 €, pelo que ainda teria a pagar 1116,82 €.No dia 26 de Maio 2020 a minha filha enviou e-mail para o Hospital dos Lusíadas a solicitar esclarecimentos sobre esta fatura, nomeadamente quais foram os consumos/encargos que não estavam previstos na Previsão de Encargos que justificaram um aumento da fatura em 1116,82€. No mesmo e-mail questionou a faturação de um fármaco que sei que não me foi administrado, mas foi cobrado. Penso que terei o direito de ser informada sobre as questões que coloquei de modo a liquidar o montante em falta com a maior brevidade possível. No entanto até à data não recebi resposta do Hospital Lusíadas. Apenas recebo mensagem no telemóvel a dizer que tenho x dias para efetuar a liquidação da fatura e uma última mensagem em Junho a dizer que se não efetuasse o pagamento iriam seguir para contencioso.Liguei várias vezes para o hospital Lusíadas para falar com o serviço de faturação mas nunca me passaram a chamada para o referido serviço apenas me transmitem o recado de que o processo está em análise.No início de Julho voltei a ligar para falar com serviço de faturação e mais uma vez disseram que não era possível e que me iriam contactar com urgência o que não aconteceu ainda!!!Aguardo resposta por escrito e correção da fatura, no prazo máximo de 8 dias. Agradeço a resolução deste impasse. Com os melhores cumprimentos,Carlota Menezes
Cessão de contrato
Exmos. Senhores,Após ter solicitado a cessação de contrato, no passado dia 18 de Julho, com efeito 30 dias após esta data(respeitando assim o pré-aviso), o Holmes Place vem exigir o pagamento de uma mensalidade de pré aviso, correspondente ao mês de Agosto, bem como uma taxa de cancelamento, conforme expresso no contrato, na clausula 13.2.3 .Neste sentido venho por este meio expor que considero que a presente clausula é abusiva uma vez que apresentei uma declaração médica a comprovar a impossibilidade de realizar atividades desportivas nos próximos 8 a 12 meses, conjugando ainda o facto da atual crise pandémica ter ainda múltiplos focos ativos, encontrando-se o clube localizado numa zona bastante próxima do concelho da Amadora, onde em imensas freguesias do referido concelho continua vigente o estado de calamidade, facto esse que me deixa bastante desconfortável e apreensivo quanto à frequência do clube. Mais informo, que me foi cobrada a totalidade da mensalidade no mês de Julho, quando eu nunca frequentei o ginásio nesse mês, bem como, o facto de o ginásio ter deixado de fornecer serviços que se encontravam incluídos aquando da celebração do contrato, nomeadamente, é sugerido a cada sócio que a permanência no clube não ultrapasse os 60 minutos, , limitando do uso de instalações e equipamentos, o que me parece irrazoável uma vez que o valor pago pelos sócios mantém-se inalterado, como se de todos os serviços pudessem continuar a usufruir sem quaisquer constrangimentos, conforme previsto no contrato, o que não se verifica, gerando assim um grande desequilíbrio contratual que em nada beneficia os consumidores.Neste sentido, não estou disponível para pagar nenhum custo extra, por estar a rescindir um contrato onde fui lesado e onde estou a proteger a minha saúde, considerando assim cessado o contrato.Obrigado.Com os melhores cumprimentos,Diogo Vieira dos Santos
Medicare fidelização do plano de saúde sem consentimento
Venho, por este meio, comunicar a V. Exas. que pretendo solicitar o cancelamento do meu contrato com a Medicare nº 45100096847.No dia 14 de Agosto de 2019 falei com a Medicare e aderi a um plano de saúde. Hoje, dia 28 de Julho de 2020 liguei para a Medicare a fim de alterar o Plano de Saúde para um mais barato. Tendo eu o Plano Platinium Mais, queria alterar para o Platinium.Seria mais acessível ás minhas necessidades e da minha família e uma maneira de poupar algum dinheiro devido a esta situação do Covid-19. Após contato com a Medicare, disse que queria alterar o plano e disseram-nos que sim. Quando disse que era para baixar o plano a pessoa que estava a falar comigo disse-me que não conseguia fazer nada que tinha que falar com a Gestora do meu Contrato, no qual passou a chamada e não foi atendida e que mais tarde ligavam, e que já lhes tinha deixado a informação que eu pretendia alterar o plano. Assim foi, passado umas horas ligaram da Medicare, falei com a Patrícia Inácio, Gestora do meu contrato. Disse novamente que queria baixar o valor e mudar de contrato visto que em Agosto acabava o ano de fidelização.A mesma disse-me que não podia alterar porque já estava no novo período de fidelização. Eu disse que isso não era possível visto que o mesmo só acabava em Agosto. Ela disse que se queria alterar o plano teria de o ter avisado com 30 dias de antecedência.Verificamos o contrato que tinha sido enviado por e-mail e realmente tinha lá essa nota (em letras muito minúsculas). Mas a questão é que lhe dissemos não houve uma explicação clara da parte deles no telefonema que havia sido feito para iniciar a adesão, sobre a altura em que deveria de avisar para cancelar ou alterar o plano.Mesmo assim, a resposta deles foi que não havia nada a fazer e que estava no período de fidelização e que este só acabava em Agosto de 2021, ou seja, daqui a um ano. Teria de continuar mais um ano com um plano que não estou satisfeito. Por estas razões, e apesar de ter tentado baixar o plano e não me ser permitido não quero continuar com este serviço. E por não ter havido qualquer confirmação da minha parte por escrito da adesão e muito menos da renovação, invoco o Decreto-Lei nº 24/2014, de 14 Fevereiro, Artigo 5º, nº 7 (que transpõe a Diretiva nº 2011/83/UE do Parlamento Europeu e do Conselho, de 25 de outubro de 2011, relativo aos direitos dos consumidores), especialmente o art.5º/nº7 no qual é referido que “Quando o contrato for celebrado por telefone, o consumidor só fica vinculado depois de assinar a oferta ou enviar o seu consentimento escrito ao fornecedor de bens ou prestador de serviços “.Por não ter assinado nenhum termo onde conste uma fidelização da minha parte com a Medicare, agradeço que procedam ao cancelamento com efeitos imediatos.
Violação de Contrato Anual
Em fevereiro de 2020, paguei a anuidade de sócio deste ginásio sendo que, tal como nos anos antecedentes, imperava uma promoção de 10% de desconto + oferta de toalhas. O serviço oferta de toalhas incluía a entrega de 1 toalha de treino + 1 toalha de banho, sempre que me deslocava ao ginásio, devolvendo as mesmas à saída. Após um período, de aproximadamente dois meses, em que o ginásio esteve encerrado, devido às Orientações do Plano de Contingência do Covid-19, fui surpreendido com a indicação que deveria pagar 150€/anuais (60€ para toalhas de treino + 90€ para toalhas de banho) para permanecer com o serviço de toalhas. Questionando um dos diretores do ginásio, fiquei a saber que este valor é idêntico para sócios com ou sem a dita oferta.Considero que existe uma violação clara do que foi inicialmente contratado, sentindo-me lesado pelo mesmo, pois o respetivo serviço de oferta de toalhas foi um dos motivos que me levou a assinar o respetivo contrato.
Cobrança de Taxa de Covir 19
Fui a uma consulta de Ortopedia com a minha esposa, Maria Gorete Lopes Gomes Alves, no dia 16 de Julho de 2020.Paguei a consulta e de seguida foi-me exigido mais 5€ para taxa de Covir 19.Reclamei e perguntei de era legal esta cobrança e para que eram os cinco euros?Foi-me respondido que para limpeza e desinfecção das instalações assim como o fornecimento de equipamento aos utentes.Mas a mim nem à minha esposa ninguém me deu nada.Haja quem ponha fim estas cobranças oportunistas que não são mais do que para enriquecimento à custa de quem não tem alternativas.
Cancelamento de apolice de seguro
Boa Venho por este meio exprimir o meu desejo de cancelar o seguro medis dental.Ja tentei contactar o email adscrito para este fim sem qualquer retorno.Dado que o seguro nao cumpriu 30 dias tambem gostaria de pedir o reembolso do pagamento inicial com a maior brevidadeCumprimentos
COBRANÇA INDEVIDA
Conforme meu comunicado via site, o Hospital da Luz Oeiras cobra uma factura, por procedimentos cirúrgicos extras.Ocorre que ao final de uma cirurgia de próstata, o médico DR. AGS, perguntou me se gostaria de fazer a vasectomia. Não fui informado de valores que me seriam cobrados e estava anestesiado, portanto fora de meu controle completo.Isto ocorreu em 14/10/2019.DIa 03/07/2020 recebo uma carta notificação para o pagamento de 379€.Já solicitei uma reunião com o responsável financeiro mais o médico, quando estarei com meu advogado.Hoje chega uma nova correspondência cobrando novamente.Me parece uma ação de cobrança imoral e ilegal, já que qualquer procedimento se autorizado foi em momento de não consciência completa do cliente.
Recusa / Má conduta em tratar animal
Boa tarde, Venho por este meio expor o sucedido na passada semana com a minha avó. Serei eu a comunicar pois ela não tem capacidade para o fazer desta forma. A minha avó levou a gata dela ao veterinário da APAAC. Tem estado apática, sem comer nem beber e, com um alto no peito. Aproveitou a consulta por ser uma gata com super mau feitio para tomar medicação, e pediu que a ajudassem a dar os comprimidos para os parasitas externos e internos. A APAAC realizou um raio-x e detetaram um tumor mamário mas não realizaram análises para tentar perceber o porquê de não comer e estar parada. Poderia ser febre da pulga. Poderia..........Compreensivelmente, não realizam a operação para extração do tumor enquanto a gata estiver com parasitas. Contudo, tentaram dar os comprimidos mas após uma das auxiliares ser arranhada num braço recusaram-se a ajudar a gata. Resumindo, depois de pagar 56EUR nada lhe fizeram e a justificação é ‘’ a colega foi arranhada no braço ‘’ . Agora pergunto, como veterinárias levar arranhões não faz parte do serviço? Ou os médicos recusam-se a tratar as pessoas porque estão em stresse? Ou a vomitar? Ou seja o que for!..Lá ganharam 56EUR para não fazerem nada e a gata chegar ainda pior a casa. No dia a seguir a gata ainda apresentava um estado clínico mais intenso e a minha avó voltou, mais uma vez, a dirigir-se á APAAC na tentativa de a ajudarem. Mais uma vez ‘’ a colega foi arranhada’’ e por isso ‘’ enquanto a gata nao for desparasitada não a podem tratar’’ e a minha avó questionou se era assim o procedimento, sem sequer lhe fazerem analises, nao lhe darem os medicamentos, se não come como pode tomar comprimidos? e ainda dizerem que não há outras opções de medicação. Depois de levar a gata a outro veterinário (em quem confio imenso!) fizeram análises e descobriu-se a febre da pulga. Foi medicada e desparasitada por intravenosa. Já está a recuperar, já come e assim que estiver normalizada seguirá para remoção do tumor. Não entendo a falta de profissionalismo. Não acredito que sejam pessoas a querer o bem dos animais. Não é a primeira, nem a decima vez, que os funcionários da APAAC (veterinário) assim procedem. É triste, porque pelo meio ganham dinheiro. Escolhem as pessoas que podem fazer pouco e dá nisto, uma tremenda falta de sensibilidade e profissionalismo. Já sei que vêm aí respostas á altura das pessoas que lá estão, mas cá estou para retaliar! Grata pela atenção,
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