Reclamações públicas

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Contestar decisão

Venho expressar o meu descontentamento com a decisão desta seguradora em relação a um acidente em que estive envolvido. No momento do acidente, eu já tinha terminado a manobra de marcha-atrás e estava a endireitar o carro para colocar a primeira mudança e arrancar, quando subitamente um veículo colidiu com o meu. O outro condutor, assim que se aproximou de mim, reconheceu a culpa e disse: "Pronto, temos que ser sinceros, temos que admitir, eu vinha a olhar para a minha mulher e não vi o seu carro". A Guarda Nacional Republicana foi chamada ao local, registou a ocorrência e confirmou na participação que o outro condutor se tinha distraído a olhar para a esposa, tendo escrito exatamente aquilo que foi dito no momento. No entanto, mais tarde, na versão apresentada à seguradora, o outro condutor alterou o seu relato e deu a entender que a culpa seria minha. Não compreendo nem aceito esta decisão, ainda para mais quando a GNR ouviu e registou a confissão dele no local do acidente. É incompreensível que, tendo o próprio condutor admitido a culpa e explicado que não prestou atenção à estrada por estar distraído, a responsabilidade me tenha sido atribuída, especialmente quando eu já não estava a fazer marcha-atrás. Não embati em ninguém, foi o outro veículo que colidiu com o meu. Considero a decisão da seguradora injusta e gostaria de ver a situação revista, tendo em conta todos os factos.

Em curso
M. S.
03/07/2026

Acesso a conta e entrega de capital

Exmos. Senhores, Não consigo verificar a minha conta da Binance, a password foi inclusive alterada. Não me transferem o capital, alegando sempre que falta pagar um valor para desbloquear a situação, independentemente de já ter pago por varias vezes o que eles alegavam estar em falta para desbloquear. Assim, neste momento nem tenho acesso à conta nem ao capital e também não consigo qualquer tipo de resposta, desde o momento em que lhes disse que era uma situação de fraude e burla e que ia fazer denuncia da situação! Cumprimentos. H.S.

Em curso

Penhoras indevidas

Assunto: Pedido de Intervenção Urgente – Múltiplas Penhoras de Vencimento pelas Finanças com Violação do Limite Mínimo Legal (Rendimentos inferiores ao SMN 2026)Texto da Reclamação:Exmos. Senhores do Gabinete de Apoio ao Consumidor da DECO,Venho por este meio solicitar a vossa urgente intervenção e apoio jurídico relativamente a uma situação de penhoras indevidas e cumulativas sobre os meus rendimentos de trabalho, executadas pela Autoridade Tributária e Aduaneira (Finanças).Atualmente, sou alvo de processos de execução fiscal cujas penhoras estão a incidir em simultâneo sobre diferentes vencimentos que aufiro. Acontece que a soma dos descontos efetuados pelas Finanças ultrapassa largamente os limites legais previstos no Artigo 738.º do Código de Processo Civil, aplicável por remissão do Código de Procedimento e de Processo Tributário (CPPT).Em consequência deste facto é retirado valores de dois ordenados e também diretamente da conta bancária pela própria instituição bancária.Este facto constitui uma manifesta ilegalidade, uma vez que a lei salvaguarda expressamente que a impenhorabilidade de rendimentos tem como limite mínimo absoluto o montante equivalente a um Salário Mínimo Nacional vigente, que no corrente ano de 2026 está fixado em 920,00 € (conforme o Decreto-Lei n.º 139/2025). A atuação do órgão de execução fiscal está, por isso, a colocar em grave risco a minha subsistência e a do meu agregado familiar.Dados das Execuções Fiscais: Divida AT: -1520202501288288 -1520202401258001 -1520202401229222 Serviço de Finanças responsável: o Serviço de Finanças de Loures. Entidades Patronais notificadas: KNOWER PROJECTS SA. Junto envio em anexo os comprovativos de vencimento mais recentes e os extratos bancários que demonstram o montante líquido auferido após as referidas penhoras. Face ao exposto, solicito o vosso suporte técnico-jurídico no sentido de mediar a situação e me orientar na submissão de um requerimento formal de redução ou levantamento parcial de penhora junto do respetivo Chefe do Serviço de Finanças, ou na respectiva Reclamação Judicial das Decisões do Órgão de Execução Fiscal (Artigo 276.º do CPPT). Fico a aguardar o vosso contacto e indicações sobre como proceder. Melhores cumprimentos Nome : Maria Jesus Tavares Almeida NIF: 202601307 O Contacto Telefónico: 966913101

Em curso
X. M.
02/07/2026

Título: 15 dias à espera do reboque Assistência em Viagem da LOGO falha no transporte da viatura, p

Título: 15 dias à espera do reboque Assistência em Viagem da LOGO falha no transporte da viatura, presta informações falsas e demonstra total falta de respeito pelo cliente Reclamação: No dia 19 de junho de 2026, a minha carrinha Citroën avariou em Huelva (Espanha), tendo sido imediatamente acionada a Assistência em Viagem da LOGO. Fui informado de que o primeiro transporte seria efetuado por uma empresa espanhola, que recolheria a viatura e a transportaria para a sua base em Huelva. Esse serviço foi realizado de forma rápida e eficiente, tendo a carrinha ficado em segurança cerca de uma hora após o pedido de assistência. Foi igualmente comunicado que o transporte da viatura para Portugal seria posteriormente assegurado por uma empresa portuguesa contratada pela LOGO. Foi precisamente a partir desse momento que começaram todos os problemas. A viatura encontra-se a cerca de 50 km da fronteira portuguesa e a oficina onde será reparada fica a aproximadamente uma hora de distância, dispondo já de todas as peças necessárias para iniciar imediatamente a reparação. Inicialmente foi-me indicado que o transporte ocorreria no dia 25 de junho, data que depois foi alterada para 26 de junho. Nesse mesmo dia contactei diretamente a empresa espanhola responsável pela guarda da viatura e fui informado de que a carrinha permanecia exatamente no mesmo local, nunca tendo sido recolhida pela transportadora portuguesa. Desde então tenho contactado praticamente todos os dias a Assistência em Viagem da LOGO. A resposta é sempre a mesma: "vamos entrar em contacto consigo". Esse contacto nunca acontece. Numa das chamadas fui inclusivamente informado de que, segundo o sistema da LOGO, a viatura já tinha sido entregue na oficina em Portugal, informação completamente falsa. Para agravar ainda mais a situação, em duas ocasiões distintas a chamada foi desligada durante a conversa, demonstrando uma total falta de respeito pelo cliente. Hoje, 02 de julho, passaram 15 dias desde a avaria e a carrinha continua retida na base em Huelva, sem qualquer explicação credível, sem previsão concreta de transporte e sem qualquer acompanhamento efetivo por parte da LOGO. Esta situação está a causar-me elevados prejuízos financeiros e profissionais, obrigando-me diariamente a recorrer a táxis e a outros meios de transporte, suportando despesas que apenas existem devido ao incumprimento da Assistência em Viagem. Acresce ainda a preocupação de a viatura ter permanecido todos estes dias em Espanha com o depósito completamente cheio de gasóleo, situação que será naturalmente verificada quando a mesma for finalmente entregue. É absolutamente inadmissível que uma seguradora deixe um cliente 15 dias à espera do simples transporte de uma viatura que se encontra a poucos quilómetros da fronteira portuguesa, prestando informações contraditórias, falsas, adiando sucessivamente o serviço e sem qualquer comunicação séria ou transparente. Exijo: O transporte imediato da viatura para a oficina indicada; Uma explicação formal para todos os atrasos e para as informações falsas prestadas; A indemnização pelos prejuízos financeiros sofridos, incluindo despesas de transporte e demais danos causados por esta demora injustificável; Um pedido formal de desculpas pelo tratamento recebido. A qualidade de uma seguradora mede-se quando o cliente realmente precisa dela. Neste caso, a Assistência em Viagem da LOGO demonstrou uma falta de organização, comunicação, profissionalismo e respeito absolutamente incompatível com o serviço que anuncia prestar. Caso esta situação não seja resolvida de imediato, apresentarei reclamação junto da Autoridade de Supervisão de Seguros e Fundos de Pensões (ASF) e recorrerei às demais entidades competentes, exigindo igualmente a correspondente indemnização pelos prejuízos causados. Luis Miguel Eiras Viana Apólice n.º 7010801407

Em curso

Registo ilegal do meu nome na CRC

Venho por este meio solicitar a intervenção urgente da DECO junto da Whitestar Asset Solutions. Em virtude de uma conduta abusiva, ilegal e profundamente lesiva do meu bom nome, da minha integridade psicofísica e da minha subsistência financeira futura. A Whitestar está a tentar cobrar-me uma alegada dívida de responsabilidade solidária (aval e fiança) no valor total acumulado de 1.350.000,00 € (um milhão trezentos e cinquenta mil euros). Esta quantia está associada a 3 contratos de financiamento bancário distintos, celebrados nos anos de 2000, 2001 e 2002, respetivamente, relativos a uma empresa da qual fui sócio. O histórico cronológico, contratual e judicial deste processo dita a total e inequívoca prescrição das obrigações em relação à minha pessoa: 2000, 2001 e 2002: Datas de celebração dos 3 contratos de financiamento originais. Todos eles previam expressamente o pagamento fracionado em prestações de capital acrescidas de juros. 2003: Ano em que a empresa mutuária faliu (facto certificado na sentença judicial de 2016) que a Whitestar me enviou. 2005/2006: A falência da empresa foi decretada pelo tribunal e transitou em julgado. 2016: Sentença judicial de encerramento definitivo do processo de insolvência da empresa. A Whitestar e o credor original nunca me notificaram judicialmente de qualquer ato de cobrança ou execução desde o início dos contratos até à data de hoje. Sendo eu alheio ao processo que correu em tribunal contra a insolvência da empresa, o prazo prescricional correu inteira e ininterruptamente a meu favor. A fundamentação jurídica que extingue este direito assenta em dois pilares: Prescrição de 5 anos: Sendo contratos com pagamentos fracionados de capital e juros, aplica-se imperativamente o prazo curto de 5 anos previsto no Artigo 310.º, alínea e) do Código Civil. Mesmo em absurdo se num eventual exercício teórico o prazo se contasse do fecho da insolvência em 2016, prescreveu em 2021. É inaplicável o Artigo 311.º do CC invocado de má-fé pela Whitestar, pois a sentença da empresa não produz efeitos contra garantes que nela não intervieram (Jurisprudência Uniforme do STJ). Abuso de Direito no Aval: O preenchimento ou tentativa de uso de livranças em branco decorridos 23 anos após a falência de 2003 constitui um manifesto Abuso de Direito (Artigo 334.º do CC), na modalidade de supressio, violando a boa-fé (Artigo 762.º, n.º 2 do CC) e os limites dos Artigos 32.º, 70.º e 77.º da LULL. Já invoquei formalmente a whitstar acerca da prescrição. A GRAVIDADE DAS ILEGALIDADES DA WHITESTAR E O IMPACTO DEVASTADOR NA MINHA VIDA: Introdução de datas falsas no Banco de Portugal: A Whitestar mantém o meu NIF ilegalmente sinalizado na Central de Responsabilidades de Crédito (CRC) associado ao valor de 1.350.000€. Para ocultar a prescrição, a Whitestar inseriu dados e datas falsas no sistema do Banco de Portugal, reportando o incumprimento com os anos de 2014 e 2016. Estas datas são flagrantemente falsas e contrariam a própria sentença judicial de 2016, que atesta que o colapso e falência da empresa ocorreu no ano de 2003. Desemprego, Destruição da Saúde e Reforma Antecipada Forçada: A manutenção desta "mancha" ilegal e falsa de 1.350.000€ no Banco de Portugal bloqueou por completo a minha vida económica e o acesso ao sistema financeiro normal. Estava á um mês no desemprego e encurralado por este bloqueio e pelo assédio psicológico constante, (registo no CRC do Banco de Portugal) fiquei psicologicamente incapacitado ("sem cabeça") para procurar um novo emprego, fruto do stress e da ansiedade extrema que esta situação me causou. Só pensava que o fundo de desemprego um dia ia acabar e que eu não era capaz de me concentrar em nada, só pensava e penso nesta injustiça que me estavam e continuam a fazer. Prejuízos e Perdas Futuras até ao Final da Vida: Sem alternativas de inserção no mercado de trabalho e asfixiado pelo registo ilícito no regulador, vi-me obrigado a pedir a minha reforma antecipada como a única via imediata para garantir alguma estabilidade financeira mínima de sobrevivência e para me tentar defender. Esta decisão forçada causou-me um corte patrimonial e um prejuízo financeiro descomunal que irei sofrer mensalmente, sob a forma de perdas futuras, até ao final da minha vida. Peço, com o apoio da DECO: O reconhecimento da total prescrição do montante de 1.350.000€ face à minha pessoa, referente aos 3 contratos (2000, 2001 e 2002); A retificação imediata das datas falsas (2014 e 2016) inseridas na Central de Responsabilidades de Crédito do Banco de Portugal, para o ano de 2003 conforme sentença. A eliminação definitiva do meu NIF deste registo de incumprimento no imediato. Cumprimentos. Nota: tenho em meu poder toda a documentação que faz prova do que relatei anteriormente, das trocas de correspondência com a Whitestar e da falsa argumentação da whitestar para manter o meu nome na CRC Peço ajuda!!!! por favor!!!!

Em curso
A. P.
01/07/2026

Abertura de conta

Exms. Senhores, Venho por meio deste, expor minha indignação com a falta de consideração com que o banco bpi vem nos tratando, há alguns meses solicitei abertura de conta para meu filho, que é de menor, e conforme solicitado enviei todos os documentos para o procedimento, ja fui varias vezes ao balcão, meu esposo também, inclusive em horário de trabalho para saber sobre a demora conclusão da mesma e a resposta é sempre a mesma. Ao verificar aos dados que constam na aplicação, não estão conforme os documentos que lhes foram entregues. Assim reitero o meu pedido e aguardo o mais brevemente sua resposta. Cumprimentos.

Em curso
F. F.
01/07/2026

Pedido de devolução

Exmos. Senhores, Fui vítima de uma burla informática que usou a vossa entidade para gerar uma referência gerada por um site fraudulento ("plovurikant"). Peço que me reembolsem o valor de 250 euros. A operação foi realizada no dia 1 de julho de 2026 pelas 11h53. A entidade que me surgiu foi a vossa - 45648. E a referência foi 979086462 Cumprimentos.

Em curso
A. P.
01/07/2026

Cobrança indevida

No dia 12/02/2026 solicitei por e-mail a não renovação de uma apólice e, embora tenha recebido a confirmação de que o meu pedido seria tratado, continuam a fazer o débito da mesma.

Em curso
C. D.
30/06/2026

Movimentação fraudulenta

No dia 25-06-2026 fiz esta reclamação no site do BBPI. Registada com o nºROR00000000045637274. Não obtive qualquer resposta. Mas a reclamação que fiz pela linha de apoio no próprio dia 24 só chegou ao serviço de reclamações dia 26 (o que me foi transmitido ontem ao telefone quando eu liguei para a linha de colaboradores. Nesse contato por mim efetuado soube que falta assinar um documento de autorização de levantamento de sigilo bancário. Se não fosse eu a ligar ainda hoje não sabia disso. Peço a vossa ajuda e intervenção pois parece que vamos entrar na faze do empurra e de desresponsabilização. Apresentei queixa na GNR de Mafra no próprio dia 24-06-2026. Fiz reclamação também no livro de reclamações online no dia 25-06-2026 MC Carlos Manuel Correia Duarte NIF 137772211 c-passo@hotmail.com 914803006 Exmos. Srs. Boa tarde. No dia de ontem, dia 24-06-2026, por volta das 12h34 fui contatado pelo nº217207707 identificando-se como BPI e como pertencendo ao departamento de fraudes do BBPI. Informaram que estavam a ligar por causa de um movimento suspeito que identificaram na conta e que iam enviar um SMS com um código para eu autorizar a anulação desse mesmo movimento. Como ex-colaborador do Banco durante vários anos, achei estranho o procedimento de estarem a pedir por telefone um código SMS. Deixei a tal chamada em espera e liguei imediatamente, de um telefone fixo para o 217207700, linha de apoio do BPI, que me encaminharam para um departamento (supostamente das fraudes do BPI), onde relatei a estranheza daquela chamada, contando o que se estava a passar. O colega do outro lado da linha disse para eu desligar a chamada de imediato, oque efetuei.  Entretanto o nº 217207707 voltou a efetuar mais duas tentativas de chamadas, que não atendi, pelas 12h49. Continuei na chamada do telefone fixo com o colega do BPI, que me foi fazendo perguntas. Se tinha sido eu a fazer os movimento, se conhecia os nomes que apareciam, se conhecia aquelas contas e qual era o meu equipamento telefónico. Eu disse que não tinha efetuado nenhum daqueles movimentos e que não os reconhecia, informei que não conhecia as pessoas nem as contas de destino das transferências, e que o meu equipamento era um Xiaomi.  O meu último movimento tinha sido na máquina interna de depósitos do BPI de Mafra, no valor de 800.00€, cerca de 10 minutos antes do recebimento da tal chamada, que entendi como suspeita. Não fui eu a fazer o movimento de reforço de aplicação de 1.000.00€, que foi o 1º movimento não reconhecido por mim. Depois efetuaram vários movimentos de mobilização e transferências para outras contas. Movimentos que não reconheço além do reforço poupança:     Mobilização Poupança Caravana 431/020        10.000.00€ Mobilização BPI Poupança IVA 431/023           4.400.00€ Mobilização deposito a prazo 447/008           15.000.00€ Mobilização BPI Poupança Caravana 431/020      3.700.00€ Mobilização BPI Poupança Filipe 431/024           5.000.00€ Entre as mobilizações referidas acima, foram efetuadas as seguintes transferências (que poderão confirmar na minha conta), num total 32.000€, para as contas abaixo, das quais não reconheço: PT50002300004584251670694 Madalena Sofia Tunguno               10.000.00€      (12h21) PT50001800036901988302017 Edmilson da Glória Margarida Falusso    7.000.00€      (12h26) PT50001000006541601000105 Filipe Fancon                     15.000.00€      (12h28) Durante a chamada que eu fiz para o BPI, que demorou cerca de 1h30, e da qual o colega disse para eu desligar a outra chamada, fui informado de que iria fazer o procedimento para estas situações e indicou-me o nº do processo que ficava registado D-104838640. No decorrer dessa chamada ainda questionei a possibilidade de travar essas transferências e o sobre que iriam fazer. A resposta foi que iriam fazer os procedimentos necessários para a ocorrência, ficando eu com poucas informações sobre os tais procedimentos. Por fim, bloquearam os meus acessos (que acho que deviam ter ocorrido imediatamente, no inicio da conversa e não no final). O restante, não sei o que mais efetuaram. Ao desligar a chamada com o atendimento do BPI, fui de imediato ao balcão do BPI de Mafra onde recolhi um extrato com os movimentos e mencionei o porquê ao colega Dinis Vale, que me atendeu. Sai de balcão de Mafra e dirigi-me de imediato ao posto da GNR de Mafra para fazer a ocorrência. Ocorrência que ficou registada com o nº 000399/26.9GCMFR (Mafra). Que efetuaram, por sua vez, comunicação a PJ. Hoje dia 25-06-2026, pelas 9h dirigi-me ao Balcão BPI de Mafra, para entregar a participação da GNR e obter informações acerca do processo, bem como o pedido de devolução das respetivas transferências. Fui atendido pelo colega Dinis Vale, e à sua frente resolvi ligar também para a linha de apoio 217207700 (9h40), pois no balcão não havia qualquer informação acerca do número do processo que me tinham facultado ontem, por telefone pela linha de apoio. Depois de direcionarem a chamada para vários setores e após várias insistências, a D. Elisabete Alves lá disse que o processo estava em análise pela supervisão e não me adiantou mais nada, apenas que tinha que aguardar.   Venho por este meio reafirmar que não fui eu que efetuei qualquer dos movimentos mencionados. Por achar estranho a chamada recebida, contactei de imediato os serviços do BPI (linha de apoio e balcão), além da queixa no GNR, ou seja, efetuei de imediato todas as diligências necessárias. Reforço ainda que o meu contacto com a linha de apoio ocorreu cerca de 10 minutos depois da hora das transferências e que se os serviços do BPI tivessem agido tão de imediato quanto eu agi, provavelmente ainda teriam ido a tempo de travar a saída do dinheiro das contas suspeitas (destino das transferências). Mais informo, que a segurança do meu dinheiro cabe ao BPI, banco onde confiei património. A vossa segurança falhou ao permitir que outros tivessem acesso aos meus dados e acedessem à minha conta, sem que tivessem solicitado qualquer confirmação da minha parte sobre a veracidade destas transações. Por tudo o que foi exposto, solicito que tomem as devidas diligências e procedam à reposição dos valores, que só a mim pertencem, com a máxima urgência. MC Carlos Manuel Correia Duarte NIF 137772211 Contatos: 914803006 c-passo@hotmail.com 

Em curso

entativa de burla / Contacto fraudulento e ilógico

Exmos. Senhores, Venho apresentar reclamação grave contra a Alcancecardinal Unipessoal Lda (CrediPoupança), NIF 515400254, registada no Banco de Portugal com o n.º 0004804, por práticas suspeitas e pouco profissionais. No dia 29 de junho de 2026, recebi uma chamada do número 916 799 122, a qual não atendi por não conhecer o numero! Em seguida uma mensagem em nome de “Marta Ferreira”, alegando que tinha sido recebido um pedido de crédito no meu nome e se ainda teria interesse no mesmo. Obviamente sabendo que não diz qualquer tipo de pedido, informei esta pessoa "Marta Ferreira" do mesmo, e pedi imediatamente todos os dados em relação ao suposto pedido (Pois poderia estar a ser vitima de algum tipo de burla) A pessoa em questão respondeu "Pode ser engano no numero" e até aqui tudo bem, até que me dizem "se atendesse poderíamos confirmar se é a pessoa para quem pretendemos ligar", enquanto insistem em ligar para o meu contacto mesmo depois de eu informar esta pessoa que não fiz qualquer tipo de pedido de credito, aqui vi que algo não batia certo nesta conversa e assumi logo que isto era uma tentativa de burla! Factos que demonstram a irregularidade: A mensagem inicial dirigia-se a “Exmo(a) Senhor(a)”, o que demonstra que nem sequer sabiam se estavam a falar com um homem ou uma mulher, ou muito menos sabiam quem eu era, apenas tinham o meu contato telefônico. Quando confrontei a situação e exigi prova concreta do suposto pedido (data e hora), que foi completamente ignorado pela suposta "Marta Ferreira" apenas responderam “Pode ser engano no número”. Mas mesmo após admitirem a possibilidade de engano, continuaram a ligar e a insistir para que atendesse a chamada para “confirmar se era a pessoa para quem pretendiam ligar”, o que faz ZERO sentido! Logo de imediato achei este comportamento suspeito como já referi, e apos uma troca de mensagens um pouco mais agressivas perguntaram “mas não é a Ana Santos?”, revelando ainda maior confusão sobre a identidade da pessoa contactada. Este comportamento é totalmente ilógico e suspeito! Não sabem o género nem o nome da pessoa, admitem possível engano, mas mesmo assim insistem para que atenda uma chamada para “confirmar” a identidade, mesmo depois de eu ter afirmado repetidamente que nunca fiz qualquer pedido de crédito. Perante a minha resistência, o tom das respostas tornou-se provocatório (“E falar Português?”) disse-me a pessoa do outro lado repetidamente. O que me pareceu logo um tom absurdo para alguém que se diz de vir por parte de uma instituição financeira séria. Preocupado com a possibilidade de alguém estar a usar os meus dados pessoais para tentativas de credito, consultei de imediato o Mapa de Responsabilidades de Crédito do Banco de Portugal, que confirma que o meu NIF não consta da base de dados e não existe qualquer pedido ou crédito em meu nome. Nota adicional: Apos uma rápida pesquisa online descobri que esta empresa já acumula várias reclamações públicas por alegações falsas de pedidos de crédito e contatos abusivos, inclusive pessoas que foram burladas em que lhes era dito para fazerem transferências monetárias para que créditos fossem aprovados (consultar portal da queixa para confirmar o que digo aqui). Eu sou da zona centro do pais! Esta suposta empresa é sedeada em Rio Tinto, sitio que desconheço completamente, nunca la estive, tal como esta suposta empresa que nunca ouvi sequer falar! Exijo que a empresa: Confirme por escrito e imediatamente que não existe qualquer registo ou pedido em meu nome; Explique como obteve o meu contato e a razão desta sucessão de erros e contradições graves (incluindo a confusão com “Ana Santos”); Tome medidas contra o responsável por este contacto inadequado; Garanta que não voltarei a ser contactado por qualquer meio. Reservando o direito de tomar todas as medidas legais necessárias, incluindo participação às autoridades competentes (PSP e Banco de Portugal). Aguardo resposta urgente. Com os melhores cumprimentos, Jorge Teixeira Data: 29 de junho de 2026

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