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Processo encerrado sem aceitação da indemnização e com valores por regularizar
Processo 0030459755 Generali tranquilidade Apresento reclamação relativamente à gestão do meu processo de sinistro, que foi entretanto dado como ENCERRADO pela Companhia, sem que tenha existido da minha parte qualquer aceitação expressa do valor da indemnização apresentado. Foi efetuado um pagamento de apenas 2.329,33 €, sem que me tenha sido previamente apresentada uma proposta final para análise e aceitação e sem que tivesse sido incluído o valor de 184,50 € que suportei diretamente com a pesquisa/peritagem técnica solicitada pela própria Companhia. Para cumprir essa exigência, contratei a empresa HAKA, tendo suportado o custo de 184,50 €. A respetiva fatura, recibo/comprovativo de pagamento, relatório técnico, fotografias e orçamento foram enviados à Companhia aquando da entrega da documentação solicitada. Trata-se, portanto, de uma despesa previamente comunicada, comprovada e do conhecimento da Companhia, que não foi considerada no pagamento efetuado. Permanece igualmente por resolver a situação da fração inferior, que sofreu danos decorrentes da mesma ocorrência. Os danos encontram-se devidamente descritos e fotografados no relatório técnico apresentado, e o orçamento (1858,64€) da HAKA discrimina os trabalhos necessários nas duas frações. A proprietária da fração inferior é uma senhora de idade avançada, vive sozinha, não dispõe de familiares próximos que a possam auxiliar e não possui a caderneta predial solicitada. Esta circunstância não deve impedir indefinidamente a resolução dos danos, quando estes se encontram tecnicamente documentados. Solicito a reabertura do processo, a regularização dos 184,50 € já suportados e comprovados, e a apreciação dos restantes danos, incluindo os da fração inferior. Solicito ainda que seja considerada a possibilidade de o valor correspondente à fração inferior me ser pago diretamente, permitindo-me avançar com a totalidade dos trabalhos orçamentados pela HAKA. Não aceito que o processo seja considerado encerrado sem a minha aceitação expressa da indemnização e sem a regularização integral dos valores e danos devidamente documentados. Solicito uma resposta concreta e urgente.
Fidelidade - Comparticipação Sinistro
Boa tarde, gostaria da v/ ajuda para o seguinte. Este NIF é do condomínio onde resido e do qual sou administrador. No passado mês de março, houve todas aquelas enxurradas, que nos inundou o poço do elevador do nosso prédio. Alguns equipamentos avariaram e chamamos a manutenção da OTIS que fez o que tinha que fazer. O custo total foi 1,500€ + IVA = 1,845€. Apresentei toda a documentação anexa à Fidelidade em Abril e responderam-nos agora com 453,30€ de comparticipação de sinistro. Na verdade, nas condições particulares anexas dizem que não tem franquias em caso de inundação e que pode ir até ao total do valor do seguro. Podem ajudar-me a esclarecer esta situação? Obrigado
ActivoBank cobra juros devedores após o cliente utilizar saldo disponível apresentado na APP
Depositei um cheque na minha conta ActivoBank. Nesse dia, o valor do cheque ainda não era considerado no saldo disponível apresentado pela aplicação, pelo que aguardei até que o processamento estivesse concluído. No dia seguinte, voltei a consultar a aplicação e verifiquei que o valor do cheque já estava refletido no saldo disponível. Com base nessa informação, e confiando no saldo disponível apresentado pelo próprio banco, procedi à constituição de um depósito a prazo através da aplicação, utilizando parte desse montante. A operação foi aceite e concluída pela própria aplicação, sem qualquer aviso de insuficiência de saldo, de indisponibilidade dos fundos ou de que a operação pudesse originar um saldo devedor sujeito a juros. Posteriormente, fui surpreendido com a cobrança de juros devedores, alegadamente por a conta ter ficado a descoberto na sequência desta operação. Contactei telefonicamente o ActivoBank para esclarecer a situação. O funcionário que me atendeu analisou comigo os movimentos da conta, um a um, e confirmou que não identificava qualquer momento em que a conta tivesse ficado a descoberto nos movimentos que lhe eram visíveis. O funcionário contactou então outro departamento do banco. A explicação que me foi posteriormente transmitida foi que a situação teria resultado de “movimentos internos não visíveis ao consumidor”. Esta explicação é, para mim, particularmente preocupante. O consumidor utiliza a aplicação disponibilizada pelo próprio banco para gerir a sua conta e toma decisões financeiras com base na informação que essa aplicação apresenta. Se existem movimentos internos que afetam efetivamente a disponibilidade dos fundos, mas que não são visíveis ao consumidor, não considero aceitável que esses movimentos sejam posteriormente utilizados para justificar a cobrança de juros. Mais grave ainda, a própria aplicação apresentou o montante como saldo disponível e permitiu a constituição do depósito a prazo. Solicitei ao ActivoBank que explicasse concretamente: quais foram os alegados “movimentos internos”; porque não eram visíveis ao consumidor; de que forma afetaram o saldo da conta; porque é que a aplicação apresentava aquele montante como saldo disponível; porque permitiu a constituição do depósito a prazo; e qual o fundamento para a posterior cobrança de juros devedores. O banco recusou-se a assumir qualquer erro e recusou também a devolução dos valores cobrados. Considero que esta situação levanta uma questão importante de transparência e confiança na informação disponibilizada através dos canais digitais do banco. Um consumidor que consulta a aplicação do seu banco deve poder confiar que o montante apresentado como saldo disponível corresponde efetivamente ao valor que pode utilizar sem incorrer posteriormente em juros ou outros encargos. Não considero aceitável que o banco permita uma operação com base no saldo que apresenta ao cliente e, posteriormente, justifique a cobrança de juros através de movimentos internos que, segundo o próprio banco, não eram visíveis ao consumidor. Solicito, por isso, a correção da situação, a anulação e restituição dos juros cobrados e uma explicação clara e documental sobre o sucedido. A situação está igualmente a ser apresentada às entidades competentes para análise.
BPI não devolve meu dinheiro
Assunto: Reclamação urgente contra o Banco BPI – €1.000 retidos sem esclarecimento ou devolução Exmos. Senhores da DECO PROTESTE, Venho solicitar a intervenção da DECO PROTESTE relativamente a uma situação que considero extremamente grave e que está a ser tratada pelo Banco BPI com uma demora e uma falta de informação que considero inadmissíveis. No dia 30/08/2026, realizei uma transferência internacional no valor de €1.000, proveniente do Brasil, para uma conta bancária minha no Banco BPI que já se encontrava encerrada. Assim que percebi o erro, procurei resolver a situação diretamente com o banco. Já me dirigi pessoalmente a uma agência do BPI, já entrei em contacto telefónico com o banco e já apresentei reclamação através do Livro de Reclamações online. Apesar de todas essas tentativas, continuo sem uma resposta concreta sobre onde se encontra o meu dinheiro, qual o estado da operação e quando os €1.000 serão efetivamente devolvidos. O que considero particularmente grave é que se trata de uma transferência destinada a uma conta que já estava encerrada. Portanto, solicito ao BPI que esclareça formalmente: Onde se encontram atualmente os €1.000; Se o valor foi recebido pelo BPI; Se foi recusado ou devolvido ao banco de origem; Se existe algum processo interno de investigação ou devolução; Qual é o prazo concreto para que o dinheiro seja devolvido à minha disponibilidade. Não considero aceitável que, depois de semanas de contactos e reclamações, o cliente continue sem conseguir obter uma informação objetiva sobre a localização do seu próprio dinheiro. O valor de €1.000 é significativo para mim e foi enviado especificamente para que eu pudesse dispor desse dinheiro durante uma viagem de férias que tenho programada para 06/10/2026. A demora do BPI está, portanto, a causar-me um prejuízo e uma preocupação reais, pois estou a aproximar-me da data da viagem sem saber quando poderei recuperar o meu dinheiro. Estou particularmente decepcionada porque resido em Portugal e esperava encontrar no sistema bancário europeu um nível de eficiência, transparência e proteção do consumidor compatível com aquilo que é exigido de uma instituição bancária. Não estou a pedir um favor ao Banco BPI. Estou a exigir informação clara sobre o paradeiro dos meus fundos e a resolução de uma situação que já se prolonga há demasiado tempo. Diante da ausência de uma solução concreta por parte do BPI, solicito à DECO PROTESTE que me oriente e, se possível, intervenha junto da instituição para que esta situação seja esclarecida e os €1.000 sejam devolvidos com a máxima urgência. Tenho disponíveis os comprovativos da transferência, os contactos realizados com o BPI, a reclamação apresentada no Livro de Reclamações e demais documentação relacionada com o caso. Aguardo a intervenção da DECO PROTESTE e uma orientação sobre os próximos passos que devo adotar, inclusive perante as entidades de supervisão competentes, caso o BPI continue sem apresentar uma solução. Atenciosamente,
Recusa de Chargeback por Abuso Comercial e Falha de Compliance
Venho solicitar a mediação urgente da DECO PROteste num litígio comercial grave com o ActivoBank e a gateway Eupago S.A.No dia 7 de abril de 2026, ordenei formalmente por e-mail o encerramento definitivo da minha conta junto da plataforma de jogo ilegal Mostbet por motivos de adição ao jogo, revogando qualquer consentimento futuro para débitos (disponho de prova inequívoca). O operador ignorou a ordem de Jogo Responsável e manteve os canais de depósito ativos.Para processar transações em Portugal, a Mostbet utiliza a gateway nacional regulada Eupago S.A. (COMPRA 2614 EUPAGO). Aproveitando-se do meu impulso e da falha de bloqueio, foram processados via MB WAY na minha conta do ActivoBank 30.750,00 EUR apenas no corrente mês de setembro de 2026, com movimentos consecutivos abusivos de 500€ e 900€.O ActivoBank enviou-me uma recusa automática descartando responsabilidades com base na introdução do PIN do MB WAY. O banco recusa-se a acionar o mecanismo internacional de chargeback por "Revogação de Autorização" previsto nas redes Visa/Mastercard, culpando o consumidor vulnerável e ignorando a quebra de contrato do comerciante. Adicionalmente, disponho de prints do chat de hoje onde o suporte do casino me induz explicitamente a efetuar mais depósitos após eu ter declarado a minha adição e a perda de 12.000€ no fim de semana.Já submeti as queixas eletrónicas oficiais ROR00000000045736701 (Eupago) e ROR00000000045737069 (ActivoBank) que correm termos junto do Banco de Portugal. Solicito a intervenção jurídica da DECO junto das administrações destas entidades para forçar a reabertura do processo e a devida reversão dos fundos de setembro.
Burla
carta enviada via e-mail à GoBravo sem qualquer resposta... Pedi rescisão do contrato em vigor com aquela instituição, porque não compriu o que prometeu e não está habilitada a prestar qualquer serviço em Portugal na area de finanças, logo não poderiam celerar um contrato comigo. Boa tarde GoBravo, Venho por este meio informar-vos mais uma vez a finalização do contrato celebrado com a vossa instituição em junho de 2024 a contar no mês de Maio de 2026. Em Junho de 2026, contratei os vossos serviços para dar resposta às possíveis dividas que iria contrair por não ter capacidade financeira para pagar as prestações futuras das instituições financeiras que tinha pedido empréstimos de credito automóvel, pessoal ou credito em cartão, até esta data, tinha todas as prestações em dia e não tinha prestações em atraso nem o meu nome no banco de Portugal. Após pedir ajuda à GoBravo, esta prontificou se a ajudar com as dividas existentes: Cetelem 20239,15 € Wizink Bank 4636,94€ Cofidis 4359,13€ Unicredito 2961,27€ Bankinter 2861,48€ Universo 956,2€ No total da divida em 36014,24€, mas com a ajuda da GoBravo eu teria logo à partida um desconto sobre a mesma divida de 8575,99€ ficando só por liquidar 27438,25€ da divida total, e para isso teria que ser pago em 67 prestações no valor de 409,53€. Ponto 1. Nunca vi o tal desconto de mais de 8mil euros sobre a divida total, resumindo, mentiram, para alem de ver as minhas dividas aumentarem por falta de pagamento, nunca em negociações poderiam os credores saber que era a GoBravo estaria a ajudar nas mesmas, e descobri que a GoBravo não contactou todos os credores... Ponto 2. A GoBravo desde o inicio do contrato indicou me a não falar ou responder e a pagar, qualquer iniciativa das credoras seja por sms, e-mail, carta ou prestações bancarias. E todas essas iniciativas teria que enviar para a GobRavo. Ponto 3. Na negociação com a Cetelem, a pessoa da GoBravo que negociou com a Cetelem, informou-me que teria que pagar mensal 300€ a que teria que negociar a prestação que já pagava à GoBravo porque seria insuficiente para as restantes negociações, informei à mesma que seria impossível derivado ao salario que recebia e aos restantes pagamentos que teria de fazer resultante de ter uma casa a pagar. Ficou conversado e gravado que, a GoBravo aceitaria reduzir a sua comissão mensal para 36€ e o restante ficaria a acumular o saldo existente para as próximas negociações. Ponto 4. Em maio do ano corrente 2026, infelizmente recebo a informação que tinha o meu ordenado penhorado pela ação da Cofidis e por este motivo só recebo o ordenado minimo ou menos... Ponto 5. No dia 27 de Maio de 2026, pedi pelo Whatsapp da Gobravo que me indicassem o valor que eu tinha em saldo, que me passassem o contrato celebrado entre a Cetelem e a GoBravo, e quais seriam as instituições que até ao momento estariam em conversações. Ponto 6. Infelizmente fiquei a saber no mês de Agosto que, não existe nenhum contrato com a Cetelem por escrito mas sim um acordo palavreado em que tenho de pagar 300€ em 60 prestações, dai não me darem a resposta, dizendo que é confidencial, quando EU sou o ciente que vós contratou. Ponto 7. Infelizmente em Julho fiquei a saber por uma reportagem da NOW, que a vossa instituição ou empresa não podem exercer os serviços que me prestaram e consta em contrato porque perante a autoridade do Banco de Portugal a GoBravo não tem competências para estar a operar em Portugal. # O Banco de Portugal adverte que a Go Bravo Portugal Unipessoal, Lda. (NIPC 516391720), atuando em seu próprio nome ou em nome de terceiros, não está habilitada a desenvolver, em Portugal, qualquer atividade financeira reservada às instituições sujeitas à supervisão do Banco de Portugal, nomeadamente a prestar serviços de pagamento, incluindo o envio de fundos. A prestação dos serviços de pagamento previstos no artigo 4.º do Regime Jurídico dos Serviços de Pagamento e da Moeda Eletrónica, aprovado pelo Decreto-Lei n.º 91/2018, de 12 novembro, está reservada em Portugal às entidades para tal habilitadas, conforme o disposto no n.º 1 do artigo 11.º do mesmo regime jurídico. A lista das entidades autorizadas a prestar serviços de pagamento pode ser consultada no sítio do Banco de Portugal na internet, em www.bportugal.pt. # Deixo o link : https://www.bportugal.pt/comunicado/entidade-nao-habilitada-prestar-servicos-de-pagamento-go-bravo-portugal-unipessoal-lda Ponto 8, Só por si, o contrato passa a nulo por a vossa instituição não ter os requisitos necessários para estarem aprovados pelo Banco de Portugal. Ponto 9. Infelizmente apos varias tentativas e insistências pelo Whatsapp da GoBravo, consegui as respostas no dia 11 de Setembro de 2026, às questões colocadas no dia 27 de Maio de 2026, por tanto uma empresa responsável e ao qual o cliente paga para fazerem o ser papel, só dão informação ao fim de QUATRO meses??? Ponto 10, No dia 11 de Maio de 2026, informaram que teria em conta corrente um saldo POSITIVO de 414,34€, mas depois como pedi que transferissem esse mesmo montante para a minha conta, já enviaram o mesmo papel com os mesmos dados mas com as alterações a necessárias para justificar afinal que tinha saldo negativo. Ponto 11. No momento em que existe uma quebra contratual de uma das partes envolvidas e que a sua existência não enquadra judicialmente ao que propuseram fazer, não existe comissões nem condições para continuarem a exercer atividade que propuseram me no inicio do contrato. A GoBravo não pode exercer a atividade para a qual eu contratei. O contrato celebrado com a vossa instituição implicaria que não houvesse danos para o cliente(eu) e infelizmente tive, no mês de Maio do corrente ano 2026, fui informado pelo DRH da minha entidade patronal que o meu ordenhado estaria penhorado por ação judicial apresentada pela Cofidis. Depois de ser contactada por mim, fiquei a saber que a vossa instituição nunca a contactou para uma possível negociação do valor em divida. Pelos motivos já mencionados, eu continuo à espera pela transferência para a minha conta bancaria dos 414,34€ até a próxima sexta feira dia 18 de Setembro de 2026, ao não fazerem a transferência até sexto dia 18 de Setembro, confirmo que aceitam a minha denuncia à PSP/PJ de VITIMA DE BURLA, e neste caso irei pedir o valor TOTAL de todas as comissões já pagas até à presente data à vossa instituição a GoBravo, esta informação já foi transmitida via Whatsapp no dia 11 de Setembro de 2026. PS: Assim como a vossa instituição grava os áudios das chamadas telefônicas e tem a gravação das conversas todas via whatsapp, eu também as tenho, e toda a documentação que recebi de vocês via e-mail e Whatsapp e áudios serão entregues ao tribunal para servir de prova dos fatos apresentados acima. Aguardo pela transferência bancaria de 414,34€ e ficamos por aqui, eu sigo a minha vida e vocês a vossa. Melhores cumprimentos, Pedro Martins
Recusa de Assistência Casa apesar de cobertura contratada
Exmos. Senhores, Sou titular da apólice de Seguro Multirriscos Habitação n.º MR86102675, da OK! Seguros / Via Directa. Nas Condições Particulares da minha apólice constam expressamente as coberturas Emergência Casa, Assistência Casa e Assistência Digital. CondicoesParticulares (1).pdf Solicitei Assistência Casa para dois problemas existentes na habitação: 1. Estore já instalado que deixou de funcionar, necessitando de avaliação e reparação do mecanismo; 2. Exaustor da casa de banho já instalado que deixou de funcionar, necessitando de avaliação técnica e eventual reparação. Fui posteriormente contactado telefonicamente e informado de que os pedidos não cumpriam os requisitos da assistência. Contudo, nas Condições Especiais, a Assistência Casa prevê o envio de profissionais para trabalhos de reparação e conservação relacionados com eletricidade, serralharia, carpintaria e construção civil. Solicitei esclarecimentos sobre o motivo da recusa, uma vez que o estore poderá enquadrar-se em serralharia/carpintaria e o exaustor na área de eletricidade. Pretendo que a seguradora reavalie o pedido de assistência e, caso mantenha a recusa, que me indique por escrito e de forma individualizada a cláusula, exclusão ou requisito contratual concreto que impede a assistência para cada um dos dois problemas. Não considero suficiente uma informação genérica de que o pedido “não cumpre os requisitos”, quando a Assistência Casa consta expressamente da apólice contratada. Com os melhores cumprimentos, Evanilson Cesar Marques
Reclamação por bloqueio injustificado de saldo, ausência de informação, falta de transparência e cob
Venho apresentar reclamação formal contra o Millennium BCP relativamente à gestão da minha conta bancária, à falta de transparência na informação prestada ao cliente e, sobretudo, à indisponibilização de fundos sem qualquer explicação prévia ou comunicação clara. Recentemente, recebi na minha conta Millennium BCP uma transferência no valor de 1.454,80 €. O montante ficou inicialmente totalmente disponível para movimentação. Posteriormente, efetuei uma transferência no valor de 889,43 €. Após essa operação, permaneceram na conta 534,80 €, valor que também se encontrava disponível. No entanto, posteriormente e sem que eu tivesse efetuado qualquer operação correspondente a esse montante, sem qualquer autorização da minha parte e sem receber qualquer comunicação, aviso, e-mail, mensagem, carta ou notificação através da aplicação, o referido valor passou a estar indisponível. Atualmente, a própria aplicação do Millennium BCP apresenta 534,80 € como saldo contabilístico e 0,00 € como saldo disponível e autorizado. Não existe, contudo, na aplicação qualquer explicação clara relativamente à razão desta indisponibilização. Não consigo identificar qualquer movimento correspondente a 534,80 €, qualquer indicação de penhora, dívida, ordem judicial, execução fiscal, retenção administrativa, bloqueio de segurança ou qualquer outro fundamento que justifique a impossibilidade de movimentar este dinheiro. Considero esta situação particularmente grave porque o dinheiro em causa não me pertence. O montante foi-me transferido por outra pessoa para ser movimentado e posteriormente devolvido, encontrando-me neste momento a ser cobrada pelo respetivo titular dos fundos. A indisponibilização deste dinheiro está, portanto, a causar-me um prejuízo concreto e imediato. Mais grave ainda é o facto de eu não ter sido informada previamente, nem posteriormente, sobre qualquer alegada dívida ou situação irregular associada à minha conta. Quando voltei a utilizar/reabrir a conta Millennium BCP, não me foi comunicado que existisse qualquer dívida pendente, bloqueio, obrigação ou situação suscetível de provocar a retenção futura de valores que viessem a entrar na conta. Também já anteriormente coloquei dinheiro nesta conta, incluindo um montante de 50 €, sem que me tivesse sido explicado que existia qualquer impedimento, dívida ou possibilidade de retenção de fundos. Para além disso, tenho verificado a existência de cobranças, impostos, encargos ou valores associados à conta cuja origem e fundamento não me foram devidamente explicados. Considero inaceitável que um banco mantenha uma relação contratual com um cliente, permita a utilização da conta e a entrada de fundos, mas não disponibilize de forma clara e acessível informação sobre eventuais dívidas, encargos, bloqueios ou restrições existentes. Não aceito que a única informação disponibilizada ao cliente seja simplesmente uma diferença entre “saldo contabilístico” e “saldo disponível”, obrigando-me a tentar descobrir por minha própria iniciativa o que aconteceu ao meu dinheiro. Solicito, por isso, ao Millennium BCP: 1. A identificação imediata e por escrito do motivo concreto pelo qual os 534,80 € se encontram indisponíveis; 2. A indicação de quem determinou esse bloqueio ou retenção; 3. Caso exista uma penhora, execução fiscal, ordem judicial ou administrativa, a identificação da entidade ordenante, número do processo, data da ordem, montante total e fundamento; 4. Caso se trate de uma dívida ao próprio Millennium BCP, a indicação da origem dessa dívida, respetivas datas, valores, juros, comissões ou outros encargos; 5. A indicação da data e da forma através da qual alegadamente fui informada dessa dívida ou bloqueio; 6. Cópia de todas as comunicações, notificações ou documentos que o banco alegue ter-me enviado; 7. A explicação detalhada das cobranças, comissões, impostos ou outros valores associados à minha conta; 8. A libertação imediata dos 534,80 €, caso não exista fundamento legal válido para a sua retenção; 9. Caso o banco alegue existir fundamento legal para o bloqueio, que me seja entregue imediatamente documentação suficiente para que eu possa exercer os meus direitos junto da entidade competente; 10. Uma resposta formal e escrita à presente reclamação. Considero particularmente grave a ausência total de transparência nesta situação. Um cliente não pode descobrir que o seu dinheiro deixou de estar disponível apenas ao consultar o saldo da aplicação, sem qualquer explicação sobre o que aconteceu. A situação está a causar-me transtornos financeiros sérios, uma vez que necessito devolver urgentemente este dinheiro à pessoa a quem pertence. Informo ainda que, perante a forma como esta situação está a ser tratada e perante a perda de confiança no Millennium BCP, pretendo encerrar a minha conta assim que esta situação estiver integralmente esclarecida e resolvida. Caso não obtenha uma resposta satisfatória e uma solução célere, reservarei o direito de apresentar igualmente reclamação e pedido de esclarecimento junto das entidades de supervisão e demais entidades competentes. Solicito resolução urgente da situação e resposta urgente.
Reclamação sobre contrato de crédito credibom
Venho solicitar o apoio da DECO relativamente ao meu contrato de crédito Credibom n.º 80004430489, associado à compra de uma máquina Rainbow no valor de 3.495 €. Gostaria de explicar de forma cronológica o que aconteceu, uma vez que considero que a forma como a compra e o financiamento nos foram apresentados não corresponde ao que a Credibom afirma atualmente na sua resposta. No dia 06/02/2026, comerciais da Rainbow deslocou-se à minha residência para apresentar a máquina. A compra foi feita por mim e pela minha esposa. Durante a apresentação, os vendedores falaram principalmente do valor das prestações e disseram-nos que o financiamento seria sem juros. Informaram-nos que, depois dos primeiros seis meses, o valor das prestações iria aumentar, mas não nos explicaram de forma clara que existiam juros associados ao financiamento, qual seria o valor desses juros, a TAEG ou qual seria o custo total do crédito. Na mesma ocasião, foi-nos apresentada uma oportunidade de negócio ligada à Rainbow. Disseram-nos que poderíamos ganhar dinheiro, ter acesso a viagens e cumprir determinados desafios e objetivos. Um dos aspetos que mais influenciou a nossa decisão foi terem-nos explicado que poderíamos conseguir um crédito/“cheque” no valor da máquina, através da atividade que nos estavam a apresentar, e que esse valor poderia servir para pagar a própria máquina. Ficámos com a ideia de que, se conseguíssemos esse “cheque”, a máquina poderia ficar paga. Foi com base nessas informações que decidimos comprar a máquina e participar na formação e nas atividades da empresa. Eu e a minha esposa participámos efetivamente nessa formação e nessas atividades. O contrato foi assinado na minha residência no dia 06/02/2026. No dia 07/02/2026, recebi uma SMS com um código para validação do processo. Essa mensagem não continha qualquer link para consultar o contrato ou as condições do financiamento. Recebi apenas o código e passei-o à vendedora para que o processo pudesse continuar. Posteriormente, a Credibom afirmou que a documentação relativa ao crédito me tinha sido enviada por email antes da assinatura. No entanto, eu não tive acesso efetivo a essa documentação antes de assinar e não me recordo de ter recebido ou consultado esses documentos nessa altura. Só no dia 21/02/2026 recebi por email o plano de pagamentos. É importante esclarecer que não foi nessa altura que percebi o verdadeiro custo do crédito. O plano apresentava uma tabela de 84 meses. As primeiras seis prestações eram de 42,35 € e, a partir da prestação n.º 7, passavam para 67,26 €. No topo do documento aparecia apenas “Valor solicitado: 3.495,00 €”. O plano não apresentava, para mim, de forma clara e direta, o valor total que iria pagar pelo financiamento. Como a máquina nos tinha sido apresentada como sendo financiada sem juros, e existia também toda a questão do alegado “cheque/crédito” que poderíamos conseguir através da atividade da Rainbow, não fizemos nessa altura a soma de todas as prestações. Só em setembro de 2026, quando quis saber quanto ainda faltava pagar e decidi fazer as contas por minha iniciativa, somei as prestações e percebi o verdadeiro custo do financiamento. Foi nessa altura que descobri que o total a pagar chegava aos 5.500,42 €. Ou seja, uma máquina cujo preço era de 3.495 € acabaria por representar um pagamento total de 5.500,42 €, correspondendo a uma diferença de 2.005,42 € relativamente ao preço. O que aconteceu foi que os juros e o verdadeiro custo do financiamento não nos foram explicados de forma clara. Eu não compreendi que os valores e percentagens constantes da documentação correspondiam a um custo final tão elevado. Se me tivesse sido explicado claramente, antes da contratação, que uma máquina de 3.495 € iria acabar por representar um pagamento total de 5.500,42 €, eu não teria aceite o financiamento nessas condições. Existe ainda outro aspeto que considero relevante. Em março de 2026, eu e a minha esposa decidimos não continuar com a formação e com a atividade que nos tinha sido apresentada pela Rainbow. A partir desse momento, os vendedores/comerciais da Rainbow começaram a contactar-nos repetidamente, tanto a mim como à minha esposa. Houve um dia em que recebemos muitas chamadas seguidas, chegando a acontecer mais de 10 chamadas no mesmo dia. Os vendedores/comerciais também chegaram a deslocar-se à nossa residência. Numa dessas situações, recebemos uma mensagem que dizia: “Estamos à vossa porta (…) Vimos pequenina na janela. Por favor atende nós ou Abram”. A expressão “pequenina” referia-se à nossa filha menor, que se encontrava dentro de casa, que eles viram pela janela e forçou a gente ter que falar com eles. Sendo que eu ja havia mandado uma mensagem a explicar que não gostaria mais de participar do curso de agente. Esta situação foi muito desagradável para nós e deixou a minha esposa muito nervosa e emocionalmente esgotada. Houve momentos em que ela chegou a chorar perante os vendedores devido à pressão que estava a sentir. Entretanto, apresentei uma reclamação através do Livro de Reclamações Eletrónico. Na resposta, a Credibom afirmou que considera o contrato válido e que os deveres de informação foram cumpridos. A Credibom afirma também que os documentos me foram enviados antes da assinatura. É precisamente essa afirmação que pretendo esclarecer. Já solicitei à Credibom que me apresente a prova dessa alegada disponibilização prévia da documentação, nomeadamente quais os documentos enviados, quando foram enviados e de que forma foram disponibilizados. No entanto, até ao momento, não obtive resposta aos meus emails sobre este assunto. Considero também importante que seja analisada a forma como os vendedores da Rainbow apresentaram a compra, o financiamento e a oportunidade de negócio. Por um lado, foi-nos transmitido que o financiamento seria sem juros. Por outro, foi-nos apresentada a possibilidade de obter um alegado “cheque/crédito” no valor da máquina através da atividade da empresa, dando-nos a entender que, se conseguíssemos esse valor, a máquina poderia ficar paga. Foi neste contexto que tomámos a decisão de comprar a máquina e aderir à formação. Não estou a negar que existe uma assinatura digital nem a afirmar que não existe um contrato. O que estou a dizer é que, antes da contratação, não tive uma explicação clara e compreensível sobre a existência dos juros, o seu impacto no custo do financiamento e o verdadeiro custo final do crédito, e não compreendi que iria pagar mais de 2.000 € acima do preço da máquina. Por este motivo, venho solicitar o apoio da DECO na análise desta situação e, através do procedimento de reclamação, que a minha exposição seja encaminhada à Credibom para que possa apresentar a sua posição e esclarecer os pontos aqui referidos, nomeadamente: * a alegada disponibilização da documentação antes da assinatura; * quais os documentos que alegadamente me foram disponibilizados; * quando e de que forma esses documentos foram enviados; * e a informação que me foi prestada relativamente aos juros e ao custo total do financiamento. Pretendo, nesta fase, tentar esclarecer a situação e encontrar uma solução de forma amigável. Tenho disponíveis para apresentar à DECO a resposta da Credibom no Livro de Reclamações Eletrónico, o plano de pagamentos, os emails trocados com a Credibom, as comunicações relacionadas com a Rainbow e outras provas que tenho na minha posse. Caso, após a resposta da Credibom e a análise da situação, não seja possível chegar a uma solução, gostaria também de saber se poderei nessa altura contar com apoio jurídico da DECO e quais seriam os próximos passos. Agradeço desde já a vossa análise e orientação.
Fui burlado numa transferência de titular água de Coimbra
Exmos. Senhores, Ao tentar fazer mudança de titular de um contrato de contador das águas de coimbra entrei num site falso. Fiz um pagamento com referência multibanco. Cumprimentos.
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