Reclamações públicas

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N. F.
16/06/2026
Act.academy

Enceramento de contrato

Exmos. Srs. Venho por este meio solicitar a vossa intervenção num conflito de consumo com a empresa ACT Academy (NIF 503102318). Durante a adesão, nunca me explicaram que haveria multas pesadas por desistir. Ocultaram os riscos financeiros de um contrato de 36 meses. A minha filha já não quer frequentar as aulas e não aceito pagar 1.084,23€ por um serviço que não será prestado. Após solicitar o cancelamento, a empresa exige o pagamento de 1.084,23€ a título de "regularização", valor que considero totalmente abusivo e desproporcional. Embora a instituição alegue a entrega de uma cópia do contrato, reitero que as condições de cancelamento e os valores das penalizações nunca foram explicados verbalmente na entrevista. A cópia do contrato que mencionam tem letras minúsculas, sendo impossível de ler e compreender no momento da assinatura. Tentei resolver a questão diretamente com a empresa, mas a mesma recusa-se a anular o contrato e o valor. • Empresa Reclamada: ACT Academy (NIF 503102318)

Em curso

Atrasos sucessivos na entrega de encomenda

Venho por este meio apresentar uma reclamação formal relativamente ao serviço de entrega de uma encomenda urgente e de extrema importância. A referida encomenda tinha como data prevista de entrega o passado dia 9 de junho de 2026. Desde essa data, tenho assistido a um sucessivo e inaceitável incumprimento por parte dos vossos serviços. 09/06/2026: Data prevista de entrega. A mesma foi cancelada. 11/06/2026: O objeto seguiu novamente para trânsito/distribuição, mas não foi entregue. 12/06/2026: O objeto voltou a seguir para trânsito e, mais uma vez, não foi entregue. 15/06/2026: O objeto seguiu novamente para entrega e voltou a não ser entregue. 16/06/2026 (Hoje): Para meu espanto, o objeto voltou a sair para entrega e, até ao momento, continua por entregar, sem que seja apresentada qualquer justificação válida. Diante desta situação insustentável, contactei hoje a vossa Linha de Apoio ao Cliente. Para além de não ver o meu problema resolvido, foi-me indicado que teria de aguardar mais 2 dias úteis. Esta resposta é completamente inadmissível para um cliente que aguarda há uma semana por uma encomenda urgente. Os CTT estão a falhar consecutivamente na prestação do serviço contratado, demonstrando uma total falta de eficácia na distribuição e no respeito pelo cliente. Exijo, por isso, uma verificação imediata do paradeiro da minha encomenda e a sua entrega prioritária no decorrer do dia de amanhã.

Em curso

Cartão de Residência CPLP

Assunto: Pedido de esclarecimento – Cartão de Residência CPLP Exmos. Senhores, O meu processo de residência CPLP encontra-se deferido desde 06/04/2026. No entanto, até à presente data, ainda não recebi o respetivo cartão nem qualquer informação sobre a sua emissão ou envio. Solicito, por favor, esclarecimento sobre: * O estado atual do cartão de residência; * Se o documento já foi produzido e/ou expedido; * Eventual código de rastreio, caso já tenha sido enviado; * Previsão para a sua entrega. Considerando o tempo já decorrido desde o deferimento, agradeço uma resposta objetiva e célere quanto à localização e situação do meu cartão de residência. Com os melhores cumprimentos.

Em curso
E. C.
16/06/2026

Não entrega da encomenda

Venho por este meio apresentar uma reclamação relativa ao meu pedido GLS/OUT/77807 de ALKANATUR com o N.º de seguimento GLS 1310109400. A entrega estava prevista para o dia 16/06, eu estava em casa assistindo televisão e ninguém veio entregar. Mas recebi um e-mail a dizer: O seu pedido, não pode ser entregue por AUSENTE. Meu marido já comprou 2 produtos cuja entrega era através desta empresa e nenhuma delas foram entregues. Pelo visto já é costume deles fazer isso. Cumprimentos

Em curso
J. S.
16/06/2026

NIF incorreto na fatura e impossibilidade de corrigir o mesmo

No dia 11/06/2026 efetuei uma compra online para levantamento na loja Leroy Merlin de Viseu, associada à encomenda n.º 214613, no valor de 648,00 €, tendo sido emitida a fatura n.º FT 20260439901/003327. Aquando da realização da encomenda, por lapso da minha parte, introduzi o meu NIF pessoal em vez do NIF da empresa para a qual a aquisição se destinava. Contudo, antes da conclusão do processo de levantamento da encomenda, comuniquei essa situação à colaboradora que me atendeu na loja, solicitando expressamente a correção dos dados de faturação. Foi-me garantido que a situação seria tratada. Após chegar a casa e analisar a documentação emitida, verifiquei que apenas foi alterado o nome constante na fatura, mantendo-se incorretamente o meu NIF pessoal. Ou seja, a situação comunicada presencialmente não foi devidamente corrigida. Perante este erro, contactei posteriormente o apoio ao cliente por diversos meios, incluindo email e atendimento online, procurando uma solução para regularizar a faturação. Para meu espanto, fui informado por uma colaboradora do atendimento online que a situação não poderia ser corrigida, sem que me fosse apresentada qualquer solução alternativa ou esclarecimento adequado. Considero esta resposta inaceitável, uma vez que o erro foi comunicado antes da entrega da encomenda e existiu oportunidade para corrigir os elementos de faturação em tempo útil. Acresce que a Leroy Merlin reconheceu implicitamente a necessidade de alteração ao proceder à modificação do nome do adquirente, mantendo, porém, o NIF incorreto. Encontro-me assim impedido de afetar esta despesa à empresa a que a compra efetivamente se destinava, sofrendo prejuízos administrativos e fiscais por uma situação que procurei corrigir atempadamente e para a qual solicitei apoio por diversas vezes. Solicito, por isso, que a Leroy Merlin reanalise o processo e apresente uma solução concreta para a regularização da faturação ou, em alternativa, que me seja comunicada por escrito a fundamentação legal que alegadamente impede a correção dos dados fiscais da operação. Fico a aguardar uma resolução célere da presente reclamação.

Em curso
R. G.
16/06/2026

Não aceitam devolução de itens que nem foram abertos

Comprei um teclado em loja física há 10 dias. Foi enviado para a morada pretendida porque não havia em stock no local. Voltei de férias e ontem finalmente vi a encomenda. Era uma prenda de aniversário e nem toquei sequer na embalagem original. Ontem vi que a pessoa em questão tinha recebido o mesmo exato teclado, pelo que não tem lógica dar outro de prenda. Queria fazer a devolução do item e trocar por outro produto, mas não é permitido. Eu entenderia se a caixa tivesse sido aberta ou o produto utilizado, mas nenhuma das situações se verificou. Só queria poder trocar o produto por outro que fizesse sentido. Nem estou a pedir dinheiro físico, só quero ter a oportunidade de trocar o produto e não o permitem. Não vejo a lógica desta situação, deviam ser mais flexíveis, porque no caso de prendas, vão perder imensos clientes por insatisfação.

Em curso
M. M.
16/06/2026

Reclamação – Cobrança de duas subscrições eDreams Prime anuais e ausência de aviso de renovação

Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação relativamente às cobranças efetuadas referentes a subscrições eDreams Prime anual associadas aos meus endereços de email. De acordo com a informação prestada hoje, dia 16/06, pela vossa linha de apoio ao cliente, foi identificada uma cobrança no valor de 79,99 €, efetuada em 11 de junho, associada ao endereço de email mjmestre28@hotmail.com, referente à subscrição eDreams Prime anual, alegadamente criada em 2021. Foi igualmente identificada uma segunda cobrança no valor de 89,99 €, associada ao endereço de email mjmestre28@gmail.com, referente também a uma subscrição eDreams Prime anual, alegadamente criada em 2025. Importa referir que esta situação já tinha sido anteriormente objeto de reclamação em 2025. Na sequência dessa reclamação, foi-me atribuída uma “oferta” no valor de 90 €. Após essa situação, através da aplicação eDreams instalada no meu telemóvel, ativei a opção de alerta disponibilizada para que fosse enviado um email de aviso com antecedência de um mês relativamente à renovação da subscrição, permitindo assim tomar uma decisão atempada sobre a continuidade do serviço. Contudo, esse aviso não foi recebido no endereço de email associado (mjmestre28@gmail.com), tendo ocorrido novamente a renovação automática e a respetiva cobrança, sem que tivesse tido conhecimento prévio da renovação e possibilidade de proceder ao cancelamento atempadamente. Face ao exposto, solicito a verificação detalhada desta situação, nomeadamente: a confirmação da existência e origem das duas subscrições eDreams Prime associadas aos dois endereços de email; a indicação dos registos de adesão, autorizações e condições de renovação aplicadas a cada uma; a confirmação do motivo pelo qual o alerta configurado através da aplicação não resultou no envio do respetivo aviso; o cancelamento imediato de qualquer subscrição que não corresponda a uma autorização válida; o reembolso dos valores cobrados referentes às renovações que não deveriam ter ocorrido, nomeadamente os montantes de 79,99 € e 89,99 €, conforme conclusão da vossa análise. Solicito ainda uma resposta formal por escrito para o endereço mjmestre28@gmail.com, com a resolução da reclamação e indicação das medidas tomadas para evitar novas cobranças nestas circunstâncias. Informo que esta reclamação é igualmente enviada em conhecimento à DECO – Associação Portuguesa para a Defesa do Consumidor, bem como às entidades competentes de defesa do consumidor, nomeadamente através dos meios oficiais disponíveis, caso não seja apresentada uma solução adequada. Aguardo uma resposta com a maior brevidade possível. Com os melhores cumprimentos, Maria José Mestre

Em curso
R. M.
16/06/2026

Volvo xc40 recharge t4 – avaria prematura do módulo igm e ausência de qualquer apoio ds Volvo

Venho apresentar reclamação relativamente à Volvo Portugal, na sequência de uma avaria grave ocorrida no meu Volvo XC40 Recharge T4, matriculado em janeiro de 2020 e com apenas 68.250 km. O veículo sofreu uma falha do módulo IGM (Inverter Generator Module), componente essencial do sistema híbrido. A reparação ascendeu a 3.630 euros, valor já após a aplicação de um desconto comercial de 10% concedido pela concessionária. Sem esse desconto, o custo teria sido ainda mais elevado. Considero esta situação particularmente grave e difícil de aceitar num veículo com apenas cerca de quatro anos de utilização e uma quilometragem manifestamente reduzida. Um componente desta relevância não deveria apresentar uma avaria desta natureza tão cedo, sobretudo num automóvel de uma marca premium cuja reputação assenta na qualidade, durabilidade e fiabilidade dos seus produtos. Importa ainda referir que a garantia do veículo terminou há apenas cerca de 1 ano e 4 meses. Embora a garantia contratual já não esteja em vigor, é legítimo esperar que um componente eletrónico crítico do sistema híbrido apresente uma vida útil substancialmente superior à verificada neste caso. Acresce que existem diversos relatos de proprietários de veículos Volvo equipados com sistemas híbridos semelhantes a reportarem avarias do módulo IGM ou de componentes relacionados, situação facilmente verificável através de uma simples pesquisa em fóruns e comunidades de utilizadores. A existência de múltiplos casos semelhantes levanta dúvidas legítimas quanto à durabilidade deste componente e reforça a convicção de que não estamos perante um caso normal de desgaste decorrente da utilização do veículo. No âmbito desta ocorrência, a Carclasse Oeiras, concessionária responsável pelo diagnóstico e reparação do veículo, solicitou-me toda a documentação relativa às manutenções efetuadas, incluindo as respetivas faturas e comprovativos, documentação que forneci integralmente. Posteriormente, fui informado pela concessionária de que o pedido de comparticipação apresentado junto da Volvo tinha sido recusado, tendo sido indicado como fundamento o facto de algumas revisões não terem sido realizadas na rede oficial da marca. Contudo, todas as revisões e operações de manutenção foram efetuadas dentro dos intervalos recomendados pelo fabricante. Além disso, não me foi apresentada qualquer justificação técnica que demonstre uma relação entre o local onde essas revisões foram realizadas e a avaria do módulo IGM. Por esse motivo, considero difícil aceitar que uma falha prematura de um componente eletrónico essencial do sistema híbrido, ocorrida aos 68.250 km e com apenas quatro anos de utilização, seja afastada de qualquer apoio comercial apenas com base nesse argumento. Mais difícil ainda de compreender é o facto de a bateria de alta tensão beneficiar de uma garantia de 8 anos, precisamente por ser considerada um elemento essencial do sistema híbrido, enquanto um componente igualmente fundamental para o funcionamento desse sistema, como o módulo IGM, apresenta uma avaria grave muito antes do que seria razoavelmente expectável, sem que a marca reconheça qualquer responsabilidade ou conceda qualquer apoio. O que mais me surpreende nesta situação é que o único apoio obtido tenha partido da própria concessionária, através da aplicação de um desconto comercial de 10%, enquanto a marca não assumiu qualquer parcela dos custos de uma reparação desta dimensão, num veículo com apenas 68.250 km e cuja garantia terminou há relativamente pouco tempo. Esperava que a Volvo analisasse este caso tendo em consideração a natureza da avaria, a idade do veículo, a reduzida quilometragem, o histórico de manutenção apresentado e o facto de a garantia ter terminado há apenas 16 meses. Em vez disso, segundo a informação transmitida pela concessionária após análise do processo junto da Volvo, não foi aprovada qualquer comparticipação da marca nos custos da reparação. Enquanto cliente da Volvo, sinto-me profundamente desapontado com a forma como este caso foi tratado. Uma avaria desta dimensão, num veículo de janeiro de 2020 com apenas 68.250 km, não corresponde às legítimas expectativas de qualidade e durabilidade que qualquer consumidor deposita numa marca como a Volvo. Solicito, por isso, que a Volvo reavalie esta situação e assuma, total ou parcialmente, os custos da reparação, demonstrando responsabilidade perante uma falha claramente prematura de um componente essencial do sistema híbrido e reforçando a confiança dos seus clientes na marca. Uma avaria desta natureza, com apenas quatro anos de idade e 68.250 km, não pode ser considerada normal nem aceitável.

Em curso

Falta de manutenção, falta de resposta e ausência de transparência na administração do condomínio

Venho apresentar reclamação relativamente à actuação da empresa responsável pela administração do condomínio do prédio onde se situa a minha fracção, actualmente identificada como Faaz e anteriormente comunicada aos condóminos como Casa à Parte. A presente reclamação assenta num conjunto de situações reiteradas que, no meu entender, demonstram falta de diligência na gestão do condomínio, ausência de manutenção adequada das partes comuns, falta de resposta a comunicações urgentes e ausência de transparência na prestação de contas. Um dos problemas mais graves prende-se com o elevador. O equipamento encontra-se há bastante tempo em mau estado aparente, faz ruído anormal e, tanto quanto foi possível verificar no próprio prédio, o último registo visível de inspecção parece datar de 2016. O estado do elevador já tinha sido um dos temas discutidos quando esta empresa assumiu a administração do condomínio, precisamente por ser uma questão relevante de segurança, funcionamento e conservação do edifício. Apesar disso, não existe, até onde sei, uma resolução efectiva. De vez em quando são feitas pequenas intervenções, mas estas aparentam ser meramente superficiais e inúteis, sem resolverem o problema de fundo. A situação preocupa-me particularmente porque está em causa um equipamento comum de utilização diária e com evidentes implicações de segurança. Também a porta de entrada do prédio se encontra em mau estado. Quando há vento, a porta não fecha correctamente, e o canhão da fechadura não funciona bem. Esta situação compromete a segurança do edifício e o controlo de acesso ao prédio. Em dias de chuva intensa e vento, encontrei no local uma pessoa que aparentava estar a verificar o canhão da porta. Transmiti que, no meu entender, o canhão deveria ser substituído, tendo-me sido dito que o assunto seria comunicado aos responsáveis. Até à presente data, não tive qualquer resposta nem vi qualquer resolução efectiva. A porta continua nas mesmas condições. É ainda relevante referir que a administração teve disponibilidade para substituir o autocolante afixado na porta, na sequência da mudança de nome da empresa, mas não resolveu o problema que está na origem da própria necessidade desse aviso: a porta não fecha, ou fecha mal. Acresce uma situação urgente que afecta directamente a minha fracção. Durante e após tempestades recentes, as paredes dos meus dois quartos começaram a apresentar sinais de humidade e infiltração. Consultei um perito, que se deslocou à fracção e me confirmou que as infiltrações terão origem no exterior, pela fachada à rua do prédio. Tratando-se de uma fachada, estamos perante uma parte comum, pelo que caberá ao condomínio inspeccionar e promover a reparação da origem do problema. Só depois da reparação exterior estarão criadas condições para reparar os danos interiores, que incluem paredes, rodapés, molduras dos vãos e pavimento. Em 6 de Março de 2026 enviei email à administração a comunicar a situação, a pedir vistoria e a solicitar diligências para reparação. Tentei enviar fotografias dos danos, mas recebi mensagens automáticas indicando que o email excedia o limite permitido. Reenviei então a comunicação sem fotografias, explicando que poderia disponibilizá-las por outra via ou permitir visita ao local. Não obtive resposta útil. Voltei a insistir em 19 de Março de 2026, em 30 de Março de 2026, em 2 de Abril de 2026 e novamente em 15 de Junho de 2026. Continuo sem resposta e sem qualquer marcação de vistoria ou plano de intervenção. Esta omissão é especialmente grave porque as infiltrações podem agravar-se, aumentando os danos na fracção e no próprio edifício. Tenho também conhecimento de que existem queixas de outros vizinhos relativamente à actuação desta empresa, nomeadamente quanto à falta de contacto, falta de acompanhamento e deficiente gestão dos assuntos do condomínio. Há ainda problemas de transparência contabilística e documental. A administração não disponibiliza de forma regular e clara os documentos de suporte da gestão do condomínio. Não são enviados mensalmente os extractos da conta bancária, não são apresentados de forma compreensível os comprovativos das despesas, nem é facultada informação suficiente que permita aos condóminos acompanhar a gestão corrente. Uma vez por ano, normalmente perto da altura da renovação do contrato, é apresentado um relatório de contas que considero confuso e difícil de compreender, sem que exista verdadeiro esclarecimento ou prestação de contas acessível aos condóminos. Também não recebo documentação clara que comprove, de forma regular, a facturação, recibos, despesas pagas a prestadores, contratos em vigor, fundo comum de reserva e demais elementos essenciais à fiscalização da administração do condomínio. Em pesquisa pública, verifiquei ainda que existem reclamações dirigidas à Faaz e à anterior identificação Casa à Parte em plataformas de consumidores, com temas semelhantes aos aqui relatados, incluindo ausência de resposta, falhas na gestão de partes comuns, problemas com elevadores, falta de transparência documental e dificuldades na prestação de contas. Não apresento esses relatos como prova directa do que ocorre no meu prédio, mas considero que constituem um elemento contextual relevante, uma vez que coincidem com a experiência concreta que tenho tido enquanto condómina. Face ao exposto, solicito a intervenção da DECO no sentido de me esclarecer e apoiar relativamente aos meus direitos enquanto condómina perante uma empresa de administração que não responde a comunicações urgentes, não assegura manutenção adequada das partes comuns, não presta informação financeira de forma clara e não demonstra diligência perante situações que afectam a segurança, conservação e salubridade do edifício. Solicito ainda orientação sobre os passos a adoptar para exigir à administração a entrega de documentação essencial, incluindo contrato de administração, actas, relatórios de contas detalhados, extractos bancários, comprovativos do fundo comum de reserva, facturas e recibos de prestadores, contrato de manutenção do elevador, último certificado de inspecção do elevador, identificação da empresa de manutenção e ponto de situação das diligências relativas à porta de entrada e à fachada. Pretendo também obter orientação sobre a convocação de assembleia extraordinária para discussão da exoneração da actual administração e eventual contratação de nova empresa, bem como sobre a antecedência necessária, maiorias aplicáveis e forma correcta de convocar os restantes condóminos, caso a actual administração não actue ou não convoque a assembleia. Disponibilizo, se requerido e para consulta, as comunicações enviadas à administração desde Março de 2026, fotografias dos danos existentes na minha fracção, e elementos relativos ao estado da porta e do elevador.

Em curso
M. G.
16/06/2026

Troca de óculos devido a 4 semana de espera encomenda N : SGOQRXRHC

Fiz uma compra no domingo de uns óculos Ray Ban meta Black , hoje terça feira dizem que demora 4 semanas e pretendo mudar a minha compra por outros óculos Ray Ban meta transparente/ verde graffiti que possui entrega em 24/48 h e ainda não recebi um único e-mail , estou a tentar ligar de Portugal e já gastei 10€ em chamada e ninguém me atende ou respondem ao e-mail , encomenda SGOQRXRHC , desesperadamente espero que me respondam aqui . Quero

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