Reclamações públicas
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Título: Bem Coliving não devolve caução há mais de 90 di
Venho apresentar uma reclamação contra a empresa Bem Coliving devido à falta de devolução do valor da caução referente ao contrato de alojamento. Já passaram mais de 90 dias desde que deixei o alojamento e, até à presente data, continuo sem receber a devolução da minha caução. Apesar do tempo decorrido, não recebi o meu dinheiro nem uma justificação satisfatória para este atraso. Considero esta situação inaceitável, uma vez que cumpri as minhas obrigações enquanto cliente e espero que a empresa cumpra igualmente as suas responsabilidades. Não é razoável que um cliente tenha de esperar mais de três meses para recuperar um valor que lhe pertence, sem uma resolução concreta. Solicito uma resolução urgente desta situação e a devolução integral da caução, sem mais atrasos. Espero que a Bem Coliving se pronuncie publicamente e apresente uma solução definitiva para este problema.
Garantia que não existe
Exms: senhores comprei um automóvel em um stand profissional a 3 meses junto deste uma garantia estendida de 3 anos através da SNG, tive uma avaria espontânea onde acionei a garantia que me encaminhou para uma oficina de escolha deles, em momento algum nenhuma das partes disse que deveria pagar algo, após a garantia recusar o orçamento dado pela oficina a mesma está me cobrando mão de obra sobre o diagnóstico da avaria, onde a SNG se recusa a cobrir a mão de obra de um diagnóstico onde vocês mesmos me levaram a realizar, agora fico sem minha viatura a não ser que pague uma oficina que não é de minha confiança por um serviço que não pedi
iPad enviado em perfeito estado e devolvido com danos
Venho tornar pública a minha experiência com a Swappie relativamente à venda do meu iPad Apple de 11.ª geração (2025) 128 GB, Wi-Fi. No dia 7 de outubro de 2026, enviei o equipamento à Swappie, depois de receber uma proposta inicial de 317 €. Antes do envio, o iPad encontrava-se em excelente estado de conservação, com pouco uso, bateria a 100%, película de proteção no ecrã e ainda dentro da garantia da Apple. Tenho a fatura original, fotografias e vídeo do equipamento antes do envio e fotografias da embalagem já selada. Segundo a própria Swappie, o equipamento chegou às instalações da empresa e foi registado no dia 16 de outubro. No dia 19 de outubro, a proposta foi reduzida de 317 € para apenas 5 € alegando a existência de danos no equipamento. Recusei a nova proposta e solicitei a devolução do iPad no mesmo estado em que o enviei. Quando o recebi de volta, encontrei danos físicos que não correspondiam ao estado em que o tinha enviado, a parte traseira apresentava uma amolgadela, o ecrã estava levantado e desalinhado, a descolar-se e a embalagem de devolução apresentava danos visíveis. A Swappie afirma que o equipamento já chegou às suas instalações nessas condições e que não foi aberto nem modificado pela equipa. No entanto, não me foram apresentadas fotografias completas e detalhadas do estado do iPad no momento da receção, que permitam comparar objetivamente a sua condição antes e depois do transporte e da passagem pelos centros logísticos da empresa. Tenho em minha posse provas documentais, incluindo a fatura, fotografias anteriores ao envio, registos da embalagem, fotografias da embalagem e do equipamento após a devolução e todo o histórico de comunicações com a empresa. O que considero inaceitável é ficar sem uma explicação suficientemente comprovada sobre o que aconteceu ao meu equipamento e sem uma solução adequada para os danos encontrados após a devolução. Não pretendo apenas uma resposta genérica ou a repetição de que o equipamento já teria chegado danificado. Pretendo que a situação seja devidamente apurada e que exista uma solução justa, incluindo a responsabilização pelos danos, bem como a avaliação de uma reparação ou compensação adequada. E a situação torna-se ainda mais frustrante porque apesar de todo o histórico e das provas que apresentei, a solução proposta pela Swappie é que eu envie novamente o iPad para as suas instalações, para uma nova análise. No entanto, não me foi apresentada qualquer garantia concreta sobre como essa avaliação será realizada, quem será responsável por ela, que documentação será fornecida ou que solução será oferecida. Ou seja, esperam que eu volte a entregar o equipamento à mesma empresa, depois de já o ter recebido de volta com danos, sem me oferecerem previamente qualquer compromisso de reparação, compensação ou avaliação independente. Não considero razoável que a única alternativa apresentada seja enviar novamente o equipamento, sem garantias e sem uma solução concreta. Quero uma resolução transparente, justa e devidamente fundamentada, e não mais um ciclo de envios e respostas inconclusivas. Faço esta reclamação publicamente para alertar outros consumidores e vendedores particulares a documentarem cuidadosamente o estado dos seus equipamentos antes do envio.
Yammi com defeito
Exmos. Senhores, Adquiri uma Yammi há duas semanas, tendo a máquina apresentado, logo assim que ligamos, um erro que impossibilita a ligação à internet. Após o primeiro contacto com o apoio ao cliente, ficámos a aguardar o contacto dos serviços técnicos, que nunca aconteceu. Perante a ausência de resposta, tivemos de insistir através de vários contactos, sendo-nos sucessivamente pedido que aguardássemos. Acabou por nos ser sugerido que nos deslocássemos à loja para proceder à substituição do equipamento, o que fizemos. No entanto, a nova máquina apresenta exatamente o mesmo problema. Voltamos a contactar diversas vezes e pediram-nos sempre para aguardar. Hoje fomos novamente contactados pelo Continente, sendo-nos agora solicitado que nos desloquemos à loja para que a máquina seja avaliada, apesar de já lá termos estado anteriormente e de, nessa ocasião, não nos ter sido apresentada essa possibilidade, tendo sido apenas proposta a substituição. Acresce que estas deslocações sucessivas representam um constrangimento, não sendo razoável que o consumidor tenha de se deslocar à loja sempre que a empresa decide alterar o procedimento. Foi-nos ainda apresentada a possibilidade de devolver a máquina ou acionar a garantia, processo que poderá demorar cerca de 30 dias. No entanto, a devolução implica receber apenas o valor efetivamente pago, excluindo os 100€ de desconto de um voucher de retoma utilizado na compra. Ou seja, ficamos sem o desconto e sem a máquina antiga, que ainda funcionava e que foi entregue no âmbito da campanha, não podendo voltar a utilizá-la noutra campanha de retoma de outra marca. Considero inaceitável que, duas semanas após a aquisição, continue sem conseguir utilizar a máquina e que as soluções apresentadas impliquem novos constrangimentos e prejuízos para o consumidor. Solicito uma solução célere e adequada, que salvaguarde os meus direitos enquanto consumidora, sem que tenha de suportar as consequências de um problema existente desde a compra.
Chamadas inconvenientes
Boa tarde, Venho reclamar como é possível está entidade no espaço de 1h ter 47 chamadas! Em 2 min ter mais 8 chamadas, isto já começa a ser perseguição, invasão! Inconcebível isto já passa os limites do bom senso desta entidade! Façam alguma coisa! Após as 19h ainda recebo chamadas! Impossível isto.
Falta de informação sobre pagamentos da porta 65 jovem
Exmos. Senhores, Venho por este meio manifestar o meu descontentamento relativamente à falta de informação sobre os pagamentos do apoio Porta 65 Jovem. A minha candidatura foi submetida no dia 07/07/2026 e já me foi atribuída a respetiva subvenção. No entanto, até à presente data, continuo sem qualquer informação concreta relativamente às datas em que serão efetuados os pagamentos. Importa salientar que já tentei, por diversas vezes, entrar em contacto com os serviços responsáveis, tanto através de chamadas telefónicas como por e-mail, com o objetivo de obter esclarecimentos sobre esta situação. Contudo, até ao momento, não obtive qualquer resposta esclarecedora. Considero esta situação bastante insatisfatória, uma vez que, tendo a subvenção sido atribuída, seria expectável que os beneficiários fossem devidamente informados sobre o calendário de pagamentos. Compreendo que possam existir procedimentos administrativos e prazos a cumprir, mas considero inaceitável a ausência de respostas, sobretudo depois de várias tentativas de contacto. Este apoio representa uma ajuda importante para fazer face às despesas mensais com a habitação, pelo que a falta de informação dificulta a organização financeira dos beneficiários. Desta forma, solicito uma resposta formal e esclarecedora relativamente aos seguintes pontos: * Qual a data prevista para a realização do primeiro pagamento; * Qual a periodicidade dos pagamentos seguintes; * Se os valores serão pagos com retroativos e qual o período abrangido. Aguardo uma resposta com a maior brevidade possível, esperando que esta reclamação permita finalmente obter os esclarecimentos que tenho vindo a solicitar, sem sucesso, através dos canais de contacto habituais. Com os melhores cumprimentos, Sara Isabel Caeiro Galvão N° de candidatura 1371730 NIF: 249650851
Erro informático/ falta de resposta
Exmos. Senhores, Venho, por este meio, manifestar a minha profunda insatisfação e preocupação relativamente à situação da minha candidatura ao apoio Porta 65+, no âmbito de família monoparental. Em maio de 2026, submeti a minha candidatura, tendo realizado previamente a simulação disponibilizada, na qual reunia as condições para beneficiar deste apoio. Após a análise da candidatura, fui informada de que toda a documentação se encontrava correta, existindo apenas uma questão relacionada com a descrição da fração no meu contrato de arrendamento. Assim que tive conhecimento desta situação, solicitei de imediato à minha senhoria a respetiva correção. A alteração foi efetuada no contrato e comunicada às Finanças, tendo posteriormente enviado a documentação corrigida ao IHRU, conforme me foi solicitado. No entanto, a resposta que obtive foi a de que teria de submeter uma nova candidatura, já com a documentação devidamente retificada. Acontece que estamos em novembro de 2026 e continuo sem conseguir submeter essa nova candidatura, uma vez que, segundo a informação transmitida pela gestora do meu processo, existe um erro no sistema informático que identifica a minha candidatura anterior e impede a submissão de uma nova. Ou seja, desde maio que esta situação se arrasta, sem que tenha sido encontrada uma solução para um problema que não foi provocado por mim e cuja resolução não depende de qualquer ação da minha parte. Ao longo destes meses, já enviei inúmeros emails ao IHRU, sem obter qualquer resposta ou esclarecimento concreto. A única informação que vou recebendo da gestora do processo é que ainda não tem novidades para me transmitir. Considero esta situação absolutamente lamentável e injusta. Estamos a falar de um apoio destinado a famílias que se encontram numa situação de maior vulnerabilidade económica, como é o caso das famílias monoparentais. Um apoio que poderia representar uma ajuda fundamental para conseguir fazer face às despesas mensais e garantir alguma estabilidade financeira. É profundamente frustrante saber que reúno as condições para beneficiar deste apoio, que corrigi de imediato a única irregularidade identificada na minha candidatura e que, ainda assim, continuo impedida de avançar devido a um erro informático que persiste há cerca de seis meses.
FNAC Colombo – Violação dos direitos do consumidor e recusa de resolução do contrato
Venho solicitar a intervenção da DECO PROteste relativamente a uma situação que considero constituir uma violação dos meus direitos enquanto consumidor, por parte da FNAC. 1. Descrição dos acontecimentos No dia 25 de outubro de 2026, adquiri presencialmente uma máquina de café De’Longhi Rivelia na loja FNAC do Colombo. Poucos dias depois, o equipamento começou a apresentar problemas de funcionamento, nomeadamente falhas na extração de café, saída anormal de água e ruídos provenientes do mecanismo interno. Contactei diretamente o apoio técnico da De’Longhi, tendo sido aconselhado pela própria marca a devolver o equipamento e solicitar a respetiva substituição. No dia 30 de outubro de 2026, apenas cinco dias após a compra, dirigi-me novamente à loja FNAC do Colombo para comunicar a avaria e solicitar a resolução do contrato, com a consequente devolução integral do valor pago. 2. Recusa da FNAC e enquadramento legal A FNAC recusou proceder à resolução do contrato e ao reembolso, informando-me de que teria de deixar a máquina nas instalações da loja para ser submetida a testes técnicos pela assistência da marca, num processo que poderia demorar até 30 dias. Considero esta posição contrária ao regime previsto no Decreto-Lei n.º 84/2021, de 18 de outubro, nomeadamente: Artigo 5.º – Requisitos de conformidade dos bens. Artigo 12.º – Responsabilidade do profissional pela falta de conformidade. Artigo 13.º – Presunção da existência da falta de conformidade à data da entrega, durante os primeiros dois anos. Artigo 15.º – Direitos do consumidor perante a falta de conformidade. Artigo 16.º – Direito de rejeição nos primeiros 30 dias após a entrega, permitindo ao consumidor optar pela substituição imediata ou resolução do contrato. A falta de conformidade foi comunicada apenas cinco dias após a aquisição, pelo que me encontrava dentro do prazo legal para exercer o direito de rejeição. Não considero admissível que a FNAC imponha unilateralmente um processo de diagnóstico ou reparação como condição para exercer um direito expressamente previsto na legislação. 3. Prejuízo causado pelo atraso – Black Friday A situação torna-se ainda mais prejudicial por ocorrer durante o período de campanhas da Black Friday. A recusa da FNAC em resolver o contrato e devolver o dinheiro está a impedir-me de recuperar o valor investido e adquirir outra máquina num estabelecimento diferente, aproveitando as campanhas promocionais disponíveis. Para além de ter adquirido um equipamento defeituoso, estou a ser prejudicado comercialmente pela ausência de uma solução adequada e atempada. 4. Perda de confiança na FNAC A forma como esta situação foi conduzida retirou-me a confiança na FNAC enquanto entidade comercial. Não considero aceitável que, perante um produto defeituoso e uma situação comunicada apenas cinco dias após a compra, o vendedor recuse uma solução prevista na lei e procure encaminhar o consumidor exclusivamente para um processo interno de assistência técnica. Não tenho qualquer interesse em voltar a adquirir produtos de valor substancial na FNAC, perante a falta de confiança demonstrada na forma como são respeitados os direitos dos consumidores. 5. O que solicito à DECO PROteste Solicito: Uma análise jurídica da atuação da FNAC à luz do Decreto-Lei n.º 84/2021. A confirmação de que a recusa da FNAC em aceitar a resolução do contrato poderá constituir uma violação do artigo 16.º. Apoio na exigência da resolução do contrato e restituição integral do valor pago. Esclarecimento sobre a possibilidade de reclamar eventuais prejuízos decorrentes da perda de oportunidade de aquisição de outro equipamento durante a Black Friday. Quero deixar absolutamente claro que não pretendo a substituição da máquina por outra unidade. Pretendo exclusivamente a resolução do contrato e a devolução integral do dinheiro pago. Não se trata de um pedido de cortesia comercial, mas do exercício de um direito legalmente consagrado. Aguardo o apoio da DECO PROteste para garantir que a FNAC cumpre as suas obrigações e que os meus direitos enquanto consumidor são respeitados.
Reclamação por não entrega de encomenda e ausência de comunicação - Referência 77492089
Exmos. Senhores, Venho apresentar uma reclamação relativamente ao serviço de entrega da encomenda com a referência 77492089, cuja entrega estava agendada para o dia 03/11/2026, no período compreendido entre as 08h00 e as 14h00. Apesar de ter recebido uma confirmação de que a entrega seria efetuada nesse período, a mesma nunca chegou a acontecer. Até à presente data, 05/11/2026, continuo sem receber a encomenda e sem qualquer esclarecimento relativamente ao seu paradeiro ou à previsão de entrega. Adicionalmente, no dia 04/11/2026, submeti um pedido de contacto através dos vossos canais de comunicação, o qual continua sem qualquer resposta ou tentativa de contacto da vossa parte. Na tentativa de obter esclarecimentos, recorri também ao contacto de WhatsApp +34 931 300 068, identificado online como sendo um canal de apoio ao cliente da Rhenus Home Delivery, empresa pertencente ao grupo TTM e associada ao serviço de transporte responsável pela minha entrega, conforme identificado na própria página de tracking. Após o meu contacto, fui informado de que não existia qualquer encomenda associada aos meus dados na respetiva base de dados, tendo-me sido simplesmente indicado que deveria resolver a situação diretamente com a loja. Não me foi prestado qualquer esclarecimento adicional, nem demonstrada qualquer disponibilidade para averiguar o sucedido. Para agravar toda esta situação, verifiquei que a encomenda aparece no sistema da loja como «concluída», apesar de nunca ter sido entregue nem recebida por mim. Considero absolutamente inadmissível a forma como todo este processo está a ser conduzido. Para além do incumprimento do serviço de entrega, existe uma total ausência de comunicação, acompanhamento e responsabilização perante o cliente. Assim sendo, solicito um esclarecimento urgente sobre o paradeiro da encomenda. Com os melhores cumprimentos, Pedro Cunha
Cobrança duplicada de 32,20 € sem reembolso
Exmos. Senhores, No dia 27/10/2026 tentei comprar na Vinted o artigo "Teclado mecânico HyperX Alloy FPS Pro" (https://www.vinted.pt/items/10335496949-teclado-mecanico-hyperx-alloy-fps-pro), no valor de 32,20 €. Na primeira tentativa, a compra não foi concluída, mas o valor foi debitado do meu cartão do Banco BPI. Voltei a tentar e o pagamento foi concluído com sucesso com o meu cartão Revolut. Paguei, portanto, duas vezes pelo mesmo artigo, num total de 64,40 €. O apoio ao cliente da Vinted informou-me inicialmente de que o pagamento falhado seria reembolsado automaticamente no prazo de 5 dias úteis. Esse prazo passou sem qualquer reembolso. Quando voltei a contactar a Vinted, esta reconheceu por escrito que me foi "debitado duas vezes". Mesmo assim, exigiu um extrato bancário com a "referência PSP" de cada débito, que é um identificador interno do processador de pagamentos da própria Vinted. Enviei os comprovativos dos dois débitos (consulta de movimentos Multibanco e detalhe do movimento do BPI, e extrato da operação da Revolut), bem como a resposta escrita da Revolut, que confirma que, num pagamento com cartão, o banco não dispõe dessa referência. A Vinted recusou todas as provas e, a 04/11/2026, encerrou o pedido com uma "decisão final", sem efetuar o reembolso. Os dados que forneci ao apoio ao cliente da Vinted (data, valor, cartão e código de autorização, que constam dos comprovativos em anexo) são suficientes para a Vinted localizar os dois pagamentos nos seus próprios sistemas. Não é razoável exigir ao consumidor um identificador que só a Vinted e o seu processador de pagamentos possuem. Solicitei à Vinted o reembolso de 32,20 €, correspondente ao pagamento debitado em duplicado, sem impor qualquer meio de pagamento: o reembolso podia ter sido feito tanto para o cartão BPI como para o cartão Revolut. Em vez de procurar uma solução, a Vinted limitou-se a dizer que não podia fazer nada, fechou repetidamente o chat e acabou por deixar de responder às minhas mensagens. Isto apesar de eu ter insistido várias vezes que não podia entregar o documento pedido, porque os bancos não o fornecem, e de ter pedido à Vinted que resolvesse a situação e encontrasse uma solução. Venho, por isso, reclamar o reembolso dos 32,20 € cobrados em duplicado. Informo que apresentei também reclamação junto do Centro Europeu do Consumidor e no Livro de Reclamações. Com os melhores cumprimentos
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