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Olá, efetuei uma compra agora no site da +351 calvin Klein, de primeira o banco não aprovou a venda e o pedido não foi realizado, entretanto segundos depois o pagamento foi autorizado e o pedido não foi realizado. Agora não consigo entrar no site, simplesmente não carrega o site. Nem consigo login na minha conta.
Prescindir dos serviços
No dia 2.07.2026, às 10:54 h, solicitei o cancelamento da minha inscrição na DECO. Apercebi-me, quase de seguida, que não estava a efectuar o cancelamento directamente à DECO, mas sim a fazê-lo através da empresa Xpendy. Assim, enviei às 11:12 h do mesmo dia, um email a prescindir dos seus serviços, pedindo para que o mesmo fosse considerado sem efeito. De seguida, às 11:35 h (mesmo dia) para que não houvesse equívoco e reforçar o meu desinteresse nos seus serviços, enviei um outro email para a xpendy (em anexo). Tenho recebido vários emails de - João de Xpendy < noreply@xpendy.com - a solicitar o pagamento do serviço prestado, no valor de 14,95€. Liguei para a DECO e até à data de hoje (28.07.2026) não existe qualquer informação por parte desta empresa em relação a mim. Continuo a receber emails da Xpendy para efectuar o pagamento, que neste momento já se encontra no valor de 54,95€. Hoje recebi um outro email com ameaça de intervenção de oficial de justiça e eventual pagamento de 600 €. Agradeço que me esclareçam relativamente a este assunto e hajam em conformidade para que eu não tenha qualquer problema com a Xpendy. Obrigada
Estuque da parede partido após remoção de janelas - PC Nº 2511218
Identificação da reclamante Nome: Sónia Mendes Morada: Rua 15 de Outubro, n.º 17, 2770-146 Paço de Arcos Contacto para o processo (email): francisco.albino.carvalho@gmail.com Orçamento: PC Nº 2511218 No dia 19 de março de 2026 (quinta-feira), técnicos da Perfil Contemporâneo deslocaram-se à morada da reclamante para proceder à substituição de janelas na sua habitação, no âmbito de um serviço contratado junto da referida empresa. Durante os trabalhos de remoção das janelas, os técnicos partiram uma parte significativa do estuque da parede envolvente, causando danos visíveis na habitação, conforme documentado nas fotografias anexas a esta queixa. Ainda no local, e no momento em que os danos foram constatados, os técnicos recusaram-se a proceder à reparação do estuque danificado. Em 21 de março de 2026, a reclamante (através do seu representante, Francisco Carvalho) contactou por escrito a empresa, via correio eletrónico, expondo a situação, solicitando a reparação dos danos causados e anexando fotografias comprovativas dos estragos. Desde então, e apesar de sucessivos contactos telefónicos por parte da reclamante, a empresa não procedeu à reparação da parede nem apresentou uma solução para o problema, mantendo uma atitude de inércia perante uma responsabilidade que decorre diretamente da intervenção dos seus técnicos.
Pedido de apoio e análise – Recusa de seguro de saúde por motivo de obesidade
Exmos. Senhores da DECO PROteste, Venho, por este meio, solicitar o vosso apoio relativamente a uma situação que considero profundamente injusta e discriminatória, ocorrida no âmbito da contratação de um seguro de saúde junto da UNA Seguros, Médis. Todo o processo foi realizado telefonicamente, através do preenchimento de um questionário clínico, no qual me foram solicitadas diversas informações sobre o meu estado de saúde, incluindo altura, peso, historial clínico, medicação e outras questões relevantes para a avaliação do risco. Posteriormente, fui informada de que a minha proposta de seguro de saúde seria recusada devido à minha condição de obesidade, tendo-me sido apresentada apenas uma alternativa com um prémio mensal na ordem dos 400 €, valor completamente incomportável e desproporcionado. O que mais me preocupa é o facto de esta decisão parecer assentar essencialmente no meu peso, apesar de não me terem sido identificadas outras patologias associadas que justificassem uma recusa desta natureza. Sou, inclusivamente, dadora regular de sangue, estando sujeita a avaliações periódicas do meu estado de saúde. Considero que esta situação constitui um ato discriminatório, na medida em que estou a ser privada do acesso a um seguro de saúde que estaria disposta a contratar e a pagar como qualquer outro consumidor, apenas em função da minha condição física. Entendo que nenhuma pessoa deve ser excluída ou colocada numa posição de manifesta desvantagem sem que exista uma avaliação individualizada, objetiva e devidamente fundamentada. Para além da recusa, a única solução apresentada foi um prémio de cerca de 400 € mensais, um valor que considero manifestamente desproporcionado e que torna o acesso ao seguro praticamente impossível para a maioria dos cidadãos. Face ao exposto, solicito à DECO PROteste que analise esta situação e me informe sobre os direitos que me assistem, bem como que desenvolva as diligências que considere adequadas junto da seguradora ou das entidades competentes, caso entenda existirem fundamentos para tal. Acredito que este caso poderá não ser isolado e que merece ser analisado, não apenas pelo impacto que teve na minha situação pessoal, mas também pelo potencial impacto sobre outros consumidores que possam ver o acesso a um seguro de saúde condicionado exclusivamente pela sua condição física. Agradeço, desde já, a atenção dispensada e fico a aguardar o vosso contacto. Com os melhores cumprimentos, Débora Araújo
Fui burlada
Venho por este meio apresentar uma reclamação relativamente à empresa associada ao endereço de e-mail suporte@acquahome.pt, por considerar ter sido vítima de uma alegada burla. Efetuei a compra de um jacuzzi através do respetivo website e o pagamento foi realizado com sucesso. No entanto, após a compra, nunca mais obtive qualquer resposta por parte da empresa. Tentei contactar o apoio ao cliente por diversas vezes, mas todos os contactos disponibilizados encontram-se inacessíveis. Os e-mails enviados para o endereço de suporte são devolvidos, impossibilitando qualquer comunicação, e não existe qualquer outra forma de contacto funcional. Perante esta situação, considero que fui lesada, uma vez que fiquei sem o produto adquirido e sem qualquer informação sobre o estado da encomenda ou possibilidade de reembolso. Solicito a vossa intervenção na divulgação desta situação e na tentativa de obtenção de uma resposta por parte da empresa, de forma a evitar que mais consumidores sejam prejudicados. Caso seja necessário, poderei disponibilizar comprovativos da compra, do pagamento efetuado, da encomenda e das tentativas de contacto realizadas. Com os melhores cumprimentos, Joana Pinto
Demora no reagendamento da minha filha menor
No dia 16 de fevereiro de 2026, dirigi-me à AIMA na Avenida António Augusto Aguiar, em Lisboa, juntamente com a minha filha menor, Hossana Isabel de Almeida Kiffen para a nossa primeira entrevista de regularização. No entanto, não fomos atendidas devido à indisponibilidade do sistema nesse dia. Posteriormente, fui reagendada, mas a minha filha menor, passados já cinco meses, ainda não recebeu qualquer contacto nem qualquer documento comprovativo relacionado com o seu caso. Já tentei contactar através de chamadas e enviei vários emails, mas até agora não obtivemos qualquer resposta. Solicito, por favor, confirmação de reagendamento para a minha filha ou indicação dos próximos passos a seguir. 933 79 44 16
Encomenda por desalfandegar eternamente
Venho apresentar reclamação relativamente ao tratamento e processo de desalfandegamento do objeto LG000717754NO, cuja demora e falta de informação considero manifestamente excessivas e injustificadas. O objeto, proveniente da Noruega, chegou a Portugal em meados de julho. Durante vários dias, o acompanhamento disponibilizado pelos CTT limitou-se a indicar que o objeto tinha chegado ao país de destino, sem qualquer indicação de que seria necessária uma intervenção da minha parte para proceder ao desalfandegamento. Perante a ausência de qualquer evolução, contactei inclusivamente os CTT para tentar perceber o motivo da demora e se seria necessário proceder ao desalfandegamento. Não obtive resposta. Só no dia 23/07 recebi finalmente uma comunicação dos CTT indicando a necessidade de fornecer informação para conclusão do processo de desalfandegamento. Procedi então ao preenchimento e submissão da informação e documentação solicitadas. Apesar disso, o objeto permanece agora no estado “Em Validação de Informação CTT”, ou seja, continua retido enquanto aguarda que os próprios CTT validem a documentação que me solicitaram. Considero este processo incompreensivelmente moroso e ineficiente. Não é razoável que um objeto chegue a Portugal, permaneça vários dias sem que o destinatário seja informado de que é necessária qualquer ação, que uma tentativa de contacto com os CTT fique sem resposta e que, depois de finalmente ser solicitada e prontamente fornecida a documentação necessária, o processo volte a ficar parado a aguardar validação. Mais incompreensível ainda é que o acompanhamento normal do objeto tenha permanecido durante esse período simplesmente como “Em trânsito”, sem transmitir ao destinatário informação útil sobre o verdadeiro estado do envio ou sobre a necessidade de iniciar procedimentos aduaneiros. Um procedimento de desalfandegamento não deveria transformar uma encomenda internacional num processo de várias semanas, sobretudo quando uma parte substancial dessa demora resulta simplesmente dos tempos de comunicação, processamento e validação dos próprios CTT. Solicito, por isso, a conclusão urgente da validação e do processo de desalfandegamento do objeto LG000717754NO, bem como uma explicação para: a demora entre a chegada do objeto a Portugal e a comunicação da necessidade de fornecer informação para desalfandegamento; a ausência de resposta ao contacto que efetuei entretanto; a falta de informação adequada no acompanhamento do objeto durante esse período; a atual demora na validação da documentação já submetida. Solicito igualmente que me seja indicada uma previsão concreta para a conclusão do processo e libertação do objeto para entrega. Considero que os prazos e a sucessão de períodos de espera verificados neste processo estão muito aquém do que é razoável esperar de um serviço desta natureza e espero que esta reclamação dê origem não apenas à resolução célere deste caso, mas também à análise de um procedimento que, tal como está implementado, impõe ao destinatário atrasos desnecessários e uma manifesta falta de transparência sobre o estado real do envio.
Encomenda não recebida
Ex,mos Senhores, No dia 7 de julho, fiz uma encomenda de uma camisola, a qual efetuei o pagamento por MBWAY no valor de 41,99€, e até a data não recebi qualquer tipo de confirmação, a indicação que me dá é a seguinte: PPRO PAYMENT SER.SA 48 RUE BRAGANCE, Com os melhores cumprimentos Maria de Fátima Gomes Lisboa
Móvel com defeito
Bom dia Comprei um móvel de TV e uma mesa de centro na Feira dos Sofás no Fundão no início do mês de Junho, o móvel de TV veio danificado, fomos até a loja do Fundão apresentar reclamação, após ter sido verificado o defeito pelos colaboradores presentes. Entretanto a reclamação foi aceite e foi enviado um novo móvel, porém exatamente com o mesmo defeito, tempo de espera para nada… esta situação foi verificada por nós e pelo colaborador presente que indicou que poderia ser um defeito de lote, entretanto disseram que iam enviar novo móvel, até hoje nada recebemos, ligaram a dizer vinha numa semana mas depois não veio, depois era na seguinte mas entretanto não veio também. Isto tudo sem informarem o cliente, fui sempre eu a ligar para a loja a procurar informação. Entretanto na quinta feira dirigi me a loja para fazer uma reclamação formal no livro. Pois estou cansada de esperar, entretanto a mesa de centro abana por todos os lados. O que verifica a pouca qualidade do material que vendem. O móvel TV continua danificado, pois não nos resolveram o problema fiz um condomínio. Estou desagrada com a marca, com o produto e com o atendimento. Não recomendo. Atenciosamente, Ângela Fernandes.
Reclamação sobre garantia, atendimento inadequado e conduta intimidatória do stand
Venho, por este meio, apresentar uma reclamação relativamente ao atendimento prestado pelo STand TUTICAR no âmbito da garantia do veículo que adquiri. Durante o processo de compra, o atendimento foi exemplar. O vendedor mostrou-se sempre disponível, acessível e profissional, transmitindo-me a confiança necessária para concretizar a aquisição do veículo. Contudo, após detetar uma avaria no sistema de ar condicionado e solicitar a respetiva reparação ao abrigo da garantia, a postura do vendedor alterou-se por completo. Em vez de receber um atendimento profissional e orientado para a resolução do problema, fui tratado com arrogância, falta de respeito e uma atitude claramente rude, tornando toda a comunicação desagradável e desnecessariamente conflituosa. A situação agravou-se depois de eu ter publicado uma crítica relativa ao serviço prestado no respetivo site. Na sequência dessa publicação, fui contactada telefonicamente por um senhor que se identificou como sendo o proprietário do stand. Durante essa chamada, voltou a adotar uma postura extremamente mal-educada, utilizando linguagem ofensiva e recorrendo a diversas expressões insultuosas e palavrões. Durante a mesma chamada, afirmou ainda que eu não tinha o direito de publicar uma crítica relativamente ao serviço prestado. Tal afirmação é incorreta, uma vez que a crítica publicada refletia exclusivamente a minha experiência enquanto consumidora e foi efetuada no exercício do meu direito de expressar a minha opinião sobre o serviço recebido. Em vez de procurar resolver a situação de forma profissional, optou por uma postura intimidatória e hostil. Para além disso, proferiu afirmações que considerei claramente intimidatórias, designadamente: "Sei onde a menina vive", "amanhã falamos cara a cara" e "vais levar comigo durante muito tempo". Estas expressões causaram-me um sentimento de intimidação e insegurança, sendo totalmente inadmissíveis no contexto de uma relação comercial e de uma reclamação apresentada por um consumidor. Considero esta postura inaceitável, sobretudo quando me limitei a exercer direitos que me assistem enquanto consumidora, nomeadamente o direito de exigir a reparação de uma avaria abrangida pela garantia legal e o direito de manifestar publicamente, de forma verdadeira e fundamentada, a minha experiência enquanto cliente. Nos termos do Decreto-Lei n.º 84/2021, o consumidor tem direito à reposição da conformidade dos bens quando exista uma falta de conformidade abrangida pela garantia legal. Assim, a solicitação da reparação de uma avaria não pode, nem deve, dar origem a um tratamento desrespeitoso, intimidatório ou incompatível com os deveres de boa-fé e de diligência que devem pautar a relação entre o profissional e o consumidor. Acresce que a conduta descrita revela uma manifesta falta de respeito pelos direitos dos consumidores, contrariando os princípios consagrados na Lei n.º 24/96, de 31 de julho (Lei de Defesa do Consumidor), nomeadamente o direito à proteção dos interesses económicos dos consumidores, o direito à qualidade dos bens e serviços e o dever de atuação de boa-fé por parte do profissional. O exercício dos meus direitos, quer ao solicitar a reparação ao abrigo da garantia legal, quer ao apresentar uma reclamação e manifestar a minha opinião sobre o serviço prestado, nunca poderia justificar um tratamento ofensivo, intimidatório, desrespeitoso ou persecutório. A presente reclamação incide não apenas sobre a necessidade de resolução da avaria do sistema de ar condicionado ao abrigo da garantia, mas também sobre a forma como fui tratado durante todo o processo, incluindo o contacto telefónico posteriormente efetuado, que considero manifestamente intimidatório, ofensivo e incompatível com qualquer padrão de atendimento profissional. Solicito, por isso, que esta situação seja devidamente analisada e que sejam adotadas as medidas necessárias para assegurar a reparação da avaria nos termos da legislação aplicável, bem como para apurar a conduta adotada durante o atendimento e no referido contacto telefónico, prevenindo que outros clientes venham a ser alvo de situações semelhantes. Face à gravidade dos factos descritos, solicito ainda que a entidade competente avalie a eventual existência de infrações à legislação de defesa do consumidor e adote as medidas que considere adequadas, por forma a garantir o cumprimento da lei e a proteção dos direitos dos consumidores.
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