Reclamações públicas

Consulte todas as queixas publicadas na plataforma Reclamar e encontre solução para um problema semelhante, relacionado com produtos e serviços. Saiba mais
B. D.
23/07/2026

Manutenção de motociclo

Exmos. Senhores, Venho por este meio expor, que a minha viatura (motociclo) SEAT Mo 125, ultrapassou o prazo normal para a realização da manutenção regular programada e recomendada pela marca. Como sempre fui, e continuarei a ser, cumpridor e seguidor das recomendações. Quero deixar explicito, que depois de várias reclamações a esta entidade, pela falta de livro de manutenções, pela falta de clareza nas intervenções realizadas, até ao momento na viatura, e agora a aguardar data para efetuar a manutenção/revisão (há um mês), sendo que davam um tempo de espera de 2 meses, no mínimo, na altura do meu contato, não fui contactado para agendar. Isto já é intolerável e inaceitável, sendo que qualquer problema que daqui advenha, deve ser assumida a responsabilidade pela oficina autorizada JOP - SEAT. Gostaria também, que a entidade que protege os direitos (e deveres) dos consumidores, tivesse uma intervenção mais ativa. Não devo ser o único a sentir-se lesado e enganado, a JOP - SEAT deviam assumir os problemas e procurar solucionar, dialogando com o cliente. Cumprimentos.

Em curso
R. P.
23/07/2026

Roubo de taxas

De acordo com a revisão da lei, será aplicada uma taxa de 3€ por cada categoria de produto, então porque motivo apesar de eu tentar compar só um artigo ou seja só uma categoria, o aliexpress cobra-me mais do que três euros, e caso eu compre vários artigos da mesma categoria a taxa decresce abaixo de 3€?

Em curso

Reembolso não pago

Exmos. Senhores, Em fevereiro fiz uma encomenda na loja física de Águeda e paguei metade da montante por transferência (240eur) e disseram-me que num prazo de 1 mês iria receber o sofá, nunca o recebi. No dia 28 de maio de 2026 comuniquei, por escrito (e-mail), o cancelamento da minha encomenda junto da AP Sofás, solicitando simultaneamente o reembolso integral do valor pago por transferência bancária. O cancelamento foi aceite telefonicamente e, posteriormente, voltei a enviar o comprovativo da transferência bancária para que o reembolso pudesse ser processado. Apesar de ter cumprido todas as solicitações e de já terem decorrido cerca de dois meses desde o cancelamento, continuo sem receber qualquer quantia. No dia 22 de julho de 2026 enviei novo e-mail a exigir o reembolso, anexando novamente o comprovativo de pagamento. Até à presente data não obtive qualquer resposta. Contactei ainda a empresa telefonicamente, tendo-me sido apenas indicado que "tenho de esperar", sem prazo concreto ou previsão para a devolução do montante pago. Considero esta situação inaceitável e lesiva dos meus direitos enquanto consumidora, por representar um atraso injustificado na restituição de um valor que me é devido. Solicito a intervenção das entidades competentes para que a AP Sofás proceda ao reembolso integral, de forma imediata, do montante pago por transferência bancária, bem como para que sejam adotadas as medidas consideradas adequadas face ao incumprimento verificado. Cumprimentos.

Em curso
C. M.
23/07/2026

é facil dizer que são os colaboradores

Há muita gente farta de ver sempre o mesmo filme dentro do IKEA. As queixas aparecem, os colaboradores falam, contam o que vivem, mas no fim parece que a empresa arranja sempre maneira de dizer que está tudo bem. Há quem diga que existem chefias que só protegem os amigos, grupos fechados onde entram sempre os mesmos e quem não faz parte desse clube fica marcado. Se lhes fazes frente ou dizes o que pensas, de repente começas a ser o alvo. Começam os boatos, as bocas, as indiretas e as tentativas de te fazer passar por mau colaborador. Em vez de resolver os problemas, há colaboradores que sentem que é mais fácil arranjar um culpado. Criam uma imagem negativa da pessoa, inventam histórias, distorcem o que aconteceu e depois tentam convencer toda a gente de que o problema és tu. Assim limpam as mãos e protegem quem realmente devia responder pelos seus atos. O assédio moral não é uma brincadeira. Fazer pressão todos os dias, isolar pessoas, tentar humilhar, perseguir ou empurrar colaboradores para desistirem é algo que não devia acontecer em lado nenhum. E quando quem manda fecha os olhos ou protege sempre os mesmos, a injustiça só cresce. Nenhum colaborador devia ir trabalhar com medo de represálias, de ser perseguido ou de ficar mal visto só porque decidiu falar. O respeito não pode depender das amizades, das cunhas ou de quem anda a bater palmas às chefias. Os colaboradores merecem ser ouvidos, respeitados e tratados com dignidade. Se existem tantas pessoas a contar histórias parecidas, o mínimo que se espera é que essas situações sejam levadas a sério e investigadas, em vez de serem ignoradas ou desvalorizadas. A Barbara Graf continua a aguardar que a amiga Helen lhe dê o carga para a reforma para ir para o Service office estar na boa vida, o Cargo de People and culture Lélia que está protegido pelas amigas e ao qual fazem pressão e ameaçam ja deviam ter saído da Ikea. Depois fazem-se de Santas mas não falam nos enrolamos com seguranças, maridos e namorados das outras e que abrem vagas fictícias que estão guardadas para o grupo ou família. Ou andar ter a família na mesma loja ou andar com elementos da segurança não causa dúvidas e não é contra o código de conduta.

Em curso
M. M.
23/07/2026

Serviço de instalação não efetuado

Foi apresentada anteriormente uma reclamação no Livro de Reclamações em papel, com o n.º 38273869, dia 22 de julho de 2026, na loja Worten do Oeiras Parque, pelo que solicito que essa informação seja também considerada no seguimento da presente reclamação. No dia 27 de maio adquiri na Worten uma placa de indução juntamente com o serviço de instalação da mesma, remoção da placa antiga e tamponeamento do gás. Passaram quase dois meses e o serviço não foi realizado o que ultrapassa completamente os prazos definidos pela própria Worten. Desde o dia 27 de maio, a Worten falhou todas as datas prometidas (5 de junho e 21 de julho) e não existiu qualquer tipo de contacto pela parte da mesma. A ausência de contacto nos últimos dois meses obrigou-me a ligar 6 vezes (dia 4, 12, 17 e 26 de junho e dia 2 e 21 de julho) para a linha de apoio ao cliente e a deslocar-me 3 vezes à loja (dia 19 de junho e dia 1 e 22 de julho). Em todos os momentos de contacto efetuados por mim foi solicitado que esperasse 72 horas úteis pelo contacto da Worten e do Técnico para a instalação, o que nunca aconteceu. No dia 2 de julho quando liguei para o apoio ao cliente a instalação ficou marcada para dia 21 de julho, com a justificação que não existia uma data mais próxima (depois de já estar à espera desde o dia 27 de maio). Dia 22 de julho desloquei-me à loja para exigir a devolução do valor do equipamento, bem como do serviço, porque uma vez mais a instalação não aconteceu na data agendada. Após 2 meses de espera, a Worten disse que era contra a sua política devolver-nos o dinheiro pelo mesmo método de pagamento e que só poderiam dar-nos um cartão para gastar na loja, o que é extremamente lamentável, sendo a entidade a única responsável pelo atraso da instalação. O atraso prolongado causou prejuízos reais, nomeadamente: - 3 deslocações à loja devido às falhas constantes; - 6 contactos para a linha devido à ausência de resposta e incumprimento; - Refeições fora, diretamente causadas pela impossibilidade de utilizar a placa; - Placa parada e inutilizada 2 meses, causando perturbação extremamente significativa no meu dia-a-dia; - Tempo da garantia do equipamento a decorrer, sem usufruto do mesmo. Assim, exijo uma compensação por todos os prejuízos causados.

Em curso
R. C.
23/07/2026

Diana Lisboa – Práticas comerciais abusivas, retenção de informação e incumprimento da Política de

Exmos. Srs. Venho por este meio apresentar uma reclamação formal contra a loja online Diana Lisboa (dianalisboa.com), devido ao incumprimento da sua própria política de reembolsos, falta de transparência e manifesta má-fé no tratamento do meu processo de devolução. Atuei em total conformidade com os termos do site, iniciando o processo dentro do prazo legal de 30 dias. No entanto, a empresa tem arrastado o processo e ocultado dados essenciais ao consumidor. Abaixo detalho a cronologia dos factos: 1. 29 de junho: Enviei o primeiro e-mail para info@dianalisboa.com a solicitar formalmente a devolução dos artigos, cumprindo escrupulosamente a política da loja. 2. 01 de julho: A loja respondeu com uma mensagem genérica, afirmando apenas: "estamos a encaminhá-lo para o departamento de devoluções para que possa ser tratado o mais rapidamente possível". 3. Ausência de resposta: Após essa data, a empresa remeteu-se ao silêncio. Fui obrigado(a) a enviar insistências nos dias 14 de julho e 21 de julho. 4. Resposta abusiva (21/07): Finalmente, após quase um mês de espera, recebi uma resposta onde a loja tenta esquivar-se às suas obrigações. Alegam que o produto estava num "centro de distribuição internacional" e que os custos de envio e desalfandegamento ficam a meu cargo. Como "compensação", propõem que eu fique com o artigo em troca de um reembolso de apenas 20% do valor total. Onde reside a ilegalidade e a violação dos direitos do consumidor: * Ocultação de informação: Na resposta enviada, a loja não me forneceu a morada do centro de distribuição, não me enviou a etiqueta de devolução e não especificou o custo associado. Estão a exigir que eu tome uma decisão sem me dar os dados necessários para calcular o prejuízo. * Incumprimento da Política Oficial: A Política de Reembolso pública no site deles estipula claramente: "Depois de iniciar o processo de devolução, receberá por email a etiqueta de devolução com a respetiva morada" e "Entraremos em contacto consigo para lhe fornecer o formulário e a morada de devolução". A empresa recusa-se a cumprir o que ela própria redigiu. * Publicidade enganosa: O site promove "Envio grátis para todo o Portugal", ocultando no ato da compra que a devolução teria de ser feita para um destino internacional com custos alfandegários incomportáveis, o que configura uma rasteira financeira ao consumidor. Não posso ser penalizado(a) pela estratégia logística e pela manifesta lentidão de resposta da empresa (que demorou quase um mês a dar uma resposta concreta, violando os prazos de assistência ao cliente). Como consumidor(a), exijo o meu direito de devolução transparente. Pedidos concretos: Exijo que a Diana Lisboa me faculte imediatamente a morada completa do armazém, a etiqueta de devolução prometida nos seus termos e a discriminação dos custos reais, para que eu possa exercer o meu direito de devolução com reembolso total.

Em curso

Adesão a seguro sem informação clara ao consumidor – recusa de reembolso após cancelamento

Em março de 2026, a minha mãe, atualmente com 94 anos de idade, adquiriu um fogão numa loja Radio Popular. Aquando da compra, não lhe foi explicado de forma clara e inequívoca que estaria a aderir a um contrato de seguro com pagamentos mensais subsequentes. Da fatura emitida não consta qualquer referência expressa a "Seguro" ou "Apólice", surgindo apenas a designação "MG DM COZINHA COMPLETA 1+1", que não permite a um consumidor comum identificar claramente a contratação de um seguro. Posteriormente foram efetuados três débitos mensais de 9,99 €, correspondentes aos meses de abril, maio e junho de 2026, no valor total de 29,97 €. Logo que a situação foi detetada, solicitei à Domestic & General o cancelamento da apólice, invocando a insuficiência da informação prestada no momento da venda. A seguradora procedeu ao cancelamento, mas recusou o reembolso das quantias cobradas, alegando que o equipamento esteve coberto durante esse período. Contudo, entendo que a questão fundamental não é a existência de cobertura, mas sim a falta de informação clara e transparente no momento da adesão, circunstância que impediu a consumidora de prestar um consentimento informado relativamente à contratação do seguro. Solicito, por isso, a apreciação desta situação e a intervenção no sentido de ser analisada a devolução das quantias cobradas, no valor total de 29,97 €, bem como a conformidade dos procedimentos de comercialização deste tipo de seguros associados à venda de eletrodomésticos. Anexo : a factura acima mencionada, de 20/3/2026

Em curso
P. F.
22/07/2026

Encomenda não recebida e recusa de reembolso

Exmos. Senhores, Boa tarde. No dia 04, do corrente mês, realizei uma encomenda de um artigo do marketplace, no site da FNAC. O pagamento da encomenda foi efetuado na totalidade e a sua entrega estava prevista entre 8 e 13 de Julho. Registei como morada de entrega o meu endereço fiscal, mas a FNAC utilizou a morada antiga, que constava da base de dados. Entretanto recebi uma morada do vendedor a informar que a transportadora não tinha conseguido entregar a encomenda e, desde então, nunca mais cessou esta saga. Informei o vendedor sobre a minha atual morada, contactei a FNAC, mas têm estado a empatar o processo e a encomenda não me foi entregue. Há mais de uma semana, solicitei o reembolso do valor pago e o funcionário do apoio ao cliente da FNAC disse-me que tinha de solicitá-lo diretamente ao vendedor. Como fui ignorada na minha solicitação ao vendedor, fui fazendo chamadas para a FNAC, que me informava que já tinha feito o pedido de cancelamento do artigo, mas que não o fez efetivamente. De salientar que, durante todo este tempo, o apoio ao cliente da FNAC foi de uma mediocridade e falta de profissionalismo a toda a prova! Os funcionários parecem estar a atender a partir de casa, a qualidade das chamadas é péssima e recusam-se a atender às solicitações dos clientes. Isto, para além de mentirem descaradamente! Resultado: continuo a aguardar um reembolso que se recusam a efetuar, mesmo não me tendo sido entregue o artigo. Nunca pensei ver uma empresa como a FNAC a decair tanto, em termos de qualidade, de prestígio e de profissionalismo dos funcionários, tanto em loja, como no serviço online! Deixo ainda o alerta que uma situação semelhante ocorreu com um artigo do marketplace, mediado por outra empresa. No entanto, quando pedi o livro de reclamações, lá se dignaram a efetuar o reembolso, no momento e na própria loja física. Parece-me que começa a haver um padrão e os clientes têm de estar muito atentos! Grata pela atenção. Cordiais cumprimentos. Paula Faria

Em curso
R. M.
22/07/2026

Bloqueio permanente injustificado

Exmos. Senhores, Venho, por este meio, apresentar uma reclamação formal relativamente à atuação da Vinted na gestão da minha conta e de uma venda realizada através da plataforma, por considerar que fui gravemente prejudicado, quer pela perda da encomenda, quer pelo bloqueio permanente da minha conta, sem qualquer fundamentação concreta. No dia 5 de junho de 2026, efetuei o envio de um iPhone 16 Pro de 512 GB, vendido através da plataforma Vinted pelo valor de 475,00 €, utilizando exclusivamente a etiqueta oficial de envio disponibilizada pela própria Vinted, através da transportadora InPost, cumprindo integralmente todas as regras e procedimentos definidos pela plataforma. Antes do envio: Embalei cuidadosamente o equipamento; Fotografei a encomenda já fechada e devidamente identificada com a etiqueta de envio; Enviei essas fotografias ao comprador através do chat da Vinted; Informei igualmente o comprador de que o equipamento seguia com o iCloud removido e pronto a ser utilizado. Dias mais tarde, o comprador informou-me de que a encomenda não tinha sido entregue. Na sequência dessa comunicação, a própria Vinted suspendeu temporariamente a transação e informou-me de que iria investigar o desaparecimento da encomenda junto da transportadora, indicando expressamente que apenas deveria aguardar pela conclusão da investigação. Durante todo este processo: Nunca fui acusado pelo comprador de qualquer fraude; Nunca fui acusado de enviar um artigo diferente do anunciado; Nunca fui acusado de enviar uma caixa vazia; Nunca me foi solicitado qualquer esclarecimento adicional; Nunca fui informado da existência de qualquer irregularidade praticada por mim. Apesar disso, no dia 11 de julho de 2026, ao aceder à minha conta, verifiquei que esta tinha sido permanentemente bloqueada, tendo recebido apenas uma mensagem genérica indicando a existência de "atividade ilícita", sem qualquer explicação sobre os factos que sustentariam essa conclusão. A mensagem limita-se a fazer referências genéricas a fraude, contrafação ou utilização indevida da plataforma, sem identificar: qual a alegada atividade ilícita; qual a venda em causa; quais os factos concretos considerados; quais os elementos de prova utilizados para fundamentar a decisão. Após esse bloqueio, entrei novamente em contacto com o suporte da Vinted. Recebi apenas uma resposta automática, informando que deveria aguardar 120 horas (5 dias) porque a equipa se encontrava a analisar o caso. Decorrido esse prazo, não obtive qualquer resposta. No dia 20 de julho de 2026, voltei a contactar a Vinted, informando expressamente que continuava: sem o telemóvel; sem receber o valor da venda; sem acesso à minha conta; e sem qualquer explicação relativamente ao alegado motivo do bloqueio. Até à presente data, continuo sem qualquer resposta. Considero esta atuação profundamente injusta e desproporcional. Neste momento encontro-me privado simultaneamente: do bem vendido; do respetivo valor (€475,00); da minha conta Vinted; e do direito a compreender os motivos da decisão tomada contra mim. Importa ainda referir que possuo elementos de prova que demonstram a minha atuação de boa-fé, nomeadamente: fotografias da embalagem antes do envio; fotografias da etiqueta de envio; conversa integral com o comprador; comprovativo do envio através da InPost; mensagens da própria Vinted confirmando que a encomenda seria investigada; resposta automática posteriormente recebida. Acresce que a decisão de bloqueio permanente da minha conta foi comunicada sem me ser dada qualquer oportunidade de prestar esclarecimentos ou exercer o contraditório, limitando-se a plataforma a utilizar uma fundamentação genérica que não me permite compreender a alegada infração nem defender-me adequadamente. Entendo ainda que esta atuação não respeita os princípios da transparência e da fundamentação das decisões aplicadas por plataformas digitais, previstos no Regulamento (UE) 2022/2065 (Digital Services Act), designadamente no que respeita ao dever de fornecer ao utilizador uma explicação suficientemente clara e concreta das razões que motivaram uma medida tão gravosa como o bloqueio permanente da conta. Importa igualmente salientar que, independentemente da decisão relativa à conta, subsiste uma transação iniciada através da própria plataforma e realizada utilizando o sistema oficial de envio da Vinted. Assim, a Vinted não pode limitar-se a bloquear a conta sem concluir a investigação da encomenda desaparecida e sem esclarecer quem assume a responsabilidade pela perda de um artigo no valor de 475,00 €, entregue à transportadora parceira indicada pela própria plataforma. Assim, solicito: A revisão manual e urgente da decisão de bloqueio permanente da minha conta; A indicação concreta da alegada violação dos Termos e Condições, identificando os factos que fundamentaram essa decisão; A conclusão da investigação relativa ao desaparecimento da encomenda enviada através da InPost; O pagamento do valor devido ou a reparação integral do prejuízo sofrido, caso se confirme que a encomenda foi perdida durante o transporte; Uma resposta formal, fundamentada e completa relativamente ao presente caso. Caso a presente situação continue sem resolução, reservo-me o direito de recorrer às entidades competentes de defesa do consumidor, às autoridades responsáveis pela aplicação do Regulamento dos Serviços Digitais (DSA) e aos meios judiciais adequados para defesa dos meus direitos e obtenção da respetiva indemnização pelos prejuízos sofridos. Cumprimentos.

Encerrada
F. G.
22/07/2026
Noronha Lisboa

Reembolso 47,90€ | Práticas comerciais enganosas

Na loja online NORONHA LISBOA, no dia 4 de julho de 2026, realizei uma compra de um macacão correspondente à Encomenda n.º 2959, no valor total de 47,90€ (44,95 € pelo produto e 2,95 € de envio seguro). A encomenda foi entregue apenas no dia 20 de julho de 2026, ou seja, 16 dias após a compra. Ref.ª do artigo comprado: LS™ | Mono de jardim confortável com estampado Conheci a marca através de anúncios patrocinados no Instagram, apresentados em formato de stories. A publicidade criava a narrativa de uma marca portuguesa sediada em Lisboa, fundada por duas amigas, que estaria a realizar uma campanha de saldos devido à mudança de instalações. A hiperligação remetia para um website aparentemente legítimo, transmitindo confiança e a perceção de uma marca própria. Mesmo antes de receber o produto, comecei a suspeitar que algo não estava correto. Não era possível acompanhar devidamente a encomenda, os pedidos de esclarecimento por email eram respondidos de forma vaga e pouco transparente e, entretanto, encontrei diversas reclamações de outros consumidores relativas à mesma loja. Verifiquei igualmente que a página de Facebook da empresa utiliza imagens que aparentam ter sido geradas por inteligência artificial e que a publicidade da marca é direcionada a diferentes públicos através de anúncios distintos. Após a receção da encomenda, confirmei várias situações que considero suscetíveis de constituir práticas comerciais enganosas e uma violação dos meus direitos enquanto consumidora. Em primeiro lugar, o produto recebido não corresponde às fotografias nem à descrição apresentada no website. A qualidade dos materiais, o acabamento, o corte, o caimento e o aspeto geral diferem significativamente do produto anunciado. Além disso, existem fortes indícios de que a empresa comercializa produtos adquiridos em plataformas de baixo custo, revendendo-os por preços muito superiores sem informar o consumidor dessa realidade. Após receber o artigo, encontrei exatamente o mesmo produto disponível na plataforma TEMU, com o mesmo design, corte, costuras e restantes características. Na TEMU, o artigo é vendido por cerca de 20 €, enquanto na NORONHA LISBOA era anunciado em promoção por 44,95 €, indicando ainda um preço original próximo dos 100 €. Verifiquei igualmente que o produto entregue não corresponde ao anunciado. O macacão apresentado no website era verde, enquanto o artigo recebido é bege. Os suspensórios são diferentes dos apresentados nas fotografias publicitárias e as aplicações metálicas também não correspondem às anunciadas. Inclusivamente, antes da expedição da encomenda enviei um email à empresa a solicitar expressamente que fosse enviado o modelo com as aplicações metálicas visíveis no anúncio do Instagram. Esse pedido foi ignorado e as aplicações existentes no artigo recebido nem sequer são funcionais. Também as dimensões do artigo não correspondem à informação disponibilizada ao consumidor. Apesar de se tratar de um tamanho S, o artigo possui dimensões manifestamente desproporcionadas, sendo adequado para uma pessoa significativamente mais alta e de compleição mais larga, não correspondendo ao esperado para esse tamanho. O prazo de entrega de 16 dias é igualmente compatível com um modelo de expedição internacional ou dropshipping, circunstância que não é claramente comunicada ao consumidor antes da compra. Apenas após questionar a empresa fui informada, por email, de que "a Noronha Lisboa é uma marca portuguesa que trabalha com centros internacionais de produção e distribuição" e que algumas encomendas podem ser expedidas através da sua rede logística internacional. A encomenda foi enviada por um remetente localizado em Espanha, com a seguinte morada: MARCELINO CAMACHO Nº 13, 28830 SAN FERNANDO DE HENARES, não existindo qualquer indicação de instalações ou morada operacional em Portugal. A comunicação comercial da empresa transmite a perceção de que se trata de uma marca portuguesa, com produtos próprios e cuidadosamente selecionados, levando o consumidor a acreditar que está a adquirir um produto exclusivo ou diferenciado. Contudo, o artigo recebido possui uma etiqueta "MADE IN CHINA" e existem fortes indícios de que corresponde a um produto genérico amplamente comercializado em plataformas de baixo custo. Quando solicitei a resolução da situação e o respetivo reembolso, a empresa exigiu o envio de fotografias e de um vídeo explicando os motivos pelos quais o produto não correspondia às expectativas. Cumpri integralmente esse pedido e apresentei todos os argumentos acima descritos, incluindo as comparações com o artigo disponível na TEMU. Desde então, deixei de obter qualquer resposta por parte da empresa. Considero que esta atuação é suscetível de induzir o consumidor médio em erro relativamente à origem do produto, às suas características, ao seu valor real, à relação qualidade/preço, ao modelo de negócio utilizado e à própria natureza da marca, influenciando de forma determinante a decisão de compra. Estas práticas poderão enquadrar-se como práticas comerciais enganosas, proibidas pelo Decreto-Lei n.º 57/2008, de 26 de março, que transpõe para a ordem jurídica portuguesa a Diretiva 2005/29/CE relativa às práticas comerciais desleais, nomeadamente por ação enganosa e por omissão de informações essenciais ao consumidor. Acresce que o produto entregue apresenta desconformidades relativamente ao anunciado, nos termos do Decreto-Lei n.º 84/2021, de 18 de outubro. Solicito o reembolso integral do montante pago, no valor de 47,90 €, incluindo todos os custos associados, bem como que a empresa suporte os custos da devolução do artigo. Solicito igualmente que esta reclamação seja objeto de averiguação pelas entidades competentes, por existirem fortes indícios de práticas comerciais enganosas, publicidade suscetível de induzir os consumidores em erro e eventual incumprimento da legislação portuguesa e europeia em matéria de defesa do consumidor. Saliento ainda que, caso tivesse conhecimento, antes da compra, de que o artigo correspondia a um produto genérico facilmente disponível em plataformas de baixo custo e expedido através de uma rede logística internacional, nunca teria tomado a decisão de o adquirir pelo preço praticado pela NORONHA LISBOA. Este facto demonstra que a informação omitida foi determinante para a minha decisão de compra.

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