Reclamações públicas

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M. L.
02/04/2026

Resposta de Reclamação ROR00000000045552987/33558361

Exmos senhores: Venho por este meio denunciar o incumprimento do prazo legal de reparação e a má fé na resposta da Samsung (Ref. ROR00000000045552987). Entreguei um Smartwatch para reparação a 24/02. No dia 06/03, em loja, na presença do funcionário confirmei que o equipamento continuava com problemas, neste caso que o problema anteriormente reportado persistia, pelo que o artigo não foi levantado. O prazo legal de 30 dias (Art. 18.º do DL 84/2021) terminou a 26/03. Após o prazo expirar, no dia 27/03, a Samsung enviou uma resposta padrão alegando “Anomalia nao verificada.” e ignorando o atraso legal. Refuto esta alegação, pois o defeito foi aceite e confirmado em loja a 06/03. Exijo a resolução do contrato e o reembolso total do valor, conforme o Art. 15.º do referido Decreto-Lei, uma vez que a confiança no equipamento e no serviço técnico prestado foi quebrada. No dia de hoje (02/04/2026), fui contactado telefonicamente pela Samsung, ao que a mesma alega não ter ultrapassado o prazo legal de reparação e que o equipamento não se verifica qualquer defeito de fabrico. Recusando-se a dar cumprimento ao por mim exigido, de livre resolução do contrato. Junto anexo Reclamação em livro físico, guias de reparação, complemento à queixa apresentada através de livro de reclamações on-line, resposta à reclamação e prova de compra.

Resolvida
J. S.
02/04/2026

Recebi uma encomenda por engano muito inferior ao valor pago

Paguei uma máquina de soldar da Festool por 50 euros e enviaram-me uma caixa de ferramentas no valor de 5 euros

Encerrada
D. F.
02/04/2026

Encomenda Perdida

Exmos Srs. venho vos reportar a minha indignação face ao que me está a acontecer após eu ter devolvido uma encomenda com a taxa acrescida de "Encomenda Segura" conforme consta na fatura, encomenda essa que tratava-se de um conjunto de dois faróis em vidro para uma viatura clássica vendidos pela empresa AUTODOC. Por não serem compatíveis fui obrigado a devolver ambos faróis. O fornecedor emitiu uma etiqueta para colocar na caixa de devolução, preferencialmente a caixa original, e por conseguinte eu teria que colocar num ponto Pack Looker ISA PICK-UP POINT. Eu tive o cuidado de colocar nas caixas originais e repliquei a etiqueta e colei uma em cada caixa e entreguei no ponto PikUP mais próximo de mim, que foi o ponto Avenida das Oliveiras nº45 4520-626 Sao Joao de Ver. Visto isto, o fornecedor informa-me que só recebeu uma caixa e que assim sendo me iria devolver apenas o valor de um farol. Apesar de eu ter informado que enviei os dois faróis um em cada caixa conforme recebi, cada um na sua caixa original, o fornecedor diz que o problema que levou a que só chega-se lá uma só caixa deveu-se ao erro da colocação da etiqueta em duas caixas quando deveria ter sido só numa caixa. O fornecedor responde-me que lamenta o sucedido mas que não pode fazer mais nada para me ajudar e que eu terei de reclamar no ponto onde entreguei a encomenda e junto do transportador INPOST porque tem de estar perdida/ parada num desses pontos. Eu já fui ao ponto onde depositei as duas caixas e a dona do estabelecimento responde que ambas as caixas foram levantadas pela INPOST e recomendou-me ligar com a transportadora, eu liguei com a transportadora e eles dizem-me que o sistema informático lhes dá a informação de que a encomenda já chegou até ao fornecedor e para eu contactar o fornecedor e pedir esclarecimento da situação, o que eu disse que já o fiz, e dizem que a culpa é minha que eu é que fiz o erro de colocar a mesma etiqueta em duas caixas diferentes. Conclusão, eu posso me ter equivocado com a etiqueta uma vez que as instruções do fornecedor diziam para colocar as peças na caixa de origem mas numa só caixa e eu pensando que estava a fazer bem coloquei nas caixas de origem ou seja duas caixas e a mesma etiqueta nas duas caixas, contudo isso não invalida o meu direito á devolução coberta por um seguro que paguei extra de “Encomenda Segura” muito menos ficar sem o dinheiro e sem a peça que segundo a loja o ponto onde entreguei foi levantado pela INPOST e como não chegou à AUTODOC terá de estar na posse da INPOST. Quer o transportador a InPOST quer o fornecedor a AUTODOC não se contactam entre si no sentido de me resolverem o meu problema e ao invés disso empurram um para o outro a responsabilidade. FIQUEI SEM O DINHEIRO 71.18€ e sem a PEÇA para poder devolver, eu considero isto um ROUBO pois alguém ficou com a segunda caixa que continha um farol novo no valor de 71.18€.

Encerrada
F. C.
02/04/2026

assedio

Ao longo do tempo, têm-se verificado situações recorrentes e preocupantes dentro da IKEA, que não podem continuar a ser ignoradas nem desvalorizadas. Apesar de a empresa afirmar publicamente que respeita a liberdade sindical, na prática existem fortes indícios de bloqueio à atividade sindical. Não há contacto efetivo entre o sindicato e a empresa, o acesso às instalações é impedido e não existe qualquer canal de comunicação funcional. Esta realidade levanta sérias dúvidas quanto ao cumprimento da legislação laboral aplicável. Para além disso, são relatadas atitudes por parte de direções e chefias que desvalorizam ou criticam abertamente os sindicatos e os trabalhadores sindicalizados. Colaboradores identificados como sindicalizados acabam por ser alvo de exclusão, isolamento e comentários depreciativos, o que pode configurar práticas de discriminação e perseguição. Existem também múltiplos relatos de assédio moral, abuso de poder e maus-tratos no local de trabalho, tanto entre chefias e subordinados como entre níveis hierárquicos semelhantes. Segundo estas denúncias, as situações tendem a ser desvalorizadas internamente, com proteção dos níveis superiores da estrutura, em detrimento dos trabalhadores afetados. Particularmente grave é a alegação de práticas de vigilância indevida, envolvendo responsáveis de segurança e de gestão de risco, com o objetivo de monitorizar colaboradores e procurar elementos que possam ser utilizados contra eles. A confirmar-se, este tipo de atuação poderá constituir uma violação séria da lei, nomeadamente em matéria de privacidade e proteção de dados. É ainda descrito um ambiente organizacional marcado por liderança autoritária, onde decisões são impostas sem transparência nem respeito pelos princípios básicos de dignidade no trabalho. Este tipo de cultura pode contribuir para um clima de pressão psicológica e degradação das condições laborais. Há também referências a saídas de colaboradores em diferentes departamentos, alegadamente acompanhadas de acordos de confidencialidade que impedem a divulgação dos motivos reais dessas saídas, o que levanta questões sobre a transparência dos processos internos. Um dos casos mais preocupantes mencionados é o de uma colaboradora da loja de Alfragide, identificada como Maria. Segundo o relato, esta trabalhadora terá sido alvo de um processo continuado de assédio grave, incluindo humilhação, difamação e pressão psicológica. É alegado que foi colocada numa posição de fragilidade e posteriormente pressionada a aceitar uma redução da sua categoria profissional através de um acordo considerado injusto. O envolvimento de vários níveis hierárquicos, bem como a insistência contínua para a assinatura desse acordo, reforça a perceção de um processo coercivo e profundamente lesivo da dignidade da trabalhadora. As pessoas envolvidas neste grave processo como Ivo coutinho; sergio Botelho; Barbara Graf; Lélia Pontes e o S.O. Da Ikea continuam sem serem responsabilizados. No seu conjunto, estes relatos apontam para um padrão consistente de práticas que, a confirmarem-se, representam situações de assédio moral, abuso de poder, perseguição e possíveis ilegalidades. A gravidade destas alegações exige atenção, investigação independente e, caso se comprovem, a devida responsabilização

Encerrada
M. C.
02/04/2026

Fraude de Reserva

Ex.mos Senhores No dia 2 de Abril de 2026,pelas 9h35 foi efetuado uma reserva na plataforma Trivago que na sua melhor promoção do hotel escolhido, redirecionou para a plataforma Stayforlong ao qual coloquei 2 adultos uma criança entre os dias 2 e 4 de abril, os dados de pagamento e foi confirmada a reserva. Apareceu todos os dados do resumo da reserva feita em.meu nome com o mail monica.cbr25@gmail.com. Confirmei o pagamento pelo que me foi debitado 227,60€. Foi à plataforma da Stayforlong e não aparece qualquer registo de reserva, tentei contactar o apoio ao cliente através do número indicado na página de reservas (351 30880018) pelo que nunca ninguém atende nem sequer está disponível. Contactei o hotel Star inn Peniche para onde pretendia ir e também não tinham qualquer reserva nem da Trivago nem da plataforma Stayforlong. Por conseguinte, gostaria de reaver o valor debitado já que a reserva não aparece em lado nenhum. Foi a primeira e última vez pelo que não recomendo de forma alguma esta plataforma. Gostaria de denunciar a falta de apoio e de contacto desta plataforma Stayforlong. Com os melhores cumprimentos Mónica Coelho

Encerrada
R. M.
02/04/2026
CEX

S22+ avariou na CeX após ficar para testes

Sobre a loja CEX, Glicinias, Aveiro, conforme comprovam os anexos, deixei o meu telemóvel Samsung S22+ na loja CEX, tendo este sido classificado como "B". O funcionário verificou que funcionava, analisou-o, classificou-o como "B" e aceitou ficar com ele para testes. Portanto, o telemóvel funcionava quando ficou na CEX e o anexo prova isso. No dia seguinte, fui contactada pelo serviço de testes, que me informou que o equipamento teria reprovado porque não ligava, apenas emitia som de carregamento e vibrava. Nessa mesma chamada, foi-me ainda comunicado que o aparelho teria sido colocado varias vezes a carregar. No dia seguinte, fui levantar o equipamento, que de facto não ligava. De imediato, dirigi-me à Worten, no mesmo piso, para que o mesmo fosse diagnosticado. O técnico que avaliou o meu telemóvel, e que posteriormente o reparou, informou-me que o problema terá sido provavelmente causado pelos próprios testes realizados pela CEX, uma vez que a bateria apresentava sinais de sobrecarga/tensão. O equipamento foi desmontado e montado novamente, sem qualquer custo para mim, e ficou a ligar. No entanto, o ponto mais grave desta situação é que a camara do telemóvel deixou de abrir por completo, apresentando apenas uma mensagem de erro. Segundo o técnico da Worten, a reparação desta avaria custaria, no mínimo, cerca de 200 EUR, uma vez que, após teste, concluiu que o problema não seria físico nas camaras, mas na placa principal, que também teria ficado danificada. Assim que recebi o equipamento na Worten, dirigi-me de imediato a CEX e informei uma funcionaria de que as camaras já não abriam. A resposta dada foi a de que a loja não trabalha com reparações. Na sequencia, efetuei a reclamação ROR00000000045545986, cuja resposta foi que tiveram cuidado a manusear o telemóvel. No entanto, os factos provados são: - O telemóvel deu entrada a CEX a funcionar, pois se não ligasse, nem teria sido aceite; - O telemóvel saiu da CEX sem sequer ligar. Assim sendo, o telemóvel foi danificado na CEX. Por vezes, apesar de haver bastante cuidado, é possível danificar alguma coisa sem querer, sem perceber, ou sem saber que se está a fazer algo errado. Mas provado está, que o telemóvel foi danificado na CEX. Face ao exposto, venho por este meio requerer o seguinte: Nos termos do artigo 562.º do Código Civil, “Quem estiver obrigado a reparar um dano deve reconstituir a situação que existiria, se não se tivesse verificado o evento que obriga à reparação.” Acresce que, de acordo com o artigo 566.º, n.º 1, do mesmo diploma, “A indemnização é fixada em dinheiro, sempre que a reconstituição natural não seja possível, não repare integralmente os danos ou seja excessivamente onerosa para o devedor.” Assim, venho solicitar a reposição integral da situação anterior ao dano, nomeadamente através da reparação do equipamento, substituição por outro igual com classificação igual, ou, caso tal não seja possível, pela compensação monetária correspondente ao seu valor. O não cumprimento do estabelecido nos artigos acima referidos, nos prazo de 30 dias, resultará numa queixa no CNIACC.

Em curso
A. P.
02/04/2026

Danos

Venho apresentar reclamação contra a OSCAR na sequência de danos materiais causados no chão da minha habitação durante a prestação de um serviço. Apesar de ter comunicado a situação e a necessidade de reparação, a empresa recusou apresentar uma solução de reparação efetiva do dano, propondo antes a atribuição de vouchers para utilização em serviços da própria plataforma. Tal proposta revela-se inadequada e desproporcionada, porquanto: não corresponde à reparação do dano efetivamente causado; obriga o consumidor a recorrer a serviços que não utiliza habitualmente; os vouchers são de utilização única; e o valor remanescente perde-se caso o serviço selecionado tenha custo inferior ao montante do voucher. Nos termos do regime da responsabilidade civil, a reparação do dano deve reconstituir a situação que existiria se o facto danoso não tivesse ocorrido, ou, não sendo isso possível, ser fixada indemnização em dinheiro. A solução apresentada pela reclamada não assegura a reparação integral do prejuízo, nem protege adequadamente os interesses económicos do consumidor. Acresce que a situação em causa já gerou sucessivos transtornos, sem que tenha sido apresentada uma solução materialmente justa e efetiva. Solicito, assim, a intervenção da entidade competente, no sentido de ser promovida uma solução adequada, nomeadamente a reparação do chão ou o pagamento de indemnização compatível com os danos causados.

Em curso

Demora na emissão de dístico automóvel - pessoas com Atestado Médico de Incapacidade Multiuso

Exmos. Senhores, Venho por este meio reclamar o atraso e solicitar informação atualizada sobre o estado do meu pedido de emissão do Cartão de Estacionamento para Pessoa com Deficiência, submetido em a 13/02/2026, ao abrigo do Decreto‑Lei n.º 307/2003. Apesar de compreender que não existe um prazo legal específico para este procedimento, recordo que o artigo 9.º do Código do Procedimento Administrativo estabelece o dever de a Administração decidir dentro de um prazo razoável, bem como o dever de prestar informação clara e atualizada ao cidadão. Enviei pedido de esclarecimento a 18/03 via e-mail, não tendo obtido qualquer tipo de resposta. Tendo em conta que já decorreu mais de um mês e meio, período significativo desde a submissão do pedido, solicito: - Informação sobre o ponto de situação do processo - Indicação previsível do prazo de conclusão - Confirmação de que não existe qualquer pendência documental da minha parte Agradeço resposta célere, dado tratar‑se de um documento essencial para a minha mobilidade e autonomia. Obrigada.

Encerrada

Falta de apoio/informação por parte da seguradora

Exmos. Senhores, Venho por este meio solicitar o vosso apoio na tentativa de resolução do meu diferendo com a seguradora acima indicada. No passado dia 05/03, tive um acidente com o meu carro onde fui a única envolvida. O sinistro foi imediatamente comunicado à companhia e até hoje e após inúmeras tentativas de contacto e reclamações a mesma companhia ainda não se dignou a entrar em contacto comigo no sentido de resolver situação e me dar informações sobre o desenvolvimento da mesma. A seguradora foi informada de que necessito do veiculo como meio de subsistência, uma vez que, trabalho a 34Km de casa e que neste momento dependo de transportes públicos para me conseguir deslocar. Assim, são despesas extras sendo que continuo a pagar um seguro onde não tenho direito a carro de substituição e que este serviço sai todos os meses e já foi pago não me está a dar qualquer apoio no sentido de resolver o problema com a maior brevidade possível. Com isto, peço encarecidamente o vosso apoio no sentido de resolver a situação junto da seguradora Generali/Tranquilidade. Com os melhores cumprimentos Ana Rodrigues.

Encerrada
G. L.
02/04/2026

Reclamação por adesão não autorizada a serviços adicionais

No momento da alteração de titularidade do contrato de energia, solicitei apenas a mudança para o meu nome. No entanto, foi incluído o serviço adicional “PEC Full”, que não foi devidamente explicado nem expressamente solicitado por mim. Trata-se de um serviço que inclui assistências que não utilizo, inclusive relacionadas a gás, sendo que a minha habitação não possui fornecimento de gás. Já tentei anteriormente o cancelamento por via telefónica e pessoalmente, mas fui informada de que não seria possível devido a alegada fidelização. Nunca utilizei qualquer serviço associado ao PEC Full e não me foi apresentada informação clara e destacada sobre fidelização no momento da contratação. Atualmente já não sou cliente de fornecimento de energia da empresa, mantendo apenas a cobrança mensal do referido serviço no valor de 15,89€. Até à presente data, já foram pagos aproximadamente 397,25€ (25 meses), sem qualquer utilização do serviço. Solicito: • Cancelamento imediato do PEC Full; • Envio de cópia do contrato com prova da minha adesão expressa; • Fundamentação legal da alegada fidelização; • Análise e devolução dos valores pagos indevidamente. Considero que poderá estar em causa prática comercial desleal ou venda associada indevida. Aguardo resposta nos termos legais.

Encerrada

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