Reclamações públicas
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Cancelamento de inscrição
Exm Senhores, No dia 14-10-2025 enviei um e-mail a cancelar o ginásio, do qual foi me dito que este cancelamento teria que ser ao Balcão. No dia 31-10-2025 fui então ao balcão no qual me foi dito que a mensalidade de Novembro já não iria a debito, mas que ainda teria que pagar Novembro. Até daqui está tudo bem. Quando recebi um e-mail no dia 10-11-2025, que estava em divida o valor de Novembro e ainda os 5€ de debito recusado e por já passar do dia 8 ainda teria que pagar a inscrição de Dezembro. Peço que o Ginásio assuma a responsabilidade de falta de informação correta que não que foi informado que o pagamento de Novembro teria que ser até dia 7 de Novembro. neste caso os 5€ de debito recusado, e por já estar a cancelar o Ginásio de pelo menos dia 31-10-2025 , não pagar o mês de Dezembro. Não aceito que a situação seja prolongada ou dificultada de forma a impedir o término da minha adesão.
Recusa de Cobertura
Exmos. Senhores, Contratei um Seguro de Viagem. Necessitei de o ativar para a prestação de cuidados urgentes às minhas filhas. Agora recebo notificações do Hospital porque vocês se recusam a pagar as despesas. Tão simples quanto isto. Especificações em anexo. Realmente é um negócio muito lucrativo da vossa parte. Deixo este apelo público: NÃO CONTRATEM OK TELESEGUROS! FICARÃO SOZINHOS QUANDO PRECISAREM!!
Reclamação automática sem minha autorização
Caros senhores (as), venho por meio desta mensagem, informar que já solicitei o cancelamento do contrato no prazo, notificando com 125 dias de antecedência, conforme contrato. Entretanto, o contrato renovou automaticamente sem a minha autorização e ainda me informando valores a pagar que não estava a contar. O que vai contra a lei do consumidor, que informa que eu teria que informar que desejo a renovação e não ser coagida a uma renovação automática da qual não desejo. Portanto, solicito a revisão da minha situação de modo a baixar o contrato conforme desejo expressamente enviado de acordo com a carta em anexo. Com meus melhores cumprimentos, Ana Sofia Vieira.
Cancelamento do contrato
Bom dia! Venho reclamar com a Prosegur, pois quando abri meu restaurante sempre ia um agente da empresa me oferecer os serviços, por tanta insistência assinei o contrato, porém antes disso, perguntei se o restaurante não fosse bem e precisasse encerrar o contrato, se seria cobrado por isso. E ele me informou que em caso de cessação da atividade nas finanças e mandando o documento para eles, o contrato era encerrado sem cobrar custos adicionais. O restaurante não foi bem e precisei fechar e cessar a atividade. Liguei para eles e informaram que para cancelar o contrato, preciso pagar 1.000,00€ e eu não tenho como pagar esse valor. Inclusive, mandei também uma carta solicitando o cancelamento do contrato escrita à mão, junto com o documento impresso que mostra a cessação da atividade nas finanças para a morada da sede da Prosegur em Lisboa e não obtive respostas. Eles escondem informações e não são claros, agem com má índole para conseguirem o cliente. Sem pensar o quanto isso é prejudicial para o cliente. Um contrato tão extenso e uma multa que não faz sentido. Solicito: 1. O cancelamento imediato do contrato, sem penalizacao, devido ao encerramento comprovado da atividade comercial. 2. A suspensao de todas as cobrancas, chamadas e mensagens relativas a este contrato. 3. A anulacao de qualquer valor reclamado por rescisao antecipada, visto que o contrato foi celebrado com base em informacoes falsas e enganosas. 4. A intervencao das entidades competentes DECO para avaliar as praticas comerciais da Prosegur neste tipo de contratos.
Darty - Cancelamento de Encomenda por alegado erro no preço
Exmos. Senhores, No dia 17/11/2025 fiz a compra de um aparelho eletrónico (neste caso, um Kobo Libra Colour) no site da Darty para aproveitar uma suposta promoção - 167,99€ em vez de 239,99€. Criei conta, fiz o pagamento e correu tudo dentro da normalidade. Recebi um email a acusar a receção do pagamento e, mais tarde, outro a confirmar a expedição do artigo. Entretanto vi que numa loja do mesmo setor (que até me seria mais conveniente caso tivesse algum problema devido à localização) se encontrava pelo mesmo valor mas, uma vez que o artigo já tinha sido expedido, mantive a encomenda. Qual não foi o meu espanto quando, na manhã do dia 18/11/2025, recebo um SMS da Darty a informar que "devido a uma incorreção no preço, fomos obrigados a cancelar a encomenda do artigo". Prontamente enviei mensagem através da área de cliente, à qual não obtive resposta até ao momento. Tive, entretanto, conhecimento de outros consumidores lesados, que contactaram a empresa via telefone ou até mesmo pessoalmente, e que não conseguiram resolver o problema; a empresa alega que, em compras online, pode proceder desta forma. De facto, no ponto 7.1 dos Termos Gerais da loja online da Darty, mencionam que "Caso o preço dos produtos apresentado no sítio da internet www.darty.pt não corresponda ao preço real - preço efetivo do produto - em virtude de erro de programação, defeito de funcionamento das máquinas ou no caso de a mensagem chegar deformada ao seu destino, a Darty Portugal irá tomar as medidas necessárias para a sua correção e comunicação ao Cliente, nos termos legais aplicáveis (designadamente o Decreto-Lei n.º 7/2004 de 7 de Janeiro)." A minha dúvida é a seguinte: como é que o consumidor sabe qual é o preço efetivo do produto quando se trata de promoções, e como é que pode ser prejudicado desta forma caso se trate de um erro? Para todos os efeitos, o preço de venda habitual do produto é 239,99€ e, estando a Darty com campanhas de Black Friday e identificando o artigo como "Oportunidade", não me parece que seja descabido nem um erro ter um produto com desconto de 30% (salientando, mais uma vez, que na mesma altura, o mesmo artigo se encontrava numa loja concorrente pelo mesmo valor a que o adquiri). Compreendia, naturalmente, o cancelamento se o artigo estivesse a 0€, 1€ ou a um valor que seria notoriamente incorreto, o que não corresponde à realidade neste caso. Acho inadmissível e de uma tremenda falta de consideração para com os clientes este tipo de atitudes por parte da Darty. Obrigada desde já pela atenção.
TRANFERENCIA INDEVIDA
Exmos. Senhores, Venho solicitar apoio da DECO devido à retenção e transferência indevida de um valor essencial à minha sobrevivência e ao bem-estar da minha filha de 3 anos. No dia 10/11/2025, o banco cativou 498,13€ referentes a uma penhora da Segurança Social. O meu acordo de pagamento foi aceite em 12/11/2025 e a penhora foi oficialmente levantada em 17/11/2025. Apesar disso, o banco transferiu o montante para a Segurança Social no dia 18/11/2025, quando já não existia base legal para tal transferência. A Segurança Social recebeu um valor que não lhe era devido. O banco efetuou a transferência fora do período legal da penhora. Fiquei totalmente desprotegida, com todas as minhas contas essenciais em atraso e sem meios para garantir alimentação, energia e necessidades da minha filha. Peço apoio para: Mediar a devolução urgente do montante; Garantir a reposição do meu mínimo de existência; Analisar e denunciar falha procedimental entre banco e Segurança Social. Anexo documentos que comprovam as datas.
Cobrança indevida por alegado dano em jante – ausência de prova válida e divergências contratuais
Quero reportar uma situação que considero uma prática de má fé relacionada com a cobrança de um alegado dano numa jante, referente ao aluguer da viatura BR-41-FU (reserva PR25136914, Porto Aeroporto), entre 06/11/2025 e 08/11/2025. No contrato inicial assinado, estavam registados apenas quatro danos pré-existentes. No contrato final, que não me foi apresentado para assinatura, constam exatamente os mesmos quatro danos, sem qualquer registo adicional que justificasse uma cobrança posterior. Apesar disso, a empresa decidiu debitar um alegado dano numa outra jante, nunca mencionado nem documentado no contrato. No momento do levantamento, fotografei e filmei vários danos que não estavam identificados no diagrama oficial da empresa, incluindo uma escoriação na jante n.º 17 entre muitos outros riscos a toda a volta do veículo que não se encontravam registados no contrato inicial. Estes danos estavam claramente presentes antes da utilização da viatura. Como prova do alegado dano na jante nº8, a empresa forneceu uma fotografia onde supostamente se vê o dano em causa, mas a imagem não mostra qualquer parte identificável do veículo (nem matrícula, nem modelo). A fotografia poderia pertencer a qualquer outro carro, o que, a meu ver, demonstra ausência de rigor e falta de boa-fé na imputação de responsabilidades. A cobrança foi efetuada sem minha concordância, baseada num documento não assinado, numa fotografia sem identificação do veículo e ignorando provas que demonstram que o veículo já tinha vários danos não identificados no momento do levantamento do mesmo. Estes factos indiciam uma prática recorrente de tentar imputar danos pré-existentes aos clientes. Pretendo alertar outros consumidores e registar formalmente que: - A cobrança foi feita sem prova fiável; - O contrato final não foi validado por mim; Existem provas (foto e vídeo) de vários danos não registados no contrato. A empresa apresentou documentação insuficiente e potencialmente enganadora.
Reclamação – Pedido Política de Preço Mínimo Garantido (Encomenda Nº 65947248)
Exmos. Senhores, No dia 12/11/2025, submeti um pedido relativo à Política de Preço Mínimo Garantido, referente à Encomenda Nº 65947248, preenchendo o formulário online disponibilizado pela Worten. Após a submissão, não recebi qualquer e-mail de confirmação, nem foi disponibilizada estimativa de prazo para resposta. Adicionalmente, os canais de atendimento da Worten não funcionaram (chat online indisponível) e a linha telefónica apresentava listas de espera excessivas, impossibilitando o contacto. No dia 17 de novembro recebi um e-mail da Worten informando que o meu pedido não era válido, alegando que a loja concorrente (Amazon) não tinha entrega disponível imediata em 72 horas. Esta apreciação não corresponde à verdade, como é possível verificar no comprovativo do site da Amazon enviado à Worten e novamente anexado. A captura de ecrã foi realizada no dia 12 de novembro às 10h44, indicando uma data de entrega para 15 de novembro, desde que a compra fosse efetuada no prazo de 8 horas e 45 minutos a contar da hora do print. Isto significa que mesmo que a compra fosse feita às 19h30 desse dia, a entrega continuaria prevista para 15 de novembro. Deste modo, é evidente que o prazo das 72 horas seria cumprido, pois, considerando a compra às 19h30, as 72 horas terminariam às 19h30 do dia 15 de novembro, coincidindo com a data de entrega indicada. Esta situação compromete a confiança no processo e coloca em risco o direito ao benefício anunciado. Não houve uma decisão rápida, nem sequer foi dada uma previsão ao cliente. Além disso, a apreciação final foi errada, alegando incumprimento das 72 horas, quando um simples cálculo demonstra o contrário. Este procedimento parece ter sido concebido para dificultar a utilização da política, o que considero inaceitável. Solicito, por isso, que a Worten reveja esta decisão e assegure o cumprimento das condições anunciadas.
Encomenda não recebida
Exmos Senhores, Fiz uma compra online usando pagamento PayPal, encomenda nunca chegou e vendedor apresenta número de tracking que diz que eu recebi. Já me aconteceu anteriormente o mesmo e a PayPal reembolsou me o valor. Desta vez dão razão ao vendedor, e não pedem prova de entrega, insistem que tenho que pedir aos CTT prova de não entrega quando o número de tracking não é CTT, aliás no tracking não dá para saber qual a transportadora. Já comuniquei o meu caso ao Centro Europeu do Consumidor e gostava de saber que mais opções tenho, porque isto foi uma burla que a PayPal está apoiar e pode acontecer a mais gente. Cumprimentos, Luís Santos
Implante com problemas
Neste caso em particular falo do Hospital da Luz em Setúbal para onde fui encaminhado pela minha mediadora a Companhia de Seguros Fidelidade depois de um acidente que tive em Setembro de 2023 e que resultou numa queda que me provocou danos num dos meus dentes (um dos Incisivos Centrais). Na referida Unidade de Saúde fui atendido pelo Dr Silva Marques que ao observar o dano do dente me informou que teria que colocar um implante . Foi pedida pelo mesmo a respectiva autorização a Companhia de Seguros para iniciar o tratamento, que levou vários meses e terminou em Agosto de 2024 ( pensei eu erradamente ) . Passados cerca de 15 dias após a colocação do implante a coroa começou a abanar, facto que penso que não seja muito normal e além disso a respectiva coroa que foi feita para substituir o meu dente que se danificou nada tinha a ver em termos de dimensões como seria suposto e que era totalmente diferente do outro incisivo central ficando desta maneira algo muito estranho e sem nexo na minha dentição e eu usei aparelho e investi muito dinheiro para ter os dentes todos bonitos e alinhados. Perante isto desloquei me por diversas ocasiões a minha mediadora que se situa na Quinta do Conde e informei-a do sucedido e do meu desagrado e insatisfação. A mesma informou me que me devia deslocar ao Hospital em questão porque o tratamento efetuado tinha garantia e eles teriam que me atender e corrigir o que estava mal, mas da parte do Hospital a resposta que ouvi em diversas ocasiões era que a Companhia teria que enviar uma autorização para esse efeito porque sem isso não fariam nada e assim andei neste jogo do empurra durante diversos meses até que com isto tudo e desnecessariamente a coroa colocada caiu, ficando eu sem um dente a frente coisa que não é muito agradável como devem calcular e que poderia ter sido perfeitamente evitado. Andei assim mais de um mês até que perante tanta insistência da minha parte a Companhia enviou um pedido para o Hospital e fui informado pelo mesmo que tinha uma consulta marcada , pensando eu que finalmente os problemas relacionados com o implante realizado ficariam resolvidos. Mas quando fui atendido no dia marcada o Dr. Silva Marques não fez nada alegando que a Companhia só tinha autorizado uma consulta e não qualquer tipo de tratamento e o mesmo fez um relatório a pedir autorização para tratar dos problemas em questão . Mais uma vez perdi tempo, gastei combustível e paguei parqueamento e saí de lá 5 minutos depois sem nada resolvido. Foi marcada nova consulta para três semanas depois e eu continuei sem dente a frente durante esse tempo. No dia dessa consulta que só demorou 5 minutos ele finalmente apertou a coroa no implante colocado na gengiva e perante o meu desagrado disse que além da culpa ser da Companhia por não ter dado autorização antes que a diferença entre o meu incisivo central e a coroa colocada eram perfeitamente normais porque o meu dente tinha uma cobertura de esmalte e a coroa era feita de cerâmica e vim embora com algo estranho na minha boca que nada tinha a ver com o que seria suposto e quando falei com outras pessoas que já tinham colocado implantes até porque cada dente têm dimensões diferentes porque a coroa é feita de acordo com o dente natural que vai substituir nenhum delas achou isso natural nem normal. Por isto tudo só posso demonstrar o meu total desagrado e insatisfação porque além de todas as deslocações que fiz para o hospital em questão , do combustível que gastei e parque que tive que pagar, andei mais de um mês sem um dente a frente , foi me colocada uma coroa com dimensões totalmente descabidas e que nada têm a ver com o dente que foi substituir e com o dente do lado que era o que seria suposto caso tivesse sido realizado um trabalho bem feito porque os meus incisivos centrais eram perfeitamente simétricos e assim deviam ter continuado mesmo com a coroa que foi colocada, mas ninguém quis assumir o erro. Ou o molde da coroa em questão foi mal efetuado ou o laboratório não construiu a coroa de acordo com as dimensões correctas e eu é que me sinto lesado no meio disto tudo. Perante a justificação e resposta do Dr em questão que é totalmente descabida e inaceitável pretendo que a Companhia resolva este meu problema que nunca devia ter existido caso tivesse sido realizado um trabalho em condições. Como mencionei anteriormente tenho vários seguros com a Companhia e sempre os paguei atempadamente e só pretendo ficar satisfeito quando por qualquer motivo tenho que recorrer aos mesmos. Aguardo uma resposta da vossa parte para assim resolvermos esta questão que já dura há demasiado tempo e que só me causou danos e diversos custos que eram evitáveis . Depois de ter realizado uma exposição dos factos relatados a Companhia de Seguros Fidelidade foi me dada razão relativamente a minha queixa por parte da Secção de Sinistros da Companhia e do Médico Especialista pertencente a mesma , após isso foi me marcada um nova consulta para o Hospital da Luz de Setúbal mas desta vez para o Dr. João Costa pensando eu que o meu problema finalmente ficaria resolvido mas enganei me redondamente porque além de não ter mexido no implante em questão alegando por diversas vezes a falta de autorização por parte da Companhia e a mesma informou me que estava tudo devidamente autorizado. Fui a esta Unidade Hospitalar por diversas vezes sendo consultado pelo Médico em questão que chegou inclusive a tirar me um molde para ser fabricada uma nova coroa de acordo o que era pretendido e disse me inclusive que eu não sairia de lá sem estar devidamente satisfeito, tal facto não se verificou porque depois de tudo informou me que ainda não estava tudo autorizado e que não valia a pena mexer no implante que deu origem a minha queixa. E ainda fiquei com um problema no dente ao lado porque o Médico em questão informou me que o mesmo estava com uma camada muito grande de esmalte e desbastou para ficar mais parecido com a coroa que deu origem a minha queixa , tal facto fez com que um dente que estava bom ficasse mais fraco e há três dias atrás começou a deteriorar se. Ou seja desloquei me várias vezes sem necessidade, perdendo tempo, dinheiro , não fui tratado devidamente como seria suposto e ainda fiquei com um problema inexistente. Pretendo saber quem se vai responsabilizar e me ressarcir por todo o tempo, gasóleo e parqueamento que paguei do meu bolso para nada e também quem vai se responsabilizar pelos danos num dente que estava bom antes de ser mexido. No meio deste processo todo recebi uma carta da Companhia a informar me que o meu seguro ia ter um agravamento de cerca de 33% . Cumprimentos Paulo Santos
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