Reclamações públicas
1. Envie a reclamação para a empresa
Siga o nosso passo a passo para fazer a sua queixa chegar à empresa.
2. Veja a resposta
Receberá uma notificação por e-mail quando a empresa responder à sua queixa. Para ler a resposta completa, basta ir à página "As Minhas Reclamações", disponível na sua área pessoal do site.
3. Não ficou satisfeito com a resposta? Ou a empresa não respondeu?
Entre em contacto connosco
Cobrança indevida e pedido de restituição do dinheiro
Exmos. senhores, No passado dia 29 de outubro recebi um email que me informava que a minha subscrição prime tinha sido renovada e, por conseguinte, me tinha sido debitado um valor de 89,99€. Ora, acontece que nunca, em momento algum, eu assinei a dita subscrição, de forma explícita. Liguei para a assistência ao cliente, a solicitar que me devolvessem o montante em questão, ao que me informaram que eu teria, supostamente, assinado a subscrição quando adquiri um voo Lisboa-Bolonha, no dia 25 de setembro - subscrição essa, pasme-se!, que teria sido acionada quando selecionei a opção que não apresentava taxas! Ao selecionar opção não ficou explícito, em nenhum momento, que estaria a subscrever um serviço mais elevado e que iriam proceder - passado um mês - à cobrança do montante em questão, pelo que considero que estamos perante um caso de flagrante má-fé e, até, ilegalidade. Aproveito para informar os excelentíssimos senhores que estas práticas, para além de abusivas e moralmente muito duvidosas, são ilegais, ao abrigo dos art. 4.º, n.º 1 alíneas d), e), g), h), i), j), DL 24/2014; ao abrigo do art. 5.º, n.º 1, DL 24/2014 (obriga a que as informações sobre o contrato sejam prestadas de forma clara, compreensível e com respeito pelos princípios da boa-fé e da lealdade, algo que foi, flagrante e escandalosamente violado pela prática em questão); do art. 6.º, n.º 1, DL 24/2014 (exige que o prestador do serviço confirme a celebração do contrato, em suporte duradouro e no prazo de cinco dias úteis, o que não aconteceu, dado que não recebi informação nenhuma em como tinha subscrito o serviço); e do art. 9.º, n.º 1, DL 24/2014 (o contrato celebrado não prestava, de forma clara, as informações requeridas, pelo que é nulo). Adicionalmente, o art. 10.º, n.º 1, DL 24/2014, estabelece que o consumidor tem o direito a resolver o contrato, sem quaisquer custos, no prazo de 14 dias a contar da cobrança do montante em causa. Assim, fazendo uso destes factos e preceitos legais e ao abrigo do art. 12.º, n.º 1, DL 24/2014, que obriga a que o prestador do serviço reembolse o consumidor, no prazo de 14 dias a contar da data em este resolve o contrato, venho, por este meio, solicitar a devolução imediata do montante em questão (89,99€), pretendendo que o estorno seja restituído à minha conta bancária, de onde nunca deveria ter saído, e reservando-me a possibilidade de tomar medidas mais sérias, caso não seja devidamente atendido. Cordialmente, Dinis Dias Teles
Situação gravíssima em malta e falta de resposta da logitravel
Absolutamente desagradada com este empresa de viagens. NÃO ACONSELHO A NINGUÉM. Marquei com a Logitravel uma semana de viagem para Malta. No dia 28 de agosto, por recomendação da agente, mudámos para o Windsor Hotel, por ser um hotel mais próximo do aeroporto e 4*. Em vários anos enquanto viajante e tendo já percorrido muitos países, nunca me deparei com uma situação assim. Desde o rececionista extremamente antipático, um elevador que mal funcionava, corredores sujos, quarto com um cheiro absolutamente insuportável (a cigarros e outras substâncias), toalhas encardidas, cortinados furados de cigarros, mobilia partida e tudo, tudo, tudo, degradado . Após esta primeira experiência, tentámos, por várias vezes, falar com o rececionista para nos mudar de quarto, tendo em conta que o cheiro era de tal forma intenso que impossibilitava a nossa estadia. A solução dele, após várias insistências, foi pedir a uma funcionária para nos dar um ambientador! Abordámos várias pessoas que tinham chegado ao mesmo hotel e estavam todas igualmente estupefactas com a sujidade, barulho, cheiro a cigarros e outro tipo de substâncias e falta de condições do mesmo. Após o sucedido, passámos o resto da nossa tarde em contactos com a Logitravel para que nos arranjassem uma solução. Abriram uma "emergência" por volta do 12:38h de Portugal. O resultado? Absolutamente nenhum. Perdemos um dia inteiro a ligar para a Logitravel para que nos dessem resposta e nos solucionassem o problema: não nos foi dada nenhuma resolução!! Às 19:30h, por nossa própria iniciativa, voltámos a tentar falar com o rececionista e, após um longo período e com diversas ameaças, resolveu dar-nos outro quarto. Tal não foi o nosso espanto, quando chegámos ao nosso "novo" quarto e abrimos as camas do hotel! BICHOS E DEJETOS DE ANIMAIS. Nunca, mas nunca, tínhamos visto um hotel assim. Este hotel coloca em risco a saúde de qualquer viajante, é assustador tudo o que observámos. Como é natural e porque a saúde está em primeiro lugar, POR DECISÃO NOSSA E PORQUE TIVEMOS 0 RESPOSTA, optámos para mudar para outro hotel. O nosso pesadelo começou ao 12:30h e terminou às 21:30h da noite! Perdemos um dia INTEIRO de férias e sem qualquer tipo de acompanhamento. Apresentámos queixa à Logitravel no dia 28 de agosto (a pedir o reembolso do novo hotel e uma compensação financeira), estamos a 30 de outubro e a resposta é NENHUMA. Ligamos várias vezes e o que nos dizem sempre é que estão à espera da resposta do hotel. COMO É POSSÍVEL, passados dois meses e com uma situação gravíssima?
Devolução e Ausência de Resposta
Efetuei uma reserva através da plataforma Stayforlong para uma estadia em Madrid, em julho. Ao chegar ao local, deparo-me com um quarto que não correspondia à descrição apresentada no site , pois foi-me dado um quarto partilhado com mais duas pessoas, algo que nunca reservei nem constava na informação disponibilizada. Em conjunto com o próprio hotel, verificámos que a informação no site da Stayforlong está incorreta, e o hotel nem sequer dispõe de quartos privados, ao contrário do que é anunciado na plataforma. Por esse motivo, não usufruí da reserva, já que não aceitei ficar num quarto partilhado com desconhecidos. Desde então, estou há mais de 4 meses em trocas de emails com a Stayforlong, que demora eternidades a responder e ainda não resolveu o problema. O hotel já confirmou por escrito que o erro é da Stayforlong, que devem proceder ao reembolso integral e corrigir a informação errada no site. Mesmo assim, a situação continua sem qualquer resolução. Anexo as trocas de emails com o hotel e com a Stayforlong, onde é claramente reconhecida a falha da plataforma. A falta de profissionalismo e ausência de resposta é de lamentar.
Serviços prestados e não foram pagos
Exmos. Senhores, Na qualidade de antiga consultora de viagens da empresa iCliGo, apresento reclamação relativa à falta de pagamento de comissões referentes a vendas efetuadas durante o período em que mantive vínculo contratual com a empresa. Entre o final de 2024 e o início de 2025, realizei diversas reservas de viagens confirmadas e pagas pelos clientes. O pagamento das respetivas comissões estava previsto apenas após a realização das viagens, várias das quais ocorreram em setembro de 2025. Em agosto de 2025, recebi comunicação da iCliGo informando a suspensão imediata da minha conta, com base numa alegada denúncia anónima e numa suposta violação da cláusula de não concorrência. Para fundamentar a decisão, a empresa apresentou “prints” de mensagens privadas retiradas de um grupo de WhatsApp, o que considero uma violação da privacidade e do RGPD, por se tratar de conteúdo privado obtido sem consentimento. Importa salientar que todas as reservas que originam as comissões reclamadas foram efetuadas antes da data da suspensão e enquanto o contrato ainda estava em vigor. Assim, as comissões decorrem de trabalho efetivamente prestado e aceite, não podendo ser anuladas por uma decisão posterior. O direito à comissão nasce no momento da concretização da reserva, sendo o pagamento apenas diferido por motivos administrativos. A recusa da empresa em proceder ao pagamento constitui enriquecimento sem causa (art.º 473.º do Código Civil) e viola o princípio da boa-fé contratual (art.º 762.º do mesmo Código). Após a suspensão, enviei à empresa: Carta registada com aviso de receção (19/09/2025); Reclamação no Livro de Reclamações Eletrónico, à qual responderam recusando o pagamento; Nova carta formal, com envio da fatura das comissões devidas, sem que até à data tenha obtido resposta. A iCliGo justifica a recusa com o facto de as viagens terem ocorrido após o fim do contrato (check-out em setembro de 2025). Contudo, essa interpretação é incorreta, uma vez que as vendas — e, portanto, o direito às comissões — foram realizadas durante o período contratual. O pagamento diferido não altera o momento em que o direito se constitui. Deste modo, venho solicitar a intervenção da DECO para: Mediar a situação junto da iCliGo e promover o pagamento das comissões vencidas; Avaliar o eventual incumprimento contratual e violação do princípio da boa-fé; Analisar o possível uso indevido de dados pessoais (RGPD) no processo. Em anexo, junto fatura emitida e provas das reservas efetuadas com datas e valores correspondentes. Procuro apenas ver reconhecido e pago o trabalho desenvolvido de boa-fé, esperando uma resolução célere e justa. Com os melhores cumprimentos, Dina Barata
Conduta abusiva e cobrança indevida por parte de funcionários da Wizz Air
Prezados, No dia 23 de outubro de 2025, tive um voo da Wizz Air de Lisboa para Cluj-Napoca (W43410), com partida prevista para as 18h10. Recebi um e-mail da Wizz Air informando que o voo estava atrasado, e que o embarque começaria às 19h35; no entanto, o voo decolou apenas por volta das 20h00. Cheguei ao balcão da Wizz Air às 18h10 para despachar uma mala de 20 kg (cuja taxa de €40 já havia sido paga antecipadamente). Contudo, os funcionários recusaram-se a aceitar a bagagem, alegando que o check-in já estava encerrado — mesmo com o voo atrasado e o embarque programado para muito mais tarde. Como consequência, fui obrigada a descartar produtos líquidos no valor de mais de €100, que estavam dentro da mala. Ao tentar explicar a situação aos funcionários da Wizz Air no portão de embarque, eles levantaram a voz, foram agressivos e desrespeitosos, e até ameaçaram nos impedir de embarcar (eu e meu marido), dizendo que tinham esse poder — sem qualquer motivo justificável. Para poder embarcar, fui obrigada a pagar novamente €72,50 pela mesma mala de 20 kg, já paga anteriormente. Recebi apenas uma fatura no valor de €65, o que não corresponde ao montante cobrado. Essa discrepância levanta sérias dúvidas quanto à falta de transparência e possíveis irregularidades financeiras. Além disso, a Wizz Air não ofereceu qualquer solução alternativa durante o ocorrido. Toda essa situação causou forte ansiedade e sofrimento emocional, que cheuguei a apresentar uma pequena hemorragia devido ao estresse. Tal comportamento e falta de empatia por parte dos funcionários da companhia aérea são totalmente inaceitáveis. Após apresentar uma reclamação diretamente à Wizz Air, recebi apenas uma resposta automática, sem qualquer relevância ou relação com a minha situação, demonstrando total desconsideração pela gravidade do ocorrido.
falta de esclarecimento ao cliente
tenho uma reserva na KLM. Enviei um email para portugal@klm.com no qual relatei uma situação e pedi esclarecimento. A resposta foi totalmente vazia e a duvida permaneceu. Enviei novo email, RECLAMANDO DA FALTA DE ATENÇÃO E DESCASO COM O CLIENTE e sequer me responderam
Recusa de devolver transferência criada p menor
Bom dia venho com este meio reclamar açao muito GRAVE deste agência!Cobraram dinheiro da minha filha menor,sem autorização dos pais p uma viagem no estrangeiro, não querem devolver o dinheiro da prestação recebida,assim tenho avançar com uma açao legal. Apesar de receber dinheiro de menores,a gravidez do assunto é na forma como eles agem sem explicar aos meninos q precisam das autorizações dos pais e q nunca irão receber dinheiro de volta e,quando contactar a agência eles acham de ficar na razão sem um minimo de comprovativo assinato,vamos ver como vai acabar este assunto,obg cumprimentos
Cobrança indevida e falta de transparência no serviço Via Verde
No dia 11/10/2025 levantei um carro na Record Go Porto que devolvi no dia 18/10/2025. Durante o levantamento, deixei claro varias vezes que não queria o serviço Via Verde, pois éramos um grupo e dividiríamos as portagens. O funcionário insistiu repetidamente, dizendo inclusive que poderia passar num portico normal e ser cobrado também na Via Verde, o que me levou a aceitar contrariado. Assinei um documento apresentado como sendo "apenas por causa da Via Verde", sem qualquer referencia a custos adicionais ou taxas de gestão. Após a devolução, foram-me cobrados 52,81 euros, retirados da caução de 200 euros, quando as portagens reais rondam 35 euros. Enviei um e-mail ha 4 dias sem resposta e passei 4 dias a tentar ligar para o numero indicado pela Record Go para o serviço Via Verde, sem que ninguém atendesse. Só quando liguei diretamente para o escritório do Porto me confirmaram que havia um custo adicional - informação nunca comunicada nem durante o levantamento nem durante a minha oposição a aceitar o serviço. Esta situação demonstra falta de transparência e pressão indevida sobre o cliente, configurando uma ma pratica comercial. O cliente e levado a aceitar um serviço que não deseja, sem ser informado do custo. Solicito o reembolso da diferença entre o valor cobrado e o efetivamente gasto em portagens, bem como a garantia de que o serviço Via Verde seja sempre opcional, sem pressão e com explicação clara dos custos.
Não levantamento do carro no aeroporto
Exmos. Senhores, venho agora por este meio apresentar a minha queixa contra a Record go. Estou totalmente insatisfeita com a empresa e não há qualquer vontade por parte da mesma de esclarecer a situação. Nem um pedido de desculpas. Voamos para Portugal, com 2 crianças, alugamos um carro com a empresa. O voo era às 21h35 (hora Suíça), liguei de manhã para confirmar tudo, horas, cadeiras para as 2 crianças, deixar claro o nr de voo para poderem acompanhar. Foi-nos dito que após as 23h seria cobrada uma taxa fora de horas. À qual concordei sem qualquer problema. No embarque confirmamos ao telefone que estávamos a sair. À chegada, ninguém nos atende o telefone. Ficamos apeados no aeroporto com 2 crianças às 23h30. Lamentável. Safou-nos outra rent a car. Mas perdemos dinheiro. Ao qual a Record go se descarta porque a reserva foi feita através do site da easyjet. Mas a falha e irresponsabilidade foi totalmente e só da Record Go. Lamentável toda esta situação. Dirigimo-nos ao escritório deles no Porto no dia a seguir e nada de ajuda. Fizemos queixa por email, ao qual também de descartam de toda a responsabilidade. Queixa feita também através do site da easyjet, onde foi feita a reserva. Queixa aqui na DECO protest e assim seguiremos até sermos reembolsados pelo montante que pagamos pelo aluguer de um carro inexistente.
Impedimento embarque
Ontem, 28 de outubro de 2025 por volta das 17:56 fui fazer o check-in para um voo com destino a Paris. Com a posse do meu passaporte brasileiro válido, cartão de residência caducado, mas com comprovativo de renovação (artigo 17 da lei nº 37/2006 de 9 de agosto, taxas pagas, certidão de casamento, declaração de efetividade laboral, sob o abrigo do artigo 82, numeros 6 e 7 das Lei 23/2007 que comprova a minha legalidade em Portugal fui impedida de embarcar no voo da vueling (FIFVPZ) porque uma decisão de quem estava no atendimento do check-in ou por normas impostas pela empresa, as quais não estão claras ou expostas no site. Assim, venho por este meio solicitar a indenização deste voo, bem como dos voos que perdi Paris-Roma, Roma-Lisboa, e dos alojamentos em Paris e Roma. Ainda venho reinvidar uma multa por danos morais e pelos danos emocionais significativos sofridos por mim e especialmente por minhas primas que visitam a europa pela primeira vez.
Precisa de ajuda?
Pode falar com um jurista. Para obter ajuda personalizada, contacte o serviço de informação
