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150€ para limpar o banco do carro do Bolt
Venho por este meio comunicar que na noite passada (já do dia 10 de junho) entre a 1:30 e 2 da manhã, apanhámos um bolt (matrícula 18 RO 74) eu, Manuel Patela e uma colega, em Braga, desde a Rua Quinta dos Passos 20. Ao chegar ao destino, a minha colega sentiu-se mal e vomitou por cima dela. Sujou a sua roupa e um pouco do banco do carro do motorista. O mesmo, Rafael, começa a falar-nos agressivamente e a exigir 150€ para pagar a limpeza. Limpámos o carro e dissemos-lhe que não tinhamos como pagar tal quantia, agarrou-me o braço violentamente e disse que não nos deixava sair dali enquanto não pagássemos 150€, (detalhe que o banco ja estava limpo). Pesquisámos, mais tarde, que o máximo que nos podia pedir eram 50€, e qualquer quantia exigida, para além dessa, seria considerado inaceitável. Tentei apresentar queixa no próprio site da uber, para além de ter tentado também encontrar um número de telefone ou email onde pudesse apresentar queixa. Nada foi resolvido.A situação toda foi inadmissível, um reembolso seria o mínimo a ser feito, pelos danos morais e monetários causados pelo motorista.
Falta de apoio ao consumidor
Há dois dias fiz uma viagem na bolt e esqueci uma mala com meus documentos de identificação, cartões bancários e chaves de casa sendo estes os mais importantes!Falei com o motorista no qual me certificou que a mala estava realmente dentro do carro no qual eu havia feito a viagem. O motorista me pediu que voltasse a comunicar no dia seguinte. Assim passei todo o dia na tentativa de um contacto com o motorista atrás da App/ e-mail e chamadas nenhuma resposta obtida da parte da Bolt .Mesmo estando dentro das 24h onde supostamente nos disponibilizam o contacto com o motorista, mas não tive nenhum sucesso. Não tenho qualquer tipo de resposta. Gabriela Silveira
Cancelamento dois voos sem indeminização
No dia 21/05/2023 a companhia aérea EasyJet cancelou o meu voo de Toulouse - Lisboa. O voo partia às 22h40 de Toulouse e foi cancelado às 17h46. Procedi à alteração gratuita do voo para o dia seguinte 22/05 que partia de Toulouse às 22h55 e foi igualmente cancelado às 19h00 desse mesmo dia. Ambos os voos foram cancelados sem motivo aparente. Tive de comprar um voo da Ryanair para o dia 24/05 pois os voos no dia 22/05 eram de custo inviável. Feito o pedido de reembolso, a companhia aérea reembolsou o voo comprado por mim da Ryanair, e a alimentação do dia 22 e 23. Pedi a indeminização dos 250€ por voo cancelado, neste caso dois voos, pois fiquei mais 4 dias que o suposto em Toulouse (Domingo à noite 21, Segunda 22 , Terça 23 e Quarta manhã 23). A indeminização foi recusada pois alegam atrasos no aeroporto de Lisboa e falta de tripulação de reserva para operar os tais voos cancelados. Segundo os direitos dos passageiros aéreos da UE o voo cancelado não tem direito a indeminização caso hajam situações como ataques terroristas, COVID, alterações climáticas e greve. Uma vez que nenhuma destas situações se comprova, venho expor o meu desagrado à empresa EasyJet, pois perdi 3 dias de trabalho fora de minha culpa e sem retorno monetário de compensação.
Easy Jet cancelamento vôo EJU6739 de 08/06/23
Venho por este meio denunciar que, após comunicação do cancelamento do vôo em epigrafe, os passageiros foram mantidos no avião mais de 1 hora, durante a qual a tripulação forneceu informações que se demonstraram falsas:- garantiram assistência em terra, após o desembarque, através de fornecimento de vouchers para refeições, alojamento e transporte- aconselharam a utilizar a app para agilizar essas operações- informaram que no dia seguinte, para os passageiros desse vôo seria criado um rescue flight no horário morto da manhã.quando finalmente conseguimos desembarcar, deslocámo-nos ao balcão da Easy Jet do T1 e demorámos algum tempo a perceber que tinhámos sido ludibriados: no balcão apenas havia um funcionário que declarou não ser da Easy Jet, que a Easy Jet não tinha balcão em Lisboa e que a sede da companhia é em Londres. Isto passou-se por volkta das 23:00 e a certa altura o balcão foi encerrado.Resumindo, todas as informações que a tripulação nos deu no avião eram falsas:- não houve qualquer hipótese sequer de receber vouchers para refeições, hotel ou transporte, e as pessoas que não eram residentes em Lisboa ficaram completamente abandonadas- a app apenas possibilitava a alteração/substituição do vôo cancelado ou o pedido de re-embolso- não foi creado nenhum rescue flight para nos compensar do cancelamento, e o primeiro vôo disponível era apenas 2 dias depois (vôo TAP 1450 das 15:00 de dia 10/06).Conseguímos através da app reagendar o vôo para dia 10/06, mas entretanto perdemos 2 noites de Hotel já pagas no destino e uma entrada num Museo (Jardim Majorelle).Exijo que a Companhia me compense destas despesas causadas pelo cancelamento do vôo, já que não me pode devolver os 2 dias de férias que perdi.Não aceito que a substituição do vôo exonere a companhia de qualquer outra compensação, pois a maneira como a situação toda foi gerida foi inaceitável e fraudolenta e a maneira como os passageiros foram tratados foi absolutamente disumana e humiliante.
Cancelamento de um voo
Tínhamos voo ontem destino lisboa-madeira, quinta feira dia 8 e após estarmos dentro do avião cancelaram o voo pois não tinham como regressar ao aeroporto de lisboa à uma da manhã e “precisavam do avião de manhã “. Após termos saído do avião dirigimos ao balcão que nos indicaram pois a aplicação da easyJet não estar a funcionar. Balcão este que disse que não conseguia fazer nada. Não tivemos direito nem a comida nem a hotel e tivemos que passar a noite no aeroporto. Continuamos sem resposta da companhia e a aplicação continua a não funcionar
Bilhete cancelado
Venho por meio desta, reclamar da empresa aérea TAP, pois comprei um ticket para o Brasil para maio do ano passado, mas não pude viajar, liguei para a companhia aérea TAP antes do voo, e conversei com eles, para ver o que poderíamos fazer.O funcionário disse-me que poderia ser suspenso por uma ano, o qual solicitei a suspensão até maio/23.Estou tentando entrar em contato com a empresa desde março/23, não consigo, envie já dois emails, entro no site, meu caso está em análise.Consegui falar com um funcionário no dia 07.06 p.p., ele disse-me que esse bilhete estava cancelado.Não aceito isso, pois já comecei a procurá-los para resolver essa questão e não obtive nenhuma resposta.Por isso, estou fazendo uma reclamação ao deco.proteste.pt , pois quero um contato com a TAP.atenciosamenteIracy Oliveira
Arrancaram uma roda da mala de viagem
No dia 23/11/2022 viajei do Aeroporto de Amesterdão Schiphol para o Aeroporto de Londres Luton. Na recolha da bagagem reparei que a minha mala não tinha 1 roda na parte de trás, que sustem a maior parte do peso. Depois de várias horas à espera, consegui preencher a reclamação da bagagem danificada onde me foi dito que eu teria o reembolso total, uma vez que, considerando os poucos dias (4 dias) que eu ia estar em Londres, não daria tempo para me enviarem uma mala nova. Dessa forma, questionei a melhor solução e o colaborador do aeroporto disse-me que eu podia comprar uma mala na loja do aeroporto que me fariam o reembolso total dessa mala. O mesmo me foi dito pelo vendedor da loja de bagagens dentro do aeroporto. Visto ser uma mala de 25 kg e como não me pareceu conveniente passear por Londres com os meu pertences nos braços, comprei a mala mais barata que correspondesse à mala que eu tinha inicialmente. O vendedor assegurou-me que era a mala mais barata para o tamanho que eu pretendia, visto que, as minhas coisas tinham que caber na mala novamente. Mais uma vez, foi-me assegurado que ia ser reembolsado o valor total desta nova mala. A mala comprada custou 130£. Depois de vários meses à espera de uma resposta para a reclamação inicial, disseram que me iriam enviar uma mala nova. Visto já ter uma e não necessitar de outra, recusei esta solução e expliquei o que me foi dito por ambos os trabalhadores do aeroporto. Relembro que me arrancaram uma roda, não foi uma amaçadela ou um risco, a mala ficou completamente inutilizável. A mala que eu tinha inicialmente custou 50€ e como eu recusei receber uma mala nova, a Easyjet achou que devolver 50% do valor da mala danificada era suficiente. Esta mala foi comprada em setembro de 2019 e só voltou a ser usada nesta altura. Antes desta viagem, viajei do Porto para Amesterdão na Ryanair sem qualquer problema na mala.Portanto, das 130£, cujo reembolso total me foi garantido mais do que uma vez, estavam a tentar compensar-me com 25€. Expliquei várias vezes a situação e subiram o valor para 75%, ou seja, das 130£ vão-me pagar 37,50€. Visto que esta situação já se está a arrastar desde novembro, dei as informações para o pagamento mas questionei onde fazer uma reclamação formal. Claro que não me responderam a esta pergunta, daí estar aqui a expor a situação.Acho inadimissível a Easyjet não se responsabilizar por um dano tão grave e os colaboradores passarem informações completamente diferentes para enganarem o cliente.A única coisa que eu quero é que o me foi prometido, que foi os 130£. Nem vou falar do cansaço que é estar à espera que a situação fique resolvida.
objecto deixado no veiculo
Venho por este meio solicitar a vossa ajuda na seguinte situação: no dia 03 de Junho de 2023 a minha filha foi de TVDE de Linda a Velha ás 20.28 para a Rua Ilha dos Amores em Lisboa onde chegou com o motorista- Sr. António ás 20.52. Após detetar que deixou no veiculo( propriedade da empresa Pedro Faisca, Unipessoal, Lda) os seus airpods, imediatamente na aplicação do Uber relatou o sucedido. Só lhe responderam na segunda feira,remetendo para o motorista. Já falamos com o gerente da sociedade que remeteu para o motorista, o qual tem sido bastante atencioso e até se ofereceu para testemunha. No entanto e apesar de todos os esforços e tendo conhecimento que após a viagem da minha filha o Sr António levou um senhor para a Rua Frei Francisco Foreiro nº 7 1150-166 Lisboa e conseguimos até ontem as 10.30 da manhã seguir o rasto do aparelho, o que temos registado.Em vão tentámos contatar a Uber para saber o contato ou o nome do senhor que ficou com os airpods, mas nada mais nos foi dito.Assim sendo, caso vos seja possivel agradecemos a vossa ajuda. O número que se encontra para contato da Uber não existe.CumprimentosMagda Nazaré
Greve dos comboios
Exmos. Senhores,Após ter sido anunciada greve parcial convocada pelo sindicato SFRCI, para o período compreendido entre o dia 5 de junho e o dia 5 de julho de 2023 e prevendo perturbações na circulação ferroviária, resta-me procurar alternativas para me deslocar até ao emprego, visto que a cp não apresenta serviços que correspondam ás minhas necessidades.Como tal, todos os meses ao dia 1 faço o carregamento mensal do passe e a greve foi anunciada apenas no dia 3, o que não permitiu procurar alternativas antes de fazer o pagamento do passe que não vou usufruir conforme nos meses anteriores.Assim, serve a presente missiva para prosseguirem com o reembolso do valor referido, invocando expressamente o cancelamento dos serviços do passe para o mês de junho.Aguardo resposta por escrito e reembolso do valor pago. Com os melhores cumprimentos,
Cobrança Indevida Portagens
Assunto: Cobrança Indevida de PortagensExmos. Senhores,Fui interpelada para proceder ao pagamento de portagens , devidas por passagens efetuadas em 2022, de uma viatura, matricula 78-45-LJ, que vendi em 2016, não estando em meu nome desde a data da venda.Como tal, esses consumos encontram-se prescritos, em conformidade com o disposto no art. 10º nº 1 da Lei dos Serviços Públicos Essenciais.Após a minha reclamação, indicaram-me que deveria identificar o condutor, caso contrário a responsabilidade do pagamento continuaria a ser minha.Respondi, indicando que não tenho acesso a essa informação, e ainda aguardo resposta.Neste momento tenho dois processos de dívida (Brisa e Lusoponte) dos valores, acrescidos de coimas, que verifiquei no portal das finanças.Assim, serve a presente missiva para me opor ao pagamento dos valores que me estão a ser cobrados indevidamente, e solicitar a extinção dos referidos processos e anulação da dívida.Com os melhores cumprimentos,Maria Inês Carvalho
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