Reclamações públicas

Consulte todas as queixas publicadas na plataforma Reclamar e encontre solução para um problema semelhante, relacionado com produtos e serviços. Saiba mais
J. V.
29/10/2026

MultiOpticas — Falta de transparência no Plano de Saúde Visual, custos inesperados e condições contr

Venho por este meio manifestar a minha profunda insatisfação com a forma como me foi apresentado e explicado o denominado “Plano de Saúde Visual” da MultiOpticas. Adquiri este plano em junho de 2025, confiando na informação que me foi transmitida pela colaboradora que me atendeu. Na altura, foi-me explicado que teria direito a trocar de óculos anualmente ou sempre que existisse uma alteração da graduação, sem custos adicionais. Foi com base nessa informação que avancei com a contratação, acreditando estar a aderir a uma solução vantajosa para cuidar da minha visão. No entanto, ao longo do tempo, fui descobrindo condições e encargos que nunca me foram devidamente explicados no momento da contratação e que teriam sido determinantes para a minha decisão. Em momento algum me foi explicado, de forma clara e inequívoca, que uma alteração da graduação que implicasse a substituição das lentes poderia prolongar o contrato por mais dois anos. Também não me foi esclarecido que, em caso de perda dos óculos, a cobertura não correspondia à substituição integral sem custos, mas apenas a uma parte do valor, acabando eu por ter de suportar despesas adicionais. Foi precisamente isso que aconteceu: perdi um dos pares de óculos e, ao contrário do que esperava com base na informação que me tinha sido transmitida, não tive direito a uma substituição sem custos. Acabei por ficar a pagar dois pares de óculos, suportando encargos que não tinha previsto e que não compreendi verdadeiramente quando aceitei o plano. Mas a situação mais surpreendente surgiu quando manifestei a minha intenção de cancelar o contrato. Só nessa fase me deparei com a realidade de que, afinal, os óculos não são meus e terão de ser devolvidos no final do plano caso não pretenda continuar. Além disso, ao questionar o cancelamento, foi-me indicado que, por já não ter o outro par de óculos que perdi para devolver, poderia ainda ter de pagar taxas adicionais. Como é possível pagar quase 800 euros por dois pares de óculos e, no final, descobrir que os mesmos não me pertencem? E como posso ser confrontado com custos adicionais e possíveis penalizações por condições que não me foram devidamente explicadas antes de assumir este compromisso? Os óculos são um bem essencial para o meu dia a dia, não um artigo dispensável. Se soubesse desde o início que estava a celebrar um contrato desta natureza, que os óculos permaneceriam propriedade da MultiOpticas, que teria de os devolver no final e que existiriam estas condições em caso de perda, alteração de lentes ou cancelamento, teria ponderado seriamente antes de aceitar. A designação “Plano de Saúde Visual” também contribuiu para a minha interpretação do produto. Acreditei que se tratava de um plano que me permitia gerir os custos dos meus óculos e beneficiar de determinadas vantagens ao longo do tempo, e não de um contrato com características de aluguer, obrigações de devolução e possíveis encargos adicionais que só fui compreendendo à medida que surgiam os problemas. Não estou a afirmar que não existam condições contratuais ou documentos associados ao plano. O que questiono é se essas condições foram efetivamente explicadas de forma clara, transparente e compreensível antes de eu tomar a decisão de contratar. Receber um contrato ou aceitar um débito direto não é, por si só, garantia de que todas as implicações práticas e financeiras tenham sido devidamente esclarecidas. O que mais me revolta é sentir que tomei uma decisão com base numa determinada expectativa e que, posteriormente, fui confrontado com uma realidade bastante diferente. Em vez de sentir que beneficiei de uma solução vantajosa, sinto-me enganado e prejudicado financeiramente. Depois de conhecer outras reclamações com relatos semelhantes, fico ainda mais preocupado com a forma como este produto está a ser apresentado aos consumidores. Quando diferentes pessoas relatam que só mais tarde perceberam que os óculos tinham de ser devolvidos ou que existiam custos e obrigações que desconheciam, considero legítimo questionar se a informação prestada no momento da contratação está a ser suficientemente clara. Perante esta situação, solicito: 1. A reapreciação integral do meu contrato, tendo em conta a informação que me foi transmitida no momento da adesão e as circunstâncias que levaram à minha decisão de contratar. 2. Um esclarecimento por escrito sobre todas as condições do plano, nomeadamente a extensão do contrato após alterações de graduação ou substituição de lentes, a cobertura em caso de perda, a obrigação de devolução dos óculos e os encargos associados ao cancelamento antecipado. 3. A discriminação detalhada dos valores que já paguei pelos dois pares de óculos, bem como de quaisquer montantes adicionais que a MultiOpticas considere serem da minha responsabilidade. 4. Uma solução justa e razoável que me permita resolver esta situação sem continuar a suportar encargos inesperados decorrentes de condições que não me foram devidamente explicadas. 5. Uma resposta clara sobre a forma como a MultiOpticas garante que os consumidores compreendem a verdadeira natureza deste plano antes de o contratar. Não pretendo obter vantagens indevidas nem fugir às minhas responsabilidades. Pretendo apenas que a situação seja analisada com seriedade e que exista transparência na relação entre a empresa e o cliente. Considero inaceitável que um consumidor avance com uma contratação acreditando numa determinada realidade e só mais tarde descubra obrigações financeiras e contratuais com um impacto tão significativo. Por tudo isto, deixo aqui a minha reclamação pública, na expectativa de que a MultiOpticas assuma a responsabilidade de analisar o meu caso e apresente uma solução concreta. Espero sinceramente que a MultiOpticas analise a minha situação e apresente uma solução justa, evitando que seja necessário recorrer a outras entidades para resolver este problema. João Pedro Vieira dos Santos

Em curso
M. M.
29/10/2026

Encomenda não recebida e sem reembolso

Efetuei uma compra no dia 28/09/2025 no site da GINOVA no valor de 79,93. Passado 1 mês fui informada pela revendedora SMOOTH SATURDAY que não existia stock dos tênis que comprei. Tentaram protelar durante semanas a perguntar se queria outra cor, outro modelo e outro tamanho. Respondi que queria apenas o reembolso porque passado 1 mês já não estava interessada sequer nos tênis porque já havia adquirido noutra loja. No dia 7/11/2025 A SMOOTH SATURDAY finalmente questionou qual o IBAN para efetuar a devolução. E aguardo até hoje 29/10/2026 (mais de 1 ANO DEPOIS) o reembolso do artigo. Todas as semanas envio email e dizem que lamentam e que vão tratar, mas isso nunca acontece. A GINOVA, responsável pela venda, uma vez que foi efetuada a compra no site da mesma, nem atende o telefone, nem responde aos emails porque diz que é um problema da empresa de Marketplace. Por sua vez a SMOOTH SATURDAY NADA FAZ, INDICA QUE VAI DEVOLVER O DINHEIRO E NADA!! É uma vergonha! Não comprem nada neste site e muito menos á SMOOTH SATURDAY QUE AGORA JÁ TEM SITE PROPRIO PORQUE A GINOVA JÁ NÃO VENDE NADA DESTE PARCEIRO, É UMA FRAUDE!!

Em curso
R. M.
29/10/2026

Serviço mal prestado

Exmos. Senhores, Venho apresentar uma reclamação formal relativamente ao funcionamento do cartão de crédito WiZink Moeve gow, ao qual aderi devido às vantagens anunciadas, nomeadamente o desconto de 0,17 € por litro de combustível nos postos Moeve aderentes. Desde a adesão ao cartão, não tenho conseguido usufruir desse desconto diretamente nos postos de abastecimento, uma vez que o cartão não é reconhecido pelo sistema para efeitos de aplicação do desconto. Esta situação não ocorreu apenas num posto específico. Já abasteci em dois postos Moeve diferentes, perto da minha residência, e em ambos me deparei com o mesmo problema. O mais incompreensível é que já contactei várias vezes o apoio ao cliente da Moeve para apresentar reclamações sobre esta situação. Embora, após esses contactos, me seja posteriormente reembolsado o valor correspondente ao desconto, o problema continua por resolver. Considero inaceitável que, sempre que pretendo abastecer, tenha de verificar se o desconto foi aplicado e, quando isso não acontece, perder tempo a contactar o apoio ao cliente para obter um reembolso que deveria ser desnecessário. A finalidade de um cartão com estas vantagens é permitir ao cliente usufruir delas de forma simples e automática, e não obrigá-lo a apresentar reclamações sucessivas para receber aquilo a que tem direito. Assim, solicito: A resolução definitiva da falha que impede o reconhecimento do cartão nos postos Moeve aderentes. A confirmação de que poderei usufruir do desconto de 0,17 € por litro de forma automática, sem necessidade de contactar repetidamente o apoio ao cliente. Uma explicação concreta para a persistência deste problema, apesar das várias reclamações já apresentadas. Uma resposta formal por escrito, com indicação das medidas tomadas para impedir que esta situação se repita. Saliento que os reembolsos posteriores não resolvem o problema de fundo: o incómodo, a perda de tempo e a necessidade de reclamar repetidamente por uma vantagem que deveria funcionar desde o momento da adesão. Aguardo uma resposta e uma solução definitiva, não apenas mais um reembolso pontual. Com os melhores cumprimentos, Rui Marques

Em curso
A. L.
29/10/2026

JUROS INDEVIDOS

Exmos. Sres. Remitido reclamação, pelos Juros Abusivos que a V/ instituição bancária trabalha. Estão completamente fora dos Juros maximos impostos pelo Banco de Portugal. Não entendo como continuam a practicar os cartões revolving, quando o cliente para pagar uma divida de 1000€ demora quase 10 anos. Agradeço que revisem a minha petição para revisão dos juros e restituição dos mesmos. Cumprimentos

Em curso

Cobrança indevida

Foi me cobrado indevidamente o valor de €6.84 na minha fatura da Vodafone sem que eu tenha aceitado qualquer serviço por parte da Go4Mobility. Nem sequer conhecia a dita empresa

Em curso
R. P.
29/10/2026

Recusa de troca de artigo com defeito

Exmos. Senhores, Assunto: Reclamação formal — Recusa de troca de artigo com defeito Venho por este meio apresentar uma reclamação relativamente à compra de umas cadeiras efetuada ontem, dia 28 de outubro, numa loja JYSK. Após a compra, constatei que o artigo apresentava uma deformação, motivo pelo qual me dirigi à loja para solicitar a respetiva troca. No entanto, o meu pedido foi recusado, tendo sido alegado que me tinham visto a fazer força para colocar os artigos no carro, insinuando que a deformação teria sido provocada por mim durante o transporte. Contesto esta justificação, uma vez que demonstrei no local que o tipo de deformação em causa não seria compatível com um manuseamento normal durante o transporte, exigindo uma força considerável para ser provocada dessa forma. A loja optou, ainda assim, por recusar a troca, sem que me tenha sido apresentada uma avaliação técnica que comprovasse que o dano foi causado por mim. Considero inaceitável que a responsabilidade por um artigo deformado seja atribuída ao cliente com base numa mera suposição, sem uma análise objetiva que sustente essa conclusão. Enquanto consumidor, espero receber artigos em condições adequadas e ser tratado com respeito quando comunico um defeito. Não considero razoável que a resolução de uma situação desta natureza seja recusada sem uma fundamentação objetiva. Assim, solicito a reavaliação da situação e a substituição do artigo por outro em perfeitas condições, sem qualquer custo adicional. Caso a loja mantenha a recusa, solicito uma justificação formal e fundamentada para a decisão tomada. Aguardo uma resposta e uma solução adequada para esta situação. Cumprimentos.

Em curso
S. S.
29/10/2026

IKEA Customer Relations: Dois pesos e duas medidas, chefias protegidas e colaboradores desrespeitado

A IKEA Alfragide no departamento de Customer Relations é uma vergonha. Aquilo parece um grupo fechado que se protege a si próprio, onde muita coisa se esconde, se abafa e as chefias se protegem umas às outras, com a ajuda da chefe de People & Culture, Lélia. Depois, quem acaba por sofrer são os colaboradores, que são tratados como se não tivessem direitos nem voz. Vejam os grupos whatsapp de Teams que existem entre chefias e as mensagens que por lá circulam sobre os colaboradores. Há mensagens em que se fala mal das pessoas, rebaixam quem trabalha e se fazem comentários que mostram bem o respeito que certas chefias têm por quem está no terreno. E depois, quando alguém fala, parece que ninguém sabe de nada e que está tudo bem. Também há situações relacionadas com a Team Leader caixas e afins de relações com colaboradores, incluindo o ex colaborador Brain, que é casado, e o EX CHEFE SEGURANCA Ricardo e muitos mais. Teams leader e chefias e departamento com comportamentos durante o horário de trabalho que merecem ser esclarecidos, uso telemoveis pessoais, mensagens que devem ser tidas em conta como para o ex seguranca na hora de trabalho, etc. Depois, as chefias de caixas e outras chefias sabem ou ouvem falar destas situações e fica a sensação de que tudo é abafado e de que há sempre alguém a proteger alguém, com People & Culture pelo meio. E os Frontliners e as chefias que deviam dar o exemplo? Há situações de pausas atrás de pausas, frontliners sentados na sala junto às caixas a conversar sobre assuntos pessoais e até a ver futebol, enquanto há trabalho para fazer. Mas aos colaboradores comuns exigem tudo, controlam tudo e tratam-nos mal quando alguma coisa não lhes agrada. Para uns parece haver regras e para outros parece que vale tudo. Afinal, para que servem tantas chefias e tantos Frontliners se nem sempre dão o exemplo, se há falta de organização e se os colaboradores continuam a ser os mais prejudicados? Está na altura de a IKEA olhar bem para o que se passa neste departamento e perceber se faz sentido ter tantas pessoas em cargos de chefia e tantas funções de Frontliner, quando é preciso melhorar a organização, a produtividade e a forma como as pessoas são tratadas. Não é normal que quem trabalha tenha de cumprir regras enquanto quem devia dar o exemplo parece estar acima delas. Não é normal que os colaboradores se sintam desrespeitados e que os problemas nunca tenham consequências. E muito menos é normal que se crie um ambiente em que as pessoas tenham medo de falar porque acham que as chefias se protegem umas às outras. A IKEA fala de valores, respeito e espírito de equipa, mas esses valores têm de existir na prática e não apenas nos cartazes. Está na altura de acabar com os favoritismos, com os silêncios e com esta sensação de que há pessoas intocáveis. Os colaboradores merecem respeito, as regras têm de ser iguais para todos e está na altura de rever seriamente o número de chefias e de Frontliners neste departamento. Porque ter cargos não faz de ninguém um bom líder, e quem não dá o exemplo não devia exigir aos outros aquilo que não faz.

Em curso
A. P.
29/10/2026

Má-fé contratual, falta de transparência e assédio - RE/MAX TOP II (Baião)

Venho solicitar a intervenção da DECO Proteste relativamente a uma grave situação de má-fé contratual e conduta abusiva por parte da agência imobiliária RE/MAX TOP II (gerida pela entidade legal Dd Vendas - Sociedade de Mediação Imobiliária, Lda., NIF 507457137). No âmbito do meu interesse no imóvel com a Ref. 122211050-701, agendei uma visita formal para o dia 09/11 às 10:00. Com base nesta marcação ativa e confirmada, fui induzido em erro pela agência, iniciando estudos de viabilidade e simulações de crédito habitação junto de uma entidade financeira intermediária parceira. Contudo, no dia 28/10, fui abruptamente notificado do cancelamento da visita sob o pretexto de que o imóvel fora vendido, tendo a proposta de compra sido aceite pela agência no dia 20/10. A retenção deliberada desta informação constitui uma postura de manifesta má-fé. A agência permitiu que eu prosseguisse com diligências bancárias e organizasse uma deslocação familiar com custos associados não reembolsáveis, sabendo perfeitamente que o imóvel já não se encontrava disponível há mais de uma semana. Adicionalmente, cumpre denunciar um padrão de atuação abusivo e opaco por parte da equipa de Baião. A agência recusa-se categoricamente a fornecer qualquer documentação ou comprovativo oficial por escrito relativo ao histórico e estado das propostas do imóvel, inviabilizando a transparência do processo. Para agravar o cenário, ao manifestar formalmente o meu desagrado perante este tratamento lesivo, passei a ser alvo de hostilidade e assédio por parte dos colaboradores da referida agência. Face aos danos patrimoniais e morais causados, exijo através desta plataforma: 1. O envio imediato por escrito da linha temporal oficial de propostas e comunicações deste imóvel; 2. Uma clarificação cabal dos procedimentos éticos da agência perante clientes com processos de financiamento em curso; 3. A indemnização/compensação integral pelos custos financeiros diretos não reembolsáveis decorrentes da deslocação inutilizada por negligência da RE/MAX; 4. A cessação imediata de qualquer conduta de intimidação, assédio ou hostilidade para com a minha pessoa. Anexo os comprovativos de comunicações eletrónicas, posso enviar em privado o início do processo de crédito e despesas efetuadas.

Em curso
G. S.
29/10/2026

iphone 18 pro max loja nos

Boa noite eu fiz uma compra do 1 phone 18 pro max, no dia 13 de setembro e a data prevista da entrega seria dia 18 de setembro e hoje e dia 29 de outubro ainda nao recebi o meu iphone 18 pro max bordo de 256 g e todos dias ligo pra saber da minha encomenda e ninguem me consegue responder sao quase 2 meses isso e uma total falta de respeito com as pessoas,

Em curso
C. S.
28/10/2026

Cobranças indevidas

Essa empresa está tentando debitar do meu cartão de crédito indevidamente

Em curso

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