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Produto trocado apoio ao cliente insuficiente
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação relativamente ao serviço da Bolt Food. No dia 30 de abril, realizei uma encomenda através da aplicação, no valor de 4,50€, com o número de pedido #XLXW1. No entanto, a encomenda recebida estava errada, não correspondendo ao que foi solicitado. Tentei resolver a situação através da aplicação, mas não obtive uma solução satisfatória. Face ao exposto, solicito a análise da situação e o respetivo reembolso do valor pago, uma vez que o serviço não foi prestado corretamente. Com os melhores cumprimentos,
Agressão Verbal e Ameaça de Agressão Física
Assunto: Pedido de apoio – incumprimento do dever de segurança e possível resolução contratual com justa causa Exmos. Senhores, Venho solicitar o apoio da DECO relativamente a uma situação ocorrida no âmbito de um contrato de prestação de serviços com o ginásio Fitness Factory Funchal. No dia 11 de abril de 2026, durante uma aula de CrossTraining, ocorreu um incidente grave no qual fui alvo de agressões verbais e de comportamento intimidatório com tentativa de agressão física por parte de uma pessoa não inscrita nem autorizada a permanecer na aula. A situação apenas não escalou devido à intervenção da instrutora presente. O incidente ocorreu na presença de testemunhas e terá sido registado por sistema de videovigilância. O facto foi previamente comunicado ao ginásio através de reclamação formal (Ref. ROR00000000045565136), contudo não foram adotadas medidas concretas de segurança, prevenção ou responsabilização dos intervenientes. Em resposta, foi me sugerido que rescindisse o contrato caso não me sentisse confortável, transferindo para o consumidor a responsabilidade pela falta de segurança. Considero que esta atuação configura possível incumprimento contratual, designadamente do dever de segurança inerente à prestação do serviço. Nos termos do artigo 798.º do Código Civil, o prestador de serviços responde pelo incumprimento das obrigações assumidas. Acresce o disposto na Lei n.º 24/96 (Lei de Defesa do Consumidor), que consagra o direito do consumidor à proteção da sua saúde, segurança e integridade física e psicológica. A situação teve impacto no meu bem-estar, tendo originado ansiedade associada à utilização do serviço. Face ao exposto, solicito o apoio da DECO para: Análise do incumprimento do dever de segurança por parte do prestador; Orientação quanto a eventual indemnização por danos não patrimoniais; Apoio na mediação junto da entidade prestadora do serviço. Agradeço desde já a vossa atenção e apoio.
Informação contraditória e impossibilidade de acesso a consulta médica
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar reclamação devido à informação contraditória e à impossibilidade de acesso a consulta médica, resultante de falta de articulação entre o SNS 24 e o Centro de Saúde de Sete Rios. No dia 30 de abril de 2026, pelas 8h00, dirigi‑me presencialmente ao Centro de Saúde de Sete Rios, acompanhada da minha mãe, com o objetivo de obter consulta do dia para ambas, conforme orientação direta do SNS 24, que nos informou não existirem vagas e que deveríamos deslocar‑nos presencialmente ao Centro. Refiro que na semana anterior seguimos exatamente o mesmo procedimento e, no Centro de Saúde, foi-nos indicado por um funcionário para regressarmos noutro dia, de manhã cedo, para tentar obter consulta. Assim o fizemos hoje, sem sucesso. No atendimento de hoje foi-nos comunicado que: - já não exista a modalidade de consulta do dia; - apenas seriam atendidas situações urgentes encaminhadas via SNS 24; - o nosso médico de família, Dr. Pedro Figueiredo, tem a agenda de maio totalmente preenchida; a agenda de junho ainda não se encontra aberta. Esta situação configura um encaminhamento sucessivo entre serviços, com informações contraditórias, sem que seja apresentada qualquer solução concreta ao utente. Lamento ainda o comentário proferido pela funcionária que nos atendeu: "Claro que se uma pessoa aparecer com sangue e/ou a cair, nós atendemos." Considero este comentário desadequado, pouco profissional e incompatível com um atendimento respeitoso e centrado na prevenção e no acompanhamento clínico. Importa ainda referir que apresentei reclamações presenciais no Livro de Reclamações do Centro de Saúde, face a esta situação, com os seguintes números: Reclamação n.º 16/4/26 Reclamação n.º 17/4/26 Saliento que existem necessidades clínicas concretas e devidamente fundamentadas, nomeadamente: - Necessidade de prescrição médica para administração de ferro por via endovenosa, após falência da terapêutica oral, por indicação hospitalar baseada em análises clínicas; - Necessidade de encaminhamento para o Hospital de São José, para equipa multidisciplinar, no âmbito de apneia do sono diagnosticada, de origem anatómica, com indicação para abordagem cirúrgica; - Existência de exames e análises, incluindo avaliação da tiroide, sem acompanhamento, após termos estado cerca de dois anos sem médico de família e ter perdido o acompanhamento da especialidade no Hospital de Santa Maria; - Relativamente à minha mãe, foi-lhe indicado no Hospital de Santa Maria, após cirurgia realizada em 5 de março, que deveria solicitar ao médico de família exames para avaliação da função renal, atualmente com valores abaixo do normal. Perante o exposto, solicito: - Esclarecimento formal sobre os procedimentos corretos de acesso a consulta; - Indicação de uma solução concreta que permita assegurar acompanhamento médico adequado; - Avaliação da articulação entre SNS 24 e Centro de Saúde, de modo a evitar a repetição deste tipo de situações. Atentamente.
Encomenda retida no Funchal
Exmos. Senhores/Senhoras, Venho reportar mais um problema de distribuição de encomendas relacionado com o numero de seguimento acima referenciado. Encontra-se depois de uma semana bloqueado no centro de tratamento de Funchal sem explicação! Jà apresentei uma reclamação no vosso site e também no Portal da Queixa pour enquanto sem resposta nem resolução. Não é a primeira vez que isto me acontece, jà entrei en contacto com a Amazon.es a pedir o reembolso se não houver entrega até ao 5/05. O vosso serviço no continente não tenho tido problemas mas na Madeira não funciona! a encomenda entrou nos vossos serviços em Lisboa no dia 13/04, chegou ao Funchal no dia 23 e até hoje encontra-se em espera! Não compreendo este comportamento, se não querem fazer entregas fora do Funchal avisem os clientes, mas a situação não é normal.
Falta de reembolso e de entrega
Fiz uma compra online no dia 14 deste mês à qual foi atribuído o número 68151103, e indicado que seria entregue em dois dias. Não recebi qualquer indicação de que havia um artigo que não estava disponível para entrega imediata, coisa que só percebi consultando a minha conta. Note-se que o valor total da encomenda foi de 181.44€, ou seja, o artigo em falta foi cobrado. Os dias foram passando e de cada vez que consultava o estado da encomenda, o prazo de entrega era aumentado. Decidi anular o artigo que não estava disponível e recebi, finalmente, um email dizendo que a encomenda estava a ser preparada. Continuo sem saber quando irei recebê-la, uma vez que não há qualquer indicação do prazo de entrega e não foi feito o reembolso do artigo entretanto anulado. Não existe no site qualquer indicação de apoio ao cliente, a única coisa que existe é um assistente virtual que não funciona e respostas dadas por um bot.
Cancelamento
No dia 30 de abril de 2026, contactei telefonicamente os serviços da Securitas Direct / Verisure para solicitar o cancelamento do contrato de alarme, com data de renovação a 8 de maio de 2026. Fui informada pelo operador que o cancelamento exige comunicação com 30 dias de antecedência, conforme consta no contrato. Contudo, em nenhum momento fui notificada pela empresa, por qualquer meio, de que deveria comunicar a intenção de cancelamento até ao dia 8 de abril. A ausência desta notificação prévia viola os deveres de informação ao consumidor previstos na legislação portuguesa. Venho por este meio comunicar formalmente a minha intenção de não renovar o contrato, com efeitos a 8 de maio de 2026, e solicitar confirmação escrita da cessação do mesmo.
Peça em garantia
No passado mês de Fevereiro de 2026 desloquei-me às instalações da Carby - S. M. Feira para reclamar acerca de um defeito no visor do ecrã central. Segundo a informação que obtive, é uma situação normal. O que acontece é que já se passaram vários meses e a troca do ecrã não foi efetuada, nem há previsão de quando poderá ser efetuada. O problema tem a haver com o importador da marca, o Grupo Salvador Caetano, que não se designa a encomendar a referida peça porque não é algo que imobilize a viatura. Em alguns casos a situação arrasta-se à mais de 6 meses. Assim sendo questiono o que poderei fazer legalmente para exigir a reparação em garantia o quanto antes, exigir indemnização pelo atraso na reparação, ou se tal for possível, a anulação da compra da viatura da qual sou proprietário desde Novembro de 2025. Agradeço a atenção dispensada e fico a aguardar por resposta
Serviço defeituoso após garantia de peça não trocada
Exmos. Senhores, Venho por este meio solicitar agendamento para resolução de litígio com a oficina Roady, relativo à minha viatura matrícula 09-FL-60 (Mini Cooper D). A viatura foi inicialmente entregue nas instalações da Roady porque não desenvolvia corretamente, tendo sido indicada a necessidade de reparação do turbo e substituição do servofreio. Importa esclarecer que, nessa altura, a viatura circulava normalmente e não apresentava qualquer bloqueio de rodas nem problemas no sistema ABS. Após a intervenção realizada pela Roady, incluindo a faturação de reparação do turbo, substituição do servofreio na fatura ( código do artigo CENT_1046 ), kit bomba de travão e mão de obra, a viatura passou a apresentar uma anomalia grave que antes não existia: após poucos quilómetros de circulação (cerca de 3 a 5 km), as rodas da frente aqueciam excessivamente e bloqueavam, impedindo a circulação normal e colocando em risco a segurança. Perante esta situação, recorri várias vezes à garantia junto da própria Roady, mas o problema nunca foi resolvido. A viatura regressava sempre com os mesmos sintomas ou em pior estado, apesar dos valores elevados já pagos. Face à falta de solução e à perda total de confiança, procurei outras oficinas certificadas. Na oficina Auto Eléctrica J. António Baptista, após análise técnica e substituição do módulo ABS, verificou-se que a origem da avaria estava relacionada com o kit de bomba de travões e servofreio. Após novos testes, concluíram que a peça anteriormente instalada no veículo era uma peça usada/original e não uma peça nova de concorrência, apesar de ter sido essa a peça faturada pela Roady e posteriormente confirmada por email pelo próprio estabelecimento. Ou seja, foi-me cobrada uma peça nova que afinal não foi efetivamente substituída, tendo permanecido a peça antiga no veículo, o que provocou danos no sistema de travagem e no módulo ABS, originando novas despesas e a privação prolongada do uso da viatura. Ao longo deste processo foram-me faturados diversos serviços e peças, totalizando cerca de 3.000€, sem resolução do problema inicial e com agravamento do estado da viatura. Possuo: faturas da Roady; faturas das oficinas posteriores; relatório técnico da oficina Auto Eléctrica J. António Baptista; fotografias da peça retirada; identificação da peça; trocas de emails com a Roady onde confirmam que alegadamente colocaram uma peça de concorrência; reclamação efetuada no Livro de Reclamações. Pretendo a devolução dos valores pagos indevidamente, o reembolso das despesas suportadas com novas reparações e indemnização pelos prejuízos causados, incluindo privação da viatura, transtornos, perda de tempo e danos sofridos. Solicito, assim, o respetivo agendamento para apresentação formal do processo. Com os melhores cumprimentos, Sara Alves
Fatura
Ola bom dia, gostaria de fazer um reclamação sobre minhas faturas de Gás da empresa Galp, todos os meses eu pago minha fatura por débito direto, desde agosto de 2025, no entanto agora chegou um fatura absurda de 493€ + uma de 155€ cobranças de meses anteriores no qual já tinha feito o pagamento, liguei lá e também fui ao posto de atendimento e me disseram que é referente ao ajuste do gás no qual e só estava pagando a taxa mínima, eu não estava ciente disto e agora não tenho condições de pagar este valor todo. Não estou de acordo com esta maneira que eles trabalham e eu não sabia disto. Irei encerrar meu contrato. Obrigado.
Rescisão contrato
A empresa rescindiu o contrato com a nossa empresa, mais de um ano antes de o poder fazer, invocando apenas que o valor que estava a cobrar era muito reduzido!
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