Reclamações públicas

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P. F.
31/07/2026
AHLC - Promoção Imobiliária

Incumprimento da devolução de sinal por cancelamento de contrato de pré-reserva

No dia 3/Julho/25 assinei um contrato de pré-reserva de um apartamento T0+1 num novo empreendimento designado Ribamar, da empresa espanhola Aedas Homes, através da sua representante em Portugal - Garvetur, aparentemente o escritório de vendas do empreendimento. Com a assinatura desse contrato, foi feito, no mesmo dia, um pagamento de um sinal no valor de 15.000€. Posteriormente, no dia 5/Ago do mesmo ano, isto é cerca de 1 mês depois, procedemos a um aditamento ao contrato original, para substituição da reserva do T0+1 por um apartamento T1+1. Esta alteração ficou oficialmente contratada a 8/Ago. Esta pré-reserva viria a ser confirmada a 8/Set, por uma empresa designada AHLC - Promoção Imobiliária, identificada no contrato como promotor, num contrato de Reserva. Nesta altura, era anunciada uma calendarização da obra com o inicio de construção previsto para o 1º trimestre de 2026 e a data de entrega do apartamento para o primeiro semestre de 2030. Em Abril deste ano, desloquei-me pessoalmente ao escritório de vendas para confirmar que se mantinha o calendário inicialmente anunciado, tendo tido a confirmação de que não havia nenhuma alteração aos planos iniciais. Ate aqui, nada disto é matéria de reclamação, apenas informação de contexto. No dia 24/Abr, apenas poucos dias após o meu contacto pessoal, fui surpreendido por um email (não um email de caráter pessoal, mas um mailing standard presumo eu enviado a todos os clientes com contratos de reserva asinados) a anunciar um novo calendário em que a obra estava agora prevista iniciar-se em Abril de 2027, isto é, cerca de 1 ano mais tarde do que o inicialmente previsto, e a solicitar a a minha assinatura de concordância com o novadats prevista para a assinatura do CPCV. Face a estas significativas alterações de calendário, mas sobretudo pelo desagrado quanto à forma impessoal, automática e insuficiente desta comunicação (só após um pedido de esclarecimentos fui informado que afinal a data de conclusão e entrega do apartamento estava agora prevista para 2030, e já não em 2028), decidi solicitar o cancelamento do meu contrato de pré-reserva. Esse cancelamento foi confirmado contratualmente a 30/Jun/26, estando nele explicitamente estabelecido que "a proprietária procederá à devolução do montante entregue a título de pré- reserva, sem qualquer penalização pela desistência dos clientes, efetuando a transferência bancária para a conta indicada pelos CLIENTES, no prazo máximo de 1 mês a contar da assinatura do presente documento, do montante de QUINZE MIL EUROS (15.000,00€)". Tendo esse prazo já expirado, estando portanto perante um incumprimento contratual, venho apresentar esta reclamação, solicitando do contratante incumpridor a respetiva reparação do impacto deste incumprimento.

Encerrada
A. G.
31/07/2026
Tokio School

Pedido de cancelamento de inscrição

Bom dia, Havia me inscrito no curso de programação da Tokio School no dia 04/03 (quatro de março) com muito interesse em terminar o curso e ter o certificado de conclusão do curso. Os dias foram passando e com isso problemas também apareceram, a plataforma não estava funcionando direito, queria começar a fazer o curso mas algumas aulas não estavam sequer abrindo. Depois de uns dias começou a funcionar. Até que no dia 13/06 (treze de junho) resolvi pedir cancelamento da minha inscrição no curso. Dia 15/6 (quinze de junho) me retornaram através de um email dizendo que a minha solicitação estava sendo analisada, no dia 23/06 (vinte três de junho) recebo uma ligação do curso e o senhor que me ligou me disse que não poderia fazer o cancelamento do curso pois deveria ter feito 14 dias após a inscrição e que estaria no contrato essa informação, e disse que o curso é ótimo e que seria muito bom que eu terminasse pois estaria fazendo uma ótima escolha. A única forma de “cancelar a inscrição” seria passando a minha inscrição para outra pessoa, mas com isso eu teria de continuar pagando sem fazer o curso até achar alguém que queira estar cursando. Pedi cancelamento pois eu realmente não posso continuar financeiramente e psicologicamente, mas mesmo assim negaram meu cancelamento e descobri que não é a primeira vez e nem será a última que negam um pedido de cancelamento.

Encerrada
P. S.
31/07/2026

Impossibilidade de ativação de Vouchers

Cópia de email colocado no Portal da queixa em 26/06/2026: Recebi três vouchers Odisseias, um pelos meus anos e dois pelo Natal. Registei um deles, o mais barato, sem qualquer problema passado dois meses. Quando tentei registar os outros dois, um após 9 meses e outro após 6 meses, surgiu um erro. Entrei em contacto por email para perceber o que se passava e pedi um contacto telefónico, mas aparentemente não existe. Depois de várias trocas de emails, as respostas foram sempre as mesmas: pedem a segunda via da fatura ou o talão de troca, documentos que não tenho. Inclusivamente, disseram-me onde foi comprado um dos vouchers, mas ainda falta saber do outro, sendo que é sempre solicitada a 2.ª via da fatura. Disseram que no verso da caixa, nas condições de venda, está mencionado que é necessário apresentar a 2.ª via da fatura ou talão de troca para resolver qualquer problema com a ativação. Enviei ainda um email a relembrar que a Lei n.º 32/2021 estipula o tamanho das letras das cláusulas contratuais gerais, o que não está a ser respeitado minimamente. Resumindo: receber um presente desta marca ODISSEIAS transforma-se numa autêntica odisseia de problemas. Tenho dois vouchers que, juntos, custaram 150,00€ e continuam fechados em caixas, pois apenas servem para guardar papéis. Pelo que tenho lido nas reclamações, não sou o único nesta situação. Deixo ao critério de quem ler a idoneidade da empresa em questão. Resposta na mesma data: Informamos que recebemos a sua reclamação número 157707526, no dia 2026-06-26. Informamos que o seu caso já se encontra em análise pela nossa equipa, que está a trabalhar para lhe apresentar uma solução ou resposta o mais brevemente possível. Resposta recebida em 30/06/2026: Agradecemos desde já o seu contacto e a exposição detalhada da situação referente à tentativa de registo dos seus vouchers, sob os números 2539556237 e 2236666198. Em nome da Odisseias, começamos por apresentar as nossas mais sinceras desculpas pelo transtorno causado e por toda a frustração decorrente deste processo, o qual compreendemos que não correspondeu às suas expectativas de usufruto de um presente. Após uma análise interna detalhada, e como já mencionada anteriormente pelo Apoio ao Cliente, verificámos que os referidos vouchers não se encontram ativos no nosso sistema, o que decorre, habitualmente, de uma falha ou lapso informático no momento da passagem dos artigos pela caixa do respetivo ponto de venda no ato da compra. Conforme previsto nos nossos termos de utilização e inscritos no próprio Pack, o comprovativo de pagamento é o documento essencial que nos permite validar e corrigir manualmente anomalias de ativação junto do sistema informático. Para conseguirmos solucionar o seu problema com a maior brevidade possível, informamos que ambos os vouchers foram adquiridos no estabelecimento Continente de Santo António dos Cavaleiros. Assim, sugerimos que possa solicitar ao comprador ou diretamente junto deste parceiro revendedor a emissão da segunda via do talão de compra ou talão de oferta. Para facilitar a localização da transação no balcão do revendedor, bastará apresentar o verso da caixa onde constam visíveis os números junto ao código de barras. Assim que obtiver o respetivo comprovativo, pedimos que o encaminhe para o e-mail do nosso Apoio ao Cliente (apoioaocliente@odisseias.com). Assim que recebermos este documento, a nossa equipa efetuará de imediato a ativação manual de ambos os vouchers na sua conta de cliente para que possa desfrutar das suas experiências sem mais demoras. A sua satisfação é a nossa prioridade e o seu feedback relativamente aos nossos canais de contacto e comunicação é fundamental para trabalharmos na melhoria contínua dos nossos serviços. Esperamos sinceramente ter a oportunidade de resolver esta situação com brevidade e restaurar a sua total confiança na nossa marca. Após receber do Portal da queixa no dia 10/07/2026 a pergunta se já tinha sido resolvida a reclamação, respondi: Eu dirigi-me á loja Continente de S. António dos Cavaleiros conforme me indicaram, apresentei cópia do email que me enviaram e solicitei cópia das faturas. Abriram dois processos um para cada voucher e disseram que iam enviar para a contabilidade a pedir o envio das mesmas. Isto foi dia 1/7/2026 até agora não obtive qualquer resposta. Em primeiro lugar gostaria de saber até quando devo esperar. Em segundo lugar visto o erro de não terem ativado no momento da compra ser um erro do vosso distribuidor porque não a Odisseias entrar em contacto direto com o distribuidor que provoca toda esta confusão? Fico mais uma vez a aguardar resposta. Resposta recebida em 14/07/2026: Agradecemos desde já o seu contacto e a exposição detalhada da situação referente à tentativa de registo dos seus vouchers, sob os números 2539556237 e 2236666198. Em nome da Odisseias, começamos por apresentar as nossas mais sinceras desculpas pelo transtorno causado e por toda a frustração decorrente deste processo, o qual compreendemos que não correspondeu às suas expectativas de usufruto de um presente. Após uma análise interna detalhada, e como já mencionada anteriormente pelo Apoio ao Cliente, verificámos que os referidos vouchers não se encontram ativos no nosso sistema, o que decorre, habitualmente, de uma falha ou lapso informático no momento da passagem dos artigos pela caixa do respetivo ponto de venda no ato da compra. Conforme previsto nos nossos termos de utilização e inscritos no próprio Pack, o comprovativo de pagamento é o documento essencial que nos permite validar e corrigir manualmente anomalias de ativação junto do sistema informático. Para conseguirmos solucionar o seu problema com a maior brevidade possível, informamos que ambos os vouchers foram adquiridos no estabelecimento Continente de Santo António dos Cavaleiros. Assim, sugerimos que possa solicitar ao comprador ou diretamente junto deste parceiro revendedor a emissão da segunda via do talão de compra ou talão de oferta. Para facilitar a localização da transação no balcão do revendedor, bastará apresentar o verso da caixa onde constam visíveis os números junto ao código de barras. Assim que obtiver o respetivo comprovativo, pedimos que o encaminhe para o e-mail do nosso Apoio ao Cliente (apoioaocliente@odisseias.com). Assim que recebermos este documento, a nossa equipa efetuará de imediato a ativação manual de ambos os vouchers na sua conta de cliente para que possa desfrutar das suas experiências sem mais demoras. A sua satisfação é a nossa prioridade e o seu feedback relativamente aos nossos canais de contacto e comunicação é fundamental para trabalharmos na melhoria contínua dos nossos serviços. Esperamos sinceramente ter a oportunidade de resolver esta situação com brevidade e restaurar a sua total confiança na nossa marca. Em 25/07/2026 volto a enviar novo email: Bom dia, Desloquei-me ontem mais uma vez ao Continente de Santo António dos Cavaleiros para perguntar o que se passava com a demora de 24 dias sem resposta. Disseram que já tinham uma resposta ( a qual tinha ficado de ser enviada por email que não aconteceu) a 2ª via da fatura só poderá ser dada com o comprovativo de compra ou caso a compra tenha sido feita com cartão Continente. Após diálogo com a responsável da loja sem qualquer efeito e tendo justificado tratar-se de um presente, o talão de troca só serve para trocar ou devolver o produto que não é o caso, pedi que me colocassem por escrito essa explicação para vos apresentar. Foi negada essa hipótese assim só me restou uma possibilidade que foi apresentar uma reclamação ( a qual envio em anexo). O problema começa a evoluir sem solução á vista. Uma coisa é certa eu não vou desistir deste caso. Agradeço uma resposta o mais breve possível. Já agora quero retificar os valores dos dois vouchers são de aprox. 200,00€ e não 150,00€ conforme tinha mencionado.

Encerrada

Motorista ignora passageiro e segue viagem

Hoje de manhã, o motorista da carreira 901, que deveria passar às 7h20 em Benavente com destino a Vila Franca de Xira, viu-me claramente na paragem e não parou. Limitou-se a seguir viagem, mesmo havendo outro autocarro na paragem (da carreira direta para Lisboa), que teve de ultrapassar. Senti-me completamente ignorado nesta situação. Sendo que o meu passe mensal só vai até Vila Franca, vi-me obrigado a pagar um bilhete ao motorista da carreira para Lisboa e apanhar esse autocarro, tendo uma despesa desnecessária, para chegar a tempo ao meu emprego.

Encerrada
F. G.
30/07/2026

Campainha avariada

Reclamei avaria da campainha em 25/06/2026. Enviaram orçamento/proposta de reparação de 2.441,55 € em 20/07/2026. Solicitei proposta de outro/a fornecedor/empresa para comparação e decisão. Responderam em 21/07/2026 que não tinham mais fornecedores a quem solicitar orçamentos e propostas e que, no caso de assim o querermos, teriam de procurar outras empresas "que não temos feedback" e "perder tempo" na deliberação. Respondi no mesmo dia que certamente haveria mais fornecedores, aquele não seria certamente o único, que sim, queria, que procurassem por favor outras empresas, que isso fazia parte das responsabilidades deles como administradores/gestores do condomínio, que para isso pagamos, e que preferia perder tempo na deliberação do que dinheiro na decisão. Ignoraram. Perdi encomenda/entrega em 26/07/2026. Solicitei no mesmo dia atualização, expliquei que perdi encomenda, e avisei que se não resolvessem até 09/08/2026 reservava-me o direito de suspender o pagamento do condomínio, responsabilizá-los por encomendas falhadas, e proceder legalmente. Ignoraram. Perdi entretanto outra encomenda/entrega. Lembrei-lhes em 29/07/2026 que continuava aguardando atualização e resolução e expliquei que perdera entretanto outra encomenda, iam duas, e seriam ambas contabilizadas. Responderam em 30/07/2026 sem atualizar nem resolver nada e desafiando-me a proceder judicialmente e enviar o meu representante legal.

Em curso
F. G.
30/07/2026
Adiurbana - Administração e Manutenção de Condomínios, Lda.

Campainha avariada

Reclamei avaria da campainha em 25/06/2026. Enviaram orçamento/proposta de reparação de 2.441,55 € em 20/07/2026. Solicitei proposta de outro/a fornecedor/empresa para comparação e decisão. Responderam em 21/07/2026 que não tinham mais fornecedores a quem solicitar orçamentos e propostas e que, no caso de assim o querermos, teriam de procurar outras empresas "que não temos feedback" e "perder tempo" na deliberação. Respondi no mesmo dia que certamente haveria mais fornecedores, aquele não seria certamente o único, que sim, queria, que procurassem por favor outras empresas, que isso fazia parte das responsabilidades deles como administradores/gestores do condomínio, que para isso pagamos, e que preferia perder tempo na deliberação do que dinheiro na decisão. Ignoraram. Perdi encomenda/entrega em 26/07/2026. Solicitei no mesmo dia atualização, expliquei que perdi encomenda, e avisei que se não resolvessem até 09/08/2026 reservava-me o direito de suspender o pagamento do condomínio, responsabilizá-los por encomendas falhadas, e proceder legalmente. Ignoraram. Perdi entretanto outra encomenda/entrega. Lembrei-lhes em 29/07/2026 que continuava aguardando atualização e resolução e expliquei que perdera entretanto outra encomenda, iam duas, e seriam ambas contabilizadas. Responderam em 30/07/2026 sem atualizar nem resolver nada e desafiando-me a proceder judicialmente e enviar o meu representante legal.

Em curso
L. F.
30/07/2026

Pagamento de um serviço que não tenho

Venho por este meio apresentar uma reclamação formal contra a vossa empresa devido à cobrança indevida de mensalidades e à exigência de fidelização por um serviço que se encontra totalmente desligado e inoperacional há mais de um ano.Há mais de um ano, contactei a vossa empresa a comunicar que o meu serviço de alarme estava desligado. Naquela data, em momento algum fui informado pelos vossos serviços ou operadores de que seria obrigatório o envio de uma carta registada para efetivar o cancelamento definitivo do contrato. Houve, portanto, uma clara omissão do dever de informação ao consumidor.Fui agora surpreendido com a exigência de pagar mais um ano de um serviço que não possuo nem usufruo, uma vez que está tudo desligado há mais de 12 meses. Esta cobrança é totalmente ilegítima, constituindo um abuso e um enriquecimento sem causa por parte da vossa empresa.Mais informo que, para salvaguardar os meus direitos face à vossa insistência, procedi hoje ao envio da carta formal de anulação por Correio Registado .Face ao exposto, exijo:O cancelamento imediato de qualquer vínculo contratual, sem qualquer penalização económica;A anulação total de todas as faturas emitidas e valores cobrados relativos ao período em que o serviço esteve inoperacional;A emissão de uma nota de crédito retificativa com o saldo a zeros.Aguardo uma resposta por escrito no prazo legal.

Em curso
R. M.
30/07/2026

Serviço pós venda

Exmos. Senhores, Venho, por este meio, apresentar uma reclamação formal relativamente ao serviço prestado pela Leroy Merlin – Loja de Ponta Delgada, referente ao fornecimento e instalação de uma banheira destinada à casa de banho principal da minha habitação. O contrato celebrado com a Leroy Merlin compreendia o fornecimento e instalação de banheira; resguardo; painel frontal da banheira; tijolos; todos os materiais necessários à instalação, serviço integral de instalação, incluindo transporte do material até ao apartamento e remoção de entulho. Era igualmente do conhecimento da Leroy Merlin que, dada a reduzida dimensão da casa de banho, a substituição da banheira obrigava à remoção de diversos azulejos, bem como da sanita e do bidé, para permitir a execução dos trabalhos. Infelizmente, o processo ficou marcado por uma sucessão de falhas graves, totalmente incompatíveis com a qualidade de serviço que um consumidor legitimamente espera de uma empresa da dimensão da Leroy Merlin. 1. Entrega da banheira sem componentes essenciais No dia 29 de julho de 2026 foi comunicada à Leroy Merlin a ausência do kit de tubagem, ralo e manípulo rotativo, componente indispensável e integrante da própria banheira. Foi-nos confirmado pelo Serviço Pós-Venda que essa omissão resultou de um erro do fabricante, tendo sido efetuada nova encomenda do referido kit no mesmo dia. Esta situação demonstra, desde logo, uma evidente falta de controlo e verificação da mercadoria antes da respetiva entrega ao consumidor. Caso essa verificação tivesse sido devidamente efetuada, a ausência de um componente essencial teria sido imediatamente detetada. 2. Entrega de uma banheira danificada Aquando da colocação da banheira, no dia 30 de julho de 2026, igualmente verificado que a banheira apresentava um dano significativo. Pela localização, natureza e intensidade do impacto, tudo indica tratar-se de um dano provocado por uma força elevada, sendo manifestamente incompatível com a simples movimentação da banheira entre o veículo da transportadora e o interior da habitação. Os acidentes podem acontecer em qualquer cadeia logística. Todavia, aquilo que distingue uma empresa verdadeiramente orientada para o cliente é a forma como resolve esses incidentes. Foi precisamente nesta fase que o Serviço Pós-Venda da Leroy Merlin revelou uma atuação profundamente dececionante. 3. Atuação do Serviço Pós-Venda Após o contacto efetuado pelo meu marido acerca dos danos da banheira foi-lhe comunicado que o prazo previsível para substituição da mesma seria de aproximadamente quatro semanas. Perante uma solução claramente incomportável, desloquei-me pessoalmente à loja Leroy Merlin de Ponta Delgada na tarde do mesmo dia, sensivelmente pelas 15h15. Durante esse atendimento questionei se a mercadoria havia sido inspecionada aquando da receção, pois uma simples verificação teria permitido detetar, pelo menos, a inexistência do kit da banheira ao que foi respondido que essa verificação tinha sido efetuada. Confesso que esta resposta me suscita sérias reservas, pois, caso tivesse existido uma inspeção efetiva, dificilmente teria passado despercebida a ausência de um componente essencial da própria banheira. Foi-me igualmente referido que a responsabilidade seria da empresa transportadora. Tal argumento não pode ser aceite. O contrato foi celebrado exclusivamente com a Leroy Merlin, tendo sido esta empresa que vendeu os materiais, contratou o transporte, vendeu o serviço de instalação e recebeu integralmente o respetivo pagamento. O consumidor não mantém qualquer relação contratual com o fabricante nem com a transportadora. Perante o enorme transtorno causado, solicitei ainda que fosse equacionada uma solução excecional, designadamente o envio urgente da nova banheira e do respetivo kit, por forma a minimizar o período durante o qual ficaríamos privados da utilização da casa de banho principal. A resposta recebida foi, e passo a citar, que tal solução "não podia ser porque isso ia sair caríssimo". Esta resposta é particularmente preocupante na medida em que perante um incumprimento imputável à cadeia de fornecimento da Leroy Merlin, a principal preocupação transmitida ao cliente foi o custo que a empresa teria de suportar para corrigir o seu próprio erro, sem qualquer demonstração de preocupação pelos enormes prejuízos causados ao consumidor. Trata-se de uma postura incompatível com os deveres de diligência, boa-fé e respeito pelos direitos dos consumidores. 4. Consequências para o consumidor Como consequência direta destas sucessivas falhas: a casa de banho principal da habitação encontra-se totalmente inutilizada; a banheira foi removida; a sanita e o bidé tiveram igualmente de ser desmontados para permitir a execução dos trabalhos; a família ficou privada da utilização da principal instalação sanitária da habitação; somos confrontados com a perspetiva de permanecer nesta situação durante aproximadamente um mês, exclusivamente por motivos imputáveis à Leroy Merlin e à sua cadeia de fornecimento. É difícil conceber um exemplo mais evidente de "grave inconveniente para o consumidor". 5. Enquadramento legal A presente situação configura uma clara falta de conformidade, nos termos do Decreto-Lei n.º 84/2021, de 18 de outubro, que regula os direitos dos consumidores na compra e venda de bens. Nos termos deste diploma, a Leroy Merlin é a única entidade responsável perante o consumidor pelo cumprimento integral do contrato, não podendo eximir-se dessa responsabilidade através da invocação de erros do fabricante ou da transportadora dado essas relações pertencem exclusivamente à esfera interna da empresa. Caso a Leroy Merlin entenda existir responsabilidade do fabricante ou da transportadora, poderá posteriormente exercer contra essas entidades os mecanismos legais que considere adequados, mas tal nunca pode prejudicar nem atrasar os direitos do consumidor. No presente caso verificaram-se duas faltas de conformidade distintas: 1ª entrega de uma banheira sem componentes indispensáveis ao seu funcionamento; 2ª entrega de uma banheira danificada. Nos termos do artigo 15.º do Decreto-Lei n.º 84/2021, o consumidor tem direito à reposição da conformidade através da substituição do bem. O artigo 18.º determina que essa reposição deve ser efetuada gratuitamente, num prazo razoável e, sobretudo, sem grave inconveniente para o consumidor. Ora, manter o nosso agregado familiar privado da utilização da sua casa de banho principal durante cerca de quatro semanas constitui um "grave inconveniente" Não pode a Leroy Merlin justificar tal demora apenas com razões de natureza económica ou logística, nomeadamente afirmando que um transporte urgente "ia sair caríssimo". O custo da correção do erro pertence exclusivamente à esfera empresarial da Leroy Merlin e nunca pode ser transferido, direta ou indiretamente, para o consumidor. 6. O que exigimos Face ao exposto, exigimos que a Leroy Merlin: Proceda com caráter de absoluta urgência à substituição da banheira danificada e ao fornecimento do kit em falta; Recorra, se necessário, a transporte urgente, à expedição direta pelo fabricante ou à transferência de uma unidade existente noutra loja da cadeia Leroy Merlin, por forma a assegurar uma solução imediata; Caso exista uma banheira idêntica disponível em qualquer loja da rede Leroy Merlin, proceda à sua imediata e célere afetação ao presente processo, não sendo aceitável que o consumidor suporte um atraso de várias semanas quando existem soluções logísticas ao alcance da própria empresa; Assuma integralmente a responsabilidade pelo incumprimento contratual, abstendo-se de imputar responsabilidades ao fabricante ou à transportadora, entidades com as quais o consumidor não mantém qualquer vínculo contratual; Apresente um pedido formal por escrito, de desculpas pelos transtornos causados; Informe, por escrito, quais as medidas concretas que irão ser adotadas para evitar a repetição de situações idênticas.

Encerrada
J. N.
30/07/2026

Reclamação da experiência profissional na Telecabine Lisboa vaga de Assistente de Fotografia

No dia 29 de julho de 2026, eu tive, sem exageros, uma das piores experiências profissionais durante o processo de integração para a função de Assistente de Fotografia, no âmbito de um contrato de outsourcing entre a Adecco e a Eventline (Empresa responsável pelo serviço de fotografia no espaço) No dia da minha integração compareci à hora indicada, vim com a indumentária indicada, assinei toda a documentação que me foi solicitada (referente a titularidade dos rendimentos e outros documentos) e iniciei imediatamente as funções para as quais tinha sido contratado. Ao longo do dia procurei cumprir todas as instruções que me foram dadas, abordando clientes, tirar fotos, prestando apoio e realizando as restantes tarefas inerentes à função. Sendo o meu primeiro dia, era natural existir um período de adaptação. Cometi alguns erros, como acontece com qualquer colaborador que está a aprender um novo posto de trabalho. Sempre que me eram dadas indicações, procurei aplicá-las imediatamente. Um dos aspetos que mais me desagradou foi a falta de clareza nas instruções. Em determinada situação foi-me transmitido posteriormente que estaria a interferir com o trabalho de outro colaborador. No entanto, durante o próprio serviço cheguei a perguntar diretamente a esse colaborador se estava a dificultar o seu trabalho, tendo recebido como resposta que não. Perante essa resposta, não tinha qualquer motivo para acreditar que estivesse a desempenhar incorretamente as minhas funções. Além disso, nunca recebi um feedback claro e direto por parte da coordenadora relativamente ao meu desempenho enquanto estava a trabalhar. Apenas fui chamado posteriormente ao escritório da Adecco a meio do turno, onde me foi pedido para assinar o contrato de trabalho a termo incerto e logo a seguir a denúncia do mesmo. Permaneci cerca de 30 minutos no escritório a ler e assinar o contrato de trabalho, acreditando que iria iniciar uma nova etapa profissional. Logo de seguida foi-me comunicado que o contrato seria imediatamente cessado. Eu considero esta situação muito mal gerida, se não havia intenções de me contratar, porque é que ela não me disse logo no início, nunca fui tratado com tanta indiferença e crueldade por parte de uma empresa. Porque é que foi tão importante eu assinar este contrato se nunca houve intenção de continuidade? Considero que esta situação foi gerida de forma desrespeitosa e pouco transparente. Se já existia a intenção de cessar a colaboração, não compreendo porque fui levado a assinar o contrato imediatamente antes de me ser comunicada essa decisão. Considero que, antes de uma decisão tão drástica, deveria ter existido uma comunicação mais transparente e objetiva, permitindo-me compreender concretamente o que deveria corrigir e dando-me uma oportunidade real para melhorar. Também me foi referido que procuravam uma pessoa "mais dinâmica" e que estavam a ocorrer "entropias". No entanto, estes conceitos nunca me foram explicados de forma concreta, com exemplos específicos que me permitissem perceber exatamente quais eram os comportamentos considerados inadequados. Fiquei igualmente surpreendido com o facto de o contrato ter sido cessado após apenas um dia de trabalho, sem que tivesse existido um período mínimo de adaptação ou acompanhamento. Considero que é extremamente difícil avaliar de forma justa as capacidades de um colaborador com base apenas em algumas horas de trabalho, sobretudo num contexto completamente novo. Gostaria ainda de referir que as condições de trabalho também me suscitaram preocupação. Durante grande parte do turno permaneci várias horas consecutivas de pé, tendo apenas uma pausa muito reduzida (sendo esta de 5 minutos na totalidade das 8h de trabalho), o que tornou o trabalho fisicamente bastante exigente. Teria igualmente sido útil que, durante o processo de integração, tivesse sido recomendado o uso de calçado confortável, tendo em conta que a função implica permanecer várias horas consecutivas de pé. Naturalmente respeito o direito da empresa em decidir quem pretende integrar na sua equipa. Contudo, considero que a forma como todo este processo foi conduzido revelou falta de comunicação, falta de acompanhamento e ausência de uma oportunidade razoável para adaptação e aprendizagem. O objetivo desta reclamação não é contestar a decisão da empresa, mas sim demonstrar o meu desagrado relativamente à forma como fui tratado durante este processo e alertar para práticas desumanas que, na minha opinião, poderiam ser significativamente melhoradas para futuros colaboradores. Em momento algum me foi dada uma advertência clara de que o meu desempenho colocava em risco a continuidade da colaboração. Se tivesse recebido esse feedback de forma direta e específica, teria feito todos os esforços para corrigir imediatamente o que estivesse a fazer de forma incorreta. Saí desta experiência com a sensação de que não fui avaliado de forma justa nem tive uma oportunidade real de demonstrar as minhas capacidades. Considero que qualquer novo colaborador merece um período mínimo de adaptação, instruções claras e feedback direto antes de ser tomada uma decisão tão definitiva como a cessação do contrato no próprio dia de trabalho. Espero que esta reclamação contribua para que situações semelhantes não se repitam com futuros trabalhadores.

Encerrada

Campanha da Peugeot

Exmos. Senhores, (DESCREVER SITUAÇÃO) Olá a Peugeot está realizando uma campanha de modernização do seu produto (motor) mas infelizmente no meu caso não foi realizada a reparação ou modernização da junta, pelo que saiba isto é de fabricação o erro da junta, e é a grande dor de cabeça desses motores, continuo cm o carro a Deitar óleo l, conforme as imagens em anexo. Então saber como é que fica esta situação que é erro da Peugeot e não do cliente. Simplesmente só foi feito actualização de software no carro. Cumprimentos.

Encerrada

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