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Tempo indefenido para chegada de peças
Exmos. Senhores, Estou desde dia 27/01/2026 com a minha viatura Peugeot 508 Sw matrícula AD-58-NH imobilizada no reparador oficial motorpor em Portimão. Pois a viatura desde esse dia deixou de trabalhar. Foi detectado que o problema foi a correia da árvore de Cames de (7mm) que partiu, um problema que vocês próprios já admitiram ser de fábrica e que iriam suportar todos os custos da reparação e alterar a correia para as de (8mm). É então que dia após dia tenho falado com o apoio ao cliente e o problema é que me dizem que não têm previsão para a entrega das peças. Ou seja estou completamente no escuro sem saber o tempo que terei de esperar e em suspenso em relação á minha vida. Pois ainda por cima moro no Algarve e os transportes públicos é para esquecer. Venho por este meio, reclamar que me ofereçam alguma alternativa de transporte para mim, ou seja um carro de substituição. Visto para mais isto ser um problema de fábrica em nada afeto á utilização da minha parte da viatura. Pois eu sim estou a sair prejudicado desta situação porque não tenho a viatura há mais de duas semanas. E nem tenho a previsão de quabto tempo. Neste tipo de situação a Peugeot tem de sair em defesa do seu cliente e tentar ao máximo minimizar os prejuízos á vida da pessoa. Caso contrário tentarei todas as medidas ao meu alcance para fazer valer os meus direitos. Cumprimentos.
Avaria técnica verificada no Peugeot 5008, bem como ao atendimento e reparação
Vimos, pelo presente meio, e na qualidade de gerentes da empresa proprietária (à data dos factos) do veículo Peugeot 5008, 1.5 BlueHDi GT Line, matrícula 43-VF-99, adquirido no estado de novo e com cerca de 257.000 km, formalizar reclamação relativa à avaria técnica verificada na referida viatura, bem como ao atendimento e reparação efetuados pela Oficina Caetano Motors – Peugeot (Barreiro). Para melhor enquadramento da presente reclamação, importa expor a seguinte factualidade relevante: • No dia 13 de abril, sem qualquer aviso luminoso ou sonoro prévio, ao tentar ligar o veículo, o mesmo não respondeu. Após duas tentativas sem sucesso, foi acionado o reboque através da Companhia Seguradora; • A viatura deu entrada na Oficina Caetano Motors – Peugeot (Barreiro) no dia 17 de abril, tendo apenas sido possível confirmar a sua receção no dia seguinte, por iniciativa própria, dado que não existiu qualquer contacto por parte da oficina. Desde então, e durante várias semanas, verificou-se uma manifesta falta de comunicação, ausência de resposta a contactos telefónicos e contradições nas informações prestadas, tendo sido necessário proceder a deslocações presenciais à Oficina para obtenção de esclarecimentos; • Num primeiro momento, foi-nos comunicado verbalmente pela rececionista a existência de uma possível avaria grave, com um custo estimado entre € 4.000,00 e € 8.000,00, sem que fosse apresentada qualquer avaliação técnica concreta. Foi igualmente referido que poderia ser aplicado um desconto de 10%, sujeito a validação do responsável da Oficina; • No que respeita às opções de pagamento, foi-nos transmitida, de forma breve e insuficiente, a possibilidade de utilização de um cartão de crédito até € 5.000,00, sem juros, sem qualquer explicação adicional; • Atendendo ao valor elevado apontado para a reparação, solicitámos a realização de uma análise técnica detalhada, para a qual nos foi exigido o pagamento de € 480,00, valor que foi prontamente liquidado. Contudo, não foi prestada qualquer informação posterior, sendo novamente necessária uma deslocação presencial à Oficina; • Face à essencialidade da viatura para o quotidiano da Sociedade, foi solicitada, desde o início, uma viatura de substituição, pedido que foi recusado. Foi sugerido o aluguer de viatura a preço reduzido, mediante contacto posterior, o que nunca ocorreu, obrigando-nos a recorrer a uma empresa externa, com custos superiores a € 500,00; • As conclusões da análise técnica apenas foram comunicadas verbalmente em 07 de maio, identificando um problema nas árvores de cames, implicando a substituição total do motor, com orçamento de € 7.614,12; • Em 13 de maio, após solicitação expressa, foi remetido o relatório técnico escrito, onde se refere que a avaria teve origem na quebra da corrente de distribuição entre as árvores de cames, concluindo-se pela substituição integral do motor por uma unidade recondicionada (0 km); • Inicialmente foi-nos indicado que a reparação seria célere (cerca de dois dias), informação posteriormente corrigida pela Gerente da Oficina; • Atento o tempo estimado para a reparação e a necessidade comprovada de viatura, foi disponibilizado um veículo de substituição, com indicação expressa de que seria sem custos, informação que veio a revelar-se incorreta; • Não fomos informados do início da reparação, tendo apenas recebido uma mensagem a informar que a viatura estava pronta para levantamento; • No momento do levantamento, foi recusada a utilização do cartão de crédito anteriormente mencionado, alegando-se que deveria ter sido tratado antecipadamente com outra responsável, informação nunca antes transmitida. Para tratamento de dados necessários à contratação do cartão de crédito, só nos foi possível levantar a viatura dois dias depois; • Contrariamente ao acordado, foi-nos exigido pagamento pela viatura de cortesia. Acresce que, após levantamento da viatura em 02 de junho de 2025, a mesma voltou a avariar em 04 de junho, enquanto circulava na Ponte Vasco da Gama, com aviso de temperatura máxima do motor, emissão de vapor e imobilização imediata, tendo sido novamente acionado o reboque. Diagnosticou-se a rotura da caixa de água, alegadamente não abrangida pela garantia por se tratar de “sistema periférico”, tendo sido pago o valor de € 159,13. Cerca de duas semanas depois, a viatura voltou a apresentar idêntico problema, novamente na Ponte Vasco da Gama, tendo sido encaminhada para a Stellantis Alfragide, onde foi diagnosticada a necessidade de substituição do (novo) motor, bem como confirmada nova rotura da caixa de água, entretanto substituída duas semanas antes. Tal factualidade evidencia, de forma inequívoca, a existência de defeito grave de conceção e/ou fabrico, amplamente reconhecido nos motores 1.5 BlueHDi, bem como a inidoneidade das reparações efetuadas, não sendo tais ocorrências, em caso algum, imputáveis ao utilizador. Acresce que esta viatura já havia sido afetada, em 2022, por avaria no sistema AdBlue, igualmente reconhecida como problema estrutural da Marca, com custos superiores a € 2.500,00, integralmente suportados pela Cliente. Em consequência direta das avarias descritas, foram suportadas as seguintes quantias: • € 7.823,55 – Relatório técnico de diagnóstico e Reparações mecânicas; • € 159,13 – Substituição da primeira caixa de água; • € 732,21 – Viaturas de substituição. Totalizando prejuízos patrimoniais significativos, acrescidos de prejuízos operacionais decorrentes da privação reiterada do uso da viatura, absolutamente essencial à atividade da Sociedade. É do conhecimento público que tanto as avarias no sistema AdBlue como na corrente de distribuição constituem problemas graves, recorrentes e amplamente documentados nestes veículos, tendo dado origem a inúmeras reclamações e processos a nível nacional e internacional. Atendendo ao exposto, e considerando que as avarias descritas são imputáveis à Marca (facto confirmado pela necessidade de substituição e 2 motores e 2 caixas de água no período inferior a um mês), não podendo ser responsabilizado o Cliente, solicitamos a restituição integral dos valores despendidos (€ 9.194,89), bem como a devida ponderação dos prejuízos decorrentes da privação do uso da viatura.
GARANTIA
Exmos. Senhores, Adquiri uma carrinha PEUGEOT PARTNER nova em setembro de 2025. A primeira revisão solicitada no sistema de informação do veículo foi aos 13.000km. A carrinha foi ao concessionário da MCOUTINHO em Bragança onde foi adquirido e após a revisão foram substituídas peças que só estão contempladas aos 40.000km e 120.000km (filtro do ar, filtro combinado, coreia e lote de filtros). A próxima revisão ficou agendada para os 52000km no manual de serviços do veículo. Aos 33.000km a carrinha pediu novamente para ir à oficina e foi mencionado pela receção da oficina que tinha que andar com esse alarme até aos 52000km, pois caso contrário depois não emitiria novo alerta para revisão aos 52000km aproximadamente. No dia 23 de dezembro e com cerca de 33524km a carrinha acendeu as luzes do motor e pediu a reparação do veículo. Chamei o reboque e foi para o concessionário MCOUTINHO de Bragança. A 24 de dezembro a oficina procedeu à reparação e mencionou que teve que mudar o óleo por estar danificado, visto que o veículo não efetuou bem as regenerações. Após retificarem o erro eliminaram o alarme de revisão dos 33000km. Procedi ao pagamento e reclamei, porque paguei um óleo supostamente para 40.000km, o erro das regenerações não é culpa do condutor porque somente pela acústica é que se percebe que está a regenerar, não emitindo nenhum alerta luminoso, estando neste caso perante um veículo novo e dentro da garantia. O chefe da oficina diz que é normal acontecerem casos semelhantes e com menos km (4000km a 20000km). Considero que devo ser ressarcido das peças colocadas indevidamente aos 13000km e do valor pago pela mudança de óleo aos 33534km. Atentamente
deficiente na regulação de ar no interior do veiculo
Problema de entrada de ar no interior da viatura (peugeot 3008GT Hybrid BO43PL) comprado a em 2024. Queixa com a oficina da peugeot em Setubal, confrontação no inverno de 2025 e no inverno de 2026. O problema continua e a resposta que obtive é de que é normal esta entrada de ar. Não é possivel aceitar esta resposta do concessionário da marca quando o mesmo constata que realmente existe uma entrada de ar do exterior (em tempos frios é insuportável conduzir pois o pé direito fica gelado) e que é normal nos peugeot. Tive conversa com um outro cliente que comprou um vieculo igual mas mais novo meses e que não tem este problema, Já efetuei queixa no apoio ao cliente da Peugeot mas a resposta foi de que não existe nada a fazer pois a concessionária não diagonosticou nenhum problema. Como posso garantir que não exita algo de deficiência na montagem? Gostaria de ajuda. Obrigado
Diagnóstico tardio/ avarias regulares
Bom dia ! Venho por este meio mostrar o meu descontentamento com a marca Pegeout! É inadmissível um carro dar entrada nas vossas oficinas e só passado 2meses é que me dão o diagnóstico da avaria ? E até lá como é que eu me desloco ! Tenho os meus filhos para levar a escola , tenho que ir trabalhar, vocês não se preocupam com o cliente ? Vou a pé ? Vou de transportes públicos depois de comprar um carro com a vossa marca que digo desde já que foi um fracasso ! Se forem ver o histórico da mesma (54-LM-25) vêm que foi um verdadeiro fracasso ! Já gastei muito dinheiro por problemas que certamente outra marca não teria ! Vão ver o histórico … ah 3 anos tive sem a carrinha mais de 3 meses por um problema no qual gastei quase 5000€ pois ninguém detectou depois de todas a vezes que fiz e apenas as revisões na marca !!!! Ninguém teve capacidade de prever que tal pudesse acontecer! Que desilusão! Peço que resolvam esta situação , caso contrário terei que ir por outros meios ! É inadmissível! Atentamente ,
Defeito da pintura do veículo
Exmos. Senhores, Em Fevereiro de 2021 adquiri um Peugeot 2008 0 KM de cor branca num concessionário autorizado, a LPM de Pombal. Após apenas 4 anos de utilização, a pintura apresenta um desgaste anormal, tendo perdido completamente o brilho na parte da carroçaria, mas as partes plásticas mantém a cor original. Ou seja, o meu carro apresenta 2 tonalidades de branco, um brilhante e o outro mate. Em anexo, coloco foto da diferença que mencionei acima. Esta perda de brilho dificulta e muito a lavagem da viatura, uma vez que há manchas que já não saiem ou que não saiem com tanta facilidade como seria esperado. Para além de que o veículo não está esteticamente bonito. O veículo é devidamente cuidado e lavado com regularidade, pelo que se trata claramente de um problema de qualidade da pintura ou defeito de fabrico. Apresentei uma reclamação junto da marca/concessionário, tendo tido uma resposta negativa, sem que me fosse apresentada qualquer solução ou justificação técnica adequada. Em anexo, mostro a resposta que obtive por parte da marca. Solicito que a Peugeot reavalie o caso e que seja apresentada uma solução justa, nomeadamente a reparação ou repintura integral da carroçaria sem custos adicionais, uma vez que o desgaste prematuro da pintura não é compatível com a durabilidade esperada de um veículo com apenas quatro anos. Considero esta situação inaceitável e que compromete a confiança na marca e na valorização do veículo. Cumprimentos.
Reclamação à Peugeot sobre peça com defeito de fábrica no Peugeot 2008
Exmos. Senhores, Sou proprietária de um veículo da marca Peugeot, modelo 2008, ano 2021, adquirido em 2023 num stand, em Lisboa. Em 10 de setembro do ano corrente, levei o veículo à oficina MCoutinho, em Loures — oficina credenciada pela Peugeot — para realizar a terceira revisão (40.000 km), conforme recomendação da marca. Para além da revisão, informei a oficina de que, há cerca de um mês, ao rodar o volante, este produzia estalidos anómalos. No momento do levantamento do veículo, fui informada de que a origem do problema estava na fita do sistema de airbag, com possível defeito de fabrico, não sendo possível reparar a peça, mas apenas substituí-la. Perante a minha questão sobre a razão da avaria, dado que o airbag nunca foi acionado nem ocorreu qualquer impacto que justificasse dano, foi-me indicado tratar-se provavelmente de um defeito da própria peça. Fui ainda informada de que o custo da substituição seria aproximadamente 800,00 €. Considero relevante referir que: - Todas as revisões recomendadas pela marca foram realizadas em oficinas credenciadas, nos respetivos quilómetros: 14.703 km 24.762 km 41.680 km - O veículo nunca sofreu qualquer acidente; - O airbag jamais foi acionado; - A oficina diagnosticou tratar-se de defeito da peça, e não de desgaste ou uso indevido. Perante estes factos, concluí que não existe qualquer responsabilidade minha na ocorrência da avaria. Apresentei de imediato uma reclamação à Peugeot, solicitando a substituição da peça defeituosa. Após resposta da marca, enviei também as faturas das três revisões efetuadas. Posteriormente, fui contactada telefonicamente pela Peugeot, que informou haver decisão na comparticipação na peça. No entanto, ao solicitar que me fosse comunicado por escrito o valor da mesma, tal como todo o restante processo havia sido conduzido, recebi apenas um e-mail automático indicando o encerramento da reclamação. Dirigi-me então à oficina, onde fui informada de que a comparticipação da marca seria de 40% do valor da peça, sendo os restantes 60% e toda a mão de obra da minha responsabilidade. De imediato informei que não aceitava a decisão. Reiterei junto da marca que a peça em causa — fita do sistema de airbag no volante — não é um componente sujeito a desgaste, nem foi alvo de qualquer impacto ou acionamento que justificasse a avaria, inexistindo qualquer culpa ou uso indevido da minha parte. Reforcei igualmente que, de acordo com o Decreto-Lei n.º 84/2021, de 18 de outubro, o fabricante é responsável por defeitos de conformidade que se manifestem dentro de um prazo razoável da vida útil do bem, sobretudo quando se trata de componentes de segurança, que não estão sujeitos a desgaste natural. Em resposta, a Peugeot alegou que a garantia contratual de 24 meses havia terminado em 10/07/2025 e que não reconhecia responsabilidade no ocorrido. Referiu ainda que a comparticipação apresentada seria de caráter voluntário, destinada a clientes “fiéis aos seus serviços”, considerando que, no meu caso, existiria “ausência de fidelidade à marca”, motivo pelo qual não colaborariam comercialmente na totalidade do valor da peça. Não compreendo tal afirmação, dado que todas as revisões foram efetuadas em oficinas credenciadas, conforme comprovado, não sendo evidente de que forma essa suposta “falta de fidelidade” se relaciona com o defeito de uma peça que só atua em caso de acionamento do airbag. Face ao exposto, entendo existir má conduta por parte da Peugeot na gestão e resolução deste problema, bem como incumprimento dos deveres legais aplicáveis. Venho, por este meio, solicitar a V. Exas. a análise e intervenção no sentido de salvaguardar os meus direitos enquanto consumidora, agradecendo desde já toda a atenção dispensada. Anexo a este documento: . Faturas das revisões efetuadas; . Diagnóstico da oficina e orçamento; . Última troca de emails de correspondência com a marca. Com os melhores cumprimentos, Eugénia Leitão Contacto telefónico: 91 402 37 45 Matrícula do veículo: AH-93-TI
Pegueot 208 hybrid
para apoio.clientes@stellantis.com) e em cópia à Motorpor Évora. --- 📄 Queixa Formal – Defeito de Fabrico Peugeot 208 Hybrid Exmos. Senhores, O meu nome é Vasco Miguel Saraiva Neto, contribuinte n.º 201405768, e venho por este meio apresentar uma queixa formal relativamente a um Peugeot 208 Hybrid adquirido em 28 de julho de 2025, no concessionário Motorpor Peugeot Évora. Desde o primeiro dia de utilização, o veículo apresenta um barulho anormal de rolamento proveniente dos pneus, especialmente audível em pisos irregulares ou empedrados (paralelos). Este ruído foi reportado de imediato e, recentemente, no dia [coloca a data exata ou aproximada de entrega], o veículo foi entregue novamente à oficina Motorpor Peugeot Évora, onde se encontra há três dias consecutivos. Segundo informações da própria oficina, o problema foi detetado, mas a origem exata ainda não foi identificada, e portanto o veículo permanece imobilizado. Trata-se claramente de um defeito de fabrico, uma vez que o problema é anterior à compra e manifestou-se desde o início. Considerando que o automóvel se encontra dentro do prazo legal de garantia e nos primeiros meses de uso, reclamo a substituição imediata do veículo por um novo, conforme o previsto no Decreto-Lei n.º 67/2003, de 8 de abril, alterado pelo DL n.º 84/2021, que regula os direitos do consumidor em caso de bens defeituosos. Face à situação, considero inaceitável que um veículo novo, com apenas três meses de uso, apresente este tipo de anomalia e que ainda não exista uma solução definitiva após vários dias na oficina. Solicito, portanto, uma resposta formal e escrita no prazo máximo de 10 dias úteis, indicando: 1. A solução que a Peugeot Portugal propõe (substituição, reembolso ou outro meio equivalente); 2. O tempo previsto para a resolução do caso; 3. A confirmação de que este processo será tratado com prioridade, dado o evidente defeito de fabrico. Sem outro assunto de momento, aguardo resposta célere e eficaz. Com os melhores cumprimentos, Vasco Miguel Saraiva Neto Contribuinte n.º 201405768 [Insere aqui o teu número de telemóvel e e-mail] [Localidade e data, ex.: Évora, 10 de outubro de 2025] --- Queres que eu te inclua a versão adaptada para enviar por e-mail (com assunto e formato já pronto para colar e enviar)?
Garantia recusada
Exmos. Senhores, Em (25/10/2020) adquiri um (Peugeot 208 puretech 1.2). Sucede que este apresenta defeito: (Defeito crónico da correia de distribuição, que vai dentro do motor). Meu carro tem 44 mil km, e ainda está dentro da garantia de 5 anos. Tendo em vista que todas as revisões foram feitas na marca autorizada. Recentemente, começou a fazer um barulho no motor que vem pelo desgaste da correia. Comuniquei-vos de imediato o problema, em (06/10/2025), para que atuassem em conformidade, mas recebi como resposta que o produto não tem garantia, o que desrespeita a legislação aplicável. Exijo a substituição do produto defeituoso. Em alternativa, devolvam-me o dinheiro que paguei ou procedam à reparação do artigo em causa. Caso não me resolvam a situação nos próximos 30 dias, considerarei o contrato como incumprido da vossa parte. Exijo que me resolvam esta situação o mais rapidamente possível, ou tomarei as medidas ao meu alcance para fazer valer os meus direitos. Cumprimentos.
Wallbox fornecida pela Peugeot não funciona
É inacreditável, mas após 3 meses, a Peugeot ainda não conseguiu resolver o problema da wallbox fornecida com a viatura. É inacreditável, que eu não tenha recebido um contacto e uma resposta por parte da Peugeot. Aproveito para perguntar a quem é que devo imputar os custos adicionais de energia que tenho tido por estar a obrigado a carregar mais vezes fora de casa do que seria necessário? A wallbox fornecida devia permitir carregamentos até 7,4kW, embora vindo com um Safety Limit de 8,0A e 1,8kW. Para configurar a wallbox até 7,4kW devia recorrer a um técnico qualificado, para garantir a correcta instalação eléctrica e aceder à configuração electrónica da wallbox. A configuração da wallbox é realizada através da App PowerUp. O problema é que esta aplicação bloqueia quando se tenta ler o QR Code do equipamento. A App comercial Free2Charge funciona, consegue ler o mesmo QR Code e aceder ao equipamento. Mas, não permite alterar o Safety Limit. Continuo à espera de uma reposta e uma solução da Peugeot e/ou da Free2move.
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