Reclamações públicas

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Reclamação – Problemas recorrentes com sistema AdBlue e avaria na corrente da árvore de cames – Viat

Exmos. Senhores da DECO PROteste, Venho solicitar apoio e apresentar reclamação relativamente à minha viatura Peugeot, adquirida nova na MSC Car em 08/10/2020, com matrícula de 31/08/2020. Desde a compra da viatura, têm surgido problemas constantes, principalmente relacionados com o sistema AdBlue, originando diversas deslocações à oficina e sucessivos avisos no painel da carrinha. Ao longo destes anos, a viatura apresentou por diversas vezes mensagens de erro associadas ao AdBlue, tendo sido levada ao mecânico pelo menos quatro vezes para resolução do mesmo problema. Em outubro de 2025, a viatura avariou e permaneceu cerca de um mês na oficina, tendo os custos da reparação sido suportados por nós. Posteriormente, em 24/11/2025, foram efetuadas várias reparações na oficina Car Fix, nomeadamente: * substituição do kit da árvore de cames; * substituição do kit de distribuição e bomba de água; * intervenção na tampa de válvulas; * substituição do tubo de combustível; * substituição de discos de travão; * mudança de óleo; * substituição de filtros; * limpeza e consumíveis; * mão de obra. No dia 28/05/2026, recebi uma carta da Peugeot Portugal informando da existência de uma campanha técnica de segurança referente a problemas de desgaste prematuro da corrente da árvore de cames nesta gama de viaturas — precisamente uma intervenção que já tinha sido realizada anteriormente na minha carrinha. Após receber essa comunicação, efetuei marcação na Motorpor no dia 30/05/2026, tendo ficado agendada revisão para o dia 03/06/2026 às 10h00. No entanto, no dia 31/05/2026, a viatura voltou a avariar e teve de ser transportada de reboque para a oficina Car Fix, onde foi efetuada limpeza dos injetores do AdBlue e substituição de fusíveis. Mesmo após essa intervenção, o painel voltou a apresentar aviso de falha no sistema AdBlue, informando que a carrinha iria parar. No dia 02/06/2026, entrei em contacto com a linha de apoio da Peugeot Portugal e com a oficina Motorpor, tendo sido informada de que poderia levar a viatura de reboque para análise. Contudo, após a chegada da viatura à oficina, fui informada de que não poderiam receber a carrinha por esta já não se encontrar em funcionamento, obrigando-me a suportar novamente despesas com outro reboque para trazer a viatura para casa. Considero esta situação extremamente grave e inadmissível, sobretudo porque: * os problemas são recorrentes; * existem várias intervenções já efetuadas sem resolução definitiva; * a própria marca reconhece defeitos nesta gama através de campanha técnica; * já suportámos elevados custos; * e a viatura continua abrangida pela garantia. Desta forma, solicito o apoio da DECO PROteste para: * análise desta situação; * esclarecimento dos meus direitos enquanto consumidora; * apoio na responsabilização da marca; * e obtenção de reparação definitiva e sem custos da viatura. Solicito ainda orientação relativamente à possibilidade de: * reembolso das despesas já suportadas; * viatura de substituição; * e eventual resolução contratual caso o problema persista. Junto a esta reclamação irei anexar: * faturas das reparações; * comprovativos de reboque; * carta da campanha técnica; * documentos da viatura; * e restantes comprovativos relevantes. Aguardo o vosso contacto e apoio com a maior brevidade possível. Com os melhores cumprimentos, Sandra Coelho

Em curso

REPARAÇÃO NÃO EFETUADA

Caros srs Carby Administração Venho pelo presente reclamar e exigir a devolução do valor por mim pago referente à hipotética reparação de minha viatura AL-35-OL e conforme fatura que anexo. Passo a relatar: Entreguei a minha viatura para reparação de um ruido anormal nas instalações do concessionário Peugeot – Carby de Vila Franca de Xira no dia 13 de abril , data em que me agendaram a dita reparação e que me solicitaram que a viatura ficasse dois dias para executar a mesma. Supostamente me entregariam em 15 de abril. Aguardei que me informassem para ir levantar a viatura e como não fizeram liguei a saber novidades o que me informavam que me dariam a viatura no dia seguinte. Andei com estes pedidos sucessivos de vossa parte durante um mês. A 13 de maio disseram finalmente para ir levantar a viatura pois a mesma encontrava-se pronta. Dirigi-me às instalações da Carby , fiz o pagamento do remanescente e saí com a viatura. Cinco minutos depois estava a entrar novamente na oficina pois a viatura ENCONTRAVA-SE EXATAMENTE COM O MESMO RUIDO ANORMAL. Assim sendo concluo que paguei peças que ,ou não substituíram ou se substituíram não estavam defeituosas as de origem da minha viatura. Como tal e referente à fatura/recibo que anexo exijo a restituição integral da mesma pois não vou pagar por erros de diagnóstico. Mais informo que a esta data a viatura ainda se encontra na oficina onde a devolvi de imediato no dia 13 de maio. O rececionista , sr Paulo Rato indicou que sexta feira dia 15 me daria uma solução e/ou satisfação o que não fez. Relembro que estão a paralisar a viatura e que estes custos irão também ser reclamados e suportados por vós. Solicitei viatura de substituição/cortesia o que me foi informado pelo sr Paulo Rato que não tinha. Como agente da companhia de seguros Generali/Tranquilidade e a Carby como oficina protocolada desta companhia sei perfeitamente que é mentira não tendo havido o mínimo de respeito pelo cliente versus situação por vós criada. Assim sendo e não me querendo alongar mais exijo esta devolução bem como rápida regularização. Não tenho que pagar erros de diagnóstico e/ou incompetencia.

Em curso

Recusa de reembolso

Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar reclamação contra a Peugeot / representante em Portugal, relativamente à recusa de reembolso de uma reparação efetuada no meu veículo, apesar de a avaria estar abrangida por um defeito de fabrico previamente reconhecido pela própria marca. Recebi uma comunicação oficial da marca informando da existência de um defeito de fabrico no meu veículo e da necessidade de intervenção técnica corretiva. Entretanto, o veículo avariou, ficando totalmente impossibilitado de circular. Dirigi-me à assistência oficial da marca, apresentando a carta recebida, tendo sido informado de que apenas poderiam analisar/reparar o veículo cerca de 3 meses depois. Face à impossibilidade de ficar sem veículo durante esse período excessivo e sem solução alternativa apresentada pela marca, fui obrigado a recorrer a uma oficina independente para proceder à reparação urgente do automóvel. A oficina emitiu: fatura detalhada da reparação; declaração escrita confirmando que a avaria correspondia precisamente ao defeito de fabrico reconhecido pela marca. Posteriormente solicitei à marca o reembolso do valor suportado, tendo este sido recusado apenas pelo facto de a reparação ter sido efetuada fora da rede oficial. Considero esta posição abusiva e contrária aos direitos do consumidor, uma vez que: o defeito foi reconhecido pela própria marca; o veículo estava imobilizado; a marca não assegurou reparação em prazo razoável; fui forçado a minimizar os prejuízos e recuperar a utilização do veículo. Solicito assim a intervenção da DECO no sentido de obter: o reembolso integral do valor da reparação; eventual compensação pelos prejuízos sofridos; esclarecimento sobre os meus direitos legais nesta situação. Em anexo seguem: cópia da carta da marca; fatura da reparação; declaração da oficina;

Encerrada

Reembolso

Recebi uma carta da marca do meu carro que ele tem um defeito de fabrico entretanto o meu carro avariou impossibilitado de funcionar dirigi me a marca com a carta no qual me diSseram que só daqui a 3 meses poderiam ver o carro uma vez que não podia ficar sem carro tanto tempo fui arranjado numa oficina independente onde passaram a fatura e uma declaração a informar que a avaria se tratava do defeito de fabrico informei a marca para me darem o reembolso e eles dizem que não vão dar porque eu reparei o carro noutra oficina sem ser da marca o que devo fazer agora ? Em Portugal, isso pode enquadrar-se num caso de campanha de recolha/recall por defeito de fabrico ou defeito reconhecido pelo fabricante. Se a marca reconheceu oficialmente o defeito através de carta, e depois recusou reparar em prazo razoável deixando-o sem alternativa prática, a posição deles não é necessariamente definitiva. Os pontos mais importantes no seu caso são: A marca reconheceu um defeito de fabrico. O carro ficou imobilizado. Deram-lhe um prazo de cerca de 3 meses. Você teve de reparar o veículo para poder utilizá-lo. Tem fatura e declaração técnica da oficina independente a confirmar que a avaria corresponde ao defeito reconhecido. Isso fortalece bastante a sua posição. O que deve fazer agora: 1. Responder formalmente à marca Envie uma reclamação escrita (email + carta registada com aviso de receção) para: concessionário; importador da marca em Portugal; apoio ao cliente da marca. Explique: que o veículo estava impossibilitado de circular; que a marca não apresentou solução em prazo razoável; que foi obrigado a mitigar o prejuízo; que a reparação incidiu exatamente sobre o defeito reconhecido pela própria marca. Peça: reembolso integral da reparação; resposta por escrito num prazo (ex.: 10 dias úteis). Anexe: carta do recall/defeito; fatura; declaração da oficina; comprovativos de contactos; eventual prova de que o carro estava parado. 2. Livro de Reclamações Faça reclamação no Livro de Reclamações eletrónico: Livro de Reclamações Eletrónico Isso obriga a entidade a responder e pode desencadear fiscalização. 3. Centro de Arbitragem do Setor Automóvel Pode recorrer ao: Centro de Arbitragem do Setor Automóvel (CASA) É muitas vezes a via mais eficaz para conflitos automóveis em Portugal e costuma ser mais rápida e barata do que tribunal. 4. DECO Também pode pedir apoio à: DECO Proteste Eles ajudam bastante em litígios de consumo relacionados com automóveis e recalls. 5. Tribunal/Julgado de Paz Se o valor não for muito elevado, pode avançar para: Julgado de Paz; ação em tribunal. O argumento principal será: a marca reconheceu o defeito mas não garantiu reparação em prazo razoável, obrigando o consumidor a suportar o custo para repor a utilização do veículo. O facto de ter recorrido a oficina independente não elimina automaticamente o seu direito, sobretudo quando: havia urgência; a marca não dava solução útil; existe prova técnica de que era o defeito reconhecido. Guarde tudo: emails; SMS; datas de chamadas; orçamento/fatura; carta recebida; relatório da oficina. Se quiser, posso também ajudá-lo a: escrever a reclamação formal; preparar um texto forte para o Livro de Reclamações; indicar quais leis portuguesas pode citar na carta. Ajuda me a fazer uma reclamação na deco contra a pegeout Portugal Segue um texto que pode copiar e enviar para a DECO ou adaptar para o Livro de Reclamações. Tente anexar todos os documentos em PDF ou fotografia. Assunto: Reclamação contra Peugeot Portugal por recusa de reembolso de reparação relacionada com defeito de fabrico reconhecido Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar reclamação contra a Peugeot / representante em Portugal, relativamente à recusa de reembolso de uma reparação efetuada no meu veículo, apesar de a avaria estar abrangida por um defeito de fabrico previamente reconhecido pela própria marca. Recebi uma comunicação oficial da marca informando da existência de um defeito de fabrico no meu veículo e da necessidade de intervenção técnica corretiva. Entretanto, o veículo avariou, ficando totalmente impossibilitado de circular. Dirigi-me à assistência oficial da marca, apresentando a carta recebida, tendo sido informado de que apenas poderiam analisar/reparar o veículo cerca de 3 meses depois. Face à impossibilidade de ficar sem veículo durante esse período excessivo e sem solução alternativa apresentada pela marca, fui obrigado a recorrer a uma oficina independente para proceder à reparação urgente do automóvel. A oficina emitiu: fatura detalhada da reparação; declaração escrita confirmando que a avaria correspondia precisamente ao defeito de fabrico reconhecido pela marca. Posteriormente solicitei à marca o reembolso do valor suportado, tendo este sido recusado apenas pelo facto de a reparação ter sido efetuada fora da rede oficial. Considero esta posição abusiva e contrária aos direitos do consumidor, uma vez que: o defeito foi reconhecido pela própria marca; o veículo estava imobilizado; a marca não assegurou reparação em prazo razoável; fui forçado a minimizar os prejuízos e recuperar a utilização do veículo. Solicito assim a intervenção da DECO no sentido de obter: o reembolso integral do valor da reparação; eventual compensação pelos prejuízos sofridos; esclarecimento sobre os meus direitos legais nesta situação. Em anexo seguem: cópia da carta da marca; fatura da reparação; declaração da oficina;

Em curso

Defeito de fabrico – consumo excessivo de óleo | Falta de resolução ao abrigo da garantia alargada

Entidade reclamada: Peugeot Portugal / Stellantis Assunto: Defeito de fabrico – consumo excessivo de óleo | Falta de resolução ao abrigo da garantia alargada Venho por este meio apresentar reclamação formal relativamente à minha viatura Peugeot 2008 1.2 PureTech Active, matrícula AF-74-OL, adquirida em fevereiro de 2022. A viatura apresenta, de forma persistente, consumo anormal de óleo, falhas no arranque e perdas de potência em autoestrada, problemas amplamente conhecidos e associados aos motores 1.2 PureTech. Importa salientar que: Todas as revisões e manutenções foram realizadas na rede oficial da Peugeot, cumprindo integralmente os requisitos do fabricante; O problema foi confirmado por reparador autorizado, que indicou tratar-se de um caso enquadrável na extensão de garantia (10 anos ou 175.000 km); A viatura encontra-se dentro desses parâmetros; Apesar da realização de testes e de revisões recentes, incluindo uma há cerca de 2.000 km, a luz de falta de óleo voltou a acender, comprovando a persistência do defeito. Desde março de 2025 tenho vindo a contactar a marca, tendo sido atribuídos vários números de processo (nomeadamente 03354524, entre outros posteriormente considerados “duplicados”), sem que até à data tenha sido apresentada qualquer solução concreta. As respostas recebidas limitam-se a indicar que o processo se encontra “em análise”, sendo posteriormente encerrados os contactos sem resolução, o que demonstra uma clara falta de acompanhamento efetivo e consideração pelo consumidor. Adicionalmente, foi-me comunicado que um pedido de substituição de motor terá sido indeferido devido a um alegado “outro processo aberto”, situação que desconheço totalmente e que nunca me foi devidamente esclarecida. Neste contexto, considero que: Está em causa um defeito de fabrico reconhecido; A viatura cumpre todos os critérios para intervenção ao abrigo da garantia alargada; Existe uma falha grave por parte da marca na resolução do problema e no acompanhamento do processo. Face ao exposto, solicito: A reapreciação imediata do processo; A substituição do motor ao abrigo da garantia alargada, ou solução equivalente definitiva; A apresentação de um prazo concreto e vinculativo para a resolução da situação. Caso a situação não seja resolvida com a maior brevidade, reservarei o direito de recorrer a outras vias legais para defesa dos meus direitos enquanto consumidora. Com os melhores cumprimentos, Liliana Nogueira Pereira

Encerrada

garantia recusada

O meu veículo Peugeot 2008 Allure 1.2 PureTech 130 cv, ano 2020, sofreu avaria grave relacionada com desgaste prematuro da correia de distribuição, defeito de fabrico amplamente reconhecido pelo grupo Stellantis. A reparação foi realizada no ano de 2026, no valor de 1 103,64 €, tendo sido integralmente suportada por mim enquanto consumidor. Ao solicitar reembolso, a Stellantis recusou o pedido com base na ultima manutenção não ter sido efetuada na marca mas ainda assim ser uma revisão oficial e a revisão foi efetuada. Considero esta recusa lesiva dos meus direitos enquanto consumidor, uma vez que o defeito é reconhecido pela marca e não pode ser imputado a desgaste normal ou má utilização.

Encerrada

Problema de origem

Venho por este meio apresentar reclamação relativamente ao meu veículo da marca Peugeot, do ano de dois mil e dezoito, que foi objeto de uma comunicação da marca informando da existência de um defeito de fabrico na árvore de cames. Na sequência dessa comunicação, foi-me indicado que o veículo deve permanecer imobilizado por ordem da marca durante cerca de um mês, por razões de segurança e para realização da respetiva reparação. No entanto, foi igualmente comunicado que não terei direito a veículo de substituição durante esse período, apesar de a imobilização resultar de um defeito de fabrico reconhecido pelo próprio fabricante. Esta situação causa-me prejuízos significativos e transtornos graves na minha vida pessoal e profissional, uma vez que fico impedido de utilizar o meu veículo por um período prolongado sem qualquer alternativa de mobilidade assegurada. Nos termos do Decreto-Lei número oitenta e quatro barra dois mil e vinte e um, de dezoito de outubro, que estabelece os direitos dos consumidores na compra e venda de bens, o consumidor tem direito à reposição da conformidade do bem sem encargos e sem inconvenientes significativos. Acresce ainda o disposto na Lei de Defesa do Consumidor, Lei número vinte e quatro barra noventa e seis, de trinta e um de julho, que determina que o fornecedor deve assegurar a proteção dos interesses económicos do consumidor e a reparação dos danos resultantes de defeitos dos bens. Considero que a imobilização do veículo durante cerca de um mês, sem disponibilização de veículo de substituição ou solução alternativa, constitui um inconveniente significativo para o consumidor, não respeitando o espírito nem a finalidade da legislação em vigor. Adicionalmente, pretendo apresentar reclamação relativamente ao atendimento telefónico prestado por uma funcionária identificada como Michelle. Durante o contacto telefónico, a referida colaboradora recusou-se a facultar o seu nome completo para efeitos de formalização de reclamação, atitude que considero inadequada e contrária aos princípios de transparência e de boa-fé no atendimento ao público. Face ao exposto, solicito: Primeiro. A disponibilização de um veículo de substituição durante todo o período de imobilização do meu veículo ou, em alternativa, a apresentação de solução equivalente que minimize os prejuízos causados. Segundo. A análise da atuação da colaboradora acima referida e a prestação de esclarecimentos formais sobre a recusa de identificação. Terceiro. Uma resposta escrita a esta reclamação, nos termos legalmente previstos. Apresento esta reclamação para os devidos efeitos legais.

Resolvida

Campanha Técnica de Segurança MXL — Corrente da Árvore de Cames

Sou proprietária do veículo Peugeot 308 ao abrigo da Campanha Técnica de Segurança do Produto referenciada sob o código MXL, relativa à corrente da árvore de cames do motor 1.5 Blue HDi, e que motivou a deslocação do veículo às instalações da Peugeot em Portimão dia 15 /04. Desde então a viatura encontra-se no mesmo local e espera da peça para reparação. Como sou de longe solicitei uma viatura de substituição, onde me foi informada que esta campanha só disponibiliza uma viatura durante dois dias após esses dois dias teria que pagar uma taxa de 29.00€ por dia +800€ euros de caução. Hoje passados 12 dias ainda não há previsão para a chegada da peça. Durante este tempo já usei o carro de substituição do seguro já paguei um carro por minha conta, e a continuar torna-se insustentável. Peço encarecidamente que me seja dada uma data e uma viatura de substituição. E no fim disto tudo terei que acertar contas com a Peugeot Portugal, porque é numa vergonha,uma falta de respeito.

Resolvida

Viatura com defeito de fabrico

Comprei um carro novo em Janeiro de 2025, que ja estava matriculado pelo stand desde Setembro de 2024. Passado pouco tempo, reparei que a câmara de marcha atrás nao funciona. Contactei o stand, já fui lá várias vezes para tentarem resolver o problema, mas vem sempre igual. Não conseguem resolver o problema. Ja substituíram muitas peças e o problema persiste. Não querem assumir que é defeito de fabrico e nao querem recolher o carro. Preciso de ajuda para resolver esta situação que ja se arrasta à mais de 1 ano.

Em curso

Corrente de distribuição

Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação relativa ao processo de recall da corrente de distribuição da minha viatura Peugeot 308. No passado dia 24 de março de 2026, fui informado da necessidade de substituição da corrente de distribuição ao abrigo de uma ação de recall. Na mesma ocasião, foi-me indicado um prazo estimado de 15 dias para a chegada da peça necessária à intervenção. Contudo, até à presente data, esse prazo já foi largamente ultrapassado, sem que tenha sido efetuado qualquer contacto proativo por parte do concessionário ou da marca, nem apresentada uma nova previsão concreta para a resolução do problema. Importa salientar que me foi recomendado que a viatura fosse imobilizada, o que me coloca numa situação particularmente delicada, uma vez que dependo diariamente do veículo para tarefas essenciais, nomeadamente o transporte de uma criança para a escola. Apesar das várias tentativas de contacto da minha parte para obter esclarecimentos e um prazo definido para a reparação, não obtive qualquer resposta satisfatória. Face ao exposto, solicito: A indicação urgente de uma data concreta para a chegada da peça e realização da reparação;  Esclarecimentos sobre os motivos do incumprimento do prazo inicialmente indicado. Considero esta situação inadmissível, tanto pela falta de cumprimento de prazos como pela ausência de comunicação adequada ao cliente. Agradeço a vossa intervenção no sentido de assegurar uma resolução célere desta situação. Com os melhores cumprimentos, Dayanne Macedo

Resolvida

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