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Problema de origem
Venho por este meio apresentar reclamação relativamente ao meu veículo da marca Peugeot, do ano de dois mil e dezoito, que foi objeto de uma comunicação da marca informando da existência de um defeito de fabrico na árvore de cames. Na sequência dessa comunicação, foi-me indicado que o veículo deve permanecer imobilizado por ordem da marca durante cerca de um mês, por razões de segurança e para realização da respetiva reparação. No entanto, foi igualmente comunicado que não terei direito a veículo de substituição durante esse período, apesar de a imobilização resultar de um defeito de fabrico reconhecido pelo próprio fabricante. Esta situação causa-me prejuízos significativos e transtornos graves na minha vida pessoal e profissional, uma vez que fico impedido de utilizar o meu veículo por um período prolongado sem qualquer alternativa de mobilidade assegurada. Nos termos do Decreto-Lei número oitenta e quatro barra dois mil e vinte e um, de dezoito de outubro, que estabelece os direitos dos consumidores na compra e venda de bens, o consumidor tem direito à reposição da conformidade do bem sem encargos e sem inconvenientes significativos. Acresce ainda o disposto na Lei de Defesa do Consumidor, Lei número vinte e quatro barra noventa e seis, de trinta e um de julho, que determina que o fornecedor deve assegurar a proteção dos interesses económicos do consumidor e a reparação dos danos resultantes de defeitos dos bens. Considero que a imobilização do veículo durante cerca de um mês, sem disponibilização de veículo de substituição ou solução alternativa, constitui um inconveniente significativo para o consumidor, não respeitando o espírito nem a finalidade da legislação em vigor. Adicionalmente, pretendo apresentar reclamação relativamente ao atendimento telefónico prestado por uma funcionária identificada como Michelle. Durante o contacto telefónico, a referida colaboradora recusou-se a facultar o seu nome completo para efeitos de formalização de reclamação, atitude que considero inadequada e contrária aos princípios de transparência e de boa-fé no atendimento ao público. Face ao exposto, solicito: Primeiro. A disponibilização de um veículo de substituição durante todo o período de imobilização do meu veículo ou, em alternativa, a apresentação de solução equivalente que minimize os prejuízos causados. Segundo. A análise da atuação da colaboradora acima referida e a prestação de esclarecimentos formais sobre a recusa de identificação. Terceiro. Uma resposta escrita a esta reclamação, nos termos legalmente previstos. Apresento esta reclamação para os devidos efeitos legais.
Defeito de fabrico Peugeot 2008 (PureTech 1.2) – Processo nº 03658751 Peugeot Portugal
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar reclamação formal contra a Peugeot Portugal, por falha na resolução de um defeito de fabrico conhecido e documentado no meu veículo Peugeot 2008 1.2 PureTech (matrícula [BG-74-XN], que apresenta consumo excessivo de óleo desde Agosto de 2025. Este problema não é isolado: trata-se de uma anomalia generalizada nesta geração de motores, já reconhecida pela Peugeot em campanhas de serviço anteriores (ex: campanha de extensão de garantia para o PureTech 1.2, encerrada em dezembro de 2025). Apesar disso, a marca recusa-se a assumir a responsabilidade pela reparação definitiva, deixando-me com um veículo inseguro e sem solução. Linha do Tempo e Intervenções Realizadas 27/08/2025 71.872 km Verificação de fugas, substituição de óleo e filtro (RB Motor – Viana do Castelo). Problema persistiu. 08/09/2025 73.222 km Reposição de 0.200L de óleo após 1.350 km. Consumo anormal confirmado. 17/09/2025 74.057 km Reposição de 0.600L de óleo após 835 km. Agravamento do consumo. 15/10/2025 76.594 km Reposição de 1.000L de óleo após 1.595 km. Situação insustentável. 20/01/2026 103.179 km Limpeza de segmentos (procedimento recomendado pela Peugeot). Sem melhoria. 27/03/2026 106.475 km Reposição de 1.500L de óleo após 3.296 km. Diagnóstico final: Necessidade de desmontagem do motor para reparação. Problemas Atuais Risco de segurança: O consumo excessivo de óleo pode levar a danos irreversíveis no motor (ex: gripagem), colocando em risco a segurança, especialmente em viagens longas com crianças. Falta de transparência: A Peugeot nunca informou os proprietários (incluindo eu) sobre este defeito aquando da compra, mesmo após campanhas de reparação anteriores. A Peugeot não apresenta prazos concretos para resolução, limitando-se a "analisar o caso" sem compromisso. O último contacto (23/04/2026) não avançou com nenhuma proposta, apenas promessas vagas. O contacto com a Peugeot Portugal foi estabelecido em 01/04/2026. Este defeito não resulta de mau uso ou falta de manutenção, mas sim de um problema de fabrico. A Peugeot já reparou veículos idênticos em campanhas anteriores, pelo que não há justificação técnica ou legal para recusar a resolução agora. Não tenho condições financeiras para arcar com uma reparação desta magnitude. Melhores cumprimentos, Lucas de Andrade Santos
Campanha Técnica de Segurança MXL — Corrente da Árvore de Cames
Sou proprietária do veículo Peugeot 308 ao abrigo da Campanha Técnica de Segurança do Produto referenciada sob o código MXL, relativa à corrente da árvore de cames do motor 1.5 Blue HDi, e que motivou a deslocação do veículo às instalações da Peugeot em Portimão dia 15 /04. Desde então a viatura encontra-se no mesmo local e espera da peça para reparação. Como sou de longe solicitei uma viatura de substituição, onde me foi informada que esta campanha só disponibiliza uma viatura durante dois dias após esses dois dias teria que pagar uma taxa de 29.00€ por dia +800€ euros de caução. Hoje passados 12 dias ainda não há previsão para a chegada da peça. Durante este tempo já usei o carro de substituição do seguro já paguei um carro por minha conta, e a continuar torna-se insustentável. Peço encarecidamente que me seja dada uma data e uma viatura de substituição. E no fim disto tudo terei que acertar contas com a Peugeot Portugal, porque é numa vergonha,uma falta de respeito.
Viatura com defeito de fabrico
Comprei um carro novo em Janeiro de 2025, que ja estava matriculado pelo stand desde Setembro de 2024. Passado pouco tempo, reparei que a câmara de marcha atrás nao funciona. Contactei o stand, já fui lá várias vezes para tentarem resolver o problema, mas vem sempre igual. Não conseguem resolver o problema. Ja substituíram muitas peças e o problema persiste. Não querem assumir que é defeito de fabrico e nao querem recolher o carro. Preciso de ajuda para resolver esta situação que ja se arrasta à mais de 1 ano.
Corrente de distribuição
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação relativa ao processo de recall da corrente de distribuição da minha viatura Peugeot 308. No passado dia 24 de março de 2026, fui informado da necessidade de substituição da corrente de distribuição ao abrigo de uma ação de recall. Na mesma ocasião, foi-me indicado um prazo estimado de 15 dias para a chegada da peça necessária à intervenção. Contudo, até à presente data, esse prazo já foi largamente ultrapassado, sem que tenha sido efetuado qualquer contacto proativo por parte do concessionário ou da marca, nem apresentada uma nova previsão concreta para a resolução do problema. Importa salientar que me foi recomendado que a viatura fosse imobilizada, o que me coloca numa situação particularmente delicada, uma vez que dependo diariamente do veículo para tarefas essenciais, nomeadamente o transporte de uma criança para a escola. Apesar das várias tentativas de contacto da minha parte para obter esclarecimentos e um prazo definido para a reparação, não obtive qualquer resposta satisfatória. Face ao exposto, solicito: A indicação urgente de uma data concreta para a chegada da peça e realização da reparação; Esclarecimentos sobre os motivos do incumprimento do prazo inicialmente indicado. Considero esta situação inadmissível, tanto pela falta de cumprimento de prazos como pela ausência de comunicação adequada ao cliente. Agradeço a vossa intervenção no sentido de assegurar uma resolução célere desta situação. Com os melhores cumprimentos, Dayanne Macedo
Reclamação Peugeot Portugal
Exmos. Senhores, Boa tarde venho por este meio informar que comprei em novembro um Peugeot 1.5 hdi allure num representante vosso desde então comecei a anotar logo os primeiros dias um defeito grave no motor da viatura o carro engasga entre as 1500/2000 rpm na segunda e terceira mudança depois de vários contactos com a representante e só passado quase três meses receberam a viatura para reparação e verificação dos problemas mencionados no entanto depois de três semanas voltei para levantar a viatura e a mesma encontrava-se igual foi me dito para ir à Peugeot mais próximo de mim para um Recall da marca assim eu fiz fui então para a Peugeot de Almada falei com avaliador e o chefe de oficina ficaram com o carro para as devidas intervenções e hoje dia 31 março levantei novamente a viatura com resposta por parte da marca que depois de todos os testes feitos e intervenções foi me dito que estaria o problema resolvido ao qual volto novamente a reparar que nada está resolvido fiz reclamação e envio para vos também reclamação pois trata-se de um caso bastante grave numa viatura recente e que está mais que comprovado depois de testado várias vezes por pessoas certificadas que existe um problema de injeção ao qual todas as pessoas inclusive representante e Peugeot estão a tentar fugir às suas responsabilidades aguardo resposta para o meu e-mail joaoabreu222@gmail.com afim de evitar a presença de um advogado no futuro com um caso contra vocês e quem me recebeu na oficina e pedido especial a um centro de arbitragem para a confirmação do problema obrigado VIN VR3UBYHTKN5905369 Peugeot 208 Matrícula. AU88QB Cumprimentos.
Defeito Veículo
Exmo. Sr. / Exma. Sra., Eu, Josué Monteiro, venho por este meio apresentar uma reclamação formal relativamente à viatura da minha propriedade, identificada pelos seguintes dados: Dados da Viatura: • Marca e Modelo: Peugeot 308 – 208 Active 1.2 VTi 82 CV M5 5P • Matrícula: AN-72-SN • VIN: VR3FPHNSTNY504402 • Data de aquisição: fevereiro de 2022 (viatura nova, 0 km) • Concessionário responsável: Caetano Gamobar Motors, SA – Centro de Sintra Desde a aquisição da viatura, a mesma tem sido submetida a todas as revisões periódicas obrigatórias na rede oficial da marca, demonstrando a minha total conformidade com as condições de garantia exigidas. Cronologia das anomalias e intervenções relevantes: 1. Anomalia na câmara de estacionamento e sistema de radar (2023 — resolvida): A viatura apresentou uma falha no sistema de câmara de estacionamento e radar dianteiro, tendo sido sujeita a intervenção de substituição e calibração, conforme Ordem de Serviço XOJ/2702/2023. Embora a situação tenha ficado resolvida, importa salientar que, durante esse período, a viatura esteve imobilizada por várias semanas, sem que a marca disponibilizasse qualquer veículo de substituição. Este padrão de recusa sistemática de viatura de substituição repetiria em todas as ocorrências subsequentes. 2. Consumo excessivo de óleo — primeira ocorrência (agosto/setembro de 2024): A revisão periódica foi efetuada a 19 de agosto de 2024 (81.641 km — OS XOJ/1804/2024). Apenas cerca de um mês após essa revisão, a 30 de setembro de 2024, e com aproximadamente 85.226 km, acendeu-se a luz de aviso de falta de óleo. O veículo foi imediatamente levado à oficina, onde foi diagnosticado consumo excessivo de óleo, tendo sido aplicada a TSB B1BW013Y00. O cliente foi informado de que deveria regressar ao fim de 1.000 km para controlo, dado que a viatura havia necessitado de reposição de 1 litro de óleo. 3. Controlo de óleo aos 1.000 km — anomalia persistente (dezembro de 2024): A 6 de dezembro de 2024 (90.002 km — OS XOJ/2753/2024), o veículo regressou à oficina para o controlo de óleo acordado, mantendo-se o diagnóstico de consumo excessivo. A 20 de dezembro de 2024 (91.093 km — OS XOJ/2881/2024), realizou-se novo controlo, sem resolução do problema. 4. Nova ocorrência de consumo excessivo de óleo com aviso de falta de óleo (janeiro de 2026): A 27 de janeiro de 2026 (94.787 km — OS XOJ/202/2025), o veículo acionou novamente o aviso de falta de óleo, confirmando que a anomalia nunca havia sido corrigida. A 11 de fevereiro de 2026 (95.866 km — OS XOJ/317/2025), realizou-se o 2.º controlo dos 1.000 km, com o mesmo diagnóstico de consumo excessivo persistente. Uma vez mais, o veículo ficou várias semanas imobilizado, sem qualquer solução e sem viatura de substituição disponibilizada pela marca. 5. Revisão anual de 2025 (abril de 2025): A revisão anual realizada a 16 de abril de 2025 (100.490 km — OS XOJ/866/2025-2) incluiu, entre outros trabalhos, a substituição da correia de distribuição, filtro de pólen, correia dos acessórios, escova de para-brisas e kit correia, com um custo total de 944,53 €. Saliente-se que esta revisão foi realizada na rede oficial, mantendo todas as condições de garantia. 6. Imobilização prolongada do veículo desde 3 de março de 2026 — situação atual: A 3 de março de 2026, com 113.819 km (OS XOJ/484/2026-1), o veículo foi novamente entregue na oficina com aviso de consumo excessivo de óleo (luz de pressão do óleo acesa). Desde essa data — há mais de cinco semanas — o veículo permanece imobilizado na oficina, sem qualquer resolução nem prazo comunicado. A marca recusou, uma vez mais, disponibilizar viatura de substituição, alegando indisponibilidade. Enviei três (3) e-mails à oficina a solicitar informação sobre o estado da reparação, sem que tenha obtido qualquer resposta. Durante todo este tempo, continuo a suportar a mensalidade do financiamento do veículo, sem poder dele usufruir, o que constitui um prejuízo financeiro direto e continuado. Fundamentos da presente reclamação: Face ao exposto, considero que o veículo apresenta um defeito grave de fabrico que se mantém por resolver há mais de ano e meio, nomeadamente o consumo excessivo e anómalo de óleo, não obstante as múltiplas intervenções efetuadas pelos serviços técnicos da marca. Esta anomalia manifesta-se de forma recorrente, com acionamento repetido do aviso de falta de óleo, e nunca foi objeto de solução definitiva. Acresce que, ao longo de todo este período, fui obrigado a deslocar-me inúmeras vezes à oficina, ficando sem viatura durante semanas seguidas, sem que a marca alguma vez disponibilizasse um veículo de substituição. Neste momento, encontro-me sem carro desde 3 de março de 2026, continuando a suportar a mensalidade do financiamento do veículo — sem qualquer contrapartida —, o que representa um prejuízo financeiro real, direto e continuado. Invoco os direitos que me assistem ao abrigo do Decreto-Lei n.º 67/2003, de 8 de abril (com as alterações introduzidas pelo Decreto-Lei n.º 84/2008, de 21 de maio), relativo às garantias na venda de bens de consumo, bem como da Diretiva (UE) 2019/771, transposta para a ordem jurídica portuguesa, que consagra o direito do consumidor à reparação ou substituição do bem, à redução do preço ou à resolução do contrato, em caso de falta de conformidade. Acresce que a ausência reiterada de disponibilização de viatura de substituição, em situações de imobilização prolongada por causas imputáveis a defeitos do veículo, consubstancia um incumprimento dos deveres de assistência a que a marca se encontra vinculada. Solicito, em consequência: 1. Resolução urgente e definitiva do defeito de consumo excessivo de óleo que afeta o veículo desde setembro de 2024, com comunicação escrita do diagnóstico técnico completo e das medidas adotadas; 2. Disponibilização imediata de viatura de substituição enquanto o meu veículo se encontrar imobilizado para reparação, dada a recusa sistemática e reiterada que tem sido oposta pela marca em todas as ocorrências anteriores; 3. Resposta escrita, clara e fundamentada, sobre o diagnóstico atual, o plano de reparação e o prazo estimado para a devolução da viatura; 4. Em alternativa, e caso não seja possível resolver as anomalias em prazo razoável, a substituição da viatura por outra em condições adequadas, ou a resolução do contrato de compra e venda com reembolso do valor pago; 5. Ressarcimento dos prejuízos financeiros sofridos, nomeadamente as mensalidades do financiamento pagas durante os períodos em que o veículo esteve imobilizado na oficina por defeito, sem possibilidade de utilização, bem como quaisquer outras despesas decorrentes da imobilização prolongada. Aguardo resposta no prazo máximo de 10 (dez) dias úteis a contar da receção da presente comunicação, findo o qual me reservo o direito de apresentar queixa junto da DECO – Associação Portuguesa para a Defesa do Consumidor, do Centro de Arbitragem de Conflitos de Consumo e demais entidades competentes, bem como de acionar os meios judiciais adequados. Com os melhores cumprimentos, Josué Monteiro Proprietário da viatura AN-72-SN Lisboa, 13 de abril de 2026
Não assumem Garantia
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação relativamente ao meu veículo Peugeot 3008 1.5 BlueHDi, do ano de 2019, atualmente com 117.464 km. O veículo foi importado e, aquando da sua legalização em Portugal, foi realizada uma revisão completa, incluindo a substituição do óleo do motor com o óleo recomendado e de acordo com as especificações indicadas pela marca Peugeot. Em outubro do ano passado dirigi-me a um concessionário/oficina da marca para Campanha da Marca para verificar um possível ruído proveniente da zona da distribuição, tendo-me sido indicado na altura que se encontrava tudo dentro da normalidade. No entanto, atualmente o veículo apresenta um ruído evidente proveniente da corrente da árvore de cames, situação que, após pesquisa, verifiquei tratar-se de um problema conhecido nos motores 1.5 BlueHDi utilizados em diversos modelos da Peugeot. Tendo em conta que se trata de um problema amplamente reportado neste motor e considerando a quilometragem relativamente baixa do veículo, venho solicitar a análise desta situação por parte da Peugeot e a eventual aplicação de uma solução, visto o Veículo estar em Garantia. Dados do veículo: • Modelo: Peugeot 3008 • Motorização: 1.5 HDi / BlueHDi • Quilometragem: 117464 Agradeço a vossa análise e uma resposta breve relativamente a uma possível intervenção ou apoio na resolução desta situação.
Problema no motor da Peugeot, consumo de oleo
Bom dia! A Peugeot de forma intencional, continua fabricando os seus veículos, com motores thp,e pure tech, isso significa na prática, um defeito oculto, as características são o consumo de óleo, na qual esse óleo ele queima junto com o combustível, se pesquisar no Google, já tem essa informação desses motores, estou com esse problema desde agosto de 2025, o engenheiro Paulo jacinto, responsável pela Peugeot Setúbal monte belo, já disse que a solução nesses casos é a troca do motor, dia 21 de janeiro de 2026 o veículo deu entrada na Peugeot Setúbal, e disseram que iam fazer a troca do motor, depois disseram que iam trocar a tampa do conjunto de válvulas, mesmo o engenheiro Paulo jacinto informando sobre isso em não resolver, mesmo assim os técnicos optaram em continuar, o veículo saiu dia 14 de fevereiro de 2026, comecei a usar a viatura, no dia 12 de março o carro retornou para a Peugeot Setúbal, com o mesmo problema, consumindo óleo desesperadamente, desde então até à data desse e-mail, o veículo está imobilizado, alguém precisa fazer alguma coisa, a Peugeot não pode continuar fazendo isso! PRA VOCÊS QUE ESTÃO LENDO, POR FAVOR! NÃO COMPRE PEUGEOT, Além de ter esse defeito oculto, o pós venda é um absurdo de ruimmmmm.
Avarias PEUGEOT 5008
Exmos. Senhores, Gostaria de apresentar uma queixa, relativa à marca PEUGEOT e à prestação de serviços das oficinas oficias da marca, em específico em relação à oficina de STELLANTIS em PAÇO DE ARCOS. Sou proprietária de um automóvel Peugeot 5008 adquirido novo, no stand da Peugeot Oeiras, em julho de 2019. Até à data da primeira avaria, em maio de 2024, todas as revisões do carro foram realizadas na oficina Stellantis de Paço de Arcos. A primeira avaria dá-se no sistema Adblue, cuja reparação teve um custo de cerca de 1.000,00€. Por se tratar de um defeito da responsabilidade do fabricante exigi que a marca assumisse a despesa da reparação. Embora tivesse tido de insistir a marca acabou por assumir a reparação e entregou-me o carro com um depósito novo. A segunda avaria dá-se cerca de um ano depois, em junho de 2025, numa viagem a caminho do Algarve. O carro deixou de funcionar ficando imobilizado na A2, com aviso no painel de “defeito do travão de estacionamento”. Depois de ser rebocado o carro foi levado, no dia 17.06.2025, para a oficina Stellantis de Paço de Arcos. A partir desse momento todo o serviço prestado pela oficina, bem como as informações fornecidas, foram sempre pouco transparentes e pouco rigorosas. Foram apresentando primeiro um valor de 138€ para fazer um diagnóstico, depois um valor de 525,00€+IVA para abrir o motor, sem nunca revelarem ou assumirem que se tratava, mais uma vez, de um defeito da responsabilidade do fabricante. Tudo isto com o carro na oficina e sem uma data prevista para a reparação do mesmo. Voltei a exigir que a marca assumisse as despesas de reparação, que naquela atura estimaram que pudessem chegar aos 7.000,00€, mas a oficina insistiu que nada podia fazer pois a última revisão do carro não tinha sido realizada na oficina. O carro apenas me seria entregue no dia 01.08.2025, cerca de 1 mês e meio depois de ter entrado na oficina, e apenas porque me vi obrigada a suportar o arranjo, que se cifrou nos 3.613,75€, relativo à avaria da correia da árvore de cames. A resposta ao processo, entretanto aberto na Peugeot, apenas viria no dia 07.08.2025, com a rejeição do reembolso do valor já suportado, alegando que para que houvesse lugar ao reembolso a última revisão teria de ter sido feita nas oficinas da marca. Muito insatisfeita com toda a situação, por ter adquirido um carro novo que nos primeiros 100mil km teve duas avarias, por ter tido despesas com reparações de valor muito avultado, por ter estado sem carro por mais de 6 semanas, por ter tido despesas extraordinárias para alugar um carro nessas mesmas 6 semanas, e por ter perdido a confiança na marca e na oficina, fiz uma queixa formal no portal da queixa onde a marca voltou a responder o mesmo que havia respondido antes, ignorando assim o defeito de fabrico, ao qual o proprietário é totalmente alheio. Infelizmente, e depois de tudo isto, deu-se uma nova avaria. A terceira avaria aconteceu em janeiro de 2026, cerca de 1 ano e meio depois da primeira avaria e cerca de 6 meses depois da segunda, tendo o carro voltado a indicar defeito antipoluição. Por estar relacionado com o sistema Adblue (e para acionar a garantia do depósito novo colocado em maio de 2024) levei o carro, no dia 29.01.2026, novamente à oficina da Stellantis em Paço de Arcos. Importa referir que quando entreguei o carro não tinha nenhuma queixa, para além da luz de alerta que aparecia no painel. O carro devia ter ficado pronto no dia seguinte, dia 30.01.2026, mas até hoje, dia 05.03.2026, ainda não me foi entregue. Acontece que no dia 30.01.2026, fomos contatados, durante a manhã, pela oficina que nos informou que haviam realizado um diagnóstico ao carro e se tratava de um problema com os injetores, que não estava abrangido pela garantia do depósito Adblue. Apresentaram um custo de reparação de 160,00€ que aprovamos, apenas e só para que o carro nos fosse entregue ainda nesse dia. De forma algo caricata, umas horas depois, fomos novamente contatados pela oficina, informando que tinha havido uma falha de informação pois afinal não se tratava de um problema nos injetores, mas era sim um problema de programação. O valor da reparação manteve-se nos 160,00€ e o carro seria entregue na oficina a partir das 18h00. Antes das 17h00 ligaram novamente, informando que o primeiro diagnóstico que nos tinham dado estava incorreto, o segundo também estava incorreto e afinal o problema estava no catalisador cujo arranjo iria ascender aos 2.000,00€. Tendo recusado pagar tal valor, por se tratar de um problema relacionado com o sistema antipoluição e portanto abrangido pela garantia do depósito colocado há menos de 2 anos, e não tendo confiança em nenhum dos 3 diferentes diagnósticos que nos deram ao telefone, solicitamos que a marca assumisse uma posição e nos informasse formalmente da mesma. Até hoje ainda aguardamos resposta. Após 5 semanas o carro continua na oficina. No espaço de menos de 2 anos já nos vimos confrontados com 3 avarias decorrentes de defeitos da responsabilidade do fabricante e nos últimos 9 meses o carro esteve na oficina 11 semanas, cerca de 2 meses. Para além do imenso período sem carro, já suportamos uma reparação no valor de 3.613,75€, decorrente de um defeito da responsabilidade do fabricante, ao qual somos alheios. Esta situação é totalmente inadmissível e no nosso entender configura um tremendo abuso de poder pois como clientes não temos acesso ao carro, o contato com a oficina, via telefone, é inexistente, nas deslocações à oficina esta empurra a responsabilidade para a marca, a marca vai deixando andar e não responde nem toma uma posição e neste impasse desgastam o cliente para que se sinta pressionado pela falta do carro e acabe por pagar as reparações. Posto isto exijo que procedam à reparação do meu carro, considerando as garantias em vigor para a substituição de todos os componentes defeituosos. Exijo ainda que me devolvam o dinheiro que paguei à data de 01.08.2025, para reparação da segunda avaria. Aguardo que resolvam esta situação o mais rapidamente possível, ou tomarei as medidas ao meu alcance para fazer valer os meus direitos. Cumprimentos.
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