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Faturação de um serviço (jogos) que nunca autorizei
Exmos. Senhores, (4 de maio de 2026) Cumprimentos.
Fatura incorreta
Exmos. Senhores, Efetuei um pagamento por referência Multibanco associado à MEO, porém a entidade/referência encontra-se desatualizada. O valor foi debitado da minha conta, mas não foi creditado no meu serviço atual. O meu banco informou que a MEO deve localizar o pagamento e proceder à devolução ou regularização. Solicito a verificação urgente do pagamento e respetiva devolução ou imputação correta. Anexo comprovativo de pagamento.
Serviço em off
Sou vosso cliente desde 2016.Há mais de um mês que não tenho TV,NET,TELEFONE,já entrei em contacto convosco por telefone , ficaram de resolver o problema e até hoje ainda não o resolveram, se não me resolverem o problema dentro de 15 dias reservo-me o direito de cancelar o contrato sem penalização.Cumprimentos Luis Fernando de Sousa e Silva
Usar Outlook com o SAPO Mail vai passar a ser pago
Exmos. Senhores, Foi com estupefação e indignação que recebi, em 23/04/2026, um email do SAPO Mail a informar sobre as "Novas Condições de Utilização a 06/05". Os utilizadores do SAPO Mail se quiserem ter acesso via programas de email IMAP/POP (como o Outlook, Thunderbird ou Apps de email iPhone e Android) terão de aderir ao plano Premium, com um custo de 1,99€/mês (1 conta) ou 3,99€/mês (até 5 contas). É perfeitamente legítimo o SAPO Mail cobrar pelos recursos adicionais que esse plano Premium inclui, nomeadamente mais armazenamento, remoção de publicidade e funcionalidades extra. O que não me parece ser legitimo é termos de pagar por algo que sempre nos foi dado como garantido - o acesso via programas de email IMAP/POP (o controlo sobre a forma como usamos os nossos próprios dados). Podemos aceitar que serviços que sempre foram abertos passem a ser fechados por defeito? Parece-me que não! Muitos utilizadores (nos quais eu me incluo) têm uma conta do SAPO Mail para uso doméstico e não precisam de: - 65GB de armazenamento - 10.000 envios por dia - 500 endereços incógnitos - 10.000 contactos - 500 regras de email - 500 bloqueios de endereços Mas precisam sim de acesso via programas de email IMAP/POP para gerir os seus emails da forma mais adequada, utilizando funcionalidades e ferramentas que o Webmail da SAPO não oferece (como, por exemplo, o arquivo de emails em ficheiros de dados). Para muitos utilizadores, que o são há mais de 20 anos (nos quais eu me incluo), a primeira conta de email não foi Gmail nem Outlook, foi "@Sapo.pt". Esses utilizadores são pioneiros e ajudaram o SAPO Mail a crescer de ano para ano - merecem mais respeito e consideração. Pelo exposto, venho apelar ao bom senso e ética profissional de V. Exas, no sentido de reconsiderarem as "Novas Condições de Utilização": - Mantendo o plano base tal e qual como é hoje, ou seja, com acesso via programas de email IMAP/POP. - E reservando o plano Premium (pago) para a oferta de mais espaço de armazenamento e mais funcionalidades. Muito agradecemos a V. Exas que tomem em consideração a revolta que paira na comunidade que, há décadas, sempre confiou no “Sapo verde” para as suas comunicações digitais e que ponderem seriamente a revisão das "Novas Condições de Utilização" nos termos acima descritos. Com os meus melhores cumprimentos, Alberto Cruz Almeida acruz@sapo.pt 915339023
Falhas Constantes de Serviços
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação dirigida à Meo Empresas relativamente à situação insustentável que se vive na zona do Biscainho, código postal 2100-651, desde o dia 29/30 de abril. Hoje, dia 03/05/2026, continuamos sem cobertura de rede móvel, impossibilitando qualquer contacto telefónico entre residentes. Existem pessoas que dependem exclusivamente deste meio para comunicar, algumas delas nem sequer têm possibilidade de se deslocar para fora da freguesia para obter sinal, ficando totalmente isoladas. Adicionalmente, a rede de fibra tem-se revelado pouco fiável, com sucessivas falhas nos últimos tempos. Esta reclamação surge após vários contactos com a Meo Empresas, que se limita a ignorar o problema e a informar que temos de aguardar pela resolução da avaria. Fins de semana e semanas inteiras passam-se sem serviços, e as compensações oferecidas são irrisórias. A empresa, detendo o monopólio da rede de fibra na zona e sendo a única com este serviço, acaba por impor as suas regras sem consequências, deixando toda a população dependente. Estamos há quatro dias sem rede móvel, completamente isolados, devido à falta de recursos ao fim de semana para resolver o problema com celeridade. Mais vale, aparentemente, deixar uma população inteira sem comunicações durante vários dias e só resolver o problema em dias de semana por razões de custo. O cliente parece não ter qualquer importância: recebe uma compensação mínima e é esperado que se conforme. Acabei de contactar o serviço de apoio ao cliente e expliquei que há pessoas completamente isoladas, sem possibilidade de pedir ajuda caso seja necessário. A resposta foi simples: não é da competência deles, temos de esperar que o problema seja resolvido. É esta a atitude da empresa, que age impunemente porque a autoridade reguladora permite. Considero que, se uma operadora não repuser o serviço em tempo útil, o cliente não deve apenas deixar de pagar pelo serviço, mas a operadora deve também indemnizar o cliente, para que os problemas sejam resolvidos com maior urgência. Solicito uma resposta célere e uma solução efetiva para esta situação. Com os melhores cumprimentos,
serviço prestado
e uma vergonha em junho de 2025 fiz contrato para meo fibra nao tiverao vergonha de instalar router wifi 5 equipamento antigo a novos clientes fiz reclamação e tive que renogociar o contrato um mes depois em julho de 2025 e uma vergonha como quando faço contrato em junho nem ofertas decente fazem e so equipamentos antigos e uma vergonha nao recomendo a meo a ninguém falta 1 ano e 2 meses e nao volto a renovar contrato vou para a concorrência existe tambem fibra de outras operadoras com dizem que a meo e uma vergonha ha 2 meses para oferecer dobro dados moveis e internet nao caio nesses esquemas da meo nunca mais renovo o contrato
Resolução de contrato por direito ao periodo de livre resolução
Exmos. Senhores, Venho por este meio solicitar o vosso apoio jurídico na resolução de uma situação com a operadora MEO relativamente a uma alegada dívida que considero indevida. No dia 16 de novembro de 2024, celebrei um contrato à distância (via telefone) para instalação de serviços de telecomunicações. No entanto, a instalação foi efetuada de forma deficiente, com cabos expostos e sem condições adequadas, tendo o serviço ficado inutilizável. Apesar de várias tentativas de contacto com a operadora para resolução da situação, nunca foi apresentada uma solução eficaz. Face ao exposto, solicitei o cancelamento do contrato no dia 29 de novembro de 2024, dentro de um curto período após a instalação, invocando a má prestação do serviço e o facto de nunca ter sido utilizado. Importa ainda referir que, tratando-se de um contrato celebrado à distância, ao abrigo do Decreto-Lei n.º 24/2014, de 14 de fevereiro, deveria ter sido devidamente informada sobre o direito de livre resolução no prazo de 14 dias, o que não ocorreu. Nos termos da lei, a falta dessa informação pode implicar o alargamento do prazo para o exercício desse direito. Posteriormente, fui informada pela operadora de que não teria direito ao período de livre resolução por se tratar de um contrato celebrado por telefone, informação essa que considero incorreta e que nunca me foi comunicada no momento da adesão. Atualmente, continuo a receber comunicações da MEO a exigir o pagamento de uma dívida associada a este contrato, a qual contesto integralmente. Assim, venho solicitar a vossa intervenção no sentido de: Avaliar a legalidade da situação; Apoiar na contestação formal da dívida; Interceder junto da operadora para a resolução definitiva do caso. Anexo a este pedido toda a documentação relevante, incluindo comunicações trocadas e comprovativos. Agradeço, desde já, a vossa atenção e aguardo o vosso contacto com a maior brevidade possível. Com os melhores cumprimentos, Micaela Fernanda Godinho Ferreira 7193375-49
Incumprimento de instalação de fibra MEO e informação enganosa no momento da adesão
No dia 24 de abril de 2026 celebrei um contrato com a MEO para instalacao de servico de fibra. Durante a chamada de adesao, que se encontra gravada, o comercial Joao Tomas garantiu que a instalacao ficaria agendada para o dia 28 de abril de 2026 terca feira no periodo da tarde. No entanto, nessa data nao compareceu qualquer tecnico nem foi dada qualquer justificacao previa. Apos este incumprimento entrei em contacto com o apoio ao cliente da MEO, tendo sido informado que a situacao seria encaminhada para resolucao e que iriam proceder a novo agendamento com urgencia, o que nao se verificou. Posteriormente fui contactado para reagendamento da instalacao apenas para o dia 14 de maio de 2026, o que considero totalmente inaceitavel tendo em conta o compromisso inicial assumido. Optei pela MEO por me ter sido garantida uma instalacao rapida, o que se revelou incorreto e induzido por informacao comercial enganosa por parte do comercial Joao Tomas. Venho por este meio exigir que a instalacao do servico seja realizada no proximo dia util. Caso contrario, irei proceder ao cancelamento deste contrato sem qualquer penalizacao, bem como ponderar o cancelamento dos restantes servicos que tenho ativos. Aguardo resolucao urgente desta situacao.
Avaria no Fornecimento do serviço com previsão de reparação de 3 semanas
Exmos. Senhores, Na qualidade de cliente com o contrato de prestação de serviços de telecomunicações n.º 010701054250, venho por este meio comunicar que os problemas técnicos anteriormente reportados se mantêm até à presente data, sem que tenha sido apresentada uma solução eficaz. Atualmente, verificam-se falhas graves no serviço contratado, nomeadamente: Ausência de serviço de televisão e canal Sport TV; Inexistência de serviço de telefone fixo; Falta de acesso à internet. Importa referir que, após diversos contactos efetuados através dos vossos canais de apoio, dincluindo assistentes automáticos e comunicações de avaria, a situação permanece por resolver. Face à ausência de resolução, os meus pais deslocaram-se presencialmente a uma loja, na tentativa de obter apoio direto. Contudo, a informação prestada revelou-se contraditória e insatisfatória: Inicialmente, foi garantido que a situação seria resolvida até às 15h do dia seguinte; Posteriormente, foi indicado um novo prazo apenas a partir do dia 11 de maio, o que representa um atraso inaceitável para um serviço essencial já em falha desde o dia 27 de março. Neste sentido, venho exigir a resolução imediata da avaria, bem como solicitar esclarecimentos formais sobre: A origem do problema; O motivo da discrepância nas informações prestadas; O prazo efetivo para reposição integral dos serviços. Adicionalmente, solicito que seja considerada a devida compensação pelos períodos de indisponibilidade dos serviços, nos termos legais e contratuais aplicáveis. Sem outro assunto de momento, aguardo uma resposta célere e a resolução urgente da situação.
Cobrança abusiva
Exmos. Senhores, Venho por este meio solicitar o apoio da DECO Proteste relativamente a uma situação de cobrança que considero abusiva e desprovida da necessária transparência, envolvendo a MEO – Serviços de Comunicações e Multimédia, S.A. e a empresa Intrum Portugal, Lda. Encontro-me a ser alvo de insistentes tentativas de cobrança por parte da Intrum e da MEO relativamente a uma suposta dívida no valor aproximado de 178€, a qual contesto integralmente por falta de fundamento, inconsistência de valores e ausência de prova contratual. Apesar de já ter contestado formalmente esta alegada dívida por escrito, por mais do que uma vez, a Intrum e a ANACOM não responderam aos pedidos de esclarecimento e documentação que solicitei. Em concreto, continuo sem receber: 1. Cópia integral do alegado contrato celebrado (que nunca assinei nem vi). 2. Condições gerais e particulares aplicáveis à data; 3. Gravação da chamada de adesão com prova de que me foi informado as condições de contrato, como cancelar e perspectivas consequências. Importa ainda referir que: * O serviço em causa não foi utilizado; * Não me foi explicado qualquer procedimento de cancelamento no momento da adesão; * Procedi ao cancelamento do débito direto; * Continuei, ainda assim, a ser confrontada com cobranças; * Foram-me previamente mencionados valores completamente desproporcionais (na ordem dos 5.000€), sem qualquer explicação ou suporte documental; Não obstante a ausência de resposta e de prova documental, fui agora novamente notificada pela Intrum com uma comunicação de teor intimidatório, concedendo um prazo de 2 dias para pagamento e ameaçando com recurso a ação judicial, penhora de salário e bens, caso não proceda à liquidação do montante exigido. Considero esta atuação particularmente grave, na medida em que: * A dívida permanece formalmente contestada; * Não foi apresentada qualquer prova contratual; * Persistem contradições e omissões materiais; * Estão a ser utilizadas ameaças de natureza judicial sem prévio esclarecimento da legitimidade da dívida. Entendo que esta conduta poderá configurar uma prática abusiva de cobrança e uma violação dos deveres de informação, transparência e boa-fé no âmbito das relações de consumo. Solicito, assim, a vossa análise deste caso e apoio na defesa dos meus direitos enquanto consumidora, bem como orientação sobre os passos adequados a adotar perante esta situação. Se for necessário, gostaria de entrar com uma queixa jurídica. Com os melhores cumprimentos, Cláudia
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