Reclamações públicas

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Marketing e publicidade abusivo e excessivo

Exmos Senhores, Venho pela presente apresentar reclamação contra a empresa Securitas Direct pelo envio absolutamente excessivo e abusivo de publicidade que tenho recebido por parte desta empresa no meu email pessoal, sendo que não só não sou cliente desta empresa nem detenho qualquer relação comercial com a mesma, como NUNCA autorizei que o meu endereço eletrónico fosse destinatário deste tipo de comunicações. Contactada telefónicamente, os trabalhadores da Securitas Direct comunicaram-me que não havia nada que pudesse ser feito, visto que sem eu ser cliente e ter número de contrato, não podiam retirar o meu email das listas de envio deste tipo de publicidade. Ou seja, seria necessário eu tornar-me cliente desta empresa para retirar o meu endereço eletrónico, o qual foi-lhes cedido SEM O MEU CONSENTIMENTO e contra a minha vontade. Situação indescritivel.

Resolvida

Renovação de contrato abusiva

Exmos. Senhores, No âmbito de um crédito á habitação com o Banco BPI, foi-me oferecido um serviço de segurança com a Securitas Direct ao qual aceitei e contratei por um período de 36 meses. Todo o negócio foi mediado pelo banco BPI, a especificidade das clausulas contratuais com a Securitas Direct não são devidamente explicadas e podem induzir em erro o cliente, visto que o foco do processo é o crédito á habitação e não um contrato paralelo com o fornecedor de um alarme. Uma semana após a data de termo do contrato (30.06.2025) fui contactado por um agente comercial da Securitas Direct no sentido de fazer um melhoramento das condições do contrato e para venda de novos equipamentos, na qual indiquei claramente que não estava interessado nessa oferta e que o mesmo contrato já se encontrava vencido. O agente da Securitas Direct, informou-me de uma renovação automática de mais 12 meses, da qual eu não tinha conhecimento nem recebi qualquer aviso prévio. Nesse contacto fui informado para a necessidade de enviar carta registada para resolução do contrato, facto que fiz de imediato. Nunca fui contactado pela Securitas Direct, antes da data de termo do contrato, para informar sobre essa renovação automática, o que indica má fé por parte da empresa. Estas práticas são altamente condenáveis e configura uma cláusula abusiva, contrariando o Decreto-Lei n.º 446/85 (Art. 22.º) e a Lei de Defesa do Consumidor (Lei n.º 24/96), uma vez que limita indevidamente o direito do consumidor à rescisão. Ultimamente tenho sido coagido constantemente pela Securitas Direct através de chamadas ameaçadoras no sentido de assumir um contrato atá 30 de junho de 2026 que não estou interessado. Indiquei claramente que não quero a renovação e, tal como foi referido anteriormente e após indicação da Securitas Direct, já enviei uma carta registada a informar essa minha vontade. Toda esta situação mancha o bom nome do Banco BPI e revela a índole da empresa Securitas Direct, é altamente condenável e considera-se uma prática medieval visto que estão a obrigar-me a um contrato que não estou interessado, previsto no artigo 334º do Código Civil que estabelece que "É ilegítimo o exercício de um direito, quando o titular exceda manifestamente os limites impostos pela boa fé, pelos bons costumes ou pelo fim social ou económico desse direito". Pelo exposto, peço que considerem com seriedade e responsabilidade esta situação, e que parem de me coagir diariamente através de chamadas telefónicas, caso contrário serei obrigado a recorrer ás autoridades. Ao Banco BPI, peço que revejam as vossas parcerias e que protejam os vossos clientes de empresas com a índole explanada nesta minha carta, as centenas de queixas no portal da queixa e na DECO de outros clientes vítimas destas práticas são claramente reveladores do esquema maléfico e oportunista da Securitas Direct. Cumprimentos,

Encerrada

Rescisão de contrato

Contrato n° 005135651830005 18/07/2025 Pretendo rescindir o contrato que tenho há 3 anos com a Securitas Direct, e que previa uma fidelização de 36 meses. Fui contactada pelo serviço de apoio a clientes devido a uma falha numa câmara e aproveitei a chamada para demonstrar a intenção de rescindir contrato. Fui de imediato informada de que estou novamente fidelizada por mais um ano sem receber qualquer tipo de comunicação prévia. A empresa invoca uma cláusula que fideliza automaticamente os clientes por 12 meses, podendo estes requerer a rescisão do contrato apenas nos 30 dias que antecedem a data de renovação, por escrito e em carta registada.Ora de acordo com a legislação europeia, esta situação configura a aplicação de uma cláusula potencialmente abusiva, uma vez que findo o período de fidelização obrigatória, o consumidor é condicionado a poder rescindir apenas num janela temporal muito curta, ficando sujeito a ter de pagar 12 meses de um produto de que não usufrui e como podem verificar não está a ser utilizado. Trata-se de uma prática que viola o Decreto-Lei n.º 446/85 Artigo 22.º -(Regime jurídico das cláusulas contratuais gerais), Lei de Defesa do Consumidor,Lei n°24/96 que tenciono expor às instituições reguladoras do ramo, assim como no Portal do Cidadão/Portal do Consumidor, Centro Europeu do Consumidor e DECO. Durante a fase de angariação, com o BPI os comerciais apenas referiram a fidelização de 36 meses, sem nunca referirem uma fidelização suplementar anual, de renovação automática. É uma fidelização abusiva e uma pratica eticamente reprovável por parte da empresa. Já para não falar no serviço pobre que estão a prestar. A securitas procedeu então ao primeiro débito da conta bancária, sem termos recebido qualquer aviso prévio, nem mesmo fatura. Este valor debitado sofreu alterações face so contrato inicial, o que à luz da legislação em vigor, carecia de comunicação prévia e expressa. O que nunca aconteceu. Estou perante uma situação de cobrança indevida e renovação abusiva de contrato sem o devido consentimento informado. Face so exposto solicito a vossa intervenção no sentido de: -cancelamento do contrato com efeitos retroactivos à data do término original -ser anulada a fatura emitida indevidamente -serem apuradas eventuais práticas abusivas e aplicadas as sanções previstas na lei. Agradeço a vossa melhor atenção ao presente assunto

Resolvida

Renovação abusiva de contrato e cobrança indevida pela Securitas Direct

Exmos. Senhores, Venho, por este meio, apresentar uma reclamação formal contra a empresa Securitas Direct, no seguimento de práticas que considero abusivas e lesivas dos direitos do consumidor. Em junho/julho de 2021, celebrei um contrato com a referida empresa, ( com início de prestação de serviços em a 13 de Setembro de 2021, conforme documento em anexo) no âmbito de um processo de crédito contratado através do Banco BPI. Esse contrato, de prestação de serviços de segurança, foi acordado com uma duração de 3 anos, terminando, portanto, em Setembro de 2024. Findo esse período, e sem que me fosse enviada qualquer comunicação formal sobre a intenção de renovação ou sobre alterações das condições contratuais, a Securitas Direct procedeu à renovação automática do contrato, passando a emitir mensalmente faturas relativas ao serviço. Refiro ainda que os valores faturados sofreram alterações face ao contrato inicial, ainda que inferiores, o que, à luz da legislação em vigor, carecia de comunicação prévia e expressa, o que nunca aconteceu. Desde então, tenho tentado, sem sucesso, o cancelamento da referida renovação, ( foi-me inclusive solicitada uma carta registada a pedir o cancelamento, mas que de nada serviu ) tendo inclusive enviado emails formais à Securitas Direct, dos quais obtive respostas no sentido de se poder cancelar o respectivo contrato, mas ainda não o fizeram e continuam a ser enviadas faturas mensalmente. ( Emails em anexo ) Considero que esta prática viola o disposto no: Regime das Cláusulas Contratuais Gerais (Decreto-Lei n.º 446/85), Lei de Defesa do Consumidor (Lei n.º 24/96), E configura uma situação de cobrança indevida e renovação abusiva de contrato, sem o devido consentimento informado. Face ao exposto, venho solicitar a vossa intervenção no sentido de: Ser garantido o cancelamento do contrato com efeitos retroativos à data do seu término original; Serem anuladas as faturas emitidas indevidamente; Serem apuradas eventuais práticas abusivas e aplicadas as sanções previstas na lei. Agradeço a melhor atenção ao presente assunto, e coloco-me à disposição para fornecer documentação ou esclarecimentos adicionais que entendam necessários. Cumprimentos. C. S.

Encerrada

Rescisão de Contrato 568635

Boa tarde. Contratualizei o serviço da Securitas Direct em Setembro de 2018 (salvo erro) e ao fim de quase 7 anos decidi rescindir o contrato, uma vez que vendi o imovél onde tinha o serviço instalado, como é meu direito enquanto consumidor e já completos os 2 anos de fidelização. Neste sentido no passado mês de fevereiro de 2025 enviei por carta registada, conforme indicado por email, o pedido de cancelamento de contrato. Recebi no passado dia 26 de março um email da Sra Ivânia Pina um email a confirmar a recepção da carta e a considerar a rescisão a 09/05/25 conforme print screen que posteriormente enviei para a mesma. Paguei a mensalidade de maio e cancelei o débito direto à posteriori. Fiquei espantado quando a semana recebi uma chamada a informar-me que o meu contrato não poderia ser cancelado porque renova anualmente e que o cancelamento teria de ser realizado em Setembro de 2025, sendo que à data já estava em dívida a mensalidade de junho. Não aceitei porque considero os meus direitos fundamentais enquanto consumidor estão a ser postos em causa por uma clausula contratual abusiva, mascarada que configura um processo de fidelização, e da qual nunca fui informado. Solicito assim rápida resolução, sendo certo que não irei ceder na rescisão contratual uma vez que o local de instalação do serviço não é meu.

Encerrada

Cobrança indevida serviço não prestado

Exmos. Senhores, Fui contatada pela securitas para pagamento de valor em aberto. Como não usamos mais or serviços há muito tempo e a empresa não está mais no local do contrato, solicitei a rescisão do mesmo. Formalizei o pedido por e-mail, mas insistiram que deveria ser por correio com aviso de recebimento de recebimento. Paguei todo valor devido e enviei por e-mail o comprovativo. Assim como pedido de rescisão, conforme em anexo. Seguiram me cobrando valores mensais. Fiz outro pagamento dos meses devidos e cobrados e dessa vez enviei carta por correio com aviso recebimento querendo fim do contrato que já não utilizo há muitos anos. Qual não foi minha surpresa quando disssram que o contrato havia sido renovado, sem minha vontade e sem prévio aviso e/ou conhecimento. (Não fui informada que, se não enviasse a carta no primeiro pagamento de valores devidos, o contrato de serviços que não está sendo prestado, seria renovado.) Agora, me disseram que só posso rescindir o tal contrato, em outubro de 2025. Sendo que não estou com empresa no local, já não utilizo dos serviços há muitos anos e ainda tenho sido cobrada pro telefone, mensagens, e-mails semanalmente!!!! Cumprimentos.

Resolvida

Rescisão de contrato e conduta inaceitável

Exmos. Senhores, Sou cliente da Securitas Direct desde 2017, tendo até agora mantido uma opinião positiva sobre o vosso serviço. No entanto, venho por este meio expressar o meu desagrado relativamente à forma como têm tratado a minha situação nos últimos tempos. Tenho o sistema instalado numa loja que foi encerrada na sequência da pandemia. Apesar de a loja estar inativa, continuei a pagar mensalidades por um serviço de alarme que, na prática, não estava a ser utilizado. Foram feitas várias tentativas da minha parte para encontrar uma solução razoável, mas sem sucesso. Em novembro de 2023, após nova insistência, foi-me proposta uma solução temporária que consistia no pagamento de 2€ + IVA mensais entre 01/12/2023 e 01/06/2024. No entanto, esta condição apenas foi aplicada no primeiro mês, tendo o valor sido aumentado para 4€ + IVA nos meses seguintes, sem qualquer explicação ou acordo prévio. Findo esse período, voltei a solicitar uma extensão da suspensão temporária do serviço, uma vez que a loja continua sem destino definido. Mais uma vez, os meus pedidos não obtiveram qualquer resposta da parte da Securitas Direct. Aguardei o fim do período de fidelização para proceder à rescisão do contrato. Enviei uma carta registada com esse propósito, à qual me responderam por telefone alegando que não estava assinada, pedindo novo envio. Após reenviar a carta devidamente assinada, recebi uma nova chamada a informar que o pedido fora recusado por já estar a decorrer um novo período de fidelização de 12 meses. Importa referir que o tom das chamadas que recebi foi, no mínimo, desrespeitoso e em tom de gozo. Lamento profundamente a forma como fui tratado enquanto cliente. Tinha a Securitas Direct como uma empresa séria e de confiança, mas esta experiência revelou exatamente o oposto, deixando claro que a vossa prioridade está longe de ser o bem-estar dos clientes, focando-se apenas na retenção forçada e pouco ética de contratos. Cumprimentos.

Resolvida

cancelamento de contrato

Exmos. Senhores, No dia 15 de Maio mandei uma carta registada a pedir o cancelamento do meu contrato da securitas , por motivo de venda da residência , ligar-me a dizer que iam fazer uma nova proposta aos novos proprietários para transitar o contrato para eles , os novos proprietários não estiveram interessados na proposta , o que eu me apercebo é que esta empresa esta a tentar , prolongar esta situação para tentar chegar ate setembro fim do contrato, ou seja fazer-me pagar um serviço que já não estão a prestar, pois já não habito nesta residência , Cumprimentos.

Encerrada

Cobranças constantes através de débito direto

Exmos. Senhores,. é com enorme desagrado que aqui venho reclamar... assinei um contrato com a Securitas direct para o meu estabelecimento comercial e como fui informada k teria uma mensalidade mais reduzida se colocasse alarme no domicílio assim o fiz ...o contrato foi feito no dia 24 de abril e desde essa data, tirando o dinheiro que dei em mão, já me retiraram da conta bancária quantidades exorbitantes nada igual ao descrito verbalmente pelo Sr Hugo um dos chefes da Securitas de Leiria... Só no mês de maio e até ao dia de hoje k retiraram mais 276€ não sei de quê já vão 400€ no total... Falei com esse tal chefe e com o sr que contactei para usufruir dos serviços desta empresa e mandaram me ligar para o número 21 ..... K eles não estavam a perceber o que estava/ está a acontecer... No espaço de menos de um mês já me retiraram 1000€ e tal euros e mandaram supostas facturas através de outra empresa e facturas essas encriptadas ao qual não consigo ter acesso.... Quero cancelar o serviço e não sei como o fazer com muita urgência mesmo... é um roubo uma suposta mensalidade ( pastelaria e domicílio) de 77€ e andarem a tirar quantias da conta bancária duas a três vezes por semana... O débito direto irei cancelar imediatamente... Agradeço esclarecimentos e entretanto colocarei um advogado a tratar do assunto... Cumprimentos (DESCREVER SITUAÇÃO) Cumprimentos.

Resolvida

pagamentos indevidos

Exmos. Senhores venho por este meio expressar o meu descontentamento após o ano passado pelo mes de agosto cuje o dia n sei precisar entrei em contacto com a impressa de alarmes Securitas direct alertando para a minha mudança de morada e pedindo para que o serviço foce reinstalado na minha nova casa onde fiquei a aguardar por um ligar de serviço que nunca aconteceu passado 5 meses foi me pedido o valor da anuidade e onde me disseram que devia ter pedido o cancelamento antes que agora seria tarde demais e que teria que pagar o valor correspondente ao contrato de 1 ano onde o que pedi era que me reinstalassem o serviço e me dessem os meses que fiquei sem serviço so de uma pessoa para outra em linha a conversa foi sempre se alterando e sempre so com o propósito de cobrar e nunca resolver o problema ate que hoje dia 6 de maio 2025 fui contactado pela parte jurídica por uma sra vera Felix onde me disse que tenho que pagar para cancelar o serviço n acho justo e por isso reclamo so queria ver a minha situação resolvida . Cumprimentos.

Encerrada

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